Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+: Dani Coimbra defende toda forma de SER

Apoiadora vigente das causas LGBTQIA+, lembrando do dia internacional do orgulho LGBTQIA+, e de todas as outras que tratem dos direitos essenciais com respeito, a intérprete Dani Coimbra realizou uma homenagem as diferenças femininas em seu novo trabalho, publicado na última quinta-feira (24). Na música “A Beleza É Você Menina”, e em seu videoclipe, a artista fez questão de abordar as múltiplas facetas do feminino e expor a importância de nos amarmos como somos.

Segundo ela, são incontáveis as individualidades existentes e não cabe ao outro nos rotular, somos livres. “Às comunidades, todo o meu amor, carinho e respeito em todos os dias do ano, lembrem-se, vocês precisam ser, sentir, existir e resistir. Jamais se escondam, nossa essência singular é o que temos de mais precioso. O respeito é um direto de todos os indivíduos”, afirma.

Na segunda-feira (28) comemora-se em todo o mundo o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. O “Pride Day” possui como principal objetivo conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia e a transfobia para a construção de uma sociedade livre de preconceitos, independente da orientação sexual ou de gênero de cada um.

Dani declara ainda sua preocupação sobre os números exorbitantes registrados no Brasil. “Estudos comprovam que a cada 22 horas, um LGBT é morto no país. Ou seja, precisamos nos unir todos os dias para combater o preconceito. Torço pela inclusão, na minha visão é uma das formas de enfrentarmos este problema”, conclui a artista.

Empatia e respeito são valores fundamentais.

Link “A Beleza É Você Menina”: https://youtu.be/de5-LpWRrDo

Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+: Dani Coimbra defende toda forma de SER
Dani Coimbra. Foto: Divulgação.

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Demandas da população LGBT recebidas pelo Consórcio ABC

No Dia da Visibilidade Trans, comissão participou de encontro na entidade regional e recebeu as demandas da população LGBT.

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC recebeu demandas da comunidade LGBT apresentadas por uma comissão formada por representantes do poder público, da sociedade civil e de grupos sociais. O encontro ocorreu por ocasião do Dia da Visibilidade Trans, celebrado nesta sexta-feira (29/1).

As demandas englobam áreas como saúde, segurança, cultura, educação e trabalho, entre outras, que foram discutidas em reunião promovida na quarta-feira (27/1) pelo vereador Márcio Araújo, de Mauá, com o coordenador estadual de Políticas Para a Diversidade Sexual, Marcelo Gallego.

Para debater as pautas apresentadas, o secretário-executivo do Consórcio ABC, Acácio Miranda, e a coordenadora de Programas e Projetos Maria Gracely Batista Marques, a Graça, receberam na sede da entidade regional o vereador Márcio Araújo, Safira Félix e Laís Corpani.

“Vamos levar as demandas aos nossos Grupos de Trabalho. Nosso objetivo é viabilizar as propostas apresentadas”, afirmou Acácio Miranda.

Fotos: Divulgação/Consórcio ABC

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Demandas da população LGBT recebidas pelo Consórcio ABC

Dia da Visibilidade Trans

A data de 29 de janeiro é o Dia da Visibilidade Trans, data que visa promover reflexões sobre a cidadania das pessoas travestis, transexuais (homens e mulheres trans) e não-binárias (que não se reconhecem nem como homens nem como mulheres).

Essa data foi escolhida porque nela houve o lançamento oficial da campanha “Travesti e Respeito”, promovida pelo Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde, em 2004, e que se tornou um marco para a luta protagonizada por militantes travestis históricas, como Fernanda Benvenutty, Jovana Baby, Kátia Tapety, Keila Simpson, entre muitas outras que deram a sua vida por um mínimo de humanização à população por elas representada.

Mulheres Revolucionárias: Cristina da Suécia parte I

A quarta e única sobrevivente filha dos reis Gustavo Adolfo II e Maria Eleonora era Cristina. Assim que a garota nasceu, em 1626, foi considerada menino e só mais tarde perceberiam que era uma garota. até hoje

Imagem do Google

Mesmo que não seja possível descobrir o motivo da confusão, Cristina teria de carregar piadas com seu nome por toda a vida.

Mesmo assim, ela dizia que quando era criança, tinha aversão por todas as coisas de “menina”, como roupas apertadas e espalhafatosas. Ao contrário do que normalmente acontecia, pois apenas homens eram ordenados a terem uma educação rigorosa, o rei Gustavo havia instruído sua filha a ser muito estudiosa e ela chegava a estudar 12 horas por dia. Ela se interessava por todos os assuntos que na época eram masculinos, como política, literatura e história.

Tal intelecto foi muito bem recebido quando o rei morreu em combate na Guerra dos Trinta Anos e com isso, Cristina se tornaria a rainha da Suécia.

Com a morte de seu marido, em 1632, Maria Eleonora ficou entrou em um luto eterno, obsessiva com rituais, rezas e escuridão, já que ordenou que todas as peças do castelo agora fossem pretas, para que não entrasse luz solar. Além disso, colocou um caixão ao lado de sua cama com o coração de Gustavo dentro dele e obrigava que sua filha, agora rainha, dormisse ao seu lado todos os dias durante 3 longos anos.

Essa experiência marcou profundamente Cristina, que começou a se questionar sobre os ensinos religiosos que havia recebido e mostrou que pensava por si própria.

Alguns anos mais tarde, em 1651, planejava se converter para o catolicismo mesmo sabendo que essa atitude não seria aceita pela Suécia luterana e que não poderia continuar sendo a rainha do país.

Já em 1654, com certeza de sua fé, fez um plano com um companheiro, o Conde Christophe Von Donha, e resolveu trocar de lugar com ele. Vestida como Conde, viajou escondida para Roma, onde foi recebida com muita pompa, o que normalmente não acontecia com mulheres daquela época, mas o papa desejava celebrar mais uma rainha convertida pois precisava restaurar a imagem da Igreja, que havia sido desgastada pela revolta protestante.

Já a cerimonia de abdicação da rainha, que aconteceu no mesmo ano, foi diferente pois quando Cristina ordenou que tirassem sua coroa, ninguém se adiantou para cumpri-la mas no final do dia, estava sem os trajes reais e o herdeiro que ela havia apontado, rei Carlos X, foi coroado. Sem despedidas oficiais, foi em direção à fronteira dinamarquesa com uma pequena escolta de 4 pessoas.

Imagem do Google

Após passar por países como Alemanha e Países Baixos, foi recebida pela Igreja Católica em Bruxelas. Após sua comunhão, adotou o segundo nome de Alexandra, o que poderia ser uma homenagem ao papa Alexandre VII.

Quando voltou para Roma, primeiramente foi uma convidada muito querida mas após alguns anos, começou a ser inconveniente pois era esperado de uma mulher católica ser modesta e pura mas Cristina era o oposto. Logo as intrigas e comentários começaram a surgir pois ela frequentava teatros com conteúdos de baixo calão e tinha vários amantes.

Vendo que não tinha mais futuro ali, tentou voltar ao poder real em 1668, mas dessa vez na Polônia. Com uma monarquia eletiva, pensou que teria chances de conseguir a coroa mas o povo dali queria um homem para os liderar, não uma mulher com a reputação manchada com inúmeros escândalos.

Depois de perder mais uma vez a coroa, decidiu viver no Palazzo Riario e voltou a focar em seus estudos. Patrocinando expedições arqueológicas, promoveu o teatro e muito mais. Em pouco tempo o Palazzo Riario ficou conhecido por suas atividades culturais e intelectuais.

Quando morreu, em 1689, seu corpo foi velado com uma grande cerimonia.