Valid participará de live sobre LGPD

No próximo dia 9 de abril, às 10h, a Valid, multinacional brasileira, participará da Série de Entrevistas, ao vivo, dos portais Cliente SA e Callcenter.inf.br, live para falar sobre LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Com o tema central “LGPD: Como fica a experiência do cliente?” a live, intermediada por Vilnor Grube, CEO da ClienteSA e VP da Aloic, terá como convidados Luis Eduardo dos Santos Pinto, gerente de TI e DPO da Valid, Anahi Llop, head do time jurídico da OLX e Roberto Felix de Souza, diretor de riscos do Tribanco. 

Neste bate-papo, os executivos falarão sobre os maiores desafios para atender a LGPD, os seus impactos na área de gestão de clientes, além de passarem uma visão de futuro destacando quais as expectativas com relação à aplicação da LGPD.

Ainda durante a entrevista, Luis Eduardo explanará sobre as ações que a Valid, especializada em identificação, tem desenvolvido com relação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Serviço:
Data: 09 de abril de 2021
Horário: das 10h às 11h
Assista: https://youtu.be/HVHP7mWMXyM

Sobre a Valid 
Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta.

Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com

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Luis Eduardo dos Santos Pinto, gerente de TI e DPO da Valid. Foto: Divulgação

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Por que algumas empresas ainda não se adequaram à LGPD?

O texto “Por que algumas empresas ainda não se adequaram à LGPD?” é de autoria de Luis Eduardo dos Santos Pinto

Desde que entrou em vigor, a Lei de Proteção de Dados - LGDP (Lei 13.709/2018) tem sido amplamente debatida e as empresas têm corrido contra o tempo para estarem em conformidade com a nova legislação o mais rápido possível.

É visível o movimento das empresas nos ajustes de seus processos, na implementação de soluções tecnológicas e na capacitação de seus times para atender as exigências da LGPD. Após concluírem toda essa adequação, as empresas precisarão manter seus Sistemas de Gestão de Proteção de Dados (SGPD) para garantir a continuidade do nível de conformidade para os processos existentes, bem como para o desenvolvimento de novos produtos.

Porém, é fato que para as empresas estarem em conformidade com a nova lei precisam investir em revisão de processos, pessoas, tecnologia e, especialmente, na mudança de cultura em todos os níveis da companhia.

Entendo que algumas empresas ainda não se adequaram à LGPD porque existem desafios diferentes para grupos distintos de empresas. As companhias que possuem processos regulados por exigência do negócio, por exemplo, bancos, indústrias etc, certamente saem na frente, pois, na maioria dos casos, estas empresas têm processos de negócios submetidos a controles e auditorias recorrentes, logo, é razoável pensar que teoricamente terão menos dificuldade em adequar seus processos às exigências da LGPD.

Já as empresas que não possuem exigências regulatórias, poderão ter maior dificuldade e necessitar de mais tempo para se adequar, considerando que sairão do zero, tendo que mapear processos, atender requisitos básicos de segurança da informação. Além disso, a necessidade de manter o nível de conformidade (antes não exigido) pode trazer impactos financeiros nos resultados daquelas companhias que não tinham tal exigência.

Um fator importante a destacar é a necessidade das companhias contarem com um novo membro na equipe, o encarregado de dados (DPO). O mercado está aquecido em função da escassez desses profissionais e ainda há um grande gap entre a demanda das empresas e a disponibilidade de DPOs qualificados.  

Vale ressaltar que o DPO é o interlocutor entre a empresa e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), com o titular de dados, clientes e fornecedores, mas é importante saber que o trabalho é sempre colaborativo entre todas as áreas, em especial jurídico e TI, já que estas duas áreas precisam operar de forma consultiva para as demais áreas da companhia entrem em conformidade com a LGPD.  

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados é importante porque teremos um órgão regulador que dará as diretrizes a serem seguidas. Não podemos olhar para a autoridade apenas como um instrumento fiscalizador punitivo, mas sim como um órgão consultivo, onde as empresas poderão buscar orientações. E vou além, é necessário, até mesmo como estrutura fundamental para fiscalizar as empresas e garantir que os direitos dos titulares de dados estão sendo respeitados por aqueles que os coletam, processam e armazenam.

A independência da ANPD como órgão regulador, contribui também com a estratégia do Governo Brasileiro junto à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que eleva seu nível de confiança na transformação digital em nosso país.

Luis Eduardo dos Santos Pinto, gerente do TI e DPO da multinacional brasileira Valid

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Vazamento de dados gera lucro aos infratores

LGPD é aliada no combate a crimes de dados; confira sobre o vazamento de dados e como gera lucro para criminosos.

Não é raro acessar sites que exijam o cadastro de dados pessoais e deparar-se com a seguinte mensagem “Mude sua senha. Seus dados foram acessados por terceiros”, ou algo parecido. Quem já encontrou um comunicado assim é porque está entre os 220 milhões de dados pessoais de brasileiros vazados em janeiro deste ano, segundo o dfndr lab, laboratório de cibersegurança da Psafe.

No mês em que é celebrado o Dia da Internet Segura, que conta com 140 países com a finalidade de fomentar as boas práticas na internet, empresas e usuários precisam estar atentos aos seus papeis. “Com a Lei Geral de Proteção de Dados em vigor desde agosto de 2020, a decisão de compartilhar ou não as informações, é do portador dos dados. Dessa forma, ele pode solicitar desde a portabilidade para outras empresas ou serviços, e até mesmo consentir ou revogar o uso das informações, entre outros dos 10 princípios da LGPD”, diz Daniele Reis, Coordenadora do curso de Direito da Faculdade Anhanguera de Santo André (SP).

O número divulgado pela Psafe, maior que a população brasileira, não assusta. Isso porque dados de pessoas que já vieram a óbito e CPFs desativados também fazem parte da conta. Outro fator determinante para o alto índice de vazamento é que 84% da população brasileira afirma nunca ter entrado em contato com empresas para verificar como seus dados são usados, segundo estudo feito pela OpenText. A média brasileira é maior que em outros 11 países participantes da pesquisa, cujo índice tem média de 78%.

O custo de um dado é tanto que há quem diga que é mais valioso que o petróleo. Após o vazamento dos dados de brasileiros, a Folha de S. Paulo estimou que o hacker responsável pela ação, caso venda as informações obtidas, pode lucrar US$ 15 milhões, ou R$ 80,8 milhões.

Vazamento de dados gera lucro aos infratores

“A dificuldade de rastrear as invasões de hackers e vazamentos faz com que a fiscalização seja muito difícil. Mas a LGDP propõe punições a quem pratica o ato. As multas podem chegar a R$ 50 milhões por infração. Entretanto, cabe ressaltar que o artigo que prevê as sanções entra em vigor apenas em agosto deste ano”, completa Reis.

Uma das possibilidades para evitar o problema é a descentralização da base de dados e o maior acesso à informação por parte da população para que a Lei Geral de Proteção de Dados seja de conhecimento amplo. “A LGPD ainda é relativamente nova, mas é um grande passo pra o Brasil avançar contra crimes de dados”, finaliza a Coordenadora.

Sobre a Anhanguera 

Fundada em 1994, a Anhanguera já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância. Presente em todos os estados brasileiros, a Anhanguera presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais. Em 2014, a instituição passou a integrar a Kroton. Para mais informações, acesse: anhanguera.com e blog.anhanguera.com.

Sobre a Kroton

A Kroton, que faz parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira e uma das principais organizações educacionais do mundo, atende ao mercado B2C do Ensino Superior, levando educação de qualidade em larga escala. Presente em 1.221 municípios em todo Brasil, a companhia conta com 176 unidades próprias, 1.673 polos de ensino a distância e mais de 817 mil estudantes, sob as marcas Anhanguera, Fama, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar. Transformar a vida das pessoas por meio da educação, formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, é a missão da instituição, que trabalha para continuar concretizando sonhos em todos os cantos do país. Para mais informações acesse: www.kroton.com.br.  

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