Emílio Figueira, escritor com paralisia cerebral, lança livro ”Ventos nas Velas”

Diante das incertezas que pairam a vida neste momento de pandemia da Covid-19, a obra de Emílio Figueira faz uma reflexão de que ao não saber de que lado os ventos virão, as coisas sempre acontecem com a permissão de cada um.

Segundo uma pesquisa da Nielsen Brasil e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mais de 3,7 milhões de livros foram vendidos em fevereiro deste ano. O número representa um crescimento de 18,69% no volume de exemplares vendidos em comparação com o mesmo período do ano passado. 

O segundo Painel do Varejo e Livros no Brasil mostra que o interesse pela leitura tem aumentado durante a pandemia. De acordo com o levantamento, houve aumento de 12,59% no indicador numérico do livro comercial.

Na onda dessa alta na literatura está a obra ‘’Ventos nas Velas’’, uma novela literária que aborda histórias de desilusões, perdas físicas, materiais e problemas de saúde, como a Covid-19, onde ninguém pode evitar.

Emílio Figueira, com paralisia cerebral, por conta de uma asfixia durante o parto, autor de uma vasta produção científica, psicólogo, psicanalista, teólogo independente, com cinco graduações e dois doutorados, destaca que as pessoas têm duas opções na vida: passar todo o tempo se lamentando ou reagir, sair da zona de conforto e ter atitude de mudar o próprio destino.

Ele comenta que como não se sabe de que lado virão os ventos, as coisas sempre acontecem quando se permite que eles batam nas velas dos barcos para, assim, navegar sem traumas ou amarras do passado.

Em Ventos nas Velas surgem histórias de personagens com dependências emocionais originadas no passado que precisam se redescobrir no meio do caminho, percebendo que nunca é tarde para serem felizes, minimizando dores conscientes ou inconscientes. Além disso, retrata a vida de muitos brasileiros neste momento tão delicado em que o país se encontra, com dificuldades financeiras, emocionais, físicas e de saúde.

Sobre o livro: Ventos nas Velas é uma novela literária com personagens de diferentes perfis, interligados, mostrando que ter desilusões, perdas físicas, materiais ou problemas de saúde é algo que ninguém pode evitar.

O importante, segundo o livro que foi readaptado durante o período de isolamento social, será o que fazemos a partir delas. Podemos passar a vida lamentando ou reagir, sair da zona de conforto, tendo atitude para mudar nosso próprio destino. 

A obra, que tem dois capítulos disponíveis de forma gratuita através de sítio eletrônico, destaca que como nunca se sabe de que lado virão os ventos, as coisas acontecem sempre que é permitido que eles batam nas velas dos barcos para, assim, navegar sem traumas ou amarras do passado. A vida precisa ser um eterno movimento sem medo rumo ao futuro e ao inesperado, onde as histórias frustradas também podem ter finais felizes.

Serviço

Versão digitalwww.amazon.com.br
Versão impressahttps://agbook.com.br/

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Emílio Figueira, escritor com paralisia cerebral, lança livro ''Ventos nas Velas''

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Laços de Mel: relatos de uma mãe de anjo

Livro ‘Laços de Melconta a emocionante história de vida de Melissa, uma criança com Síndrome de Down, uma grave cardiopatia e paralisia cerebral

Quem via Melissa sorrir, encontrava apenas boas energias e muita vontade de vencer, de superar as batalhas que já surgiram logo ao seu nascimento.

O livro “Laços de Mel: relatos de uma mãe de anjo”, publicado pela editora Literare Books International é de autoria de Mirela Miranda Nobre, mãe da pequena Melissa (Mel), personagem da obra.

O livro resume um pouco da história de vida de Mel, uma menininha linda que nasceu com Síndrome de Down, uma grave cardiopatia e, aos cinco meses de idade, adquiriu paralisia cerebral. Apesar de ter tido inúmeros desafios no tocante à sua saúde, dava lições diárias sobre o sentido da vida. Sempre com um sorriso no rosto, a pequena guerreira enfrentava internações, procedimentos hospitalares e os mais variados tratamentos por conta de sua condição.

“Se mil vidas eu tivesse, nas mil eu queria viver tudo isso outra vez. Minha filha só me trouxe coisas boas”, declara Mirela, que não poderia ter escolhido melhor o título dessa obra. Melissa era uma menina delicada que amava usar laços nos cabelos, transbordava alegria, amor e contagiava a todos, estava sempre bem-cuidada, cheirosa e vestida. Graças ao carinho e empenho de sua mãe e família, teve o melhor que quem ama pode oferecer e, justamente por isso, viveu com qualidade.

“Mel foi um lindo presente que Deus me deu. Ele confiou a mim uma missão linda (…) os laços de Mel ficarão para sempre, não só no quadro da parede, mas também nas palavras que agora deixo nesse livro. Os cinco anos e oito meses que Mel viveu na Terra foram de puro amor e aprendizado”, segundo Mirela em um trecho do seu livro.

A obra é, sobretudo, um relato de amor, mas também levanta questões humanas importantes que devem ser debatidas e trazidas à discussão da sociedade.

Sobre a autora

Mirela Miranda Nobre – Escritora, residente em Jacobina, interior da Bahia. Bacharel em Turismo e Hotelaria pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Proprietária da Agência Nobre Viagens. Casada e mãe de três, dois meninos e uma anjinha.

A autora Mirela Miranda Nobre. Foto: Divulgação

Sobre o livro

Laços de mel: relatos de uma mãe de anjo

Autora: Mirela Miranda Nobre

Editora: Literare Books International

Formato: 14 x 21 cm – 1ªedição – 216 páginas

ISBN: 9786559220175

Instagram: @mirelamirandanobre

Facebook: Melissa Miranda Nobre

Blog: melissamirandanobre.blogspot.com

Loja Literare Books: https://bit.ly/livro-lacosdemel

À venda nas principais livrarias físicas e on-line

Laços de Mel

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Amor…

Amor… é uma troca de interesse egoísta?!?

É cada coisa que aparece.
Saber que vivemos em um mundo caótico, que temos nossas próprias dificuldades internas e o mundo nos “entuba” uma série de desventuras

Eu te pergunto, porquê e pra que questionar o Amor?!?

Descabido?!?
Não sei.
Dúvida é uma opção humana natural
Mas associar o amor ao egoísmo e troca de interesse, sinceramente acho que é um tanto demais.

Um sentimento sublime, excelsa da natureza e sua criação.

1 Coríntios 13. Paulo fala da excelência da caridade — A caridade, um amor puro, excede e supera quase todas as outras coisas. … 3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria.

amor
Photo by Orlando Allo on Pexels.com

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Noto que não só porque não o sentimos verdadeiramente, creio que não somos capazes de julgar.

Julgo por mim mesma, jurava ter amado alguém, até o nascimento das minhas crias, e olha que fui avisada que quando os filhos nascem sentimos algo crescer no peito de forma inexplicável, não considerava possível, as retas finais das gestações são variadas e incômodas , verdade seja dita, o processo é legal e tal, tem o lance da curiosidade de conhecer quem te habita mas sentimentos inexplicáveis, como seria isso?!?

Eu pensava medo, é provável, sou inexperiente e tal, novidade, mudanças, alterações de rotinas, choro, alimentação, putz só via os contras.

Óbvio, eu desconhecia o momento da chegada, o choro é sinal de vida e saúde, alimentação ato de amor natural, sem sacrifício, “incômodo” por ser algo novo, parece ser desconfortável, não dura tanto, logo passa a ser prazeroso, gratificante e lindo, momento de intimidade plena e início de laços finitos.

Questionar o amor entre pessoas é realmente necessário?!?

Não vejo serventia alguma….
Quantas vezes sentimos uma imensa vontade de sorrir feitos bocós, que somos invadido por uma alegria sem fundamento, que nos sentimentos felizes tudo junto e misturado ao mesmo tempo.

Uauuuuu, isso não seria Amor?!?
Ver beleza na simplicidade, ser invadida por bons sentimentos, receber e ofertar sorrisos espontâneos, se alegrar em ver a alegria alheia, ter a bondade correndo em suas entranhas inundando a mente e vivenciando momentos de paz.

Isso é Amor?!?
Crer no inesperado
Sentir o impalpável
Não encontrar palavras, figuras, nada para decifrar o quanto tão bem se sente, ainda sim não seria amor.

Inefável é o Amor, egoísta pode ser, por ser imensurável suas formas e ausência de explicações para singelos atos que transformam o ser e a experiência humana dia após dia .

Ame involuntariamente, compulsivamente, descontroladamente, sinta os extremos, se jogue de corpo e alma, amor próprio, amor ao próximo, ame simplesmente por amar, pelo bem que o amor te faz sentir-se com você mesma.

Ou se preferir uma experiência sem solo, “Nunca Ame Ninguém!”

Lorena Pelais ❤️ ॐ∞

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Romances

Lorena Pelais é autora de “Romances”

Usado muito por jovens, quem nunca ouviu a seguinte frase:
“- Um lance é um lance e não um romance!”
Hahaha, do nada me surgiu essa frase na mente, pensei bem ….
Revirei minhas lembranças e constatei: por mais “dura” que uma pessoa aparente ser, em seu íntimo existe o desejo de amar, se apaixonar verdadeiramente por alguém.

Essas experiências afetivas são excelentes, no início são belas como uma linda rosa , mas contêm espinhos que podem perfurar a alma.

Por que o amor é tão bom, mas sempre nos faz chorar?!?

Sentimentos….
O coração é um órgão vital, mas ele tem suas tramas e põe a mente em segundo plano em fração de segundos.

close up of couple holding hands
Romances … foto de Pixabay, no Pexels.com

Como é bom se render a um sentimento que te embala de alegria e prazer levando o êxtase por dias e noites, uma sensação interminável que te envolve levando sua mente a lugares desconhecidos por alguns segundos ….

Putz, aí está o grande lance, geralmente a ausência de palavras é bem comuns, o desejo berra desesperadamente e palavras se tornam apenas um detalhe como outro qualquer.

Muitas vezes nada fica claro, não se sabe se é um lance ou se trata de um romance, mas pra que pensar nisso? Afinal o coração está 100% ativo e a mente momentaneamente de férias por assim dizer, definir é apenas um título , ou quem sabe estabelecer regras na maioria das vezes é melhor serem desconhecidas devido experiências anteriores, apreciar os momentos de intensidade faz muito mais sentindo do que “preocupar-se” com detalhes, que seja bom enquanto dure.

O que muitas vezes não levamos em consideração é que um lance pode virar um romance e o romance avançar para relações duradouras sem aviso prévio nenhum e mantido na mesma falta de diálogo inicial, o tempo passa, a companhia é boa, os momentos divididos são bem interessantes e afinal compromissos são planejáveis.

Não que de fato seja bem assim que aconteça, mas de uma maneira ou de outra este suposto início é um início dentro de muitos outros com enredos similares.

Mas o que ninguém assume para si mesmo a imensa vontade e o “inalcançável” desejo de ter alguém, soa como uma besteira ou uma bobagem, pensamento voltado a mulheres pela natureza romântica que nos é “entubada” por meio de conto de fadas, história que nos antecedem e por aí vai…

O lance é que tanto homens como mulheres têm o mesmo pensamento em relação a sentimentos, uns interiorizam outros exteriorizam para ambos os sexos.

man and woman staring at each other
Romances … foto de cottonbro, no Pexels.com

Àquela sensação de início é tão cativante e envolvente que logo pensamos, será ótimo passar o resto da minha vida ao lado desta pessoa, imagine todos os nossos dia assim ….
Parece um sonho!!!

Sonho meu, sonho seu, uma grande ilusão, o que não sabemos é que em algum momento a cabeça volta à ação e o coração sai de férias sem explicação é justamente quando nos deparamos com os defeitos, os maus hábitos e somos inundados por uma suposta “frustração” ou com o pensamento de “onde amarrei minha cabra”, “onde eu estava com a cabeça que não vi isso!!” entre outros questionamentos que surgem ao avançar do tempo de convivência.

Ninguém se apresenta com uma carta de recomendação, registrado sua última experiência, suas tendências, seus costumes, sua cultura e crenças, não se trata de uma entrevista de emprego, é sobre duas pessoas que enfatizaram suas afinidades, preferências e “amaram” o tempo que estiveram juntos falando sobre assuntos aleatório, sem fundamento muitas vezes que se permitiram trocar uma ideia e que de repente surgiu uma faísca capaz de causar um grande incêndio.

“O gramado do vizinho sempre é mais bonito” , todas as relações quando vista de fora são muito mais atraentes do que verdadeiramente se apresentam no interior de uma casa com as portas fechadas.
Uma bela fachada pode ser construída, bons recursos implantados, alta tecnologia, reparos que aumentem o bem estar, autoestima , fisicamente a última geração de todos os recursos disponíveis dentro do alcance financeiro, um esteriótipo perfeito, “harmonia”, beleza, fotos de comercial de margarina, pessoas felizes, problemas só os matemáticos.

Aí que está a desilusão humana….
A nossa fragilidade de reconhecer, assumir e identificar nossos próprios sentimentos podem se confundir com quem está ao seu lado, já pensou nisso? Estilo ” eu me agarrava a ela por que eu não tinha mais ninguém!!”

Às vezes, rola uma transferência de sentimento, uma preocupação excessiva, porque afinal queremos bem quem está ao nosso lado como companheiro (a), queremos o bem de nossos amigos e familiares, automaticamente queremos o melhor para quem está conosco dia a dia, assim como nosso bem pessoal, engraçado como “bem pessoal” soa como uma vontade de querer estar bem, mas que pode ser “visto” como “bem material” aguçando um sentimento de posse involuntário e é justamente nesse momento que perdemos as rédeas de toda a situação e surgem as pequenas desavenças infundadas e intermináveis sem motivos aparentes para um, mas fundamentado o bastante na mente do outro que o faz.

Não que seja necessário um acordo para iniciar uma relação, não que haja perguntas estratégicas como se fosse necessário e impressindivel traçar o perfil psicológico a cada encontro, não que seja um talk show com perguntas e respostas rápidas , seria tudo muito mecanizado.

Romances
Romances … Foto de Flora Westbrook, no Pexels.com

Mas que as relações fossem mais estreitas e que pudéssemos estar com 50% do coração e da mente juntas em todo o tempo, para não sermos emotivos demais nem racionais excessivos ou de menos, que tenhamos a balança entre a razão e a emoção , com empatia, lucidez, compaixão e paciência, um tônico perfeito para lidar com nós mesmos e com o nosso par nas atitudes mais bizarras sem que saísse do ponto zero ao extremo instantemente e irredutíveis fora da escala e com ouvidos bem abertos para ouvir o outro e a nós mesmos e assim ponderar o todo da situação.

Em todas as relações estamos pré dispostos a ter bons e maus momentos, quando se trata de relações afetivas como: um lance, um romance, namoro ou casamento os dois últimos titulados são regados de anseios, perspectivas, planos e uma dose estupenda de intolerância onde nos tornamos irracionais complicando as coisas mais simples, aprisionando a mente a padrões que muitas vezes não encaixam-se a nós, cada casal, são dois seres distintos que dividem um mesmo “espaço comum”, nem sempre, mas com objetivos pessoais diferentes, não é porque são um casal que devem ser apenas um ser, seremos sempre dois seres com características bem diferentes que precisamos nos entender para compreender a necessidade do outro e assim vivermos o meu, o nosso “felizes para sempre” de acordo com as nossas “regras”, a nossa maneira, com todo amor, respeito e carinho que possa haver neste ou em qualquer outra parte do mundo.

Não ser somente uma bela foto de comercial de margarina, mas viver os belos momentos juntos conhecendo as qualidades e defeitos amando-as como um todo e para sempre.

Amor ….
Condicional ou incondicional
Podemos dividi-lo em inúmeras doses generosas e compartilhá-lo por todo o universo ao invés de trancá-lo e torná-lo restrito a quem supostamente merece, quanto mais doamos, mais recebemos e podem vir de fontes jamais esperada.

Bons sentimentos que sejam imortais na alma e na mente, um encontro perfeito da razão com a emoção, entrelaçadas pelo Amor que sentem um pelo outro, mas sem palavras e ações para assumir, amenizando a possível dor do desencontro interno que nos causam repentinamente devastando nosso ser deixando feridas que nem sempre o tempo ou um novo Amor é capaz de curar.

Um lance, um romance quando avança não foi tolice, foi porque tinha que ser, simples assim!!

Não cobre, não julgue, não condene, não mude, adapte-se para uma excelente convivência, busque qualidade ao invés de críticas, empenhe-se nos bons feitos, permita enxergar o melhor, descarte o que não presta e não guarde ódio nem rancor , não levam a nada.

Romances
Romances … foto de Jackson David, no Pexels.com

Dance conforme a música, dance na chuva , viva bem pra você, por você, os riscos são altos, os bons sentimentos são os que verdadeiramente fazem a diferença, capaz de mudar tudo que te cerca , envolver, contagiar, irradiar a todas as relações da “formiguinha ao gigante”.

Tenha um coração bom e uma mente aberta!!
Lorena Pelais, ॐ∞

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8 de Março

Dia internacional das mulheres, 8 de Março

A luta pelos direitos de igualdades, começou há muito tempo e perpetua até os dias atuais.

Ser mulher, é uma tarefa “árdua”, temos que ser muito fortes pra isso, exige preparo físico e mental, requer muita sabedoria em todos os aspectos, o mais legal que mulheres nascem graduadas e se especializam dia após dia, a Vida nos oferece essa incrível condição sem nem mesmo em alguns casos termos presenciado o ensino tradicional em escolas, sabedoria nata.

Esse é um grande privilégio, ser mulher, ser considerado o “sexo frágil”, quando na verdade somos verdadeiras Mulheres Maravilhas espalhadas pelo mundo inteiro cada uma com sua crença, classe social, cultura e etnia, sensacional fazer parte de um grupo tão autêntico, que tentam nos manter em anonimato subestimado “frágil”, quando na verdade somos “Super Girls”.

Em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres.

Em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março foi momento marcado , onde retrata todas as mobilizações para a “conquista” de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres.

Não que atualmente vivamos em um verdadeiro mar de rosas, houve melhora, porém existem aspectos que podem ser ampliados , a luta não chegou ao fim e não devemos fechar nossos olhos , devemos manter a luta para que qualidades de vida social e profissional melhorem e impedir que ocorram retrocessos capazes de ameaçarem as melhorias alcançadas em diversos países”, a luta é árdua e será contínua, pois nossa sociedade se diz avançada, porém possuem conceitos retógrados , não podemos abrir do que temos e ainda temos muito mais por vir.

Somos fortes, sábias, praticamente imbatíveis, estamos à frente de muitos projetos diários, somos administradoras natas, demonstramos isso com o cuidado que temos com o nosso lar e com a família, estamos a frente de fogões e damos volta ao mundo como Amelia Earhart nas nuvens observando a imensidão do mar.

Somos Estrelas Além do Tempo

Como Katherine Johnson (matemática) que contribuiu com a primeira volta na órbita da Terra.

Mae Jemisson 1ª astronauta mulher e negra, que afronta hein!!
Super merecido, engenheira química e cursou medicina.

Mamie Phipps Clark, psicóloga social, pai médico, sofreu efeitos de segregação educacional e toda a família sofria discriminação por serem negros onde moravam.

8 de Março

Não podemos esquecer da nossa ilustríssima Chiquinha Gonzaga, muito à frente de seu tempo, casou-se muito cedo , não concordou com os termos em que foi inserida precocemente aos 16 anos em uma vida conjugal, mãe a princípio de 3 filhos, casou novamente e engravidou novamente, pode criar apenas um de seus quatro filhos, sofreu muito preconceito por ser “mãe solteira” e desquitada era uma afronta para a sociedade. Se dedicou à música , regeu a primeira orquestra brasileira e contribuiu com o samba, eternizada por sua marchinha de carnaval.

Minha história não tem nada a ver com a delas, putzzzz!!

Diversas áreas feitos explêndidos, assim como nós, atuamos sem currículo em vários segmentos cotidiano.

Mas não tenho notoriedade em meus feitos, isso é o que menos importa!!!

Todas estamos debaixo de um mega holofote dia e noite, porque somos mulheres!!!

Sabe o que todas nós temos em comum?!?
Um sonho, um objetivo, garra e muita força de vontade!

Independente da história, da estrada , dos feitos , somos poderosas e muito capazes.

8 de março é todo dia, nossas lutas são diárias!!!!
Cada conquista é grandiosa, contudo, merecemos muito mais!!!

Feliz dia da mulher pra você , pra mim, para todas as guerreiras de corpo e alma de “aspirantes” a “brigadeiras”, somos tudo um pouco inclusive doces e sutis capazes de conquistar o mundo e todo universo.

Parabéns para nós!!!
Lorena Pelais ॐ∞

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Um olhar …

Lorena Pelais é autora de “Um olhar …”

Alegria
Tristeza
Medo
Possibilidades
Oportunidades
Chances

“Um olhar sincero” humano é capaz de reverter o mundo.
Este te possibilita novas oportunidades, temos a chance de realizar algo novo, participar de novas empreitadas, mostrar nossos conhecimentos, compartilhar, doar, interagir, agregar, inúmeras são as possibilidades e oportunidades envolvidas.

Desenvolver-se
Todos passarão a ter novas perspectivas, doses de esperanças são lançadas, expandindo-se mundo a fora.
Emanaremos ainda mais amor, paz, alegria e esperança.

Às vezes, tenho a sensação que as pessoas parecem tão cansadinhas, esgotadas física e mentalmente, o que em alguns momentos comprometem o rendimento pessoal, sem estímulos, em meio o caos e desventuras vividas.
Uma dose de ânimo muda tudo em todo o processo!!!

Nossa sociedade anda tão carente de bons sentimentos, possibilidade é a palavra mais que perfeita para hoje, fôlego para galgar novos objetivos, traçar novas conquistas, aperfeiçoar relações internas aperfeiçoando relações externas, irradiando aos quatros cantos do mundo.

Notam a dimensão?!??

Existem momentos que tudo parece tão ….. esquisito, indiferente, desanimador, tudo parece tão confuso, complexo, irredutível, a dor se faz profunda, sofrimento se fim.

Visão turva no cega, cerrando os olhos para o futuro promissor que cada um de nós temos por direito, mérito pessoal, exclusivo e intransferível….

Isso me lembra a personagem Tristeza do filme infantil Divertidamente

” -Ah, tudo tão triste!!”
Tristeza faz jus ao nome , triste e engraçado ao mesmo tempo, a expressão desanimada, o peso não permite erguer-se, rasteja-se em uma melancolia interminável, realmente tristeza da cabeça aos pés, sem perspectivas, reconhece a importância que a Alegria tem.

Enquanto isso, Alegria em sua euforia sem fim, arrasta a Tristeza por todo canto para reverter a situação e voltarem a sala de comando, Alegria esteve sempre a frente até ali.

Cada uma com sua importância e conhecimentos distintos, dividem o mesmo espaço e cada uma em seu quadrado por assim dizer.

Acho graça, não de rir da tristeza alheia, mas das atitudes comportamentais da Tristeza e por sem querer e ter que reconhecer que a Tristeza tem seu papel importante, assim como, O Medo, O Raiva e A Nojinho, personagens do filme referido.

Nós momentos de tristeza sempre surge uma mão amiga, uma palavra de consolo, um afeto inesperado, uma compaixão jamais vista, um ombro amigo e até um “colo acolhedor”.

Paraaaaa, tristeza tem importância, onde, quando e por quê????

Pirou????
É pireiii!!! E daí???
A Tristeza tem sua importância assim como a Alegria, a tristeza nos aproxima ou afasta de pessoas, sensibilidade, essência, não sei ….
“Mas é na hora da tristeza que conhecemos nos verdadeiros amigos!”

Não nascemos para viver a sós.
Estamos ligados direta e indiretamente a partir do momento que ocupamos a mesma esfera, uns mais próximos, outros distantes até os “confins” do universo (devido longevidade).

São tantas as situações, ninguém está preparado para lidar com tudo e com todas as situações apresentadas pela vida sozinhos, somos pegas desprevenidas, nos deixamos abater, sem margem de dúvida, as reações são as mais diversificadas: gritar, pedir ajuda, afastar , interiorizar.

Quem nunca???

Somos humanos e possíveis conhecer todos os sentimentos na carne ou superficialmente essa experiência facilita conhecer , sentir e dissolver pendências emocionais, precisamos conhecer primeiramente para saber como agir.

Amor
Paz
Alegria
Saúde
Prosperidade
Sucesso

Que sejam infinitas, como tudo de bom tem que ser em nossa vida.

Esteja acessível a receber!!!
Somos envoltos por uma atmosfera tão grandiosa, muita luz no guia, orientando, mostrando novos horizontes, novas descobertas, novidades incontáveis!!

Superar, reverter a tristeza é dar oportunidade para sentimentos alegres façam morada em cada um de nós.

Gratidão da alegria à tristeza ou vice e versa, se bem que a gratidão é notória e óbvia quando sai da tristeza à alegria, essa sim parece ser mais significativa.

Seja sensível para perceber que pessoas, sentimentos, situações cotidianas, cada um tem sua importância, sempre há uma grande lição.

O melhor está sendo preparado para cada um de nós em alguma parte do planeta.

Paz de Espírito para compreender as lições vividas.
O mundo pode parecer cruel, mas esteja receptivo ao melhor que ele tem a nos oferecer.

Um olhar
Photo by Barcelos_fotos on Pexels.com

Amor e alegria para suavizarem a tristeza eliminando a raiva, o medo e tudo que comprometa seu aperfeiçoamento.

Quem acredita sempre alcança.
Tenha Fé e Esperança!!

Busque SER melhor a cada instante, lembre-se sua existência é o seu principal investimento hoje e sempre.
Seja o melhor que somos capazes de SER
Existência com qualidade!!!

Grande abraço
Lorena Pelais ॐ∞

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A Rebelião das Massas – um livro atual

José Ortega Y Gasset é quase um profeta: descreveu o futuro do ocidente sem saber que o fazia, ao descrever aquilo que já via acontecer ao seu redor há quase um século. Sua obra A Rebelião das Massas, ao descrever o “homem-massa”, me faz pensar que o mesmo pegou uma máquina do tempo, viu o nosso presente, e voltou para seu próprio tempo para descrever o que via.

Se engana quem pensa que o “homem-massa” seja o homem comum, das massas populacionais. Pelo contrário, é o indivíduo formado pela falsa educação, falsa ciência, falsa política, falsa vida. Um conjunto de absurdidades que vivenciamos sem perceber. Se não pararmos para refletir, sobrevivemos em automático.

O ser humano médio, ou “homem-massa” é aquilo que vemos até dentro de casa: dá opiniões sobre tudo sem saber nada; acredita piamente que pensa “criticamente”; vive o oposto do que prega; mente para si o tempo todo. O ocidente já perdeu a guerra, só falta dividir os despojos.

Este nosso ocidente, criador das mais belas artes, da maior alta cultura já presenciada desde que caminhamos nesta terra, está com os dias contados. E falo isso com pesar, pois o seu substituto é uma ditadura pedida pelo homem-massa. Quem será que vai dominar? Certamente diversos grupos, como os metacapitalistas, o comunismo russo-chinês e o califado mundial, em constantes tensões entre eles.

O que mais entristece é saber que é o próprio homem-massa pede para ser menos responsável por sua própria vida, pedindo uma ditadura sobre si, para decidir para ele o que é melhor para ele e para todos os outros. Simplesmente não consegue perceber (e aí vem novamente a falsa educação) que está tomando para si e para seus filhos e netos um peso incarregável, uma tonelada de problemas indizíveis, que destruirá a si mesmo.

Não é à toa que o livro do Apocalipse narra que no futuro haverá escravidão. Diferentemente de antigamente, a escravidão será de crianças para intercurso, e não de adultos para trabalho.

Exagero? O tempo dirá. Voltando a Ortega, fica sua obra como um alerta do que nós nos tornamos, vivendo hedonisticamente, abraçando a não-cultura como normalidade de vida.

Onde adquirir “A Rebelião das Massas – um livro atual”?

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A Rebelião das Massas

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Tempestade

Lorena Pelais é autora de “Tempestade”

Dias de calor escaldantes, sensação térmica de vulcão em erupção.
Mas o que vejo é, céu límpido, nuvens azuizinhas e o astro rei radiante no centro.
Onde nuvens cinzentas têm sido afastadas pela força do vento , partículas de água se fazem ausentes, o máximo que surge é uma brisa fresca ao anoitecer.

A vista está turva, não se vê nada com clareza, o dia deu lugar à noite, alegria a tristeza, seguimos ao mar uma longa trajetória, dias, meses e anos podem levar.

Tive uma “visão”, por assim dizer, uma estranha sensação de estar ao relento em alto-mar, em meio uma das piores tempestades de todos os tempos, chuva forte, embarcação instável e tripulação em desânimo total ou sem nenhuma esperança, para ser mais objetiva.

Por outro lado, a cada estiagem tínhamos algo “bom” a compartilhar, tínhamos risadas restritas de momentos de devaneio de um ou outro dos tripulantes, mas em meio a um surto coletivo, conter a risada, parecia o mais sábio a ser feito.

A mesma situação sendo vista por outro ângulo, era atormentadora, parecia o fim, um verdadeiro beco sem saída, a despedida e a chegada inesperada a um porto inseguro e vazio.

De repente, uma luz se fez presente…
Peter Pan, os meninos perdidos e capitão gancho?!? É isso o que vejo?!?
Afinal, história de pescadores tem pouca credibilidade no geral, mesmo que não seja esse o nosso caso, como navegantes estamos receptivos a delírios, encantos e história que todos duvidam.

Se sim ou não, nunca saberemos, Peter Pan e a fada Sininho (Thinker Bell) representavam a natureza e a esperança, não era a toa que suas vestes eram verdes, os meninos perdidos repesentavam todos os sentimentos que descobrimos e não sabíamos ao certo como decifrá-los, Capitão Gancho representava a inveja, o ódio, um rancor sem fim, uma ganância por um tesouro desconhecido e sua tripulação sem saber o que pensar o acompanhava oscilando da maldade a indiferença sem bússola, apenas cumpriam regras que nem mesmo existiam.

Houveram os que em meio a sua própria loucura andaram na prancha voluntariamente, apenas por não saber o que fazer, tomado pelo medo, sofrimento e talvez uma carência afetiva se lançar ao mar parecia a melhor solução, ainda sim fico sem entender, mar revolto, andar na prancha e se lançar, não me parece coerente, fugir ao invés de lutar, não vou questionar ….

Diante das presas de um imenso mostro marinho não se intimidou ao medo, o medo ganhou força, virou coragem, se lançar ao mar soava como uma esperança não se sabe de que , porque esse sim parecia o fim (somos radicais diante de situações que nos aterrorizam).

Laçado como animal desgarrado do rebanho, uma corda na cintura e devolta ao convés, a lucidez demonstra dar as caras e toda história não é só uma aventura assustadora e sim uma grande loucura.

O porto inseguro não existia, foi só uma ilusão , buscávamos terra firme, a tripulação pra ser sincera não era tão grande assim, mas em alguns momentos parecíamos muitos , éramos apenas sete navegantes, todos estavam fragmentados, todas as nossas partes em pequenas partes, estavam presentes querendo mostrar sua face.

A bússola parecia quebrada, mostrava uma direção além do que poderíamos ver, a distância era finita assim como a imensidão do mar, faróis acendiam à noite , mas a forte chuva não nos deixava atravessar para atracar , nosso capitão já estava em memória, o leme vazio, cada um assumia o controle, fazíamos o melhor que podíamos.

Capitão Gancho e seus adeptos sempre surgiam para nos “atrapalhar”….
Se na areia estivéssemos, seríamos como caranguejo mariados andando de lado, um passo a frente dois ou três para trás.

Uma situação que não parecia ter fim, buscávamos um porto seguro e preces eram feitas para a tempestade simplesmente passar .

Feridas, foram criadas, a dor foi sentida, o medo virou monstro, a coragem parecia insana, a bondade, essa sim ainda existia , o carinho se fez presente, afinal até mesmo homens ao mar precisam de um colo, uma palavra amiga, um abraço sincero, um diálogo franco, sem isso nossa tripulação seria dizimada por mais forte que fosse, um coração valente também chora não só em alto-mar.

Passavam flashes da vida, sua própria história foi vista do início até ali.

Família era família mas não agiam bem assim, mais parecia uma selva onde todos eram predadores ou fingiam ser para não serem devorados uns pelos outros , cada história de fazer o queixo cair. Umas apaixonantes outras sombrias que nem piratas conseguiam rir.

Paixões vividas, amizades construídas, outras destruídas , oportunidades perdidas.
E assim foi, a tempestade não dava trégua , o mar oscilava cada vez mais.

Capitão Gancho a essa altura estava sozinho, mas seus fantasmas eram tantos, assim como os fragmentos de nossa tripulação. Despedaçados, exaustos a insolação de dias atrás apresentava seus efeitos colaterais nos próximos dias…

Nosso capitão como em um passe de mágica reaparece ao mastro e nos guia.
O tempo começou a “limpar”, as nuvens se espalham dando espaço ao brilho cintilante das constelações, o porto inseguro se fez seguro para que pudéssemos em breve jogar a âncora e parar.

Entre a ficção e a real, um abismo de informações, uma montoeira de sentimentos, um monte de personagens e as inúmeras sensações, situações similares e distintas ligadas pelo destino ou escolha própria talvez, mesmo que o vento tenha soprado e dito : – “esse não é o caminho!”
A euforia, teimosia, vaidade, assim como o canto da sereia, enfeitiçados pelo momento, acreditou-se que era possível andar sobre os mares, quando tudo se tratava de viver e lutar pela sobrevivência.

Viver é assim, lutas diárias, superações, crises existenciais, aparições de sentimentos, “aventuras” em alto-mar, terra firme.

Sobre encontrar o tesouro, cuidado com o brilho, “nem tudo que reluz e ouro”, pedras preciosas garantem riquezas, mas nada ofusca o bom carácter, do que adianta um tesouro para um ser vazio, não passarão de pedras comuns acumuladas e armazenadas em uma alma sem amor.

Acredite
Confie
Tenha fé

“O que não mata fortalece”
Ao final da viagem não posso garantir nada, mas certamente não serás o mesmo de como era quando tudo começou.

Que sejamos bem conduzidos nas tempestades internas e externas para que não haja naufrágio, e se por acaso for lançado ao mar não desanime, busque forças de suas profundezas, todo sobrevivente tem uma boa história pra contar, boas lições, grandes marcas e marcos ficam na mente, no ser, seja você sua fortaleza seu porto seguro dentro de todas as suas inseguranças.

Que a paz possa nos inundar hoje e sempre.
Lorena Pelais ॐ∞

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