Projeto Colhendo Livros espalha livros para serem “colhidos” pelos visitantes dos Centros Culturais

Iniciativa de doação do Projeto Colhendo livros, da Secretaria Municipal de Cultura acontece, em maio nos centros culturais da Penha, Vila Formosa e da Diversidade

Pensando em incentivar a circulação de livros e estimular a leitura, a Secretaria Municipal de Cultura (SMC) apresenta o projeto de doação de livros Colhendo Livros. Por meio de uma proposta lúdica e descontraída de instalação, na qual os títulos são dispostos através de suspensão pelo espaço, cria-se um ambiente onde o público possa transitar, observar e então colher a história mais compatível com seus interesses e levar para casa. Em maio, a ação chega ao Centro Cultural da Penha, Centro Cultural Vila Formosa e Centro Cultural da Diversidade – em junho, ela continua em outros espaços da SMC.

Tendo em vista o atual cenário de distanciamento social e as normas de segurança e de prevenção à Covid-19, todos os materiais usados no projeto serão devidamente higienizados. Os livros disponíveis na “colheita” estarão expostos em embalagens plásticas para que se mantenham protegidos. A ideia é “plantar” por volta de 40 livros e, ao longo da semana de instalação, serem feitas reposições com novos títulos, a depender do fluxo de colheita. As obras selecionadas são escolhidas de acordo com o estilo do espaço cultural onde acontece a ação e todas são fruto de doações de livros feitas pelas bibliotecas dos próprios centros culturais.

A semente do projeto foi plantada em 2019, quando uma edição piloto aconteceu no Centro Cultural Penha, a partir da ideia das produtoras culturais do espaço Rafaela Ribas e Victória Alves. Uma das motivações fundamentais da ideia era a circulação dos livros que eram doados às bibliotecas pelo público. Através das observações dos Jovens Monitores do espaço, dispor os livros com um aviso de que estavam disponíveis para doação nem sempre conseguia instigar o público a se aproximar, mas sempre que havia alguma ação mais descontraída que, de alguma forma, quebrasse a relação de formalidade com o espaço, constatou-se que os visitantes se engajavam mais.

Programação Maio

Colhendo Livros

Centro Cultural Penha

formato: presencial com 20% da capacidade

Data: De 09/05 a 16/05

horário: 14h00

classificação indicativa: Livre

duração: 120 minutos

sinopse: Colhendo Livros, uma proposta lúdica de intervenção literária, onde os livros são dispostos através de suspensão pelo espaço, criando um ambiente onde o público possa transitar, observar e então colher a sua história.

Colhendo Livros
Centro Cultural Vila Formosa
formato: presencial com 25% da capacidade
data: De 17 a 23/05
horário: 14h
classificação indicativa: Livre
duração: 120 minutos
sinopse: Colhendo Livros, uma proposta lúdica de intervenção literária, onde os livros são dispostos através de suspensão pelo espaço, criando um ambiente onde o público possa transitar, observar e então colher a sua história.

Colhendo Livros

Centro Cultural da Diversidade

formato da apresentação: presencial com 25% da capacidade

data: 25/05 no CCJ

horário: 14h

classificação indicativa: Livre

duração: 120 minutos

sinopse: Colhendo Livros, uma proposta lúdica de intervenção literária, onde os livros são dispostos através de suspensão pelo espaço, criando um ambiente onde o público possa transitar, observar e então colher a sua história.

Programação Junho

O projeto Colhendo Livros acontecerá no Centro Cultural Grajaú de 2 a 6/06, no Centro Cultural da Diversidade de 10 a 19/06 e no Centro de Culturas Negras de 20 a 27/06.

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Dia Nacional do Livro Infantil: Leia com as crianças estas obras

Estimular a leitura desde a infância traz inúmeros benefícios para o desenvolvimento da criança. É nessa fase que elas mais absorvem informações e as historinhas têm sido ótimas aliadas para ajudar pais e filhos na hora de enfrentarem um novo ciclo na vida. Por isso é tão importante colocá-los em contato com obras lúdicas e bem ilustradas desde muito cedo.  E neste Dia Nacional do Livro Infantil, 18 de abril, separamos cinco livros lúdicos de escritores nacionais para ler e se divertir com as crianças. Entre as obras selecionadas está o lançamento do ator Lázaro Ramos que ajuda a garotada a desenvolver entre outras habilidades a autonomia. Manter-se familiarizados com a literatura é necessário e esses “amigos lúdicos” vão dar uma mãozinha. Confira!

Dia Nacional do Livro Infantil Lázaro ramos

O Pulo do Gato
Gusmão era um menino “querente”. Queria aprender o passinho de dança, queria tomar chuva sem hora pra acabar, queria acalmar a avó. Queria tudo e ao mesmo tempo – como toda criança.  Um dia, Gusmão teve um sonho, sonhou que era um coelho e que estava em um circo. Mas Gusmão, todo querente, não queria ser coelho, queria mesmo era ser mágico. No meio dessa aventura circense, o menino vai descobrir que o mais importante é não desistir do próprio do sonho.  O pulo do coelho é uma história sobre liberdade, autonomia e esperança – ideal para discutir com as crianças temas como: lidar com as frustrações (os fracassos e os sucessos); lidar com a liberdade; cuidar dos próprios brinquedos; cuidar da própria higiene. 

(Autor:  Lázaro Ramos | Editora: Carochinha | Link de venda aqui)

alessandra camargo

Semente em Versos
Pedidos, vontades e impasses tão comuns no início da primeira infância inspiram os cinco poemas que formam o segundo volume da série “Poesia para Criança”. Entre conscientizar sobre a responsabilidade de se ter um pet e a importância de cuidar do meio ambiente, os versos também apresentam e normalizam para o público infantil a vulnerabilidade dos adultos. O estímulo para a dedicação escolar e do desenvolvimento da espiritualidade são outros assuntos abordados ludicamente por Alessandra em meio as rimas. (Autora: Alessandra Camargo | Link de venda aqui)

Dia Nacional do Livro Infantil maíra lot micales samanta flôor

Careta pra chupeta!
Um ótimo livro para crianças que precisam largar a chupeta e para pais que querem auxiliar nessa jornada! Além de educativo e

ricamente ilustrado traz uma introdução sobre a importância do reflexo de sucção quando bebê e a decisão dos pais de oferecerem ou não a chupeta. Além disso, conta com regras para não banalizar o uso do objeto e dicas de higienização; as vantagens e desvantagens; qual idade é indicada para abandonar o hábito com o passo a passo e orientações para pais de crianças maiores de dois anos. 

(Autora: Maíra Lot Micales | Editora: Caminho Suave | Link de venda aqui)

isabel cintra

Corvo-Correio
Tolerância, igualdade, representatividade. A tríade forma a mensagem principal da obra da escritora Isabel Cintra, que ‘fala’ com crianças sobre racismo sem mencioná-lo. O livro conta a história do Corvo José, que por ser diferente foi impedido pela Coruja Mafalda de fazer parte do seleto grupo dos pombos-correio. Um enredo sensível e fácil de se identificar. Afinal, quem nunca desanimou diante das adversidades, ainda mais quando o pré-julgamento se apresenta, irredutível? (Autora: Isabel Cintra | Editora: Mazza | Link de venda aqui)

Dia Nacional do Livro Infantil leni zillioto

Pirulito RodaPé
É uma história para divertir e interagir, que traz magia para quem escuta e para quem lê. Tem história, tem joguinho, tem desenho pra pintar e folha em branco pra desenhar. Tem amor, tem carinho e muita gargalhada pra dar! Pirulito é doce, é palhaço, é brinquedo de papel. É uma historinha gostosa para aproveitar com os pequenos e trazer a eles o rico universo da literatura e a alegria própria do palhaço de circo. O enredo retrata um pouco de nossa trajetória como educadores e artistas e tem o poder de nos transformar-nos em pessoas melhores. Está traduzido para 5 idiomas: inglês, francês, italiano, espanhol e alemão.

(Autora: Leni Zilioto | Link de venda aqui)

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Dia Nacional do Livro Infantil. Foto: Divulgação

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Livros de Monteiro Lobato para incentivar a leitura nas crianças

Seleção da Disal aposta em títulos clássicos da série “Sítio do Picapau Amarelo” e do folclore brasileiro para impulsionar o gosto pela leitura, confira os livros selecionados de Monteiro Lobato

Seja na escola ou nas histórias contadas pelos pais, tios e avós, o livro é uma figura presente na vida de crianças de diferentes idades e peça fundamental no desenvolvimento intelectual e criativo. Tanto que tem uma data comemorativa especial para chamar de sua, o Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, data de nascimento de José Bento Renato Monteiro Lobato, uma das maiores referências da literatura infantojuvenil de todos os tempos.

Disal, uma das principais distribuidoras de livros do país, não poderia ficar de fora desta comemoração e aproveita a ocasião para selecionar livros do Monteiro Lobato que caem como uma luva na tarefa de estimular a imaginação e o gosto pela leitura. O autor, inclusive, é a prova disso, já que ele mesmo se apaixonou pelo universo das letras depois de ler todos os títulos da biblioteca do avô, o Visconde de Tremembé.

Confira:

O Saci

Livros de Monteiro Lobato para incentivar a leitura nas crianças

A narrativa revela lendas curiosas sobre o nascimento dos sacis, histórias sobre a mula sem cabeça, o lobisomem, o boitatá, o Negrinho do Pastoreio, a Cuca, e a sereia Iara. O saci parte da curiosidade de Pedrinho, neto de Dona Benta, que costuma passar as férias no Sitio do Picapau Amarelo, a respeito de um ser da floresta que está sempre com um gorro vermelho e fumando cachimbo. Destemido, o garoto não tem medo de urutus, onças, vespas nem de cobras, mas descobre seu pavor de Saci. Porém, Pedrinho decide enfrentar seus medos e pede ajuda ao sabido Tio Barnabé, um senhor de mais de oitenta anos que mora em um rancho coberto de sapé.

Saiba mais:  https://cutt.ly/bcOnS6z

Reinações de Narizinho

Livros de Monteiro Lobato para incentivar a leitura nas crianças

Nem mesmo o autor mais respeitado de toda a literatura infantojuvenil brasileira conseguia dominar as peraltices da boneca de pano nas dezenas de aventuras povoadas da mais rica mitologia nacional. Conhecido como a locomotiva do comboio da saga do Picapau Amarelo, Reinações de Narizinho reúne as onze histórias que Lobato começou escrevendo em 1920. Surgem ali Narizinho, Pedrinho, o Visconde, Rabicó, Tia Nastácia, e, claro, Emília, que comanda todas as travessuras em um misto de realidade e fantasia.

Saiba mais: https://cutt.ly/4cPkzfa

O Picapau Amarelo

Em O Picapau Amarelo (1939), a turma do sítio se encontra com seres da mitologia grega, como Pégaso e a Quimera, personagens de contos de fadas europeus, como Cinderela, o Pequeno Polegar, Chapeuzinho Vermelho, e personagens clássicos da literatura, como o Capitão Gancho, Peter Pan, Dom Quixote… É que o Mundo da Fábula resolveu se mudar para o sítio com seus castelos, suas carruagens, seus animais – e foi então que as mais incríveis aventuras começaram.

Saiba mais: https://cutt.ly/ecPlQwa

Serões de Dona Benta

Para atender à necessidade infinita de conhecimento das crianças do sítio, Dona Benta mais uma vez dá uma aula completa de Ciências. Sem palavras difíceis e conceitos complicados, ela consegue apresentar a Narizinho, Pedrinho e Emília as invenções que mudaram o mundo, o sistema solar, os elementos da natureza, e muito mais! A sabedoria da vovó vai aguçar ainda mais a vontade de aprender da turma, que comenta cada descoberta com bastante humor e criatividade.

Saiba mais em: https://cutt.ly/HkLo62j

Sobre a Disal Distribuidora: Há mais de meio século em operação, é considerada a mais importante distribuidora de livros e materiais didáticos do Brasil para o ensino de idiomas, e, também, técnicos e científicos, de ciências humanas e sociais, literatura, autoajuda e conhecimentos gerais. Possui um catálogo com 400 editoras e mais de 400 mil títulos comercializados. Tem 18 filiais distribuídas nas principais cidades do país e um portal em que é possível encontrar todos os serviços e produtos oferecidos. Saiba mais em www.disal.com.br

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Mulher, solteira e feliz – Obra de Gunda Windmüller é lançada

Primavera Editorial lança “Mulher, solteira e feliz”,

“Melhor eu já confessar. Estou com trinta e poucos anos.
Não sou casada. Não tenho filhos. Sou mulher, solteira e feliz.
Suspeito que neste momento muitos começam a duvidar. Pensam que a última
palavra não está correta? Mulher, solteira e feliz? À sua frente está a imagem de uma
mulher reivindicando, de um jeito desafiador, algo
que talvez ela possa sentir agora…”

A virada do século 19 para o 20 é considerada um marco de uma mudança significativa na linguagem do amor. De acordo com Gunda Windmüller, mestre em Literatura, esse é o momento histórico em que as mulheres começam a desempenhar um papel social no romance; entretanto, nos livros, elas aparecem como figuras trágicas, seduzidas e traídas como Anna Karenina e Madame Bovary, respectivamente, personagens dos escritores Liev Tolstói e Gustav Flaubert.

Em pleno século 21, o conceito do amor romântico permanece reduzindo as mulheres
a um parceiro, relegando às solteiras a condição de coitadas. Com base em estatísticas, digressões históricas e sociológicas, experiências pessoais e entrevistas
com mulheres em idades entre 30 e 60 anos, a jornalista e escritora Gunda desafia a
falsa noção de que somente um relacionamento amoroso confere sentido à vida
feminina. Autora de Mulher, solteira e feliz, ela estreia no Brasil com o lançamento da
obra pela Primavera Editorial. Em tempos de pandemia, o livro está disponível,
inicialmente, na versão digital.

A ideia de escrever o livro surgiu, segundo a autora, quando terminou um
relacionamento de anos e constatou que as pessoas próximas estavam realmente
preocupadas com o presente e futuro dela: casamento, filhos, solidão à noite. “Essas
preocupações me intrigaram, porque eu estava realmente feliz. Foi nesse momento
que percebi o quanto uma mulher solteira desperta pena, inclusive de outras
mulheres. Daí, decidi escrever um livro sobre isso!”, afirma. Sobre a verdadeira
investigação social que fez no processo de construção da obra, Gunda conta que se
deparou com uma série de mentiras que a sociedade conta sobre as mulheres.

Mulher, solteira e feliz
Gunda Windmüller, autora de “Mulher, solteira e feliz” . Foto: Divulgação

“A principal é que precisamos nos apressar, porque a vida está prestes a acabar – o que não é verdade. Nós vendemos essa ideia da beleza desaparecendo com a idade; a noção de que tudo se reduz à aparência. Conversei com tantas mulheres na casa dos trinta que sentem, realmente, que as suas vidas estão apenas começando”, afirma.

Dividido em três blocos – Do Amor, Sobre as Mulheres, e Rumo à Liberdade –, a obra
trás investigações sobre o relacionamento clássico; o que o amor fez com o feminino;
ego e a realidade do desejo masculino; o conceito de single shaming (vergonha de ser
solteira); envelhecer sozinha; o melhor de estar sozinha; e o único amor verdadeiro.
Em Mulher, Solteira e Feliz há uma crítica ao papel feminino na construção desse
comportamento em relação aos seus pares – e o quanto as mulheres podem fazer
para que haja uma mudança social que promova uma real transformação.

“Se queremos mudar a narrativa sobre as mulheres, precisamos começar a falar de forma diferente; há uma demanda por sermos mais gentis conosco e com nossas irmãs. Por sermos mulheres, sempre pensamos que devemos ser perfeitas e, quando vemos outras de nós se comportando de maneira ‘não tão perfeitas’, somos rápidas em apontar o dedo, em culpá-las. Esse não é o caminho a seguir”, declara.

Sobre a mensagem que gostaria de trazer para as mulheres solteiras brasileiras,
Gunda responde rapidamente: “Você é o suficiente! A sociedade fala continuamente
que fala, às mulheres solteiras, um parceiro, uma família perfeita, o corpo certo. Mas,
não precisamos de nada disso para sermos completas; somos o suficiente. Pratiquem
o amor a si mesmas; esse é o amor que definitivamente vai durar até o fim”, finaliza.

FICHA TÉCNICA
Título: Mulher, solteira e feliz
Autora: Gunda Windmüller
Categoria: Não ficção, desenvolvimento pessoal
Páginas: 272
Preço sugerido: R$ 29,90 (digital)
Como adquirir? Clique aqui (Primavera Editorial)

SOBRE A AUTORA
Doutora em Literatura, a escritora Gunda Windmüller nasceu em 1980, na Alemanha.
Como jornalista freelancer, colabora com publicações como Die Welt, ze.tt e Huffpost.
Colunas no Huffpost | https://www.huffpost.com/author/gunda-windmaller
Entrevistas recentes
FrauTV | https://www.youtube.com/watch?v=MFnJPxlCyW0
Deutschlandfunk Kultur | https://www.deutschlandfunkkultur.de/gunda-windmueller-weiblich-ledig-gluecklich-sucht-nicht.1270.de.html?dram:article_id=446376

Trechos do livro

Página 17 | “(…) O livro não será sobre como encontrar um homem. Neste livro não
há um manual sobre como uma mulher fisga um homem e, se parecer, me avise…
Vamos esclarecer isso. Este livro trata de histórias. Da minha, da sua, da nossa
história. Conversei com mulheres que me contaram suas histórias. Mulheres na casa
dos trinta, quarenta, cinquenta e mais. Histórias sem homens, histórias com homens.
Conversei com psicólogos e especialistas em sociologia. E estive em um setor que
utiliza o modelo descrito como modelo de negócios.

Com tudo isso, não quero enterrar o amor e declarar os homens como seres inúteis.
De jeito nenhum! Prefiro libertar o amor. Quem liberta o amor não sabe aonde a
história vai levar. Não sei como a minha história continua. Ainda assim, como outras
histórias que relato, ela continua. Não sei se não estarei casada daqui a um ano. E
mãe… Ou mãe. De qualquer forma, não importa. Não muda o fato de que minha
história não precisa de um príncipe para ter um final feliz. Não acredito na moral
desses contos de fadas. Acredito na vida e no poder das narrativas. E por isso
nenhum príncipe surgirá por um motivo muito simples: porque ele não precisa surgir.”

Página 32 |“(…) Solteiras não têm boa reputação, ainda não. Os tempos mudam, mas
mudam lentamente, muito lentamente. A psicóloga Astrid Schütz e seus colegas
conduziram um estudo sobre atitudes em relação a solteiros. Os solteiros não estão em conformidade com a norma, desviam-se dela e não são vistos pelo que têm, mas
pelo que não têm. Por aquilo que supostamente lhes falta.”

Páginas 61 e 62 |“(…) Para as mulheres, a sensação de serem livres no amor, de serem elas mesmas, de serem realmente alguma coisa é bastante nova. Tradicionalmente, tínhamos permissão para fazer muito pouco. Alguns exemplos: ocupar cargos públicos, votar, ganhar dinheiro, herdar – em sua maioria, essas realidades mudaram apenas nos últimos cem anos. O que mudou apenas nos últimos
cinquenta anos é que as mulheres podem manter seu nome após o casamento,
podem ter uma conta corrente própria, podem trabalhar sem a permissão do marido, e
que o estupro no casamento é crime. E mesmo se o relacionamento estivesse em pé de igualdade, as mulheres não tinham esse direito. As mulheres também não tinham direito à escolha, a se apaixonar. As mulheres eram casadas e, no altar, não apenas simbolicamente o poder sobre elas era transferido do pai ao marido, mas juridicamente. Ainda hoje casa-se assim, mas sem a transferência de domínio. Mas o rito permanece: o pai pousa a mão da filha sobre a do homem. As latinhas e os sapatos velhos pendurados no para-choque do carro quando um casal recém-casado parte para a lua de mel são símbolos da violência que cabe ao marido. Toda mulher carrega essa história de falta de liberdade em seu véu de noiva, um véu pelo qual muitas mulheres anseiam.”

Sobre a editora
A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes,
instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder
sobre suas escolhas. www.primaveraeditorial.com

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Procura por livros da série ‘Bridgerton’ aumentam em mais de 3.000%

“Bridgerton” estreou em 25 de dezembro pela Netflix. Entre Séries

Em pesquisa encomendada pela Decode, empresa de dados e client acquisitionBridgerton, novo sucesso da Netflix, ganhou novos dados impressionantes.

De acordo com a pesquisa, a procura pela coletânea de livros que deram origem à série cresceu 3.330%, assim com como por Julia Quinn, que teve um aumento de 1.116% nas buscas na internet.

No Twitter, os comentários sobre a série alcançaram mais de 8,6 milhões de usuários, sendo 84% das menções da rede social. Entre os motivos de recomendação, estão os atores (55%), as cenas românticas e sensuais (30%) e a trilha sonora (15%).

Bridgerton estreou em 25 de dezembro pela Netflix. Segundo dados da própria plataforma de streaming, a série deverá ser assistida por mais de 63 milhões de usuários nos primeiros 28 dias. A produção ficou em 1º lugar entre os mais assistidos em 76 países.

Criada por Chris Van Dusen, e com produção da Shondaland, Bridgerton conta com Jonathan Bailey, Phoebe Dyvenor, Regé-Jean Page, Luke Thompson, Luke Newton, Nicola Coughlan, Claudia Jessie e Julie Andrews no elenco.

Sobre a Decode

A Decode é uma empresa de dados e client acquisition que, a cada semana, realiza levantamentos de dados e sentimento público sobre temas relevantes do momento em diversas áreas. Essa expertise em comportamento do consumidor é uma das bases das soluções de negócios com foco data-driven e maximização de receita elaboradas pela empresa.

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Jornal Grande ABC

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Sendo assim, produzindo material especial para nossos leitores. Portanto, nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias. Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

Netflix projeta que mais de 60 milhões de usuários assistiram ‘Bridgerton’

Primeira temporada de “Bridgerton” estreou em 25 de dezembro pela plataforma de streaming. Entre Séries

A Netflix informou nesta segunda-feira, 4, que a primeira temporada de Bridgerton poderá se tornar a quinta maior audiência da plataforma em suas quatro semanas inicias de lançamento. A informação é da Variety.

Em sua projeção, a Netflix afirma que a série baseada nos livros de Julia Quinn poderá ter sido assistida por 63 milhões de usuários em seus 28 dias iniciais. A série ficou no topo da lista das mais assistidas em 76 países.

A plataforma de streaming ainda afirma que entre os dias 25 e 31 de dezembro, foram os maiores recordes do mês e de uma semana de feriados. A Netflix não informa seus números à imprensa.

Bridgerton

Criada por Chris Van Dusen, e com produção da Shondaland, Bridgerton conta com Jonathan Bailey, Phoebe Dyvenor, Regé-Jean Page, Luke Thompson, Luke Newton, Nicola Coughlan, Claudia Jessie e Julie Andrews no elenco.

A primeira temporada de Bridgerton foi lançada em 25 de dezembro pela Netflix.

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Quase 6.000 projetos concorrem ao 1º Machado DarkSide

No total, os projetos selecionados concorrem em cinco categorias (Foto: Divulgação)

Os projetos vencedores vão dividir prêmio de RS$ 100.000 e receberam contrato com a editora.

A DarkSide Books, editora conhecida por seu catálogo de obras de horror, anunciou ontem (5) que, após dois meses, as inscrições para o 1º Machado DarkSide de Literatura, Quadrinhos e Outras Narrativas chegaram ao fim.

No total, a premiação recebeu 5.849 inscrições de projetos para concorrer ao prêmio de R$ 100 mil divididos em cinco categorias: Romance e Contos; Histórias em Quadrinhos; Obras de Não-Ficção; Outras Narrativas; e Desenvolvimento de Projeto. As obras selecionadas serão contempladas com um contrato de edição de R$ 20 mil.

Agora, a DarkSide realizará a etapa de avaliação dos projetos até o dia 13 de novembro, mesma data em que os vencedores serão anunciados ao público.

Professores da rede estadual publicam livros durante a pandemia

Relatos da pandemia e projeto iniciado a partir da vivência em sala de aula estão entre os temas

A pandemia causada pelo coronavírus (Covid-19) gerou incerteza e preocupações, mas com o passar do tempo e adaptadas às rotinas, as pessoas passaram a praticar hobbies e desenvolver projetos mesmo durante a quarentena. Professores da rede estadual, por exemplo, publicaram livros neste período. Confira duas histórias:

Em Limeira, Luís Antônio Vieira professor de filosofia da escola estadual Profº Arlindo Silvestre se uniu a seu colega da rede municipal Claudinei Zagui Pareschi e criaram o livro ‘Reflexões em tempo de pandemia’ a partir de conversas que tiveram por mensagens.

Na obra, os dois filósofos retrataram suas experiências pessoais durante o isolamento social. Passando por pensadores como Sócrates, Platão, Santo Agostinho e Sartre, os autores discutem sobre temas muito debatidos na Filosofia como medo, felicidade, amizade, dentre outros.

Luís Antônio Vieira contou que muitas vezes enquanto fazia o planejamento de suas aulas mediadas por tecnologia, surgiam pensamentos que acabaram indo para o livro. “Neste tempo difícil para todos nós, aproveitei para expor meus pensamentos e levar uma mensagem positiva mesmo durante esta pandemia”, afirmou.

Já Valéria Ferrante, professora da língua portuguesa e inglesa na escola estadual Profº Waldomiro Guimarães de Santo André, publicou a obra ‘Doze Contos de Vida’ com histórias que misturam ficção e realidade, explorando as relações pessoais antes das redes sociais.

“Sempre gostei de escrever poesias, crônicas e contos. Com o passar do tempo, senti a necessidade de expor minha obra literária, tocar a emoção das pessoas, inspirar e motivar os alunos a produzirem seus próprios textos”, afirmou.

Apesar de ser publicado durante a quarentena, a ideia para o livro surgiu de uma vivência que a educadora teve na sala de aula. O projeto “Te Conto na escola”, foi desenvolvido em parceria com outra professora, Viviane Cardoso, e teve o intuito de incentivar a leitura e a produção de texto na escola. Dentro do projeto os alunos analisaram um dos doze contos escritos por Valéria.

“Essa publicação tem como principal objetivo fortalecer a relação do professor com o aluno. Ela serve também para valorizar o professor e sua capacidade de produzir o que seus alunos leem: textos, poesias, artigos, ideias sobre o mundo em que vivem e atuam, reforçando assim, o poder de transformação da educação na escola”, conta a professora.