Anvisa orienta laboratórios sobre detecção de nova variante

Em nota técnica, agência recomenda medidas que favoreçam o diagnóstico da nova variante do coronavírus

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou hoje (1º) nota técnica com informações sobre o impacto da variante do novo coronavírus identificada no Reino Unido.

Nesse sentido, a nota recomenda que os laboratórios fiquem atentos às informações das instruções de uso de produtos existentes para a detecção de covid-19 e adotem medidas que favoreçam o diagnóstico, como a utilização de produtos voltados a diferentes alvos virais.

Nova variante do coronavírus nos diagnósticos

Ainda de acordo com o documento, a maioria dos ensaios moleculares do tipo PCR (reação de cadeia de polimerase) regularizados no Brasil utilizam mais de um alvo, o que reduziria o impacto ao diagnóstico.

A nota pode ser lida na íntegra no site da agência.

Consulta

A agência informou ainda que disponibiliza, desde abril de 2020, um painel para consulta da fila de produtos para diagnóstico in vitro para detecção da covid-19.

Nessa ferramenta, é possível encontrar informações sobre a quantidade de pedidos deferidos, indeferidos, em análise, aguardando o certificado de boas práticas de fabricação (CBPF), como informações específicas sobre os produtos.

A consulta aos alvos dos produtos regularizados nesta Anvisa também está disponível no portal da agência.

Informações com Agência Brasil

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nova variante

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Ibovespa em queda, mutação do coronavírus no Reino Unido e mais.

O Ibovespa opera em queda na abertura, descida acentuada de -2,79% aos 114.730 pontos. A semana começa com atenção às notícias sobre a mutação do coronavírus na Inglaterra. Portanto, pode impactar na recuperação da economia global, elevando as preocupações da eficiência das vacinas.

As bolsas europeias também operam em queda, refletindo a preocupação com o coronavírus. O Stoxx 600 estava com -2,78%, o FTSE MIB com -3,40% e o DAX com -3,00%, às 8h35 de Brasília.

Neste domingo, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson impôs um novo lockdown de nível 4, similar ao que ocorreu em março no país. Dessa forma, a política fez com que países vizinhos fechassem as fronteiras com o Reino Unido e a população suspendesse as viagens entre os países.

Ibovespa em queda, apesar de estímulo nos EUA

Ainda que o do Congresso dos EUA tenha chegado a um acordo para o pacote de estímulos (US$ 900 bilhões) destinado a fornecer ajuda à economia e às famílias afetadas pela pandemia, os papéis em Wall Street também trabalham em forte queda após as notícias no Reino Unido.

O dólar dispara mais de 2%, em uma forte alta contra o real na manhã de hoje, superando a marca de R$ 5,20 reais depois que o Reino Unido anunciou um novo lockdown em meio a uma nova mutação do coronavírus e o crescimento de casos no país. A moeda é negociada a R$ 5,10, às 10h19 de Brasília.

Contudo, os futuros ligados ao Dow Jones estavam a -1,88%, ao S&P 500 a -2,10% e ao Nasdaq a -1,32%, às 8h35. Mesmo com a aprovação do Congresso, os ativos refletem as notícias do coronavírus emergindo da Inglaterra.

Hoje, as ações da China fecharam em alta, com investidores comemorando um apoio monetário de Pequim de sustentação à economia prejudicada pelo Coronavírus. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,9%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,8%.

Segundo a agência de notícias Xinhua, na última sexta (18), os líderes chineses informaram que vão manter o apoio para a recuperação econômica, evitando uma mudança repentina para ajudar a manter o crescimento econômico dentro de uma faixa razoável em 2021.

Perto do horário de almoço, o índice IBOVESPA apresenta recuperação, porém ainda em queda, -1,49% e 116.266 pontos.

Ibovespa em queda