Despedida

Lorena Pelais é autora de “Despedida”.

Assustador como derrepente tivemos nossas vidas transformadas.
Pessoas assustadas, “quarentena” interminável, mudanças de hábitos, vidas ceifadas.

Inúmeras perdas em todo canto do mundo deste planeta, o mistério da vida , as crescentes especulações aos enigmas que envolvem a morte, chamada de “vida eterna”, uma viagem sem previsão de reencontro, não resta menor dúvida, os que ficam não conseguem superar com facilidade, é difícil lidar com a ausência e a saudade.

Do riso ao choro, do drama a graça, das desgraças uma comédia da vida urbana na íntegra com riquezas de detalhes, cada aspecto de certa forma tocou diretamente os inúmeros espectadores independente de quais meios de comunicação tenha sido usado, cada um de nós , teve sua história contada com doses exageradas de bom humor, leveza , toda tristeza revertida em uma bela gargalhada.

Em tempos tão difíceis, a doce lembrança de bordões inesquecíveis ficam registradas no coração dos que aqui ficam.

“Borocoxozinha é a sensação de uma nação, sem poder assistir teus córneos show, uma pessoa rica riquíssima de alegria contagiante, de energia além de 220volts sua partida será algo difícil de acreditar e que jamais vai colar a palavra Adeus!”.

Uma passagem brilhante, em cada personagem a transparência da alma a sinceridade do ser humano por trás do papel, presenteou nossos dias com muito amor, risadas e alegrias, se doou, compartilhou sua vida com graciosidade para uma platéia desconhecida, partiu, deixando um pouco de ti marcado em cada um dos que te assitia , se essa era sua missão, caminhe certo que foi belamente cumprida, lamentamos somente porque não estávamos preparados ainda.
Encantou, emanou alegrou, despertou amor com humor transformou vidas , os “pensares”, os “conceitos” , jamais serão os mesmos , fez da própria vida uma “piada” recorde de bilheteria, com glamour, beleza, agradável a ser vivida.

Inacreditável…
Porque os bons morrem jovens??
Já dizia Renato Russo/ Legião Urbana.

No espetáculo da vida, ao fechar das cortinas, apagar as luzes, o mais difícil é dizer: – Vai com Deus! 😭

Meus sinceros sentimentos a todas às famílias vítimas da pandemia!!!

Ao amigo que gostaria de ter conhecido Paulo Gustavo, condolências à família, sempre será lembrado, um ser bem quisto e amado, nos deixa uma dentre muitas lições que rir é um ato de resistência!

💔 Lorena Pelais ॐ∞

Despedida
Foto de cottonbro no Pexels

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50 mil inconsistências nas vacinações, como doses aplicadas em falecidos

O governo federal encontrou cerca de 50 mil inconsistências nas vacinações do País. Os casos incluem vacinas contra a Covid-19 aplicadas em pessoas falecidas, mais de duas aplicações no mesmo CPF e imunização de cidadão que não atua na área da saúde dentro desse grupo prioritário. 

Governo verifica 50 mil inconsistências nas vacinações, como doses aplicadas em falecidos

A Controladoria-Geral da União (CGU) vem observando todos os registros de pessoas que receberam doses da vacina, para evitar fura-filas e garantir que os imunizados fazem parte dos grupos prioritários do Plano Nacional de Imunizações (SIPNI).

A análise é feita a partir do sistema de informações do Ministério da Saúde, por meio de cruzamento de dados. As inconsistências serão discutidas entre a pasta e a CGU, para a adoção de providências junto aos estados e municípios.

O governo federal avalia que o percentual de falhas das aplicações é considerado pequeno, chegando ao máximo de 0,5% das vacinações de todo o país, mas lembra que, além de grave desvio ético, furar-fila pode resultar em “responsabilização administrativa ou judicial dos envolvidos”.

Fonte: Brasil 61

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Assassinatos a candidatos triplica nos últimos quatro anos

De acordo com a pesquisa das ONGs Terra de Direitos e Justiça Global foram 46 homicídios em 2016 e até setembro deste ano, 136 mortos

O número de assassinatos a candidatos e pré-candidatos as vagas disputadas no período eleitoral triplicou nos últimos quatro anos. Um levantamento conduzido pelas Organizações não-governamentais (ONGs) Terra de Direitos e Justiça Global indica que foram registrados 46 homicídios em 2016 e até setembro deste ano, esse número saltou para 136 mortos. Fora desta estatística o portal Brasil61.com apurou que ao menos outros três atentados a candidatos foram registrados na última semana de outubro, sendo dois com mortes, além de um atentado a um jornalista sob a suspeita de denúncias políticas.

No Pará, a casa da candidata à vice-prefeita de Belém, Patrícia Queiroz (PSC), foi alvo de tiros durante a madrugada do dia 23 de outubro. Pelo menos dois disparos atingiram a residência, ninguém ficou ferido. Em Fortaleza, o corpo de um candidato a vereador de Caucaia, foi encontrado com marcas de faca dentro de sua casa, na noite do dia 26 de outubro. Evangelista de Sousa Jerônimo, conhecido como Batista da Banca, era candidato a vereador pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, João Carraro, também do PSB, foi morto a tiros, no dia 27 de outubro, enquanto fazia atividade de campanha na localidade de Lagoa Bela, interior do município.

Para o analista de risco político, Matheus Albuquerque a violência está diretamente relacionada ao local onde acontece. “Se pegarmos as metrópoles mais violentas do Brasil e fizermos uma relação com o número de casos de violência contra candidatos, é possível enxergar essa relação”, afirma.

A coordenadora do levantamento, Elida Lauris, aumenta esse leque. Segundo ela, casos como os citados, apesar de não terem sido contabilizados pela pesquisa, repetem a questão motivacional observada pelo levantamento. “Você tem fenômenos de rixas familiares, disputas de prefeitos e vice-prefeitos. Em alguns estados, dados relacionados com corrupção, atividades ilícitas que acabam vulnerabilizando e induzindo as disputas que levam a assassinatos políticos. Temos também questões relacionadas com conflitos fundiários, conflitos por posse da terra, dívidas de campanha. Cada estado, as situações vão ganhando uma certa conotação de violência que acaba em assassinato ou atentado”, cita.

Uma dessas situações levou o jornalista Romano dos Anjos, apresentador da TV Imperial de Roraima a ser sequestrado e torturado no dia 26 de outubro. No dia seguinte ele foi encontrado com vida e com ferimentos nos braços e nas pernas. A principal linha de investigação da polícia, é que a violência tenha acontecido como forma de represália às reportagens que denunciavam supostos esquemas de corrupção de parlamentares e candidatos das eleições municipais do estado. 

Em Patrocínio, Minas Gerais, diferente do jornalista o candidato a vereador Cássio Remis dos Santos, não resistiu e morreu após denunciar supostas irregularidades da atual gestão da cidade. Segundo explica a esposa do político, Nayara Queiroz Remis, Cássio fazia uma live nas redes sociais no momento exato em que foi alvejado pelo ex-secretário de obras e irmão do atual prefeito, Jorge Marra.

“Em pleno século XXI, às vésperas de uma eleição, estava fazendo uma live denunciando que o prefeito atual reformava, com dinheiro público, o passeio de uma casa que seria comitê eleitoral. Uma pessoa que é capaz de matar a outra, em frente a uma câmera de segurança, com seis tiros, às 15h30, indica que ela e sua família realmente são capazes de tudo, né?”, indaga.

Nayara afirma que o marido não chegou a fazer nenhum boletim de ocorrência por ameaça antes do atentado, mas no dia de sua morte, comentou com a esposa que gostaria de contratar seguranças. A família tem medo que algo possa ocorrer novamente, mas Nayara afirma que não deixará de denunciar e fará justiça.  

Eleições desfalcadas

De acordo com a coordenadora do Mestrado em Governança, Tecnologia e Inovação da Universidade Católica de Brasília, Marcelle Gomes Figueira, é preciso avaliar também como fica o cenário político após estes atentados.
“O próprio assassinato da vereadora Marielle Franco, né? A forma como essa violência contra os candidatos têm afetado as eleições. Me parece pouco analisado e estudado”, questiona.
Segundo os indicativos de violência contra candidatos, 91% das vítimas são homens e 83% dos casos ocorrem no interior dos estados, como em Patrocínio.  Destes registros, apenas 12% das investigações são concluídas. Ao todo, o levantamento mapeou entre 2016 e setembro de 2020, 327 casos de violência contra políticos eleitos, candidatos e pré-candidatos, sendo 85 ameaças, 33 agressões, 59 ofensas. 

Fonte: Brasil 61

Estudo aponta letalidade de 0,23% de pacientes com Covid-19

Entre os doentes com menos de 70 anos, índice é ainda menor, alcançando 0,05%

Um trabalho científico realizado na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, revelou uma taxa de letalidade da Covid-19 abaixo da constatada há alguns meses. Segundo o estudo, publicado pelo professor de epidemiologia John Ioannidis, em média 0,23% dos pacientes infectados pela doença morrem. Anteriormente, esse percentual era estimado em 4%. Com relação as pessoas com menos de 70 anos de idade, a letalidade cai para 0,05%.

Com a exceção de alguns atividades, como a promoção de festas e eventos sociais, boa parte dos estados e municípios brasileiros já se esforçam para retomar à normalidade que havia antes da pandemia. O epidemiologista Walter Ramalho, professor do curso de Saúde Coletiva na Universidade de Brasília (UnB), acredita que a volta a uma rotina como havia antes da pandemia só poderá ser presenciada com o advento de uma vacina contra o coronavírus.

“Pode-se dizer que a volta dessa normalidade está condicionada ao surgimento de uma vacina eficaz que possa imunizar as pessoas. Eu não vejo outra forma [senão essa] de uma socialização maior das pessoas que não seja com a produção de um imunizante”, explica.

Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de letalidade do novo coronavírus no Brasil é de 2,9%. Até a última terça-feira (27), a mortalidade da doença, era de 75,2 óbitos a cada 100 mil habitantes.

Com o número de mortes se aproximando a 160 mil, Walter Ramalho afirma que o poder público brasileiro falhou ao não somar esforços para aprimorar a rede de atenção primária durante a pandemia. “A atenção primária do SUS deveria ter sido acionada desde o começo da pandemia. Quando alguém é diagnosticado com o coronavírus, esse paciente precisa ser monitorado para que o contágio a outras pessoas seja evitado.”

Diante da segunda onda de contaminação da Covid-19 que atinge alguns países da Europa e da incerteza do surgimento de uma vacina contra a enfermidade, eventos tradicionais, como o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro estão sem data definida para ocorrer. A previsão mais otimista de finalização e distribuição do imunizante é feita pelo governo de São Paulo, que estima que a vacina estará disponível em dezembro.

Fonte: Brasil 61

Acidente em supermercado deixa um morto e oito feridos

Ainda não há informações sobre as causas do acidente

Prateleiras com produtos desabaram e atingiram clientes em um supermercado na noite desta sexta-feira (2), em São Luís. Em mensagem no Twitter, o governador do Maranhão, Flávio Dino, confirmou que uma pessoa morreu e oito ficaram feridas.

“Equipes finalizando os trabalhos no local do acidente no Supermercado Mateus. Números atualizados: 1 vítima fatal e 8 feridos. Minha solidariedade com todos e com suas famílias. Meu reconhecimento aos bombeiros, policiais e profissionais de saúde pela dedicação”, afirmou Dino, em sua rede social.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra pilhas de produtos caindo em efeito dominó, com uma intensa movimentação de clientes no interior do supermercado. Até o momento, não há informações sobre as causas do acidente.

Em nota, o Grupo Mateus, responsável pela rede de supermercados, lamentou o acidente no Mix Atacarejo da Curva do 90, localizado no bairro do Vinhais.

“Imediatamente, todas as autoridades de segurança pública do estado foram acionadas e prontamente iniciaram o trabalho de apoio e, neste momento, realizam o resgate e o socorro dos feridos”, diz o texto, que foi divulgado ainda na noite de sexta-feira.

Fonte: Agência Brasil