Expo Alemania viabiliza negócios entre países latino-americanos

Feira multissetorial virtual das AHKs da América Latina, a Expo Alemania será realizada entre os dias 6 e 9 de julho e deve reunir mais de 300 expositores de diferentes países. A iniciativa das Câmaras Alemãs latino-americanas inclui a AHK Paraná e abre um leque de possibilidades de negócios e acordos comerciais para os associados que buscam alcançar o mercado internacional. A expectativa é que mais de 200 mil pessoas visitem a plataforma do evento.

Segundo o gerente da AHK Paraná, Augusto Michells, participar da Expo Alemania 2021, evento virtual que contará com a presença de organizações de toda a América Latina, é uma grande oportunidade para que as empresas paranaenses continuem ativas no cenário das feiras internacionais, porém com muito mais alcance e menos gastos.

Associadas à AHK Paraná podem participar com estandes virtuais

O evento traz a possibilidade de as organizações atuarem como expositoras e levarem seus diferenciais para um networking conectado com toda a América Latina. As companhias podem participar com estandes virtuais nas modalidades Premium, Business e Startup. Há pacotes que vão de US$ 100 a US$ 550, com opções de 3 a 5 espaços de marca nos estandes.

Outros benefícios variam conforme o valor e podem incluir desde a presença da marca em material digital para promover a feira, logotipo apresentado no diretório digital oficial, 30 minutos na sala de conferências, espaço em um evento de rede virtual pós-fábrica setorizado e difusão da Conferência especializada em Plataformas de Comunicação Digital da Rede de Câmaras Alemãs LATAM.

“Observamos que as empresas estão bem ambientadas nesse ‘novo normal’. Transitam com bastante facilidade por reuniões virtuais – e por que não em feiras virtuais? Nesse novo cenário, é a primeira vez que as organizações do estado poderão participar de uma feira neste formato e com diferentes organizações de toda a América Latina”, completa o gerente da AHK Paraná.


Serviço:

Entre em contato com a AHK Paraná, uma das entidades participantes da EXPO ALEMANIA 2021. Mais informações: (41) 99268-2737 ou pelo e-mail: ahkparaná@ahkbrasil.com.

Sobre a AHK Paraná  Estimular a economia de mercado por meio da promoção do intercâmbio de investimentos, comércio e serviços entre a Alemanha e o Brasil, além de promover a cooperação regional e global entre os blocos econômicos. Esta é a missão da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), entidade atualmente dirigida pelo Conselheiro de Administração e Cônsul Honorário da Alemanha em Curitiba, Andreas F. H. Hoffrichter.

Fundada em 1972, a AHK Paraná integra uma rede composta por mais de 140 Câmaras binacionais alemãs em 92 países ao redor do mundo que trabalham em prol do fomento profissional de seus associados e no estímulo ao networking entre diferentes organizações. Com foco no desenvolvimento do Paraná, a AHK Paraná está entre as cinco melhores e mais completas câmaras bilaterais do Brasil e agrupa empresas de capital ou know-how alemão e companhias brasileiras instaladas no estado com interesses na Alemanha.

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Empréstimos para empreender superam um terço das solicitações

Conhecido por ser o principal motivo para a tomada de crédito, o pagamento de dívidas foi superado pelo empreendedorismo no Brasil. De acordo com um levantamento da Lendico, fintech especializada em empréstimos online, 35% das solicitações feitas em abril foram para empreender, enquanto o pagamento de dívidas respondeu por 34% dos pedidos no país.

Apesar da ligeira diferença, as requisições de crédito motivadas pelo empreendedorismo – tanto para a abertura de novos negócios quanto para investir na empresa – cresceram 24% em abril desse ano na comparação com o mesmo mês de 2020. Já os empréstimos para pagar dívidas apresentaram retração de 19% no mesmo período.

A tendência das solicitações de ajuda financeira para empreender ainda chama a atenção pelo aumento nos pedidos relacionados especificamente a abertura de novos negócios, categoria que apresentou elevação de 52% no último mês frente abril de 2020. 

Depois do empreendedorismo e pagamento de dívidas, a motivação mais comum para a tomada de crédito é o investimento na casa, justificativa citada em 14% das requisições, seguido pela compra de eletrodomésticos e eletrônicos (5%).Sobre a Lendico
A Lendico é uma fintech de empréstimo pessoal que começou sua jornada em 2015 com o entendimento de que o crédito, quando utilizado de forma consciente e com taxas personalizadas e justas, é um meio para as pessoas seguirem em frente, realizarem seus sonhos e progredirem cada vez mais. De lá para cá, mais de R$ 600 milhões já foram emprestados, impulsionando a vida de mais de 80 mil clientes.

Para mais informações, acesse: https://lendico.com.br/

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Empréstimos para empreender superam um terço das solicitações

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5 dicas para construir um bom relatório gerencial

Rogério de Caro é o autor de “5 dicas para construir um bom relatório gerencial”.

1 – Objetividade
Trabalhar o propósito do relatório é a primeira questão a ser trabalhada no processo de elaboração. Qual é o público-alvo por quem ele será utilizado e apresentado. O documento deve ser objetivo e breve, ir direto ao ponto, evitando desvios que possam desviar o foco e comprometer a apresentação.

2 – Inclua informações relevantes
Selecionar as informações que realmente importam é essencial para a qualidade do relatório.

3 – Utilize critérios para a escolha dos indicadores
Para elaborar um bom relatório escolha bons indicadores, usados pela empresa. Para essa seleção, leve em conta a abrangência, a importância, a simplicidade e outros atributos dos indicadores torna o conteúdo mais consistente e objetivo.

4 – Planeje a apresentação do relatório
Planejar a apresentação é tão importante quanto elaborar. É uma das etapas mais importantes do processo. Se atente ao volume de informações, visto que, para ter objetividade, é preciso filtrar os dados para que somente os relevantes sejam apresentados. A linguagem utilizada na apresentação adequada ao público-alvo.

Por fim, atentar ao modo como as informações serão representadas é outro ponto que merece destaque, principalmente na escolha dos gráficos. E não esqueça do tempo, nada de reuniões muito longas e tenha o controle na apresentação.

5 – Selecione os responsáveis pelos temas / áreas
Importantíssima a participação dos responsáveis por cada tema envolvido (área) garantindo que não falte ninguém. São pessoas com poder de decisão que irão contribuir para o bom andamento da reunião.

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Momentos de Incertezas

Rogério de Caro é o autor de “Momentos de Incertezas”.

O artigo de hoje é sobre como estamos enfrentando o momento atual.
Se voltarmos para o ano de 2019, vamos nos deparar com uma vida normal, mas
que na verdade estava muito acelerada, profissional, pessoal e com a chegada de
um novo presidente. As expectativas eram muito grandes para sairmos de números
e situações adversas. Em fevereiro de 2020 começamos conviver com algo novo e
desconhecido a COVID 19, transformando tudo que nos rodeia.

Uma doença pouco conhecida, trazendo muitas vítimas, os nossos hábitos foram
mudados rapidamente com o isolamento social e na carona trouxe a crise
econômica, operando em um ritmo mais lento e aumentando o desemprego e os
medos da morte, desemprego, a perda sem despedida e etc.

Como conviver com esta situação?
Acredite não são os mais fortes que sobreviverão e sim os que se adaptarem mais
rápido.

Então siga as orientações da ciência, cuide da sua saúde mental e física e cuide dos
mais necessitados.

Se estiver com ansiedade, stress, insônia, baixo rendimento no trabalho, irritado,
busque ajuda, não é o momento de ser o super homem, se cuide.

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WhatsApp para captação de alunos: Tema da live da Persone

Diversos fatores determinam o comportamento do consumidor e, entre eles está a praticidade, um dos motivos que posicionou o aplicativo como instrumento de negócio nos últimos anos. Desenvolvido e utilizado inicialmente para entretenimento e relacionamento, passou a se firmar como o principal canal entre empresas e clientes, desde o último ano, com o impacto da pandemia. O Whatsapp tem sido aplicado às empresas não apenas como um meio de comunicação, mas também como um canal direto para vendas e captação de alunos.

Convencer potenciais alunos a efetivarem suas matrículas é um grande desafio, porém, existem alternativas. Por este motivo, essa manobra tem sido destaque no setor educacional. “O WhatsApp já se tornou o principal canal de conversão, mas cuidado para não se tornar um spammer”, alerta o especialista André Sales, sobre saber abordar e não cruzar a barreira da inconveniência.

“Conversaremos sobre a importância do WhatsApp no processo de captação, seu protagonismo em termos de canal e como fazer uma boa abordagem sem ser invasivo ou chato”, completa o head of sales, da Faculdade Descomplica.

  • Como utilizar o WhatsApp na captação de alunos?
  • O que deu certo e o que deu errado?
  • O WhatsApp é complementar a outros canais de vendas?
  • Como fazer a gestão da qualidade e da produtividade da equipe?
  • O uso da API official.

Esses são alguns dos questionamentos que serão respondidos por André Sales, na live realizada pela Persone Educação, no dia 22 de abril, em seu canal do YouTube (www.persone.com.br/live).

A tecnologia é um braço na conversão de leads e uma ferramenta para gerenciar esse momento de incertezas que tem ganhado destaque é o aplicativo de relacionamento. No início de 2020, o WhatsApp marcou presença em 99% dos smartphones brasileiros, conquistando uma base de mais de 120 milhões de usuários.

O relatório CX Trends 2020, identificou que, até fevereiro, o app já era usado por 57% dos clientes para falar com empresas, tendo na sequência o e-mail, com 47%, site (44%), Facebook (37%) e chat online (33%).

Essa live, que abordará as possibilidades dentro dessa temática, terá duração de até 20 minutos. Durante o bate-papo os participantes podem enviar suas dúvidas, que serão esclarecidas pelo convidado.

Serviço:

Live: WhatsApp para captação de alunos?

Quando: 22 de abril

Horário: às 20h

Onde: YouTube www.persone.com.br/live

Sobre Helen Toyama

Helen Toyama, CEO e fundadora da Persone, tem larga experiência em marketing e vendas. Ao longo de sua carreira passou por grandes players do setor educacional, atuando como Gerente de Marketing, Diretora Administrativa e Consultora em Empresas como Insper e Hoper. Bacharel em Publicidade e Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Gestão de Vendas, pela ESPM.

Em 2013, tomou a decisão de abrir sua própria empresa de soluções em atendimento e vendas para o segmento educacional. Mais de sete anos depois, a Persone é reconhecida pela expertise e qualidade nos processos de atendimento e vendas.

Helen tem participação ativa em processos de reestruturação organizacional e planejamento estratégico, também se destacando por desenvolver parcerias com empresas como Apple, Microsoft, J&J, Embraer, Cisco, SAP.

Sobre a Persone

Empresa de soluções em atendimento e vendas formada por profissionais que atuam há mais de 18 anos nos segmentos de tecnologia e educação, fornece consultoria e outsourcing de processos, sistemas e equipe de vendas.

A Persone dispõe de uma equipe especializada em implantação, gestão e execução de operações de vendas, retenção, relacionamento e atendimento ao cliente.

Utilizando as mais diversas tecnologias – sistemas de CRM, CTI, chat, chatbot, inbound, BI, e-mail marketing, SMS e WhatsApp, a Persone executa o processo de vendas do início ao fim.

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WhatsApp para captação de alunos: Tema da live da Persone
Foto: Divulgação

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O Líder trabalha +

Rogério de Caro é autor de “O Líder trabalha +”.

Trabalhando +, quero destacar que muitas pessoas que buscam uma promoção de líder, ou executivo ou outro cargo de direção dentro de uma empresa.

Pode se iludir com os benefícios que este cargo traz, como aumento salarial, ajuda de custo, carro, escola dos filhos, plano de saúde e etc. Vê o tamanho da equipe e áreas que será responsável, fica orgulhoso e o ego vai as alturas.

Engano de quem pensa assim, por trás disso tudo pode ter um monte de problemas. Com tantas pessoas na minha equipe terei uma carga de trabalho menor. Terá que se dedicar as atividades inerentes ao novo cargo, como planejar, desenvolver controles, fazer avaliações, ajustes de percurso e se relacionar com pessoas. A responsabilidade cresce e de forma exponencial e os riscos acompanham, em muitas promoções o promovido não entende que o seu papel mudou, ele passa a ser o gestor de pessoas e isso complica muito.

Sugiro que fique atento ao que considerei neste artigo e busque se preparar melhor para o novo cargo e considere sim que irá trabalhar muito mais do que trabalhava antes.

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades

As principais dificuldades dos lojistas brasileiros em 2020 (e como resolvê-las em 2021) 

Por Henrique Carbonell *  

Não há dúvida de que o ano de 2020 foi desafiador para os lojistas brasileiros. Entretanto, falar que a pandemia da Covid-19 foi o principal problema do varejo chega a ser redundante. Claro, tanto o avanço de uma doença global quanto a necessidade de quarentena e isolamento social foram complicadores – mas esse problema afetou a todos, grandes e pequenos, independentemente da região ou segmento. O que cada empresário fez a partir disso é que determinou o sucesso, ou o fracasso, em 2020. Por conta disso, confira as principais dificuldades dos varejistas brasileiros no ano passado e saiba como evitá-las em 2021:

1 – Transformação digital  

A digitalização dos processos em si não é um problema – de fato, pode ser considerada a solução para muitas dificuldades. Porém, poucos varejistas estavam aptos para se movimentarem de uma hora para outra com a chegada do novo coronavírus. De repente, tudo aquilo que ele fazia de forma manual e/ou física precisou migrar para o ambiente virtual por meio de softwares, sistemas e dispositivos. A transformação digital é um processo sem volta no Brasil, e os empreendedores precisam se preparar para realizá-la de forma segura. A melhor dica é encontrar fornecedores que possam orientar e auxiliar as empresas a encontrarem soluções que realmente façam sentido ao negócio.  

2 – Omnichannel 

Simultaneamente à transformação digital iniciada às pressas a partir de março de 2020, os varejistas brasileiros também tiveram que lidar com o aspecto omnichannel do consumidor, tanto no relacionamento com a marca quanto nas relações de compra e venda. Até então, havia mais teoria do que prática no dia a dia do negócio, mas foi preciso incorporar (e integrar) diferentes canais utilizados pelas pessoas, como e-commerce, aplicativos de mensagens, redes sociais, entre tantos outros. Foi uma dificuldade manter a comunicação sem ruído com o cliente, mas a adoção de tecnologias já desenvolvidas nesse preceito e que potencializam a integração de canais pode reduzir qualquer risco.  

3 – Gestão de vendas  

De repente as lojas físicas também precisaram vender pela internet. O WhatsApp passou a ser um importante aliado dos vendedores para conversar com os clientes e até para ofertar produtos. Mas como organizar esse fluxo e estipular metas em um novo contexto? A gestão de vendas do varejo precisou se adaptar a essa realidade, seja na adoção de novas técnicas, seja na estrutura do trabalho a ser desenvolvido. Dessa forma, foi preciso capacitar os colaboradores durante a pandemia, corrigindo em tempo real possíveis questões que surgiam no dia a dia. Para evitar novos problemas, a saída é contar com uma plataforma integrada de gestão empresarial e financeira, capaz de extrair relatórios de vendas para análise dos gestores.  

4 – Logística  

Outro problema decorrente da digitalização imposta pela pandemia da Covid-19 é a logística de entrega dos produtos. Quem já estava acostumado a vender pela internet possuía o know-how necessário para dar conta de todas as demandas. Mas e os varejistas que precisaram montar às pressas seus canais de vendas? A grande maioria sofreu para conseguir entregar os pedidos nos prazos e nas condições desejadas pelos consumidores. Aqui, mais do que encontrar a melhor solução tecnológica voltada à logística, o recomendado é garantir que esse recurso esteja integrado às ferramentas de gestão, permitindo que todo o processo seja automatizado, da confirmação do pedido ao envio da mercadoria.  

5 – Conciliação de cartões  

Por fim, fazer a conciliação financeira das transações de cartões tornou-se uma missão ainda mais primordial para a gestão do pequeno e médio varejista. A prática é essencial por conferir os valores envolvidos em cada transação, incluindo o valor pago nas taxas de administração das máquinas e demais custos envolvidos. Sem um detalhamento específico, é comum a loja pagar mais do que deve. É como um conta-gotas: no mês nem se percebe a diferença, mas depois de um ano há um rombo considerável nas finanças. As melhores plataformas de gestão financeira completam essa tarefa de forma automática, permitindo até mesmo a recuperação dos valores pagos a mais.  

* Henrique Carbonell é sócio-fundador da F360°, empresa especializada em sistema de gestão financeira com conciliação automática de vendas por cartão para o pequeno e médio varejowww.f360.com.br– e-mail:f360@nbpress.com  

Sobre a F360° 

A F360° é uma startup com a missão de transformar a gestão de varejo de franquias e do pequeno e do médio varejista desenvolvendo a melhor ferramenta de gestão do Brasil. O objetivo é gerar eficiência operacional, evitar perdas financeiras aos seus usuários e potencializar as vendas. Desenvolvida por – e para – o varejista, a plataforma oferece, em uma única ferramenta, integração de todos os processos de gestão de uma franquia ou de pequeno e médio varejo. A empresa faz parte da HiPartners, um ecossistema de investimentos focado em empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento dentro do conceito de New Retail. Para saber mais, acesse https://www.f360.com.br/.  

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades
Lojistas Brasileiros: soluções

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O Líder se comunicando com a chefia

Considero que uma das habilidades das mais importantes no mercado de trabalho e na vida pessoal é como nos comunicamos. Quando considero um líder, este olhar fica mais criterioso, porque esta posição exige que a comunicação com os seus liderados seja, clara, simples e efetiva.

Quando a comunicação é com os seus superiores, ela não é a mesma de quando se comunica com o seu grupo. A comunicação com os superiores, tem que ter um equilíbrio muito grande e discernimento para falar sobre pessoas, trabalhos e situações críticas.

Esta posição pode mudar o destino de uma pessoa ou mudar o caminho definido para um trabalho, deu para entender o tamanho da responsabilidade e importância.

A sua postura tem que ter personalidade marcante, isso não quer dizer que ele seja contra tudo e todos, mas sempre demonstrando e equilíbrio e bom senso.

Considero que o líder é o cara da solução, buscando alternativas, analisando riscos e identificando oportunidades para empresa.

Ele faz a diferença e quando isso ocorre sua participação e contribuição passa a ser considerada como muito importante.

Entenderam as duas formas de se comunicar e as suas respectivas importâncias?

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USP cria plataforma para conectar inovação e empreendedorismo

Projeto pioneiro no País, Hub USP Inovação visa a fomentar empreendedorismo, parcerias com startups, empresas e comunidades de negócios disponibilizando informações de docentes, patentes, programas, laboratórios e incubadoras espalhadas pelas 42 unidades de ensino e pesquisa da universidade

A Universidade de São Paulo (USP) vai lançar amanhã, dia 9 de abril, uma plataforma com foco em inovação e empreendedorismo para facilitar a conexão entre o ambiente acadêmico, organizações voltadas para pesquisa, startups, comunidades de negócios, órgãos governamentais e a sociedade civil.

Idealizada para fomentar parcerias e disseminar o conhecimento técnico de uma das maiores universidades do mundo, a  plataforma Hub USP Inovação (hubusp.inovacao.usp.br) oferece informações detalhadas sobre iniciativas em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I) de organizações, programas, laboratórios e incubadoras ligadas à USP.

“A USP é a primeira universidade no Brasil a ter um projeto desse tipo, que reúne e disponibiliza numa plataforma suas iniciativas, competências e tecnologias geradas em suas 42 unidades de ensino e pesquisa, distribuídas em sete campi em todo o estado de São Paulo”, afirma o Professor Marcos Nogueira Martins, coordenador da Agência USP de Inovação (AUSPIN), órgão responsável pelo projeto. “O Hub USP Inovação traz um levantamento abrangente de todas as áreas da universidade e estamos cadastrando as competências, serviços tecnológicos e equipamentos de cada um dos 5.300 professores atuais, além do legado representado pelas quase 1.200 patentes registradas pela USP, todas classificadas”, acrescenta Nogueira Martins.

Fruto de um trabalho integrado, sob supervisão da Agência, a plataforma foi alimentada com a colaboração dos laboratórios, docentes, institutos de pesquisa e Pro-Reitorias. O algoritmo para a ferramenta de pesquisa da plataforma, por exemplo, foi desenvolvido com participação do USPCodeLab, grupo de extensão universitária que tem como objetivo estimular a inovação tecnológica da USP, formado por alunos de graduação, pós-graduação e professores, que se originou no Instituto de Matemática e Estatística.

Com uma busca simples na plataforma, uma empresa ou instituição poderá encontrar projetos e especialistas que procura. Por exemplo, se uma empresa está interessada em um projeto de biotecnologia desenvolvido na USP ou em encontrar os especialistas nesta área, basta digitar “biotecnologia” no campo da busca e encontrará todas as competências, laboratórios e docentes associados ao tema.

De acordo com a Professora Geciane Porto, vice-coordenadora da AUSPIN, a plataforma foi desenhada para facilitar a aproximação da universidade com o setor produtivo interessado em desenvolver soluções tecnológicas relevantes. “Para uma empresa, inovação representa sobrevivência a longo prazo e o Hub oferece uma porta de entrada para identificar que tipo de solução existe na universidade para a necessidade que essa empresa procura”, afirma Geciane.

Na plataforma, há uma separação por áreas de busca para facilitar a navegação. São elas: Iniciativas, P&D&I, Competências, Educação, Empresas e Patentes. Na aba “Iniciativas”, por exemplo, o usuário poderá encontrar editais, programas e as estruturas da USP para fomento do empreendedorismo e inovação, como as incubadoras e parques tecnológicos. Em “P&D&I”, há diversos laboratórios, organizações e programas de desenvolvimento para consulta. Na aba de “Competências”, há a separação por área de conhecimento, facilitando a busca por informações na USP pela comunidade externa.

Em “Educação”, há várias possibilidades de busca para cursos de graduação e pós-graduação, com foco em Inovação e Empreendedorismo, oferecidos pela universidade. A aba “Patentes” reúne as patentes da USP que estão disponíveis para que empresas e organizações possam licenciar para aplicação e uso, inclusive aquelas que se encontram em domínio público.

A área de “Empresas”, por sua vez, reflete todo o peso da USP no desenvolvimento do setor produtivo brasileiro. Ali é possível encontrar cerca de 1.700 empresas e startups formadas por alunos e ex-alunos da USP, ou que passaram por processo de incubação na Universidade, as quais são identificadas com a marca DNA USP. Para se ter uma ideia da importância da marca, 7 dos 15 unicórnios (startups avaliadas em pelo menos 1 bilhão de dólares) brasileiros têm DNA USP: Nubank, 99, Gympass, iFood, C6 Bank, Wild Life e Loggi. “São empresas que foram fundadas por alunos e ex-alunos ou são fruto de algum projeto ou pesquisa da universidade ou passaram por alguma das incubadoras da USP”, acrescenta Geciane.

O lançamento do Hub USP Inovação ocorrerá por meio de um evento online às 11h de sexta-feira, dia 9, com a presença do Reitor Vahan Agopyan, além de personalidades acadêmicas e do setor produtivo. “Nosso objetivo é consolidar, cada vez mais, a USP como uma universidade que inova e empreende”, conclui o professor Nogueira Martins.

Após o evento online de lançamento da plataforma, às 11h30 de sexta-feira, o canal da AUSPIN no YouTube vai transmitir uma edição especial do projeto “Fala, Inovação”, um webinar para discutir perspectivas de qualificação profissional e da educação para a inovação e empreendedorismo.

Com a moderação do jornalista Herton Escobar, do Jornal da USP, os especialistas Fernando Shayer e Milton Daré vão conversar sobre experiências bem-sucedidas, perspectivas e desafios da sociedade na formação de profissionais inovadores e empreendedores e como a Universidade deve se preparar para atender novas demandas e qualificações requeridas.

ATENÇÃO:
O link do Hub USP Inovação só estará disponível a partir do dia 9 de abril. Até lá, para navegar e conhecer as funcionalidades da plataforma, acesse o link provisório:
hubuspinovacao.if.usp.br
PARA AGENDAR
Lançamento da plataforma Hub USP InovaçãoData: sexta-feira, 9 de abril de 2021
Horário:  11h
Transmissão ao vivo pelo canal da AUSPIN no YouTube:
https://youtu.be/0ivJpqthTwk

NA WEB:Hub USP Inovação (a partir do dia 9 de abril)
hubusp.inovacao.usp.br
Contato
hubuspinovacao@usp.br

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Seja um verdadeiro líder de A a Z

Com pequenas pílulas de ensinamentos, livro ensina atributos que todo verdadeiro líder deve ter nos dias de hoje

Manter-se atualizado, no mundo atual, é um verdadeiro desafio.

As rápidas mudanças, tanto nas comunicações como no ambiente empresarial, requerem indivíduos preparados para lidar com as situações mais variadas e que saibam se posicionar em um mercado globalizado. Mas como conseguir acompanhar e até se antecipar a fatos em ambientes tão voláteis?

Apesar de não existir receita pronta, há algumas atitudes e certas mentalidades que podem ajudar a se tornar uma liderança mais preparada e competitiva para vencer na era da informação.

Marcelo Simonato, especialista referência em liderança e gestão de pessoas, acaba de lançar sua mais nova obra: “O líder de A a Z”, onde aponta alguns caminhos e direções, indicadas pelas 26 letras do alfabeto, apresentando os principais conceitos sobre liderança moderna, de acordo com cada letra, embasando cada capítulo com exemplo de líderes, histórias reais e citações de outros autores renomados.

De A a Z, o autor passeia por pequenas pílulas de ensinamentos, algumas doses de motivação, para o leitor se munir das armas necessárias para ter mais ânimo e conseguir avançar em uma época tão incerta. As palavras do alfabeto, a cada capítulo, mostram características encontradas em grandes líderes contemporâneos, contam histórias reais e apontam meios viáveis para alcançar seus objetivos.

Com uma linguagem fácil e clara, a obra apresenta vários exemplos para o leitor fazer as conexões com seu dia a dia e propõe ainda uma reflexão sobre qual estágio de liderança estamos e aonde queremos chegar. Segundo Marcelo Simonato, o leitor conseguirá colocar em prática todos os atributos e qualidades que cada capítulo está trazendo. “E verá os resultados na própria semana. Tenho certeza que leitor encontrará no livro alguma situação, que irá ajudá-lo na gestão de pessoas, nos conflitos e nas dificuldades do dia a dia”.

Parafraseando Ronald Regan: “O maior líder é aquele que leva as pessoas a fazer coisas grandiosas, porque as impulsiona”. E para o autor, “um verdadeiro líder é seguido por uma equipe por livre e espontânea vontade, pois enxergam nele inteligência, confiança e ousadia”.

Leitura obrigatória para atuais e futuros líderes, a obra lançada pela Literare Books International é uma verdadeira bússola para quem quer liderar na prática e de forma humanizado nos dias de hoje.

Sobre o autor

Marcelo Simonato – Executivo, escritor e palestrante, sendo especialista em Liderança e Gestão de Pessoas. Atua com treinamentos e palestras em todo território nacional. Graduado em Administração de Empresas e Comércio Exterior pela Universidade Paulista, possui Pós-graduação em Finanças Empresarias pela Fundação Getúlio Vargas e MBA em Gestão Empresarial pela Lassale University na Philadelphia. Possui mais de 25 anos de experiência profissional tendo atuado em grandes empresas nacionais e multinacionais em cargos de liderança.

Atualmente é diretor financeiro em uma multinacional espanhola em São Paulo. É professor convidado na Universidade Mackenzie e facilitador formado pelo Instituto Haggai Internacional na área de liderança. Tem como propósito levar conhecimento e informação de qualidade baseada em sua experiência profissional e acadêmica, deixando assim uma marca de motivação e transformação por onde passa. Coordenador editorial dos livros “Segredos de alto impacto”, “O poder do óbvio” e “Liderando juntos”. Autor dos livros “Pilares do sucesso profissional” e “O líder de A a Z”.

Sobre o livro
O líder de A a Z – Aprenda com quem lidera na prática e de forma humanizada
Autor:
 Marcelo Simonato
Editora: Literare Books International 
Formato: 14 x 21 cm – 1ª edição – 192 páginas
ISBN: 9786559220427

Loja Literare Books: http://bit.ly/literare-lider-de-A-Z

À venda nas principais lojas físicas e e-commerce

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Seja um verdadeiro líder de A a Z
Capa do livro/Divulgação

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“Adaptar-se é Preciso… ” 12 mulheres relatam suas histórias

No dia 13 de março foi lançado na Livraria Blooks do Reserva Cultural, em Niterói, o livro “Adaptar-se é Preciso – histórias de mulheres que conquistaram o protagonismo em seus negócios”. No projeto, 12 mulheres relatam histórias de superação e resiliência no mundo do empreendedorismo, por meio de suas próprias histórias reais e surpreendentes. Foi realizada também uma roda de conversa com Jordana Luchetti, CEO e fundadora da JLC Relações Públicas e Marketing.

O livro foi idealizado pelas gestoras do grupo Somos Empreendedoras – Helga Vianna, Letícia Torzecki, Queila Moraes e Thaís Garcia – e editado pela Texto & Café Comunicação e Editora. A escolha do tema adaptação não poderia ser mais atual, com as mudanças enfrentadas pelo mundo em meio à pandemia. E o livro veio a reboque de todo esse processo de transformação que exige cada vez mais criatividade na solução dos problemas.

Ao longo das 128 páginas será possível conhecer um pouco sobre o Somos Empreendedoras e sua trajetória muito voltada para o fomento de parcerias e o estímulo ao apoio mútuo, reproduzindo o verdadeiro sentimento de sororidade. Até mesmo o livro cumpre o papel de conceder o tão reflexivo “lugar de fala” a mulheres que não desistiram dos seus sonhos em troca de qualquer relação de trabalho desigual. Ao contarem suas histórias de vida, muitas relataram o quanto se sentiram ressignificando a sua existência.

“Mais do que um livro para inspirar, ele cumpre o papel de destacar o importante papel das mulheres no mundo dos negócios, com dicas valiosas sobre como prosperar em seu voo solo”, conta Queila Moraes, uma das gestoras do grupo Somos Empreendedoras.

Forte, mas sem perder a ternura

Todas as histórias foram contadas, partindo do passado para o presente, ressaltando características pessoais. Todas guiadas pelo mesmo enredo: mostrar a evolução dessas mulheres, a partir da sua resiliência e força para modificar o curso da vida. Como resultado desse texto cadenciado por um certo lirismo, mas sem perder a objetividade, é passível ver a poesia concernente a essas mulheres nas suas “falas” e nos seus olhares captados pelas lentes da fotógrafa Adriana Oliveira.

Além da curadoria das gestoras, o livro foi todo produzido por mulheres ligadas ao Somos Empreendedoras, seja no papel de agência colaboradora ou como participante. A começar pela jornalista e escritora Verônica Oliveira, da Texto & Café; a fotografia de Adriana Oliveira; maquiagem de Marcella Quintino; distribuição do Clube Girafa, de Fernanda Figueiredo, e toda a divulgação nas redes sociais, orquestrada pelas sócias Raquel Bianchi e Carol Azevedo, da Bloom Comunicação e Branding.

O próprio livro é o exemplo vivo de onde é possível chegar, quando um grupo de mulheres unem seus talentos e expertises em prol de algo maior: gerar uma obra que marca o valor do voo compartilhado e do ideário de que “juntas somos mais fortes”. A própria capa, idealizada pelo ilustrador Cícero Lopes, já demonstra a força feminina refletida no revoar dos pássaros, muito imbuídos de buscar o voo solitário, mas que sempre percorrem o céu em bandos, como forma de vencer a resistência do ar.

Enfim, uma obra que tem tudo para marcar uma geração importante de empreendedoras que fazem a diferença na sociedade, refletindo dignidade, gerando empregos e alimentando seus filhos com a dedicação ao seu trabalho. Uma vida que se transforma em muitas vidas e que tem contribuído para um mundo melhor, mais igualitário e justo, com a leveza e sensibilidade de mulheres arrojadas, mas sem perder a ternura.  

Interessados podem adquirir a obra na loja virtual do Clube Girafa (www.loja.clubegirafa.com.br).

Ficha técnica:

“Adaptar-se é Preciso... " 12 mulheres relatam suas histórias
Adaptar-se é Preciso – histórias de mulheres que conquistaram o protagonismo em seus negócios

Título: “Adaptar-se é Preciso – Histórias de mulheres que conquistaram o protagonismo em seus negócios”
Autora: Verônica Oliveira
Capa: Cícero Lopes
Organização: Helga Vianna, Letícia Torzecki, Queila Moraes e Thaís Garcia
Curadoria: Queila Moraes e Thaís Garcia
Assunto: empreendedorismo feminino/histórias/negócios
Editora: Texto & Café Comunicação e Editora
ISBN: 978-65-992028-1-0
Páginas: 128
Formato: brochura
Venda: (www.loja.clubegirafa.com.br )
Fotos: Adriana Oliveira
Maquiagem: Marcela Quintino

Sobre o grupo Somos Empreendedoras

Criado na cidade de Niterói, o grupo de empreendedoras formado pela sócia diretora na C.Chaves Comunicação e Marketing – Helga Vianna; por Letícia Torzecki – proprietária da Ri Happy Icaraí e Itaboraí e Loja Valisere Niterói – Icaraí; por Thais Garcia- proprietária da Gráfica Printmill e por Queila Moraes – Gerenciamento de Projetos, tem como papel fundamental promover um ambiente sinérgico de valorização do empreendedorismo feminino. Sob o lema de que “juntas somos mais fortes”, as gestoras do grupo incentivam a troca de experiências e vivências, estimulando o crescimento e desenvolvimento do grupo.

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ABC com VC episódio 01; Estamos no ar!

O programa ABC com VC, episódio 01, está disponível na internet, em nosso site e em vários players de músicas e podcasts. Confira nossa página oficial no Anchor: https://anchor.fm/jornal-grande-abc

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ABC com VC episódio 01

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Destaques do programa de hoje:

Prorrogação da cobrança do ISS, IPTU e demais impostos municipais em Santo André

Plano econômico em SP: Medidas beneficiam bares, restaurantes, academias, salões de beleza e produção de eventos; comércios que faturam até R$ 30 mil mensais têm prioridade…

Regra da Receita reduz tributação no SIMPLES: Afinal, uma boa notícia para o contribuinte! A Receita Federal publicou uma solução de consulta que diminui a base de cálculo do SIMPLES NACIONAL …

Novo sistema de incidência do ISS: Em breve!

Saiba quem foi a revolucionária Mary Kenner: Mary Beatrice Davidson Kenner foi a responsável pelo desenvolvimento do absorvente feminino, porém a discriminação racial impediu que sua invenção fosse levada a sério por 30 anos…

Romances, artigo de Lorena Pelais: Usado muito por jovens, quem nunca ouviu a seguinte frase:“- Um lance é um lance e não um romance!”Hahaha, do nada me surgiu essa frase na mente, pensei bem ….

Do You Speak English?:Levantamentos do British Council em 2019, apontam que apenas 5% dos brasileiros falam inglês. Ainda que 91% considere que o idioma é essencial para garantir um bom emprego, e que inglês é o idioma …

– O que acontece no entretenimento e dicas de diversão: https://www.entreseries.com.br

Mais Vagas no Grande ABC

Vagas de hoje 16 de março 2021

Pensando em mudar de carreira ou se preparar melhor para entrevistas de emprego? Conheça a RC Locus, referência em Recrutamento & Seleção, em todos os níveis.

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Negativismo

Rogério de Caro é autor de “Negativismo”

• Você critica muito os outros?
• É extremamente autocritico?
• Uma nova ideia? Você acha que tudo pode dar errado?
• Você posterga todas as suas ações que podem mudar o seu estilo de vida?
• Fica irritado quando recebe conselhos e ou feedbacks?
• Tem dificuldade em concordar com opiniões contrárias as suas?

Pode acreditar que existem pessoas assim. A origem do negativismo é o julgamento e a crítica de si mesmo você pode pensar, mas eu não sou assim. Se critica os outros, no fundo esta criticando a si mesmo.

Atitudes não construtivas, com comportamentos que expressam pessimismo não
são saudáveis. São pessoas com tendências a ter comportamentos doentios, e se fecham a novas possibilidades que a vida pode trazer. Uma das causas do negativismo é o medo pelo desconhecido e sair da zona de conforto, se tornam pessoas resistentes a mudanças.

Posso afirmar que em todo ambiente de trabalho você vai cruzar com algum colaborador pessimista e ele ou eles podem contaminar o ambiente de trabalho, com o seu mau humor, e negativismo.

Se você é negativista, não tenha medo, se esforce para mudar, na próxima quinta feira darei dicas de como melhorar o negativismo.

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Como motivar-se?

No artigo passado você identificou o que te desmotiva, então vamos partir para a solução, “a motivação”. Saiba como motivar-se.

Se o seu problema é de salário, promoção, benefícios pouco atrativos, impossibilidade de crescimento, aprofunde a sua análise, verifique como a sua empresa trata estes assuntos com outras pessoas e com você.

Você vai identificar se o problema for com a empresa, comece a pensar que será difícil você mudar a política e costumes da empresa. Se os seus problemas estão com a sua chefia, falta de reconhecimento, relacionamento desgastado com ele e equipe de trabalho, metas intangíveis, avalie o grau de gravidade deste problema.

Você pode começar com uma boa conversa com a sua chefia com equilíbrio e ponderação, apresente a sua posição e o que ele pode te ajudar. O resultado desta conversa terá informações para uma tomada de decisão, vale a pena continuar ou bater asas para novos desafios.

Sugestão para se motivar:
• Tenha gratidão por tudo que a vida te oferece e a empresa.
• Comece com metas pequenas, você pode estar sendo ambicioso.
• Mude a sua rotina, crie uma nova rotina, novo hábito.
• Você pode estar olhando só para as coisas ruins, o que fez de bom onde está, não lembra?
• Pergunte se é isto que realmente quer?
• Busque inspiração com pessoas que se deram bem na vida, lendo ou assistindo a um filme.
• Quando alcançar a sua meta/objetivo comemore.
• Nestes momentos de dificuldade, procure ajuda com alguém que você confie.

Pense nos benefícios que esta mudança irá proporcionar, mais energia, mais alegre, e vai concluir que nada é tão ruim assim, depende de como você olha para o problema.
Pode ser a história do copo meio cheio ou meio vazio, é uma questão de perspectiva.

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Crenças Limitantes

O artigo de hoje é sobre crenças limitantes é o problema de muitas pessoas que levam para a vida profissional e pessoal.

Crença é um pensamento que aceitamos acreditar como verdade, ela pode ser boa ou ruim.

Vou comentar sobre três tipos de crenças;
1- Quando a pessoa não se acha capaz para determinado trabalho, ou assumir na vida pessoal um casamento ou ter um filho ou qualquer outro compromisso.

Ela se encolhe e vem o sentimento de medo e insegurança isso a deixa com baixa autoestima,.

2- Ter controle sobre a situação no trabalho ou na vida pessoal, isso é impossível, a vida sempre nos traz situações não planejadas.

E quando isso ocorre a pessoa entra em pânico porque ela se depara com o não conhecido e não esta sob o seu controle, são pessoas resistentes a
mudanças, e sente insegurança, e pode chegar a ter o medo paralisante
ficam sem ação.

3- Pessoas perfeccionista não admitem o seu erro e o dos outros, transforma a
sua vida e a dos outros um inferno. São inseguras não estão abertas a feedback e tem dificuldade em cumprir prazos, são pessoas difíceis.

Para superar essas crenças é importante desenvolver o autoconhecimento e se aceitar. Criar técnicas e planos de superação para cada crença, na verdade a
crença deve ser substituída por outra.

Esse caminho se torna mais fácil com o acompanhamento de um profissional.

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CARREIRA: SUPERANDO O MEDO

O artigo de hoje vamos falar sobre CARREIRA: SUPERANDO O MEDO. 5 minutinhos de leitura, que irão fazer a diferença para seu trabalho.

Sabemos que o medo acompanha qualquer pessoa e é normal sentir medo, faz parte do crescimento do ser humano, mas quando o medo é paralisante este deve tratado ou acompanhado por um profissional competente.

Seguem algumas dicas de para sua carreira, superando o medo e evitando comprometer-se:

1 – Medo do chefe, de falar algo que não concorda, ou expor a sua opinião, ou de pedir aumento ou promoção.

✓ Se continuar mantendo este medo, nunca terá a solução deste problema.
Então entenda o porque deste medo, depois se prepare para falar sobre o assunto, tenha equilíbrio emocional (se preciso ensaie). Busque argumentos que você poderá usar na sua conversa, ela deve ser amistosa e respeitosa isso é muito importante, mesmo que o seu objetivo não foi alcançado.

Se no momento não foi sinalizado para um atendimento, busque uma data e o que ele recomendaria, esteja preparado para ouvir.

O ponto positivo é que você conseguiu falar, e o seu chefe sabe o que você pensa, e você sabe o que ele pensa.

2 – Medo de mudança ou de errar, qualquer ser humano sente medo e insegurança pelo novo.

✓ Para solucionar este medo, você pode investigar melhor o que é essa proposta de mudança, fale com quem esta propondo e pegue mais detalhes e avalie os riscos e oportunidades. Pois se puder compartilhar com alguém para analisar riscos e oportunidades é uma boa alternativa.

Chegando a uma posição diga sim ou não.

✓ O medo de errar pode ter origem no perfeccionismo ou de não saber, então estude uma forma de se aprofundar no assunto, estude. Se for um trabalho novo, compartilhe a sua preocupação com o seu superior e apresente o seu plano para que não ocorra nenhum problema. Ao final da conversa pergunte a opinião dele e se o caminho esta correto, este tipo de conversa não pode demonstrar um grau de preocupação ou medo elevado.

Você verá que os resultados virão de forma positiva e simples.

3 – Medo de perder o emprego isso pode ocorrer com qualquer pessoa.

✓ Se ocorrer com você, a primeira coisa a fazer é que para solucionar este problema, terá que estar tranquilo para buscar uma nova oportunidade de emprego. Se não, irá transmitir a sua insegurança na entrevista do novo emprego.

Portanto, se prepare na busca da nova oportunidade. Contate o seu network, prepare o seu curriculum, pesquise o mercado e faixa salarial, e se prepare para a entrevista, seja humilde. Afinal, menos é mais.

Você quer alavancar a sua carreira? Saiba mais sobre o meu trabalho, entre em contato:
11 94777 9496 rogerio@rogeriodecaro.com.br www.rogeriodecaro.com.br @rogeriodecaro .

Dicas de como mudar o seu Mindset e alavancar sua carreira

Para alavancar a carreira e conseguir os resultados desejados, terá que mudar, isso quer dizer, que terá que ter novos modelos mentais, novas atitudes.

Tem que assumir o papel de protagonista da sua carreira e vida, nunca deixe na mão dos outros. Comece pensando diferente a crise atual é uma oportunidade de aprender algo e buscar soluções para a situação em que se encontra, pensar que não tem solução não irá resolver o problema.

Seguem algumas dicas, que irão ajudá-lo:
• Não tenha medo da adversidade, encare de frente elas sempre existirão
• Planeje as atividades e crie novas(desafie-se)
• Autoconhecimento, identifique e entenda as suas emoções, felicidade, bloqueios, medo e crie novas atitudes para supera-las
• Evite pessoas negativas
• Pratique esporte pelo menos 3 vezes por semana
• Valorize o seu progresso por menor que ele seja
• Seja resiliente, as dificuldades que surgirem
• Curta a natureza praia, campo o que te traz a paz e prazer interior
• Crie o habito de buscar novos objetivos e escreva para não esquecer
• Foco e determinação, não esqueça que esta em um processo de mudança de pensamento, atitudes e resultados
• Elimine notícias tóxicas, TV, rádio, Fake News, posições radicais, isso não quer dizer que não deva estar atualizado do que esta acontecendo
• Use palavras e pensamentos positivos
• Leia um bom livro, assista bons filmes que tragam mensagens boas

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Anywhere office ganha espaço no mercado corporativo

Necessidade de operar de modo remoto, por conta da pandemia, leva empresas a antecipar cenário que estava previsto para cinco anos, em três meses

O isolamento social trouxe mudanças na rotina das pessoas. Na área profissional, por exemplo, muito se ouve falar sobre o home-office, mas para alguns o termo não é mais este. O Anywhere Office, já é uma realidade no país e está conquistando cada vez mais espaço no mercado corporativo.

“É possível disponibilizar toda a estrutura de trabalho e gestão de operações no notebook ou no smartphone, convergindo todos os canais de comunicação para um único aparelho. Por exemplo, posso atender o ramal da empresa de São Paulo, estando em isolamento em alguma cidade do interior, ou na praia, bem como participar de reuniões, enfim é possível acessar toda estrutura, desde que tenha conexão com a internet. Há quinze anos, já prevíamos esta tendência”, conta Paulo Chabbouh, CEO da L5 Networks, empresa desenvolvedora de soluções em nuvem para o mercado corporativo.

O termo cunhado pelo especialista faz referência a possibilidade de trabalhar em qualquer lugar, não precisando de um espaço físico definido, seja o escritório da empresa ou a casa. É fato que com o isolamento recomendado pela Organização Mundial da Saúde como protocolo para evitar a propagação da covid_19, os processos de digitalização ganharam mais espaço nas diferentes rotinas de trabalho. Apesar de não serem novidades, o uso de videoconferência, e-commerce, e até mesmo WhatsApp, estão superando barreiras culturais e conquistando mais espaço na rotina de trabalho.

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Para o empresário, as mudanças causadas pelo isolamento e o advento das inovações tecnológicas pelas empresas contribuíram também para uma conscientização de aproveitar o tempo. “Temos visto casos de pessoas que passaram a valorizar mais o contato com a família, buscar se dedicar a hobbies ou a fazer cursos que têm interesse, enquanto que antes parte do dia era gasto no transporte, no trânsito, enfim no deslocamento para o trabalho”, relata Chabbouh.

Nesse sentido, o Anywhere Office pode contribuir para melhor qualidade de vida, já que possibilita tanto ao colaborador quanto ao gestor, a não obrigatoriedade de morar nos grandes centros urbanos, em locais próximos da empresa, precisar usar carro, ônibus, metrô todo dia. Ele pode morar na praia, em alguma cidade do interior e desempenhar sua rotina de trabalho normalmente. “As empresas podem, por exemplo, contar com a praticidade da telefonia em nuvem, que pode ser acessada de qualquer lugar do mundo, através da internet, com qualidade, mantendo todas as funcionalidades de um PABX, incluindo callcenter completo. Os usuários de Office 365 da Microsoft ou o G-Suite da Google, por exemplo, podem concentrar tudo na plataforma: sistemas, arquivos, chats e ligações, facilitando o entendimento do que aconteceu dentro de cada projeto realizado”, informa Chabbouh.

Para o CEO, a possibilidade de operações e gestões remotas tem ajudado o setor corporativo a reduzir custos com aluguéis, transporte, estacionamento e serviços de copa.  “A pandemia obrigou muitas empresas a atuarem dessa forma para preservar a saúde dos colaboradores.  Algumas delas se adaptaram e anunciaram que pretendem operar assim, mesmo no pós-pandemia, outras irão estender o home office até o próximo ano”. Empresas como Google e Nubank, já manifestaram que não vão retomar os trabalhos presenciais neste ano. A pesquisa Tendências de Marketing e Tecnologia 2020: Humanidade Redefinida e Novos Negócios, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgada no início do isolamento social já apontava crescimento de 30% no trabalho remoto após a pandemia da covid-19. O estudo foi elaborado com base em 100 empresas.

Sobre a L5 Networks

A L5 Networks é uma empresa brasileira que investe no desenvolvimento de tecnologia. Em atividade desde 2005, entrega ao mercado soluções inovadoras que aliam alta tecnologia e redução de custos, a exemplo de soluções em telefonia IP, PABX em nuvem, CRM, terceirização de TI, Omnichannel e Private Cloud, dando suporte a empresas de qualquer segmento e porte. Atende marcas como Dr. Consulta, Cerveja Proibida e Copagaz. Mais informações no site: www.l5.com.br

Colaboração: Bruno Carvalho
Fotos: Divulgação/Andris Bovo

Em setembro, volume de serviços cresceu 1,8%

Em setembro de 2020, o volume de serviços no Brasil avançou 1,8% frente a agosto, na série com ajuste sazonal. Foi a quarta taxa positiva seguida, acumulando alta de 13,4% no período. Esse resultado sucedeu uma sequência de quatro taxas negativas, entre fevereiro e maio, com perda acumulada de 19,8%.

Na série sem ajuste sazonal, frente a setembro de 2019, o volume de serviços recuou 7,2%, sua sétima taxa negativa seguida nessa comparação. O acumulado no ano caiu 8,8% frente ao mesmo período de 2019.

A taxa dos últimos 12 meses recuou 6,0% em setembro de 2020, mantendo a trajetória descendente iniciada em janeiro de 2020 e chegando ao resultado negativo mais intenso da série deste indicador, iniciada em dezembro de 2012.

PeríodoVariação (%)
VolumeReceita Nominal
Setembro 20 / Agosto 20*1,82,0
Setembro 20 / Setembro 19-7,2-7,5
Acumulado Janeiro-Setembro-8,8-8,1
Acumulado nos Últimos 12 Meses-6,0-4,7
    *série com ajuste sazonal  

alta de 1,8% do volume de serviços, de agosto para setembro de 2020, foi acompanhada por quatro das cinco atividades investigadas, com destaque para serviços de informação e comunicação que, ao avançarem 2,0% neste mês, acumularam um ganho de 7,0% no período junho-setembro, após terem recuado 8,9% entre janeiro e maio de 2020.

Os demais avanços vieram dos serviços prestados às famílias (9,0%), de outros serviços (4,8%) e dos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (1,1%). O primeiro setor registrou a segunda taxa positiva seguida e já acumula ganho de 71,0% entre maio e setembro, mas ainda precisa crescer 55,9% para retornar ao patamar de fevereiro, mês que antecedeu a pandemia da COVID-19.

Os outros serviços avançaram 18,6% nos últimos quatro meses, especialmente, em função dos ganhos de receita vindos dos segmentos de serviços financeiros auxiliares. Com isso, o setor ultrapassou o nível de fevereiro, anterior à pandemia, e atingiu, em setembro, o patamar mais elevado desde outubro de 2014.

Os transportes tiveram o quinto resultado positivo seguido e acumularam ganho de 20,3% entre maio e setembro, mas ainda precisam avançar 11,1% para atingir o nível de fevereiro.

O único resultado negativo do mês ficou com os serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,6%), que eliminaram pequena parte do ganho de 5,8% observado no período de junho a agosto.

média móvel trimestral cresceu 2,5% no trimestre encerrado em setembro, mantendo a trajetória ascendente iniciada em julho último.

Todas as cinco atividades mostraram resultados positivos em setembro, com destaque para serviços prestados às famílias (9,9%), seguido pelos outros serviços (3,1%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,4%), serviços profissionais, administrativos e complementares (1,1%) e informação e comunicação (1,0%).

Frente a setembro de 2019, o volume dos serviços caiu 7,2%, sua sétima taxa negativa seguida para esta comparação. Houve queda em quatro das cinco atividades e crescimento em pouco mais de um terço (36,7%) dos 166 tipos de serviços investigados.

Entre os setores, os serviços profissionais, administrativos e complementares (-13,6%), os serviços prestados às famílias (-36,4%) e os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-6,3%) exerceram as principais influências negativas sobre o volume total de serviços.

O transporte rodoviário de carga voltou a mostrar crescimento em setembro, frente a igual mês do ano anterior, algo que não acontecia desde março último. A recuperação deste segmento está atrelada à melhora recente observada nos setores industrial e comercial, que vêm demonstrando uma recuperação econômica mais robusta que a do setor de serviços.

Também em queda frente a setembro de 2019, mas com menor impacto no índice geral, os serviços de informação e comunicação (-1,0%) mostraram perda de receita nos ramos de telecomunicações; programadoras e atividades relacionadas à televisão por assinatura; desenvolvimento e licenciamento de softwares; atividades de exibição cinematográfica; e operadoras de TV por assinatura por satélite.

A única contribuição positiva nesse mês veio de outros serviços (13,2%), impulsionado, sobretudo, pelo aumento de receita das empresas pertencentes aos ramos de administração de fundos por contrato ou comissão; administração de bolsas e mercados de balcão organizados; corretoras de títulos e valores mobiliários; atividades de pós-colheita; e recuperação de materiais plásticos.

Indicadores do Volume de Serviços, segundo as atividades de divulgaçãoSetembro 2020 – Variação (%)
Atividades de DivulgaçãoMês/Mês anterior (1)Mensal (2)Acumulado no ano (3)Últimos 12 meses (4)
JULAGOSETJULAGOSETJAN-JULJAN-AGOJAN-SETAté JULAté AGOAté SET
Volume de Serviços – Brasil2,72,91,8-12,0-10,0-7,2-8,9-9,0-8,8-4,5-5,3-6,0
1. Serviços prestados às famílias-11,235,19,0-55,0-43,9-36,4-38,2-38,9-38,6-21,9-25,5-28,4
1.1 Serviços de alojamento e alimentação-12,539,59,1-57,2-45,4-38,4-39,7-40,4-40,2-22,6-26,3-29,4
1.2 Outros serviços prestados às famílias4,07,210,9-42,6-35,3-25,2-29,9-30,6-30,0-18,1-20,9-23,1
2. Serviços de informação e comunicação1,9-1,02,0-2,5-4,0-1,0-2,6-2,7-2,50,1-0,6-0,9
2.1 Serviços de tecnologia da informação e comunicação (TIC)1,2-1,31,40,9-1,11,3-0,2-0,3-0,11,30,80,7
2.1.1 Telecomunicações0,30,20,3-3,7-3,0-2,8-3,9-3,8-3,7-2,8-2,9-3,1
2.1.2 Serviços de tecnologia da informação6,1-4,03,29,52,38,86,86,26,59,17,87,7
2.2 Serviços audiovisuais6,23,45,6-26,1-24,3-17,7-19,4-20,1-19,8-8,0-10,3-11,8
3. Serviços profissionais, administrativos e complementares2,51,4-0,6-14,7-14,1-13,6-11,2-11,6-11,8-5,6-6,6-8,0
3.1 Serviços técnico-profissionais9,10,9-1,9-5,3-1,4-7,8-6,8-6,2-6,3-0,8-0,8-2,0
3.2 Serviços administrativos e complementares0,70,71,1-17,9-18,5-15,7-12,7-13,4-13,7-7,3-8,6-10,1
4. Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio2,23,91,1-11,6-8,4-6,3-9,0-8,9-8,6-6,2-6,2-6,6
4.1 Transporte terrestre6,34,42,3-15,7-12,6-8,2-13,8-13,6-13,0-9,4-9,9-10,4
4.2 Transporte aquaviário1,3-1,73,16,32,610,912,611,211,28,38,19,2
4.3 Transporte aéreo20,615,819,2-51,4-39,5-35,5-37,7-37,9-37,6-22,9-24,3-27,1
4.4 Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio0,92,6-2,92,54,21,52,02,32,20,71,61,8
5. Outros serviços3,71,04,84,57,113,24,95,26,16,16,36,5
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria    (1) Base: mês imediatamente anterior – com ajuste sazonal;  (2) Base: igual mês do ano anterior;  (3) Base: igual período do ano anterior;  (4) Base: 12 meses anteriores

No acumulado do ano, frente a igual período de 2019, o setor de serviços recuou 8,8%, com queda em quatro das cinco atividades de divulgação e com expansão em apenas 25,3% dos 166 tipos de serviços investigados.

Entre os setores, os serviços prestados às famílias (-38,6%) exerceram a influência negativa mais relevante, pressionados, especialmente, pela queda nas receitas de restaurantes; hotéis; e de catering, bufê e outros serviços de comida preparada. Esse setor ainda retoma lentamente suas atividades, em função do caráter presencial de seus serviços, do impedimento legal de funcionamento à plena capacidade para evitar aglomerações e do receio da população quanto à suscetibilidade de contágio.

Outras pressões negativas vieram de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-8,6%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (-11,8%), explicados, principalmente, pela redução na receita das empresas de transporte aéreo de passageiros; rodoviário coletivo de passageiros; rodoviário de cargas; correio nacional; e metroferroviário de passageiros, no primeiro ramo; e de gestão de ativos intangíveis; administração de programas de fidelidade; soluções de pagamentos eletrônicos; limpeza geral; agências de viagens; organização, promoção e gestão de feiras, congressos e convenções; aluguel de máquinas e equipamentos; e vigilância e segurança privadas, no último.

Com menor impacto no índice geral, comparativamente às demais atividades, os serviços de informação e comunicação (-2,5%) apresentaram perdas de receita especialmente nos segmentos de telecomunicações; programadoras e atividades relacionadas à televisão por assinatura; atividades de exibição cinematográfica; consultoria em tecnologia da informação; e operadoras de TV por satélite.

A única contribuição positiva no acumulado de janeiro a setembro de 2020, frente a igual período de 2019, ficou com o setor de outros serviços (6,1%), impulsionado, em grande parte, pelo aumento das receitas nos segmentos de corretoras de títulos, valores mobiliários e mercadorias; administração de bolsas e mercados de balcão organizados; atividades de administração de fundos por contrato ou comissão; e coleta de resíduos não perigosos de origem doméstica, urbana ou industrial.

Serviços cresceram em 25 das 27 Unidades da Federação

Regionalmente, 25 das 27 unidades da federação tiveram expansão no volume de serviços em setembro, frente a agosto, acompanhando o avanço (1,8%) observado nacionalmente.

Entre os locais que apontaram resultados positivos nesse mês, São Paulo (1,6%) exerceu o impacto positivo mais importante. Outras contribuições positivas relevantes vieram do Rio Grande do Sul (4,0%), Santa Catarina (4,9%) e do Paraná (2,6%).

Em contrapartida, o Rio de Janeiro (-0,5%) registrou a única retração em termos regionais, pressionado pela queda na receita de empresas que atuam em serviços vinculados à cadeia do petróleo, tais como: logística, investigação sísmica e transporte dutoviário. Por sua vez, o Tocantins (0,0%) apontou estabilidade na comparação com agosto.

Frente a setembro de 2019, o recuo do volume de serviços no Brasil (-7,2%) foi acompanhado por 20 das 27 unidades da federação. A principal influência negativa ficou com São Paulo (-7,4%), seguido por Rio de Janeiro (-10,4%), Bahia (-16,7%), Rio Grande do Sul (-10,5%) e Paraná (-8,1%). Por outro lado, Santa Catarina (3,7%), Amazonas (8,4%) e Mato Grosso (3,3%) assinalaram os resultados positivos mais relevantes.

Já no acumulado de 2020, frente a igual período do ano anterior, a queda do volume de serviços no Brasil (-8,8%) se deu de forma disseminada entre os locais investigados, já que 26 das 27 unidades da federação também mostraram retração na receita real de serviços.

O principal impacto negativo em termos regionais veio de São Paulo (-8,3%), seguido por Rio de Janeiro (-7,3%), Rio Grande do Sul (-14,0%) e Minas Gerais (-7,9%). Por outro lado, a única contribuição positiva no índice nacional veio de Rondônia (3,4%).

Índice de atividades turísticas cresce 11,5% em setembro

Em setembro de 2020, o índice de atividades turísticas cresceu 11,5% frente a agosto, quinta taxa positiva seguida, período em que acumulou ganho de 88,8%. O segmento de turismo ainda necessita avançar 66,1% para retornar ao patamar de fevereiro de 2020 (mês que antecedeu aos efeitos da pandemia). As medidas contra a COVID-19 (como o estímulo ao isolamento social) atingiram de forma mais intensa e imediata boa parte das atividades turísticas, principalmente ao transporte aéreo de passageiros, restaurantes e hotéis.

Todas as 12 unidades da federação onde o indicador é investigado acompanharam este movimento de expansão, com destaque para São Paulo (6,0%), seguido por Rio de Janeiro (7,9%), Bahia (33,7%) e Distrito Federal (26,2%).

Frente a setembro de 2019, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil caiu 38,7%, sétima taxa negativa seguida, pressionado, principalmente, pela queda na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo; restaurantes; hotéis; serviços de bufê; rodoviário coletivo de passageiros; agências de viagens; e locação de automóveis.

Em termos regionais, todas as 12 unidades da federação investigadas mostraram recuo nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (-43,8%), seguido por Rio de Janeiro (-31,3%), Minas Gerais (-36,7%), Bahia (-44,5%), Rio Grande do Sul (-46,4%) e Pernambuco (-47,5%).

No acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas caiu 38,8% frente a igual período de 2019, pressionado, sobretudo, pelos ramos de restaurantes; transporte aéreo; hotéis; rodoviário coletivo de passageiros; catering, bufê e outros serviços de comida preparada; e agências de viagens.

Optantes do SIMPLES não devem pagar ICMS antecipado

É comum que o ICMS seja pago em regime de substituição tributária, no qual uma empresa contribua com o imposto de uma só vez, e os próximos da cadeia de produção, por dificuldade de fiscalização do Estado, tenham que pagar a este contribuinte, como meio de compensação.

Assim, o contribuinte é que acaba fazendo o trabalho de fiscalização do ICMS, que deveria ser realizado pelos fiscais estaduais. O governo estadual coloca o contribuinte para trabalhar no lugar dele, e ainda cobra multa pelo descaso do próprio governo estadual.

Quem é inscrito no SIMPLES NACIONAL sabe que paga ICMS somente na guia de recolhimento do próprio SIMPLES. Mas é sempre surpreendido pelos estados para pagar uma “DIFAL”, diferença de alíquota, de modo que pague o ICMS pelo próximo da cadeia produtiva.

Mas o SIMPLES NACIONAL não é um sistema que permite isso, apesar dos estados cobrarem desta forma. Toda legislação, seja federal ou estadual, que permita essa cobrança de ICMS antecipado é inconstitucional, pois viola o princípio da não-cumulatividade do ICMS, já que o SIMPLES é cobrado em alíquota do faturamento da empresa, não permitindo ao contribuinte que este repasse o ICMS antecipado adequadamente ao próximo contribuinte da cadeia de operações econômicas.

No entanto, os contadores (e até sites como o “Jornal Contábil” obedecem às determinações do fisco estadual, procedendo ao recolhimento deste ICMS-ST por parte de empresas inscritas no SIMPLES, o que viola a Constituição da República.

Diversos tribunais do país não aceitaram, até hoje, este argumento, aguardando-se do Supremo Tribunal Federal uma posição no tocante a este recolhimento indevido de tributo para os cofres estaduais, posto que o sistema do SIMPLES foi criado justamente para unificar toda a tributação em um único pagamento, já que trata-se de pequenas empresas que não possuem setores contábeis próprios em sua estrutura, não tendo condições materiais de realizar este serviço diuturnamente, precisando de um modo simplificado de pagamento de tributos.

Em boa hora, foi pelo menos reconhecida a repercussão geral do tema no STF, no Recurso Extraordinário nº 970.821/RS, que julgará a constitucionalidade ou inconstitucionalidade deste “DIFAL”, cobrado pelos estados para recolhimento antecipado do ICMS por parte dos contribuintes solapados diariamente pela carga tributária absurda e escorchante que se impõe para o povo.

É cabível ação para impedir cobranças futuras e cobrar os últimos cinco anos de pagamentos indevidos de ICMS-ST, devendo-se apurar os valores através do contador da empresa.

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Em caso de dúvidas, consultas, cobranças, pedidos e requerimentos, entre em contato!
Márcio Pinheiro Advocacia Tributária
(21) 97278-4345
fito.marcio@gmail.com
Site Márcio Pinheiro Advocacia

Home office estimula processo de reestruturação em empresas

Com novo formato de trabalho, companhias adequam espaços para atender menor demanda de funcionários

O aumento do trabalho remoto reduziu a necessidade das empresas de contarem com grandes espaços físicos para acomodarem os colaboradores. Como resultado, muitas companhias estão devolvendo imóveis que haviam sido locados ou diminuindo suas dependências para se adequar à uma nova realidade, onde os escritórios se tornaram um ponto para reuniões e atividades ocasionais.

Segundo levantamento realizado pela consultoria Buildings, especializada em mercado imobiliário corporativo, o número de espaços vagos em edifícios comerciais na cidade de São Paulo subiu de 11,69% no primeiro semestre para 13,58% no período atual, mostrando que diversos imóveis foram devolvidos nos últimos meses. Algumas organizações fecharam as portas, enquanto que outras se mudaram para espaços menores, em um processo de reestruturação.

Empresas como a XP Investimentos e a rede social Twitter, anunciaram recentemente o sistema de trabalho remoto permanente, reconhecendo os benefícios do formato. Outras marcas já realizam os últimos ajustes antes de comunicarem sobre o modelo escolhido.

“A tendência de home office, que era prevista para se tornar comum em cinco anos, se tornou maciça em todo o mundo em apenas três meses, por conta do isolamento social. Desta forma, o mercado precisou se adaptar e percebeu que é possível aumentar a produtividade, cuidar do bem-estar de todos e diminuir custos”, explica Paulo Chabbouh, CEO da L5 Networks, pioneira em desenvolvimento em soluções cloud.

Com as mudanças, parte das corporações já iniciou um processo de reestruturação, com o objetivo de readequar os escritórios para um número menor de colaboradores e para garantir que o distanciamento social seja cumprido. Além disso, as empresas estão se adaptando para que os espaços sejam utilizados em uma espécie de coworking.

“Nossa estrutura também mudou bastante, reformulamos toda nossa sede e a ideia após a vacina, é que nossos colaboradores venham ao nosso escritório apenas quando quiserem, mantendo o home office e estando no escritório para demandas específicas. Realizamos mudanças estruturais necessárias diante da nova realidade e temos agora praticamente um coworking próprio. A expectativa é que, gradativamente, cada empresa conclua qual o melhor formato de trabalho, a verdade é que com as soluções em nuvem, realmente é possível trabalhar de qualquer lugar”, conclui Chabbouh.

Sobre a L5 Networks

A L5 Networks é uma empresa brasileira que investe no desenvolvimento de tecnologia. Em atividade desde 2005, entrega ao mercado soluções inovadoras que aliam alta tecnologia e redução de custos, a exemplo de soluções em telefonia IP, PABX em nuvem, CRM, terceirização de TI, Omnichannel e Private Cloud, dando suporte a empresas de qualquer segmento e porte. Atende marcas como Dr. Consulta, Cerveja Proibida e Copagaz. Mais informações no site: www.l5.com.br

Foto: Divulgação/Andris Bovo

Consórcio ABC promove debate sobre reforma tributária

Encontro virtual terá apresentação da proposta Simplifica Já para auditores fiscais do Grande ABC e demais regiões do Estado de São Paulo 

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC promove, em parceria com a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais de Tributos dos Município (Anafisco), um encontro virtual para debater a proposta Simplifica Já, que está entre as iniciativas a serem discutidas e votadas para a reforma tributária. O evento será será realizado em 5 de novembro (quinta-feira), a partir das 9h30.

O evento tem o apoio da Associação das Secretarias Municipais de Finanças do Estado de São Paulo (Assefin-SP) e da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf). O objetivo da iniciativa é apresentar a proposta para secretários municipais, diretores e chefes de departamentos de Fazenda e Finanças dos municípios paulistas.

O tema será debatido pelo consultor técnico da Anafisco, Alberto Macedo; pelo secretário da Fazenda de São Caetano do Sul, Jefferson Cirne; pelo secretário de Finanças de São Bernardo do Campo; José Luiz Gavinelli; e pelo vice-presidente da Assefin-SP e secretário de Finanças de Santos, Maurício Franco. O encontro terá a mediação do diretor Administrativo e Financeiro do Consórcio ABC, Carlos Eduardo Alves da Silva, o Cadu.

A sala da videoconferência será aberta às 9h15. Será fornecido certificado de participação para os participantes que preencherem o formulário. Clique aqui para se inscrever.

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Como eleitos podem ajudar no desenvolvimento do município

Com a proximidade das eleições municipais, candidatos ainda podem incluir propostas que favoreçam geração de emprego e renda, incentivando micro e pequenos negócios

Na campanha eleitoral, a criatividade pode contar muitos pontos. Com o pleito municipal se aproximando, muitos nomes chamam a atenção. Alguns despertam curiosidade porque focam em pautas que podem instigar o eleitorado, como Luiz Empreendedor e Luzia do Empreendedorismo. Nomes assim, que levam a bandeira do empreendedorismo, são registrados em apenas seis cidades espalhadas por cinco estados brasileiros. Mas afinal: por que é importante incluir um tema como esse na campanha para as Eleições 2020?

O presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Carlos Melles, explica. “O Sebrae quer estimular a população no debate do empreendedorismo na campanha política, a escolher bem o candidato empreendedor, aquele que pode ajudar mais a micro e pequenas empresas no futuro”, sugere. 

Melles aposta na sabedoria do eleitor para escolher gestores preocupados em investir no município e em gerar emprego e renda por meio de negócios locais. Segundo dados do Sebrae, 55% dos empregos formais, com carteira assinada, são vêm de micro e pequenas empresas. Dessa forma, segundo o presidente, prefeitos (as) e vereadores (as) eleitos (as) a partir de novembro terão um papel importante na retomada da economia. 

“A micro e a pequena empresa, hoje, são uma rede de sustentação municipal. Essa rede, que é formada por sindicatos, associações comerciais, agremiações, consórcios, tem a missão de despertar no candidato à prefeitura a importância do ‘empreender’. Mas esse tecido tem também a responsabilidade maior de conscientizar cidadãos sobre o poder do voto de cada um na hora de escolher um candidato. O compromisso com a geração de emprego e renda, com a educação empreendedora, com crédito para capital de giro dos empreendedores da cidade pode significar aumento na produtividade das empresas e o início de círculo econômico virtuoso”, afirma Melles. 

E como ser um prefeito (a) empreendedor (a)? O Sebrae, em parceria com entidades e associações, lançou recentemente o documento “Seja um candidato empreendedor – 10 dicas do Sebrae”.  A ideia é que os eleitos e eleitas incluam o desenvolvimento econômico na agenda de prioridades da gestão do município, além de construir parcerias com o setor produtivo; investir em programa de desenvolvimento a partir das vocações e oportunidades do município e região, e estimular e facilitar a formalização de empreendimentos e de MEIs.  

“O Sebrae tem programas estruturantes, como o Cidade Empreendedora, e de reconhecimento e valorização, como o Prefeito Empreendedor. Nas eleições, nós ousamos um pouquinho em não procurar prefeitos e vereadores depois de eleitos, mas procurar os candidatos para eles discutirem na campanha o empreendedorismo. Queremos provocar as micro e pequenas empresas, o cidadão para que ele perceba que a escolha dele é importante”, justifica Melles. “Buscar o candidato que esteja mais comprometido com o desenvolvimento do município, com a geração de emprego e renda e com a prosperidade”, completa.  

O Prefeito Empreendedor é uma iniciativa que reconhece o trabalho de prefeitos (as) e administradores (as) regionais que implantaram projetos com resultados comprovados com foco no desenvolvimento dos pequenos negócios do município. Criado na década de 2000, o prêmio já acumula dez mil práticas inovadoras cadastradas. 

“Com a credibilidade da política abalada hoje, as pessoas querem coisas concretas. O que o Sebrae propõe, com o guia, são ações concretas, que já temos aplicadas”, reforça o gerente da unidade de Desenvolvimento Territorial do Sebrae, Paulo Miotta, 

Segundo ele, as dicas apresentadas são eixos de atuação de um programa chamado Cidade Empreendedora. “Essas ações são soluções e produtos que estão ali embaixo desses eixos. 

“Se a vocação da cidade é turismo, vamos focar na dica 8, sobre rotas de turismo. Se a cidade é voltada para a agricultura familiar, então vamos focar em cooperativas no eixo 9, para ela vender como cooperativa para a merenda escolar. É o Sebrae na ponta, com seus consultores e equipe técnica, com condições de fazer, e o Sebrae nacional se organizando para ajudar a fazer isso, a identificar as vocações”, explica o gerente. 

O objetivo da Cidade Empreendedora, segundo o Sebrae, é a transformação local pela implantação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e de políticas estruturantes de desenvolvimento, engajando a gestão pública e lideranças locais na melhoria do ambiente de negócios, além de contribuir para o desenvolvimento econômico local, gerando ocupação e renda.

Emprego e renda

Na opinião do secretário-executivo da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Gilberto Perre, ser um prefeito empreendedor é pensar no desenvolvimento do município em curto, médio e longo prazo. 

“O que se espera é que um prefeito empreendedor é que ele adote políticas públicas que favoreçam as atividades das micro e pequenas empresas, como facilitar e orientar as contas públicas para essas empresas, oferecer crédito e licenciamento ágil e desburocratizado, obrigações acessórias tributárias simples, enfim. Essa é uma série de medidas que os prefeitos e prefeitas podem adotar no sentido de favorecer os empreendimentos nas suas cidades”, observa Perre. 

Para o secretário-executivo, incentivar as pequenas empresas é fundamental. “Isso significa incentivar o desenvolvimento econômico e a geração de emprego e renda.” 

O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, acredita que os novos gestores municipais terão uma oportunidade de mudar o atual cenário. 

“Todos nós sabemos do momento que estamos enfrentando, com impactos severos na saúde, na educação, na assistência social e impacto negativo também na economia brasileira. Mais oportuno impossível a gente colocar o guia à disposição dos candidatos. Os pequenos negócios representam a força da economia no Brasil, pois são responsáveis pela geração de empregos e de renda, que é o que precisamos hoje”, avalia Aroldi. 

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, lembra ainda que uma forma de incentivar os pequenos negócios é por meio da Sala do Empreendedor – já são mais de mil espalhadas pelo Brasil. 

“Quase sempre essa sala é oferecida como espaço pelo prefeito. Então, a figura do prefeito no desenvolvimento municipal é muito forte. A liderança do prefeito é muito forte e a liderança dos vereadores complementa isso”, diz. Ele finaliza: “O Sebrae está provocando, no bom sentido, em dizer ‘olha, discutam antes quem é o candidato empreendedor que vai ter o compromisso com a geração de emprego, com a prosperidade do município. Esse é um papel que o Sebrae vem fazendo que é muito bonito, já faz ao longo dos anos, só que agora aprimorado e antecipando a pré-campanha.”

Apoio ao gestor empreendedor 

Incentivar a geração de emprego e renda e qualificar quem mais precisa são algumas das dicas que podem ser inseridas nas propostas de governo dos (as) futuros (as) prefeitos (as) e vereadores (as) que serão escolhidos em novembro deste ano, nas eleições municipais. A ideia do Sebrae, em parceria com várias entidades, é inserir a pauta do empreendedorismo nas campanhas. 

O documento “Seja um candidato empreendedor – 10 dicas do Sebrae”, lançado no final de setembro, é uma iniciativa do Sebrae com apoio da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), do Instituto Rui Barbosa, com a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público, e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil. 

Fonte: Brasil 61

Comércio local é aposta para valorizar cultura e retomar economia

Dados do Sebrae mostram que micro e pequenos empreendedores são responsáveis por 55% dos empregos formais no Brasil; com a pandemia, esses negócios tiveram que se reinventar

Brasileiro tem mesmo fama de povo que não desiste e não deixa a peteca cair. Wellington Barbosa do Nascimento é o retrato dessa fé que tudo vai dar certo. Aos 61 anos, o morador de Campina Grande (PB) viu seu comércio de laticínios, que abriu há 36 anos, começar a ir mal das pernas. Com a pandemia, “seu” Wellington teve que se reinventar para que seus queijos, doces, castanhas e bolos continuassem lhe dando esperança. 

“O efeito da pandemia foi muito cruel. Sofri muito, fui pego de surpresa, mas fui saindo aos poucos”, lembra. Ele conta que as vendas começaram a cair, mas foi aí que surgiu a ideia de ir atrás dos clientes já cativos. “A cidade entrou em lockdown por vários dias e, nesse período, eu tive que me reinventar. Criei outro canal de venda, por meio do delivery, que permanece até hoje. Foi como eu pude sair dessa crise. Tinha uma lista com nome e telefone de muitos clientes, fui atrás deles, ligando.”

Mesmo no centro da cidade de Campina Grande, a lojinha do “seu” Wellington ainda guarda um ar de casa de vó. “O pessoal aqui é muito família, muito local. Então todos permaneceram comprando da mesma maneira no meu estabelecimento, prestigiando a cidade. Foi como sobrevivemos.” 

Ele relata que o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) local deu uma força nos negócios e o ajudou a se reinventar. “E estou me saindo muito bem, estou recuperando já o que perdi no período de lockdown”, comemora. 

Segundo dados do Sebrae, 99% do total de empresas no Brasil hoje são de micro e pequenos negócios. Para ser considerada uma microempresa, o faturamento não pode ultrapassar os R$ 360 mil anuais (exceto os MEIs, que têm limite de R$ 81 mil). Os pequenos ficam na faixa de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões ao ano. É um setor que vem crescendo e promete impulsionar a retomada econômica no País, especialmente após os fortes impactos da pandemia do novo coronavírus. 

Os micro e pequenos produtores são os que mais empregam brasileiros, segundo dados coletados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) a partir do Anuário do Trabalho (2016). Quase 55% dos empregos formais, com carteira assinada, vêm dos comércios e serviços locais. “Eu tenho um motoboy que me ajuda no delivery”, destaca Wellington Barbosa do Nascimento. 

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, é preciso valorizar cada vez mais quem vende no bairro.  “A micro e pequena empresa, no Brasil e no mundo inteiro, é a teia que sustenta qualquer país. É a padaria, a loja de roupa, todos os segmentos da sociedade. O Brasil vem aperfeiçoando esse ambiente de melhoria de convivência com a micro e pequena empresa”, garante Melles. 

Segundo ele, a entidade representa, hoje, cerca de sete milhões de micro e pequenas empresas e 11 milhões de microempreendedores individuais (MEIs). “Nesse setor, também se fatura aproximadamente 30% da riqueza do Brasil”, revela. 

O diferencial durante esse tempo de crise pelo qual o mundo inteiro passa, de acordo com Melles, foi aliar vários pontos a fim de reerguer os brasileiros. “Um dos diferenciais foi a gente fazer uma campanha maciça de ‘compre do pequeno’, ‘compre no seu bairro’, ‘compre de quem está próximo de você’”, diz. 

Uma das dicas que Melles também dá é sobre a fidelização do cliente, assim como fez Wellington, quando pegou a antiga lista e procurou os clientes para fazer entregas em casa. 

“Nesse aspecto, o ‘chacoalhão’ que a crise deu trouxe reflexões que vão melhorar muito a vida do pequeno e do microempresário. Primeiro, ser mais solidário, trazer mais atenção e zelo com o cliente. Os protocolos estão levando para esse lado, de fidelizar o cliente, zelar pelo cliente, tratar bem o cliente. Ter cuidado com os funcionários, com a vida deles, com a limpeza e higienização dos seus produtos. Ou seja, cuidar dos clientes para você ter uma fidelização que te dê uma resposta na saída da pandemia”, alerta o presidente do Sebrae.   

Foi o que fez o comerciante de Campina Grande. “Aproveitei os 36 anos de comércio para consolidar ainda mais a minha clientela. Foi quando vi que dava para sair dessa. Se estou há tanto tempo no mesmo ramo é porque tenho credibilidade. Foi minha salvação”, reforça Wellington. 

Tecnologia

No Distrito Federal, a empresária do ramo de moda feminina Janaína Patriolino diz que o que ajudou a manter os negócios em meio à pandemia, além da fidelização dos clientes, foi a tecnologia e os aplicativos de troca de mensagens. “A tecnologia foi primordial. Já tínhamos trabalhado com WhatsApp, mas nessa pandemia foi nosso carro-chefe. Sem isso, nós teríamos sucumbido. Fizemos muitas vendas por lá”, comemora. 

De acordo com Janaína, cerca de 70% das vendas da loja dela, localizada na região administrativa de Ceilândia, é feita pelo aplicativo. “Ainda não fazemos vendas on-line, então o cliente entra em contato e vamos até eles.” 

Ela sentiu que os clientes focaram mais nos negócios locais por medo de se deslocarem para lugares mais distantes. “Foi positivo para nós, para que a gente permaneça”, avalia Janaína. 

O gerente da unidade de Desenvolvimento Territorial do Sebrae, Paulo Miotta, explica como as prefeituras e governos locais podem incentivar os pequenos negócios. 

“Primeiro, organizar o plano de compras da prefeitura. Segundo, capacitar os pregoeiros, esclarecer sobre as leis, termos de referência, porque tem legislação para isso. Outra coisa é o pregão eletrônico como plataforma de compras”, elenca. “Agora uma coisa que precisa se prestar muita atenção é a capacitação dos pequenos, porque muitas vezes você prepara o ambiente da prefeitura e o pequeno não sabe o que fazer, porque tem burocracia”, alerta. 

Flávio Mikami, especialista em economia criativa e empreendedor, acredita que esse movimento de comprar dos pequenos produtores é importante para a economia brasileira, uma vez que 30% do Produto Interno Bruto (PIB) são representados pelas micro e pequenas empresas. 

“Comprar do pequeno produtor vem num momento muito apropriado, já que o governo não conseguiu ajudar todo o segmento. Então, mais do que nunca, a movimentação do consumo interno é fundamental para a sobrevivência dos negócios, manutenção dos empregos e o aquecimento do mercado.” 

Com esse cenário e com dicas para crescer cada vez mais, o paraibano Wellington Barbosa do Nascimento tem um recado: “Eu me acho um vencedor. Eu não cruzo os braços, sempre estou inventando uma coisa e outra para não deixar a peteca cair. Com fé em Deus que vai dar tudo certo.” 

Apoio ao gestor empreendedor 

Comprar nos municípios e valorizar a cultura local é uma das dicas que podem ser inseridas nas propostas de governo dos (as) futuros (as) prefeitos (as) e vereadores (as) que serão escolhidos em novembro deste ano, nas eleições municipais. A ideia do Sebrae, em parceria com várias entidades, é inserir a pauta do empreendedorismo nas campanhas. 

O que se espera é que os novos gestores (as) incluam o desenvolvimento econômico na agenda de prioridades da gestão do município; construam fortes parcerias com o setor produtivo; invistam em programa de desenvolvimento a partir das vocações e oportunidades do município e região e estimulem e facilitem a formalização de empreendimentos e de MEIs.  

Essas e outras dicas estão no documento “Seja um candidato empreendedor – 10 dicas do Sebrae”, lançado no final de setembro. Na dica número cinco, que incentiva as compras locais, a entidade sugere que os novos (as) gestores (as)  deem preferência aos pequenos negócios locais e regionais nas compras do município; adquiram produtos da agricultura familiar para a merenda escolar, contratem microempreendedores individuais para realizar pequenos reparos e serviços diversos em prédios e espaços públicos; promovam campanhas de valorização de compras no comércio local e apoiem a organização de feiras livres de produtos locais e da agricultura familiar. 

O guia é uma iniciativa do Sebrae com apoio da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), do Instituto Rui Barbosa, com a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público, e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil. 

Fonte: Brasil 61

Zona de Conforto

O que é zona de conforto?

Existem muitas definições, prefiro a que considero a mais simples. Portanto, é uma série de pensamentos e comportamentos que não provocam nenhum tipo de medo ou risco.

Quando uma pessoa se encontra na zona de conforto, ela realiza apenas as coisas que trazem resultados satisfatórios. Todavia, dando uma falsa impressão de segurança. Este estado traz uma visão distorcida de segurança, que não existe na vida real. Afinal, nunca teremos segurança de nada, tudo muda e nesta hora somos colocados a prova.

E quando a vida nos traz novos desafios, somos obrigados a enfrenta-los e só assim iremos nos desenvolver, trazendo como resultado a superação e a evolução, ou não. E quando isso ocorre traz um grau de satisfação muito grande, segurança, crescimento como profissional e pessoal é ótimo para o ego.

Como identificar quando estamos na zona de conforto? Alguns sinais poderão identificar se você está na zona de conforto e esta situação
pode estar atrapalhando a sua vida pessoal e profissional, tais como:

  • Estresse
  • Ansiedade
  • Autocritica exagerada
  • Medo
  • Desculpas como justificativas
  • Emprego atual é medíocre
  • Seu dinheiro termina antes do final do mês
  • Se sente triste ao levantar pela manha
  • Você não produz com eficácia
  • Vida profissional estagnada, sem evolução, sem aumento, sem promoção, como resultado, avaliação de desempenho deixando a desejar

Zona de conforto e a mudança

Claro que pode existir outros fatores, mas se você identificou pelo menos três dos itens acima citados, considere que você pode estar na zona de conforto e com medo da mudança.

Sendo assim, já constatou que está na Zona de Conforto e ela te traz algo que não é agradável? Por exemplo, não estou feliz com a situação atual, falta dinheiro, triste, carreira empacada e vida pessoal estagnada e etc.

A pergunta é porque ficar nesta situação? Se não é prazeroso, então mude, experimente o novo. Não deu certo, mude de novo, mude até acertar, assim é a vida. Para sair da Zona de Conforto é só você querer e tudo está nas suas mãos.

Na próxima quinta feira darei algumas dicas de como sair da zona de conforto.

Informações para contato:
Rogério De Caro (11) 94777 9496
rogerio@rogeriodecaro.com.br
@rogeriodecaro

Jornal Grande ABC

zona de conforto

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Cooperativa inaugura agência em Santo André

Nesta terça-feira (08/09), o Sicoob Metropolitano inaugurou uma agência na cidade de Santo André (SP). No mesmo dia, a cooperativa reinaugurou o ponto de atendimento de Guarulhos (SP). Os dois eventos aconteceram on-line e contaram com a participação colaboradores, gerentes, diretores e conselheiros da cooperativa, do Sicoob Central Unicoob e do antigo Sicoob Cantareira, além de autoridades da cidade.

Santo André – Em Santo André, a nova agência tem área de 240 m² para atender o cooperado com mais conforto. Além disso, o ponto de atendimento segue o conceito de espaço de negócios, que visa otimizar e dar mais flexibilidade aos colaboradores para o atendimento negocial.

Crescimento – Segundo o gerente da unidade, Alcemir Francisco Martins, a nova agência tem como objetivo contribuir com o crescimento do município e da região, agregando valor aos negócios, principalmente nesse momento da economia em que toda a comunidade precisa estar unida para enfrentar grandes desafios. “O Sicoob Metropolitano acredita muito no sistema cooperativo e convida toda comunidade a fazer parte desse movimento. Venha ser um cooperado”, diz.

Guarulhos – Já em Guarulhos, o espaço foi modernizado e pensado para proporcionar uma melhor experiência ao cooperado. Essa é a segunda vez que a cooperativa realiza uma inauguração on-line. Em junho, o Sicoob Metropolitano inaugurou seis agências em um único dia, de forma totalmente digital.

Localização – A agência de Santo André fica localizada na Rua Carijós, 2567 e a de Guarulhos, na Avenida Salgado Filho, 1772. (Imprensa Sicoob Unicoob)