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Programa de estágio exclusivo para mulheres da Vórtx está aberto

Vórtx, fintech de infraestrutura para o mercado financeiro, está com inscrições abertas para a nova edição do Vórtx Next, nesta edição, “for Women”, seu programa de estágio de férias que, pela primeira vez, será exclusivo para mulheres. Ao todo, a empresa busca preencher 17 vagas focadas na área de Tecnologia, Risco e Customer Experience, que serão trabalhadas em parceria com a Preparo, startup de recrutamento e seleção para estágios e primeiro emprego

O programa foi desenvolvido a partir do “Vórtx Next”, iniciativa criada pela fintech no começo de 2020 para incentivar o desenvolvimento dinâmico de estudantes com desejo de trabalhar no mercado de capitais. As profissionais selecionadas para o “Vortx Next for Women” terão a oportunidade de conhecer a rotina de trabalho, além de contribuir para a expansão de soluções e escalabilidade de processos da fintech.

Vagas de hoje 18 de março 2021

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Para Carolina Ottoboni, head de Employee Experience da Vórtx, a iniciativa de criar um braço do Vortx Next exclusivo para mulheres vem da necessidade de trazer diversidade para um mercado que, historicamente, atrai mais profissionais homens. “Nós estamos em um momento de crescimento acelerado. Acabamos de receber um investimento de R$ 190 milhões do privite equity americano FTV Capital, com um dos objetivos focados em aumentar a operação e investir em mão de obra qualificada. Mas, aqui na Vórtx, nós acreditamos que esse movimento deve ser feito com inclusão e dando espaço para profissionais que, geralmente, não procuram pelo “backoffice” do mercado financeiro”, comenta Carolina. “O programa foi criado como uma das nossas ações para mudar esse cenário. Nosso objetivo é conhecer mulheres que tenham vontade de atuar no mercado financeiro e ajudar na criação de ambientes cada vez mais igualitários no segmento”, explica.

As selecionadas para o programa participarão de projetos com duração de 30 dias e terão a oportunidade de projetar, aplicar e medir resultados da ação com a ajuda de colaboradores da Vórtx. No fim desse período, as estagiárias apresentarão suas ideias, desafios e um projeto para os executivos da empresa, que atuarão como mentores e darão dicas de como aprimorar sua rotina de trabalho com base na aplicação do plano.

Todas as vagas são para o modelo de trabalho remoto com início em julho e possibilidade de efetivação.  O programa garante bolsa auxílio no valor de R$ 1.800, vale refeição diário de R$ 34 e seguro de vida. As interessadas podem submeter o seu currículo pelo site da Preparo até o dia 31 de maio. Para mais informações sobre o programa, acesse: https://preparovc.com/empresas/vortx

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Sobre a Vórtx

Vórtx é uma fintech de infraestrutura para o mercado financeiro, idealizada em 2013 por Alexandre Assolini e Juliano Cornacchia. Com apenas um ano de mercado, a Vórtx bateu a marca de R$ 1 bilhão em fundos sob administração e conquistou a 100ª série como agente fiduciário, superando um volume de R$ 50 bilhões. Atualmente, a empresa conta com um time composto por mais de 160 colaboradores atuando como administradora de carteira,  custodiante, escriturador e agente fiduciário em emissões de grandes empresas em diferentes segmentos do mercado.

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Abertas inscrições do curso gratuito para capacitar novas consultoras de vendas

O curso “Despertando seus Talentos”, exclusivo para mulheres da Grande São Paulo, é um projeto da Persone Educação (www.persone.com.br), birô de vendas especializado em conversões de matrículas, em parceria com o Instituto ELA, que tem como propósito inspirar mulheres a colaborar, apoiar e liderar projetos de transformação social. As inscrições estão abertas para a segunda turma do curso gratuito, e podem ser realizadas pelo site (https://www.institutoela.org.br/despertando-seus-talentos), até 1 de junho, dia que iniciam as aulas.

O intuito dessa capacitação, baseado em quatro pilarescomunicação oral e escritahabilidades socioemocionaistécnica de atendimento e vendas; e operação de computador, é certificar as participantes e capacitá-las para participarem do processo de seleção das vagas para consultora de vendas, na Persone Educação, e as finalistas serão contratadas.

“O curso tem me transformado e renovado pessoalmente. Senti que a minha comunicação melhorou 80%. Para mim tem um grande valor de aprendizado e autoconhecimento. Além de ser uma oportunidade para que eu possa realizar os meus sonhos e projetos futuros. Como tem me inspirado e transformado, vou oferecer o curso para todas as mulheres que conheço, para que façam parte das próximas turmas”, conta Jéssica Ferreira da Silva, uma das participantes da primeira turma do curso em abril, quando iniciou o projeto.

De acordo com a análise da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada no final de fevereiro de 2021 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego avançou no ano passado e encerrou o último trimestre em 13,9%, o que corresponde a 13,9 milhões de desocupados no período. Em contrapartida, a consultoria Manpowergroup, em sua edição anual da pesquisa de Escassez de Talentos 2020, aponta que 52% dos empregadores brasileiros têm dificuldade em preencher as vagas de emprego.

Diante dessa realidade, empregadores em todo o mundo já discutem estratégias para minimizar o índice de escassez de talentos. Uma das iniciativas é formar e investir em aprendizagem e desenvolvimento para aumentar seu banco de talentos. Visando esse cenário e com o objetivo de melhorar as condições de oportunidades no mercado de trabalho para as mulheres, a Persone Educação e o Instituto ELA se uniram para realizar este projeto de capacitação e recrutamento.

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“Parcerias como essa refletem nossa capacidade enquanto empreendedora e facilitadora. Nós podemos transformar vidas, e esse engajamento cabe a nós, que temos todas as ferramentas. Contar com o Instituto ELA para que esta ação se torne uma realidade, é um grande presente, principalmente, em um mês tão representativo”, conta Helen Toyama, CEO e Fundadora da Persone Educação, sobre a parceria que abrirá oportunidades para mulheres no mercado de trabalho, e também dentro da sua empresa.

Serviços:

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Ação: Curso gratuito de capacitação “Despertando seus Talentos”

Início do curso:

1/6

Das 19h às 22h

Quem pode participar:

  • Mulheres a partir de 18 anos;
  • Que residam na Grande São Paulo;
  • Ensino médio completo;
  • Goste de vendas e atendimento ao cliente;
  • Precise de um trabalho.

Inscriçãohttps://www.institutoela.org.br/despertando-seus-talentos

Sobre a Persone

Empresa de soluções em atendimento e vendas formada por profissionais que atuam há mais de 18 anos nos segmentos de tecnologia e educação, fornece consultoria e outsourcing de processos, sistemas e equipe de vendas.

A Persone dispõe de uma equipe especializada em implantação, gestão e execução de operações de vendas, retenção, relacionamento e atendimento ao cliente.

Utilizando as mais diversas tecnologias – sistemas de CRM, CTI, chat, chatbot, inbound, BI, e-mail marketing, SMS e WhatsApp, a Persone executa o processo de vendas do início ao fim.

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Gramado Summit: tecnologia, inovação e empreendedorismo feminino

Considerado o maior brainstorming de inovação e empreendedorismo da América Latina, o Gramado Summit trouxe o empreendedorismo feminino para o debate no mundo dos negócios. Divididos em três palcos, o evento apresentou falas inspiradoras que abordaram temas como feminismo, diversidade, inclusão e racismo, além das tradicionais falas sobre tecnologia, inovação e futuro. O evento, que ocorreu de forma presencial com uma autorização especial do Governo do Rio Grande do Sul, que estabeleceu uma série de protocolos sanitários, aconteceu entre os dias 5 e 7 de maio, no Serra Park, em Gramado/RS.

Um dos palcos, comandado pelo coletivo Minas de Propósito, foi dedicado às mulheres. Foi lá que aconteceu a palestra de Roberta Ramos, jornalista e multi empreendedora. Com o título “Visceral: amor, propósito, verdade e liderança”, ela abordou o momento oportuno e necessário para o empreendedorismo de impacto conectando a história à sua jornada de desenvolvimento pessoal. Tendo trabalhado por 12 anos na Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Roberta conquistou espaço em um meio tradicionalmente machista, onde a mulher é vista como consumidora, mas são os homens que tocam os negócios. Foi de analista de Marketing à gestora de Projetos da entidade, um cargo de diretoria. Rodeada por homens, acabou os inspirando e tornando o setor um dos mais abertos a lideranças femininas no Brasil – conforme levantamento da própria entidade, 33% dos cargos de direção das empresas de calçados são de mulheres, número baixo, mas que está acima da média nacional, de 25%.

Projetos especiais
No final de 2019, Roberta deixou a Abicalçados para fundar a Îande Projetos Especiais. “Era o momento de usar meu conhecimento, minha experiência e mesmo a visibilidade que eu havia alcançado para gerar impacto. A Îandé, que em tupi-guarani significa “nós”, nasce do desejo de unir pessoas, com seus talentos e habilidades, para o desenvolvimento de projetos do bem, que tragam resultados positivos para a sociedade”, destacou Roberta. A Îande Projetos Especiais (www.iandeprojetos.com.br) já conta com clientes de peso, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Zextec Consultoria Empresarial, o Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais, a White Rabbit, entre outros.

O evento
Ocorrendo desde 2017, com uma interrupção em 2020 em função das restrições sanitárias impostas pela pandemia do novo coronavírus, o Gramado Summit se tornou o principal evento de empreendedorismo e inovação da América Latina, trazendo todos os anos nomes importantes do mundo dos negócios. Com a adoção de rígidos protocolos de segurança sanitária, como distanciamento entre cadeiras, obrigatoriedade de uso de máscaras – inclusive por parte dos palestrantes – e esterilização com álcool 70% de forma constante, o evento híbrido de 2021- algumas palestras foram digitais – provocou o mundo dos negócios rumo à revolução do ecossistema do empreendedorismo.

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Gramado Summit: tecnologia, inovação e empreendedorismo feminino

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Colaboradores que exercem a mesma função devem receber salários iguais

Advogado trabalhista explica que a Reforma Trabalhista de 2017 reduziu as ações na Justiça do Trabalho, mas empresas ainda devem ficar atentas quanto a Colaboradores que exercem a mesma função

A equiparação salarial é o direito que nasce quando dois trabalhadores que executam as mesmas atividades com a mesma perfeição técnica recebem salários diferentes. Pelo princípio da igualdade, os empregados que exercem a mesma atividade devem receber o mesmo salário, porém, cumprindo alguns requisitos.

Segundo o advogado trabalhista Jonas Figueiredo de Oliveira, sócio do escritório Figueiredo Sociedade de Advogados, a Lei 13.467/17, conhecida como reforma trabalhista, trouxe importantes alterações quanto a equiparação salarial (ver quadro).

Entretanto, Figueiredo esclarece que se o empregado preenchesse os requisitos da equiparação salarial antes de novembro de 2017 a regra que vale é a anterior,ou seja, a determinada no art. 461 da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. Por outro lado, caso o início do fato gerador seja posterior a 2017, se considera a regra nova.

Por exemplo, se um bancário entende que, desde 2016, tem a mesma função, perfeição técnica e produtividade que seu colega, porém atuam em agências diferentes, é possível pleitear a equiparação salarial. Entretanto, se a mesma situação iniciou apenas em dezembro de 2017, não caberia a solicitação.

Figueiredo cita alguns exemplos para que profissionais de RH, contadores e empreendedores fiquem atentos para evitar ações na Justiça do Trabalho pleiteando equiparação salarial.

O trabalhador que está na empresa há um ano pode indicar como paradigma um colega que trabalha na mesma organização há cinco anos?

Segundo  o advogado, não é possível indicar um paradigma que tenha diferença de quatro anos de empresa, após a reforma trabalhista. “Esse requisito não havia previsão legal, ampliando o rol para buscar a desigualdade salarial”, detalha.

Contudo, Dr. Figueiredo adverte que é de fácil compreensão que a estruturação desse requisito transmita e aumente, consideravelmente, a possibilidade de uma discriminação salarial entre os colaboradores. “Sob o mesmo ponto de vista, o preeminente requisito para a equiparação salarial é a identidade de função. Dessa forma, é de fato cabível a diferença de dois anos”, esclarece.

Por outro lado, o advogado ressalta que mesmo que o paradigma esteja há menos de dois anos na mesma função, ele deverá preencher também o requisito de estar há menos de quatro anos na empresa, cabendo inclusive a discussão da constitucionalidade da lei.

O trabalhador pode pedir equiparação salarial com o paradigma de outra filial?

Dr. Figueiredo informa ser proibida a equiparação salarial com um paradigma de outra filial, se for considerar tal situação após novembro de 2017. Segundo o advogado, a reforma trabalhista vedou a flexibilização de indicação de paradigmas estranhos ao seu efetivo ambiente de trabalho.

Como exemplo, ele esclarece que o trabalhador só poderá pedir equiparação salarial apenas com os empregados da mesma filial em que trabalha, mesmo que a empresa seja localizada em São Paulo (Capital) e tenha filiais pela cidade.

O advogado ainda salienta a diferença entre equiparação salarial e isonomia. Na verdade, é o princípio da isonomia que serve de base para a equiparação salarial, ou seja, a busca pela igualdade entre todos os trabalhadores. “Portanto, não se baseia apenas no salário, mas em um todo, envolvendo tratamento, benefícios, etc.”, detalha.

A Constituição Federal traz em seu artigo 5º o princípio da isonomia ou igualdade:

Art. 5º –  Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

O princípio da isonomia busca a igualdade de todos perante a lei, sem distinção de grau, classe ou poder econômico, fornecendo o direito de todos ao acesso às funções públicas.

A igualdade real deve prevalecer sobre a formal, assim sendo, é necessário tratar os iguais igualmente e os desiguais desigualmente.

Ainda, deve ser analisado caso a caso, para não correr o risco de tratar com desigualdade os iguais e vice-versa.

No ambiente de trabalho, esse princípio deve ser a base para outros e para uma boa e justa relação, no intuito de se evitar qualquer tipo de discriminação entre os trabalhadores, lembrando de sempre respeitar a sua hierarquia.

Colaboradores que exercem a mesma função: Equiparação salarial de acordo com a Lei 13.467/17

REQUISITOSCOMO ERA ANTES DA REFOMA TRABALHISTA DE 2017COMO ESTÁ APÓS A REFORMA TRABLAHISTA DE 2017
FUNÇÃOIdentidade de função e atividade realizadas, independentemente do cargo. (art. 461, caput)Identidade de função e atividade realizadas, independentemente do cargo. (art. 461, caput)
PRODUTIVIDADE E PERFEIÇÃO TECNICA Igual produtividade e com a mesma perfeição técnica (§1º do art. 461)Igual produtividade e com a mesma perfeição técnica (§1º do art. 461)
EMPREGADOR Mesmo empregador, podendo ser de um grupo econômico.Mesmo empregador. (art. 461, caput)
LOCALIDADEMesma localidade ou mesma região metropolitana (Súmula 6ª TST)Mesmo estabelecimento empresarial. (art. 461, caput)
TEMPO DE EMPRESANão há previsão.Diferença de tempo não superior a 4(quatro) anos. (§1º do art. 461)
TEMPO DE FUNÇÃODiferença de tempo não superior a 2(dois) anos. (§1º do art. 461)Diferença de tempo não superior a 2(dois) anos. (§1º do art. 461)
QUADRO DE CARREIRAVálido o quadro de carreira desde que homologado pelo Ministério Público (Súmula 6ª do TST)Válido o quadro de carreira por meio de norma interna ou negociação coletiva, independentemente de homologação do Ministério Público (§2º do art. 461)
CONTEMPORANEIDADEPossibilidade de indicação de paradigma remoto, ainda que tenha obtido vantagem em ação judicial própria.Paradigma obrigatoriamente contemporâneo, vedado a indicação de paradigma remoto. (§5º do art. 461)

Sobre Jonas Figueiredo de Oliveira

O advogado é especialista em Direito Trabalhista, com foco em PJ, profissionais de Tecnologia e setor bancário. Sócio do Figueiredo Sociedade de Advogados, auxiliando juridicamente trabalhadores e empreendedores sempre de forma personalizada. Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho pela EPD (Escola Paulista de Direito), MBA Direito do Trabalho e Direito Previdenciário, possui formação em Técnicas de Negociação e Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ambos pela Fundação Getúlio Vargas (FGVSP). Para mais informações, acesse o site : https://figueiredoadvogados.com.br/, instagram @jonasfigueiredoadv, facebook: https://www.facebook.com/figadvogados linkedin figadvogados

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Colaboradores que exercem a mesma função devem receber salários iguais
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Uma história de amor aos livros: Ela nasceu Clarice

O lançamento “Ela nasceu Clarice”, obra escrita por Ana Rapha Nunes, ilustrada por Ana Laura Alvarenga, e editada pela Compor Editora, do Grupo Editorial Lê, traz
uma homenagem à escritora Clarice Lispector, que teve o centenário comemorado no
último mês de dezembro.

O livro conta a história de uma menina chamada Clarice, que terá a leitura como companheira de vida desde a infância. Um dia, ela descobrirá Clarice Lispector nas
páginas de um livro. E, através das histórias dessa grande autora, a menina irá conhecer melhor ela mesma e o mundo.

Nas páginas de Clarice Lispector, a menina Clarice se encantou com palavras de sonhos, medos e ausências que se pareciam muito com as suas. Vozes femininas, como, por exemplo, as de Clarice Lispector, Cecília Meireles, Lygia Bojunga e Cora Coralina passaram a povoar essa Clarice.

As ilustrações desenvolvem um belo diálogo com a narrativa, apresentando uma paleta de cores que chama a atenção do leitor. A parceria entre a escritora e a ilustradora já rendeu um prêmio em outra obra recente, que foi uma das ganhadoras do Concurso Outras Palavras, promovido pelo Estado do Paraná.

“Ela nasceu Clarice” é sobretudo uma história de amor aos livros. A obra está disponível no site da editora e em diversas livrarias.

Ela nasceu Clarice
Divulgação

A escritora Ana Rapha (site da autora: www.anaraphanunes.com.br) nasceu no Rio de Janeiro e mudou-se ainda na infância para Curitiba. Desde criança, ela vivia cercada por histórias.

Sua paixão pelos livros a fez cursar Letras. Tornou-se professora e, em suas aulas, sempre despertava sonhos nas asas da Literatura.

Em 2015, lançou sua primeira obra. Pouco depois, passou a visitar escolas espalhadas
pelas veredas do Brasil, realizando palestras para professores e estudantes. Um de seus livros foi finalista na categoria infantil do Prêmio Jabuti em 2019. E outro, recentemente, ficou entre os ganhadores do Prêmio Outras Palavras, promovido pelo
Governo do Paraná.

Ana Rapha Nunes, autora de “Ela Nasceu Clarice”. Foto: Divulgação

A ilustradora Ana Laura nasceu em Franca, onde vive até hoje. Desde a infância foi descobrindo o mundo das artes e da pintura.

Formou-se em Design Gráfico e fez vários cursos de aprimoramento. Utiliza várias
técnicas, dentre elas a aquarela é uma das que se destaca.

Iniciou sua carreira na Literatura Infantil em 2020, sendo que um dos livros que ilustrou
ficou entre os ganhadores do Prêmio Outras Palavras, promovido pelo Governo do
Paraná.

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Ela nasceu Clarice
Divulgação

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Mulheres e os desafios na área de tecnologia

Mariel Reyes Milk é autora de “Mulheres e os desafios na área de tecnologia”

As mulheres ocupam cadeiras importantes no mercado de trabalho, como em empresas de tecnologia, porém ainda há algumas questões que atrasam essa conquista feminina: a falta de diversidade de gênero na área de T.I, por exemplo, é uma delas. 

Vejo quatro grandes dificuldades que as mulheres enfrentam. São elas:

  • Predominância masculina: no Brasil, o público feminino representa apenas 15% dos matriculados em ciência da computação. Isso faz com que elas, muitas vezes, sejam as únicas de suas equipes no ambiente corporativo, o que pode gerar insegurança e, consequentemente, fazer com que as mulheres sofram com atitudes e comportamentos machistas, no qual vem desde a faculdade;
  • Cultura brogrammer: o estereótipo do programador homem, branco, cis e a crença das pessoas, incluindo o público feminino, de que T.I não é o lugar de mulheres
  • Liderança feminina: quando tratamos de cargos de liderança femininos no Brasil, cerca de 27% das empresas não têm nenhuma mulher atuando em um cargo de coordenação, de acordo com um levantamento feito pela empresa TWIRI;
  • Preconceito no ambiente de trabalho: as mulheres sofrem preconceitos no ambiente de trabalho, como a promoção por comprovação. Dados indicam que o público feminino é submetido a padrões mais rígidos. Além disso, quando as mulheres quebram o estereótipo de como deveriam se comportar, os homens começam a enxergá-las como “desagradáveis”.

Existe um histórico social e cultural que impede as mulheres, desde crianças, de acreditarem que elas podem atuar na área de tecnologia. Pesquisas mostram que a partir dos 6 anos as meninas começam a pensar que não são boas para as exatas, logo cria-se um intelecto de que computador é apenas para meninos. 

Com a chegada de novas empresas tecnológicas comandadas por homens no setor de programação, a computação passou a ter como foco os meninos. Desta forma, as meninas passaram a não ser estimuladas a seguir carreiras de tecnologia. 

A desigualdade nos salários

Quando o assunto é mercado de trabalho, há casos em que as mulheres se sentem desmotivadas devido à baixa remuneração quando comparado ao salário dos homens no mesmo cargo. Isso ainda acontece em diversas empresas, que tendem a favorecer homens por inúmeras razões que compreendemos infundadas.

De acordo com o levantamento feito pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), as mulheres que possuem graduação são a maioria no mercado de trabalho, com 55,1%, em comparação ao público masculino. Porém, na média salarial dos empregados com ensino superior os homens recebem R$ 4.640,00, já as mulheres R$ 3.287,00, em outras palavras, o público feminino ganha 41% a menos na remuneração pelo trabalho prestado em relação aos homens. 

Estamos caminhando para conquistar um cenário melhor referente à igualdade de gênero no mercado de trabalho, mas ainda temos muito o que fazer, principalmente quando tratamos de mentalidade de diversidade. 

Empoderamento feminino 

Muitas pessoas acham que o empoderamento está ligado a privilégios, mas pelo contrário, esse termo tem conexão com a consciência coletiva, no qual expressa ações para fortalecer as mulheres e promover a igualdade de gêneros.

Para escapar desse ambiente desafiador na área da tecnologia, as mulheres podem utilizar do empoderamento, além de ser uma ótima ferramenta para contribuir com a sociedade, é uma prática necessária no ambiente corporativo. 

Diante desses obstáculos, a ONU Mulheres e o Pacto Global criaram os Princípios de Empoderamento das Mulheres, que tem por objetivo a implementação de práticas e ações que resultem na igualdade de gênero, principalmente no ambiente de trabalho. 

Os sete princípios são:

  1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível; 
  2. Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação; 
  3. Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa; 
  4. Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres; 
  5. Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing; 
  6. Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social; 
  7. Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.

É necessário colocar em prática esses princípios para gerar a equidade de gênero no universo empresarial, com isso os desafios enfrentados pelas mulheres, todos os dias, irão diminuir gradativamente. 

*Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}, startup social paulista que ensina programação para mulheres em vulnerabilidade, preferencialmente trans e /ou negras.

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Mulheres e os desafios na área de tecnologia
Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}. Foto: Divulgação

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Mulheres na área de Tecnologia: Dicas para ingressarem

Segundo um levantamento da Microsoft,  somente 18% dos graduados em ciência da computação no Brasil são do sexo feminino. Além disso, de acordo com a mesma pesquisa, o número de mulheres empregadas na área de Tecnologia da Informação no país está estimado em apenas 25%. Para a fundadora e CEO da {reprograma}, startup social paulistana, que visa capacitar mulheres em programação front-end e back-end e conectá-las ao mercado de trabalho, a equidade de gênero no setor está ligada à uma questão cultural. Afinal, os estereótipos são incorporados desde cedo, fazendo com que as garotas acreditem que não são boas para as exatas, logo cria-se um intelecto de que computador é apenas para meninos.

Várias histórias servem para exemplificar que as lutas das mulheres por igualdade de gênero não são de agora , muitas das conquistas demoraram para chegar. ” Ao longo dos anos, as mulheres alcançaram direitos sociais, políticos e trabalhistas, por meio de movimentos reivindicatórios no Brasil. Em 1879, por exemplo, elas ganharam direito de cursar faculdades, outra conquista aconteceu em 1932, quando a Constituição Federal Brasileira passou a permitir que as mulheres votassem, após uma luta de mais de 10 anos liderada pela ativista e bióloga Berha Lutz”, comenta Reyes. 

Atualmente, ainda há obstáculos a serem superados, principalmente na igualdade de gêneros no mercado de trabalho, principalmente na área de tecnologia. Abaixo, Mariel cita cinco dicas que podem ajudar as mulheres a ingressarem na carreira de T.I e a conquistarem sua independência.

  • Acreditar na capacidade: o primeiro passo é trabalhar a “síndrome do impostor”, que está ligado ao fato das mulheres não acreditarem na capacidade delas em aprender a programar, além de se enxergarem como profissionais, por isso, é muito importante trabalhar esse mindset.
  • Ter referências femininas: é importante que as mulheres tenham modelos que elas se identifiquem e se inspirem, pois referências podem servir de espelho para que elas possam alcançar o sucesso profissional. Na {reprograma}, temos ex-alunas que se tornaram professoras e monitoras dos cursos de back e front-end, que ensinam e influenciam positivamente essas mulheres.
  • Ambiente sem julgamentos: ao procurar por vagas na área de T.I, as mulheres devem buscar por empresas que tenham como valor a diversidade, desta forma, haverá um ambiente seguro, onde elas podem aprender e fazer perguntas sem julgamentos.
  • Sororidade: promover a possibilidade de mulheres se apoiarem umas às outras é essencial, pois através disso elas entendem que não estão competindo entre si, e que juntas podem chegar mais longe, afinal, o apoio feminino é importante em um ambiente que, ainda, não é igualitário pelo grande volume de cadeiras ocupadas por homens na área de T.I.
  • Rede de apoio:  após a formação na área de T.I, por meio de um curso técnico ou graduação, é importante manter e criar novas conexões com as mulheres, pois ao longo do caminho podem surgir dúvidas sobre o mercado de trabalho, a troca de experiências e o compartilhamento de vagas na área.

As ex-alunas da {reprograma} após o término dos cursos, são inseridas em grupos como o Slack e Telegram, no qual fazem parte também professoras e monitoras para ajudá-las até a colocação no mercado de trabalho e a troca de informações importantes na área de T.I, como uma comunidade. 

Iniciativas sociais na área de T.I 

Em meio a um cenário de obstáculos na área de T.I, principalmente para as mulheres, é  importante que haja iniciativas sociais que auxiliem na formação e empregabilidade do público feminino. 

Um dos objetivos da {reprograma} é aumentar o volume de cadeiras ocupadas por mulheres na área da tecnologia, com isso, a startup oferece as competências necessárias para que elas ingressem no mercado de trabalho, por meio da formação dos cursos de back e front-end. 

A CEO da {reprograma} explica que durante o programa as alunas têm a possibilidade de conhecerem, por meio de mentoras, eventos e convivência, outras mulheres na área da tecnologia que estão dispostas a compartilharem todo o conhecimento que elas detêm, etc. Com isso,  as alunas são encorajadas a enfrentar os obstáculos de um setor, que por enquanto, é predominantemente ocupado por homens, a mudarem suas vidas por meio da tecnologia. 

Até o momento, mais de 700 mulheres já se formaram em cursos de back e front-end da startup paulistana. 

Sobre a {reprograma}

Fundada em 2016, pela peruana Mariel Reyes Milk e suas sócias Carla de Bona e Fernanda Faria, a startup social paulista que ensina programação para mulheres, priorizando as negras e/ou trans, por meio da educação, tem o objetivo diminuir a lacuna de gêneros na área de T.I. A {reprograma} possui grandes empresas parceiras como Accenture, Creditas e Facebook, iFood, entre outras. Mais informações no www.reprograma.com.br

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Mulheres na área de Tecnologia: Dicas para ingressarem
Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}. Foto:
Divulgação

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Apenas 5% das startups são fundadas por mulheres, aponta pesquisa

Dados da Pesquisa Female Founders Report, conduzida pelo Distrito, na qual aborda startups fundadas por mulheres, será pauta do painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, no Fintouch, maior evento da ABFintechs

Segundo pesquisa realizada pelo Distrito em parceria com a B2MAMY e Endevor, 4,7% das startups são fundadas exclusivamente por mulheres, enquanto 5,1% são co-fundadas por mulheres (fundação mista entre mulheres e homens). Do outro lado, o número de empresas com apenas fundadores homens é quase 20 vezes maior – mais de 90% das startups no Brasil ainda são fundadas apenas por homens. Ao olhar especificamente para o número de mulheres negras nesse ecossistema, o dado é ainda menor, apenas 19%.

A urgência do debate será pautada durante o Fintouch, maior evento no calendário da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e o maior do Brasil focado em fintechs. O painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social” será liderado por Fernanda Ribeiro, Líder de Diversidade na AbFintech, Presidente na Afrobusiness Brasil e Co-fundadora da Conta Black, além de Lilian Natal, do  Distrito, Dani Junco, da B2MAMY e Anita Fiori , do BID. 

“Precisamos bater na tecla da diversidade como inclusão social e estratégia de negócios. Afinal, ao não investirem em negócios liderados por mulheres, em especial, as negras, todos perdem a chance de ter um portfólio diverso e com altíssimo potencial de ganhos, inovação e sustentabilidade”, aponta Fernanda Ribeiro. 

Negócios de impacto social são repletos de inovação, escalabilidade e lucratividade. Um exemplo disto está na própria Conta Black, fundada pela executiva, que é uma comunidade financeira que se propõe em resolver o desafio da desbancarização e consequentemente a exclusão financeira. Ambas responsáveis pela desigualdade social.

“Precisamos iniciar de imediato uma jornada de inclusão, a partir da diversificação de investimentos e inclusão de mulheres em boardings e conselhos. Tenho esperança de que o atual momento possibilite uma reflexão mais profunda, que leve por fim, a uma transformação desse cenário”, reforça. 

Fintouch

Com o tema “Vamos encontrar juntos as respostas para os desafios das fintechs em 2021 e 2022?”, a programação do Fintouch 2021 contará com a participação de nomes de referência nacionais e internacionais do ecossistema de inovação e serviços financeiros. O encontro, marcado para os dias 15 e 16 de abril, das 9h às 18h, e acontecerá pela primeira vez de forma totalmente online. 

Mantendo a excelência dos conteúdos, o evento abordará assuntos para além do painel sobre “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, tais como Tokenização de Ativos; CBDC, Stablecoins e Corporate Coins; Open Finance; Identidade Digital para Fintechs; Serviços e Produtos para Desbancarizados; AgFintechs: Regulação, Crédito de Carbono, Empresas ESGs; Regulação; Como se conectar com Organizações Internacionais para captar investimentos e Parcerias fora do Brasil; dentre outros. Para saber mais acesse: https://www.abfintechs.com.br/fintouch.

Sobre a ABFintechs

A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), fundada em 2016 por empreendedores de quatro fintechs, possui cerca de 400 associadas e tem como missão garantir que o maior número possível de Fintechs se tornem realidade como negócio, além de fazer do Brasil uma referência em inovação no setor financeiro, passando a ser um fornecedor para o mundo de inovação disruptiva em finanças.

Com importante papel no desenvolvimento de questões regulatórias, a Associação realiza um trabalho próximo a Agências Reguladoras e Autarquias como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central do Brasil (BCB), Superintendência de Seguros Privados (Susep), Ministério da Economia, dentre outras, com importantes conquistas alcançadas até o momento como a Instrução CVM 588Resolução 4656 do BC e Sandbox regulatório. Conta com representantes no Comitê Nacional de Iniciativas de Apoio a Startups, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, foi indicado como órgão oficial na estrutura de governança do Open Banking no Banco Central.

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“Adaptar-se é Preciso… ” 12 mulheres relatam suas histórias

No dia 13 de março foi lançado na Livraria Blooks do Reserva Cultural, em Niterói, o livro “Adaptar-se é Preciso – histórias de mulheres que conquistaram o protagonismo em seus negócios”. No projeto, 12 mulheres relatam histórias de superação e resiliência no mundo do empreendedorismo, por meio de suas próprias histórias reais e surpreendentes. Foi realizada também uma roda de conversa com Jordana Luchetti, CEO e fundadora da JLC Relações Públicas e Marketing.

O livro foi idealizado pelas gestoras do grupo Somos Empreendedoras – Helga Vianna, Letícia Torzecki, Queila Moraes e Thaís Garcia – e editado pela Texto & Café Comunicação e Editora. A escolha do tema adaptação não poderia ser mais atual, com as mudanças enfrentadas pelo mundo em meio à pandemia. E o livro veio a reboque de todo esse processo de transformação que exige cada vez mais criatividade na solução dos problemas.

Ao longo das 128 páginas será possível conhecer um pouco sobre o Somos Empreendedoras e sua trajetória muito voltada para o fomento de parcerias e o estímulo ao apoio mútuo, reproduzindo o verdadeiro sentimento de sororidade. Até mesmo o livro cumpre o papel de conceder o tão reflexivo “lugar de fala” a mulheres que não desistiram dos seus sonhos em troca de qualquer relação de trabalho desigual. Ao contarem suas histórias de vida, muitas relataram o quanto se sentiram ressignificando a sua existência.

“Mais do que um livro para inspirar, ele cumpre o papel de destacar o importante papel das mulheres no mundo dos negócios, com dicas valiosas sobre como prosperar em seu voo solo”, conta Queila Moraes, uma das gestoras do grupo Somos Empreendedoras.

Forte, mas sem perder a ternura

Todas as histórias foram contadas, partindo do passado para o presente, ressaltando características pessoais. Todas guiadas pelo mesmo enredo: mostrar a evolução dessas mulheres, a partir da sua resiliência e força para modificar o curso da vida. Como resultado desse texto cadenciado por um certo lirismo, mas sem perder a objetividade, é passível ver a poesia concernente a essas mulheres nas suas “falas” e nos seus olhares captados pelas lentes da fotógrafa Adriana Oliveira.

Além da curadoria das gestoras, o livro foi todo produzido por mulheres ligadas ao Somos Empreendedoras, seja no papel de agência colaboradora ou como participante. A começar pela jornalista e escritora Verônica Oliveira, da Texto & Café; a fotografia de Adriana Oliveira; maquiagem de Marcella Quintino; distribuição do Clube Girafa, de Fernanda Figueiredo, e toda a divulgação nas redes sociais, orquestrada pelas sócias Raquel Bianchi e Carol Azevedo, da Bloom Comunicação e Branding.

O próprio livro é o exemplo vivo de onde é possível chegar, quando um grupo de mulheres unem seus talentos e expertises em prol de algo maior: gerar uma obra que marca o valor do voo compartilhado e do ideário de que “juntas somos mais fortes”. A própria capa, idealizada pelo ilustrador Cícero Lopes, já demonstra a força feminina refletida no revoar dos pássaros, muito imbuídos de buscar o voo solitário, mas que sempre percorrem o céu em bandos, como forma de vencer a resistência do ar.

Enfim, uma obra que tem tudo para marcar uma geração importante de empreendedoras que fazem a diferença na sociedade, refletindo dignidade, gerando empregos e alimentando seus filhos com a dedicação ao seu trabalho. Uma vida que se transforma em muitas vidas e que tem contribuído para um mundo melhor, mais igualitário e justo, com a leveza e sensibilidade de mulheres arrojadas, mas sem perder a ternura.  

Interessados podem adquirir a obra na loja virtual do Clube Girafa (www.loja.clubegirafa.com.br).

Ficha técnica:

“Adaptar-se é Preciso... " 12 mulheres relatam suas histórias
Adaptar-se é Preciso – histórias de mulheres que conquistaram o protagonismo em seus negócios

Título: “Adaptar-se é Preciso – Histórias de mulheres que conquistaram o protagonismo em seus negócios”
Autora: Verônica Oliveira
Capa: Cícero Lopes
Organização: Helga Vianna, Letícia Torzecki, Queila Moraes e Thaís Garcia
Curadoria: Queila Moraes e Thaís Garcia
Assunto: empreendedorismo feminino/histórias/negócios
Editora: Texto & Café Comunicação e Editora
ISBN: 978-65-992028-1-0
Páginas: 128
Formato: brochura
Venda: (www.loja.clubegirafa.com.br )
Fotos: Adriana Oliveira
Maquiagem: Marcela Quintino

Sobre o grupo Somos Empreendedoras

Criado na cidade de Niterói, o grupo de empreendedoras formado pela sócia diretora na C.Chaves Comunicação e Marketing – Helga Vianna; por Letícia Torzecki – proprietária da Ri Happy Icaraí e Itaboraí e Loja Valisere Niterói – Icaraí; por Thais Garcia- proprietária da Gráfica Printmill e por Queila Moraes – Gerenciamento de Projetos, tem como papel fundamental promover um ambiente sinérgico de valorização do empreendedorismo feminino. Sob o lema de que “juntas somos mais fortes”, as gestoras do grupo incentivam a troca de experiências e vivências, estimulando o crescimento e desenvolvimento do grupo.

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Mulheres Revolucionárias: Ada Lovelace

Durante o século XVIII, Ada Lovelace se tornou a primeira programadora da história. Podemos dizer que muito das evoluções científicas e tecnológicas se devem, em parte, a ela.

Nos dias 8 e 15 de outubro é celebrado o Ada Lovelace Day, uma comemoração criada pela ex-diretora executiva do Open Rights Group, Suw Charman-Anderson, para dar mais visibilidade aos grandes feitos de mulheres ao longo dos anos.

Mulheres Revolucionárias: Ada Lovelace

Assim que nasceu, em 1815, seu pai (o famoso poeta Lord Byron) ficou extremamente desapontado por Ada não ser menino e decidiu deixar sua filha e esposa por esse motivo.

Sua mãe, Anne Isabella Milbanke, era matemática e estimulou os estudos da filha desde muito jovem, dando ênfase nos ensinamentos de matemática e ciências.

Também conheceu grandes personalidades que acabavam virando seus tutores, como o conhecido pai do computador, Charles Babbage.

Sendo uma criança muito criativa, aos 12 anos já tinha ideias para a criação de máquinas, já que após seu estudo sobre anatomia de pássaros, teve a ideia de construir um mecanismo a vapor em forma de cavalo com asas que voava.

Quando tinha 28 anos fez a tradução de um artigo escrito por Luigi Menabrea sobre uma máquina de calcular mas também adicionou algumas anotações próprias, dicas de como a máquina poderia ser programada. A publicação de seu trabalho aconteceu em 1843, muitos anos antes do mundo sequer ter a capacidade de por os conhecimentos de Lovelace em prática.

Ela acreditava que qualquer coisa poderia ser transformada em números e depois, reproduzidas, assim como os computadores atuais.

Infelizmente Ada faleceu muito jovem, pois estava com câncer uterino.

Foi apenas em 1953 que suas ideias foram estudadas e colocadas em prática. A Linguagem de Programação Ada foi criada em sua homenagem.

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empoderamento feminino o que é

Governo lança novos programas de empreendedorismo para mulheres

Em anuncio feito nesta segunda-feira (08/03), o Governador João Doria lança três novos programas de empreendedorismo, geração de renda e qualificação profissional, voltados exclusivamente para mulheres.

Governo lança novos programas de empreendedorismo para mulheres

Durante a coletiva de imprensa, no Dia Internacional da Mulher, Doria também homenageou aquelas que se destacaram no combate ao coronavírus.

programas de empreendedorismo para mulheres

Empreenda Mulher

O “Empreenda Mulher” oferece mais de 60 mil vagas gratuitas em cursos de qualificação em diversas áreas e a liberação de R$ 50 milhões em microcrédito pelo Banco do Povo, exclusivos para mulheres domiciliadas no Estado de São Paulo. O objetivo do programa é incentivar a autonomia das mulheres, possibilitando acesso a crédito e oferta de cursos de qualificação empreendedora, tecnológica, entre outras áreas. As informações sobre os cursos e a linha especial do Banco do Povo podem ser consultadas no site www.desenvolvimentoeconomico.sp.gov.br/empreendamulher.

Prospera Mulher

A primeira fase do “Prospera Mulher” irá beneficiar 12 mil famílias em todo o Estado. Seu público-alvo são as chefes de famílias monoparentais, com crianças de 0 a 6 anos, e que estejam em situação de extrema pobreza (ou seja, que sobrevivem mensalmente com até R$ 89 por pessoa), devidamente cadastradas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais), preferencialmente, atendidas por programas e serviços destinados à primeira infância.

A sua premissa é de inclusão produtiva, estimulando a geração de renda através do acesso ao trabalho, empreendedorismo, capacitações e oportunidades de ofício atrelado a plano de futuro, combinando aspirações pessoais, profissionais, sociais e financeiras; e o incentivo a bancarização e cultura de poupança, com a transferência de recursos.

TODAS in-Rede

O “TODAS in-Rede” visa o empoderamento e a autonomia das mulheres com deficiência do Estado. De acordo com a Base de Dados dos Direitos da Pessoa com Deficiência, atualmente vivem mais de 1,7 milhão de mulheres com deficiência em São Paulo.

Por meio de ações de formação profissional, disseminação de informações e criação de uma rede virtual acessível às mulheres com deficiência, o programa busca o protagonismo desse público, onde são trabalhados temas como acesso à informação, trabalho, renda e autonomia financeira, exercício dos direitos afetivos, sexuais e reprodutivos, prevenção à violência e autoestima e liderança. Para se cadastrar na Rede Virtual e ficar por dentro de todas as novidades do programa TODAS in-Rede basta acessar: www.todasinrede.sp.gov.br.

Mulheres que se destacaram no combate ao coronavírus

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Governador João Doria ressaltou o trabalho de 11 mulheres que se destacaram no combate ao coronavírus no Estado de São Paulo. “Elas representam milhões de mulheres, mães, avós, cidadãs e brasileiras que, ao longo destes 14 meses, têm defendido a vida, a saúde, a existência, a verdade e a transparência.

A cada uma dessas mulheres, a cada uma dessas mães, filhas, netas, cidadãs brasileiras, não importa a cor, a idade, onde vivam: a nossa homenagem”, declarou Doria.

As nossas homenageadas são:

Esther Sabino e Jaqueline Goes – cientistas que lideraram o mapeamento do genoma do novo coronavírus.
Eloisa Bonfá – médica, diretora do Hospital das Clínicas, que coordena o maior complexo hospitalar da América Latina no combate à Covid-19.
Rosangela Soares dos Santos – enfermeira que atua na linha de frente do hospital Emílio Ribas.
Suzel da Silva Neves – auxiliar de enfermagem que trabalha na linha de frente do hospital de Vila Nova Penteado, na periferia da cidade de São Paulo.
Lia Porto – Procuradora Geral do Estado de São Paulo, que garantiu, através de uma ação no STF, o financiamento de leitos de UTI no Estado.
Regiane de Paula – coordenadora do Programa Estadual de Vacinação de São Paulo.
Regina Esteves – presidente e CEO da Comunitas, organização sem fins lucrativos que gerenciou a captação de R$ 185 milhões da iniciativa privada para a construção da nova fábrica de vacinas do Butantan.
Helena Sato – pediatra e integrante do Centro de Contingência de Combate à Covid-19 do Estado de São Paulo.
Cintia Lucci – diretora de projetos estratégicos do Instituto Butantan.
Cristina Megid – diretora da Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo.
Hélia Araujo – jornalista e coordenadora de imprensa da Secretaria de Comunicação do Estado de São Paulo.


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Mulheres indígenas e quilombolas beneficiadas por ONU Mulheres

O Pará vai ter dois municípios contemplados pelo projeto “Direitos Humanos das mulheres indígenas e quilombolas: uma questão de governança” desenvolvido pela ONU Mulheres.

A iniciativa tem o objetivo de trabalhar o empoderamento feminino, com foco nessas comunidades, e conta com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) – que vai fazer a escolha das duas cidades no Pará.

A principal meta do projeto é facilitar a inclusão e a participação significativa de indígenas e quilombolas na formulação de políticas, planejamento e orçamento nos âmbitos estadual e municipal, como forma de reduzir a discriminação e as desigualdades com base em gênero, raça e etnia.

Mulheres indígenas e quilombolas

De acordo com a representante da ONU Mulheres Brasil, Anastasia Divinskaya, na prática, o projeto vai apoiar as autoridades estatais e municipais, que são as responsáveis pela garantia de direitos, assim como as mulheres indígenas e quilombolas – que são as portadoras desses direitos. Para Anastasia, a implementação desse projeto vai fornecer um caminho para reduzir desigualdades e práticas discriminatórias.

“As mulheres e meninas indígenas e quilombolas enfrentam taxas de pobreza muito mais elevadas e isso se constitui em uma questão de governança. Esse projeto também é uma homenagem aos esforços incansáveis dessas mulheres para alcançar os seus direitos humanos, além de contribuir para o fortalecimento da democracia no Brasil”, afirmou representante da ONU Mulheres Brasil.

Sônia Guajajara é coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e está trabalhando junto da organização para consolidar políticas mais atuais e relevantes às mulheres indígenas e quilombolas. Segundo ela, um ponto importante é destacar a falta de dados e diagnósticos específicos sobre essas mulheres para que se possa elaborar políticas mais efetivas.

“Não conseguimos ter dimensão do tamanho da violência entre as mulheres indígenas. É muito importante que comecemos a buscar formas de ter esse diagnóstico, de ter indicadores para avaliarmos os instrumentos de Estado, se estão ou não adequados, para que possamos começar a discutir outras ferramentas e instrumentos que venham a atender essa realidade”, declarou coordenadora executiva da APIB.

O secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Pará, Alberto Barros, reforçou que o estado não vai medir esforços para garantir que o projeto tenha efetividade em todo o território paraense. “Espero que juntos possamos lutar e dar efetividade e garantia aos direitos das mulheres quilombolas e indígenas”, disse.

Depois que os municípios forem escolhidos, será possível estabelecer políticas para as mulheres indígenas e quilombolas. Neste primeiro momento, os estados do Pará e do Maranhão são os pioneiros a receber o projeto que foi desenvolvido em parceria com a Embaixada da Noruega.

Em parceria com Brasil 61.

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Jane Grey e Mary I

Mulheres Revolucionárias: Jane Grey e Mary I

Conheça Jane Grey e Mary I

Antigamente apenas os homens poderiam comandar um país, o rei era quem liderava, comparecia em reuniões estratégicas e políticas importantes. A rainha era conhecida apenas como a esposa do rei, não sendo uma monarca reinante.

Mas muitas mulheres tentaram mudar a história, não ficaram quietas pois sabiam que eram capazes de ir muito além do que escolher as flores do jardim do castelo. Porém, quando sempre que almejaram este poder, estas mulheres foram criticadas e condenadas.

Mas e quando todos os homens da linhagem real estão mortos?

Em 6 de julho de 1553 Edward III, o único herdeiro homem de Henry VIII, estava morrendo. Pela primeira vez na história da Inglaterra, todas as opções para a realeza, eram mulheres.

Seguindo a lógica, a coroa deveria ser passada para Mary, a filha mais velha. Depois, para Elizabeth, sua irmã mais nova.

Mas Edward estava disposto a fazer de tudo para que sua irmã, de diferente religião, não ocupasse seu lugar e mudasse a religião de seu país. Antes de morrer, preparou um documento a excluindo do poder.

Este documento, permitia que suas primas também ficassem com o poder e então Jane Grey entra em cena, já que era da mesma religião que Edward. Pensando nisso, ele deixou um testamento para que os filhos homens de Jane pudessem usar a coroa, para que desta forma, nenhuma mulher ficasse no comando.

O que ele não esperava, era sua repentina morte.

Sem tempo para produzir herdeiros, Jane foi colocada no testamento como futura rainha, pois seu marido poderia governar. E talvez um dia, o casal tivesse estes tão sonhados filhos.

Quando Jane soube, recusou o trono pois achava que sua prima Mary era a verdadeira herdeira do trono inglês mas este pedido era uma ordem, pois não podia ser recusado.

Mas Jane não foi manipulada como um fantoche e não aceitou que seu marido fosse rei, aceitaria que ele fosse apenas duque, pois não tinha o sangue real.

Poucos dias depois, vendo toda essa disputa, Mary decidiu juntar um exército para recuperar seu lugar no trono real.

Com uma guerra inesperada e poucos aliados, Jane perdeu seu não tão querido trono depois de 9 dias e Mary saiu como vitoriosa e tornou-se a rainha da Inglaterra.

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Inscrições reabertas para GCM de Santo André

As inscrições para o concurso público da Guarda Municipal de Santo André é reaberta pela prefeitura, com salários maiores.

Ao todo são 30 vagas imediatas para o cargo que oferece um salário inicial de R$ 2.907,85. As vagas estão divididas igualmente entre homens e mulheres.

Para se candidatar, é preciso que o candidato tenha entre 18 a 35 anos, com altura mínima de 1,60m para mulheres 1,68 para homens. Também é preciso ter CNH categoria A/B, B ou superior.

As candidaturas podem ser realizadas, agora, até o dia 6 de novembro, por meio da banca organizadora Vunesp, mediante o pagamento da taxa de inscrição de R$ 65.

Anteriormente, o salário inicial previsto no edital era de R$ 2.692,46.

O concurso contará com seis fases de avaliação:

  • Provas objetivas
  • Teste antropométrico e prova de Aptidão Física
  • Exame toxicológico
  • Exame psicológico
  • Investigação social
  • Curso de Formação

Resumo concurso Santo André (SP)

  • banca: Vunesp
  • vagas: 30
  • cargo: Guarda Municipal
  • escolaridade: nível médio
  • período de inscrição: inscrições abertas até o dia 6/11
  • link para página do concursoVunesp, Guarda Municipal

Outros concursos públicos esperados para São Paulo

Para quem busca uma preparação maior para um concurso público em São Paulo, uma seleção promete ter edital lançado em 2021 com uma boa quantidade de vagas.

É o concurso PM SP para Soldado, que já está autorizado, mas aguarda a melhora da situação pandêmica para dar prosseguimento.

Segundo chefe da Gestão de Pessoal da PM SP, um dos editais já está pronto e assim que possível vão refazer o cronograma.

Em janeiro deste ano, o governador de São Paulo, João Dória, autorizou a realização de concursos públicos para a PM SP para 5.605 vagas.

Para se tornar um Soldado na PM SP, o candidato precisa ter nível médio completo, além de CNH entre as categorias B e E.

A faixa etária permitida é de 17 a 30 anos e altura mínima é de 1,55m para mulheres e 1,60m para homens.

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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cuidados outubro rosa

Cuide-se – Outubro Rosa

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização das mulheres para prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recente do câncer de útero. Esta campanha teve início nos anos de 1990 nos USA e no Brasil a partir de 2002 e 2011 para o câncer de colo do útero.

Apesar de todas as campanhas que sem dúvida são muito importantes, ainda em nosso país se depara com grandes desafios e desigualdades. Uma delas é que grande parcela da nossa população não tem condições de ter um plano de saúde particular, outro fator é que a quantidade de aparelhos para realizar os exames de mamografia pelo SUS é insuficiente.

O Brasil é um país de tamanho continental que agrava ainda mais o tratamento preventivo proposto na campanha do outubro Rosa, 40% dos aparelhos disponibilizados na rede publica estão concentrados no Sudeste e a menor disponibilidade se encontrar na região norte.

Outro fator a ser considerado é o grau de instrução da nossa população que em determinadas regiões deixa muito a desejar, o que complica mais ainda o entendimento para fazer o exame preventivo anualmente.

Também é sabido, que a quantidade de pessoas diagnosticadas com câncer de mama e colo do útero vem caindo ano a ano, mas é uma batalha sem fim, até que se elimine definitivamente.

Se considerarmos que mais da metade da população brasileira são mulheres, vemos que o desafio não é pequeno, mas sempre alcançável e possível, basta querer. 

ACISA: LIVE – Empreendedorismo Feminino

Iniciamos hoje a programação especial do mês do Empreendedor!

A live que abre a programação trará como tema o Empreendedorismo Feminino e contará com a participação de Selma Cobra e Regina Guirelli, com mediação da diretora Ana Maria Mascaro, mantenedora da Escola Infantil Picolino Mio, pedagoga e bacharel em Direito com pós-graduação em Administração de Recursos Humanos e Neurociência Aplicada à Educação.

Selma Cobra exerceu o cargo de administradora de um grupo comercial por 35 anos, é membro do Conselho Superior da ACISA, e uma das fundadoras do Núcleo de Mulheres Empreendedoras (NME) e atualmente presta assessoria comercial para empresas.

Regina Guirelli é formada em química, com vivência em indústria multinacional e há 22 anos está no comando da Nemo Quest idiomas, escola especializada em inglês para a terceira idade. Integra o NME desde 2008, é diretora da ACISA e atual presidente do Conselho Comunitário de Segurança Santo André Centro.

Este evento é mais uma iniciativa da Academia de Negócios e Inovação ACISA que visa capacitar empresários da região. “Queremos estreitar e fortalecer alguns eixos que contribuem para o desenvolvimento regional, além de mostrar a qualidade dos empresários locais e porque Santo André é referência nas áreas de serviço, comércio e indústria”, destaca o presidente Pedro Cia Junior.

Convide outras empreendedoras para participar também!
LIVE – Empreendedorismo FemininoHOJE às 18H
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Mulheres Revolucionárias: Rosa Parks

Em 1955, nos Estados Unidos, depois de um dia cansativo de trabalho, uma mulher negra se recusava a dar seu lugar no ônibus para um homem branco, causando grande impacto no país e no mundo.

Essa mulher foi Rosa Parks.

Naquela época, a lei dos Direitos Civis americana dizia que apenas pessoas brancas poderiam votar, entrar em igrejas, lojas e tinham preferência em transporte público. Pois caso algum branco ficasse sem conseguir se sentar, o negro deveria se levantar e dar seu assento ou até descer do ônibus.

Cansada dessas regras, Rosa se recusou a levantar. O motorista parou o ônibus e chamou a polícia para prendê-la.

Com tamanha repercussão, a mulher foi visitada na prisão por Matin Luther King Jr. e membros da NAACP (Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor) fazendo com que o caso de Rosa se tornasse o estopim contra a desigualdade.

Tudo isso a tornou alvo de ameaças de morte e dificuldade em conseguir emprego. Mas tudo valeu a pena, uma vez que até hoje ela é conhecida como mãe do movimento dos direitos civis.

Todo esses acontecimentos, levaram a protestos e boicotes, pois os simpatizantes da causa decidiram parar de usar o transporte público e caminhar para seus destinos, dando grande prejuízo para a empresa.

O movimento só terminou quando, em 1956, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou inconstitucionais as leis de segregação.

Para conhecer melhor a sua trajetória, é possível assistir ao filme A História de Rosa Parks.