Vacinas poderão receber dinheiro de contas da Lava Jato do RJ

A Força-Tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro enviou consulta à União para verificar se há interesse em utilizar mais de R$ 500 milhões, que estão retidos em contas jurídicas para a compra de vacinas contra a Covid 19.

O Ministério Público Federal defende que a medida se justifica dada a situação de emergência na saúde pública e a urgente necessidade de imunização da população.

Além da Advocacia-Geral da União, a consulta também foi enviada à Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro, à Procuradoria-Geral da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no Rio.

Em caso de concordância da medida, o MPF informou em nota que, a força-tarefa vai pedir imediatamente ao juízo competente a transferência dos valores às contas indicadas pelos representantes governamentais.

Ainda de acordo com o Ministério Público Federal, o valor retido em contas judiciais da sétima vara federal criminal pode aumentar bastante nas próximas semanas, devido a acordos de colaboração premiada e de leniência recém-celebrados.

“Vacinas poderão receber dinheiro de contas da Lava Jato do RJ” em parceria com Agência Brasil.

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Vacinas poderão receber dinheiro de contas da Lava Jato do RJ

PF investiga obras de arte para lavara propina da Transpetro

Em uma nova fase da Lava Jato, Polícia Federal investiga o pagamento de 12 milhões de reais em propina em contratos feitos com a Transpetro. PF investiga obras de arte.

O dinheiro teria sido lavado com a compra de obras de artes e imóveis.

São pelo menos onze mandados de busca e apreensão realizados em Brasília, Angra dos Reis e nas capitais, São Luís, São Paulo e Rio de Janeiro.

Entre os endereços estão os de Edison Lobão Filho e Márcio Lobão, filhos do ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão.

Batizada de Vernissage, a operação mira a apreensão de obras de arte, que passarão por perícia para identificação do real valor.

As investigações apontam que elas teriam sido compradas por quantias superiores as que foram apresentados nas notas e recibos emitidos à Receita Federal.

Em alguns casos, a diferença entre o valor pago pela obra e o declarado pode ultrapassar 500 por cento.

Outro exemplo é um apartamento que foi comprado por um milhão de reais, em 2007, e vendido por três milhões de reais dois anos depois.

De acordo com a Polícia Federal, essa valorização não corresponde às condições do mercado imobiliário da época.

“PF investiga obras de arte para lavara propina da Transpetro” com informações de Rádio2.

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PF investiga obras de arte