Vírus com visual da Play Store espalha ofertas falsas no WhatsApp

Vírus com visual da Play Store que se espalha como praga pelo WhatsApp promete prêmios e vantagens.

Para atrair usuários nas fraudes, utiliza um link com visual semelhante ao da Play Store, a loja digital para quem usa celular com sistema Android.

Quem nunca se sentiu atraído por uma promoção ou prêmio nas redes sociais?

Uma mensagem fraudulenta espalhada pelo WhatsApp promete um celular grátis da Huawei para quem instalar o app do fabricante.

Para isso, envia um link com visual idêntico ao da Play Store, a loja oficial de aplicativos do sistema Android.

Muitos celulares são capazes de bloquear o link, mas caso tenha alguma configuração liberada, o download será concluído.

Para ser operado, o app malicioso necessita de permissões especiais, por exemplo, acesso às notificações e autorização par se sobrepor a outros aplicativos.

É praticamente uma substituição dos aplicativos baixados da Play Store para operação pelo link falso.

Desta forma, terá acesso a senhas e assinaturas que, além de expor dados pessoais das vítimas, pode causar prejuízos financeiros, como cobranças de contas e serviços que não contratou.

O link malicioso utiliza seu próprio celular para enviar a mensagem falsa para outros contatos uma vez a cada hora.

Caso tenha caído no golpe, a recomendação é desinstalar o app criminoso ou restaurar as configurações de fábrica do aparelho.

Em parceria com Rádio2.

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Sobre a Play Store

A Google Play Store é a loja virtual do Google para celulares com o sistema Android. Nela é possível encontrar todos os aplicativos destinados à plataforma, assim como jogos, músicas, filmes e livros. Conhecida anteriormente como Android Market, a loja conta com milhões de apps de diversos gêneros – entre eles redes sociais, aplicativos de mensagens, entretenimento, navegadores, de segurança e softwares de fotografia, além de vender e aluguer filmes online.

Vírus com visual da Play Store

O que é o Shopee app? Primeira Black Friday do app no Brasil

Shopee App chega ao Brasil com uma bagagem de sucesso na Ásia e realiza sua primeira Black Friday em solo brasileiro, mas afinal é seguro? O que é o Shopee app

A Shopee app chegou recentemente ao Brasil, mas é uma empresa que já vem chamando atenção no mundo todo há um tempo, desde a fundação em 2015 e no Brasil ela vem anunciando sua primeira Black Friday, mas é uma empresa segura?

A App Shopee é o comércio nº 1 no sudeste asiático e vendem seus produtos para todo planeta. Segundo a empresa, “Aqui no Brasil, com um escritório novo e equipe formada por brasileiros, queremos ficar mais próximos de você e atender suas necessidades da melhor forma possível. Então o primeiro motivo do porquê é confiável comprar na Shopee: a gente sabe o que faz e sempre está em busca de melhoras!

E neste ano o Shopee app estará realizando sua primeira Black Friday, em território brasileiro.

Serão R$ 1 milhão em vouchers, ofertas relâmpago, e recompensas via mini-games ofertados dentro do aplicativo. A empresa também liberou seu primeiro comercial para a TV, inspirado na música chiclete Baby Shark.

Estamos ansiosos em apresentar nossa primeira campanha de compras da Shopee Black Friday no Brasil, que oferecerá mais diversão, entretenimento e ofertas exclusivas para os consumidores de todo o país. Desde que a Shopee foi lançada no Brasil, no ano passado, continuamos oferecendo uma experiência de compra divertida e envolvente, ao mesmo tempo em que trazemos uma variedade de produtos de vendedores locais e internacionais. Esperamos oferecer a melhor experiência de compra na Black Friday.

Durante o período da Black Friday, de 27 a 30 de novembro, Felipe Piringer – gerente de marketing Shopee Brasil – diz que os clientes podem esperar ofertas diárias a R$ 1,99 e descontos temporários que chegam a 80% em itens selecionados.

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Procon SP e Black Friday: Espaço exclusivo para reclamações

Procon SP e Black Friday: Após registro do consumidor, fornecedores terão até dez dias para apresentar solução; dia de descontos acontece nesta sexta-feira (27)

O Procon-SP disponibiliza no seu site a partir de hoje (25) um espaço específico para quem tiver problemas durante a Black Friday, evento de descontos e promoções que acontece na próxima sexta-feira (27). A reclamação registrada no botão Black Friday será enviada imediatamente para o fornecedor, que terá até dez dias para dar uma solução ao consumidor.

No espaço, que fica acessível na página inicial do site, é possível informar problemas específicos do evento. Por exemplo: site intermitente ou congestionado, maquiagem de desconto, mudança de preço ao finalizar a compra, pagamento com boleto bancário indisponível, desconto ao mudar a compra e pedido cancelado após a finalização da compra. Além dos casos de não entrega, demora na entrega e produto/serviço entregue com defeito.

“A defesa do consumidor terá prioridade total. Tome cuidado, siga nossas dicas e denuncie. Estamos atentos e as empresas que tentarem transformar essa data promocional em uma dor de cabeça para o consumidor serão punidas exemplarmente”, avisa Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP.

Essa é mais uma medida que o Procon-SP traz para o consumidor aproveitar a data sem problemas. Grandes fornecedores que participarão do evento reuniram-se com a instituição, apresentaram seus planejamentos e assumiram compromisso de transparência e reforço no atendimento. Procon-SP seguirá monitorando e casos de desrespeito à legislação serão multados.

Redes Sociais: Procon SP e Black Friday

Nos casos em que o consumidor não tiver interesse em comprar o produto ou serviço, mas quiser fazer uma denúncia contra a empresa, ele poderá acionar as redes sociais do Procon-SP. Os nossos perfis oficiais são: @proconsp (facebook e instagram) e @proconspoficial (twitter); e o site é o procon.sp.gov.br.

É importante que o consumidor indique o endereço da loja. Além disso, apresente os prints das telas demonstrando o que ocorreu de errado com a compra.

Verificar qual preço está sendo praticado no mercado nos próximos dias, pesquisar em mais de um estabelecimento, fazer prints das telas com os preços oferecidos pelas lojas, usar aplicativos e sites de comparação de preços ajudam a avaliar se o valor é de fato promocional.

Recomenda-se fazer uma lista do produto ou serviço que precisa ou deseja e estipular um limite de gasto. Assim, evitando gastar mais do que o previsto e prejudicar o orçamento. Além disso, é interessante pesquisar previamente sobre o produto que pretende comprar, como suas características, funções, locais em que está à venda, entre outros.

Observar o prazo de entrega e informar-se antecipadamente sobre a política de troca da empresa são atitudes que ajudam a evitar problemas.

Recomendações Procon-SP sobre Black Friday

Recomenda-se fazer uma lista do produto ou serviço que precisa ou deseja e que estipule um limite de gasto, evitando assim gastar mais do que o previsto e prejudicar o orçamento.

Observar o prazo de entrega e informar-se antecipadamente sobre a política de troca da empresa são atitudes que ajudam a evitar problemas. O valor do frete também é algo que deve ser observado – se o valor for muito alto, o preço promocional pode não valer a pena.

Nas compras feitas em sites, é preciso estar atento se há alteração no preço informado inicialmente (da oferta inicial, passando pela colocação do produto no carrinho até o pagamento). Antes de qualquer compra online, é importante fazer uma consulta à lista “evite estes sites” do Procon-SP.

“Os empresários têm direito de determinar os preços dos produtos, desde que sejam respeitadas as normas do Código do Consumidor. Aqui em São Paulo, estaremos atentos a eventuais abusos e especulações. Regras de mercado não aceitam abusos e especuladores”, destacou o Governador João Doria em recente coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes.

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