Planos de voo

Lorena Pelais é autora de “Planos de voo”.

Pássaros são simplesmente lindos, livres, seres de beleza encantadora, impressionantes, hipnotiza quem os vê, armadilhas ao seu redor, esplendor prestes a ser trancafiado.

Caçadores por natureza, homens e predadores assustam, anseiam por liberdade de horizontes vespertinos coloridos.

Independência engaiolada, asas cortadas, nova morada é apresentada, casa, comida e “roupa lavada”, descabidas são as táticas exibidas para aprisionar soberana beleza

Manumissão é o lema dos pássaros com suas “obrigações” progressistas polinizar novos frutos, flores semear vida.

Alma determinada, confiança, alforria querem encaixotar toda liberdade.

Aurora redentor
Outrora apreensor

Restam-se lembranças das andanças.
Ascensão ao crepúsculo turvo iminente.

Noutrora, saudosistas são suas experiências cheias de encanto e magia, acompanhar o Sol, descansar assim que a Lua no horizonte surgia, enamorar-se as estrelas, aninhar-se ao infinito.

Chances perdidas, ciclo não cumprido, tivera seu plano de vôo comprometido, trilha interditada, sem prévio aviso, rascunhos e esboços perdidos.

Quefazeres tinham propósitos e desígnios, estranhamente abortados pelos destino.

Enclausurado estais com canto retido , calado, mudo, não responde a estímulos, vive empoleirado em um abrigo , capturado foste , sucumbido pelo egoísmo.

Lorena Pelais ॐ∞

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Planos de voo
Foto de Lisa no Pexels

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Desvende-se

Lorena Pelais é autora de “Desvende-se”.

Não tem porque ou por que entender tudo de uma só vez.
Por mais que sempre queiramos saber os porquês de tudo e para que de fato queremos obter em um único momento tantas informações?!?

Saberíamos exatamente como usá-las devidamente?!? Conseguiríamos assim montar e solucionar nosso interminável quebra-cabeça pessoal?

Seríamos de fato, melhores conosco e para o outro?!?Temos sabedoria, empatia e bom senso para lidar com o todo em modo geral?!?

Quem garante que não nos envaideceríamos, esnobaríamos ou seríamos extremamente arrogantes num nível que nem mesmo nós seríamos capazes de suportar.

Sem garantias, sem respostas para muitas perguntas, é assim que é e devemos seguir, ao seu tempo “deciframos” uma nova verdade que dá todo sentido a uma das muitas questões que possuímos, embora a vida seja tão fugaz, apressar as descobertas não contribui tanto quanto exatamente ansiamos.

O dia após dia nos traz a maturidade necessária para fazer bom uso das dádivas, se bem que, sem generalizar idade e maturidade sejam aliadas plenas, porém se aplica bem no contexto em geral, o que seria da vida se não houvessem exceções.

O fundamental é, conhecer bem as “leis da vida”, estar abastecido de informações sólidas, devendar não seria um grande enigma, mas sim, um bom passo dado na “escada” evolutiva a nosso favor, em prol da experiência na Terra e em nosso aperfeiçoamento como ser.

Não importam todos os porquês e “para ques”, se não fizer bom uso, temos o conhecimento necessário no momento exato , a busca incessante amortecem valores primordiais , cega, sem garantias de chegada ao final do túnel.

Vagarosamente também é um bom caminho, as quedas são inevitáveis, porém temos maior tempo de cicatrização entre um tombo e outro, “cair” faz parte do processo , erguer-se dá oportunidade a uma nova etapa , uma nova versão aperfeiçoada com conhecimentos aprimorados.

A lebre corre e logo se cansa , a tartaruga em seus passos lentos é capaz de viajar o mundo e vive muito mais…

Nada contra viver intensamente, mas hoje em dia percebo que é tenso abraçar o mundo de uma única vez. Aos poucos , de pouco a pouco é possível se conhecer melhor, menos impulsiva, mais razoável diante dos próprios sentimentos, aumentando as chances de acertos, diminuindo os erros e assim caminhar com mais leveza, por mais que a bagagem aparente ser pesada e infinita a certeza dizimará todos os porquês sem espaço e tempo para as dúvidas que conturbavam o dia a dia.

Dia após dia, ouvirá o coro angelical invadir a mente e a alma enviando a sensação de “missão” realizada com êxito e pronto para a próxima fase com louvor.

“A pressa é inimiga da perfeição”, e de repente quando o coração se acalma tudo se encaixa esplendidamente, revelando o quão fácil sempre foi desde o início, era necessário somente, receber, aceitar, entregar e confiar.

“Para sempre , sempre acaba” assim é tudo que tem que ser, acontece “cedo demais” para uns e no tempo exato para outros de acordo com o nosso merecimento do uso da vida, as escolhas que fazemos, como agimos, todos os nossos aspectos pessoais são observados dos céus, onde nada é oculto, tornamos “ocultos” a nós mesmos pelo fato de ver o que somos e como somos , conheça a ti mesmo e conhecerás o universo e verás sua autotransformação.

No palco da Vida, Você desempenha muitos papéis seja o melhor que puder ser , acorda-te e verás olho a olho o mundo com clareza.
Lorena Pelais ॐ∞

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Instituto AIPI abre inscrições para o 46º Concurso de Redação

Destinado a estudantes do Ensino Médio de escolas públicas estaduais e municipais do todo o país, o Concurso de Redação do Instituto AIPI abre as inscrições a partir de 1º de junho. Conduzida pelo Instituto AIPI, mantido pela International Paper do Brasil, a iniciativa conta com a parceria do Redação Online. A edição 2021 tem por tema Como os livros podem contribuir para a educação no Brasil e serem agentes transformadores no ensino e na sociedade?

Os três primeiros colocados ganharão, respectivamente, R$ 1.500, R$ 1 mil e R$ 500 em vales-compra para a aquisição de livros e material didático; os 100 melhores alunos ranqueados receberão um plano de videoaulas e correções de textos do Redação Online; as três escolas com maior número de alunos participantes receberão, cada uma, 10 caixas de papel A4 Chamex e doação de livros no valor de R$ 5 mil; os 20 professores com o maior número de alunos inscritos ganharão um curso on-line de treinamento para correção de redação no modelo ENEM.

São Paulo | O combate aos impactos negativos da pandemia na educação do Brasil, sobretudo com a suspensão das aulas, tem sido a tônica de iniciativas de organizações interessadas em endereçar alguns dos desafios com ações efetivas. Com esse objetivo, o Instituto AIPI anuncia a abertura das inscrições para o 46º Concurso de Redação, destinado a alunos de escolas públicas estaduais e municipais de todo o país. A edição 2021 traz uma novidade: Estados e o Distrito Federal contarão com uma redação-destaque reconhecida, além de um grande vencedor nacional. No ano passado, a ação contou com a participação de 33 mil alunos, tornando-se a maior competição do gênero em redações corrigidas; hoje, o concurso nacional é o que reúne um maior número de participantes e o que mais impacta socialmente a vida dos estudantes do país – por contribuir para a adequada preparação de milhares de alunos para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de 1º de junho a 19 de setembro pelo site: https://concursoaipi.redacaonline.com.br/.

Com o objetivo de incentivar jovens estudantes a transformarem as próprias realidades por meio da escrita, o concurso deste ano tem por tema “Como os livros podem contribuir para a educação no Brasil e serem agentes transformadores no ensino e na sociedade?” – relacionado às temáticas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). Um dos destaques da iniciativa reside no impacto social gerado: para que o aluno se prepare melhor para escrever a redação, o concurso oferece videoaulas específicas de escrita voltada à redação do ENEM. Ao se inscrever, o participante recebe um login e uma senha de cadastro no site; os conteúdos estarão disponíveis a partir de 1º de junho. Assim como as aulas, os critérios de correção estão de acordo com os estabelecidos pelo Exame Nacional do Ensino Médio.

Segundo Mariana Claudio, gerente-executiva do Instituto AIPI, a iniciativa reforça a importância de fortalecer nos estudantes a capacidade de análise crítica da sociedade para que possam ser cidadãos ativos e agentes de mudança. “A parceria com o Redação Online amplia a nossa capacidade de alcance, impactando cada vez mais jovens, além de trazer ao concurso o diferencial de preparação de alunos e professores, indo muito além apenas de um concurso”, afirma Mariana.

“Participar do Concurso de Redação do Instituto AIPI foi uma experiência única e que levarei por toda a minha vida. Fui motivada a participar pela minha professora de Língua Portuguesa e pelos meus familiares. Graças ao Concurso, pude aprimorar minhas habilidades de escrita e aprendi a ter mais confiança em mim mesma”, comenta Ana Lívia, a primeira colocada da 45ª edição do Concurso.

Premiações & critérios

46º Concurso de Redação vai premiar os estudantes, as escolas e os professores. Os 100 primeiros alunos colocados receberão um plano de aulas on-line, com validade de 12 meses na plataforma; as três instituições com maior número de estudantes cadastrados ganharão, cada uma, 10 caixas de Chamex A4 – marca referência de papel da International Paper – e livros educativos até o valor de R$ 5.000. Os 20 professores que tiverem a maior quantidade de alunos inscritos receberão um treinamento para correção de redação no modelo ENEM e um vale-compra cada no valor de R$ 300 para aquisição de livros e materiais escolares. Os resultados serão divulgados no dia 21 de outubro, no site https://concursoaipi.redacaonline.com.br/.

Ao final do processo, os três estudantes com melhor classificação serão convidados a participar de uma banca on-line, com o objetivo de exporem suas referências, intenções e perspectivas diante do tema. Após essa etapa, será selecionado o grande vencedor nacional; o primeiro colocado ganhará R$ 1.500; o segundo, R$ 1 mil; e o terceiro, R$ 500 – os três receberão vales-compra para a aquisição de livros e materiais escolares. Como forma de incentivo, os vinte e sete autores mais bem colocados, sendo um por Estado, irão receber vales-compra fornecidos pelo Instituto AIPI, para a aquisição de livros e materiais escolares.

Sobre o Instituto AIPI |

O Instituto AIPI é mantido pela International Paper do Brasil e tem como foco investir em projetos de transformação social. A organização é responsável por projetos que impactam as comunidades e que estimulam cada vez mais a formação de cidadãos ativos, oferecendo a estrutura necessária para que uma boa intenção vire uma boa ação. Em 14 anos de existência foram investidos mais de R$ 13 milhões em projetos diversos, com 277 mil pessoas impactadas em todo o Brasil.  https://institutoaipi.com.br/

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Instituto AIPI abre inscrições para o 46º Concurso de Redação
Instituto AIPI abre inscrições para o 46º Concurso de Redação .Foto de Lisa no Pexels

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Hipocrisia

Acho que essa palavra tá na moda. Por onde passei Virtualmente, hipocrisia está no top 10, está em todo lugar. Hipocrisia associada a um julgamento feito e uma resposta dada.

Sei lá….Seria hipocrisia usar o verbo, com a força da palavra em si para justificar um conceito que tem sido fortemente utilizado?!?

A necessidade que as pessoas têm em se autoafiramarem constantemente não seria uma fábrica de novos hipócritas futuros?!? A banalização da palavra, se faz uma boa ação, mas no momento em que o outro discorda, surge um dedo indicador e grita: *- Hipócrita!!*

Estilo “querem controlar, mas são todos descontrolados” Somos todos falhos em demasia, muito, muito mesmo. Existem estratégias que funcionam na prática, outras preferem a teoria, em tese, como material didático é de fácil manuseio, quando vamos entender que pessoas são complexas?!?

Concordo, cada um com uma forma de pensar, por cada um ter classe social, moral, cultural, religiosa diferente, que as motiva e manteve até aqui. Mas quando uma pessoa se torna hipócrita por pensar diferente do que eu penso?!? Quando a sua verdade que não é a mesma que a minha se torna hipocrisia?!?Estaria eu sendo hipócrita agora, por observar que pessoas pensam diferente, interagem em meios diferentes e que são exatamente as nossas diferenças que nos tornam únicos e especiais.

Que por meio da suposta “hipocrisia” podemos compartilhar novos conhecimentos compreender novas e diferentes formas de pensar e ajustar para que se enquadrem a nossa realidade e as variáveis de nosso hábitat natural.

Seria “antologia” pensar assim e “analogar”, não para me justificar, mas sim deixar claro que somos livres para pensar de maneiras diferentes e agir de acordo com o que achamos mais conveniente e proprício conforme os ensinamentos aprendidos e alguns enraizados?!?

O agir, esse sim foi comprometido brutalmente com o passar do tempo e todas as novas informações, valores foram perdidos, pessoas esfriam-se na Fé, sem diretrizes de caminhar, sem exatamente certo ou extremamente errado , hipócrita seria falar que tudo é muito mais fácil de uma maneira complicada?!?  O “meio” uso das palavras, a separação do diálogo, o afastamento de pessoas por : raça, crenças, grau de escolaridade, bens materiais, entre outros , esses sim são problemas que antecedem a jornada de muitos a qual iniciou-se em navios negreiros e toda comercialização de pessoas como mercadorias de uso e desfruto de seus senhores.

Nascemos em uma sociedade marcada por muitas guerras, intolerância, escravidão, disseminação de ódio, discursos de dias melhores, mínimas foram as ações de esperança, digo, não houve praticamente nenhuma de quem rege o tal poder da nação, estamos sempre diante de seis ou meia dúzia.

O tempo que dedicamos pensando na solução mundial, esquecemos que nós crescemos mal resolvidos e levamos esta indignação até o sepulcro que se repete , se repete incansavelmente.

A ação mundial se inicia em dar atenção primária a nós mesmos, identificar os pontos que necessitamos aprimorar e explorar, lapidar o melhor que possuímos de berço.

Suponha que nascemos, “meta-meta” 50% bondade e 50% maldade, seria justo dizer que somos hipócritas ao não reconhecermos nossas imperfeições, dedicar-se a busca da perfeição Divina que “jamais” atingiremos.

Somos semelhança do Criador, ter a mesma “sagacidade”, clareza de pensamentos e relacioná-los a pessoas e atitudes cotidianas sem julgar, deduzir, especular ou supor criticamente, geralmente, são usadas palavras ofensivas ou maldosas seria um bom ato ou hipocrisia?

Somos hipócritas ao pensarmos em hipocrisia, porque na maioria das vezes nos falta humildade para ouvir, aceitar ou discordar respeitosamente, a partir do momento em que desconheço os aspectos que motivam e a linha de pensamento usada pra chegar até ali.Não são palavras que justificam maus atos, a atrocidade fala por si, por trás de um monstro, um dia houve um ser, o que seria da humanidade se pensássemos assim?!?

Sobretudo respeitar o próximo. Não temos como hábito respeitar a nós mesmos, excedemos e vamos além de nossos limites quase sempre , mas dificilmente dedicamos tempos para nós identificar como seres atuantes de uma sociedade.

Não identificamos de “cara” nossas falhas e somos falhos exatamente por isso, não ouvimos nossas indignações para tratá-las adequadamente, elevaríamos por assim dizer a bondade original destruindo de vez a matriz de fábrica, superando os 50% em busca dos 100% da bondade que podemos atingir.

Aqui chegamos cheias de resquícios, onde o objeto é reestruturar nossa condição e o primeiro passo, não para um sucesso promissor financeiro, mas sim para uma evolução espiritual necessária , quanto mais acertos tivermos, menos dúvidas teremos e ficaremos mais próximos da missão cumprida e despedida deste plano.

A Fé é o melhor combustível, in natura temos essa semente, basta que sejamos solos férteis para o cumprimento de todas as etapas do ciclo de vida, seja ela: mineral, vegetal, animal e hominal.

Como se estivéssemos armados, selecionamos as melhores pedras a serem lançadas, quando intimamente fomos alvos inúmeras vezes, sem motivos explícitos. Feridas foram abertas e jamais cicatrizadas, mas sempre há um bom comentário da vida alheia na agulha a ser feito.

Poderia dizer que nascemos todos hipócritas pela facilidade de nos deixarmos envolver com as belezas materiais, ignorando a verdadeira beleza que não vemos a olho nu, a *Beleza Espititual* , onde a hipocrisia se torna uma palavra vã, sem moral alguma diante do objetivo de ser e existir preenchendo o mesmo momento espaço tempo sem alterações dando lugar a toda bondade em sua magnitude, transbordaríamos alegria e contagiaríamos a todos por onde quer que passemos sem hipocrisia, assumindo o controle de si, sem julgamentos precoces de situação que desconhecemos ou das quais não temos todos os detalhes.

Mente aberta.
Nossa mente e bons pensamentos , nos conduzirá onde quer que originalmente fomos “programados” tenhamos leveza , empatia e gentileza, sem medo do que quer que sejamos julgados ou simplesmente observados, boas ações e tolerância nos afastam da hipocrisia que quer nos consumir para deixarmos de ser e existir.

Exista realmente, sem teatro, dissimulação e fingimentos.Seja temente a Deus sem “beatice”, permita que habite seu coração em essência, compreenda suas intenções sem sugestões de terceiros. Use e abuse da *Boa Fé* não dissemule verdadeiros sentimentos, para o hipócrita só existe a falsidade!

Lorena Pelais ॐ∞.

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Hipocrisia
Foto de Anete Lusina no Pexels

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Mãe, Maravilhosa por natureza

Lorena Pelais é autora de “Mãe, Maravilhosa por natureza”

Maternidade é fantástica, seu corpo dá espaço e abriga um outro novo ser, autossuficiente para produzir alimento, rico em proteínas fundamental à fase inicial da vida.

Mães são imprevisíveis, são os seres mais humanos que podem existir, elas piram, elas surtam, elas podem parecer chatas, porém são incrivelmente encantadoras, suas “obrigações” são inúmeras, suas preocupações incontáveis, são simplesmente loucas, loucas por suas crias.

Tiram forças de onde não tem, superam obstáculos por um amor maior, tornam-se “autoimunes” quando se trata de seus filhos, saúde de ferro, nem parecem que ficam doentes.

Não possuem super poderes, mas são tão fortes para não demonstrarem suas fraquezas, pois no fundo elas são mulheres, moças e até meninas cheias de sonhos, bondosas com muitas expectativas.

São generosas sem limites, partilham suas vidas com os pequenos e de “quebra” com toda a família.

Ser Mãe é muito abrangente, se torna educadora, atua em diversas disciplinas, artes , português, matemática, ciências, história, geografia, etiqueta e boas maneiras, entende dialetos, fala em línguas. É mímica, entende “libras” nas fases iniciais.
É médica, enfermeira, nutricionista, cozinheira, mestre cuca, “queimam a mufa” aspiram ser mais completas a cada dia.

São racionais, mas “viram bichos” quando se tratam de seus filhos, acalentam e os protegem com unhas e dentes.
São meteorologista natas, astrólogas, sensitivas de carteirinha, preveem o futuro, antecipam os fatos do presente e guardam docilmente em boas lembranças o passado.

São escritoras, historiadoras, arquivistas, registram e guardam cada dente. Contadoras de histórias, estatutárias sabem em detalhes de aspectos que as crianças nem imaginam, estimam os percentuais dos prós e revés.
Mãe é super protetora, orienta mas os filhos fazem suas próprias escolhas.
Mãe dá asas, ensina a voar, usar freio de pouso e sinaliza a pista para resguardar seus tesouros.

Mãe é uma fase intermediária, é um estágio desafiador do processo, momento de erros e acertos, sem tempo para avaliações finais , mas sempre com recuperações paralelas diárias talvez, são filósofas, pensadoras, estrategistas, malabaristas.
Mães são “polvos” desdobram-se em muitas, realizam inúmeros feitos em apenas 24h por dia, todos os dias, durante 365 dias do ano e vivem nesse círculo da “caverna do dragão”, a roda gigante mostra a saída, mas o portal se mantém fechado ao compromisso de cuidar da dádiva que foi recebida dos Céus, cultua a Fé para se manter firme, forte e de pé.

Com passar do tempo, se tornam Avós, se tornam humoristas “filhos criados trabalho dobrado” , a generosidade está entranhada nos ossos, pele, na alma, não tem como não ser algo além.
Dividi-se em duas, mãe e avó, atenção diferenciada de acordo com a faixa etária, conselhos constantes às crias e “invenção de moda” com os netinhos transfere parte de sua vivência geralmente em trabalhos manuais, reforça as regras de etiqueta, olha sério pras peripécias, mas já não distribui tantos puxões de orelha (exclusividade reservada).

Bisavós, essas são as mais estilosas, alegres, o tempo pode não ser o melhor aliado “exauriu” suas forças nas etapas anteriores, geralmente, sem forças para saltar e correr, reforça a importância da disciplina, que “esperto demais se atrapalha” relembra seus tempos de menina , fala sobre paciência e das mudanças das últimas décadas vividas, a beleza não é tão aparente, se torna quase irreconhecível, mas deixa sua alma gravada passada com tanta sabedoria.

Mamãe Maravilha desenvolve seus dons e aceitam todas as etapas da vida, se doa, cuida e cresce lado a lado com suas crias.

De geração em geração, etapas e mais etapas ser Mãe é evoluir conscientemente ou inconscientemente dia após dia.

Feliz dia das Mães!! 💖
Lorena Pelais ॐ∞

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Projeto Colhendo Livros espalha livros para serem “colhidos” pelos visitantes dos Centros Culturais

Iniciativa de doação do Projeto Colhendo livros, da Secretaria Municipal de Cultura acontece, em maio nos centros culturais da Penha, Vila Formosa e da Diversidade

Pensando em incentivar a circulação de livros e estimular a leitura, a Secretaria Municipal de Cultura (SMC) apresenta o projeto de doação de livros Colhendo Livros. Por meio de uma proposta lúdica e descontraída de instalação, na qual os títulos são dispostos através de suspensão pelo espaço, cria-se um ambiente onde o público possa transitar, observar e então colher a história mais compatível com seus interesses e levar para casa. Em maio, a ação chega ao Centro Cultural da Penha, Centro Cultural Vila Formosa e Centro Cultural da Diversidade – em junho, ela continua em outros espaços da SMC.

Tendo em vista o atual cenário de distanciamento social e as normas de segurança e de prevenção à Covid-19, todos os materiais usados no projeto serão devidamente higienizados. Os livros disponíveis na “colheita” estarão expostos em embalagens plásticas para que se mantenham protegidos. A ideia é “plantar” por volta de 40 livros e, ao longo da semana de instalação, serem feitas reposições com novos títulos, a depender do fluxo de colheita. As obras selecionadas são escolhidas de acordo com o estilo do espaço cultural onde acontece a ação e todas são fruto de doações de livros feitas pelas bibliotecas dos próprios centros culturais.

A semente do projeto foi plantada em 2019, quando uma edição piloto aconteceu no Centro Cultural Penha, a partir da ideia das produtoras culturais do espaço Rafaela Ribas e Victória Alves. Uma das motivações fundamentais da ideia era a circulação dos livros que eram doados às bibliotecas pelo público. Através das observações dos Jovens Monitores do espaço, dispor os livros com um aviso de que estavam disponíveis para doação nem sempre conseguia instigar o público a se aproximar, mas sempre que havia alguma ação mais descontraída que, de alguma forma, quebrasse a relação de formalidade com o espaço, constatou-se que os visitantes se engajavam mais.

Programação Maio

Colhendo Livros

Centro Cultural Penha

formato: presencial com 20% da capacidade

Data: De 09/05 a 16/05

horário: 14h00

classificação indicativa: Livre

duração: 120 minutos

sinopse: Colhendo Livros, uma proposta lúdica de intervenção literária, onde os livros são dispostos através de suspensão pelo espaço, criando um ambiente onde o público possa transitar, observar e então colher a sua história.

Colhendo Livros
Centro Cultural Vila Formosa
formato: presencial com 25% da capacidade
data: De 17 a 23/05
horário: 14h
classificação indicativa: Livre
duração: 120 minutos
sinopse: Colhendo Livros, uma proposta lúdica de intervenção literária, onde os livros são dispostos através de suspensão pelo espaço, criando um ambiente onde o público possa transitar, observar e então colher a sua história.

Colhendo Livros

Centro Cultural da Diversidade

formato da apresentação: presencial com 25% da capacidade

data: 25/05 no CCJ

horário: 14h

classificação indicativa: Livre

duração: 120 minutos

sinopse: Colhendo Livros, uma proposta lúdica de intervenção literária, onde os livros são dispostos através de suspensão pelo espaço, criando um ambiente onde o público possa transitar, observar e então colher a sua história.

Programação Junho

O projeto Colhendo Livros acontecerá no Centro Cultural Grajaú de 2 a 6/06, no Centro Cultural da Diversidade de 10 a 19/06 e no Centro de Culturas Negras de 20 a 27/06.

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Projeto Colhendo Livros espalha livros para serem "colhidos" pelos visitantes dos Centros Culturais

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Livro e leitura: amigos inseparáveis para a educação de qualidade

Valéria Pilão, autora de “Livro e leitura”, é doutora em Ciências Sociais e professora do curso de Sociologia – área de Humanidades – do Centro Universitário Internacional UNINTER

A partir das datas de morte de Miguel de Cervantes (romancista, dramaturgo e poeta castelhano), William Shakespeare (poeta e dramaturgo inglês) e Inca Garcilaso de la Vega (cronista e escritor peruano de origem espanhola e inca), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em sua XXVIII Conferência Geral, proclamou a necessidade de reconhecer o livro como “o elemento mais poderoso de difusão de conhecimento e de meio mais eficaz para sua conservação”.

A justificativa da instituição desta data considera o livro como meio para o enriquecimento cultural, promotor de desenvolvimento de sensibilidades coletivas e inspiração para comportamentos de tolerância e diálogo. Sabe-se que tais argumentos são verdadeiros e que o acesso à leitura – e aos livros – é eixo fundamental do processo educacional em todas as suas etapas. No Brasil, porém, ainda vivenciamos problemas importantes a respeito do acesso ao livro, à leitura, e à consecução de alfabetização proficiente.

A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, de 2019, mostra que a média nacional é de 2,6 livros por pessoa não necessariamente lidos por inteiro, e 1,05 lidos por inteiro. Reconhece, portanto, que ainda há um hiato severo e um desafio educacional a respeito do nível de alfabetização no país. Apesar dos avanços, o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) divulgado em 2019 revela que os estudantes brasileiros têm baixa proficiência em leitura. Ou seja, baixa capacidade de interpretação de texto e, assim, inserção adequada no mercado de trabalho.

Outro ponto é a pergunta feita na pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, desta vez a realizada em 2016, na qual se indagou sobre o significado da leitura e 22% das repostas foram de que ela ensina a viver melhor. Mesmo sendo um país com problemas no processo de escolarização, reconhece-se sim a importância da leitura. Expressando aquilo que foi proposto pela UNESCO, pode-se dizer que a leitura e livro conferem passagem para um enriquecimento subjetivo de fina sensibilidade.

Antônio Cândido, no livro Educação para a Democracia, lembra que a leitura é um processo que “confirma no homem aqueles traços que reputamos essenciais, como o exercício da reflexão, a aquisição do saber, a boa disposição para com o próximo, o afinamento das emoções”. Então promover a circulação de livros e a leitura, para além dos estudantes e professores, incrementa a qualidade do processo ensino-aprendizagem e viabiliza a construção de capacidade crítica da sociedade como um todo.

Os livros são instrumentos valiosos de acesso à informação, de disseminação de conhecimento e de transformação individual quanto à percepção tanto de si quanto do coletivo. Eles propiciam mundividência. Já a leitura enriquece, transforma e sensibiliza o ser humano. Justamente por isso tanto os livros quanto a leitura merecem investimento e devem ser o centro nas políticas educacionais.

(*) Valéria Pilão é doutora em Ciências Sociais e professora do curso de Sociologia – área de Humanidades – do Centro Universitário Internacional UNINTER

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Livro e leitura: amigos inseparáveis para a educação de qualidade
Valéria Pilão é doutora em Ciências Sociais e professora do curso de Sociologia do Centro Universitário Internacional UNINTER. Foto: Divulgação

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Universo Paralelo

Lorena Pelais é autora de “Universo Paralelo”.

Embora tenhamos muitas dúvidas sobre o universo e seu funcionamento, nossa relação de existência nesse espaço físico tão grandioso o qual chamamos de casa, o planta Terra, que existem vidas em outros planetas , que a viagem a Marte seja a mais sonhada para alguns, que os seres possuem características similares a nossa, mas sua aparência não é tão “formosa” como a nossa, que os seres extra terrestres possuem “superpoderes” capazes de ler mentes e mover objetos e a mais destacável de todas sua pele geralmente é verde.

Uauuuuu, quantas suposições temos, se já é difícil cuidarmos das nossas próprias vidas, porque nos interessamos tanto a compreender a existência de seres em outros planetas?!?
Porque os consideramos tão grandiosos?!?
Quando na verdade, cada um carrega individualmente um poder consigo.

Não seria muito mais fácil, tentarmos nos compreender primeiramente , saber exatamente para que e como funciona cada parte de nossa mente?

Sei que tudo pode parecer uma grande bobagem, poderia eu estar imergida em meu universo Paralelo nesse momento, onde suponho minha coexistência, onde todas as pesquisas , estudos estejam verdadeiramente certos, ao invés de, estudarmos a mente do povo que aqui habita e tentar aperfeiço-lá para assim tentarmos sanar um pouco das dores causadas pelos desencontros que ocasionamos com a nossa própria existência.

Em sua maioria, em quase sempre todos momentos, partimos contra as leis da criação, não seguimos a risca os mandamentos, outrora questionamos que as escrituras foram registradas por meros homens comuns, questionando inclusive que talvez esteja desatualizada com o avançar dos tempos…

Não sou estudiosa, apenas uma entusiasta, mas percebo que nos deram regras simples e não conseguimos segui-las, seria desvio de caráter, ou por tendências naturais do espírito?!?

Respostas que em sua maioria não a teremos tão facilmente, não existe um órgão de serviço de proteção ao crédito da existência, ou uma sociedade preservadora dos direitos inquestionáveis , nem mesmo um confessionário de respostas celestiais imediato.

Sabe, a criação do universo pode ter sido gerada através de uma grande explosão, onde supostamente ainda não havia Deus e nem mesmo não existia nada.

Somos livres para cremos no que nos faz sentir melhor, mas temos que elevar sim a mente e pensar, se partimos do princípio que antes o universo era escuro e nada havia, houve uma explosão e surgiu Deus , dando início à obra da criação, dias da semana foram criados, a escuridão passou a ser temporária e representada pela lua, indicado o anoitecer, a luz se fez presente, o dia carrega a esperança de um amanhecer melhor , vidas foram criadas.

Que existem vidas em toda parte do universo, sempre será algo contestável.
Que civilizações antigas tinham métodos próprios para contagem do tempo, criações foram desenvolvidas aprimorando métodos que utilizamos e perpetuarão, que somos capazes de ir além do que vemos, chegar a patamares desconhecido, mas sob orientação de “fonte desconhecida”, que brilhantemente nos conduz a um lugar melhor.

Porque nos fechamos tanto a novas informações, acreditando que somos conhecedores de muitos mistérios, onde nossa mente é um grande universo com partes escuras que talvez jamais encontrem a luz ,ou seja, do Sol ou Divina que assim permaneceram as idéias imergidas na finita escuridão interior que habitamos .

Já imaginou que talvez sejamos seres tão primatas que não estejamos preparados para conhecer os “dominadores” dos poderes ocultos da nossa própria mente e por esse motivo não tivemos a devida apresentação.

A vida nos apresenta universos paralelos a todo instante, desde que chegamos o céu e o inferno, o plano que vivemos entre a carne e o espírito é o limiar.

Tantos avanços, tantas tecnologias, tantos conhecimentos e de que forma é associado pela mente?
Como fazemos uso de todas as descobertas o quão evoluímos com elas?

Como nos sentimos diante das regras , das orientações prévias que recebemos?

Falamos sempre o externo, esquecendo de priorizar o íntimo e primordial a mente.

Assim como somos o Universo, todos temos nosso próprio Universo Paralelo, nosso faz de conta, nossos medos, inseguranças, até mesmo vestígios de vidas que aparentemente não vivemos, de tempos que desconhecemos, lembranças saudosistas de imagens, fragrâncias, sabores de experiência que nunca tivemos.

Universo Paralelo
Foto de Rakicevic Nenad no Pexels

Que existe explicação, existe , mas convence a todos o que você ou eu acreditamos que possa ser a “verdade completa” ou apenas uma de todas as faces que podem ser apresentadas, muitas teorias, pouca prática e assim seguimos na dúvida da expansão do universo sem conhecer o universo individual que nos habita .🎇

Lorena Pelais ॐ∞

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Dia do Livro: Como escrever e onde publicar sua obra gratuitamente?

Durante a pandemia, a mudança de comportamento entre leitores e escritores fez com que o Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina, aumentasse exponencialmente sua comunidade de autores. Fundada em 2009, a plataforma surgiu no intuito de facilitar a vida dos escritores que sonham com a publicação de seus livros. Além disso, é possível colocar as obras à venda em grandes livrarias, tudo isso sem custo algum. Hoje, ela representa cerca de 27% de todos livros publicados no País e lança cerca de mil novos títulos por mês. Confira mais dicas sobre o Dia do Livro.

“Eu escrevo desde adolescente e, pra mim, não fazia sentido algum viver em uma era hiperconectada e tecnológica sem a possibilidade de publicar um livro gratuitamente, sem a necessidade de imprimir tiragens gigantescas, que poderiam acabar mofando na minha própria prateleira ao invés de chegar ao leitor”, explica Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores.

Para celebrar o Dia Mundial do Livro, comemorado nesta sexta-feira, 23 de abril  e estimular ainda mais os novos escritores, Ricardo Almeida elaborou um passo a passo essencial para quem deseja escrever seu primeiro livro e faz o convite: “Nunca, em nenhum momento da história da humanidade, publicar um livro foi tão acessível quanto hoje. Aproveite”. 

Passo 1: Claro, é ter uma história para escrever;

Passo 2: Leitura crítica: deve ser feita por um profissional que pode ser contratado e que levante pontos que devam ser retrabalhados ou ajustados na obra;

Passo 3: Revisão ortográfica-gramatical: fundamental para que o livro seja bem recebido pela comunidade de leitores;

Passo 4: Projeto gráfico e capa;

Passo 5: Conversão para formato EPub: é o formato ideal para a versão eletrônica do livro;

Passo 6: Registro de ISBN: essencial para que livrarias revendam o título;

Passo 7: Organização de campanha de lançamento: esse é o tipo de trabalho fundamental que precisa ser encabeçado pelo próprio autor. 

Passo 8: Lançamento em plataformas de autopublicação digital: No caso do Clube de Autores, o site funciona de maneira bem intuitiva e simples para a autopublicação. Todo o processo é feito rapidamente e é o próprio autor quem define cada característica do seu livro, determina quanto quer ganhar de direitos autorais e decide se quer ou não distribuir sua obra, física e digital, pelos maiores e-commerce do mundo. É possível ainda acompanhar suas vendas com total transparência. 

Para finalizar, o CEO da maior plataforma de autopublicação da América Latina, ainda deu algumas dicas. Confira:

Não precisa gastar muito

“Se o autor conseguir negociar com amigos as tarefas necessárias para finalizar sua obra (como revisão, capa etc.), ele consegue publicar gastando um valor ínfimo”, diz o CEO do Clube de Autores.

Invista em uma boa capa

“Há a máxima de que livros são escolhidos pelas suas capas. E, gostemos ou não, isso é verdade. Se a capa for pouco atrativa, as chances de sucesso de um livro despencam. Temos um dado prático aqui: ao publicar um livro no Clube de Autores, o escritor pode escolher entre subir a sua própria capa ou montar uma a partir do nosso banco, utilizando modelos padrão. Pois bem: livros com capas não padronizadas, bem trabalhadas, vendem, em média, 82% a mais. É um argumento forte esse, não?”, questiona Ricardo Almeida.

Promova seu Livro

“Há diversas maneiras de se divulgar um livro, mas o mais importante é ter em mente que o papel de divulgação do livro é do autor: é ele que precisa formar sua audiência. Na plataforma do Clube de Autores tem disponível um manual para divulgação”, explica.

Não ache que o trabalho termina ao publicar o livro

“Ele precisa ter em mente que, hoje, o escritor que não assume o papel de empresário de si mesmo, cuidando da divulgação de seu livro, dificilmente terá sucesso. Sendo assim, nossa recomendação é que mergulhem na Internet, achem o mundo de conteúdo que já está disponível para ajudá-los nessa missão, arregacem as mangas e trabalhem.” finaliza Ricardo.

Sobre o Clube de Autores
Clube de Autores é a maior plataforma de autopublicação da América Latina. Hoje, a plataforma on demand representa cerca de 27% de todos os livros publicados no Brasil no último ano. Além disso, oferece uma gama de serviços profissionais para os autores independentes que pretendem crescer e se desenvolver no mercado de literatura.

Dia do Livro: Como escrever e onde publicar sua obra gratuitamente?
Foto de Ketut Subiyanto no Pexels

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Uma história de amor aos livros: Ela nasceu Clarice

O lançamento “Ela nasceu Clarice”, obra escrita por Ana Rapha Nunes, ilustrada por Ana Laura Alvarenga, e editada pela Compor Editora, do Grupo Editorial Lê, traz
uma homenagem à escritora Clarice Lispector, que teve o centenário comemorado no
último mês de dezembro.

O livro conta a história de uma menina chamada Clarice, que terá a leitura como companheira de vida desde a infância. Um dia, ela descobrirá Clarice Lispector nas
páginas de um livro. E, através das histórias dessa grande autora, a menina irá conhecer melhor ela mesma e o mundo.

Nas páginas de Clarice Lispector, a menina Clarice se encantou com palavras de sonhos, medos e ausências que se pareciam muito com as suas. Vozes femininas, como, por exemplo, as de Clarice Lispector, Cecília Meireles, Lygia Bojunga e Cora Coralina passaram a povoar essa Clarice.

As ilustrações desenvolvem um belo diálogo com a narrativa, apresentando uma paleta de cores que chama a atenção do leitor. A parceria entre a escritora e a ilustradora já rendeu um prêmio em outra obra recente, que foi uma das ganhadoras do Concurso Outras Palavras, promovido pelo Estado do Paraná.

“Ela nasceu Clarice” é sobretudo uma história de amor aos livros. A obra está disponível no site da editora e em diversas livrarias.

Ela nasceu Clarice
Divulgação

A escritora Ana Rapha (site da autora: www.anaraphanunes.com.br) nasceu no Rio de Janeiro e mudou-se ainda na infância para Curitiba. Desde criança, ela vivia cercada por histórias.

Sua paixão pelos livros a fez cursar Letras. Tornou-se professora e, em suas aulas, sempre despertava sonhos nas asas da Literatura.

Em 2015, lançou sua primeira obra. Pouco depois, passou a visitar escolas espalhadas
pelas veredas do Brasil, realizando palestras para professores e estudantes. Um de seus livros foi finalista na categoria infantil do Prêmio Jabuti em 2019. E outro, recentemente, ficou entre os ganhadores do Prêmio Outras Palavras, promovido pelo
Governo do Paraná.

Ana Rapha Nunes, autora de “Ela Nasceu Clarice”. Foto: Divulgação

A ilustradora Ana Laura nasceu em Franca, onde vive até hoje. Desde a infância foi descobrindo o mundo das artes e da pintura.

Formou-se em Design Gráfico e fez vários cursos de aprimoramento. Utiliza várias
técnicas, dentre elas a aquarela é uma das que se destaca.

Iniciou sua carreira na Literatura Infantil em 2020, sendo que um dos livros que ilustrou
ficou entre os ganhadores do Prêmio Outras Palavras, promovido pelo Governo do
Paraná.

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Ela nasceu Clarice
Divulgação

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Está difícil ler na pandemia? Está. Para quase todo mundo

Jorge Alexandre Moreira é o autor de “Está Difícil ler na pandemia?…”

Quando essa confusão de Covid começou, no meio de todo o medo e a ansiedade, um pensamento brotou, automático: “bom, pelo menos vou colocar a leitura em dia”.

Mas, os meses passaram e aquele clássico não saiu da estante. Aquele livro chegou pelo correio e fez um tour pela casa, mas você não passou do capítulo 2.

Calma, você não está sozinho. Alguns poucos têm mantido o hábito da leitura, mas quase todo mundo tem enfrentado sérias dificuldades. Vamos tentar entender o que está acontecendo e, depois, pensar em algumas estratégias.

A questão principal, que tem interferido na concentração e nos hábitos de leitura de quase todo mundo, é a ansiedade. É difícil definir o que é ansiedade e a partir de que ponto ela se torna patológica, pois as pessoas lidam com ela de formas muito diferentes e sofrem efeitos muito distintos.

O que podemos dizer, com razoável segurança, é que ansiedade tem a ver com incerteza. Ao contrário do medo, que acaba na hora em que a fonte do medo se vai, a ansiedade permanece, justamente porque não se enxerga o perigo com clareza e não se sabe se ele acabou.

E se o problema é a incerteza, é difícil imaginar tempos mais incertos do que esses em que estamos vivendo. Não sabemos se nós ou as pessoas que amamos ficarão doentes e nem quais serão as consequências, se isso acontecer. Não sabemos até quando isso vai durar. Não sabemos nem ao certo o que está acontecendo, pois as informações que nos chegam são desencontradas e são entregues por meio de smartphones projetados para nos viciar.

Você ainda queria estar lendo? Se não estiver usando algum “tarja preta”, você é privilegiado. Então, tudo bem, relaxe. Você tem desculpas e elas são boas. Agora vamos ver algumas formas de atacá-las:

* Você já está lendo – a primeira coisa a se dar conta é que você lê muito. O dia inteiro, na verdade. Seu problema não é quantidade de leitura, é qualidade e foco. Lute contra o desejo de se atualizar. Não é tão importante assim e só aumenta sua ansiedade. Se você não quer ou não pode se alienar, pelo menos, determine horários e os respeite. Só leia as notícias depois de certa hora ou se atualize uma única vez por dia. 

* Leia por prazer e cuidado com os projetos megalomaníacos – quantas páginas você lê por dia? Quantos livros lê por ano? Esqueça. Ninguém está ligando para isso. Abandone os grandes projetos. Leia coisas que instiguem sua curiosidade e que te deem prazer. Esqueça o post que você vai fazer no Instagram quando terminar aquele livro. Ah, você já fez um post quando começou a leitura e agora ela não está fluindo mais? Libere-se. Largue. Sem cerimônia. É ruim parar de ler um livro no meio, mas é muito pior ficar agarrado num livro que você não quer mais por sabe-se lá quanto tempo. Leia por você, para você e lembre-se disso.

* Prefira ficção – talvez você consiga relaxar enquanto aprende alguma coisa, mas a maioria das pessoas já está com tarefas demais. Dê preferência a um lazer que mantenha sua mente ativa.

* Leve o livro para todo canto – se há a mais vaga possibilidade de enfrentar uma fila ou algum tipo de espera, leve o livro. A leitura de ficção pede conexão constante com o texto, a trama e os personagens. Se você ler 15 minutinhos que sejam, manterá seu interesse vivo.

* Foque nos livros finos e contos – Ajude-se. Deixe “Guerra e Paz” e outros gigantes para outra época. Ou outra vida.

* Tente, mas, se mesmo assim, não der, seja gentil consigo mesmo – vivemos tempos complicados. Você achou que home-office era trabalhar em casa e descobriu que é morar no trabalho. Estamos perdendo coisas e pessoas a torto e a direito. Não torne algo que deveria ser prazeroso em mais uma razão de ansiedade.

Está difícil ler na pandemia? Está. Para quase todo mundo
Jorge Alexandre Moreira, autor de “Está difícil ler na pandemia? Está. Para quase todo mundo”. Foto de Flávia Freitas

Sobre o autor

Jorge Alexandre Moreira lançou seu primeiro livro em 2003, quando quase ninguém falava em literatura de terror independente no Brasil. Escuridão, um romance ambientado na Amazônia, tem um conflito entre Brasil e EUA como pano de fundo e foi considerado por diversos sites como um dos melhores livros de terror já publicados no Brasil. Uma temática atual e, ao mesmo tempo, atemporal.

Leitor voraz desde os primórdios da infância, é devoto de Stephen King, Clive Barker, Rubem Fonseca e Jorge Amado. Em 2018, lançou Parada Rápida, um thriller sobre o desaparecimento de uma mulher em um posto de gasolina, durante uma viagem. Parada Rápida tem mais de 2000 downloads na Amazon e nota 4,5 na avaliação dos leitores.

Participou do Ghost Story Challenge e das antologias Confinados e Numa Floresta Sombria e, este ano, lançou Numezu, que já está sendo consagrado pela crítica e pelos leitores do gênero. Jorge vive e escreve no Rio de Janeiro, com sua esposa Luana e seu cachorro louco, Galeto.

Mais informações:

https://www.jorgealexandremoreira.com.br/ | jamoreiraescritor@gmail.com

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A visão amorosa e inclusiva de Thamires Hauch

Carioca, 28 anos, terapeuta holística e protagonista do próprio discurso. Influenciadora digital que dosa profundidade e humor nas redes sociais, Thamires Hauch decide levar palavras de coragem também por meio da literatura. Publicado pela Editora Opala, Faça o amor ser fácil surge como resposta à necessidade das mulheres aprenderem a se relacionar melhor, consigo e com o outro.

“Pressupõe-se que nascemos sabendo amar, mas não é bem assim que funciona. O amor é um fato, o amar é o seu exercício e ele exige coragem”, pondera a autora. Assim, por meio de crônicas e aforismos, Thamires trata de dilemas cotidianos e temas que geram confusão e curiosidade no terreno da conquista.

Homens que somem sem explicação prévia, os famosos joguinhos nas relações e a vida que existe no pós-término são abordados com o objetivo de desenvolver o amor-próprio e a autovalorização, além de aumentar a compreensão sobre as dinâmicas nos relacionamentos. Leitura não só para mulheres, mas a todos que buscam se desenvolver e se encontrar nos assuntos do coração.

Vivemos em tempo de consumismo afetivo: a urgência, a impaciência, as intensas demandas, a comparação, a variedade, a facilidade. Tudo isso nos coloca em um eterno contraste das posições “poderosa” e “impotente”. Em um momento, pode se sentir poderosa por estar passeando pelo aplicativo de encontros e escolher quem quiser ou, ainda, rejeitar quem te escolheu. Em outro momento, ninguém te escolhe naquele dia ou quem te escolheu é completamente o oposto do que você gostaria. (Faça o amor ser fácil, p. 78)

O título da obra é reflexo e também reflete o potente trabalho de Thamires nas redes sociais. Faça o amor ser fácil nasce de uma publicação no Instagram curtida por mais de 50 mil pessoas, compartilhada por 20 mil e salva por mais de 15 mil. “É nos detalhes que o amor floresce. Quem muito tenta exercer controle, só mostra o desequilíbrio que ali reside”, pontua, entre as verdades que todos sabem, mas muitos custam a registrar.

Não à toa, são mais de um milhão de seguidoras nas redes sociais, 5 mil alunas em cursos – on-line e presenciais – e um mesmo objetivo: auxiliar mulheres em busca de força e coragem para se lembrarem de quem realmente são.  

FICHA TÉCNICA
Título: 
Faça o amor ser fácil
Autora: Thamires Hauch
Editora:
 Opala
ISBN: 978-65-9913-693-1
Páginas: 128 páginas
Formato: 11,8 x 17,5 cm
Preço: R$ 29,90
Links de pré-venda: Amazon | Livraria da Travessa | Martins Fontes Paulista  

Sobre a autora: Thamires Hauch, 28 anos, carioca, escritora, terapeuta e caminhante incansável no processo do autoconhecimento. Entre textos e vídeos compartilhados com mais de 1 milhão de pessoas em suas redes sociais, Thamires aborda temas como amor-próprio, relacionamento e empoderamento feminino — com humor, quando o assunto permite; com seriedade, sempre que necessário. Seu olhar é todo voltado para o reconhecimento do valor das mulheres em situações do cotidiano. Seus encontros presenciais reúnem centenas de mulheres em busca de força e coragem para se lembrarem de quem realmente são. Além dos encontros presenciais, Thamires também produz programas e cursos on-line voltados para o desenvolvimento pessoal de mulheres ao redor do mundo — já são mais de 5 mil alunas juntas nessa jornada.

Site da autora: https://www.thamireshauch.com
Instagram: @thamireshauch | Twitter: @thamireshauch

Site da editora: http://www.editoraopala.com.br
Instagram: @editoraopala
Facebook: Editora Opala

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A visão amorosa e inclusiva de Thamires Hauch
Foto: Divulgação/Opala

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Dríade da mente

Lorena Pelais é autora de “Dríade da mente”

Sabe aquela sensação, acho que não sou daqui, pois é, eu tenho desde sempre, passeio em mim, não sei vocês, mas é um hábito involuntário, perambular em meus pensamentos.

Saio do presente, passo por ontem, anteontem, outrora, antrolas, dantes, chego a sentir que não pertenço a esse tempo, por sorte não é tão ruim de adaptar por aqui.
Esquisito é se deparar com tantas emoções e sentimentos, sensações que muitas vezes não queremos senti-las, mas que somos forçadas a vivê-las para compreender a essência de tal momento e praticar empatia com o próximo, sentir as mesmas dores e alegrias na carne e ter os nervos saltar sobre a pele.

Nítido e espantoso ver a própria linha do tempo, a infância “meus antepassados”, a adolescência tudo o que eu não deveria ou talvez devesse ser, rsrs, destemida era bom, sem limites nem tanto, a juventude, um diamante em processo de lapidação…
A fase adulta, uma mente em busca de paz.

Atípico, mas necessário “sair da realidade”. Noutrora estamos ligadas “entranhadamente”, entranhas e mente conectadas ao “mundo real”.
O pensamento vagueia, seja bem vinda de volta a realidade, aos problemas, as dificuldades, ao desânimo, a todos os “quiproquós” cotidianos que podem ser incontáveis, somados e ampliados de acordo com a perspectiva do momento.

Sinto vontade de chorar, rir, correr, socar, gritar, xingar, implodir, explodir. Particularmente, às vezes, sinto vontade de morrer por um dia e ressuscitar no dia seguinte, seria uma experiência incrível e assustadora, regressar quando tudo já estivesse mais calmo, porque passar, desaparecer só em conto de fadas como em um passe de mágica.
Mas sim, milagres existem!!
Nossas percepção de tempo na Terra é bem diferente do que os astros relacionam entre si, enfim, estamos aqui, vivendo a agonia do dia após dia, buscando a melhor realidade em cada aurora.

Difícil saber, crescer e ser confrontada que “conto de fadas” não existem , sinceramente, sempre me recuso a acreditar, juro em meu íntimo que eles existem , só não aconteceu pra mim ainda, rsrsrs

Mas se eu parar, pensar bem, revirar minhas lembranças, noto que já houve muitas partes eloquentes.

Seria a junção dos bons momentos, com toda a emoção envolvida, minimizando os dias mais cinzentos, capaz de criar uma narrativa de um bom conto de fadas real?!?

Quem nunca?!?
Quem nunca se encantou com os contos de fadas?!?
A importância que dávamos aos personagens, quem os lia, fazia toda a diferença, a “bruxa má” sempre se destacava, não só pela maldade, mas sim pela risada, a gargalhada é uma variável, de engraçada a assustadora.

Dríade da mente
Dríade da mente

Aí, me pergunto, seria a entonação atribuída ou meu estado de Espírito naquele momento que fazia da bruxa má engraçada , ora assustadora, o que me influenciava era o narrador ou minha perspectiva?!!

A realidade e conto de fadas não seriam a mesma coisa dependendo do ponto de vista?!?

Costumam dizer que conto de fadas não existem, porque sempre damos mais atenção a frase: “E vivevam felizes para sempre!”

Recentemente, minha caçula, que tem um temperamento mais …. Forte, explosivo, altruísta, sem pavio, chorona, uma bebê que cresce e não sabe lidar bem com as mudanças…. Nem sei bem, conheço alguns traços, mas não todos ainda, me disse:
“- Mamãe, princesas não precisam de príncipes, princesas podem ser rainhas sem reis!”

Woowwwwwwww
Por essa eu não esperava, a primogênita esboçou um sorriso tímido, amante de finais felizes e admiradora de histórias de amor, mas que não recusa presenciar uma boa treta, rsrs arregalou os olhos e calou-se, concordando com a irmã.

Gente, nesse momento percebi que toda a nossa vivência em comum e elas com pensamentos tão “pra frente” me senti ultrapassada, antiguidade que talvez nem mesmo minha finada avó talvez acreditasse , que talvez exista só pra mim ou que possa ser uma realidade para todos?!? Óh, dúvida cruel!!!
A dor nos enraiza somente o “trash” , aniquilando todo o resto.

E os momentos bons, os “anos dourados”, toda a emoção de cada conquista, não daria um bom trecho de um conto?!?

Se tivéssemos nossa história contada por terceiros, ou se criássemos, ao final arrancaria suspiros da mesma forma, independente da estrutura, quantidade de versos, passado, presente ou futuro, os personagens são os mesmos em sua maioria, não mais como antes, algo mais moderno, o que amarra é o desenrolar e o final que temos , como o final até o momento parece incerto, porque não guardar todos os bons e os mais ou menos de todos os momentos , adicionar a doçura de uma rapadura , “doce mas é dura” .
A falta de cifrões é um detalhe, sua ausência aguça todo nosso processo de criação.

Imaginação…
Da realidade a ficção, do mito a utopia, transformando a vida em bela a ser vivida.

🌻Lorena Pelais, ॐ∞

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Livro apresenta nova geração de escritoras negras brasileiras

Resultado do ciclo de formação de escrita da FLUP, a edição apresenta 180 mulheres e trabalhos orientados por nomes como Ana Paula Lisboa, Itamar Vieira Junior e Eliana Alves. Confira sobre a nova geração de escritoras negras brasileiras.

Mais de 500 mulheres se inscreveram para participar do processo de formação de escrita organizado pela Festa Literária das Periferias – FLUP em 2020, dedicado à obra de Carolina Maria de Jesus. Esta edição do projeto FLUP Pensa, Uma revolução chamada Carolina, foi destinada exclusivamente a mulheres autodeclaradas negras, o primeiro em formato digital por causa da pandemia, e tinha como objetivo celebrar os 60 anos de publicação de Quarto de Despejo.

Dos 15 encontros semanais com personalidades poderosas e inspiradoras, como Conceição Evaristo, Zezé Motta, Preta Rara e Erica Malunguinho, e do trabalho de orientação de nomes fortes da literatura brasileira, como Alexandre Faria, Ana Paula Lisboa, Cristiane Costa, Eduardo Coelho, Eliana Alves Cruz, Fred Coelho, Itamar Vieira Jr. e Milena Britto, surgiu Carolinas – a nova geração de escritoras negras brasileiras, livro organizado por Julio Ludemir, cofundador da FLUP, que a Bazar do Tempo lança, em abril.

São mais de duzentos textos divididos em oito partes – cada uma organizada por um orientador – que transitam entre conto, crônica, diário e relato autobiográfico. O livro ainda traz textos de Conceição Evaristo na quarta capa; apresentação de Fernanda Miranda, professora e autora de Silêncios Prescritos; de Fernanda Felisberto, professora de literatura brasileira na UFRJ/Nova Iguaçu e mestre na obra de Carolina Maria de Jesus, na orelha; e ilustrações de Thais Linhares ao longo de todo o livro. As autoras presentes nessa coletânea estão espalhadas por todo o país, assim como na África e até mesmo na França – o que amplia ainda mais o diálogo com as favelas cariocas onde a FLUP vem trabalhando há dez anos.

“Este livro é um daqueles raros casos de uma obra que fala muito mais para o futuro do que para o presente. Os quase 200 textos revelam uma geração de escritoras que impactarão o país com a mesma amplitude com que a juventude preta mudou o cotidiano das universidades brasileiras, em seguida à implantação da política de cotas. Está longe de ser um devaneio afirmar que não menos de 30 dessas mulheres farão carreiras relevantes no mercado editorial na década que ora se inicia”, escreve Julio Ludemir no prólogo do livro.

Ainda no texto, Ludemir destaca também outro fator importante sobre as escritoras: “Chamou nossa atenção a escolaridade das mulheres que atenderam nossa convocação nos primeiros dias da pandemia que paralisou o mundo em 2020: nada menos que 38% delas tinham o título de mestre ou doutora e 40% já eram formadas”.

O ciclo de formação contou também com a participação de vinte catadoras ligadas às cooperativas de reciclagem do ABC paulista. Sob orientação de Eduardo Coelho, as oficinas partiram dos relatos de seus percursos biográficos para mapear os desejos, bem como enredos e técnicas de narrativas. Coelho ressalta em seu texto que “a leitura e a audição de trechos do Quarto de Despejo consistiram num recurso fundamental para que elas se sentissem autorizadas a produzir seus textos e contações de histórias. Por outro lado, o desenvolvimento de suas próprias narrativas foi levando as catadoras a se reconhecerem e se perceberem de outras formas, naquilo que elas caracterizaram, por fim, como um processo ‘terapêutico’. Em outras palavras, as oficinas se tornaram um meio de elas passarem suas vidas a limpo, atribuindo novos sentidos aos seus percursos biográficos, além de reconhecerem nesse processo uma possibilidade comovente de ensino e aprendizagem”.

O livro marca os dez anos de atuação da FLUP nas favelas cariocas, de onde surgiram nomes que ganharam destaque nacional, como Geovani Martins, cujo livro de estreia foi lançado em mais de 20 países; Ana Paula Lisboa, colunista do jornal O Globo e orientadora desta edição da FLUP Pensa, e a cineasta Yasmin Thayná .

Para celebrar o lançamento do livro, estão previstos três eventos virtuais, cada um em parceria com uma livraria independente: uma do Rio de Janeiro, outra de Salvador e de Porto Alegre.

Livro apresenta nova geração de escritoras negras brasileiras

Livro: Carolinas – a nova geração de escritoras negras brasileiras
Autor: Várias autoras
Organização: Julio Ludemir
Número de páginas: 548
Ano de publicação: 2021
Valor: R$ 60,00

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Escritor Julio Ribeiro lança dois romances durante a pandemia

O isolamento trouxe à tona questões existenciais, escolhas e amores, temas para o escritor Julio Ribeiro

A literatura sempre esteve presente na vida do escritor Julio Ribeiro. Tanto que em 2020, durante a pandemia, lançou dois romances, que se misturam e se completam, passeando por vários lugares diferentes, mas que tratam de questões existenciais, escolhas e amores.

“Cabeça, Corpo e Alma”, encanta pelos seus cenários e contrastes humanos do mundo, seja nas andanças pela África, na primavera florida de Amsterdã, na pulsante Nova Iorque, ou navegando pelas águas do Rio Amazonas, entre outros lugares. A história trata de conflitos, medos, esperanças e sonhos. A trama envolvente narra, em terceira pessoa, as vivências paralelas de dois homens, Oscar e Henri, cada qual com as suas escolhas, divertimentos e arrependimentos. Até que uma enfermidade os torna protagonistas de uma mesma experiência médica, expondo as fragilidades e as emoções das pessoas.

Na novela ” Um chimarrão com o Diabo”, narrado na primeira pessoa e passado em um cenário local, o autor levanta perguntas como: quem manda em nossas vidas? O que pensamos? O que não podemos? Como lidar com quaisquer possibilidades, ou com suas ausências? Com profundidade emocional levanta essas perguntas e algumas possibilidades de respostas que podem surpreender.A sábia lição que o livro ensina é antiga – nem por isso menos perigosa: a associação com o mal nunca acaba bem. Tudo tem um alto preço: o abuso do poder e da ganância sempre somam-se em um desfecho fatal.

Entrevista:

Julio, fale-nos um pouco sobre o livro “Cabeça, Corpo e Alma”, como ele foi concebido? Ficamos sabendo que ele é fruto também de uma pesquisa pessoal, certo?

Julio Ribeiro: O livro ” Cabeça, Corpo e Alma” começou a nascer em 2018, aí mesmo no Rio, quando eu estava participando de um evento literário na Casa França Brasil. Depois, de volta ao Rio Grande do Sul, segui pesquisando. Eu sabia que algo bom e interessante estava brotando, li muito sobre medicina, sobre lugares e deixei que a trama me conduzisse como um rio caudaloso. E foi, justamente nesse momento, que decidi ir para o Amazonas sorver o que fosse possível da experiência dos meus personagens. Sei que é clichê falar assim, mas foi a cereja do bolo. O que eu ouço e leio das pessoas que me dão um feedback é maravilhoso, por isso estou muito feliz com o resultado final.

E quanto ao “Um Chimarrão com o Diabo”? Tem uma “pegada” mais regionalista, certo?

Julio Ribeiro: O livro ” Um Chimarrão com o Diabo” é muito diferente de tudo que eu já tinha feito. Acho que escrever em primeira pessoa é muito difícil, mas ele fluiu com uma naturalidade espantosa, escrevi o livro em noventa dias. Na verdade os amigos me cobravam que os meus livros falavam de coisas de Rio e São Paulo, ou mesmo do mundo, mas pouco sobre os gaúchos, estão resolvi fazer uma narrativa local, cenários, história, narrados em primeira pessoa pelo Pedro, que vai desfiando o novelo de sua vida, ” no dizer de Saramago”, onde o simples e singelo se metamorfoseiam em uma trama densa, emocionante e muito rica. Acredito que o ambiente da pandemia, de isolamento e perdas, influenciou as reflexões sobre a experiência de existir.

Sobre o autor:

Nascido em 1967, em Santiago/RS,  e residindo em Canoas/RS com a família, Julio Ribeiro é graduado em Sociologia e pós graduado em Filosofia, e trabalha como Professor e Diretor de uma escola pública em Nova Santa Rita. Sua primeira participação foi em ‘1ª Antologia Poética’ (1987), depois organizou o livro ‘Semeando Letras Colhendo Sonhos’, com poemas e contos dos estudantes da rede pública (2005), e em 2016 publicou ‘Da Caverna ao Shopping, Os Labirintos da vida’, com 18 contos.

Seu primeiro romance foi ‘Escolhas do Amor e do Tempo’, lançado na 63ª Feira do Livro de Porto Alegre (2017) e no Salão Internacional do Livro no RJ (2018), com grande aceitação do público em todo o país.

‘Cabeça Corpo e Alma’ ficou pronto em 2019, mas o lançamento ocorreu em 2020, em São Paulo, um mês antes de ‘O Chimarrão com o Diabo’ ficar pronto.

Serviço:

01. Cabeça, Corpo e Alma, Editora Lendari, 1ª edição, São Paulo, 2020, 160p, ISBN 978-65-88762-02-8. Literatura fantástica, Romance fantástico, Literatura brasileira. Disponível na Amazon e no Google Play.

02. O Chimarrão com o Diabo, 1ª edição, Editora Alcance, Porto Alegre, 2020, 160p, ISBN 978-65-86910-20-9. Literatura Rio-Grandense, Romance Rio-Grandense. Disponível nas livrarias online: Amazon, Kobo, Americanas, Mercado Livre, Mercado Shops.
Os livros podem ser encontrados nas versões impressa e ebook, pela Amazon e outras plataformas (acima) ou pelo e-mail escritorjulioribeiro@gmail.com
Instagram: @julio.ribeiro.7543
Confira em LITERATURA – Portal ArteCult.com
Em : artecult.com/julio-ribeiro-lanca-dois-romances-emocionantes-que-se-misturam-e-se-completam

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Escritor Julio Ribeiro lança dois romances durante a pandemia
O escritor Julio Ribeiro. Foto: Divulgação

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“Soft Skills” estreia na lista dos livros mais vendidos do Brasil

Destaque na lista da Veja e PublishNews, obra inédita destaca que profissionais do futuro serão selecionados pelo comportamento. Confira sobre o livro Soft Skills.

O livro de coautoria “Skills: competências essenciais para os novos tempos, com coordenação editorial de Lucedile Antunes estreou nessa segunda semana de dezembro na lista dos mais vendidos no Brasil pela revista Veja, categoria “Autoajuda” e no PublishNews. Nesse último, o livro conquistou a primeiro lugar na categoria “Negócios” e a sexta colocação no ranking geral de vendas no país.

O já considerado best-seller desde a sua pré-venda, em outubro, já dava indícios do seu sucesso, pois já estava na lista de mais vendidos na Amazon.

Lançado em novembro de 2020, o livro reúne grandes especialistas que compartilharam seus conhecimentos e valiosas experiências. Os capítulos são apresentados em um estilo que prende a atenção do leitor, do começo ao fim.

Relacionamento interpessoal, comunicação, liderança, negociação, empatia etc., vão muito além dos bancos de faculdade. Você sabia que os profissionais são contratados pelo currículo e demitidos pelos comportamentos? As “soft skills”, tema do livro, são habilidades comportamentais diretamente relacionadas à inteligência emocional das pessoas. Essas capacidades são, normalmente, adquiridas por meio das experiências vivenciadas ao longo do tempo, e não em livros e cursos, como é o caso das “hard skills”. A falta de soft skills provoca problemas comportamentais que afetam os resultados dos negócios e, principalmente, a relação entre as pessoas, causando muitas vezes desgastes e consequentemente desmotivação.

Do mesmo modo que a tecnologia e a inteligência artificial avançam rapidamente, as soft skills dificilmente serão copiadas pelos robôs. É o que revela essa obra inédita no Brasil, lançada pela Literare Books International.

Quer saber mais? Adquira o livro!

Versão impressa: https://bit.ly/loja-literare-soft-skills
Versão digital: https://bit.ly/ebook-literare-soft-skills
Saiba mais em: https://bit.ly/livrosoftskills

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“Soft Skills” estreia na lista dos livros mais vendidos do Brasil

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Mulher, solteira e feliz – Obra de Gunda Windmüller é lançada

Primavera Editorial lança “Mulher, solteira e feliz”,

“Melhor eu já confessar. Estou com trinta e poucos anos.
Não sou casada. Não tenho filhos. Sou mulher, solteira e feliz.
Suspeito que neste momento muitos começam a duvidar. Pensam que a última
palavra não está correta? Mulher, solteira e feliz? À sua frente está a imagem de uma
mulher reivindicando, de um jeito desafiador, algo
que talvez ela possa sentir agora…”

A virada do século 19 para o 20 é considerada um marco de uma mudança significativa na linguagem do amor. De acordo com Gunda Windmüller, mestre em Literatura, esse é o momento histórico em que as mulheres começam a desempenhar um papel social no romance; entretanto, nos livros, elas aparecem como figuras trágicas, seduzidas e traídas como Anna Karenina e Madame Bovary, respectivamente, personagens dos escritores Liev Tolstói e Gustav Flaubert.

Em pleno século 21, o conceito do amor romântico permanece reduzindo as mulheres
a um parceiro, relegando às solteiras a condição de coitadas. Com base em estatísticas, digressões históricas e sociológicas, experiências pessoais e entrevistas
com mulheres em idades entre 30 e 60 anos, a jornalista e escritora Gunda desafia a
falsa noção de que somente um relacionamento amoroso confere sentido à vida
feminina. Autora de Mulher, solteira e feliz, ela estreia no Brasil com o lançamento da
obra pela Primavera Editorial. Em tempos de pandemia, o livro está disponível,
inicialmente, na versão digital.

A ideia de escrever o livro surgiu, segundo a autora, quando terminou um
relacionamento de anos e constatou que as pessoas próximas estavam realmente
preocupadas com o presente e futuro dela: casamento, filhos, solidão à noite. “Essas
preocupações me intrigaram, porque eu estava realmente feliz. Foi nesse momento
que percebi o quanto uma mulher solteira desperta pena, inclusive de outras
mulheres. Daí, decidi escrever um livro sobre isso!”, afirma. Sobre a verdadeira
investigação social que fez no processo de construção da obra, Gunda conta que se
deparou com uma série de mentiras que a sociedade conta sobre as mulheres.

Mulher, solteira e feliz
Gunda Windmüller, autora de “Mulher, solteira e feliz” . Foto: Divulgação

“A principal é que precisamos nos apressar, porque a vida está prestes a acabar – o que não é verdade. Nós vendemos essa ideia da beleza desaparecendo com a idade; a noção de que tudo se reduz à aparência. Conversei com tantas mulheres na casa dos trinta que sentem, realmente, que as suas vidas estão apenas começando”, afirma.

Dividido em três blocos – Do Amor, Sobre as Mulheres, e Rumo à Liberdade –, a obra
trás investigações sobre o relacionamento clássico; o que o amor fez com o feminino;
ego e a realidade do desejo masculino; o conceito de single shaming (vergonha de ser
solteira); envelhecer sozinha; o melhor de estar sozinha; e o único amor verdadeiro.
Em Mulher, Solteira e Feliz há uma crítica ao papel feminino na construção desse
comportamento em relação aos seus pares – e o quanto as mulheres podem fazer
para que haja uma mudança social que promova uma real transformação.

“Se queremos mudar a narrativa sobre as mulheres, precisamos começar a falar de forma diferente; há uma demanda por sermos mais gentis conosco e com nossas irmãs. Por sermos mulheres, sempre pensamos que devemos ser perfeitas e, quando vemos outras de nós se comportando de maneira ‘não tão perfeitas’, somos rápidas em apontar o dedo, em culpá-las. Esse não é o caminho a seguir”, declara.

Sobre a mensagem que gostaria de trazer para as mulheres solteiras brasileiras,
Gunda responde rapidamente: “Você é o suficiente! A sociedade fala continuamente
que fala, às mulheres solteiras, um parceiro, uma família perfeita, o corpo certo. Mas,
não precisamos de nada disso para sermos completas; somos o suficiente. Pratiquem
o amor a si mesmas; esse é o amor que definitivamente vai durar até o fim”, finaliza.

FICHA TÉCNICA
Título: Mulher, solteira e feliz
Autora: Gunda Windmüller
Categoria: Não ficção, desenvolvimento pessoal
Páginas: 272
Preço sugerido: R$ 29,90 (digital)
Como adquirir? Clique aqui (Primavera Editorial)

SOBRE A AUTORA
Doutora em Literatura, a escritora Gunda Windmüller nasceu em 1980, na Alemanha.
Como jornalista freelancer, colabora com publicações como Die Welt, ze.tt e Huffpost.
Colunas no Huffpost | https://www.huffpost.com/author/gunda-windmaller
Entrevistas recentes
FrauTV | https://www.youtube.com/watch?v=MFnJPxlCyW0
Deutschlandfunk Kultur | https://www.deutschlandfunkkultur.de/gunda-windmueller-weiblich-ledig-gluecklich-sucht-nicht.1270.de.html?dram:article_id=446376

Trechos do livro

Página 17 | “(…) O livro não será sobre como encontrar um homem. Neste livro não
há um manual sobre como uma mulher fisga um homem e, se parecer, me avise…
Vamos esclarecer isso. Este livro trata de histórias. Da minha, da sua, da nossa
história. Conversei com mulheres que me contaram suas histórias. Mulheres na casa
dos trinta, quarenta, cinquenta e mais. Histórias sem homens, histórias com homens.
Conversei com psicólogos e especialistas em sociologia. E estive em um setor que
utiliza o modelo descrito como modelo de negócios.

Com tudo isso, não quero enterrar o amor e declarar os homens como seres inúteis.
De jeito nenhum! Prefiro libertar o amor. Quem liberta o amor não sabe aonde a
história vai levar. Não sei como a minha história continua. Ainda assim, como outras
histórias que relato, ela continua. Não sei se não estarei casada daqui a um ano. E
mãe… Ou mãe. De qualquer forma, não importa. Não muda o fato de que minha
história não precisa de um príncipe para ter um final feliz. Não acredito na moral
desses contos de fadas. Acredito na vida e no poder das narrativas. E por isso
nenhum príncipe surgirá por um motivo muito simples: porque ele não precisa surgir.”

Página 32 |“(…) Solteiras não têm boa reputação, ainda não. Os tempos mudam, mas
mudam lentamente, muito lentamente. A psicóloga Astrid Schütz e seus colegas
conduziram um estudo sobre atitudes em relação a solteiros. Os solteiros não estão em conformidade com a norma, desviam-se dela e não são vistos pelo que têm, mas
pelo que não têm. Por aquilo que supostamente lhes falta.”

Páginas 61 e 62 |“(…) Para as mulheres, a sensação de serem livres no amor, de serem elas mesmas, de serem realmente alguma coisa é bastante nova. Tradicionalmente, tínhamos permissão para fazer muito pouco. Alguns exemplos: ocupar cargos públicos, votar, ganhar dinheiro, herdar – em sua maioria, essas realidades mudaram apenas nos últimos cem anos. O que mudou apenas nos últimos
cinquenta anos é que as mulheres podem manter seu nome após o casamento,
podem ter uma conta corrente própria, podem trabalhar sem a permissão do marido, e
que o estupro no casamento é crime. E mesmo se o relacionamento estivesse em pé de igualdade, as mulheres não tinham esse direito. As mulheres também não tinham direito à escolha, a se apaixonar. As mulheres eram casadas e, no altar, não apenas simbolicamente o poder sobre elas era transferido do pai ao marido, mas juridicamente. Ainda hoje casa-se assim, mas sem a transferência de domínio. Mas o rito permanece: o pai pousa a mão da filha sobre a do homem. As latinhas e os sapatos velhos pendurados no para-choque do carro quando um casal recém-casado parte para a lua de mel são símbolos da violência que cabe ao marido. Toda mulher carrega essa história de falta de liberdade em seu véu de noiva, um véu pelo qual muitas mulheres anseiam.”

Sobre a editora
A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes,
instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder
sobre suas escolhas. www.primaveraeditorial.com

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Amor…

Amor… é uma troca de interesse egoísta?!?

É cada coisa que aparece.
Saber que vivemos em um mundo caótico, que temos nossas próprias dificuldades internas e o mundo nos “entuba” uma série de desventuras

Eu te pergunto, porquê e pra que questionar o Amor?!?

Descabido?!?
Não sei.
Dúvida é uma opção humana natural
Mas associar o amor ao egoísmo e troca de interesse, sinceramente acho que é um tanto demais.

Um sentimento sublime, excelsa da natureza e sua criação.

1 Coríntios 13. Paulo fala da excelência da caridade — A caridade, um amor puro, excede e supera quase todas as outras coisas. … 3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria.

amor
Photo by Orlando Allo on Pexels.com

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Noto que não só porque não o sentimos verdadeiramente, creio que não somos capazes de julgar.

Julgo por mim mesma, jurava ter amado alguém, até o nascimento das minhas crias, e olha que fui avisada que quando os filhos nascem sentimos algo crescer no peito de forma inexplicável, não considerava possível, as retas finais das gestações são variadas e incômodas , verdade seja dita, o processo é legal e tal, tem o lance da curiosidade de conhecer quem te habita mas sentimentos inexplicáveis, como seria isso?!?

Eu pensava medo, é provável, sou inexperiente e tal, novidade, mudanças, alterações de rotinas, choro, alimentação, putz só via os contras.

Óbvio, eu desconhecia o momento da chegada, o choro é sinal de vida e saúde, alimentação ato de amor natural, sem sacrifício, “incômodo” por ser algo novo, parece ser desconfortável, não dura tanto, logo passa a ser prazeroso, gratificante e lindo, momento de intimidade plena e início de laços finitos.

Questionar o amor entre pessoas é realmente necessário?!?

Não vejo serventia alguma….
Quantas vezes sentimos uma imensa vontade de sorrir feitos bocós, que somos invadido por uma alegria sem fundamento, que nos sentimentos felizes tudo junto e misturado ao mesmo tempo.

Uauuuuu, isso não seria Amor?!?
Ver beleza na simplicidade, ser invadida por bons sentimentos, receber e ofertar sorrisos espontâneos, se alegrar em ver a alegria alheia, ter a bondade correndo em suas entranhas inundando a mente e vivenciando momentos de paz.

Isso é Amor?!?
Crer no inesperado
Sentir o impalpável
Não encontrar palavras, figuras, nada para decifrar o quanto tão bem se sente, ainda sim não seria amor.

Inefável é o Amor, egoísta pode ser, por ser imensurável suas formas e ausência de explicações para singelos atos que transformam o ser e a experiência humana dia após dia .

Ame involuntariamente, compulsivamente, descontroladamente, sinta os extremos, se jogue de corpo e alma, amor próprio, amor ao próximo, ame simplesmente por amar, pelo bem que o amor te faz sentir-se com você mesma.

Ou se preferir uma experiência sem solo, “Nunca Ame Ninguém!”

Lorena Pelais ❤️ ॐ∞

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ABC com VC episódio 01; Estamos no ar!

O programa ABC com VC, episódio 01, está disponível na internet, em nosso site e em vários players de músicas e podcasts. Confira nossa página oficial no Anchor: https://anchor.fm/jornal-grande-abc

Conheça todos nossos canais (Whatsapp, Telegram, Facebook, Buscador): https://jornalgrandeabc.com/inicio/nossas-redes-sociais/

ABC com VC episódio 01

Conheça nossa parceria com o site Lista de Vagas. Visite e confira mais vagas verificadas e reais.

Destaques do programa de hoje:

Prorrogação da cobrança do ISS, IPTU e demais impostos municipais em Santo André

Plano econômico em SP: Medidas beneficiam bares, restaurantes, academias, salões de beleza e produção de eventos; comércios que faturam até R$ 30 mil mensais têm prioridade…

Regra da Receita reduz tributação no SIMPLES: Afinal, uma boa notícia para o contribuinte! A Receita Federal publicou uma solução de consulta que diminui a base de cálculo do SIMPLES NACIONAL …

Novo sistema de incidência do ISS: Em breve!

Saiba quem foi a revolucionária Mary Kenner: Mary Beatrice Davidson Kenner foi a responsável pelo desenvolvimento do absorvente feminino, porém a discriminação racial impediu que sua invenção fosse levada a sério por 30 anos…

Romances, artigo de Lorena Pelais: Usado muito por jovens, quem nunca ouviu a seguinte frase:“- Um lance é um lance e não um romance!”Hahaha, do nada me surgiu essa frase na mente, pensei bem ….

Do You Speak English?:Levantamentos do British Council em 2019, apontam que apenas 5% dos brasileiros falam inglês. Ainda que 91% considere que o idioma é essencial para garantir um bom emprego, e que inglês é o idioma …

– O que acontece no entretenimento e dicas de diversão: https://www.entreseries.com.br

Mais Vagas no Grande ABC

Vagas de hoje 16 de março 2021

Pensando em mudar de carreira ou se preparar melhor para entrevistas de emprego? Conheça a RC Locus, referência em Recrutamento & Seleção, em todos os níveis.

Gostou “ABC com VC episódio 01”?

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Romances

Lorena Pelais é autora de “Romances”

Usado muito por jovens, quem nunca ouviu a seguinte frase:
“- Um lance é um lance e não um romance!”
Hahaha, do nada me surgiu essa frase na mente, pensei bem ….
Revirei minhas lembranças e constatei: por mais “dura” que uma pessoa aparente ser, em seu íntimo existe o desejo de amar, se apaixonar verdadeiramente por alguém.

Essas experiências afetivas são excelentes, no início são belas como uma linda rosa , mas contêm espinhos que podem perfurar a alma.

Por que o amor é tão bom, mas sempre nos faz chorar?!?

Sentimentos….
O coração é um órgão vital, mas ele tem suas tramas e põe a mente em segundo plano em fração de segundos.

close up of couple holding hands
Romances … foto de Pixabay, no Pexels.com

Como é bom se render a um sentimento que te embala de alegria e prazer levando o êxtase por dias e noites, uma sensação interminável que te envolve levando sua mente a lugares desconhecidos por alguns segundos ….

Putz, aí está o grande lance, geralmente a ausência de palavras é bem comuns, o desejo berra desesperadamente e palavras se tornam apenas um detalhe como outro qualquer.

Muitas vezes nada fica claro, não se sabe se é um lance ou se trata de um romance, mas pra que pensar nisso? Afinal o coração está 100% ativo e a mente momentaneamente de férias por assim dizer, definir é apenas um título , ou quem sabe estabelecer regras na maioria das vezes é melhor serem desconhecidas devido experiências anteriores, apreciar os momentos de intensidade faz muito mais sentindo do que “preocupar-se” com detalhes, que seja bom enquanto dure.

O que muitas vezes não levamos em consideração é que um lance pode virar um romance e o romance avançar para relações duradouras sem aviso prévio nenhum e mantido na mesma falta de diálogo inicial, o tempo passa, a companhia é boa, os momentos divididos são bem interessantes e afinal compromissos são planejáveis.

Não que de fato seja bem assim que aconteça, mas de uma maneira ou de outra este suposto início é um início dentro de muitos outros com enredos similares.

Mas o que ninguém assume para si mesmo a imensa vontade e o “inalcançável” desejo de ter alguém, soa como uma besteira ou uma bobagem, pensamento voltado a mulheres pela natureza romântica que nos é “entubada” por meio de conto de fadas, história que nos antecedem e por aí vai…

O lance é que tanto homens como mulheres têm o mesmo pensamento em relação a sentimentos, uns interiorizam outros exteriorizam para ambos os sexos.

man and woman staring at each other
Romances … foto de cottonbro, no Pexels.com

Àquela sensação de início é tão cativante e envolvente que logo pensamos, será ótimo passar o resto da minha vida ao lado desta pessoa, imagine todos os nossos dia assim ….
Parece um sonho!!!

Sonho meu, sonho seu, uma grande ilusão, o que não sabemos é que em algum momento a cabeça volta à ação e o coração sai de férias sem explicação é justamente quando nos deparamos com os defeitos, os maus hábitos e somos inundados por uma suposta “frustração” ou com o pensamento de “onde amarrei minha cabra”, “onde eu estava com a cabeça que não vi isso!!” entre outros questionamentos que surgem ao avançar do tempo de convivência.

Ninguém se apresenta com uma carta de recomendação, registrado sua última experiência, suas tendências, seus costumes, sua cultura e crenças, não se trata de uma entrevista de emprego, é sobre duas pessoas que enfatizaram suas afinidades, preferências e “amaram” o tempo que estiveram juntos falando sobre assuntos aleatório, sem fundamento muitas vezes que se permitiram trocar uma ideia e que de repente surgiu uma faísca capaz de causar um grande incêndio.

“O gramado do vizinho sempre é mais bonito” , todas as relações quando vista de fora são muito mais atraentes do que verdadeiramente se apresentam no interior de uma casa com as portas fechadas.
Uma bela fachada pode ser construída, bons recursos implantados, alta tecnologia, reparos que aumentem o bem estar, autoestima , fisicamente a última geração de todos os recursos disponíveis dentro do alcance financeiro, um esteriótipo perfeito, “harmonia”, beleza, fotos de comercial de margarina, pessoas felizes, problemas só os matemáticos.

Aí que está a desilusão humana….
A nossa fragilidade de reconhecer, assumir e identificar nossos próprios sentimentos podem se confundir com quem está ao seu lado, já pensou nisso? Estilo ” eu me agarrava a ela por que eu não tinha mais ninguém!!”

Às vezes, rola uma transferência de sentimento, uma preocupação excessiva, porque afinal queremos bem quem está ao nosso lado como companheiro (a), queremos o bem de nossos amigos e familiares, automaticamente queremos o melhor para quem está conosco dia a dia, assim como nosso bem pessoal, engraçado como “bem pessoal” soa como uma vontade de querer estar bem, mas que pode ser “visto” como “bem material” aguçando um sentimento de posse involuntário e é justamente nesse momento que perdemos as rédeas de toda a situação e surgem as pequenas desavenças infundadas e intermináveis sem motivos aparentes para um, mas fundamentado o bastante na mente do outro que o faz.

Não que seja necessário um acordo para iniciar uma relação, não que haja perguntas estratégicas como se fosse necessário e impressindivel traçar o perfil psicológico a cada encontro, não que seja um talk show com perguntas e respostas rápidas , seria tudo muito mecanizado.

Romances
Romances … Foto de Flora Westbrook, no Pexels.com

Mas que as relações fossem mais estreitas e que pudéssemos estar com 50% do coração e da mente juntas em todo o tempo, para não sermos emotivos demais nem racionais excessivos ou de menos, que tenhamos a balança entre a razão e a emoção , com empatia, lucidez, compaixão e paciência, um tônico perfeito para lidar com nós mesmos e com o nosso par nas atitudes mais bizarras sem que saísse do ponto zero ao extremo instantemente e irredutíveis fora da escala e com ouvidos bem abertos para ouvir o outro e a nós mesmos e assim ponderar o todo da situação.

Em todas as relações estamos pré dispostos a ter bons e maus momentos, quando se trata de relações afetivas como: um lance, um romance, namoro ou casamento os dois últimos titulados são regados de anseios, perspectivas, planos e uma dose estupenda de intolerância onde nos tornamos irracionais complicando as coisas mais simples, aprisionando a mente a padrões que muitas vezes não encaixam-se a nós, cada casal, são dois seres distintos que dividem um mesmo “espaço comum”, nem sempre, mas com objetivos pessoais diferentes, não é porque são um casal que devem ser apenas um ser, seremos sempre dois seres com características bem diferentes que precisamos nos entender para compreender a necessidade do outro e assim vivermos o meu, o nosso “felizes para sempre” de acordo com as nossas “regras”, a nossa maneira, com todo amor, respeito e carinho que possa haver neste ou em qualquer outra parte do mundo.

Não ser somente uma bela foto de comercial de margarina, mas viver os belos momentos juntos conhecendo as qualidades e defeitos amando-as como um todo e para sempre.

Amor ….
Condicional ou incondicional
Podemos dividi-lo em inúmeras doses generosas e compartilhá-lo por todo o universo ao invés de trancá-lo e torná-lo restrito a quem supostamente merece, quanto mais doamos, mais recebemos e podem vir de fontes jamais esperada.

Bons sentimentos que sejam imortais na alma e na mente, um encontro perfeito da razão com a emoção, entrelaçadas pelo Amor que sentem um pelo outro, mas sem palavras e ações para assumir, amenizando a possível dor do desencontro interno que nos causam repentinamente devastando nosso ser deixando feridas que nem sempre o tempo ou um novo Amor é capaz de curar.

Um lance, um romance quando avança não foi tolice, foi porque tinha que ser, simples assim!!

Não cobre, não julgue, não condene, não mude, adapte-se para uma excelente convivência, busque qualidade ao invés de críticas, empenhe-se nos bons feitos, permita enxergar o melhor, descarte o que não presta e não guarde ódio nem rancor , não levam a nada.

Romances
Romances … foto de Jackson David, no Pexels.com

Dance conforme a música, dance na chuva , viva bem pra você, por você, os riscos são altos, os bons sentimentos são os que verdadeiramente fazem a diferença, capaz de mudar tudo que te cerca , envolver, contagiar, irradiar a todas as relações da “formiguinha ao gigante”.

Tenha um coração bom e uma mente aberta!!
Lorena Pelais, ॐ∞

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8 de Março

Dia internacional das mulheres, 8 de Março

A luta pelos direitos de igualdades, começou há muito tempo e perpetua até os dias atuais.

Ser mulher, é uma tarefa “árdua”, temos que ser muito fortes pra isso, exige preparo físico e mental, requer muita sabedoria em todos os aspectos, o mais legal que mulheres nascem graduadas e se especializam dia após dia, a Vida nos oferece essa incrível condição sem nem mesmo em alguns casos termos presenciado o ensino tradicional em escolas, sabedoria nata.

Esse é um grande privilégio, ser mulher, ser considerado o “sexo frágil”, quando na verdade somos verdadeiras Mulheres Maravilhas espalhadas pelo mundo inteiro cada uma com sua crença, classe social, cultura e etnia, sensacional fazer parte de um grupo tão autêntico, que tentam nos manter em anonimato subestimado “frágil”, quando na verdade somos “Super Girls”.

Em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres.

Em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março foi momento marcado , onde retrata todas as mobilizações para a “conquista” de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres.

Não que atualmente vivamos em um verdadeiro mar de rosas, houve melhora, porém existem aspectos que podem ser ampliados , a luta não chegou ao fim e não devemos fechar nossos olhos , devemos manter a luta para que qualidades de vida social e profissional melhorem e impedir que ocorram retrocessos capazes de ameaçarem as melhorias alcançadas em diversos países”, a luta é árdua e será contínua, pois nossa sociedade se diz avançada, porém possuem conceitos retógrados , não podemos abrir do que temos e ainda temos muito mais por vir.

Somos fortes, sábias, praticamente imbatíveis, estamos à frente de muitos projetos diários, somos administradoras natas, demonstramos isso com o cuidado que temos com o nosso lar e com a família, estamos a frente de fogões e damos volta ao mundo como Amelia Earhart nas nuvens observando a imensidão do mar.

Somos Estrelas Além do Tempo

Como Katherine Johnson (matemática) que contribuiu com a primeira volta na órbita da Terra.

Mae Jemisson 1ª astronauta mulher e negra, que afronta hein!!
Super merecido, engenheira química e cursou medicina.

Mamie Phipps Clark, psicóloga social, pai médico, sofreu efeitos de segregação educacional e toda a família sofria discriminação por serem negros onde moravam.

8 de Março

Não podemos esquecer da nossa ilustríssima Chiquinha Gonzaga, muito à frente de seu tempo, casou-se muito cedo , não concordou com os termos em que foi inserida precocemente aos 16 anos em uma vida conjugal, mãe a princípio de 3 filhos, casou novamente e engravidou novamente, pode criar apenas um de seus quatro filhos, sofreu muito preconceito por ser “mãe solteira” e desquitada era uma afronta para a sociedade. Se dedicou à música , regeu a primeira orquestra brasileira e contribuiu com o samba, eternizada por sua marchinha de carnaval.

Minha história não tem nada a ver com a delas, putzzzz!!

Diversas áreas feitos explêndidos, assim como nós, atuamos sem currículo em vários segmentos cotidiano.

Mas não tenho notoriedade em meus feitos, isso é o que menos importa!!!

Todas estamos debaixo de um mega holofote dia e noite, porque somos mulheres!!!

Sabe o que todas nós temos em comum?!?
Um sonho, um objetivo, garra e muita força de vontade!

Independente da história, da estrada , dos feitos , somos poderosas e muito capazes.

8 de março é todo dia, nossas lutas são diárias!!!!
Cada conquista é grandiosa, contudo, merecemos muito mais!!!

Feliz dia da mulher pra você , pra mim, para todas as guerreiras de corpo e alma de “aspirantes” a “brigadeiras”, somos tudo um pouco inclusive doces e sutis capazes de conquistar o mundo e todo universo.

Parabéns para nós!!!
Lorena Pelais ॐ∞

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Psicose Ambientalista – Verdades Inconvenientes

A resenha de “Psicose Ambientalista – Verdades Inconvenientes” é de autoria de Fito

Dom Bertrand de Orleans e Bragança premiou o Brasil com uma obra simples, embora extremamente lastreada em fatos, na qual demonstra as falácias ambientalistas que se vê na “velha mídia”. Inclusive acusa a criação de uma religião ambientalista anticristã por parte de grupos metacapitalistas.

Em duas partes, a primeira parte do livro demonstra como uma controvérsia mundial expôs fraudes e fragilidades do ambientalismo. Até mesmo violência e morte é utilizada para calar vozes que discordam do ambientalismo. A segunda parte trata das contradições do ambientalismo, centrado no Brasil.

O ambientalismo, pelo autor, tem relação imediata com o comunismo, enquanto ideologia e cultura, e não somente enquanto somente sistema político. Esse comunismo remete ao comunismo russo-chinês, que é atualmente um dos três grupos
globalistas em conflito para dominar o mundo.

Não é à toa que vemos que toda a esquerda mundial, unida, tem um discurso ambientalista destrutivo e vazio, sem qualquer parâmetro lógico ou racional, Utilizam
o termo “sustentabilidade” para justificar qualquer irracionalidade, qualquer comportamento absurdo.

Com a pretensão de salvar o meio ambiente, ataca-se o Brasil e os EUA, mas “esquecem” do maior poluidor do planeta, como a China. Acredita-se que sozinha, já matou mais de trinta milhões de pessoas com sua poluição, principalmente queima de carvão mineral, um dos maiores poluentes do mundo, no que se refere à produção de energia.

No entanto, ambientalismo não é ecologia. É política. Utilizando dinheiro e/ou ameaças, a China é “esquecida” no momento das estatísticas, de modo que continua passando incólume pelo olho dos abutres ecológicos. Uma falsa afetação de virtude, como diz Guilherme Fiúza, é o que mais aparece nesses momentos.

Inclusive, temos uma epidemia de falsa afetação de virtude. Cria-se falsamente uma imagem de virtude de si mesmo, e utiliza-se este padrão para julgar os outros, como se isso fosse válido. Um falso querendo imputar pecados a outrem.

Esta obra Psicose Ambientalista descortina brilhantemente a epidemia de mentiras ecológicas que reina no Brasil (e no Ocidente), de modo que sua leitura é obrigatória para qualquer um que queira, minimamente, discutir o tema.

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Psicose Ambientalista – Verdades Inconvenientes

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Um olhar …

Lorena Pelais é autora de “Um olhar …”

Alegria
Tristeza
Medo
Possibilidades
Oportunidades
Chances

“Um olhar sincero” humano é capaz de reverter o mundo.
Este te possibilita novas oportunidades, temos a chance de realizar algo novo, participar de novas empreitadas, mostrar nossos conhecimentos, compartilhar, doar, interagir, agregar, inúmeras são as possibilidades e oportunidades envolvidas.

Desenvolver-se
Todos passarão a ter novas perspectivas, doses de esperanças são lançadas, expandindo-se mundo a fora.
Emanaremos ainda mais amor, paz, alegria e esperança.

Às vezes, tenho a sensação que as pessoas parecem tão cansadinhas, esgotadas física e mentalmente, o que em alguns momentos comprometem o rendimento pessoal, sem estímulos, em meio o caos e desventuras vividas.
Uma dose de ânimo muda tudo em todo o processo!!!

Nossa sociedade anda tão carente de bons sentimentos, possibilidade é a palavra mais que perfeita para hoje, fôlego para galgar novos objetivos, traçar novas conquistas, aperfeiçoar relações internas aperfeiçoando relações externas, irradiando aos quatros cantos do mundo.

Notam a dimensão?!??

Existem momentos que tudo parece tão ….. esquisito, indiferente, desanimador, tudo parece tão confuso, complexo, irredutível, a dor se faz profunda, sofrimento se fim.

Visão turva no cega, cerrando os olhos para o futuro promissor que cada um de nós temos por direito, mérito pessoal, exclusivo e intransferível….

Isso me lembra a personagem Tristeza do filme infantil Divertidamente

” -Ah, tudo tão triste!!”
Tristeza faz jus ao nome , triste e engraçado ao mesmo tempo, a expressão desanimada, o peso não permite erguer-se, rasteja-se em uma melancolia interminável, realmente tristeza da cabeça aos pés, sem perspectivas, reconhece a importância que a Alegria tem.

Enquanto isso, Alegria em sua euforia sem fim, arrasta a Tristeza por todo canto para reverter a situação e voltarem a sala de comando, Alegria esteve sempre a frente até ali.

Cada uma com sua importância e conhecimentos distintos, dividem o mesmo espaço e cada uma em seu quadrado por assim dizer.

Acho graça, não de rir da tristeza alheia, mas das atitudes comportamentais da Tristeza e por sem querer e ter que reconhecer que a Tristeza tem seu papel importante, assim como, O Medo, O Raiva e A Nojinho, personagens do filme referido.

Nós momentos de tristeza sempre surge uma mão amiga, uma palavra de consolo, um afeto inesperado, uma compaixão jamais vista, um ombro amigo e até um “colo acolhedor”.

Paraaaaa, tristeza tem importância, onde, quando e por quê????

Pirou????
É pireiii!!! E daí???
A Tristeza tem sua importância assim como a Alegria, a tristeza nos aproxima ou afasta de pessoas, sensibilidade, essência, não sei ….
“Mas é na hora da tristeza que conhecemos nos verdadeiros amigos!”

Não nascemos para viver a sós.
Estamos ligados direta e indiretamente a partir do momento que ocupamos a mesma esfera, uns mais próximos, outros distantes até os “confins” do universo (devido longevidade).

São tantas as situações, ninguém está preparado para lidar com tudo e com todas as situações apresentadas pela vida sozinhos, somos pegas desprevenidas, nos deixamos abater, sem margem de dúvida, as reações são as mais diversificadas: gritar, pedir ajuda, afastar , interiorizar.

Quem nunca???

Somos humanos e possíveis conhecer todos os sentimentos na carne ou superficialmente essa experiência facilita conhecer , sentir e dissolver pendências emocionais, precisamos conhecer primeiramente para saber como agir.

Amor
Paz
Alegria
Saúde
Prosperidade
Sucesso

Que sejam infinitas, como tudo de bom tem que ser em nossa vida.

Esteja acessível a receber!!!
Somos envoltos por uma atmosfera tão grandiosa, muita luz no guia, orientando, mostrando novos horizontes, novas descobertas, novidades incontáveis!!

Superar, reverter a tristeza é dar oportunidade para sentimentos alegres façam morada em cada um de nós.

Gratidão da alegria à tristeza ou vice e versa, se bem que a gratidão é notória e óbvia quando sai da tristeza à alegria, essa sim parece ser mais significativa.

Seja sensível para perceber que pessoas, sentimentos, situações cotidianas, cada um tem sua importância, sempre há uma grande lição.

O melhor está sendo preparado para cada um de nós em alguma parte do planeta.

Paz de Espírito para compreender as lições vividas.
O mundo pode parecer cruel, mas esteja receptivo ao melhor que ele tem a nos oferecer.

Um olhar
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Amor e alegria para suavizarem a tristeza eliminando a raiva, o medo e tudo que comprometa seu aperfeiçoamento.

Quem acredita sempre alcança.
Tenha Fé e Esperança!!

Busque SER melhor a cada instante, lembre-se sua existência é o seu principal investimento hoje e sempre.
Seja o melhor que somos capazes de SER
Existência com qualidade!!!

Grande abraço
Lorena Pelais ॐ∞

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A Conquista do Ocidente

A resenha de “A Conquista do Ocidente” é de autoria de Fito

Sylvain Besson tem uma coragem incomum: com documentos nas mãos para provar tudo o que diz, foi além do politicamente correto, além das ameaças de morte, e publicou uma obra que relata, com provas, como o movimento islâmico mundial está conquistando, a passos largos, o ocidente.

O Califado Mundial é um objetivo cravado na alma dos muçulmanos, de modo que todos devem colaborar na implantação deste Califado com todas as suas forças. Para eles, o objetivo de Alá sobre a terra é estabelecer este Califado. Com documentos comprobatórios de movimentações políticas para implantação desta agenda religiosa, Besson traz, ponto a ponto, os detalhes sobre este objetivo, que vem sendo implantado a olhos vistos.

O ateísmo / agnosticismo cada vez maior na Europa abre espaço para esta estrutura religiosa, que não encontra muitos opositores. Vem, assim, ganhando espaço ao ponto de haver bairros inteiros de muçulmanos, nos quais não existem leis dos países europeus. Só a sharia.

Um relatório de 1982, publicado no livro, mostra a implantação progressiva desta agenda, que mostra que não há um crescimento orgânico do islã na Europa, mas sim a implantação específica e induzida de pontos culturais e políticos nos povos europeus, que não têm qualquer forma de impedir a aculturação que sofrem.

Sem um esteio cultural cristão e clássico, a Europa deixa de sê-la, tornando-se mera ajuntadora de países, que esquecem suas próprias histórias, e derrogam a cada dia de sua forma de viver: uma civilização plena. Paulatinamente, a Europa se torna Arábia.

Existe saída? Para Besson não há resposta pronta. Ele denuncia os passos da implantação do Califado Mundial (principalmente na França), mas os guerreiros que poderiam impedir foram mortos ou emasculados por décadas de politicamente correto, feminilização da masculinidade e aceitação de tudo sem critério. Há quem diga que todas as culturas têm o mesmo valor. Uma cultura que mata tem o mesmo valor de uma cultura que salva? Jamais.

O livro lista os “pais espirituais” do movimento político-religioso que vem desmontando a Europa, que claramente, sem qualquer pudor, declaram abertamente pautas xenofóbicas, machistas, coletivistas etc., acusando outrem de fazer o mesmo.

Criou-se um grupo incriticável, intocável, que tudo pode. Todos os direitos, nenhuma
obrigação.

O destino da Europa, ao ler A Conquista do Ocidente, é deixar de ser Ocidente.

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A Conquista do Ocidente

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Tempestade

Lorena Pelais é autora de “Tempestade”

Dias de calor escaldantes, sensação térmica de vulcão em erupção.
Mas o que vejo é, céu límpido, nuvens azuizinhas e o astro rei radiante no centro.
Onde nuvens cinzentas têm sido afastadas pela força do vento , partículas de água se fazem ausentes, o máximo que surge é uma brisa fresca ao anoitecer.

A vista está turva, não se vê nada com clareza, o dia deu lugar à noite, alegria a tristeza, seguimos ao mar uma longa trajetória, dias, meses e anos podem levar.

Tive uma “visão”, por assim dizer, uma estranha sensação de estar ao relento em alto-mar, em meio uma das piores tempestades de todos os tempos, chuva forte, embarcação instável e tripulação em desânimo total ou sem nenhuma esperança, para ser mais objetiva.

Por outro lado, a cada estiagem tínhamos algo “bom” a compartilhar, tínhamos risadas restritas de momentos de devaneio de um ou outro dos tripulantes, mas em meio a um surto coletivo, conter a risada, parecia o mais sábio a ser feito.

A mesma situação sendo vista por outro ângulo, era atormentadora, parecia o fim, um verdadeiro beco sem saída, a despedida e a chegada inesperada a um porto inseguro e vazio.

De repente, uma luz se fez presente…
Peter Pan, os meninos perdidos e capitão gancho?!? É isso o que vejo?!?
Afinal, história de pescadores tem pouca credibilidade no geral, mesmo que não seja esse o nosso caso, como navegantes estamos receptivos a delírios, encantos e história que todos duvidam.

Se sim ou não, nunca saberemos, Peter Pan e a fada Sininho (Thinker Bell) representavam a natureza e a esperança, não era a toa que suas vestes eram verdes, os meninos perdidos repesentavam todos os sentimentos que descobrimos e não sabíamos ao certo como decifrá-los, Capitão Gancho representava a inveja, o ódio, um rancor sem fim, uma ganância por um tesouro desconhecido e sua tripulação sem saber o que pensar o acompanhava oscilando da maldade a indiferença sem bússola, apenas cumpriam regras que nem mesmo existiam.

Houveram os que em meio a sua própria loucura andaram na prancha voluntariamente, apenas por não saber o que fazer, tomado pelo medo, sofrimento e talvez uma carência afetiva se lançar ao mar parecia a melhor solução, ainda sim fico sem entender, mar revolto, andar na prancha e se lançar, não me parece coerente, fugir ao invés de lutar, não vou questionar ….

Diante das presas de um imenso mostro marinho não se intimidou ao medo, o medo ganhou força, virou coragem, se lançar ao mar soava como uma esperança não se sabe de que , porque esse sim parecia o fim (somos radicais diante de situações que nos aterrorizam).

Laçado como animal desgarrado do rebanho, uma corda na cintura e devolta ao convés, a lucidez demonstra dar as caras e toda história não é só uma aventura assustadora e sim uma grande loucura.

O porto inseguro não existia, foi só uma ilusão , buscávamos terra firme, a tripulação pra ser sincera não era tão grande assim, mas em alguns momentos parecíamos muitos , éramos apenas sete navegantes, todos estavam fragmentados, todas as nossas partes em pequenas partes, estavam presentes querendo mostrar sua face.

A bússola parecia quebrada, mostrava uma direção além do que poderíamos ver, a distância era finita assim como a imensidão do mar, faróis acendiam à noite , mas a forte chuva não nos deixava atravessar para atracar , nosso capitão já estava em memória, o leme vazio, cada um assumia o controle, fazíamos o melhor que podíamos.

Capitão Gancho e seus adeptos sempre surgiam para nos “atrapalhar”….
Se na areia estivéssemos, seríamos como caranguejo mariados andando de lado, um passo a frente dois ou três para trás.

Uma situação que não parecia ter fim, buscávamos um porto seguro e preces eram feitas para a tempestade simplesmente passar .

Feridas, foram criadas, a dor foi sentida, o medo virou monstro, a coragem parecia insana, a bondade, essa sim ainda existia , o carinho se fez presente, afinal até mesmo homens ao mar precisam de um colo, uma palavra amiga, um abraço sincero, um diálogo franco, sem isso nossa tripulação seria dizimada por mais forte que fosse, um coração valente também chora não só em alto-mar.

Passavam flashes da vida, sua própria história foi vista do início até ali.

Família era família mas não agiam bem assim, mais parecia uma selva onde todos eram predadores ou fingiam ser para não serem devorados uns pelos outros , cada história de fazer o queixo cair. Umas apaixonantes outras sombrias que nem piratas conseguiam rir.

Paixões vividas, amizades construídas, outras destruídas , oportunidades perdidas.
E assim foi, a tempestade não dava trégua , o mar oscilava cada vez mais.

Capitão Gancho a essa altura estava sozinho, mas seus fantasmas eram tantos, assim como os fragmentos de nossa tripulação. Despedaçados, exaustos a insolação de dias atrás apresentava seus efeitos colaterais nos próximos dias…

Nosso capitão como em um passe de mágica reaparece ao mastro e nos guia.
O tempo começou a “limpar”, as nuvens se espalham dando espaço ao brilho cintilante das constelações, o porto inseguro se fez seguro para que pudéssemos em breve jogar a âncora e parar.

Entre a ficção e a real, um abismo de informações, uma montoeira de sentimentos, um monte de personagens e as inúmeras sensações, situações similares e distintas ligadas pelo destino ou escolha própria talvez, mesmo que o vento tenha soprado e dito : – “esse não é o caminho!”
A euforia, teimosia, vaidade, assim como o canto da sereia, enfeitiçados pelo momento, acreditou-se que era possível andar sobre os mares, quando tudo se tratava de viver e lutar pela sobrevivência.

Viver é assim, lutas diárias, superações, crises existenciais, aparições de sentimentos, “aventuras” em alto-mar, terra firme.

Sobre encontrar o tesouro, cuidado com o brilho, “nem tudo que reluz e ouro”, pedras preciosas garantem riquezas, mas nada ofusca o bom carácter, do que adianta um tesouro para um ser vazio, não passarão de pedras comuns acumuladas e armazenadas em uma alma sem amor.

Acredite
Confie
Tenha fé

“O que não mata fortalece”
Ao final da viagem não posso garantir nada, mas certamente não serás o mesmo de como era quando tudo começou.

Que sejamos bem conduzidos nas tempestades internas e externas para que não haja naufrágio, e se por acaso for lançado ao mar não desanime, busque forças de suas profundezas, todo sobrevivente tem uma boa história pra contar, boas lições, grandes marcas e marcos ficam na mente, no ser, seja você sua fortaleza seu porto seguro dentro de todas as suas inseguranças.

Que a paz possa nos inundar hoje e sempre.
Lorena Pelais ॐ∞

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tempestade
Tempestade

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A Divina Comédia de Dante Alighieri

A Divina Comédia é um longo poema narrativo italiano de Dante Alighieri. Iniciado em 1308 e finalizado em 1320, um ano antes de sua morte em (1321). Amplamente considerada a obra preeminente na literatura italiana e uma das maiores obras da literatura mundial . A visão imaginativa do poema sobre a vida após a morte é representação da visão de mundo medieval, conforme esta se desenvolveu na Igreja Ocidental no século XIV. Ajudou a estabelecer a língua toscana, na qual é escrita, como a língua italiana padronizada. Dividido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso.

A narrativa tem como tema literal o estado das almas após a morte e apresenta uma imagem da justiça divina aplicada como punição ou recompensa devida, e descreve as viagens de Dante pelo Inferno, Purgatório e Paraíso (ou Céu), embora alegoricamente o poema representa o caminho da alma para Deus.

Nesse sentido, começando com o reconhecimento e rejeição do pecado (Inferno). Em seguida, pela vida cristã penitente (Purgatório). Por fim, a ascensão da alma a Deus (Paraíso).

Dante baseia-se no católico romano medieval, sua teologia e filosofia, especialmente a filosofia tomista derivada da Summa Theologica de Tomás de Aquino. Consequentemente, a Divina Comédia foi chamada de “a Summa em verso”. Na obra de Dante, o peregrino Dante é acompanhado por três guias: Virgílio (que representa a razão humana ), Beatriz (que representa a revelação divina), e São Bernardo de Clairvaux (que representa o misticismo contemplativo e a devoção a Maria ).

Obra-prima

Erich Auerbach disse que Dante foi o primeiro escritor a retratar os seres humanos como produtos de um tempo, lugar e circunstância específicos. Em contrapartida aos arquétipos míticos ou uma coleção de vícios e virtudes; isso, juntamente com o mundo totalmente imaginado da Divina Comédia, diferente do nosso, mas totalmente visualizado, sugere que se poderia dizer que a Divina Comédia inaugurou a ficção moderna.

Link para Download da Obra Completa, CLIQUE AQUI.

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A Divina Comédia de Dante Alighieri
Domenico di Michelino

Shopping ABC celebra Dia Internacional do Livro

Feira do Livro com mais de 40 mil títulos é prorrogada até dezembro

“Não há melhor companhia que um bom livro”, já dizia Mario Quintana. Para incentivar cada vez mais a leitura, o Shopping ABC festeja o Dia Nacional do Livro, 29 de outubro, prorrogando a permanência da Feira do Livro até o mês de dezembro.

Instalada na entrada principal do Shopping até o dia 31 de outubro, a Feira do Livro acontece em parceria com Livros Magic, e ganha novo espaço a partir de 1 de novembro, indo para o mall do Piso P2, em frente as lojas Marisa e Monte Carlo.

A Feira do Livro traz mais de 40 mil opções de títulos com preços muito convidativos, que partem de 5 reais. Lá é possível encontrar desde os clássicos da literatura infantil e livros pop up, até obras de personagens dos desenhos preferidos dos pequenos e títulos em inglês. Já os adultos podem escolher exemplares de romance, ficção, gastronomia, entre outros.

Em recente pesquisa da Retratos da Leitura, o mais importante medidor do hábito de leitura do brasileiro, houve um crescimento no número de crianças leitoras entre os 5 e 10 anos, uma notícia positiva dentro de um cenário de constante vê a queda de leitores no país.

“Sabemos o quanto é desafiador gerar interesse pela leitura nos pequenos e, também, nos adultos, mas precisamos incentivar sempre. Oferecer um espaço com milhares de títulos em um ambiente do cotidiano das pessoas, como um shopping, é um diferencial. Queremos despertar o prazer pelas belas incríveis histórias que os livros nos oferecem”, afirma Flávia Tegão, gerente de marketing do Shopping ABC.

A Feira do Livro acontece de segunda a domingo, das 12h às 20h.

Feira do Livro Magic
Até o 31 de outubro – no Piso PB
De 1/11 até dezembro no mall no Piso P2, em frente as lojas Marisa e Monte Carlo.
Horário: De segunda a domingo, das 12h às 20h

Shopping ABC
Av. Pereira Barreto, 42, Vila Gilda – Santo André – SP
Telefone: (11) 3437-7222
Estacionamento visitantes: Carros 10,00 até 3 horas + 2,00 por hora adicional ou fração

Quase 6.000 projetos concorrem ao 1º Machado DarkSide

No total, os projetos selecionados concorrem em cinco categorias (Foto: Divulgação)

Os projetos vencedores vão dividir prêmio de RS$ 100.000 e receberam contrato com a editora.

A DarkSide Books, editora conhecida por seu catálogo de obras de horror, anunciou ontem (5) que, após dois meses, as inscrições para o 1º Machado DarkSide de Literatura, Quadrinhos e Outras Narrativas chegaram ao fim.

No total, a premiação recebeu 5.849 inscrições de projetos para concorrer ao prêmio de R$ 100 mil divididos em cinco categorias: Romance e Contos; Histórias em Quadrinhos; Obras de Não-Ficção; Outras Narrativas; e Desenvolvimento de Projeto. As obras selecionadas serão contempladas com um contrato de edição de R$ 20 mil.

Agora, a DarkSide realizará a etapa de avaliação dos projetos até o dia 13 de novembro, mesma data em que os vencedores serão anunciados ao público.