Mulheres Revolucionárias: Grace Hopper

Grace Hopper é conhecida por ser uma cientista da computação norte-americana e contra-almirante da Marinha.

No ano de 1949 ela entrou para a equipe de desenvolvimento do UNIVAC I, o primeiro computador eletrônico de grande escala. Ela queria provar que podíamos usar a nossa linguagem e a máquina poderia transformá-lo em linguagem de programação, mas sua ideia logo foi negada.

Imagem do Google

Foi apenas em 1952 que Grace e sua equipe desenvolveram um compilador de linguagem de computador, chamado A-0. Ele traduzia um código matemático e transformava em código binário legível por máquinas, o que fez com que o sonho de Hopper ficasse um passo mais perto de ser realizado.

Continuando suas pesquisas mesmo sem acreditarem nela, conseguiu desenvolver a Flow-Matic, a primeira linguagem de programação a ser adaptada para o idioma inglês. Ela serviu para o desenvolvimento do COBOL (Common Business Oriented Language), usado no processamento de bancos de dados comerciais.

Além disso, ela é conhecida por ser a autora do termo bug, que usamos até hoje para falar quando algo está com problema.

..

Gostou de “Mulheres Revolucionárias: Grace Hopper?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais sobre o que acontece no História e Luta e no Blog PS toda semana.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Abertas inscrições do curso gratuito para capacitar novas consultoras de vendas

O curso “Despertando seus Talentos”, exclusivo para mulheres da Grande São Paulo, é um projeto da Persone Educação (www.persone.com.br), birô de vendas especializado em conversões de matrículas, em parceria com o Instituto ELA, que tem como propósito inspirar mulheres a colaborar, apoiar e liderar projetos de transformação social. As inscrições estão abertas para a segunda turma do curso gratuito, e podem ser realizadas pelo site (https://www.institutoela.org.br/despertando-seus-talentos), até 1 de junho, dia que iniciam as aulas.

O intuito dessa capacitação, baseado em quatro pilarescomunicação oral e escritahabilidades socioemocionaistécnica de atendimento e vendas; e operação de computador, é certificar as participantes e capacitá-las para participarem do processo de seleção das vagas para consultora de vendas, na Persone Educação, e as finalistas serão contratadas.

“O curso tem me transformado e renovado pessoalmente. Senti que a minha comunicação melhorou 80%. Para mim tem um grande valor de aprendizado e autoconhecimento. Além de ser uma oportunidade para que eu possa realizar os meus sonhos e projetos futuros. Como tem me inspirado e transformado, vou oferecer o curso para todas as mulheres que conheço, para que façam parte das próximas turmas”, conta Jéssica Ferreira da Silva, uma das participantes da primeira turma do curso em abril, quando iniciou o projeto.

De acordo com a análise da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada no final de fevereiro de 2021 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego avançou no ano passado e encerrou o último trimestre em 13,9%, o que corresponde a 13,9 milhões de desocupados no período. Em contrapartida, a consultoria Manpowergroup, em sua edição anual da pesquisa de Escassez de Talentos 2020, aponta que 52% dos empregadores brasileiros têm dificuldade em preencher as vagas de emprego.

Diante dessa realidade, empregadores em todo o mundo já discutem estratégias para minimizar o índice de escassez de talentos. Uma das iniciativas é formar e investir em aprendizagem e desenvolvimento para aumentar seu banco de talentos. Visando esse cenário e com o objetivo de melhorar as condições de oportunidades no mercado de trabalho para as mulheres, a Persone Educação e o Instituto ELA se uniram para realizar este projeto de capacitação e recrutamento.

Pensando em mudar de carreira ou se preparar melhor para entrevistas de emprego? Conheça a RC Locus, referência em Recrutamento & Seleção, em todos os níveis.

“Parcerias como essa refletem nossa capacidade enquanto empreendedora e facilitadora. Nós podemos transformar vidas, e esse engajamento cabe a nós, que temos todas as ferramentas. Contar com o Instituto ELA para que esta ação se torne uma realidade, é um grande presente, principalmente, em um mês tão representativo”, conta Helen Toyama, CEO e Fundadora da Persone Educação, sobre a parceria que abrirá oportunidades para mulheres no mercado de trabalho, e também dentro da sua empresa.

Serviços:

Conheça todos nossos canais (Whatsapp, Telegram, Facebook, Buscador): https://jornalgrandeabc.com/inicio/nossas-redes-sociais/

Ação: Curso gratuito de capacitação “Despertando seus Talentos”

Início do curso:

1/6

Das 19h às 22h

Quem pode participar:

  • Mulheres a partir de 18 anos;
  • Que residam na Grande São Paulo;
  • Ensino médio completo;
  • Goste de vendas e atendimento ao cliente;
  • Precise de um trabalho.

Inscriçãohttps://www.institutoela.org.br/despertando-seus-talentos

Sobre a Persone

Empresa de soluções em atendimento e vendas formada por profissionais que atuam há mais de 18 anos nos segmentos de tecnologia e educação, fornece consultoria e outsourcing de processos, sistemas e equipe de vendas.

A Persone dispõe de uma equipe especializada em implantação, gestão e execução de operações de vendas, retenção, relacionamento e atendimento ao cliente.

Utilizando as mais diversas tecnologias – sistemas de CRM, CTI, chat, chatbot, inbound, BI, e-mail marketing, SMS e WhatsApp, a Persone executa o processo de vendas do início ao fim.

Conheça nossa parceria com o site Lista de Vagas. Visite e confira mais vagas verificadas e reais.

Mais Vagas no Grande ABC

Gostou “Abertas inscrições do curso gratuito para capacitar novas consultoras de vendas”?

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email assim que estiverem online em nosso site. Aproveite e leia sobre Carreiras e Trabalho, com os ensinamentos de Rogério de Caro.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Gramado Summit: tecnologia, inovação e empreendedorismo feminino

Considerado o maior brainstorming de inovação e empreendedorismo da América Latina, o Gramado Summit trouxe o empreendedorismo feminino para o debate no mundo dos negócios. Divididos em três palcos, o evento apresentou falas inspiradoras que abordaram temas como feminismo, diversidade, inclusão e racismo, além das tradicionais falas sobre tecnologia, inovação e futuro. O evento, que ocorreu de forma presencial com uma autorização especial do Governo do Rio Grande do Sul, que estabeleceu uma série de protocolos sanitários, aconteceu entre os dias 5 e 7 de maio, no Serra Park, em Gramado/RS.

Um dos palcos, comandado pelo coletivo Minas de Propósito, foi dedicado às mulheres. Foi lá que aconteceu a palestra de Roberta Ramos, jornalista e multi empreendedora. Com o título “Visceral: amor, propósito, verdade e liderança”, ela abordou o momento oportuno e necessário para o empreendedorismo de impacto conectando a história à sua jornada de desenvolvimento pessoal. Tendo trabalhado por 12 anos na Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Roberta conquistou espaço em um meio tradicionalmente machista, onde a mulher é vista como consumidora, mas são os homens que tocam os negócios. Foi de analista de Marketing à gestora de Projetos da entidade, um cargo de diretoria. Rodeada por homens, acabou os inspirando e tornando o setor um dos mais abertos a lideranças femininas no Brasil – conforme levantamento da própria entidade, 33% dos cargos de direção das empresas de calçados são de mulheres, número baixo, mas que está acima da média nacional, de 25%.

Projetos especiais
No final de 2019, Roberta deixou a Abicalçados para fundar a Îande Projetos Especiais. “Era o momento de usar meu conhecimento, minha experiência e mesmo a visibilidade que eu havia alcançado para gerar impacto. A Îandé, que em tupi-guarani significa “nós”, nasce do desejo de unir pessoas, com seus talentos e habilidades, para o desenvolvimento de projetos do bem, que tragam resultados positivos para a sociedade”, destacou Roberta. A Îande Projetos Especiais (www.iandeprojetos.com.br) já conta com clientes de peso, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Zextec Consultoria Empresarial, o Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais, a White Rabbit, entre outros.

O evento
Ocorrendo desde 2017, com uma interrupção em 2020 em função das restrições sanitárias impostas pela pandemia do novo coronavírus, o Gramado Summit se tornou o principal evento de empreendedorismo e inovação da América Latina, trazendo todos os anos nomes importantes do mundo dos negócios. Com a adoção de rígidos protocolos de segurança sanitária, como distanciamento entre cadeiras, obrigatoriedade de uso de máscaras – inclusive por parte dos palestrantes – e esterilização com álcool 70% de forma constante, o evento híbrido de 2021- algumas palestras foram digitais – provocou o mundo dos negócios rumo à revolução do ecossistema do empreendedorismo.

Gostou da nossa matéria “Gramado Summit: tecnologia, inovação e empreendedorismo feminino“?

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email, fique ligado nas notícias e matérias do jornal assim que estiverem online. Então, aproveite e leia as Últimas Notícias. Conheça nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Uma história de amor aos livros: Ela nasceu Clarice

O lançamento “Ela nasceu Clarice”, obra escrita por Ana Rapha Nunes, ilustrada por Ana Laura Alvarenga, e editada pela Compor Editora, do Grupo Editorial Lê, traz
uma homenagem à escritora Clarice Lispector, que teve o centenário comemorado no
último mês de dezembro.

O livro conta a história de uma menina chamada Clarice, que terá a leitura como companheira de vida desde a infância. Um dia, ela descobrirá Clarice Lispector nas
páginas de um livro. E, através das histórias dessa grande autora, a menina irá conhecer melhor ela mesma e o mundo.

Nas páginas de Clarice Lispector, a menina Clarice se encantou com palavras de sonhos, medos e ausências que se pareciam muito com as suas. Vozes femininas, como, por exemplo, as de Clarice Lispector, Cecília Meireles, Lygia Bojunga e Cora Coralina passaram a povoar essa Clarice.

As ilustrações desenvolvem um belo diálogo com a narrativa, apresentando uma paleta de cores que chama a atenção do leitor. A parceria entre a escritora e a ilustradora já rendeu um prêmio em outra obra recente, que foi uma das ganhadoras do Concurso Outras Palavras, promovido pelo Estado do Paraná.

“Ela nasceu Clarice” é sobretudo uma história de amor aos livros. A obra está disponível no site da editora e em diversas livrarias.

Divulgação

A escritora Ana Rapha (site da autora: www.anaraphanunes.com.br) nasceu no Rio de Janeiro e mudou-se ainda na infância para Curitiba. Desde criança, ela vivia cercada por histórias.

Sua paixão pelos livros a fez cursar Letras. Tornou-se professora e, em suas aulas, sempre despertava sonhos nas asas da Literatura.

Em 2015, lançou sua primeira obra. Pouco depois, passou a visitar escolas espalhadas
pelas veredas do Brasil, realizando palestras para professores e estudantes. Um de seus livros foi finalista na categoria infantil do Prêmio Jabuti em 2019. E outro, recentemente, ficou entre os ganhadores do Prêmio Outras Palavras, promovido pelo
Governo do Paraná.

Ana Rapha Nunes, autora de “Ela Nasceu Clarice”. Foto: Divulgação

A ilustradora Ana Laura nasceu em Franca, onde vive até hoje. Desde a infância foi descobrindo o mundo das artes e da pintura.

Formou-se em Design Gráfico e fez vários cursos de aprimoramento. Utiliza várias
técnicas, dentre elas a aquarela é uma das que se destaca.

Iniciou sua carreira na Literatura Infantil em 2020, sendo que um dos livros que ilustrou
ficou entre os ganhadores do Prêmio Outras Palavras, promovido pelo Governo do
Paraná.

Gostou da nossa matéria “Uma história de amor aos livros: Ela nasceu Clarice“?

Divulgação

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email, fique ligado nas notícias e matérias do jornal assim que estiverem online. Então, aproveite e leia as Caderno Cultural. Conheça nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Mulheres e os desafios na área de tecnologia

Mariel Reyes Milk é autora de “Mulheres e os desafios na área de tecnologia”

As mulheres ocupam cadeiras importantes no mercado de trabalho, como em empresas de tecnologia, porém ainda há algumas questões que atrasam essa conquista feminina: a falta de diversidade de gênero na área de T.I, por exemplo, é uma delas. 

Vejo quatro grandes dificuldades que as mulheres enfrentam. São elas:

  • Predominância masculina: no Brasil, o público feminino representa apenas 15% dos matriculados em ciência da computação. Isso faz com que elas, muitas vezes, sejam as únicas de suas equipes no ambiente corporativo, o que pode gerar insegurança e, consequentemente, fazer com que as mulheres sofram com atitudes e comportamentos machistas, no qual vem desde a faculdade;
  • Cultura brogrammer: o estereótipo do programador homem, branco, cis e a crença das pessoas, incluindo o público feminino, de que T.I não é o lugar de mulheres
  • Liderança feminina: quando tratamos de cargos de liderança femininos no Brasil, cerca de 27% das empresas não têm nenhuma mulher atuando em um cargo de coordenação, de acordo com um levantamento feito pela empresa TWIRI;
  • Preconceito no ambiente de trabalho: as mulheres sofrem preconceitos no ambiente de trabalho, como a promoção por comprovação. Dados indicam que o público feminino é submetido a padrões mais rígidos. Além disso, quando as mulheres quebram o estereótipo de como deveriam se comportar, os homens começam a enxergá-las como “desagradáveis”.

Existe um histórico social e cultural que impede as mulheres, desde crianças, de acreditarem que elas podem atuar na área de tecnologia. Pesquisas mostram que a partir dos 6 anos as meninas começam a pensar que não são boas para as exatas, logo cria-se um intelecto de que computador é apenas para meninos. 

Com a chegada de novas empresas tecnológicas comandadas por homens no setor de programação, a computação passou a ter como foco os meninos. Desta forma, as meninas passaram a não ser estimuladas a seguir carreiras de tecnologia. 

A desigualdade nos salários

Quando o assunto é mercado de trabalho, há casos em que as mulheres se sentem desmotivadas devido à baixa remuneração quando comparado ao salário dos homens no mesmo cargo. Isso ainda acontece em diversas empresas, que tendem a favorecer homens por inúmeras razões que compreendemos infundadas.

De acordo com o levantamento feito pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), as mulheres que possuem graduação são a maioria no mercado de trabalho, com 55,1%, em comparação ao público masculino. Porém, na média salarial dos empregados com ensino superior os homens recebem R$ 4.640,00, já as mulheres R$ 3.287,00, em outras palavras, o público feminino ganha 41% a menos na remuneração pelo trabalho prestado em relação aos homens. 

Estamos caminhando para conquistar um cenário melhor referente à igualdade de gênero no mercado de trabalho, mas ainda temos muito o que fazer, principalmente quando tratamos de mentalidade de diversidade. 

Empoderamento feminino 

Muitas pessoas acham que o empoderamento está ligado a privilégios, mas pelo contrário, esse termo tem conexão com a consciência coletiva, no qual expressa ações para fortalecer as mulheres e promover a igualdade de gêneros.

Para escapar desse ambiente desafiador na área da tecnologia, as mulheres podem utilizar do empoderamento, além de ser uma ótima ferramenta para contribuir com a sociedade, é uma prática necessária no ambiente corporativo. 

Diante desses obstáculos, a ONU Mulheres e o Pacto Global criaram os Princípios de Empoderamento das Mulheres, que tem por objetivo a implementação de práticas e ações que resultem na igualdade de gênero, principalmente no ambiente de trabalho. 

Os sete princípios são:

  1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível; 
  2. Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação; 
  3. Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa; 
  4. Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres; 
  5. Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing; 
  6. Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social; 
  7. Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.

É necessário colocar em prática esses princípios para gerar a equidade de gênero no universo empresarial, com isso os desafios enfrentados pelas mulheres, todos os dias, irão diminuir gradativamente. 

*Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}, startup social paulista que ensina programação para mulheres em vulnerabilidade, preferencialmente trans e /ou negras.

Gostou da nossa matéria “Mulheres e os desafios na área de tecnologia“?

Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}. Foto: Divulgação

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email, fique ligado nas notícias e matérias do jornal assim que estiverem online. Então, aproveite e leia Notícias. Conheça nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Mulheres na área de Tecnologia: Dicas para ingressarem

Segundo um levantamento da Microsoft,  somente 18% dos graduados em ciência da computação no Brasil são do sexo feminino. Além disso, de acordo com a mesma pesquisa, o número de mulheres empregadas na área de Tecnologia da Informação no país está estimado em apenas 25%. Para a fundadora e CEO da {reprograma}, startup social paulistana, que visa capacitar mulheres em programação front-end e back-end e conectá-las ao mercado de trabalho, a equidade de gênero no setor está ligada à uma questão cultural. Afinal, os estereótipos são incorporados desde cedo, fazendo com que as garotas acreditem que não são boas para as exatas, logo cria-se um intelecto de que computador é apenas para meninos.

Várias histórias servem para exemplificar que as lutas das mulheres por igualdade de gênero não são de agora , muitas das conquistas demoraram para chegar. ” Ao longo dos anos, as mulheres alcançaram direitos sociais, políticos e trabalhistas, por meio de movimentos reivindicatórios no Brasil. Em 1879, por exemplo, elas ganharam direito de cursar faculdades, outra conquista aconteceu em 1932, quando a Constituição Federal Brasileira passou a permitir que as mulheres votassem, após uma luta de mais de 10 anos liderada pela ativista e bióloga Berha Lutz”, comenta Reyes. 

Atualmente, ainda há obstáculos a serem superados, principalmente na igualdade de gêneros no mercado de trabalho, principalmente na área de tecnologia. Abaixo, Mariel cita cinco dicas que podem ajudar as mulheres a ingressarem na carreira de T.I e a conquistarem sua independência.

  • Acreditar na capacidade: o primeiro passo é trabalhar a “síndrome do impostor”, que está ligado ao fato das mulheres não acreditarem na capacidade delas em aprender a programar, além de se enxergarem como profissionais, por isso, é muito importante trabalhar esse mindset. 
  • Ter referências femininas: é importante que as mulheres tenham modelos que elas se identifiquem e se inspirem, pois referências podem servir de espelho para que elas possam alcançar o sucesso profissional. Na {reprograma}, temos ex-alunas que se tornaram professoras e monitoras dos cursos de back e front-end, que ensinam e influenciam positivamente essas mulheres.
  • Ambiente sem julgamentos: ao procurar por vagas na área de T.I, as mulheres devem buscar por empresas que tenham como valor a diversidade, desta forma, haverá um ambiente seguro, onde elas podem aprender e fazer perguntas sem julgamentos. 
  • Sororidade: promover a possibilidade de mulheres se apoiarem umas às outras é essencial, pois através disso elas entendem que não estão competindo entre si, e que juntas podem chegar mais longe, afinal, o apoio feminino é importante em um ambiente que, ainda, não é igualitário pelo grande volume de cadeiras ocupadas por homens na área de T.I.
  • Rede de apoio:  após a formação na área de T.I, por meio de um curso técnico ou graduação, é importante manter e criar novas conexões com as mulheres, pois ao longo do caminho podem surgir dúvidas sobre o mercado de trabalho, a troca de experiências e o compartilhamento de vagas na área. 

As ex-alunas da {reprograma} após o término dos cursos, são inseridas em grupos como o Slack e Telegram, no qual fazem parte também professoras e monitoras para ajudá-las até a colocação no mercado de trabalho e a troca de informações importantes na área de T.I, como uma comunidade. 

Iniciativas sociais na área de T.I 

Em meio a um cenário de obstáculos na área de T.I, principalmente para as mulheres, é  importante que haja iniciativas sociais que auxiliem na formação e empregabilidade do público feminino. 

Um dos objetivos da {reprograma} é aumentar o volume de cadeiras ocupadas por mulheres na área da tecnologia, com isso, a startup oferece as competências necessárias para que elas ingressem no mercado de trabalho, por meio da formação dos cursos de back e front-end. 

A CEO da {reprograma} explica que durante o programa as alunas têm a possibilidade de conhecerem, por meio de mentoras, eventos e convivência, outras mulheres na área da tecnologia que estão dispostas a compartilharem todo o conhecimento que elas detêm, etc. Com isso,  as alunas são encorajadas a enfrentar os obstáculos de um setor, que por enquanto, é predominantemente ocupado por homens, a mudarem suas vidas por meio da tecnologia. 

Até o momento, mais de 700 mulheres já se formaram em cursos de back e front-end da startup paulistana. 

Sobre a {reprograma}

Fundada em 2016, pela peruana Mariel Reyes Milk e suas sócias Carla de Bona e Fernanda Faria, a startup social paulista que ensina programação para mulheres, priorizando as negras e/ou trans, por meio da educação, tem o objetivo diminuir a lacuna de gêneros na área de T.I. A {reprograma} possui grandes empresas parceiras como Accenture, Creditas e Facebook, iFood, entre outras. Mais informações no www.reprograma.com.br

Gostou da nossa matéria “Mulheres na área de Tecnologia: Dicas para ingressarem“?

Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}. Foto:
Divulgação

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email, fique ligado nas notícias e matérias do jornal assim que estiverem online. Então, aproveite e leia Notícias. Conheça nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Mulheres Revolucionárias: Marie Van Brittan Brown

Em uma época onde a criminalidade só aumentava e muitas vezes não era possível contar com a ajuda da polícia para a segurança, Marie Van Brittan Brown percebeu que se quisesse se sentir mais protegida, deveria fazer o trabalho por conta própria.

Na década de 1960, o racismo e o medo em homens e mulheres era muito comum, mesmo dentro da própria casa. Com a ajuda de seu marido,

Pensando nisso, Marie começou a planejar como faria para que conseguisse saber quem estava em sua porta de qualquer lugar de sua casa. Com a ajuda de seu marido, Albert Brown, que era técnico em eletrônica e assim criaram o primeiro sistema de segurança residencial.

O sistema funcionava com câmeras e microfones bidirecionais vinculados com uma televisão, possibilitando áudio e imagem ao vivo quando alguém estivesse na porta de sua casa, podendo ser identificado facilmente. Além disso, ele também contava com um botão para ligar imediatamente para a polícia e um controle remoto que trancava as fechaduras das portas.

Em 1969 Marie e Albert conseguiram uma patente pelo design do projeto.

Gostou de “Mulheres Revolucionárias: Marie Van Brittan Brown?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais sobre o que acontece no História e Luta e no Blog PS toda semana.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Apenas 5% das startups são fundadas por mulheres, aponta pesquisa

Dados da Pesquisa Female Founders Report, conduzida pelo Distrito, na qual aborda startups fundadas por mulheres, será pauta do painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, no Fintouch, maior evento da ABFintechs

Segundo pesquisa realizada pelo Distrito em parceria com a B2MAMY e Endevor, 4,7% das startups são fundadas exclusivamente por mulheres, enquanto 5,1% são co-fundadas por mulheres (fundação mista entre mulheres e homens). Do outro lado, o número de empresas com apenas fundadores homens é quase 20 vezes maior – mais de 90% das startups no Brasil ainda são fundadas apenas por homens. Ao olhar especificamente para o número de mulheres negras nesse ecossistema, o dado é ainda menor, apenas 19%.

A urgência do debate será pautada durante o Fintouch, maior evento no calendário da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e o maior do Brasil focado em fintechs. O painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social” será liderado por Fernanda Ribeiro, Líder de Diversidade na AbFintech, Presidente na Afrobusiness Brasil e Co-fundadora da Conta Black, além de Lilian Natal, do  Distrito, Dani Junco, da B2MAMY e Anita Fiori , do BID. 

“Precisamos bater na tecla da diversidade como inclusão social e estratégia de negócios. Afinal, ao não investirem em negócios liderados por mulheres, em especial, as negras, todos perdem a chance de ter um portfólio diverso e com altíssimo potencial de ganhos, inovação e sustentabilidade”, aponta Fernanda Ribeiro. 

Negócios de impacto social são repletos de inovação, escalabilidade e lucratividade. Um exemplo disto está na própria Conta Black, fundada pela executiva, que é uma comunidade financeira que se propõe em resolver o desafio da desbancarização e consequentemente a exclusão financeira. Ambas responsáveis pela desigualdade social.

“Precisamos iniciar de imediato uma jornada de inclusão, a partir da diversificação de investimentos e inclusão de mulheres em boardings e conselhos. Tenho esperança de que o atual momento possibilite uma reflexão mais profunda, que leve por fim, a uma transformação desse cenário”, reforça. 

Fintouch

Com o tema “Vamos encontrar juntos as respostas para os desafios das fintechs em 2021 e 2022?”, a programação do Fintouch 2021 contará com a participação de nomes de referência nacionais e internacionais do ecossistema de inovação e serviços financeiros. O encontro, marcado para os dias 15 e 16 de abril, das 9h às 18h, e acontecerá pela primeira vez de forma totalmente online. 

Mantendo a excelência dos conteúdos, o evento abordará assuntos para além do painel sobre “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, tais como Tokenização de Ativos; CBDC, Stablecoins e Corporate Coins; Open Finance; Identidade Digital para Fintechs; Serviços e Produtos para Desbancarizados; AgFintechs: Regulação, Crédito de Carbono, Empresas ESGs; Regulação; Como se conectar com Organizações Internacionais para captar investimentos e Parcerias fora do Brasil; dentre outros. Para saber mais acesse: https://www.abfintechs.com.br/fintouch.

Sobre a ABFintechs

A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), fundada em 2016 por empreendedores de quatro fintechs, possui cerca de 400 associadas e tem como missão garantir que o maior número possível de Fintechs se tornem realidade como negócio, além de fazer do Brasil uma referência em inovação no setor financeiro, passando a ser um fornecedor para o mundo de inovação disruptiva em finanças.

Com importante papel no desenvolvimento de questões regulatórias, a Associação realiza um trabalho próximo a Agências Reguladoras e Autarquias como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central do Brasil (BCB), Superintendência de Seguros Privados (Susep), Ministério da Economia, dentre outras, com importantes conquistas alcançadas até o momento como a Instrução CVM 588Resolução 4656 do BC e Sandbox regulatório. Conta com representantes no Comitê Nacional de Iniciativas de Apoio a Startups, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, foi indicado como órgão oficial na estrutura de governança do Open Banking no Banco Central.

Gostou de “Apenas 5% das startups são fundadas por mulheres, aponta pesquisa?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais em nosso Caderno Cultural. Confira nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

“Adaptar-se é Preciso… ” 12 mulheres relatam suas histórias

No dia 13 de março foi lançado na Livraria Blooks do Reserva Cultural, em Niterói, o livro “Adaptar-se é Preciso – histórias de mulheres que conquistaram o protagonismo em seus negócios”. No projeto, 12 mulheres relatam histórias de superação e resiliência no mundo do empreendedorismo, por meio de suas próprias histórias reais e surpreendentes. Foi realizada também uma roda de conversa com Jordana Luchetti, CEO e fundadora da JLC Relações Públicas e Marketing.

O livro foi idealizado pelas gestoras do grupo Somos Empreendedoras – Helga Vianna, Letícia Torzecki, Queila Moraes e Thaís Garcia – e editado pela Texto & Café Comunicação e Editora. A escolha do tema adaptação não poderia ser mais atual, com as mudanças enfrentadas pelo mundo em meio à pandemia. E o livro veio a reboque de todo esse processo de transformação que exige cada vez mais criatividade na solução dos problemas.

Ao longo das 128 páginas será possível conhecer um pouco sobre o Somos Empreendedoras e sua trajetória muito voltada para o fomento de parcerias e o estímulo ao apoio mútuo, reproduzindo o verdadeiro sentimento de sororidade. Até mesmo o livro cumpre o papel de conceder o tão reflexivo “lugar de fala” a mulheres que não desistiram dos seus sonhos em troca de qualquer relação de trabalho desigual. Ao contarem suas histórias de vida, muitas relataram o quanto se sentiram ressignificando a sua existência.

“Mais do que um livro para inspirar, ele cumpre o papel de destacar o importante papel das mulheres no mundo dos negócios, com dicas valiosas sobre como prosperar em seu voo solo”, conta Queila Moraes, uma das gestoras do grupo Somos Empreendedoras.

Forte, mas sem perder a ternura

Todas as histórias foram contadas, partindo do passado para o presente, ressaltando características pessoais. Todas guiadas pelo mesmo enredo: mostrar a evolução dessas mulheres, a partir da sua resiliência e força para modificar o curso da vida. Como resultado desse texto cadenciado por um certo lirismo, mas sem perder a objetividade, é passível ver a poesia concernente a essas mulheres nas suas “falas” e nos seus olhares captados pelas lentes da fotógrafa Adriana Oliveira.

Além da curadoria das gestoras, o livro foi todo produzido por mulheres ligadas ao Somos Empreendedoras, seja no papel de agência colaboradora ou como participante. A começar pela jornalista e escritora Verônica Oliveira, da Texto & Café; a fotografia de Adriana Oliveira; maquiagem de Marcella Quintino; distribuição do Clube Girafa, de Fernanda Figueiredo, e toda a divulgação nas redes sociais, orquestrada pelas sócias Raquel Bianchi e Carol Azevedo, da Bloom Comunicação e Branding.

O próprio livro é o exemplo vivo de onde é possível chegar, quando um grupo de mulheres unem seus talentos e expertises em prol de algo maior: gerar uma obra que marca o valor do voo compartilhado e do ideário de que “juntas somos mais fortes”. A própria capa, idealizada pelo ilustrador Cícero Lopes, já demonstra a força feminina refletida no revoar dos pássaros, muito imbuídos de buscar o voo solitário, mas que sempre percorrem o céu em bandos, como forma de vencer a resistência do ar.

Enfim, uma obra que tem tudo para marcar uma geração importante de empreendedoras que fazem a diferença na sociedade, refletindo dignidade, gerando empregos e alimentando seus filhos com a dedicação ao seu trabalho. Uma vida que se transforma em muitas vidas e que tem contribuído para um mundo melhor, mais igualitário e justo, com a leveza e sensibilidade de mulheres arrojadas, mas sem perder a ternura.  

Interessados podem adquirir a obra na loja virtual do Clube Girafa (www.loja.clubegirafa.com.br).

Ficha técnica:

Adaptar-se é Preciso – histórias de mulheres que conquistaram o protagonismo em seus negócios

Título: “Adaptar-se é Preciso – Histórias de mulheres que conquistaram o protagonismo em seus negócios”
Autora: Verônica Oliveira
Capa: Cícero Lopes
Organização: Helga Vianna, Letícia Torzecki, Queila Moraes e Thaís Garcia
Curadoria: Queila Moraes e Thaís Garcia
Assunto: empreendedorismo feminino/histórias/negócios
Editora: Texto & Café Comunicação e Editora
ISBN: 978-65-992028-1-0
Páginas: 128
Formato: brochura
Venda: (www.loja.clubegirafa.com.br )
Fotos: Adriana Oliveira
Maquiagem: Marcela Quintino

Sobre o grupo Somos Empreendedoras

Criado na cidade de Niterói, o grupo de empreendedoras formado pela sócia diretora na C.Chaves Comunicação e Marketing – Helga Vianna; por Letícia Torzecki – proprietária da Ri Happy Icaraí e Itaboraí e Loja Valisere Niterói – Icaraí; por Thais Garcia- proprietária da Gráfica Printmill e por Queila Moraes – Gerenciamento de Projetos, tem como papel fundamental promover um ambiente sinérgico de valorização do empreendedorismo feminino. Sob o lema de que “juntas somos mais fortes”, as gestoras do grupo incentivam a troca de experiências e vivências, estimulando o crescimento e desenvolvimento do grupo.

Gostou de ““Adaptar-se é Preciso… ” 12 mulheres relatam suas histórias?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais em nosso Caderno Cultural. Confira nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Mulher, solteira e feliz – Obra de Gunda Windmüller é lançada

Primavera Editorial lança “Mulher, solteira e feliz”,

“Melhor eu já confessar. Estou com trinta e poucos anos.
Não sou casada. Não tenho filhos. Sou mulher, solteira e feliz.
Suspeito que neste momento muitos começam a duvidar. Pensam que a última
palavra não está correta? Mulher, solteira e feliz? À sua frente está a imagem de uma
mulher reivindicando, de um jeito desafiador, algo
que talvez ela possa sentir agora…”

A virada do século 19 para o 20 é considerada um marco de uma mudança significativa na linguagem do amor. De acordo com Gunda Windmüller, mestre em Literatura, esse é o momento histórico em que as mulheres começam a desempenhar um papel social no romance; entretanto, nos livros, elas aparecem como figuras trágicas, seduzidas e traídas como Anna Karenina e Madame Bovary, respectivamente, personagens dos escritores Liev Tolstói e Gustav Flaubert.

Em pleno século 21, o conceito do amor romântico permanece reduzindo as mulheres
a um parceiro, relegando às solteiras a condição de coitadas. Com base em estatísticas, digressões históricas e sociológicas, experiências pessoais e entrevistas
com mulheres em idades entre 30 e 60 anos, a jornalista e escritora Gunda desafia a
falsa noção de que somente um relacionamento amoroso confere sentido à vida
feminina. Autora de Mulher, solteira e feliz, ela estreia no Brasil com o lançamento da
obra pela Primavera Editorial. Em tempos de pandemia, o livro está disponível,
inicialmente, na versão digital.

A ideia de escrever o livro surgiu, segundo a autora, quando terminou um
relacionamento de anos e constatou que as pessoas próximas estavam realmente
preocupadas com o presente e futuro dela: casamento, filhos, solidão à noite. “Essas
preocupações me intrigaram, porque eu estava realmente feliz. Foi nesse momento
que percebi o quanto uma mulher solteira desperta pena, inclusive de outras
mulheres. Daí, decidi escrever um livro sobre isso!”, afirma. Sobre a verdadeira
investigação social que fez no processo de construção da obra, Gunda conta que se
deparou com uma série de mentiras que a sociedade conta sobre as mulheres.

Gunda Windmüller, autora de “Mulher, solteira e feliz” . Foto: Divulgação

“A principal é que precisamos nos apressar, porque a vida está prestes a acabar – o que não é verdade. Nós vendemos essa ideia da beleza desaparecendo com a idade; a noção de que tudo se reduz à aparência. Conversei com tantas mulheres na casa dos trinta que sentem, realmente, que as suas vidas estão apenas começando”, afirma.

Dividido em três blocos – Do Amor, Sobre as Mulheres, e Rumo à Liberdade –, a obra
trás investigações sobre o relacionamento clássico; o que o amor fez com o feminino;
ego e a realidade do desejo masculino; o conceito de single shaming (vergonha de ser
solteira); envelhecer sozinha; o melhor de estar sozinha; e o único amor verdadeiro.
Em Mulher, Solteira e Feliz há uma crítica ao papel feminino na construção desse
comportamento em relação aos seus pares – e o quanto as mulheres podem fazer
para que haja uma mudança social que promova uma real transformação.

“Se queremos mudar a narrativa sobre as mulheres, precisamos começar a falar de forma diferente; há uma demanda por sermos mais gentis conosco e com nossas irmãs. Por sermos mulheres, sempre pensamos que devemos ser perfeitas e, quando vemos outras de nós se comportando de maneira ‘não tão perfeitas’, somos rápidas em apontar o dedo, em culpá-las. Esse não é o caminho a seguir”, declara.

Sobre a mensagem que gostaria de trazer para as mulheres solteiras brasileiras,
Gunda responde rapidamente: “Você é o suficiente! A sociedade fala continuamente
que fala, às mulheres solteiras, um parceiro, uma família perfeita, o corpo certo. Mas,
não precisamos de nada disso para sermos completas; somos o suficiente. Pratiquem
o amor a si mesmas; esse é o amor que definitivamente vai durar até o fim”, finaliza.

FICHA TÉCNICA
Título: Mulher, solteira e feliz
Autora: Gunda Windmüller
Categoria: Não ficção, desenvolvimento pessoal
Páginas: 272
Preço sugerido: R$ 29,90 (digital)
Como adquirir? Clique aqui (Primavera Editorial)

SOBRE A AUTORA
Doutora em Literatura, a escritora Gunda Windmüller nasceu em 1980, na Alemanha.
Como jornalista freelancer, colabora com publicações como Die Welt, ze.tt e Huffpost.
Colunas no Huffpost | https://www.huffpost.com/author/gunda-windmaller
Entrevistas recentes
FrauTV | https://www.youtube.com/watch?v=MFnJPxlCyW0
Deutschlandfunk Kultur | https://www.deutschlandfunkkultur.de/gunda-windmueller-weiblich-ledig-gluecklich-sucht-nicht.1270.de.html?dram:article_id=446376

Trechos do livro

Página 17 | “(…) O livro não será sobre como encontrar um homem. Neste livro não
há um manual sobre como uma mulher fisga um homem e, se parecer, me avise…
Vamos esclarecer isso. Este livro trata de histórias. Da minha, da sua, da nossa
história. Conversei com mulheres que me contaram suas histórias. Mulheres na casa
dos trinta, quarenta, cinquenta e mais. Histórias sem homens, histórias com homens.
Conversei com psicólogos e especialistas em sociologia. E estive em um setor que
utiliza o modelo descrito como modelo de negócios.

Com tudo isso, não quero enterrar o amor e declarar os homens como seres inúteis.
De jeito nenhum! Prefiro libertar o amor. Quem liberta o amor não sabe aonde a
história vai levar. Não sei como a minha história continua. Ainda assim, como outras
histórias que relato, ela continua. Não sei se não estarei casada daqui a um ano. E
mãe… Ou mãe. De qualquer forma, não importa. Não muda o fato de que minha
história não precisa de um príncipe para ter um final feliz. Não acredito na moral
desses contos de fadas. Acredito na vida e no poder das narrativas. E por isso
nenhum príncipe surgirá por um motivo muito simples: porque ele não precisa surgir.”

Página 32 |“(…) Solteiras não têm boa reputação, ainda não. Os tempos mudam, mas
mudam lentamente, muito lentamente. A psicóloga Astrid Schütz e seus colegas
conduziram um estudo sobre atitudes em relação a solteiros. Os solteiros não estão em conformidade com a norma, desviam-se dela e não são vistos pelo que têm, mas
pelo que não têm. Por aquilo que supostamente lhes falta.”

Páginas 61 e 62 |“(…) Para as mulheres, a sensação de serem livres no amor, de serem elas mesmas, de serem realmente alguma coisa é bastante nova. Tradicionalmente, tínhamos permissão para fazer muito pouco. Alguns exemplos: ocupar cargos públicos, votar, ganhar dinheiro, herdar – em sua maioria, essas realidades mudaram apenas nos últimos cem anos. O que mudou apenas nos últimos
cinquenta anos é que as mulheres podem manter seu nome após o casamento,
podem ter uma conta corrente própria, podem trabalhar sem a permissão do marido, e
que o estupro no casamento é crime. E mesmo se o relacionamento estivesse em pé de igualdade, as mulheres não tinham esse direito. As mulheres também não tinham direito à escolha, a se apaixonar. As mulheres eram casadas e, no altar, não apenas simbolicamente o poder sobre elas era transferido do pai ao marido, mas juridicamente. Ainda hoje casa-se assim, mas sem a transferência de domínio. Mas o rito permanece: o pai pousa a mão da filha sobre a do homem. As latinhas e os sapatos velhos pendurados no para-choque do carro quando um casal recém-casado parte para a lua de mel são símbolos da violência que cabe ao marido. Toda mulher carrega essa história de falta de liberdade em seu véu de noiva, um véu pelo qual muitas mulheres anseiam.”

Sobre a editora
A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes,
instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder
sobre suas escolhas. www.primaveraeditorial.com

Gostou de “Mulher, solteira e feliz – Obra de Gunda Windmüller é lançada?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais em nosso Caderno Cultural. Confira nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Mulheres Revolucionárias: Hedy Lamarr

Hedy Lamarr foi uma estrela de Hollywood na década de 1940, mas o papel mais interessante que já interpretou, foi ser ela mesma.

A atriz austríaca era razoavelmente famosa em seu país, mas decidiu se aventurar em terras norte americanas para fugir do nazismo.

Certo dia percebeu que um dos clientes de seu marido, Friedrich Mandl, era Benito Mussolini e percebendo a situação em que se encontrava, resolveu se separar. Mandl era um dos homens mais influentes da Áustria e mesmo sendo contra o nazismo, apoiava o fascismo.

Após fugir do casamento, em 1937, foi para os Estados Unidos atrás de uma nova vida. Conseguiu um contrato com o chefe dos estúdios MGM, Louis B. Mayer, e a partir daí sua carreira crescia cada vez mais.

Conforme os anos passavam, Hedy ficava cada vez mais preocupada com a sua família, que ainda estava na Áustria e correndo risco de vida, já que o nazismo estava tomando conta do país.

Aflita com toda a situação, decidiu tomar uma atitude e criar uma espécie de torpedo. Com todos os anos observando seu marido trabalhando, percebeu que o torpedo era o que mais precisava de ajustes, já que até um inimigo poderia interceptar o sinal.

Começou a estudar e montar um plano com seu amigo, George Antheil. Os dois trabalharam nessa invenção por meses, até que conseguiram transmitir um sinal de rádio sem que houvesse nenhuma interrupção ou intercepção. Levaram o projeto para o Conselho Nacional de Inventores e algum tempo depois, o próprio presidente do conselho admitiu a ideia e aconselhou que fosse usado como sistema dentro da Marinha.

Mas quando o projeto chegou aos ouvidos do presidente dos Estados Unidos, ele se recusou a aceitar um projeto de uma mulher.

Foi apenas em 1962, na  Crise dos Mísseis, que experimentaram pela primeira vez em um combate real. Depois de um tempo, o sistema que Hedy havia intentado foi utilizada para criar novas tecnologias, como o WI-FI e o GPS.

Para conhecer mais da vida da atriz, é possível ler o livro baseado em sua história, A Única Mulher, de Marie Benedict. E assistir ao documentário Bombshell.

Gostou de “Mulheres Revolucionárias: Hedy Lamarr?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais sobre o que acontece no História e Luta e no Blog PS toda semana.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Mulheres Revolucionárias: Annette Kellerman

Annette Kellerman nasceu com raquitismo e achou a solução na natação, aos 13 anos já estava saudável mas não desistiu do esporte e conseguiu quebrar vários recordes mundiais. Com tantas conquistas impressionantes, resolveu organizar exibições onde fazia saltos ornamentais e nadava em um aquário repleto de peixes, era uma grande atração e depois de tantos shows, acabou se tornou uma grande empresária.

Mas acabou sendo presa em 1907 pois defendia o direito das mulheres se vestirem como quiserem, época onde usar maiô era proibido, então cometeu atentado ao pudor quando foi vista em uma praia com essa peça de roupa. Ficou presa apenas um dia mas acabou vendo o incidente como uma oportunidade e criou sua própria linha de trajes de banho, sendo todas impróprias para a época.

Alguns anos mais tarde, em 1914, entrou para o mundo cinematográfico fazendo o papel de sereia no filme A Filha de Netuno, onde aparecia de maiô da cor de sua pele e em um filme preto e branco, parecia que estava nua.

Já em 1916 participou do filme A Daughter of the Gods onde desta vez fez uma cena de fato nua, com apenas seus longos cabelos cobrindo seus seios, sendo a primeira cena com nudez nas telonas. A repercussão do filme foi muito grande, chegando a ser censurado em vários lugares, mesmo com o filme e as atuações de Kellerman sendo aclamados pela crítica.

Após ter feito toda sua carreira nos Estados Unidos, ao final de sua vida decidiu voltar para o país onde nasceu, na Austrália, para levar uma vida tranquila com seu marido até morrer, em 1975.

Gostou de “Mulheres Revolucionárias: Annette Kellerman?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais sobre o que acontece no História e Luta e no Blog PS toda semana.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

Mulher pode retomar nome de solteira, segundo autorização do STJ

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou uma mulher pode retomar seu nome de quando solteira. Ela alegou abalo emocional e psicológico, para voltar a usar o nome de solteira, por não ter se adaptado ao nome de casada.

Embora não haja previsão legal para o procedimento, a relatora ministra Nancy Andrighi, destacou que, nesse tipo de caso, “deve sobressair, a toda evidência, o direito ao nome enquanto atributo dos direitos da personalidade”.

A relatora destacou que a mudança de nome não necessariamente prejudica a identificação da pessoa, que pode ser feita pelos números de documentos como CPF e RG, por exemplo.

À Justiça, a mulher alegou que a adoção do nome do marido lhe gerou desconforto por ter ocorrido em detrimento ao sobrenome do pai, que se encontra em vias de sumir, pois os últimos familiares que o carregam estão em grave situação de saúde. Por esse motivo, ela desejava retomar o uso do nome de solteira, para que ele não deixe de existir.

A mulher conseguiu uma primeira decisão favorável, mas que depois foi revertida em segunda instância, motivo pelo ela qual recorreu ao STJ.

Conforme o voto da relatora, o STJ reconheceu que as justificativas para a mudança de nome não eram frívolas e que o tribunal tem cada vez mais flexibilizado as regras que disciplinam as trocas de nome, de modo a amoldá-las a uma nova realidade social.

A ministra Nancy Andrighi reconheceu que ainda é comum as mulheres abdicarem de parte significativa de seus direitos de personalidade para incorporar o sobrenome do marido, devido a motivos diversos, entre os quais a histórica dominação patriarcal e o desejo de usufruir do prestígio social do nome. A evolução da sociedade, contudo, tem reduzido a fenômeno, acrescentou ela.

A adoção do nome do marido ao se casar é facultativa no Brasil desde os anos 1960. A partir do Código Civil de 2002, o marido também pode acrescentar o sobrenome da mulher ao seu. A legislação prevê que o nome de solteira pode voltar a ser adotado em alguns casos específicos, entre os quais o divórcio e a condenação do cônjuge na esfera criminal.

Fonte Agência Brasil

Gostou de “Mulher pode retomar nome de solteira, segundo autorização do STJ?

Fachada do edifício sede do Superior Tribunal de Justiça (STJ)

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais sobre o que acontece no ABC Cidades todo dia no Grande ABC.

10 filmes e documentários para entender o feminismo

É importante que todos entendam como é ser uma mulher e que tenham conhecimento sobre a luta que as mulheres passam todos os dias. Então aproveite o mês das mulheres para atualizar sua lista de filmes e documentários, assim, você pode entender melhor sobre o que realmente é essa batalha.

Miss Representation 

She’s beautiful when she’s angry

Virou o jogo: a história de Pintadas

Nanette

 As Sufragistas 

Explained 

Feminists: what were they thinking

Estrelas Além do Tempo

Libertem Angela Davis 

Mary Shelley

Conhece algum filme ou documentário que não foi citado nessa lista? Deixe nos comentários!

Gostou de “10 filmes e documentários para entender o feminismo”?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais sobre o que acontece no História e Luta toda semana no Grande ABC.

Mês da Mulher em Santo André tem programação especial

Neste mês de março, em que se celebra o Dia da Mulher, a Secretaria de Educação de Santo André promove uma série de atividades online para comemorar a data e garantir que o período dedicado a lembrar a importância da luta das mulheres por seus direitos não passe em branco, em meio à pandemia do coronavírus. 

O início é nesta segunda-feira (08/03), no próprio Dia Internacional da Mulher, quando a Sabina Escola Parque do Conhecimento mostra, em suas redes sociais, e também no portal, um filme que homenageia grandes mulheres que se destacaram no segmento científico e na defesa dos direitos das mulheres no Brasil e no mundo.

O filme “Mulheres da Ciência” é uma produção da própria Sabina que traz, entre outras, a história da primeira astrônoma brasileira, Yeda Ferraz Pereira.

Conta ainda a história de vida da bióloga Bertha Lutz, que além de seu trabalho de pesquisa com anfíbios, destacou-se na luta pelos direitos femininos nas décadas de 1920 e 1930, e da primatóloga britânica Valerie Jane Morris-Goodall, responsável por importantes descobertas sobre o comportamento de chimpanzés, o que revolucionou a compreensão do homem sobre os animais.

Também neste dia (08/03), tem início a programação especial da Educação de Jovens e Adultos (EJA), composta por diversas oficinas que oferecem parte de conteúdos disponíveis nos cursos da EJA com formação profissional, a EJA – FIC (Educação de Jovens e Adultos – Formação Inicial e Continuada).

As atividades chamada “Beleza, Cuidados e Autoestima”, feita em parceria com a FAUSCS (Fundação de Apoio à Universidade Municipal de São Caetano do Sul), são abertas a todos os interessados. O tema Rotina e cuidados dos cabelos abre a programação às 17h.

Já no dia 16 de março, a oficina trará informações sobre como realizar os cuidados e o relaxamento de pés e mãos, com a oficina Spa para Pés e Mãos.

Um dos conteúdos traz informações sobre a realização de esfoliação e hidratação das mãos e dos pés, técnicas para prevenir calosidades e ressecamento dos pés e dicas caseiras para o relaxamento.

No dia 25 de março, quem acompanhar a oficina, que também é às 17h, vai aprender técnicas de maquiagem para o dia a dia, com informações que ajudarão a escolher a melhor maquiagem para cada tipo de pele, aprender a corrigir imperfeições, a melhor forma de usar base, blush, entre outras dicas.

Já a Escola Municipal de Educação Ambiental/ Parque Escola promoverá uma programação de oficinas e palestras ao vivo pelo canal da instituição parceira, a Iprodesc (Instituto de Proteção ao desenvolvimento Científico) no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCMHRJ_hJvEWZqrk1bKpd6cw).

As mulheres inspiradoras com trabalho de destaque na preservação do Meio Ambiente serão tema da primeira atividade, que acontece na próxima sexta-feira (12) às 15h. Na sexta-feira seguinte (19), também às 15h, o tema é “Plantas medicinais para o bem-estar feminino”.

A programação muda de foco apenas no dia 22, Dia da Água, quando acontece a palestra sobre a “Água, a essência da vida: Ambientes aquáticos e sua importância”. Mas as mulheres voltam à pauta dia 28 de março, com a palestra que encerra a programação: “O Poder da Natureza: Mulheres descubram como aproveitar esse benefício”. Todas as palestras acontecem às 15h.

Não é preciso realizar inscrição em nenhuma das atividades.

Gostou de “Mês da Mulher em Santo André tem programação especial”?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais sobre o que acontece no ABC Cidades todo dia no Grande ABC.

Coordenador de Manutenção Industrial no Grande ABC

A oportunidade no Grande ABC para coordenador de manutenção industrial é através do HS Group. Candidatos deverão enviar currículos por email, conforme detalhado logo abaixo. Vaga imediata, e o envio de currículo deve ser feito até sexta-feira que vem (05/03/2021).

OBS: Apenas divulgamos as vagas, não solicitamos nenhum dado pessoal ou currículo. Nos canais abaixo compartilhamos mais publicações sobre vagas, NUNCA exigimos cadastro no Jornal Grande ABC. Responsabilidade das ofertas é por parte dos contratantes.

Grupo de divulgação de vagas no Facebook (clique aqui)
Canal de divulgação de vagas no Telegram (clique aqui)

Oportunidade no Grande ABC

COORDENADOR DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

Escolaridade: Nível técnico em Mecatrônica, Eletrônica ou Mecânica
Desejável: Superior em Engenharia
Conhecimentos: Experiência em liderança, gestão de equipe, PLC Allen Bradley, Siemens, Honeywell , Weg, Comandos elétricos, Automação, Pneumática e hidráulica Experiência comprovada na função
Salário Inicial: a combinar
Horário: a combinar
Residir em: Diadema / São Bernardo do Campo / Santo André / São Caetano do Sul / Mauá
Disponibilidade de horário e Início Imediato

Candidatos que atendam aos requisitos, encaminhar CURRÍCULO atualizado até o dia 05/03/2021, para o e-mail: r.soares@hsgroupbrazil.com.br
Necessário mencionar no campo “Assunto“: COORDENADOR DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL.

Mais Vagas no Grande ABC

Gostou de “Coordenador de Manutenção Industrial”?

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email, assim que estiverem online. Aproveite e leia sobre Carreiras e Trabalho, com os ensinamentos do coach e palestrante Rogério de Caro.

8 mulheres negras que fizeram história

  • Claudette Colvin
Imagem do Google

A garrota se recusou a ceder seu assento no ônibus para uma mulher branca e se mudar para a parte de trás do ônibus no Alabama, Estados Unidos, em 1955. Claudette fez isso nove meses antes de Rosa Parks fazer o mesmo. Depois disso, foi levada para a prisão onde ficou até sua mãe buscá-la e pagar fiança.

  • Shirley Chisholm 
Imagem do Google

Em 1968 tornou-se a primeira mulher negra a ser eleita para o Congresso dos Estados Unidos e poucos anos mais tarde, também tentou se candidatar para a presidência do país.

  • Henrietta Lacks
Imagem do Google

No ano de 1951, Henrietta foi diagnosticada com cancêr cervical. Decidiu então enviar uma amostra de suas célular para um laboratório para ajudar nos estudos medicinais. Suas célular eram tão especiais e diferentes das outra que ficaram conhecidas como células “HeLa”, elas são usadas para estudar os efeitos de drogas, hormônios e vírus no crescimento de células cancerosas, sem precisar fazer experiências em humanos.

  • Ruby Bridges
Imagem do Change.org

Ruby foi a primeira criança negra a se dessegregar e ter seus estudos garantidos em uma escola apenas para brancos, no ano de 1960, quando tinha apenas 6 anos.

  • Dr. Rebecca Lee Crumpler
Imagem do Google

Após anos de estudo, Rebecca se tornou a primeira mulher afro-americana a se tornar doutora em medicina nos Estados Unidos.

  • Alice Allison Dunnigan
Imagem do Google

A jornalista Alice foi a primeira mulher negra a virar correspondente na Casa Branca e também integrou as galerias de imprensa do Senado e da Câmara dos Representantes

  • Mae C. Jemison
Imagem do Google

Jemison se tornou a primeira mulher a ser admitida no programa de treinamento de astronautas da NASA e apenas alguns anos mais tarde, em 1992, ela finalmente se tornou a primeira mulher negra a ir para o espaço, servindo como especialista em missões a bordo do Ônibus Espacial Endeavour.

  •  Daisy Lee Gatson Bates 
Imagem do Google

A ativista, advogada e editora criou um jornal chamado Arkansas State Press, com foco nos direitos civis. Ficou conhecida após defender o chamado The Little Rock Nine, um grupo de jovens que queriam o direito de estudar em uma escola que apenas brancos frequentavam.

Auxiliar de Produção e Auxiliar de Inspeção no Grande ABC

As oportunidades no Grande ABC para auxiliar de produção (masculino e feminino) e auxiliar de inspeção são através do HS Group. Candidatos deverão enviar currículos por email, conforme detalhado logo abaixo. Vagas imediatas, e o envio de currículo deve ser feito até a próxima sexta-feira (26/02/2021).

OBS: Apenas divulgamos as vagas, não solicitamos nenhum dado pessoal ou currículo. Nos canais abaixo compartilhamos mais publicações sobre vagas, NUNCA exigimos cadastro no Jornal Grande ABC. Responsabilidade das ofertas é por parte dos contratantes.

Grupo de divulgação de vagas no Facebook (clique aqui)
Canal de divulgação de vagas no Telegram (clique aqui)

Auxiliar de Produção e Auxiliar de Inspeção

AUXILIAR DE PRODUÇÃO

Escolaridade: Médio Completo
Cursos: Qualidade / Informática
Atividades: Seleção, inspeção, conferência de materiais, elaboração, preenchimento de relatórios, experiência e conhecimento em peças e estamparia.
Experiência: Mínimo 6 meses em Indústria
Salário Inicial: a combinar
Horário: a combinar
Residir em: Diadema / São Bernardo do Campo / Santo André / São Caetano do Sul / Mauá
Disponibilidade de horário e Início Imediato

Candidatos que atendam aos requisitos, encaminhar CURRÍCULO atualizado até o dia 26/02/2021, para o e-mail: r.soares@hsgroupbrazil.com.br
Necessário mencionar no campo “Assunto“: AUXILIAR DE PRODUÇÃO

AUXILIAR DE INSPEÇÃO

Escolaridade: Médio Completo
Cursos: Qualidade / Informática
Atividades: Seleção, inspeção, conferência de materiais, elaboração, preenchimento de relatórios, experiência e conhecimento em peças e estamparia.
Experiência: Mínimo 6 meses em Indústria
Salário Inicial: a combinar
Horário: a combinar
Residir em: Diadema / São Bernardo do Campo / Santo André / São Caetano do Sul / Mauá
Disponibilidade de horário e Início Imediato

Candidatos que atendam aos requisitos, encaminhar CURRÍCULO atualizado até o dia 26/02/2021, para o e-mail: r.soares@hsgroupbrazil.com.br
Necessário mencionar no campo “Assunto“: AUXILIAR DE INSPEÇÃO

Mais Vagas no Grande ABC

Gostou de “Auxiliar de Produção e Auxiliar de Inspeção”?

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email, assim que estiverem online. Aproveite e leia sobre Carreiras e Trabalho, com os ensinamentos do coach e palestrante Rogério de Caro.

Mulheres revolucionárias: Wu Yi

Wu Yi, também chamada de senhora de ferro na mídia chinesa, foi a vice-primeira-ministra da China entre 2003 e 2008. Ficou famosa por denunciar os Estados Unidos de politizar problemas comerciais entre os dois países.

Ela foi uma das líderes mais visíveis da sua época. Ficou conhecida por ser Ministra da Saúde durante o surte de SARS.

Imagem do Google

Na China é difícil encontrar mulheres no poder até os dias de hoje, quanto mais alto o papel na hierarquia politica, menor é a porcentagem de mulheres ocupando estes cargos.

“Eles reinam na política chinesa onde existe uma atmosfera de clube, são todos velhos amigos”, disse a historiadora Leta Hong Finche em entrevista para o Partido Comunista Chinês sobre a masculinidade dentro do mundo político do país.

Mesmo assim, Wu conseguiu entrar para a lista de mulher mais poderosa do mundo, ficando em terceira lugar, depois da chanceler alemã Angela Merkel.

Atualmente ela vive aposentada e longe da vida pública.

Mulheres Revolucionárias: Cristina da Suécia parte II

Caso tenha perdido a primeira parte desta história, clique aqui.

Embora Cristina odiasse que a rotulassem com qualquer assunto feminino, todos esperavam que ela se casasse para que o país tivesse um rei governante e logo produzissem herdeiros para o trono. Logo em 1630, os planos de casamento já estavam sendo feitos, mesmo que ela ainda tivesse 4 anos de idade.

A ideia era que ela se casasse com seu primo Frederico Guilherme, com 11 anos na época, mas pouco tempo depois perceberam que o acordo não iria funcionar e logo foram em busca de um novo pretendente mas o mesmo problema aconteceu com o novo futuro marido, o filho do rei Cristiano IV da Dinamarca, Ulrich, 15 anos mais velho que a garota.

O grande problema que ninguém queria aceitar era que a futura rainha não queria dividir seus direitos reais com ninguém.

Imagem do Google

Alguns anos mais tarde uma nova chance estava acontecendo, aos olhos dos conselheiros reais. Um novo romance estava acontecendo, e dessa vez foi completamente pelo acaso. Cristina havia se apaixonado por seu outro primo, Carlos Gustavo, filho do Conde Paladino, com quem havia sido amiga desde a infância.

Mas logo perceberam que para ela, era mais uma aventura romântica do que um relacionamento sério. A rainha adorava encontros escondidos, cartas e declarações de amor mas sempre tomava o devido cuidado para não se comprometer demais com ninguém.

Quando fez 18 anos e o Conselho de Regência foi dissolvido sem nenhum casamento próximo a acontecer. Foi só 5 anos mais tarde que a rainha resolveu tornar Carlos Gustavo o seu herdeiro oficial, fez um discurso onde afirmava que nunca iria se casar pois sua personalidade não servia para aquilo, mesmo que já tivesse rezado inúmeras vezes para que conseguisse.

E assim se fez, ao longo dos anos a rainha nunca se casou mas de tempos em tempos tinha casos amorosos que causavam escândalos.

Em 1665, começou a se aventurar com o Coronel da Guarda da Rainha e Embaixador Extraordinário na França. Cristina até ajudou a pagar dívidas de seu amante real até o fim do relacionamento entre os dois, onde já havia engatado outro interesse romântico com uma de suas serventes, conhecida como Belle. Essa aventura se tornou altamente polêmica, principalmente com pessoas mais conservadoras como o embaixador inglês Bulstrode WhiteLocke, quando Cristina disse em uma conversa que Belle era tão bela por fora quanto por dentro.

Mesmo depois de abdicar sua coroa, anos mais tarde, para seu primo, continuou com sua vida cheia de aventuras até morrer, fazendo muitos amigos e inimigos ao longo dos anos.

Mulheres Revolucionárias: Cristina da Suécia parte I

A quarta e única sobrevivente filha dos reis Gustavo Adolfo II e Maria Eleonora era Cristina. Assim que a garota nasceu, em 1626, foi considerada menino e só mais tarde perceberiam que era uma garota. até hoje

Imagem do Google

Mesmo que não seja possível descobrir o motivo da confusão, Cristina teria de carregar piadas com seu nome por toda a vida.

Mesmo assim, ela dizia que quando era criança, tinha aversão por todas as coisas de “menina”, como roupas apertadas e espalhafatosas. Ao contrário do que normalmente acontecia, pois apenas homens eram ordenados a terem uma educação rigorosa, o rei Gustavo havia instruído sua filha a ser muito estudiosa e ela chegava a estudar 12 horas por dia. Ela se interessava por todos os assuntos que na época eram masculinos, como política, literatura e história.

Tal intelecto foi muito bem recebido quando o rei morreu em combate na Guerra dos Trinta Anos e com isso, Cristina se tornaria a rainha da Suécia.

Com a morte de seu marido, em 1632, Maria Eleonora ficou entrou em um luto eterno, obsessiva com rituais, rezas e escuridão, já que ordenou que todas as peças do castelo agora fossem pretas, para que não entrasse luz solar. Além disso, colocou um caixão ao lado de sua cama com o coração de Gustavo dentro dele e obrigava que sua filha, agora rainha, dormisse ao seu lado todos os dias durante 3 longos anos.

Essa experiência marcou profundamente Cristina, que começou a se questionar sobre os ensinos religiosos que havia recebido e mostrou que pensava por si própria.

Alguns anos mais tarde, em 1651, planejava se converter para o catolicismo mesmo sabendo que essa atitude não seria aceita pela Suécia luterana e que não poderia continuar sendo a rainha do país.

Já em 1654, com certeza de sua fé, fez um plano com um companheiro, o Conde Christophe Von Donha, e resolveu trocar de lugar com ele. Vestida como Conde, viajou escondida para Roma, onde foi recebida com muita pompa, o que normalmente não acontecia com mulheres daquela época, mas o papa desejava celebrar mais uma rainha convertida pois precisava restaurar a imagem da Igreja, que havia sido desgastada pela revolta protestante.

Já a cerimonia de abdicação da rainha, que aconteceu no mesmo ano, foi diferente pois quando Cristina ordenou que tirassem sua coroa, ninguém se adiantou para cumpri-la mas no final do dia, estava sem os trajes reais e o herdeiro que ela havia apontado, rei Carlos X, foi coroado. Sem despedidas oficiais, foi em direção à fronteira dinamarquesa com uma pequena escolta de 4 pessoas.

Imagem do Google

Após passar por países como Alemanha e Países Baixos, foi recebida pela Igreja Católica em Bruxelas. Após sua comunhão, adotou o segundo nome de Alexandra, o que poderia ser uma homenagem ao papa Alexandre VII.

Quando voltou para Roma, primeiramente foi uma convidada muito querida mas após alguns anos, começou a ser inconveniente pois era esperado de uma mulher católica ser modesta e pura mas Cristina era o oposto. Logo as intrigas e comentários começaram a surgir pois ela frequentava teatros com conteúdos de baixo calão e tinha vários amantes.

Vendo que não tinha mais futuro ali, tentou voltar ao poder real em 1668, mas dessa vez na Polônia. Com uma monarquia eletiva, pensou que teria chances de conseguir a coroa mas o povo dali queria um homem para os liderar, não uma mulher com a reputação manchada com inúmeros escândalos.

Depois de perder mais uma vez a coroa, decidiu viver no Palazzo Riario e voltou a focar em seus estudos. Patrocinando expedições arqueológicas, promoveu o teatro e muito mais. Em pouco tempo o Palazzo Riario ficou conhecido por suas atividades culturais e intelectuais.

Quando morreu, em 1689, seu corpo foi velado com uma grande cerimonia.

Mulheres Revolucionárias: Mary Kenner

Mary Kenner foi a responsável pelo desenvolvimento do absorvente feminino, porém a discriminação racial impediu que sua invenção fosse levada a sério por 30 anos.

Imagem do Google

Com seu perfil criativo, garantiu uma vaga na Universidade de Howard mas não conseguiu terminar por conta de problemas financeiros, mesmo assim não desistiu de suas ideias geniais.

Kenner desenvolveu inúmeras ideias e patentes ao longo dos anos, como o porta-papel higiênico feito especialmente para pessoas cegas ou com artrite e uma esponja que sugava a água do guarda-chuva para que não molhasse o chão quando estivesse secando. Depois que sua irmã, Mildred, desenvolveu esclerose múltipla, criou acessórios para andadores que ajudariam pessoas com deficiências físicas.

Uma de suas invenções foi um cinto higiênico ou guardanapo sanitário. Mary conseguiu criar uma espécie de absorvente que reduzia as chances da menstruação vazar e as mulheres adoraram a ideia. Em 1956, conseguiu sua patente e logo uma empresa entrou em contato mostrando interesse em sua ideia mas assim que a reunião presencial aconteceu, descobriram que era uma mulher negra e descartaram a possibilidade de parceria imediatamente. Dessa forma, ela nunca conseguiu dinheiro com sua invenção pois a patente expirou e virou domínio público.

Mesmo com tantas invenções importantes e criativas, Kenner nunca conseguiu ganhar dinheiro ou fama, mas até os dias de hoje continua sendo a mulher negra (americana) com mais invenções produzidas.

Antes de falecer, em 2006, contou sobre sua vida para a escritora Zing Tsjeng. Hoje sua história faz parte da coleção de livros Mulheres Esquecidas.

Leia mais em Blog PS e História e Luta.

Gostou da matéria “Mulheres Revolucionárias: Mary Kenner”?

Assine nossa Newsletter e fique por dentro das notícias, assim que publicadas, ou como desejar. Para periodicidade, confira informações no email recebido.

Obrigado pela visita e leitura, volte sempre!

Calçados Retrô

Como podemos acompanhar a moda estas duas últimas coleções, vimos muitas cores e formatos diferentes quando falamos em calçados, incluindo os retrô.

Os tamancos voltaram com tudo, temos eles com salto quadrado, salto fino, em inúmeras cores.

Calçados Retrô estão na moda

As cores vivas estão em alta, verde, rosa, lilás, azul e as cores metalizadas também.

Podemos observas que as tiras são sensações do momento assim como nó e trançados.

Escolha o modelo que fique mais confortável e caia nesta moda

Por Jéssica Ereno – Estilista Profissional @jessica_ereno
Proprietária da Amora Rica – Loja online @amorarica

SOBRE AMORARICA

Muito prazer sou Amora e irei te contar como tudo começou. Nascida e criada por uma mãe costureira, desde pequena acostumada com os ruídos das maquinas, retalhos e linhas espalhados pelo quarto.

Jornal Grande ABC

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Sendo assim, nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

Quer receber mais notícias, em qualquer momento, como esta Calçados Retrô? Então, assine nossa Newsletter, basta inserir seu e-mail logo abaixo, e receba as publicações todos os dias.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

É um prazer ter você conosco. Aproveite para deixar comentário aqui embaixo. Salve nosso Site. Volte Sempre!

A cara do movimento sufragista

A cara do movimento sufragista: conheça como as mulheres lutaram por seus direitos

Entre os séculos XIX e XX, um grande movimento ocorreu em vários países, esse movimento defendia o direito da mulher ao voto. O voto feminino era negado por motivos sexistas dentro da política, pois essa área era exclusiva de homens. Dessa forma, a prerrogativa usada na época era de que as mulheres eram incapazes de atuar nesse meio. Todavia, mesmo sem nenhuma ter sequer uma oportunidade de provar o contrário.

Onde teve início a cara do movimento sufragista?

O movimento começou a surgir quando mulheres da classe burguesa que tiveram acesso à educação perceberam que embora a democracia reinar, muitas injustiças ainda eram visíveis.

Imagem por Pirata Cultural

O primeiro país a reconhecer esse direito foi a Nova Zelândia, em 1893. Um dos grandes nomes por trás desse sucesso era Kate Sheppard, que defendia inúmeras causas ligadas ao movimento. Por exemplo, como a organização de reuniões, projetos e petições ao Parlamento, a abolição de roupas restritivas como o espartilhos e também promovia atividades físicas em uma época que esporte não era uma área muito feminina.

Kate Sheppard
Imagem do Google

Assim como Sheppard, muitos nomes ficaram famosos ao redor do mundo. Como Emmeline Goulden Pankhurst, a fundadora (juntamente com seu marido, Richard Marsden Pankhurst) da Liga Do Voto das Mulheres, uma organização muito importante para o movimento ocorrido na Inglaterra.

Emmeline Goulden Pankhurst
Imagem do Google

É importante citar Millicent Fawcet, a líder do movimento na Inglaterra, presidente da União Nacional das Sociedades de Sufrágio Feminino. Além disso, de também fundadora do Newnham College, uma universidade inglesa voltada para mulheres.

Millicent Fawcet
Imagem do Google

Outro nome é o de Annie Kenney, uma trabalhadora que lutava por seus direitos. Todavia, ficou famosa quando foi presa com um grupo de mulheres (mulheres como Christabel Pankhurst, a filha de Emmeline, faziam parte deste grupo) sob acusações de suposta agressão contra o ex-secretário de Estado das relações exteriores e da Commonwealth, Sir Edward Grey.

Annie Kenney
Imagem do Google

A cara do movimento sufragista nos filmes

Então, para entender melhor a história deste movimento, é possível assistir filmes que abordam o tema.

  •  As Sufragistas de 2015
  • Our Times, de 2002
  • Anjos Rebeldes, de 2004
  • License to Thrive, de 2008

Jornal Grande ABC

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

Quer receber mais notícias, em qualquer momento? Assine nossa Newsletter, basta inserir seu e-mail logo abaixo, e receba as publicações todos os dias.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

É um prazer ter você conosco. Aproveite para deixar comentário aqui embaixo. Salve nosso Site. Volte Sempre!

Plano Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio

O Governo Federal instituiu, nesta quarta-feira (9), o Comitê Intersetorial que ficará responsável pela elaboração do Plano Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio (PNEF). De acordo com o decreto assinado pelo presidente da República Jair Bolsonaro, o grupo atuará no âmbito do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e vai levar em conta ações integradas com ênfase no feminicídio íntimo.

“Juntos, o nosso ministério e o Ministério da Justiça estão construindo um plano nacional de enfrentamento ao feminicídio. Os números estão aí. Só o Ligue 180 registrou aumento de 39% no número de denúncias de violência contra mulher este ano. Nós temos que dar uma resposta imediata. Por isso, o plano chega no momento que o Brasil mais precisa. Mulheres estão sendo assassinadas”, afirmou a ministra.

Para a titular da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), Cristiane Britto, a política voltada para mulheres em situação de violência precisa ser transversal. “Temos certeza de que o Comitê irá realizar um trabalho consistente que nos permitirá avançar no combate ao feminicídio”, afirmou.

Além de representantes da SNPM e da Secretaria Nacional da Criança e do Adolescente (SNDCA), que integram a estrutura do MMFDH, vão integrar o comitê membros do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Ministério da Cidadania; Ministério da Saúde (MS); e Ministério da Educação (MEC).

Todos os integrantes titulares e respectivos suplentes serão indicados pelos órgãos que representam e designados pela titular do MMFDH, ministra Damares Alves.

As reuniões, que podem ocorrer de maneira presencial e por videoconferência, vão ser realizadas a cada 15 dias de forma ordinária e, em caráter extraordinário, sempre que convocadas pelo presidente do comitê. O horário de início e de término dos encontros, assim como a pauta de deliberações, vão ser especificados no ato de convocação.

Para a deliberação será necessária a maioria absoluta dos participantes. Já nas votações, para o quórum de aprovação, basta a maioria simples.

O trabalho do Comitê Intersetorial terá a duração de dois meses. Mas, em caso de necessidade, o prazo pode ser prorrogado, uma única vez, por igual período. Após aprovada a minuta do Plano Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio e elaborado o relatório de atividades, o grupo será extinto.

Câncer do colo do útero é uma doença prevenível e curável

A cada 90 minutos 1 mulher morre de Câncer do colo do útero (ou Câncer Cervical). Por isso, órgãos internacionais estão se mobilizando desde o início do ano para lançar planos de erradicação.

O câncer cervical tem relação com infecções frequentes pelo Papiloma vírus Humano HPV

Portanto, a OMS lança o desafio da erradicação do câncer de colo do útero com três metas:

Vacina HPV: calendário escolar9 -14 anos.
Rastreamento cervical: Papanicolau, colposcopia.
Tratamento: Conização, traquelectomia minimamente invasivas, histerectomia parcial/total, quimioterapia, braquiterapia, radioterapia.

Esse ano foi o marco contra o Câncer cervical a revista científica the Lancet publicou artigo no assunto.

Assim, o Ministério da saúde junto aos órgãos representativos no Brasil já aderiram as Estratégias de erradicação do câncer cervical!

Live

Nesse sentido, os principais e renomados ginecologistas brasileiros se reuniram em uma live na plataforma do Youtube para alinhar estratégias sobre o tema.

Dicas para prevenir o Câncer do colo do útero

Mulheres entre 25 e 64 anos devem fazer o exame preventivo do câncer do colo do útero a cada três anos. 
As alterações das células do colo do útero são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou). Dessa forma, são curáveis na quase totalidade dos casos. Por isso, é importante a realização periódica deste exame. Sendo assim, tão importante quanto fazer o exame é saber o resultado, seguir as orientações médicas e o tratamento indicado.

Vacine contra o HPV as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos.
A vacinação contra o HPV, disponível no SUS, e o exame preventivo (Papanicolaou) se complementam. Em outras palavras, como ações de prevenção do câncer do colo do útero. Mesmo as mulheres vacinadas, quando chegarem aos 25 anos, deverão fazer um exame preventivo a cada três anos, pois a vacina não protege contra todos os subtipos do HPV.

Informações presentes no site do INCA

Mulheres Revolucionárias: Catarina, a Grande

Catarina nasceu na Pomerânia, a atual Polônia, em 1729.C Era conhecida como Sophie Friederike Auguste, ou apenas princesa von Anhalt-Zerbst, antes de se casar com Pedro III da Rússia.

Antes de seu casamento, era pouco provável de que conseguisse subir ao trono mas o que ninguém esperava era que Sophie seria uma das rainhas mais famosas da história.

Seu pai era um homem de confiança dos czares da Rússia e Isabel, a czarina, tinha uma afeição especial pela garota.

Para conseguir entrar em acordo matrimonial com o filho do rei, Sophie teve que mudar seu nome e sua religião para conseguir se adaptar à cultura local.

Imagem do Google

Em janeiro de 1762, com a morte de Isabel, os príncipes finalmente subiriam ao trono. Mas essa coroa não ficaria muito tempo na cabeça de Pedro III pois em setembro do mesmo ano, foi assassinado e Catarina assumiria o poder total da coroa.

O amante de Catarina, Gregori Orloff, estava organizando um plano para derrubar o czar há muito tempo, mas acabou sendo descoberto e, correndo o risco de serem condenados por traição ao rei, os dois amantes resolveram dar um golpe de Estado para Catarina ficasse com todo o poder e assim, não fossem decapitados. Mesmo com o golpe, Orloff estava receoso de que o rei ainda conseguisse se vingar e o matou.

Após descobrir o que havia acontecido com seu marido, Catarina tratou de cortar relações com seu amante para que ninguém suspeitasse de sua ligação com o assassino.

Mesmo com todos os escândalos que a envolviam, ela foi uma grande rainha pois teve de lutar contra o Império Otomano durante todo o seu reinado e obteve vitória todas as vezes. Também anexou inúmeros territórios ao Império, fazendo com que a Rússia chegasse ao Mar Negro que é de extrema importância para o transporte comercial.

Além disso, foi ela quem inaugurou a Universidade de Moscou e a Academia Russa. Além de ser diretora da Academia Imperial das Artes, atualmente conhecida como Academia Russa das Ciências e fazia parte do membro da  Academia Real de Ciências da Suécia.

Durante todo seu reinado, Catarina melhorou profundamente o ensino das artes e ciências, tanto que foi a primeira mulher da história a comandar uma academia nacional de ciências.

Lolyta ou Lolita?!?

A sonoridade é a mesma, rsrs.
Tem romances, música brasileira.

Mas primeiramente, esqueça tudo, desconfigure-se, desmistifique-se, abstraia o saber e foque no jeito Lolyta de ser!

Vamos lá…
Não aprecio justificativas na escrita, torna cansativo, longo e até desinteressante, porém percebi que neste caso é necessário.

Atentem a grafia,
Lolita tem história.
E Lolyta como a outra face da moeda, uma reflexão feminina voltada para uma mulher adulta, cheia de encantos e poder.

Lolita tem sua triste história, pelo fato da introdução a vida sexual precoce,  a qual repúdio e discordo com as atitudes do passado, onde as moças eram forcadas, a práticas sexuais, geralmente por  “um qualquer” que tivesse posses para tal atividade. 

De alguma forma , em um determinado momento, foi  visto por um outro ângulo, notou-se o poder: Encantamento.

Lolita foi vítima de uma sociedade machista tempos atrás.
Infelizmente ainda existem vestígios desse repulsivo comportamento nos dias atuais, onde os “bárbaros” usam a força.
Lolita, passou a ser temida e perigosa, devido seus encantos  e pouca idade, inconsequente, assim era julgada.
Lolita não refere-se a uma, mas sim a um grupo de moças que eram obrigadas a tal.

Sinto um nó na garganta, só de pensar.
Notório que o gênero feminino ainda é visto como presa, resquícios da antiga civilização, que nos dias atuais, o culpado se torna vítima e a vítima , essa só Deus pra consolar.
Onde deveria haver justiça, a injustiça se fez predominante.

Lolita’s muitas não se rendiam ao medo, moças jovens de pouca idade, eram afanadas pelo desejo alheio, trocadas como se fossem objetos e devido tantas dores faltava-lhes maturidade.

Notem que  Lolita  é referência feminina, usada para classificar meninas precocemente “sexuais”, associada a ninfetas. Argrrrrr

Mas a Lolyta que me refiro é aos termos de descobertas da feminilidade, de usar um batom com segurança, de nos sentirmos mais: poderosas, femininas, certas de nós, intocáveis, permissíveis (escolha) se assim desejar, sexy’s, o auge da sensualidade, sedutora, criativa.

Tudo que envolver mais é válido
Força, coragem, determinação, vontade, fé
Uma extraordinária “Mulher Maravilha” da vida real.
Autossuficiente, capaz, imperativas, não “sugestionável”, (sugestionável, deixa em uma situação de  vulnerabilidade extrema), este não é o objetivo.

É uma introdução atípica contraditória, enfim…
Continue que chegarei onde devemos estar.
Agora em partes.

Quem nunca teve a sensação de ter inúmeras de si em apenas uma?!?

Quem nunca teve um turbilhão de anseios, desejos, medos e inquietações?!?

Alguém se identifica?!?
Se sim, acredito que somos a maioria.
Se não, meus parabéns por tamanha confiança, esse é o exemplo de poder pleno.

Todos somos um misto de sentimentos, ideias e ideais, variamos da alegria a tristeza  (risada e choro) , do amor ao ódio, isso em fração de segundos e simplesmente partimos da infância a idade adulta e vice e versa, devido a leveza que podemos lidar com os acontecimentos diários (muitos afirmam que idade é coisa da cabeça), rsrsrs
Variamos da insanidade a sanidade, levadas por impulsos de certos momentos.

É a tal “Loucura Sadia”, aquela que naturalmente temos, seja no tocar da campainha do vizinho e sair correndo, seja em não exitando e se rendendo , seja sendo racional por conta da maturidade, (afinal é necessário desenfrear uma hora na vida).

Imensurável é  sentir a adrenalina percorrendo nas veias uma boa dose de serotonina, deitar- se , adormecer sem culpa, sentir-se plena e com alegria, todos os momentos são únicos, estar e ser alegre é o principal objetivo e bem estar.

Mas como no real não configura assim, o contexto em si tbm é misto , temos dias excelentes, mais ou menos aos ruins.

Seja atrevida, seja Lolyta
Siga em frente
O infinito é o limite!!, ॐ∞

Jornal Grande ABC

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

Quer receber mais notícias, em qualquer momento? Assine nossa Newsletter, basta inserir seu e-mail logo abaixo, e receba as publicações todos os dias.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

É um prazer ter você conosco. Aproveite para deixar comentário aqui embaixo. Salve nosso Site. Volte Sempre!

O voto das mulheres durante a proclamação da República

Em 1889, durante a proclamação da República, a escolha do primeiro presidente do Brasil nunca esteve tão perto.

O país deixava de ter um imperador, Dom Pedro II e passaria a ter um governo provisório sob comando do marechal Deodoro da Fonseca. O objetivo era preparar as eleições de 1894.

As mulheres começaram a se empolgar com a ideia de que com um novo regime, a oportunidade de conseguirem o direito do voto seria enorme.

imagem por TSE

Já que apenas os homens podiam votar naquela época, eles pensaram que o pedido pelo voto feminino era apenas um capricho, não um assunto sério de direitos iguais.

Para que suas vozes fossem ouvidas, as mulheres começaram movimentos e campanhas sufragistas. O assunto era sempre assunto nos jornais.

Vendo o crescimento da popularidade do movimento, o governo propôs uma emenda em que mulheres com diplomas que não fossem casadas ou tivessem filhos, poderiam votar mas a ideia foi rejeitada. O principal argumento dos que se opunham era o perigo que isso poderia acarretar.

Como no contexto mundial as mulheres também não tinham esse poder, não foi possível conseguir uma base sólida para o que poderia acontecer e ser colocado em prática.

No Brasil, o voto feminino só seria efetivamente aprovado em 1932, no governo de Getúlio Vargas, depois de muitos anos de luta.

 
 
Imagem por UVESP

Mulheres Revolucionárias: James Barry

Um dos médicos mais famosos do século 19 foi James Barry, mais conhecido como Margaret Ann Bulkley, uma mulher nascida em County Cork, na Irlanda.

Pois é, o médico James na verdade era uma mulher.

Imagem do Google

Antes de entrar para a Universidade de Edimburgo, James Barry nunca existiu. Como naquela época as mulheres eram proibidas de estudar medicina, Margaret orquestrou o plano de se passar por um homem. Depois que terminasse os estudos, iria para a Venezuela, onde seu tio conseguiria um emprego como médica e ela estaria livre para exercer seu cargo como médica, mas antes disso acontecer, seu tio morreu e seu plano virou permanente, pois teve que viver a vida toda ocultando sua verdadeira identidade.

Quando conseguiu ingressar para o exército, onde trabalharia como médico, conseguiu fazer grandes descobertas, como a importância da higiene (já que naquela época isso não era muito comum), e com isso conseguiu salvar a vida de vários pacientes, se destacando na área da medicina.

Podemos dizer que alguns de seus maiores destaques foi deter a expansão da cólera e da lepra no continente africano, duas doenças causadas por bactérias que estavam em alta naquela época. Além de melhorar consideravelmente as condições de soldados feridos da guerra, também foi o primeiro cirurgião a realizar uma cesariana bem sucedida na África, onde mãe e filho conseguiram sobreviver.

Mas tudo isso foi ofuscado quando rumores de seu relacionamento com um homem, o político Charles Somerset, foram divulgados.

Como todos pensavam que James era homem, aquele relacionamento era simplesmente inaceitável para a sociedade da época. A carreira de ambos foi prejudicada por este motivo.

Com o passar dos anos, quando já estava com a saúde debilitada, James voltou para a Inglaterra, onde viria a falecer pouco tempo depois.

Uma enfermeira que cuidava do cadáver do médico ficou chocada quando levantou o lençol e descobriu que James, na verdade era uma mulher. E não apenas uma mulher, pois cicatrizes em seu estômago indicavam que Margaret era mãe.

Projeto visa incentivar e ampliar a participação feminina

Iniciativa terá 10 meses de vigência e desenvolverá cursos de capacitação, seminários e palestras, além de campanhas de conscientização sobre o tema

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) lançou o Projeto Piloto Mais Mulheres no Poder, que entrou em vigência no final de agosto e terá duração de 10 meses. O projeto tem por objetivo estimular a participação política, democrática e igualitária das mulheres em cargos eletivos e nos espaços de poder e decisão; promover e fortalecer o conceito de cidadania participativa no sistema democrático igualitário por meio do debate sobre o papel da mulher nos espaços políticos e de liderança; estimular a participação de mulheres nas instâncias decisórias das entidades representativas de classe, iniciativa privada e movimentos da sociedade civil organizada; e incentivar a promoção de políticas públicas de combate a todas as formas de violência política e social contra a mulher.

O projeto também desenvolverá cursos de capacitação, seminários e palestras para promover o debate sobre participação política das mulheres, além de campanhas de conscientização sobre o tema. A secretária Nacional de Políticas para as Mulheres, Cristiane Brito, destaca que um dos principais pontos da iniciativa é conscientizar a ampliar os registros de denúncias de violência política contra as mulheres.

“A temática da violência política contra mulheres é a grande inovação desse projeto. O fato é que o tema foi pouco explorado ao longo dos anos, a despeito de ser uma das principais causas da sub-representação das mulheres na política. As pessoas não sabem o que é violência política contra a mulher, como denunciar e quais são as consequências. No âmbito do projeto, queremos mudar tudo isso”, diz Cristiane.

A baixa representatividade das mulheres na política brasileira pode ser observada na ocupação de cargos de poder dentro do Congresso Nacional. Dos 513 parlamentares na Câmara dos Deputados, 77 são mulheres; dos 11 cargos da Mesa Diretora, apenas duas são deputadas; e das 25 comissões permanentes somente quatro são presididas por mulheres.

No Senado, são 12 mulheres entre os 81 parlamentares da Casa. Dos 353 candidatos ao Senado nas eleições de 2018, 62 eram mulheres, das quais sete foram eleitas. Em 20 estados do país, nenhuma mulher foi eleita e em três deles não houve candidatas.

Esses dados colocam o Brasil na posição 134 de 193 países no ranking de representatividade feminina no Parlamento, com 15% de participação, mesmo as mulheres representando 52% da população. As informações são do Mapa Mulheres na Política 2019, relatório elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e da União Interparlamentar. No ranking de representatividade feminina no governo, o Brasil ocupa a posição 149 de 188 países. Hoje, no Executivo comandado por Jair Bolsonaro, há apenas duas mulheres entre os 22 ministérios.

“Ainda existe marginalização das mulheres nos espaços políticos e isso vem de uma estrutura antiga e patriarcal. As mulheres conquistaram o direito ao voto em 1932. Faz menos de 100 anos que as mulheres são capazes de participar, de fato, do debate político e nunca teve um incentivo para elas participarem”, explica Laura Bonvini, voluntária do projeto #ElasNoPoder, que também incentiva que mais mulheres se candidatem a cargos eletivos no Brasil.

“Além disso, há todo o machismo que a mulher sofre todo dia. Quando é eleita, depois de ter passado por todo o processo de se candidatar e conseguir apoio, que já é difícil, ainda é questionada sobre o papel dela ali. Muitas mulheres no Congresso, em Assembleias Legislativas, relatam violência de gênero. Homens falam que ali não é o espaço dela, desmerecem o espaço delas. Também em redes sociais muita gente comete essa violência política contra as mulheres”, completa Bonvini.

A deputada estadual Ivana Bastos (PSD-BA), conta que foi eleita apenas na quarta tentativa de entrar para a política. Desde então, está no terceiro mandato consecutivo como parlamentar. “Tive todos os motivos do mundo para desistir da política e não desisti. Fui candidata a deputada estadual três vezes consecutivas e perdi três vezes. Se não fosse a minha persistência, eu estaria fora da política. A gente via homens assumindo, mas eu era mulher. Então não precisava dar a vez e a voz. Sou a deputada mais votada da Bahia hoje. A persistência, a vontade de lutar, de defender a mulher, de ter voz e vez fez com que eu continuasse”, conta.

Estudo

Um estudo da Universidade Federal da Bahia (UFBA), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade dos Andes e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), revela que em municípios com prefeitas mulheres, a taxa de mortalidade entre crianças com até 5 anos de idade é menor do que em locais onde os chefes do Executivo são homens.

No período entre 2000 e 2015, a taxa de mortalidade entre crianças dessa faixa etária caiu de 25% para 13,6% em 3.167 municípios analisados. A taxa foi calculada a cada mil recém-nascidos vivos. No mesmo intervalo de tempo, o estudo observou que a participação feminina em prefeituras subiu de 4,5% para 9,7%.

De acordo com as pessoas responsáveis pela pesquisa, investimentos substanciais em programas sociais e de atenção primária à saúde, como o Bolsa Família e da Estratégia de Saúde da Família, têm influência direta na queda na mortalidade infantil.

Fonte: Brasil 61

Centro Paula Souza realiza fórum sobre a presença da mulher negra no mercado

Evento online acontecerá em 16 de novembro, no canal da Unidade de Ensino Médio e Técnico na plataforma YouTube

Centro Paula Souza (CPS) abriu inscrições para a segunda edição do Fórum Profissional Feminina e o Mercado. O evento online debaterá a presença da mulher negra no mundo do trabalho e será apresentado no dia 16 de novembro, no canal da Unidade de Ensino Médio e Técnico (Cetec) no YouTube.

O encontro é voltado para professores, alunos e servidores de Escolas Técnicas (Etecs), Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais e de outras instituições de ensino, além de demais interessados no tema. Quem desejar obter certificado de participação deve se inscrever gratuitamente até 4 de novembro pela internet.

Diversidade

Na segunda edição, o encontro tem como objetivo reunir líderes engajadas com a causa da equidade de gênero e discutir como as empresas podem promover a diversidade e ampliar a participação feminina no ambiente corporativo. O evento ainda vai trazer histórias de sucesso de mulheres negras que ocupam posição de liderança para inspirar e criar consciência de empoderamento feminino.

A programação contará com as presenças da diretora da Etec de Pirituba, Eliane Leite; da cofundadora da consultoria Uzoma Diversidade, Educação e Cultura, Elizabeth Scheibmayr; da chefe de gabinete da Reitoria da Faculdade Zumbi dos Palmares, Enisete Malaquias; e da assessora da Secretaria municipal de Educação de São Paulo, Marineusa Medeiros.

O julgamento das bruxas de Salem

Todos nós já ouvimos falar sobre as Bruxas de Salem, mas quem realmente conhece a história verdadeira por trás das lendas que nos contam?

Entre os anos de 1692 e 1693 em Salem, nos Estados Unidos, aconteceu uma caça às bruxas onde 150 pessoas foram presas e 25 morreram.

Imagem do Google

Tudo começou quando uma garota ficou doente e ninguém conseguia explicar o que estava acontecendo com ela. Hoje a hipótese é que ela teria ingerido um fungo presente no pão.

Poucos dias depois, outras garotas afirmaram que estavam com os mesmos sintomas. Diante desta situação o médico da vila, William Griggs, falou que aquilo era obra do sobrenatural e todos acreditaram.

Como naquela época era comum que qualquer acontecimento desconhecido fosse culpa de uma bruxa, logo todos na vila começaram a culpar uma escrava que cuidava de crianças e contava histórias do folclore de seu país para elas.

Estas mesmas crianças afirmaram que a mulher era bruxa e até começaram a culpar outras mulheres de feitiçaria.

Se vendo sem saída, as mulheres confessaram um crime que não cometeram.

Toda essa repercussão fez o governador criar uma corte para que estas bruxas fossem julgadas, porém nenhuma teve a oportunidade de se defender.

Imagem do Google

A primeira acusada foi Bridget Bishop, que foi acusada de ter roubado ovos e depois se transformado em gato. Sua pena foi de morte por enforcamento.

Já a escrava que havia sido a primeira a ser acusada de bruxaria, confessou e disse que o objetivo destas feitiçarias era de acabar com os puritanos.

Outra vítima que teria sido apontada pelas crianças, foi uma menina de 4 anos, que acabou com uma sentença de prisão.

O caso que mais despertou horror nas pessoas foi de Martha Corey, uma cristã que era sempre vista na igreja, pois se até uma cristã fazia parte, qualquer um poderia.

Além dos humanos condenados, também houveram alguns cachorros que foram mortos por serem, supostamente, parceiros e cúmplices das bruxas.

O julgamento só teve encerramento no ano seguinte, depois de levar inúmeras pessoas presas ou mortas.

Atualmente, é possível visitar o Museu das Bruxas de Salem.

Tênis – O Queridinho Das Mulheres

O tênis que antes era apenas para ginástica, caminhadas e academias, hoje ele é o item indispensável no guarda roupa feminino. Durante alguns anos ele caiu no gosto da mulherada, por ser prático e confortável.

Fácil de combinar com qualquer look. Antigamente tínhamos o pensando de que ele só caía bem com roupa esportiva, fora isso era difícil de combinar. Algumas famosas introduziram ele nos looks mais fashion. Fazendo com que nós mulheres reais aderisse essa moda também.

Eu dou a dica para você usar qualquer tênis seja branco ou colorido, aquele que fica mais confortável para você!
Quanto ao look?

Use sua criatividade 😉

Pois ele fica perfeito com saias e vestidos como vemos bastante agora neste inverno e vai vim com tudo-nada o verão.

Porém, ele vai perfeitamente com seus jeans preferido. Assim como até com looks mais sociais de alfaiataria.

Eu sempre digo não existe a moda certa. A moda e você quem cria de acordo com o que mais está se usando.

Por Jéssica Ereno – Estilista Profissional
@jessica_ereno – Proprietária da Amora Rica
Loja online

Instagram @amorarica

Amora use e contagie

Mulheres pilotando….

Existe um certo pré conceito em relação a mulheres ao “volante”, diversas piadas de mau gosto.
Vamos lá…

O homem vê o carro como um objeto de luxúria e prazer, mulheres fazem inúmeras piadas divertidas

“Esquisitinho, mas nesse Carango fica até atraente” rsrs, aí não vai nenhum tipo de preconceito.

Mulheres veem o carro como um sentimento, é um sentimento de liberdade, é ser arisca como uma águia, linda e leve como uma borboleta, sim , bem extremo.

É saber que se tem uma condução própria para desempenhar seus muitos papéis e não correr o risco de chegar atrasada, é saber que sempre é possível carregar filhos, cachorros, gatos e papagaios, compras do mercado, equipamentos das atividades extras das crias e pares de sapato, afinal cada ocasião pede um look diferente né?!?
ॐ∞

Jornal Grande ABC

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

Quer receber mais notícias, em qualquer momento? Assine nossa Newsletter, basta inserir seu e-mail logo abaixo, e receba as publicações todos os dias.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

É um prazer ter você conosco. Aproveite para deixar comentário aqui embaixo. Salve nosso Site. Volte Sempre!

A criação do Outubro Rosa

Comemorado no mundo inteiro, o movimento do laço rosa popularmente conhecido como Outubro Rosa, simboliza a luta contra o câncer de mama.

Ele teve inicio nos Estados Unidos, onde ações de apoio começaram a crescer.

Estas ações começaram graças a Fundação Susan G. Komen for the Cure, que organizou um evento chamado Corrida pela Cura, em 1990. Vendo que o evento foi um sucesso, todos os anos a fundação começou a promover esse evento, se tornando anual.

Depois disso, muitas entidades começaram a criar eventos com o mesmo tema, inicialmente as cidades eram decoradas com os laços rosas, depois surgiram outras atividades, como um desfile de modas com sobreviventes do câncer de mama, jogos e outros.

Quando estes movimentos chegaram aos ouvidos do Congresso Americano, em outubro, resolveram tornar o mês (americano) de prevenção do câncer de mama.

Já no Brasil, o movimento só ficou conhecido nos anos 2000, quando um grupo de mulheres simpatizantes da causa decidiram iluminar o Obelisco do Ibirapuera em um dia de comemoração do parque.

Esta ação repercutiu em jornais e revistas, fortalecendo o movimento e criando uma onda de ações parecidas com esta.

Foi apenas em 2008 que o movimento realmente ganhou força em várias cidades do Brasil, se tornando famoso até os dias atuais.

Mais informações aqui.

Jornal Grande ABC

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

Quer receber mais notícias, em qualquer momento? Assine nossa Newsletter, basta inserir seu e-mail logo abaixo, e receba as publicações todos os dias.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

É um prazer ter você conosco. Aproveite para deixar comentário aqui embaixo. Salve nosso Site. Volte Sempre!

Cuide-se – Outubro Rosa

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização das mulheres para prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recente do câncer de útero. Esta campanha teve início nos anos de 1990 nos USA e no Brasil a partir de 2002 e 2011 para o câncer de colo do útero.

Apesar de todas as campanhas que sem dúvida são muito importantes, ainda em nosso país se depara com grandes desafios e desigualdades. Uma delas é que grande parcela da nossa população não tem condições de ter um plano de saúde particular, outro fator é que a quantidade de aparelhos para realizar os exames de mamografia pelo SUS é insuficiente.

O Brasil é um país de tamanho continental que agrava ainda mais o tratamento preventivo proposto na campanha do outubro Rosa, 40% dos aparelhos disponibilizados na rede publica estão concentrados no Sudeste e a menor disponibilidade se encontrar na região norte.

Outro fator a ser considerado é o grau de instrução da nossa população que em determinadas regiões deixa muito a desejar, o que complica mais ainda o entendimento para fazer o exame preventivo anualmente.

Também é sabido, que a quantidade de pessoas diagnosticadas com câncer de mama e colo do útero vem caindo ano a ano, mas é uma batalha sem fim, até que se elimine definitivamente.

Se considerarmos que mais da metade da população brasileira são mulheres, vemos que o desafio não é pequeno, mas sempre alcançável e possível, basta querer. 

Exposição no Atrium Shopping homenageia mulheres no Outubro Rosa

Empreendimento participa de campanha sobre prevenção do câncer de mama

Outubro é mês de conscientização para prevenção do câncer de mama. Por isso, até dia 31, os clientes podem conferir no piso térreo a exposição Metamorfose, realizado pelo Instituto Viver Hoje e apoiado por Atrium Shopping e Joe Comunica, com um emocionante ensaio fotográfico de mulheres curadas e seus depoimentos, e painéis com dicas de prevenção e autoexame.

Além da exposição, os clientes também podem participar da ação de doação de cabelos, agendando o corte sem custo de segunda e quinta-feira, no cabeleireiro Hair Salon, localizado no piso 1, para quem doar 15 cm ou mais, que serão destinados para a ONG Viva Melhor para a confecção de perucas. “A ideia é contribuir para essa causa tão importante trazendo informação e histórias de superação para lembrar como o autoexame e a detecção precoce são essenciais. E deixamos o convite para essa contribuição mais ativa à causa com a doação de cabelo”, diz Eduardo Valderano, gerente de marketing do empreendimento.

Exposição Metamorfose
Até 31 de outubro, das 12h às 20h
Piso Térreo

Agendamento de corte para doação de cabelos (15cm ou mais)
Hair Salon – 2777-0657 / 98211-4133

Atrium Shopping
Rua Giovanni Battista Pirelli, 155 – Vila Homero Thon, Santo André
Telefone: (11) 3135-4500
Estacionamento visitantes:
De segunda-feira a sábado e feriados: 9 reais até 2 horas + 2 reais cada 2 horas adicionais. Aos domingos, 50% de desconto.

Mulheres Revolucionárias: Bertha Von Suttner

Bertha Felicie Sophie Von Suttner, uma mulher austro-húngara que influenciou a criação do Nobel da Paz.

Uma mulher que rompeu padrões dentro de uma sociedade onde a mulher não era ouvida, apenas belas, recatadas e do lar.

Durante boa parte de sua vida, ela publicou novelas e livros como Inventário de uma Alma, onde compartilha de ideias evolucionistas como de Darwin. Já quando tinha seus 46 anos, Bertha publicou o romance Abaixo as Armas, que foi um sucesso mundial, onde fala sobre as tragédias de uma guerra pela perspectiva feminina, defende o pacifismo e a ideia de que podemos resolver qualquer coisa apenas conversando, ou seja, sem armas.

Seu pai sendo marechal de campo do Império e conselheiro militar, essa oposição era vista como um ato de rebeldia naquela época.

Pouco tempo depois, organizou o primeiro Congresso Internacional da Paz, em Viena, além de ser eleita vice-presidente do Gabinete Internacional da Paz, também ajudou e fundou grupos e sociedades que ajudavam a promover a paz.

Um de seus trabalhos mais conhecidos foi com Alfred Nobel, onde o influenciou a colocar a categoria Paz na premiação. Enquanto mantinha Alfred informado de tudo o que acontecia no mundo dentro deste assunto, Von Sutter recebe o primeiro Nobel da Paz em 1905, se tornando a primeira mulher a receber tal prêmio.

Em 1914 ajudou na organização do 23º Congresso Mundial da Paz, mas alguns meses depois, em junho, morreu vítima de câncer, apenas dois meses antes do início da Primeira Guerra Mundial.

Mulheres – Reflexões e Inspirações

Ser considerado complexo e perfeito, muitos dons foram atribuídos na existência das mulheres, mas pq tanta responsabilidade cabe a elas?!?

Como costumava ouvir, seres superiores, rsrs. Mulheres são capazes de lidarem com inúmeras situações com charme e elegância , ser que deve de fato, ser venerado, praticamente supremo, é a mulher. 

Ela é mulher, é mãe, é profissional, é namorada, é filha, é amiga, demanda que exige tempo e atenção  não acha?!? Quantos sonhos realizados, quantos não foram abdicados em prol  do próximo?!? Mulheres, são tão capazes de tudo,   têm em mente que o tempo é seu maior aliado , e querem saber?!?

É simmmmm. Tua capacidade é inigualável, és capaz de conquistar o mundo. Orgulhe-se de ser o sexo frágil e o mais poderoso dentre os mortais!  Abaixo de Deus, as mulheres são a “divindade” na Terra.Mulheres vão a luta vcs nasceram para brilhar!!! 


Bjs de glitter para vcs , garotas, rsrsॐ∞

Jornal Grande ABC

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

Quer receber mais notícias, em qualquer momento? Assine nossa Newsletter, basta inserir seu e-mail logo abaixo, e receba as publicações todos os dias.

Junte-se a 1.064 outros assinantes

É um prazer ter você conosco. Aproveite para deixar comentário aqui embaixo. Salve nosso Site. Volte Sempre!