Ponto de Vacinação no Mauá Plaza Shopping

Os moradores de Mauá poderão também receber a vacinação contra a Covid-19 pelo sistema convencional e de drive-thru nesta quinta-feira (17), das 9h às 16h, em um novo ponto de vacinação, que será montado no Mauá Plaza Shopping. Podem receber o imunizante nesta data, as pessoas sem comorbidade de 55 a 57 anos, além de pessoas com comorbidades e deficiência permanente (BPC) de 18 a 59 anos; pessoas com deficiência permanente sem BPC acima de 18 anos e grávidas e puérperas com e sem comorbidades a partir de 18 anos.

Os postos com as vacinas estarão disponíveis na entrada localizada próxima ao mercado Assaí. A ação segue o calendário do Governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura de Mauá e se repete também nos dias 22/6 para pessoas de 50 a 54 e 24/6, para pessoas de 45 a 49 anos.

Todos os moradores devem comparecer com o comprovante de residência, documento com foto e CPF. Além disso, é preciso que seja comprovada a comorbidade ou condição que viabilize a aplicação da vacina para o munícipe.

Para saber mais sobre as datas, grupos que têm direito a vacinação e todos os documentos necessários para receber o imunizante, acesse o site o da prefeitura: https://www.maua.sp.gov.br/vacinacao.aspx

Serviço:

Vacinação contra a Covid

Mauá Plaza Shopping

Endereço: Av. Antônia Rosa Fioravanti, 1000

Datas: 17, 22 e 24 de junho

Horário: 09h às 16h

Sobre o Mauá Plaza Shopping

Inaugurado há 19 anos, o Mauá Plaza Shopping é um empreendimento que possui uma área bruta locável de 50.000 m², consolidando seu modelo de negócio diferenciado, que busca atrair investimentos que reforçam o mix de produtos e serviços com marcas exclusivas e inéditas. Atualmente o shopping possui mais de 250 operações.

Mais informações: http://www.mauaplaza.com.br/

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Ponto de Vacinação no Mauá Plaza Shopping
Foto (ilustrativa): Helber Aggio

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Santo André atinge marca de 25% dos adultos vacinados contra a Covid-19

Com um dos maiores índices de vacinação em âmbito nacional e estadual, Santo André já conta com 25% dos adultos vacinados contra a Covid-19. A Prefeitura vacinou 140.778 pessoas, de um total de 548.610 munícipes com mais de 18 anos.

“Cuidar da nossa gente é uma missão que assumimos com muita responsabilidade. Agora chegamos à importante marca de 25% dos andreenses adultos vacinados contra a Covid-19, fruto de muito planejamento e gestão na estruturação da Saúde. Continuamos ampliando a cobertura vacinal e antecipando os públicos a serem imunizados”, enfatizou o prefeito Paulo Serra.

A imunização contra a Covid-19 está sendo realizada há cerca de três meses e já beneficiou profissionais da saúde, idosos com mais de 60 anos em instituições de longa permanência, pessoas com deficiência acima de 18 anos em residência inclusiva, indígenas, quilombolas, idosos com mais de 63 anos, profissionais da segurança e profissionais da educação básica com mais de 47 anos.

Dando continuidade às ações de imunização, neste domingo (2) teve início a vacinação de mais uma faixa etária, de munícipes entre 60 e 62 anos. Para ser vacinado é necessário realizar agendamento no site psa.santoandre.br/vacinacovid. A partir do cadastro são indicados local, data e horário disponíveis. Os imunizantes para este público fazem parte de um lote de 28 mil doses da vacina AstraZeneca/Oxford, produzida pela Fiocruz, que chegou a Santo André neste sábado (1º).

Histórico – A vacinação em Santo André teve início em 19 de janeiro com a chegada do primeiro lote da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan. Inicialmente a imunização foi destinada a profissionais de saúde que estavam na linha de frente de combate à Covid-19 nos hospitais de campanha, Centro Hospitalar Municipal (CHM), Hospital da Mulher, nas seis Unidades de Pronto Atendimento, além dos profissionais do Samu. As vacinas também foram distribuídas para o Hospital Estadual Mário Covas e para os hospitais privados do município.

Para garantir que o processo de vacinação fosse realizado de forma mais rápida e segura, a Prefeitura viabilizou cinco estruturas de drive-thru e um sistema de agendamento, para evitar aglomerações.

As estruturas foram montadas no Paço Municipal (Praça IV Centenário, no Centro), na Craisa (acesso pelo portão 5, na rua Varsóvia), no Estádio Bruno Daniel (Rua 24 de Maio, na Vila América), no estacionamento do Grand Plaza Shopping (Avenida Industrial, 600, com acesso pelo portão do Centro Empresarial) e no estacionamento do Atrium Shopping (acesso pela avenida Alexandre de Gusmão, s/nº, no estacionamento do piso G2). O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Além dos drives, a Prefeitura também disponibilizou a vacinação em nove unidades de saúde estrategicamente escolhidas, para atender o público que não tem carro. A imunização nestes locais é feita por meio de agendamento durante a semana, mas no final de semana não é necessário agendar.

No caso de munícipes acamados, a vacina é aplicada em domicílio, com base no cadastro que cada paciente tem nas unidades de saúde.

Mais vacinas – A imunização contra a Covid-19 é realizada segundo a disponibilidade das remessas de vacinas do Ministério da Saúde. À medida em que o Governo Federal viabiliza mais doses, novas etapas do cronograma e públicos-alvo da campanha de vacinação são divulgadas.

Nos pontos de vacinação é obrigatório apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência. Em casos de pacientes que estejam passando por tratamento oncológico, além dos documentos pessoais é necessário apresentar uma carta de liberação médica.

Solidariedade – Os drive-thrus de vacinação da cidade estão recebendo 1 kg de alimento não perecível como doação. A contribuição não é obrigatória, mas pode fazer diferença na vida de andreenses que passam por necessidade neste momento de crise.

A iniciativa é do Fundo Social de Solidariedade, presidido voluntariamente pela primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra. Os alimentos irão para o Banco de Alimentos, que está entregando os kits para as famílias de maior vulnerabilidade social da cidade.

| Texto: Guilherme Menezes
| Fotos: Alex Cavanha/PSA

Adultos vacinados contra a Covid

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Estudo sugere aumentar prazo entre doses de vacina de Oxford

A vacina contra Covid-19 desenvolvida pela universidade inglesa de Oxford e pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca tem eficácia geral de 76% após a primeira dose. Esse índice se refere a infecções com sintomas e dura, pelo menos, três meses após essa primeira dose. E aumenta para até 82,4% após a segunda dose. Estudo sugere aumentar prazo entre as primeira e segunda doses.

O estudo sobre a eficácia da vacina foi publicado nessa terça-feira na conceituada revista médica Lancet. E abre caminho para a aplicação da segunda dose em um intervalo maior que o original, que era de três semanas.

De acordo com a pesquisa, quando a segunda dose é aplicada menos de seis semanas após a primeira, a eficiência é menor, de 54,9%. E quando o intervalo entre a primeira dose e o reforço foi de 12 semanas ou mais, a eficiência subiu para 82,4%. Após a segunda dose, nenhum dos vacinados teve a forma grave da Covid-19.

O aumento do intervalo entre as doses já é usado no Reino Unido e no Brasil. A AstraZeneca aprovou a medida e disse que aumentar o tempo entre as doses é a melhor estratégia para a vacina.

A Fiocruz, parceira de Oxford e AstraZeneca no Brasil, divulgou uma nota destacando que a conclusão “pode subsidiar decisões dos planos de vacinação, já que o número de vacinas disponível ainda é escasso em todo o mundo”.

No dia 29 de janeiro, a AstraZeneca apresentou o pedido de registro permanente da vacina. A Anvisa tem até o dia 30 de março para responder.

Com informações de Agência Brasil.

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Estudo sugere aumentar prazo entre doses de vacina de Oxford
Vacinação dos profissionais de saúde, veterinários e agentes funerários com 60 anos ou mais de idade, que estam na ativa, na Clínica da Família Estácio de Sá, na região central da cidade. O município do Rio de Janeiro ampliou hoje (27) o público-alvo da campanha de vacinação contra a covid-19.

Brasil receberá 14 milhões de doses da AstraZeneca neste mês

O Brasil receberá, provavelmente em fevereiro, entre 10 e 14 milhões de doses da vacina produzida pela AstraZeneca-Oxford contra a covid-19. Essas são informações repassadas pelo Ministério da Saúde na última semana, em que afirmou ter recebido uma carta do consórcio internacional Covax Facility com as informações sobre o repasse de doses.

São 191 países fazendo parte da Covax Facility, dentre eles o Brasil. O grupo faz parte de uma aliança global da Organização Mundial da Saúde (OMS) para garantir acesso ao imunizante. Além disso, o governo federal possui parceria direta com o laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford para produção de vacinas, por meio da Fundação Osvaldo Cruz, e com o Instituto Butantan, responsável pela CoronaVac.

Com informações de Brasil 61.

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Brasil receberá 14 milhões de doses da AstraZeneca neste mês

Vacinas poderão receber dinheiro de contas da Lava Jato do RJ

A Força-Tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro enviou consulta à União para verificar se há interesse em utilizar mais de R$ 500 milhões, que estão retidos em contas jurídicas para a compra de vacinas contra a Covid 19.

O Ministério Público Federal defende que a medida se justifica dada a situação de emergência na saúde pública e a urgente necessidade de imunização da população.

Além da Advocacia-Geral da União, a consulta também foi enviada à Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro, à Procuradoria-Geral da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Lava Jato no Rio.

Em caso de concordância da medida, o MPF informou em nota que, a força-tarefa vai pedir imediatamente ao juízo competente a transferência dos valores às contas indicadas pelos representantes governamentais.

Ainda de acordo com o Ministério Público Federal, o valor retido em contas judiciais da sétima vara federal criminal pode aumentar bastante nas próximas semanas, devido a acordos de colaboração premiada e de leniência recém-celebrados.

“Vacinas poderão receber dinheiro de contas da Lava Jato do RJ” em parceria com Agência Brasil.

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Vacinas poderão receber dinheiro de contas da Lava Jato do RJ

Industriais e portuários são incluídos no grupo prioritário

Os trabalhadores industriais e portuários são incluídos nos grupos prioritários para receber a vacina contra a Covid-19. A alteração está presente na segunda versão do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde.

Com a adição dos profissionais que trabalham nesses dois setores, que somam 5,4 milhões de pessoas, o público prioritário para receber o imunizante no País passou para 77,2 milhões de pessoas, o que significa cerca de 36% da população brasileira. Até o fim da tarde desta terça (26), o Ministério da Saúde já distribuiu 8,9 milhões de vacinas, de acordo com levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). 

Em parceria com Brasil 61

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Industriais e portuários são incluídos

Dúvidas sobre vacinação Covid-19: Quem pode ser vacinado?

Devido à escassez da vacina e conforme orientação do Ministério da Saúde, os governos estaduais estão imunizando prioritariamente os grupos de risco, em geral, idosos que vivem em asilos, indígenas em aldeias e profissionais de saúde que atuam na linha de frente contra o coronavírus. Veja e tire dúvidas sobre vacinação Covid-19.

Com a futura disponibilização de novas doses, cresce a expectativa da ampliação desse público em novas etapas da campanha de imunização, ao mesmo tempo em que surgem dúvidas a respeito. De acordo com o Ministério da Saúde, considerando os ensaios clínicos, estar grávida ou amamentando é uma provável contraindicação para tomar as vacinas ofertadas até agora.

Para a infectologista Joana D’arc, professora do Centro Universitário de Brasília, os riscos variam caso a caso. Também não foram feitos estudos conclusivos sobre os efeitos da imunização contra a covid-19 em menores de 18 anos. Por isto, a vacinação não tem sido recomendada no momentos para essa faixa etárias. Outro motivo, além da escassez de vacinas, é porque os jovens têm menor risco de mortalidade pela doença.

E quem já foi contaminado pelo novo coronavírus? Segundo Joana D’arc, a vacinação é recomendada. Ela também garante que a vacina é segura. Quem toma medicamento controlado pode ficar tranquilo.

Segundo a especialista, de forma geral, não há contraindicação. Mas quem está com covid-19 ou tem sintomas da doença, principalmente febre, não pode ser vacinado. Precisa aguardar o período de quarentena.

Com informações de Agência Brasil.

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Dúvidas sobre vacinação Covid-19
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Grande ABC recebe doses da vacina de Oxford

Região iniciou a campanha de vacinação há uma semana e segue imunizando grupos prioritários apontados pelo plano nacional de vacinação. Leia sobre Grande ABC recebe doses da vacina de Oxford

As cidades do Grande ABC receberam, nesta terça-feira (26/1), 30.190 doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório britânico Astrazeneca, que integram o lote de 2 milhões de frações importadas pelo Governo Federal.

Conforme divisão feita pelo Ministério da Saúde, são 9.110 doses para São Bernardo do Campo, 8.740 para Santo André,  3.700 para São Caetano do Sul, 3.640 para Mauá, 3.440 para Diadema, 1.240 para Ribeirão Pires e 320 para Rio Grande da Serra.

A região iniciou a campanha de vacinação contra a Covid-19 na última terça-feira (19/1), com 39,3 mil doses da Coronavac. O Grande ABC segue destinando as vacinas aos grupos prioritários da Saúde e demais indicados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“O imunizante será distribuído para continuarmos com a vacinação dos profissionais de Saúde, que estão na linha de frente do combate à pandemia, além de idosos acamados e população indígena. Seguimos empenhados em conseguir rapidamente a reposição das doses para vacinar a nossa gente de forma rápida e eficaz”, afirmou o presidente do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra.

Fotos: Helber Aggio/PSA

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Grande ABC recebe doses da vacina de Oxford

Brasil negocia com Índia doses adicionais da vacina Astrazeneca

A Fiocruz, do Brasil, negocia com o Instituto Serum, da Índia, doses adicionais da vacina da Astrazeneca. A medida é uma saída para minimizar o impacto do atraso da chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo, importado da China, insumo necessário para que a Fundação inicie a produção da vacina aqui no Brasil. 

Segundo a Fiocruz, no acordo estabelecido com a AstraZeneca, está previsto o envio de 14 lotes de 7,5 milhões de doses, com intervalo de duas semanas entre cada remessa. Em janeiro, a instituição deveria ter recebido dois lotes.

A Fiocruz informou que a primeira carga, para a produção de 7,5 milhões de doses, está pronta para embarque, no local de fabricação, apenas aguardando a emissão da licença de exportação e a conclusão dos procedimentos alfandegários na China, com previsão de envio no dia 8 de fevereiro.

A instituição também informou que a AstraZeneca tem tomado todas as medidas possíveis para proceder com o embarque do IFA da China no menor prazo possível e conta com o apoio do Governo Brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Saúde. 

De acordo com a Fiocruz, a negociação com o instituto indiano para a aquisição de doses prontas adicionais segue em andamento e ainda não há um quantitativo acertado. 

Dois milhões de doses da vacina Astrazeneca prontas chegaram ao Brasil na sexta-feira (22) e foram entregues pela Fiocruz ao Ministério da Saúde no sábado (23). O imunizante já foi enviado aos estados para vacinação.

Com informações de Agência Brasil.

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O que é o IFA?

É o IFA que dá a característica farmacológica à vacina. Em outras palavras, o IFA é o responsável por estimular o organismo a produzir os anticorpos que vão reagir se e quando o corpo for contaminado. Os outros componentes da fórmula são os excipientes: essenciais para que o imunizante atue como planejado até o fim do prazo de validade.

Brasil negocia com Índia doses adicionais da vacina Astrazeneca

Vacinação contra a Covid-19 começa nessa segunda (18)

A vacinação nos estados contra a Covid-19 deve começar ainda nesta segunda-feira, dia 18 de janeiro. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que afirmou que a distribuição das doses do imunizante deve ocorrer até as 14h, horário de Brasília, com a ajuda dos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). A previsão é de que as primeiras aplicações já sejam realizadas às 17h.  

Em ato simbólico, Pazuello entregou mais de 4,5 milhões de doses da CoronaVac no Centro de Logística do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Até o momento, as doses da vacina serão distribuídas pelos aviões da FAB para o Distrito Federal e para os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. 

São Paulo foi o primeiro estado a começar a vacinação. Profissionais de saúde de hospitais de referência no combate à pandemia e integrantes de populações indígenas começaram a ser vacinados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP nesse domingo (17).

As primeiras pessoas a receberem a vacina contra a Covid-19 a partir dessa segunda serão as dos grupos prioritários: profissionais da saúde, idosos e indígenas. Mesmo após imunizadas, as pessoas devem continuar usando máscara e lavando bem as mãos com água e sabão ou com álcool em gel. 

Com informações de Brasil 61

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Vacinação contra a Covid-19

Análise da vacina do Butantan: Prazo ainda não começou

Análise da vacina do Butantan: Os técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária já começaram a analisar os documentos enviados pela Fiocruz e pelo Instituto Butantan. Essa análise começou ainda no fim de semana, após a checagem dos dados enviados pelas duas instituições.

No sábado, a Anvisa informou que, para o Butantan, o prazo de 10 dias corridos para a análise ainda não tinha começado porque faltava parte da documentação sobre a vacina Coronavac, desenvolvida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. E que outra parte ainda precisava de mais documentos.

Já em relação à vacina desenvolvida pela Fiocruz em parceria com a universidade inglesa de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, todos os documentos foram enviados. Por isso, começou a contar no sábado o prazo de até 10 dias para a Anvisa responder ao pedido de uso emergencial. O prazo, portanto, termina na próxima segunda-feira.

E o que a Anvisa avalia neste momento? A análise é complexa e se baseia em requisitos científicos aceitos internacionalmente. A equipe da agência reguladora confere os documentos técnicos que comprovem a eficácia de cada vacina para prevenir a Covid-19 e as mortes causadas pela doença. A preocupação é que o imunizante tenha qualidade, eficácia, segurança e ofereça o menor risco possível.

“Análise da vacina do Butantan: Prazo ainda não começou” é com informações de Agência Brasil

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Análise da vacina do Butantan
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Desafios para vacinação contra covid-19; O caso da Grã-Bretanha

Na ausência de acordos globais, espera-se que o nacionalismo de vacinas e a trapaça geopolítica proliferem nos próximos meses. Veja os obstáculos e possibilidades sobre a vacinação contra covid-19, em análise nos cenários para Europa, e que devemos aprender.

O grande lançamento da vacinação contra covid-19 iniciou, finalmente. O desenrolar das coisas definirá o ano que se inicia e a velocidade com que a vida na Grã-Bretanha e em todo o mundo voltará ao normal.

Até agora, cinco vacinas receberam aprovação de emergência. No oeste, as fotos da Moderna, Pfizer-BioNTech e Oxford-AstraZeneca agora vão para os braços das pessoas.

A vacina Sputnik V está sendo usada na Rússia, Bolívia e Bielo-Rússia. E na China, onde as autoridades têm inoculado os trabalhadores-chave dos soldados desde o verão, o Sinopharm obteve aprovação geral na semana passada. 

É tentador pensar que será fácil navegar a partir daqui. Os planos de pandemia ocidentais sempre se basearam (até demais, como resultou) na rápida distribuição de vacinas e antivirais . Podemos ter lutado com intervenções não farmacêuticas, segue uma certa lógica, mas a grande corrida das vacinas está sendo disputada em casa. Não é de admirar que os políticos vejam a luz no fim do túnel.

vacinação contra covid-19
foto: Reuters/Dado Ruvic/Direitos Reservados

Vacinação contra covid-19 no mundo

Mas a Terra é o lar de 7,8 bilhões de pessoas e quase todo mundo quer uma chance. Para acabar com a pandemia e impedir que o vírus volte constantemente, as nações precisarão se unir e inocular a maioria dos cidadãos do mundo. A vacinação contra covid-19 precisa ser global.

Portanto, espere ver muito mais do gráfico abaixo em 2021. Atualmente, Israel está à frente do grupo. Por lá, começou uma campanha de vacinação em massa há menos de duas semanas e já atingiu 10 por cento de sua população. No Reino Unido – um país muito maior – está se aproximando de 2% de cobertura. Mas para o mundo como um todo, o número é inferior a 0,1 por cento.

“A vacinação é a saída para isso”, diz a Dra. Clare Wenham, professora assistente de política de saúde global na London School of Economics. “Mas as barreiras logísticas e políticas vão persistir”.

Muito certo. Na ausência de acordos globais, espere que o “nacionalismo vacinal” e a trapaça geopolítica proliferem nos próximos meses. 

Os serviços de segurança britânicos já estão em alerta máximo. Embora talvez seja uma desculpa conveniente para se basear em dados nada lisonjeiros, funcionários graduados de Whitehall dizem que não podem falar em detalhes sobre o fornecimento de vacinas por medo de que as remessas recebidas sejam alvo de gangues do crime organizado e Estados hostis. 

Então, como pode ser o próximo ano para a Grã-Bretanha? O país vai prosperar ou quebrar novamente? Haverá cooperação ou o lançamento global da vacina será mais parecido com um episódio de Wacky Racers? Aqui estão três cenários: o bom, o ruim e o feio. 

O melhor cenário da vacinação contra covid-19

O melhor cenário é a previsão otimista de Boris Johnson de liberdade até a Páscoa se concretizar. 

A Grã-Bretanha consegue aumentar o fornecimento e a distribuição de vacinas rapidamente e inocula seus 25 milhões de cidadãos mais vulneráveis ​​no início de abril.

As hospitalizações despencam e a ameaça de sobrecarga de saúde e outros serviços essenciais se dissipam rapidamente, permitindo que bloqueios e outros distanciamentos sociais sejam cuidadosamente resolvidos a partir de 1º de abril.

Embora a oferta de vacinas seja apertada no início, a estratégia de priorizar as primeiras doses, inicialmente vista como uma aposta por alguns , prova ser uma virada de jogo e é copiada em todo o mundo. Há até apelos para que seu criador, o ex-primeiro-ministro Tony Blair, volte à política da linha de frente.

As mortes da terceira onda de Covid-19 (aquelas registradas nos primeiros seis meses do ano) eventualmente permanecem abaixo do primeiro pico, mas ainda estão em torno de 36.000 – o melhor cenário na modelagem atual do Reino Unido .

Somos ajudados pelo clima. Uma primavera tão quente e brilhante quanto a do ano passado eleva o clima nacional e ajuda a reduzir a transmissão, enquanto as pessoas aproveitam ao máximo o ar livre novamente.

Resultado esperado

Melhor ainda, dados mostrando que as vacinas reduzem tanto a transmissão quanto as doenças foram anunciados em março pela Public Health England.

Os jabs da Pfizer e da Moderna baseados em RNA acabam sendo “esterilizantes”, o que significa que eles param totalmente a transmissão. A vacina Oxford Astra-Zeneca reduz a transmissão em 60 a 70 por cento, e a possibilidade real de a Grã-Bretanha obter imunidade coletiva vem à tona.

Britânicos vacinados começam a receber “passaportes de vacina” e as viagens internacionais começam novamente para aqueles que foram vacinados a tempo das férias de verão.

A estratégia da Força-Tarefa de Vacinas do governo também compensa. Não apenas os suprimentos iniciais chegam como prometido, mas, em agosto, estaremos nadando no material, com quase todas as 355 milhões de doses encomendadas entregues ou a caminho dos centros de vacinas do NHS.

A Grã-Bretanha usa a vacina extra para inocular 80% da população até novembro, obtendo com sucesso a imunidade coletiva.

Ao mesmo tempo, distribui dezenas de milhões de doses para baixa e média renda em todo o mundo, ajudando a acabar com a crise global e impulsionando nossa posição internacional.

No final do ano, a economia está acelerando rapidamente e um novo ano 20 ruidoso começa .

Consciente de como as desigualdades podem armazenar problemas para o futuro, o governo estabelece uma nova agenda radical de “nivelamento” para garantir que os ganhos do boom sejam compartilhados igualmente por todo o país. 

Os especialistas começam a se referir à Grã-Bretanha como a nova e velha Suécia. 

O Cenário ruim

A Grã-Bretanha é atingida não apenas pelo azar, mas por uma série de maus atores. 

A distribuição de vacinas, atualmente em torno de 250.000 doses por semana, permanece teimosamente baixa e chega a nada perto dos dois milhões de vacinas por semana que a modelagem sugere serem necessárias .

Os contratos assinados pela Força-Tarefa de Vacinas provam não ter sido redigidos com firmeza suficiente, e potências maiores, principalmente a UE e os Estados Unidos, se mobilizam para enxugar a maior parte dos suprimentos iniciais. 

Dos condados menores, apenas aqueles com longa prática nas artes sombrias de manobras geopolíticas obtêm as vacinas de que precisam com rapidez suficiente. 

Na Páscoa, as mortes atingiram o pico acima dos níveis de 2020 em Londres e no sudeste, e se espalharam rapidamente pelo resto do país. O total de mortes de Covid-19 nos primeiros seis meses do ano atingiu quase 85.000 na virada do verão. 

O NHS cambaleia até abril, mas fica sobrecarregado, forçando os ministros a autorizar uma política de “triagem populacional” que ela redigiu secretamente após o Exercício Cygnus em 2016, mas nunca tornou pública.

Um bloqueio nacional de “nível cinco”, que está em vigor desde meados de janeiro, foi mais uma vez estendido.

A situação da Grã-Bretanha é agravada pela comparação internacional. Enquanto grandes partes da Europa Ocidental e da América estão se juntando à China e ao Leste Asiático para se abrirem novamente, o Reino Unido permanece firmemente bloqueado.

Para completar, enquanto as vacinas Pfizer e Moderna demonstram interromper a transmissão, a vacina Oxford demonstrou ter pouco impacto na disseminação do vírus.

Isso coloca os “passaportes para vacinas” fora do alcance da maioria dos britânicos, aumentando a sensação de isolamento do país.

Os especialistas observam que, no século passado, os loucos anos 20 também se limitaram à Europa continental e à América.

O cenário pessimista da vacinação contra covid-19

Não é bonito por definição, mas tem menos a ver com os outros.

Em meados de janeiro, o país é atingido por uma nova “Besta do Oriente” . Os montes de neve, o frio intenso e as estradas geladas tornam o lançamento de uma vacina já difícil para os cidadãos mais vulneráveis ​​da Grã-Bretanha quase impossível.

Os idosos e os frágeis simplesmente não conseguem sair de suas casas para as centenas de postos de vacinação criados para eles. 

O mau tempo estica ainda mais os recursos do NHS e acelera a transmissão do vírus, que prospera no ar frio e seco.

A oferta de vacinas também permanece restrita, não porque outros a estejam comprando, mas porque as cadeias globais de abastecimento não conseguem acompanhar a demanda.

Embora grandes quantidades de vacinas sejam produzidas em fábricas em todo o mundo, especialmente na Índia, a escassez de produtos de acabamento e embalagem significa que muito pouco vai além dos portões da fábrica até a primavera. 

Pior ainda, a estratégia de vacinar os mais vulneráveis ​​começa a desmoronar à medida que governos em todo o mundo cedem às crescentes demandas de interesses adquiridos. 

O impacto dos jabs no alívio da pressão sobre os serviços de saúde na Grã-Bretanha e em todo o mundo é, portanto, bastante reduzido.

As mortes na Grã-Bretanha continuam em uma trajetória ascendente no meio do verão e o país permanece fechado. Ao mesmo tempo, o risco de outra mutação aumenta – até porque apenas uma injeção foi aplicada à maioria dos vacinados.

“Estou preocupado que Sars-Cov-2 possa começar a aparecer com mutantes que não são apenas mais transmissíveis, mas mais letais”, disse o Dr. Peter Daszak, presidente da EcoHealth Alliance.

“Não há evidências disso ainda, mas mesmo um aumento marginal na letalidade, ou um aumento de um ou dois por cento no número que acaba com a Covid grave, levaria a balança ao desastre em muitos países onde a Covid já está atingindo o pico.

Informações com The Telegraphy

Uso emergencial de vacinas: STF mantém autorização para Anvisa

A flexibilização para uso emergencial de vacinas vale para as já aprovadas em agências reguladoras de quatro países.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) segue autorizada a liberar o uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 em até 72 horas após o pedido. Essa é a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada nesta quarta-feira (30).

Regulamentação do uso emergencial de vacinas

O magistrado liberou a execução mais rápida para imunizantes que tenham sido aprovados em, ao menos, uma de quatro agências reguladoras, que ficam na China, Estados Unidos, Japão ou na Europa. 

Com informações de Brasil 61

Jornal Grande ABC

Uso emergencial de vacinas

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A vacina está chegando, mas a pandemia não acabou

A notícia de que a vacinação contra Covid-19 iniciou em alguns países e logo chegará ao Brasil não pode ser brecha para o afrouxamento das medidas de prevenção contra a disseminação da doença. Com a chegada das festas de fim de ano, a movimentação em estabelecimentos comerciais, como lojas e restaurantes, além das tradicionais reuniões familiares, eleva o risco de contaminação. Neste sentido, o Conselho Federal de Química (CFQ) reforça o lembrete: a vacina está chegando, porém, pandemia não acabou, fique alerta! É hora de redobrar a atenção.

O CFQ trabalha, desde o início da pandemia, para combater a desinformação e orientar a população sobre as medidas eficazes de prevenção, como lavar sempre as mãos com água e sabonete, escolher corretamente o álcool em gel, saber utilizar a água sanitária para desinfecção de objetos e superfícies, e manter o distanciamento social.

Para evitar a propagação do vírus, as medidas sanitárias precisam ser mantidas e seguidas. Por isso, o CFQ listou conteúdos úteis para ajudar a população.

A vacina está chegando, mas mantenha os hábitos

#1
Use máscara e não esqueça de higienizar corretamente quando voltar para casa. Então, Confira o vídeo do CFQ ensinando o processo.
#2
Higienize as mãos com água e sabão e/ou com álcool em gel.
A maneira correta de usar o álcool gel
O que observar no rótulo do produto
Saiba qual álcool usar
#3
Passo a passo da aplicação da solução diluída de água sanitária.
Solução caseira para prevenir que o novo coronavírus chegue em sua casa
Como higienizar alimentos e suas embalagens?
#4
Não utilize túneis/cabines de desinfecção. Não há garantia de que esses equipamentos sejam um método que realmente funcione, o que pode gerar uma falsa sensação de segurança, ou seja, a pessoa passar pelo túnel, achar que está protegida e relaxar nos demais cuidados. Além disso, as substâncias usadas nos túneis/cabines podem causar irritação na pele, olhos e mucosas, além de alergias e problemas respiratórios.


Leia a nota conjunta do Sistema CFQ/CRQs e ABIPLA sobre o tema

Jornal Grande ABC

A vacina está chegando

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Professores serão segundo grupo em São Paulo para vacinação

Profissionais da saúde terão prioridade na vacinação

Após os profissionais da área de saúde, o segundo grupo prioritário para vacinação contra o novo coronavírus (covid-19) serão os professores, anunciou hoje (5) o secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn.

“O que nós temos como rito já definido é a vacinação primeiro dos profissionais da área da saúde, uma vez que eles estão muito dentro dos ambientes nos quais a circulação do vírus é extremamente elevada”, disse Gorinchteyn. “A partir de então, entendemos que educadores devem ser o segundo grupo a ser vacinado”, acrescentou. O terceiro grupo com prioridade de vacinação deverá ser as pessoas com doenças crônicas, disse o secretário.

“Precisamos ter o maior número possível de doses para vacinar, com rapidez, o maior número de pessoas”, disse Gorinchteyn.

Ainda não há uma vacina aprovada contra o novo coronavírus. Mas já há vacinas na fase mais avançada de testes em humanos, a chamada fase 3. Caso essas vacinas sejam aprovadas na fase 3 e recebam aprovação, a vacinação poderá então ser iniciada.

O governo paulista, por meio do Instituto Butantan, tem uma parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac para a vacina CoronaVac. Por meio desse acordo, o governo vai receber 46 milhões de doses da vacina até dezembro. O acordo também prevê transferência de tecnologia para o Butantan. 

A CoronaVac já está na fase 3 de testes com voluntários brasileiros desde julho deste ano. Na fase 3 é avaliada a eficácia da vacina, ou seja, se ela protege contra o vírus. Caso os testes comprovem a eficácia, a CoronaVac ainda vai precisar da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ter início a vacinação. 

O governo paulista prevê que o início da vacinação possa ocorrer a partir de 15 de dezembro.

Fonte: Agência Brasil

Estudo com vacina de Oxford é suspenso após ‘efeito adverso’

Suspensão é temporária. Vacina de Oxford é aposta do Ministério da Saúde para imunizar a população contra o novo coronavírus.

Por G1

Os testes da vacina contra a Covid-19 desenvolvida em conjunto pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca foram suspensos temporariamente, conforme anunciou a empresa nesta terça-feira (8).

A farmacêutica esclareceu que o protocolo de segurança foi acionado após um dos voluntários no Reino Unido apresentar reação adversa que pode estar vinculada à vacina. Não foram divulgados detalhes.

A suspensão vale também para o Brasil, de acordo com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), uma das responsáveis pelo estudo no país. A Unifesp informou que 5 mil voluntários brasileiros já foram vacinados e que “não houve registro de intercorrências graves de saúde”.

Segundo a AstraZeneca, o “procedimento padrão de revisão” dos estudos foi acionado e a vacinação foi pausada “voluntariamente para permitir a revisão dos dados de segurança por um comitê independente”.

“Esta é uma ação rotineira que deve acontecer sempre que for identificada uma potencial reação adversa inesperada em um dos ensaios clínicos, enquanto ela é investigada, garantindo a manutenção da integridade dos estudos.” — AstraZeneca

Na mesma nota, a farmacêutica ainda ressaltou que trabalha na revisão do caso do paciente.

“Em grandes ensaios, os eventos adversos acontecem por acaso, mas devem ser revistos de forma independente para verificar isso cuidadosamente. Estamos trabalhando para acelerar a revisão de um único evento para minimizar qualquer impacto potencial no cronograma do teste. Estamos comprometidos com a segurança de nossos participantes e os mais altos padrões de conduta em nossos testes”, informou a farmacêutica.

Aposta do Ministério da Saúde

A vacina de Oxford/AstraZeneca é a principal aposta do Ministério da Saúde para imunizar a população. Ao todo, o Brasil prevê desembolsar R$ 1,9 bilhão com a vacina, sendo R$ 1,3 bilhão para pagamentos à farmacêutica, R$ 522,1 milhões para a produção das doses pela Fiocruz/Bio-Manguinhos e R$ 95,6 milhões para a absorção da tecnologia pela Fiocruz.

O ministro-interino da saúde, Eduardo Pazuello, chegou a dizer também nesta terça que planeja a campanha de vacinação contra a Covid-19 para janeiro de 2021.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável por autorizar os testes no Brasil, disse ter sido avisada da suspensão. “A agência aguarda o envio de mais informações sobre os motivos da suspensão para analisar os dados e se pronunciar oficialmente”, informou a Anvisa.

A Fundação Oswaldo Cruz disse que foi informada pelo laboratório britânico e que vai acompanhar os resultados das investigações para se manifestar oficialmente.

Nove vacinas na última fase de testes

Além da candidata da Universidade de Oxford com a farmacêutica britânica AstraZeneca, mais oito vacinas estão na terceira e última fase de testes em humanos, a última antes da liberação.

  • Janssen Pharmaceutical Companies (EUA)
  • Moderna/Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (EUA)
  • BioNTech/Fosun Pharma/Pfizer (Alemanha e EUA)
  • Sinovac (China)
  • Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan/Sinopharm (China)
  • Instituto de Produtos Biológicos de Pequim/Sinopharm (China)
  • CanSino Biological Inc./Instituto de Biotecnologia de Pequim (China)
  • Instituto de Pesquisa Gamaleya (Rússia)

Etapas para a produção de uma vacina

Para se produzir uma vacina, leva tempo. A mais rápida desenvolvida até o momento foi a vacina contra a caxumba, que precisou de cerca de quatro anos até ser licenciada e distribuída para a população.

Antes de começar os testes em voluntários, a imunização passa por diversas fases de experimentação pré-clinica (em laboratório e com cobaias). Só após ser avaliada sua segurança e eficácia é que começam os testes em humanos, a chamada fase clínica – que são três:

  • Fase 1: é uma avaliação preliminar da segurança do imunizante, ela é feita com um número reduzido de voluntários adultos saudáveis que são monitorados de perto. É neste momento que se entende qual é o tipo de resposta que o imunizante produz no corpo. Ela é aplicada em dezenas de participantes do experimento.
  • Fase 2: na segunda fase, o estudo clínico é ampliado e conta com centenas de voluntários. A vacina é administrada a pessoas com características (como idade e saúde física) semelhantes àquelas para as quais a nova vacina é destinada. Nessa fase é avaliada a segurança da vacina, imunogenicidade (ou a capacidade da proteção), a dosagem e como deve ser administrada.
  • Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da sua eficácia e segurança em maiores populações. Além disso, feita para prever eventos adversos e garantir a durabilidade da proteção. Apenas depois desta fase é que se pode fazer um registro sanitário.