Ajinomoto promoveu ações educativas com atletas paralímpicos

Apoiadora do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a Ajinomoto do Brasil promoveu duas ações educativas on-line com atletas paralímpicos. O primeiro encontro, realizado no último dia 5, reuniu quase 100 integrantes de seleções adultas. No dia 6, foram cerca de 40 jovens da base. Representantes do setor de Marketing-Nutrição da empresa ministraram as palestras e realizaram dinâmicas tendo como tema o papel da nutrição para uma vida saudável e no dia a dia do esportista.   

O time de nutricionistas apresentou aos atletas o programa “Alimentação para vencer – Kachimeshi®”. Criado pela empresa no Japão e adotado pelos comitês Olímpico e Paralímpico do país desde o início dos anos 2000, o conceito incentiva uma alimentação equilibrada e saborosa, que atenda às necessidades específicas de diferentes estilos e fases da vida, contribuindo para a melhor performance de atletas e pessoas comuns.

As especialistas falaram sobre grupos alimentares e a importância que uma alimentação equilibrada tem para a conquista de objetivos em uma trajetória competitiva. “Nosso objetivo é ajudá-los a assimilar informações para que sejam capazes de fazer boas escolhas, garantindo uma alimentação balanceada e saborosa com o que têm à disposição no dia a dia”, ressalta a gerente de Marketing-Nutrição da Ajinomoto do Brasil, Priscila Andrade.

Além de transmitir informações sobre nutrição aos atletas de alta performance, as especialistas também destacaram os benefícios que o consumo de aminoácidos oferece para a recuperação muscular. “A vantagem do consumo de aminoácidos por meio de suplementação é o tempo de absorção: em média, 15 a 30 minutos, em comparação com as quatro horas necessárias para digerir proteínas, que são mais complexas estruturalmente”, destaca Priscila.  

“Um programa como esse é muito válido para nós, atletas, ficarmos atualizados sobre o que há de mais moderno em relação à nutrição esportiva e ainda mais no alto rendimento, no qual cada pequena melhora faz uma diferença significativa nos resultados. Iniciativas como essa mostram que, finalmente, estamos saindo do campo das pesquisas acadêmicas para as iniciativas de mercado”, completa o nadador pernambucano Phelipe Rodrigues, dono de sete medalhas paralímpicas, além do heptacampeonato parapan-americano em Lima 2019, pela classe S10 (para atletas com limitações físico-motoras).

Essas não foram as primeiras ações do tipo promovidas pela Ajinomoto do Brasil no CPB. No fim de 2019, os encontros reuniram, separadamente, atletas de tênis de mesa e atletismo. No início de 2020, antes da pandemia, foi realizada atividade semelhante com nadadores até 19 anos.  

Projeto Vitória

O Time Ajinomoto faz parte do Projeto Vitória, iniciativa criada pela empresa em 2003, no Japão, e que chegou ao Brasil em 2019 com o objetivo de contribuir para o fortalecimento do esporte nacional. Atualmente, 33 atletas olímpicos e paralímpicos compõem o grupo e recebem suporte relativo à nutrição e aos benefícios da ingestão de aminoácidos por esportistas de alto rendimento.

Sobre a Ajinomoto do Brasil

Presente no Brasil desde 1956, a Ajinomoto do Brasil se empenha em oferecer produtos de qualidade tanto para o consumidor como insumos para as indústrias alimentícia, cosmética, esportiva, farmacêutica, de nutrição animal e agronegócios. Atualmente, a unidade brasileira é a terceira mais importante do Grupo Ajinomoto fora do Japão, atrás apenas da Tailândia e dos Estados Unidos. A linha de produtos da empresa voltada ao consumidor é composta pelo tempero umami AJI-NO-MOTO®, AJI-SAL®, Tempero SAZÓN®, Caldo SAZÓN®, SAZÓN® Tempera & Prepara, RECEITA DE CASA™, HONDASHI® e SABOR A MI®, além das sopas individuais VONO® e da linha de sopas cremosas e claras VONO® Chef. Também se destacam os refrescos em pó MID® e FIT Zero Açúcar, o azeite de oliva extra virgem TERRANO™ e o azeite de oliva tipo único TERRANO™, o SATIS!® Molho Shoyu, além de aminoVITAL® GOLD, produto composto por nove aminoácidos essenciais para a recuperação de atletas e entusiastas do esporte. No Brasil, a companhia também atua no segmento de food service (alimentação fora do lar). Com quatro unidades fabris, localizadas no estado de São Paulo, nas cidades de Limeira, Laranjal Paulista, Valparaíso e Pederneiras, e sede administrativa na capital, emprega cerca de 3 mil funcionários e atende tanto ao mercado interno como ao externo. A Ajinomoto, multinacional japonesa com sede em Tóquio, é referência mundial em aminoácidos. O Grupo Ajinomoto obteve um faturamento global de US$ 10,1 bilhões e nacional de R$ 2,4 bilhões no ano fiscal de 2019. Atualmente, está presente em 35 países, possui 121 fábricas e cerca de 34 mil funcionários em todo o mundo. Para saber mais, acesse http://www.ajinomoto.com.br.

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Ajinomoto promoveu ações educativas com atletas paralímpicos
Verônica Hipólito, do atletismo paralímpico. Foto: Divulgação

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Times Olímpico e Paralímpico de refugiados: vídeo de apoio da ONU

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) lançou hoje um vídeo inédito nas redes sociais conclamando o mundo a apoiar os Times Olímpico e Paralímpico de Refugiados. No centro desta campanha global está “A Jornada” (“The Journey, no original em inglês) – um vídeo de pouco mais de 01 minuto que descreve de maneira dramática as extraordinárias histórias de atletas refugiados aspirantes aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos deste ano.

Divulgado no Dia Internacional do Esporte para Desenvolvimento e Paz (06 de abril), “A Jornada” dramatiza a história de uma pessoa refugiada forçada a deixar sua casa a pé para escapar de conflitos e perseguições. Deslocando-se por terra e por mar, ela termina por encontrar segurança, reestabelece sua vida e começa a correr em direção a um novo objetivo: uma medalha.

Criado com a colaboração de dois participantes do programa de bolsas para refugiados atletas do Comitê Olímpico Internacional (COI), o filme para redes sociais destaca o poder do esporte para trazer esperança e mudança na vida de todas as pessoas que foram forçadas a deixar seu país.

Atualmente, 60 atletas e para-atletas refugiados treinam com a esperança de competir nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020. O ACNUR está trabalhando com o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Paralímpico Internacional (IPC, da sigla em inglês) para apoiar os atuais atletas refugiados que, apesar dos desafios do deslocamento forçado e da pandemia da COVID-19 – continuam a treinar para manter vivos os seus sonhos de competir em Tóquio.

Sendo a agência humanitária que lidera a resposta global de proteção às pessoas forçadas a deixar suas casas e comunidades devido a guerras e conflitos, o ACNUR sabe que o esporte é mais do que uma atividade de lazer: ele tem o poder de trazer esperança e ajudar as pessoas refugiadas a recuperar o controle sobre seu futuro.

Com mais de 80 milhões de pessoas forçadas a se deslocar em todo o mundo, o ACNUR trabalha junto com governos, o mundo esportivo, empresas, academia, sociedade civil e refugiados para construir um mundo melhor em que cada pessoa forçada a se deslocar – incluindo pessoas com deficiências – possam acessar e participar de atividades esportivas, em todos os níveis.

“A Jornada” foi criado para o ACNUR, em parceria com o COI e o IPC, pela premiada agência “Don’t Panic” e dirigido pelo coletivo de diretores Pantera por meio da produtora “Anonymous Content”.

“A história de ‘A Jornada’ é similar à minha e dos meus colegas atletas refugiados. Estou treinando duro na esperança de chegar a Tóquio. Eu quero ajudar as pessoas em todos os lugares a entender melhor a vida das pessoas refugiadas e o poder do esporte em mudar vidas. Espero que as pessoas apoiam os timos olímpicos e paralímpicos de refugiados”, diz Rose Nathike Lokonyen, que integrou a equipe olímpica de refugiados nas Olimpíadas do Rio (2016) e colaborou com o ACNUR na produção do filme. Ela é uma refugiada do Sudão do Sul e vive no Quênia.

“Estamos muito orgulhosos em apoiar os atletas refugiados treinando para os jogos olímpicos e paralímpicos. Apesar de todos os contratempos, estes atletas extraordinários e extraordinárias têm mantido vivo o sonho de representar milhões de pessoas refugiadas de todo o mundo. Junto com nossos parceiros COI e IPC, estamos dedicados a construir um mundo no qual todas as pessoas forçadas a fugir – inclusive aquelas com deficiências – possam acessar o direito a praticar esportes e jogar em todos os níveis”, afirma Dominique Hyde, Diretora de Relações Externas do ACNUR.

No mês em que a ONU Brasil promove o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável #3 para “assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades”, o ACNUR reforça o esporte como meio de convivência pacífica e harmoniosa entre crianças, jovens, adultos e idosos em suas comunidades, independentemente de suas nacionalidades.

Para assistir e reproduzir “A Jornada”, clique aqui

Com informações de ACNUR.

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Times Olímpico e Paralímpico de refugiados: vídeo de apoio da ONU
© ACNUR
Uma captura de tela de A Jornada, que visa aumentar a conscientização e o apoio às equipes de refugiados que competem nos Jogos Paraolímpicos e Olímpicos de Tóquio 2020.

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