Coronavírus como arma biológica? Vaza informação militar na China

Aquele tipo de notícia que a velha mídia jamais noticiaria: vazou documento militar chinês de cinco anos nos quais se discutiu o uso de um vírus SARS, da mesma família do Coronavírus, como arma biológica contra inimigos do Partido Comunista Chinês, bem como para causar medo na população. O furo de reportagem pode ser conferido na própria emissora australiana que informou para o mundo o achado (https://www.youtube.com/watch?v=kuKPBur_TiI).

No Brasil, o primeiro portal de notícias a transmitir a informação traduzida foi o Terça Livre TV, no qual informou que ontem, domingo, 09/05/2021, a apresentadora do jornal Sky News, Sharri Markson, noticiou detalhes do documento produzido por cientistas militares chineses, que discutiram como o coronavírus pode ser usado como arma biológica. O documento foi elaborado cinco anos antes da pandemia atual.

Foi descrito no documento que o vírus chinês seria uma nova era de armas genéticas, podendo o vírus ser manipulado artificialmente em uma doença humana emergente de um vírus, então transformados em armas e liberados de uma forma nunca vista antes. O nome do artigo chinês, traduzido para o português, é “A origem não-natural da SARS e das novas espécies de vírus sintéticos como armas biológicas genéticas”. Importante ressaltar que um dos autores do documento é Lee Feng, ex-vice-diretor do Bureau de Prevenção de Epidemias da China.

O documento também informa que a recém descoberta capacidade de congelar e secar microrganismos tornou possível armazenar agentes biológicos e pulverizá-los durante os ataques, e que ataques com armas biológicas são mais bem conduzidos durante o amanhecer, crepúsculo, noite ou tempo nublado, porque a luz solar intensa pode danificar os patógenos.

Como se não bastasse, o documento também informa que os principais impactos incluem uma sobrecarga no sistema de saúde do local atingido, e os ataques com armas biológicas têm um efeito muito mais prolongado do que os ataques convencionais, como explosivos. Um ponto considerado no documento é que um vírus pode levar a doenças contagiosas que podem ser transmitidas por vários meios, bem como as armas biológicas não só causarão morbidez generalizada e mortes em massa, mas também induzirão uma pressão psicológica formidável que pode afetar a eficácia do combate.

Em outros pontos, o documento continua alegando que, assim como em outros desastres, as pessoas viverão com medo de ataques por um período considerável de tempo após um ataque, causando danos psicológicos breves ou duradouros, evidenciando que o terror psicológico que as “bioarmas” podem causar é assustador. A jornalista finalizou a situação dizendo que embora as agências de inteligência suspeitem que a Covid-19 pode ser o resultado de um vazamento acidental de um laboratório de Wuhan, não há sugestão de que foi uma liberação intencional.

No entanto, esse artigo secreto militar oferece uma visão rara de como os cientistas de uma das universidades militares mais proeminentes do Exército chinês, no qual altos níveis de pesquisa de defesa foram conduzidos, estavam pensando sobre arma biológica.

Resta saber se a CPI da Covid, no Senado Federal, vai chamar o embaixador chinês para prestar depoimento, ou se os Senadores são apenas homens de geleia, como sempre suspeitamos.

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Mães internadas em Santo André são homenageadas

Neste domingo (9) as mães internadas nos dois hospitais de campanha de Santo André foram homenageadas. Celebrando o Dia das Mães, a Orquestra Magistrale, com músicos do Projeto Locomotiva, realizou apresentações musicais no ginásio do Complexo Pedro Dell’Antonia e na UFABC (Universidade Federal do ABC).

Enquanto ouviam as músicas, as mães receberam cartas enviadas pelos filhos. Entre as canções tocadas estavam “Anos dourados”, “Eu sei que vou te amar”, “Fascinação”, “Hallelujah”, “Como é grande o meu amor por você” e o tema do filme “A Bela e a Fera”.

“Santo André homenageia e se solidariza com cada paciente e com cada herói e heroína da Saúde, na linha de frente do combate à Covid-19. Pessoas que doam vida para salvar vidas. Mães que cuidam de outros filhos, para garantir proteção e recuperação. Por isso, a nossa solidariedade e apoio”, destacou o prefeito Paulo Serra.

No ano passado a data também foi celebrada, com apresentação de um enfermeiro do hospital de campanha Pedro Dell’Antonia que, com um violão, tocou as músicas pedidas pelas mães internadas naquele momento. “Nós usamos estas estratégias de humanização com o objetivo de deixar os pacientes acolhidos e mais tranquilos neste momento em que passam por esta doença tão difícil longe de seus familiares”, afirmou o superintendente dos hospitais de campanha de Santo André, Victor Chiavegato.

Humanização – Além destas ações, a Prefeitura de Santo André segue buscando sempre humanizar o atendimento, realizando videochamadas com os familiares dos pacientes em tratamento de Covid-19 e passando boletim médico ao parentes diariamente via telefone. Outra iniciativa foi o uso dos crachás dos funcionários sorrindo, estabelecendo uma relação mais próxima entre a equipe e os munícipes internados.

| Texto: Daniele Vieira
| Fotos: Helber Aggio/PSA

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Mackenzie cresce na modalidade a distância e destaque para o presencial

Chat e WhatsApp, utilizados pela primeira vez pela instituição na captação, foram responsáveis pela melhoria do relacionamento em toda a jornada do potencial aluno, Mackenzie cresce na modalidade a distância.

Na contramão do atual cenário do setor de educação superior, conseguindo atingir a mesma meta de 2020 na captação de novos alunos para a graduação presencial, o Mackenzie comemora a estabilidade do momento. Para que obtivesse esses resultados, a Instituição contou com os serviços da Persone Educação (https://persone.com.br/), birô de vendas especializado em conversões de matrículas.

A performance do setor em 2021 sente as consequências da pandemia do novo coronavírus, que atingiu o mundo há mais de um ano. O cenário atual é de queda no índice de alunos ingressantes em faculdades particulares, com uma redução estimada em 13%, comparado ao ano passado, segundo dados do Semesp, divulgados no final de março.

Diante do cenário, a instituição conseguiu não só manter a estabilidade para os cursos de graduação presencial, mas também se destacar nos cursos de pós-graduação a distância. “Entendemos que o fato de mantermos a conversão para graduação presencial, muito parecida com a do ano passado, foi uma grande conquista. A atuação da Persone com as ferramentas de Chat, WhatsApp e telefonia, bem como a gestão dos processos e indicadores utilizando as tecnologias adquiridas pela instituição, contribuíram para que o Mackenzie não só mantivesse, mas melhorasse, a performance na captação de novos alunos”, conta Mariana Alves de Miranda, coordenadora de marketing do Mackenzie.

“Ainda estamos trabalhando junto com o time do Mackenzie para finalizar a automação dos processos que estão suportados pelo CRM, adquirido pela instituição, porém, já é possível identificar uma significativa melhora na gestão dos dados e processos, o que permite o aumento da produtividade, eficiência e controle. E, acima de tudo, procuramos proporcionar aos candidatos uma experiência de atendimento diferenciada, com uma equipe de vendas que atua com uma abordagem consultiva, o que gera engajamento e fortalece o relacionamento com os potenciais alunos”, explica Helen Toyama, CEO e fundadora da Persone Educação, sobre os resultados obtidos.

A tecnologia é um dos pilares na automação e conversão de leads, fundamental para otimizar o processo de captação de novos alunos. Paralelo a isso, é importante ressaltar que a tecnologia é suportada pela definição e implantação de processos, bem como um time qualificado e treinado para utilizá-la.

Em uma comparação com o cenário antes da pandemia, a coordenadora de marketing explica os ganhos com a parceria. “Expandimos a atuação e atenção despendida ao lead, assim como o retorno às necessidades apresentadas por meio das ferramentas de Chat, WhatsApp e formulários, melhorando o relacionamento e o acompanhamento do potencial aluno em toda a sua jornada”.

Além do investimento em tecnologia e aposta em uma empresa que não só fizesse o atendimento aos futuros alunos, mas também que agregasse valor ao negócio, o Mackenzie também teve que traçar rotas e dar andamento a algumas estratégias no que tange ao ensino, como: adquirir plataformas digitais altamente preparadas para as aulas de graduação e pós-graduação, para fornecer aulas on-line ao vivo, com diversas possibilidades de interação, também aumentou a capacidade dos servidores e capacitou o corpo docente, para melhor utilização da tecnologia, além de outras iniciativas.

Sobre o Mackenzie

O Mackenzie é uma instituição centenária construída sobre os pilares da educação, da confessionalidade e da filantropia. Nascido em 1870, já se baseava no ensino de qualidade, sem fazer distinção entre as pessoas e suas origens, investindo no ser humano de maneira integral.

Sua visão cristã reformada permite educar e cuidar das pessoas, criadas à imagem de Deus, para o exercício pleno da cidadania. Voltado para as ciências humanas e divinas, o Mackenzie está comprometido com a responsabilidade social, ambiental, e em constante busca da excelência acadêmica e de gestão.

Hoje, o Mackenzie atua em cinco estados brasileiros e conta com uma infraestrutura crescente, que atende pessoas desde a educação básica até o ensino superior, atuando também na área da Saúde, por meio de hospitais, na Agropecuária e ensino profissionalizante, por meio de suas escolas técnicas e fazenda-escola.

Para cumprir sua missão de cuidado e educação integral, o Mackenzie sempre teve o esporte como uma de suas bases, carregando desde sua origem nomes de destaque em diversas modalidades, e expandindo ano a ano os investimentos em atletas olímpicos e paralímpicos. O esporte é parte da história do Mackenzie, e o Mackenzie é, sem dúvida alguma, um protagonista na história do esporte.

Em seu projeto estratégico de expansão, a Instituição traçou novos rumos, que permitiram ao Mackenzie alcançar novas cidades e estados brasileiros, contando agora com dois hospitais, uma faculdade de medicina, além das escolas técnicas e fazenda-escola, reforçando ainda mais sua atuação na área da Saúde, Agropecuária e Educação. Para além do preparo de profissionais, o Mackenzie se preocupa integralmente com pessoas.

Sobre a Persone

Empresa de soluções em atendimento e vendas, formada por profissionais que atuam há mais de 18 anos nos segmentos de Tecnologia e Educação, fornece consultoria e outsourcing de processos, sistemas e equipe de vendas.

A Persone dispõe de uma equipe especializada em implantação, gestão e execução de operações de vendas, retenção, relacionamento e atendimento ao cliente.

Utilizando as mais diversas tecnologias – sistemas de CRM, CTI, chat, chatbot, inbound, BI, e-mail marketing, SMS e WhatsApp, a Persone executa o processo de vendas do início ao fim.

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Mackenzie cresce na modalidade a distância e destaque para o presencial
Mackenzie cresce na modalidade a distância e destaque para o presencial. Foto: Divulgação

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Aumento de ciberataques à área de saúde na pandemia

A prática de extorsão – roubo de dados pessoais de pacientes e mesmo de clínicas e hospitais, com ameaça de vazamento caso não seja feito pagamento – está entre as mais comuns relacionadas com o aumento de ciberataques, alerta especialista.

O agravamento da pandemia de Covid-19 no Brasil é acompanhado por um aumento nos ciberataques contra instituições e profissionais da área de saúde. Diante desse cenário, uma empresa brasileira especializada em segurança na internet – a Apura – alerta: os cuidados precisam ser ainda mais rigorosos, incluindo a adoção de práticas de prevenção contra essas investidas. É um perigo real, que tende a se acentuar, adverte a organização.

Além de infringir um direito básico, o da privacidade de profissionais e pacientes, os ciberataques afetam diretamente os custos das empresas. De acordo com a mais recente edição (2020) do relatório anual do Ponemon Institute, da IBM Security, entre os segmentos de mercado é o de assistência médica que registra os maiores custos decorrentes das violações de dados em todo o mundo. Cada violação custou em média: US$ 7,13 milhões. A pesquisa envolveu 524 organizações e 3,2 mil entrevistados de 17 países e regiões (entre eles o Brasil).

Com mais de 25 anos de experiência em segurança em tecnologias da informação, o fundador e CEO da Apura, Sandro Suffert, observa que a sobrecarga de trabalho de médicos, consultórios, clínicas, hospitais e instituições afins deixa o setor ainda mais vulnerável à investida de cibercriminosos. O excesso de demanda e o foco prioritário na prevenção e combate à pandemia não podem, contudo, deixar em segundo plano a preocupação com a segurança de sistemas e bancos de dados.

De acordo com Suffert, as investidas do cibercriminosos visam, sobretudo, vantagens financeiras. É a extorsão pura e simples. A prática mais recorrente é a seguinte, explica o especialista: por meio de mensagens, de conteúdo falso, criminosos instalam um tipo de software, denominado ransomware, por meio do qual os dados da clínica ou hospital são bloqueados. São dados tanto da empresa como de pacientes – incluindo prontuários e outras informações particulares.

O ransomware faz a criptografia dos dados e, para a liberação, os cibercriminosos cobram das empresas médicas e profissionais o pagamento de resgate em criptomoedas, ou, até mesmo, depósito bancário. Caso o pagamento não seja feito, a ameaça é a de exposição dos dados e informações. Sem saída, com receio de que a ameaça seja cumprida e dados pessoais e sigilosos de seus pacientes ou clínicas venham a ser vazados, não raro as vítimas se veem obrigadas a ceder à pressão.

MERCADO ‘UNDERGROUND’

Na penúltima semana de abril, foi revelado que um mercado ‘underground’ de credenciais de acesso remoto a sistemas Windows, mais especificamente de Remote Desktop Protocol (RDP), teve as informações capturadas por pesquisadores de segurança. Mais de 1,3 milhões de credenciais estavam sendo negociadas no mercado, sendo a maioria pertencentes a Brasil, Índia e Estados Unidos e muitas de organizações da área da saúde. O acesso via RDP é uma das formas mais utilizadas por criminosos para obter acesso indevido a sistemas das empresas.

Além de contar com esse mercado ilegal de credenciais, Suffert destaca que os atacantes se aproveitam de sistemas mal configurados, com senhas fracas ou senhas padrão, sem múltiplo fator de autenticação, para penetrarem nas organizações, inclusive nas da área da saúde.

Outro problema que tem realçado a fragilidade da segurança cibernética nas organizações de saúde é a exposição pública de informações e sistemas na internet de forma acidental. Recentemente, um analista de segurança identificou uma falha em um servidor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que dava acesso a informações de gerenciamento de vacinas, dados de pesquisas e até informações de funcionários da fundação. O acesso a esse sistema poderia potencialmente até permitir o desligamento de freezers ou alteração de temperaturas, o que poderia colocar em risco o armazenamento de vacinas.

A Fiocruz consertou a falha antes que se tornasse de conhecimento público e alegou que o servidor servia apenas para testes e que todas as informações disponíveis eram fictícias e que nenhum sistema esteve efetivamente em risco.

Caso semelhante ocorreu em fevereiro deste ano, quando a configuração errada de uma página do Ministério da Saúde expôs os dados de pacientes e servidores do Sistema Único de Saúde (SUS).

Essas ocorrências vêm ressaltar a necessidade de um foco mais atento à segurança dos sistemas de todas as empresas, em especial as do ramo da saúde, nos quais um ataque pode ter consequências muito mais danosas do que simples vazamento de informações, ressalta Sandro Süffert.

WHATSAPP NA MIRA

Além desses ataques a bancos de informações e sistemas de dados de estabelecimentos de saúde, Sandro Suffert cita outro tipo recorrente de investida: o envio de mensagens (geralmente por WhatsApp) a médicos e outros profissionais de saúde, e mesmo a pacientes desses profissionais, com links falsos. Trata-se do chamado phishing, comumente empregado em ciberataques voltados a outras áreas também.

As mensagens têm conteúdo, linguagem e aparência que soam como reais, contudo, se configuram em armadilhas. O phishing é utilizado para “pescar” dados pessoais e confidenciais, como número e detalhes do cartão de crédito, senha, entre outras informações que abrem caminho para os criminosos realizarem suas fraudes.

Um exemplo desse golpe é de uma clínica odontológica do Paraná que teve seu WhatsApp invadido. Uma mensagem falsa foi enviada aos pacientes sobre o sorteio de um carro; para participar, eles teriam que responder via SMS com um ok, deixando seus aparelhos vulneráveis a ataques.

Veja a mensagem abaixo:

Aumento de ciberataques

DICAS DE PROTEÇÃO

Confira recomendações da Apura, especializada em segurança cibernética, voltadas principalmente à prevenção de ataques contra estabelecimentos e profissionais de saúde:

  • As empresas médicas devem manter sistemas operacionais com versões atualizadas e com as configurações adequadas. Para isso, é importante ter o suporte de especialista;
  • Elas devem, também, promover a cultura da cibersegurança entre a equipe de colaboradores. Isso inclui instruir os funcionários quanto à escolha, uso e atualização de senhas, bem como a desconfiar de e-mails ou mensagens que solicitem informações institucionais e pessoais. E, é claro, a não abrir anexos ou clicar em links suspeitos;
  • Tanto aos pacientes quanto aos colaboradores é imprescindível desconfiar de promoções, brindes, descontos e ofertas similares que soem muito vantajosas. Antes de clicar em links, é importante pesquisar sobre a empresa anunciante, ou mesmo averiguar se há alguma notícia de golpe relacionada ao fato;
  • Atenção aos aplicativos: para baixar qualquer aplicativo, opte por fazê-lo nos sites oficiais das empresas ou nas lojas de aplicativos do sistema operacional de seu smartphone;
  • Uma dica é utilizar soluções de segurança no celular, como as que detectam phishing em aplicativos de mensagens (como WhatsApp) e em redes sociais;
  • Em caso de ataque, registre um boletim de ocorrência, caso seja vítima de cibercrimes ou tenha recebido algum contato neste sentido. Polícias civis de vários estados contam com delegacias especializadas em crimes cibernéticos; em muitas delas é possível fazer a queixa on-line.

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Aumento de ciberataques à área de saúde na pandemia
Apura S/A. “Aumento de ciberataques”, por Sandro Suffert, da Apura S/A.

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Mãe e Trabalhadora na Pandemia

Relly Amaral Ribeiro* é autora de “Mãe e Trabalhadora na Pandemia”.

A data é fevereiro de 2020 e faltam alguns dias para o aniversário dos meus filhos: 8 e 11 anos. Tudo preparado para a comemoração em um cinema: sala reservada, convites distribuídos, comes e bebes providenciados. Na TV e na internet as notícias referentes a “esse novo vírus” se multiplicam. China, Europa e Estados Unidos são os mais afetados.

A data é março de 2020 e se ampliam as notícias dos primeiros casos do coronavírus no Brasil. A apreensão e a incerteza aumentam em todos. O pensamento recorrente está em desmarcar a festa dos meninos. Vou ao trabalho como de costume e lá todos são informados: a partir de hoje, trabalharemos em home office por tempo indeterminado. Ao buscar os filhos na escola, foi dada a mesma orientação. Ao chegar em casa, as mães ligam e mandam mensagens desmarcando a presença no aniversário que, prontamente, também foi desmarcado por mim.

Assim teve início o meu novo normal, e para tantas mães e pais pelo Brasil. Março de 2020 foi um momento decisivo que mudou a rotina de todos. Novos termos e posturas precisaram ser tomadas, adaptadas e aprendidas. O ensino a distância e o ensino remoto, tão comum para mim – professora e pesquisadora na área desde 2007 – trouxe novos formatos, linguagens, iniciativas e perspectivas, que também necessitaram adaptações.

A preocupação com a saúde física e mental dos meus filhos, e a minha, se tornaram prioridade como nunca. Estar tranquilo e seguro, sentir-se amado e esperançoso superaram a entrega de tarefas imediatas ou a preocupação de acordar na hora certa. Somos uma equipe de afazeres domésticos e afetos.

Nesse cenário, o mundo começa a discutir o impacto da pandemia na vida dos pais. Na pesquisa nacional realizada pelo grupo Parent in Science, que obteve mais de 15 mil respostas, é reforçada a questão de gênero, apontando que as mulheres mães e as mulheres negras foram as mais prejudicadas em sua produtividade durante a pandemia. Os pesquisadores foram especialmente atingidos, principalmente mulheres: enquanto somente 70% das previsões de publicações de artigos científicos de homens foram cumpridas, o índice entre mulheres pesquisadoras foi de 50%, sendo o fator idade dos filhos um agravante, pois quanto menor a idade, menor o índice de produtividade dos responsáveis por eles.

No Reino Unindo, segundo reportagem publicada no jornal The Guardian, a editora do British Journal for the Philosophy of Science percebeu que o número de artigos enviados à publicação e feitos por mulheres havia caído drasticamente, o que não tem acontecido com os homens.

Sendo assim, neste Dia das Mães, gostaria de deixar um recado para todas as mães trabalhadoras como eu: o maior e melhor trabalho é este que vocês têm feito no dia a dia, mantendo os seus filhos e afetos saudáveis e à salvo. Porque isso sim é duradouro. Outro emprego pode vir, outras amizades também, outras oportunidades de sair, pessoas e lugares para conhecer surgirão, mas seus filhos e amores permanecerão.

Eles são o futuro que o Brasil precisará para se reconstruir e se recompor quando isso tudo passar. Então, cuidem-se, mantenham-se felizes, com a saúde física, emocional e espiritual em dia. Porque muitos dependem das mães e mulheres, das nossas permanências e constâncias. Para que nosso futuro aconteça, é necessário que você se mantenha bem!

(*) Relly Amaral Ribeiro é Mestre em Serviço Social e Política Social pela Universidade Estadual de Londrina e Tutora dos cursos de pós-graduação em Serviço Social do Centro Universitário Internacional UNINTER

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Mãe e Trabalhadora na Pandemia
Relly Amaral Ribeiro. Foto: Divulgação

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ClubSaúde lança e-book sobre saúde mental: dicas de como lidar com isolamento social

O mais importante, quanto a saúde mental, para lidar com a ansiedade é aceitá-la plenamente. Aceitar o que não podemos mudar é a melhor maneira para haver alguma mudança.

ClubSaúde, especialista em saúde, bem estar e cuidados, desenvolveu um e-book sobre Quarentena vs Saúde Mental, com dicas e sugestões para que você busque cuidar ao máximo de sua saúde física e emocional, principalmente, durante esta difícil fase que estamos vivendo. São mais de 320.000 mil famílias que já utilizaram os serviços da empresa, que tem como propósito levar saúde acessível e de qualidade para milhões de brasileiros.

Aceite a sua ansiedade

Devido à quarentena, o home office foi definido para grande parte das empresas do nosso país e assim foi preciso se organizar e trabalhar de casa, o que nem sempre é fácil para quem vive com outras pessoas.

“O mais importante para lidar com a ansiedade é aceitá-la plenamente. Aceitar o que não podemos mudar é a melhor maneira e o primeiro passo para haver alguma mudança. Aceitar não é acomodar, desistir ou não fazer nada. É parar de lutar contra algo diante do qual é impotente. Aceite a sua ansiedade. Aceitar a ansiedade faz com que ela desapareça. Lutar contra ela para evitá-la faz com que ela aumente”, afirma o Dr. Fernando Oetterer Arruda, Gerente Medico do ClubSaúde e BenCorp.

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Tenha uma rotina

Pense em atividades que você gosta ou que precisa fazer e procure estabelecer horários e momentos definidos para realizar cada uma delas. Nessas horas, ter uma “agenda” pode te ajudar muito a não perder o foco, não procrastinar e utilizar o seu tempo da melhor forma.

Levante no horário habitual. Sabemos que dormir até mais tarde é tentador, mas tente não fazer isso todos os dias, pois a tendência é ficarmos deprimidos quando dormimos excessivamente. Um adulto precisa de quatro a seis ciclos de sono por noite, mais ou menos do que isso pode ser prejudicial. Faça uma tentativa e veja como se sente.

Tome um banho ao acordar, mantenha sua rotina de higiene pessoal, coloque uma roupa confortável, mas não fique de pijama o dia todo, arrume a cama e mantenha a limpeza da casa para que o seu ambiente fique asseado e você se sinta produtivo e disposto neste período.

Caso seja possível, tome 10-15 minutos de sol por dia, pois a vitamina D absorvida pela sua pele ao se expor ao sol é importante para fortalecer a imunidade.

Exercite o cérebro

Aprenda algo novo seja cozinhar, pintar, falar uma nova língua, crochet, bordado. Procure cursos online. Busque informação, mas não se deixe contaminar pelo excesso de conteúdo que as mídias disponibilizam. É importante que todos nós estejamos bem informados e cientes do que está acontecendo, tanto para nos protegermos e  para tomarmos as medidas corretas e necessárias. No entanto, chega-se num ponto em que o excesso de notícias nos deixa ainda mais ansiosos, abalados, assustados e nervosos. Equilíbrio é muito importante nesse momento.

Como lidar com a procrastinação

É muito tentador ficar de pijama o dia todo e maratonar todo o seu seriado favorito novamente ou ainda virar especialista em números de infectados pelo COVID no mundo, mas apesar de estarmos relativamente em stand by no momento, a avalanche de obrigações, pendências e tarefas irá surgir. Listamos algumas atividades para você se manter sempre em atividade:

  • Organize sua casa, gavetas e armários;
  • Meditar pode ser uma boa forma de tranquilizar a mente;
  • Aproveite para colocar a leitura em dia, seja por livros físicos ou online;
  • Defina metas e objetivos pessoais. Se você não tem esse hábito, é importante repensar;
  • Faça cada uma das atividades na hora certa;
  • Ache seus melhores momentos e execute as atividades de forma inteligente, na hora certa;

“Lembre-se: o feito é melhor que o perfeito, portanto vá em frente, com sorriso no rosto e firmeza nas decisões” incentiva Luís Alexandre Chicani, CEO do ClubSaúde.

Cuide da sua alimentação

Faça uma “lista” do que você e sua família gostariam de comer na semana. Coloque no papel a composição para esses dias, combinando sempre uma porção de proteína, uma de carboidratos e uma de vegetais ou fonte de fibras e vitaminas em todas as refeições (considere que o indicado é comer de três em três horas).

  • Lembre-se de que metade do prato deve ser composta por vegetais crus e/ou cozidos;
  • Inclua água em todos os dias. Se quiser beber nas refeições, o recomendado é 110 ml por refeição.

Sobre o ClubSaúde:

ClubSaúde é um completo de benefícios, que oferece a você e sua família acesso a consultas e exames por preços reduzidos, além de um super desconto em medicamentos sem cobrança por dependentes. Além disso, com o ClubSaúde, você tem acesso a um atendimento médico diferenciado para lhe ajudar a se manter sempre saudável. Temos uma equipe de médicos qualificada e mais de 3 mil clinicas e laboratórios por todo o país.

Você também pode contar com a Telepsicologia e ter acesso a consultas online com psicólogos a partir de R$ 50,00. Aproveite esse benefício para você e sua família e tenha uma vida mais saudável durante estes tempos difíceis em que estamos vivendo.

Quer saber mais sobre o ClubSaúde? Confira o site e fique por dentro de todos os pacotes e benefícios que temos para você e sua família.

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ClubSaúde lança e-book sobre saúde mental: dicas de como lidar com isolamento social
Ethel Braga, autor de “Quarentena vs Saúde Mental”. Foto: ethelbraga.com

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A triste falência do Judiciário do Brasil

O Poder Judiciário do Brasil é um conjunto de órgãos responsáveis por julgar os conflitos com base nas leis. Muito lindo, quando verdade. Temos magistrados que se comportam como deuses gregos, conflitando entre si, mas permanentemente unidos contra os mortais. Às vezes, contra os outros Poderes também.

Magistrado significa “superior”. A ideia é essa mesmo. Um ser superior, que por estudar muito, julga os conflitos entre as pessoas. Desde a Antiguidade, as pessoas em conflito buscaram outras pessoas que resolvessem o conflito proposto. Os governantes eram os julgadores, em sua maioria. Às vezes se buscava um árbitro, alguém de confiança das partes, com boa reputação, considerado sábio e independente, que usaria do bom senso e da moral coletiva para decidir. A decisão era quase sempre aceita por motivo de força moral: o julgador é alguém tão sábio que a decisão dele é melhor.

Com o aumento do Estado, foi-se criando estruturas administrativas, com juízes iniciantes julgando e juízes antigos revisando, o que chamamos hoje de juízes e desembargadores. Mas como o mais importante é a cultura, esta cultura jurídica foi se imiscuindo na cultura burocrática, de modo que o juiz tornou-se um cumpridor de regras administrativas, que se sente livre somente quando vai julgar.

Aí fica o perigo maior, pois ele vai deixar ali todo o conjunto de frustrações do dia, justamente na decisão que vai afetar as pessoas comuns, mas não afetará a remuneração dele.

Imaginemos um cenário em que o magistrado tem o salário proporcional à qualidade das decisões? Isso já existe. Chama-se arbitragem. O árbitro é contratado justamente por ser conhecido por ter decisões corretas, centradas, de boa qualidade, emitidas em tempo hábil. O árbitro não grita com as partes, não ameaça de prisão, não manda calar a boca. O árbitro é o oposto do magistrado. Assim, somente comprovando que possui um serviço de ótima qualidade é que o árbitro ganha seu dinheiro. O magistrado não. Pode emitir as piores decisões, que a remuneração continua lá, último dia útil do mesmo mês do trabalho. Nem precisa esperar cinco dias úteis.

O Judiciário faliu. Falência vem do latim fallere, que significa “faltar”. O que falta não é uma estrutura do Judiciário, mas sua função é que falta. A função de pacificar conflitos se torna cada vez mais rara. Um dia será inexistente. Um Judiciário preocupado com prerrogativas, garantias, remuneração, lagostas, vinhos premiados.

O Judiciário falta. A pacificação dos conflitos é o oposto. Criam-se cada vez mais conflitos, a julgar pelo que vemos no Supremo Tribunal Federal, que nos últimos três anos vem tendo decisões absurdamente casuais, ou seja, cada caso se julga com uma interpretação casuística da lei, de acordo com a cara do freguês. Não somente ele, mas o Tribunal Superior Eleitoral também não fica para trás. Um dia tratarei do mesmo nesta coluna.

Uma proposta que deixo aqui: salário do magistrado proporcional à média de votos. Após cada audiência e cada decisão, cada parte atribui uma nota de um a dez, sendo um completamente insatisfeito, e dez completamente satisfeito. Ao final do mês, um sistema eletrônico contabiliza a média dos votos, sendo dez o teto salarial do cargo, e um o piso salarial do país, ou seja, um salário mínimo. Como a parte mais sensível do ser humano é a conta bancária, o que teremos?

Magistrados preocupadíssimos com a justiça de suas decisões, procurando convencer as partes da alta qualidade daquela decisão. Para evitar problemas óbvios, é melhor que contador de votos dos usuários do Judiciário fique online 24 horas, para consulta pública.

Imagine-se, então, na pandemia. Juízes determinando lockdown em municípios, e a população convocada em peso para votar sobre a decisão do juiz, afetando diretamente seu salário. Será a primeira vez que veremos o magistrado se preocupar com as consequências sociais da sua decisão, já que inexiste isso hoje. Simplesmente decidem aquilo que ele quer, não importa o que a parte ou seu advogado alegue. Palavras ao vento em cada audiência e sustentação oral.

E para os magistrados que disserem que estou sendo injusto, e que é muito difícil ser julgador, aconselho de pronto: peça exoneração e busque um emprego mais fácil. Dizem que advogar é molezinha.

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A triste falência do Judiciário do Brasil
A triste falência do Judiciário do Brasil. Foto: pixabay

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Despedida

Lorena Pelais é autora de “Despedida”.

Assustador como derrepente tivemos nossas vidas transformadas.
Pessoas assustadas, “quarentena” interminável, mudanças de hábitos, vidas ceifadas.

Inúmeras perdas em todo canto do mundo deste planeta, o mistério da vida , as crescentes especulações aos enigmas que envolvem a morte, chamada de “vida eterna”, uma viagem sem previsão de reencontro, não resta menor dúvida, os que ficam não conseguem superar com facilidade, é difícil lidar com a ausência e a saudade.

Do riso ao choro, do drama a graça, das desgraças uma comédia da vida urbana na íntegra com riquezas de detalhes, cada aspecto de certa forma tocou diretamente os inúmeros espectadores independente de quais meios de comunicação tenha sido usado, cada um de nós , teve sua história contada com doses exageradas de bom humor, leveza , toda tristeza revertida em uma bela gargalhada.

Em tempos tão difíceis, a doce lembrança de bordões inesquecíveis ficam registradas no coração dos que aqui ficam.

“Borocoxozinha é a sensação de uma nação, sem poder assistir teus córneos show, uma pessoa rica riquíssima de alegria contagiante, de energia além de 220volts sua partida será algo difícil de acreditar e que jamais vai colar a palavra Adeus!”.

Uma passagem brilhante, em cada personagem a transparência da alma a sinceridade do ser humano por trás do papel, presenteou nossos dias com muito amor, risadas e alegrias, se doou, compartilhou sua vida com graciosidade para uma platéia desconhecida, partiu, deixando um pouco de ti marcado em cada um dos que te assitia , se essa era sua missão, caminhe certo que foi belamente cumprida, lamentamos somente porque não estávamos preparados ainda.
Encantou, emanou alegrou, despertou amor com humor transformou vidas , os “pensares”, os “conceitos” , jamais serão os mesmos , fez da própria vida uma “piada” recorde de bilheteria, com glamour, beleza, agradável a ser vivida.

Inacreditável…
Porque os bons morrem jovens??
Já dizia Renato Russo/ Legião Urbana.

No espetáculo da vida, ao fechar das cortinas, apagar as luzes, o mais difícil é dizer: – Vai com Deus! 😭

Meus sinceros sentimentos a todas às famílias vítimas da pandemia!!!

Ao amigo que gostaria de ter conhecido Paulo Gustavo, condolências à família, sempre será lembrado, um ser bem quisto e amado, nos deixa uma dentre muitas lições que rir é um ato de resistência!

💔 Lorena Pelais ॐ∞

Despedida
Foto de cottonbro no Pexels

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O pedido de demissão do Ministério Público

Desde que a pandemia surgiu, o Ministério Público do Brasil pareceu ter pedido demissão de suas funções institucionais. De acordo com nossa esquecida e vilipendiada Constituição da República, o Ministério Público tem como uma de suas funções zelar pelo respeito aos Poderes Públicos e serviços públicos, inclusive medidas para a garantia dos mesmos.

Com a permissão e o aval do Supremo Tribunal Federal, que atou as mãos do Executivo Federal, em clara retaliação, no mínimo, ideológica, delegou os poderes para tratar da pandemia aos governadores e prefeitos, que, legislando por decretos, sem necessidades de leis estaduais ou municipais, terminaram com direitos básicos, como ir e vir.

No entanto, o Ministério Público tomou uma decisão: fechou os olhos, tapou os ouvidos, e se escondeu no porão de casa.

Vimos um Ministério Público que se preocupava em trancar mais ainda quem já estava com problemas econômicos. Quem sabe os membros do Ministério Público não lembram que as pessoas comuns precisam trabalhar de domingo a domingo para ganhar seu sustento, que não é uma remuneração polpuda na conta bancária, mas sim um valor que pode ser de centavos no dia?

Acontecendo diversos absurdos, como policiais e guardas municipais destruindo direitos individuais, espancando pessoas em praias e praças, soldando portas de lojas… enfim, o Ministério Público pediu demissão do trabalho, mas não do salário, desligou as luzes e foi para casa aproveitar a quarentena vip, com queijos, vinhos e patês. Ou iFood mesmo.

No entanto, vimos o Ministério Público atuar para proteger as pessoas sim. Ações judiciais e administrativas foram propostas para questionar o porquê de certos prefeitos não decretarem lockdown! O Ministério Público usou seu poder e influência para aumentar, e não diminuir, a violação aos direitos individuais e coletivos. Vimos este órgão público agir para trancar pessoas, e não libertá-las.

Os operadores do direito são um produto de seu meio. No Direito se estudam certas teses de “transformação social” e “princípios acima das leis”, em que num ambiente difuso e gasoso, não se encontram regras concretas nas quais a população pode se sustentar. Assim, o povo dá mais valor às regras imutáveis da Bíblia do que numa lei que pode não apenas ser alterada do dia para noite, mas que tem interpretação volúvel, conforme o sabor do momento.

Este mesmo Ministério Público, ao se demitir do trabalho, esqueceu quem paga seu salário. O contribuinte. Se este contribuinte decidir parar de pagar impostos, num ato de desobediência civil, o Ministério Público ficará sem salário, e vai precisar dar muita aula em cursinho preparatório para se sustentar e pagar seu iFood. A arrogância precede a queda.

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O pedido de demissão do Ministério Público
Foto: Divulgação

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Consórcio ABC entrega insumos hospitalares para Rio Grande da Serra

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC realizou a entrega nesta segunda-feira (3/5) 76 mil insumos hospitalares a Rio Grande da Serra. A ajuda ao município, em caráter emergencial devido à pandemia, foi aprovada em assembleia extraordinária do colegiado de prefeitos.

Os insumos incluem testes rápidos de Covid-19, tubos para coleta, máscaras cirúrgicas com tripla camada e máscaras modelo N95, além de luvas de procedimentos, totalizando aproximadamente R$ 100 mil.

Representando o presidente do Consórcio ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, o secretário-executivo da entidade regional, Acacio Miranda, acompanhou a entrega dos insumos ao prefeito de Rio Grande da Serra, Claudinho da Geladeira, na UBS Central.

“Há mais de um ano, desde o início da pandemia, o Consórcio ABC tem atuado para planejar e desenvolver estratégias conjuntas com as sete prefeituras no enfrentamento do coronavírus. É um trabalho que ressalta a importância da regionalidade no Grande ABC”, afirmou Acacio Miranda.

O prefeito Claudinho agradeceu o Consórcio ABC pela viabilização da iniciativa. “Esses insumos chegam em boa hora para nossa Saúde e serão de grande valia no combate à pandemia, reforçando nossas UBS, UPA 24 e demais unidades de saúde. Hoje, que é coincidentemente aniversário de nossa cidade, nossa população ganha mais esse grande presente”, celebrou o prefeito.

Fotos: Divulgação/PMRGS

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Consórcio ABC entrega insumos hospitalares para Rio Grande da Serra
Foto: Divulgação

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Hospital da Mulher de Santo André realiza parto de emergência em paciente intubada com Covid-19

O Hospital da Mulher Maria José dos Santos Stein, responsável por realizar cerca de 350 partos por mês, foi palco de uma história de nascimento e renascimento. Isso porque o local é referência para gestantes infectadas pela Covid-19, recebendo pacientes encaminhadas pelas unidades de saúde ou por demanda espontânea. Uma das gestantes que recebe assistência no equipamento é Roneide Rosa, que foi submetida a um procedimento de parto de cesárea de emergência, enquanto estava como paciente e intubada na unidade e recebeu alta da UTI na última terça-feira (27).

“O bom resultado do nosso trabalho no Hospital da Mulher é consequência do comprometimento e profissionalismo de toda equipe, a qual faço um agradecimento especial. A paciente Roneide teve todo o suporte terapêutico necessário durante sua internação e isto foi fundamental para sua  evolução e cura”, comentou a superintende do hospital, Rosana Pereira Madeira Grasso.

Mesmo com todos os cuidados e seguindo os protocolos sanitários, aos sete meses de gestação, Roneide de Alcântara Rosa, de 39 anos, contraiu o coronavírus. Falando pausadamente e com traços de cansaço, resquícios da enfermidade causada pela Covid-19, a moradora da Vila Humaitá relatou que realizava o pré-natal na policlínica do bairro, mas quando comunicou que havia contraído o vírus, foi direcionada ao Hospital da Mulher.

No dia 8 de abril, após sentir muita falta de ar, ela procurou o hospital para receber medicação, no entanto, o resultado do exame de imagem indicou comprometimento pulmonar e houve a necessidade de internação. Com quadro agravado, foi feita a transferência para UTI e, posteriormente, a intubação. “A minha reação não foi das melhores. Eu não aceitava, bateu o desespero. Eu nunca havia sido intubada. Então a primeira coisa que eu perguntei para o médico foi se eu ia voltar (da intubação)”, lembrou.

De acordo com a médica intensivista, Katarine Coelho da Silva Santos, naquele momento não havia outra alternativa a não ser a intubação. “Ela tinha o pulmão muito comprometido e um caso agravado. Durante a intubação, houve momentos de melhora e de piora porque essa doença é muito incerta, todo dia é um dia ganho para a melhoria”, pontuou.

A decisão de realizar o parto de uma paciente com esse quadro clínico é feita em equipe levando em conta vários fatores. “A partir do momento em que foi intubada ela necessitou de um aporte maior de medicação e isso poderia gerar um comprometimento para o bebê. A vigilância é feita minuto a minuto e de uma hora para a outra a decisão pode mudar. Tivemos, graças a Deus, um bom time para essa decisão”, explicou a médica ginecologista e obstetra do hospital, Andréia Cristina Mota Ferreira de Queiroz.

“Ela foi submetida a uma cesariana de urgência justamente por ter um comprometimento de vitalidade fetal, até pela condição materna que estava se deteriorando e isso estava gerando comprometimento para o feto. Foi de emergência e uma cirurgia muito rápida. Apesar da situação, o bebê nasceu em condições de prematuridade, mas já está se recuperando, ganhando peso e tudo está evoluindo bem”, completou.

Durante todo o processo a paciente é acompanhada por uma equipe multiprofissional composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e fisioterapeutas. 

A fisioterapia acompanha a pré-intubação para avaliar a necessidade e, durante esse fluxo, é responsável pelo processo de ventilação mecânica e de exames, acompanhando o paciente 24 horas. “Depois que a paciente apresenta uma melhora, avaliamos também a possibilidade da extubação e depois trabalhar na reabilitação, até que ela consiga sair do oxigênio. Você reabilita a parte motora e inicia a caminhada até o momento da alta”, comentou a fisioterapeuta Bianca de Abreu, que atua no hospital há 12 anos.

Durante os sete dias de intubação, Roneide recebeu o apoio e boas vibrações da equipe do hospital que, diariamente, passava mensagens de otimismo em seu ouvido. A enfermeira Regina de Fátima Souza foi uma delas. “Participar da evolução da Roneide foi ótimo, porque nem todo dia é bom. Alguns dias foram ruins, mas na hora que tiraram ela do tubo foi emocionante. Enquanto ela estava sedada eu brincava com ela falando ‘você tem que voltar para cuidar do seu filho’, e ela falou que lembrava da minha voz”, comentou a enfermeira.

“Eu estava com sete meses e quando voltei, passei a mão na minha barriga e senti a diferença. Já perguntei pelo meu bebê, mas a equipe me tranquilizou falando que o meu filho estava bem. A todo momento eu recebi essa assistência e me certificaram que o bebê estava bem. Quando acordei, fiquei uns quatro dias com o emocional muito abalado, eu chorava muito, mas fiquei muito feliz por sentir que eu tive uma segunda chance. Foi uma felicidade muito grande quando eu vi meu filho, me senti uma mãe de primeira viagem. Notei que ele é bem pequenininho, mas agora está pegando peso”, contou Roneide.

A alta da Unidade de Terapia Intensiva para a enfermaria foi realizada na última terça-feira (27) em meio a lágrimas e aplauso dos profissionais que seguravam placas trazendo mensagens de otimismo. O momento foi marcado pela música ‘Raridade’, tocada pela musicoterapeuta Camila Turco, que homenageou a paciente em formato voz e violão, acompanhada pelo coro dos demais profissionais do local.

Ao longo da pandemia, apesar de ter recebido pacientes que tiveram o quadro agravado, não foram registrados óbitos de mães ou bebês com Covid-19 no hospital. “Há sempre uma ansiedade e expectativa muito grande em casos como esse. É uma doença que gera medo e insegurança na família e no paciente. Além de ter comportamento diferente em cada pessoa. Na obstetrícia é uma peculiaridade. Felizmente, nesse um ano e meio de pandemia não tivemos nenhuma perda no hospital. Tivemos alguns casos graves, mas conseguimos obter o sucesso e isso nos dá muita paz no coração”, disse a médica ginecologista e obstetra do hospital, Andréia Cristina Mota Ferreira de Queiroz.

| Texto: Rafaela Mazarin
| Fotos: Angelo Baima/PSA

Parto de emergência em paciente intubada com Covid-19, em Santo André
Hospital da Mulher de Santo André realiza parto de emergência em paciente intubada com Covid-19

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MPs publicadas nesta quarta impactam diretamente as relações de trabalho

Com a economia ainda em oscilação por causa dos efeitos da pandemia de Covid-19, o Governo Federal publicou nesta quarta-feira (28) duas medidas provisórias que impactam diretamente na vida dos trabalhadores e nas rotinas das empresas no Brasil. As MP’s 1.045 e 1.046 tratam sobre as adequações na legislação trabalhista para a manutenção dos empregos. Os principais pontos, conforme destaca o advogado André Leonardo Couto, com mais de 25 anos de experiência, estão as alternativas que os empregadores terão para manter os funcionários, como a redução de jornada de trabalho, diminuição do salário, suspensão de contratos, assim como, o uso do teletrabalho, antecipação de feriados, banco de horas, concessão de férias antecipadas e outras medidas.

De acordo com a publicação, a MP 1.045 permitirá aos empresários reduzir a jornada e, consequentemente, os salários, ou suspender temporariamente os contratos de trabalhos. “Com isso, fica instituído o já conhecido BEM – Benefício Emergencial da Manutenção do Emprego e da Renda, que será custeado pelo Governo Federal. Na prática, trabalhadores enquadrados no programa e que tiverem alguma redução na remuneração, terão uma complementação de renda. Os suspensos terão direito a 100% do valor que receberiam no seguro-desemprego”, explica o advogado André Leonardo Couto.

O especialista adiciona que os empregadores devem ficar atentos. “É responsabilidade da empresa informar ao Ministério da Economia quais trabalhadores terão o contrato alterado, no prazo de dez dias, contados a partir da data da celebração do acordo. Caso ocorra algum atraso, o empregador ficará responsável pelo pagamento da remuneração no valor anterior à redução da jornada de trabalho e do salário ou à suspensão temporária do contrato de trabalho do empregado, inclusive dos respectivos encargos sociais e trabalhistas, até que a informação seja prestada corretamente”, destaca.

Já a MP 1.046 trata sobre algumas mudanças trabalhistas importantes. De acordo com o texto, a medida fica em vigor por 120 dias. “Voltamos a falar de teletrabalho, o que é muito pertinente para este período, pois contribui para as medidas de contenção à pandemia e oferece mais segurança para a saúde do empregado. A empresa pode alterar o regime de trabalho presencial para teletrabalho, trabalho remoto ou outro tipo de trabalho a distância, além de determinar o retorno ao regime de trabalho presencial, independentemente da existência de acordos individuais ou coletivos, dispensado o registro prévio da alteração no contrato individual de trabalho”, saliente André Leonardo Couto.

A nova medida provisória dispõe ainda sobre a possibilidade da antecipação das férias individuais, a concessão de férias coletivas, antecipação de feriados e a interrupção de jornada por meio de compensação no banco de horas. “Para que a empresa possa implementar estas ações, os empregados deverão ser notificados formalmente com antecedência mínima de 48 horas, de forma clara e objetiva. No caso dos feriados, o empregador deve, ainda, indicar expressamente quais datas serão aproveitadas. Com relação ao banco de horas, a compensação de tempo para recuperação do período interrompido poderá ser feita por meio da prorrogação de jornada em até duas horas, a qual não poderá exceder dez horas diárias, e poderá ser realizada aos finais de semana, claro, dentro da Consolidação das Leis do Trabalho”, explica o profissional do Direito.  

A MP 1.046 determina ainda a suspensão da obrigatoriedade de realização dos exames médicos ocupacionais, clínicos e complementares, exceto dos exames demissionais, dos trabalhadores que estejam em regime de teletrabalho, trabalho remoto ou trabalho a distância, pelo prazo de 120 dias. “Este é um ponto importante, pois, diante da crise de saúde, a empresa não poderá exigir que o seu funcionário faça os referidos exames, salvo no caso de dispensa”, aponta o advogado.

O que pode ser um alívio para o caixa das empresas é a suspensão da exigibilidade do recolhimento do FGTS, referente às competências de abril, maio, junho e julho de 2021, com vencimento em maio, junho, julho e agosto de 2021, respectivamente. Estes valores poderão ser parcelados em até quatro parcelas, sem juros e multa, com pagamento a partir de setembro. “Com certeza é uma forma de dar mais fôlego para as empresas. É necessário deixar claro que os empresários devem se programar, pois é apenas um adiamento dos pagamentos, que deverão ser honrados posteriormente. Chamo a atenção para este ponto, pois as dívidas podem se acumular e virar uma bola de neve até o final do ano”, alerta André Leonardo Couto.

Para o advogado André Leonardo Couto, da ALC Advogados, as MP´s poderão ser convertidas em lei em breve. “Considero estas ações muito importantes para o momento, pois ajudam a diminuir o impacto social desta crise sem precedentes que o país e o mundo estão enfrentando. Como a economia brasileira está fragilizada por causa da pandemia, a continuidade do que está sendo implementado agora pode ser necessária para além dos 120 dias previstos. Por isso, assim como aconteceu com as MP´s 936 e 927, que foram publicadas em março do ano de 2020, diante do cenário econômico e o consequente impacto nas relações trabalhistas, acredito que as MP’s 1.045 e 1.046 se tornarão leis”, opina o especialista. 

ALC Advogados

No mercado há mais de 10 anos, o escritório ALC Advogados é sediado na cidade de Pedro Leopoldo, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com atuação e vários cases de sucesso, o negócio, que tem à frente o advogado André Leonardo Couto, trabalha principalmente nas áreas do Direito do Trabalho, Cível e Imobiliária, com clientes em diversos Estados. Em 2020, o negócio passou a integrar o grupo empresarial ALC Group.

Siga no Instagram @alcescritorio: www.instagram.com/alcescritorio 

Site: https://andrecoutoadv.com.br/

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MPs publicadas nesta quarta impactam diretamente as relações de trabalho
Advogado André Leonardo Couto. Foto: ALC/Divulgação

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Ponto de vacinação drive-thru contra covid no Atrium Shopping

Santo André passa a contar no próximo sábado (24) com um novo ponto de vacinação contra a Covid-19 em formato drive-thru, no Atrium Shopping, na Vila Homero Thon. Este será o quinto local da cidade a receber estrutura para que os munícipes possam ser imunizados sem precisar sair do carro.

“Mais um drive-thru aberto para otimizar a vacinação em Santo André. Continuamos buscando por mais doses, ampliando e antecipando a vacinação dos públicos prioritários para garantir proteção e cuidado com a nossa gente. A estrutura de mais um local de vacinação, desta vez no Atrium Shopping, nos garante manter com agilidade e eficiência a imunização contra a Covid-19”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

Assim como nos outros drive-thrus, é necessário realizar agendamento no site psa.santoandre.br/vacinacovid. A vacinação no Atrium terá início com aplicação de primeira dose em munícipes com 64 anos e profissionais da educação básica com idade superior a 47 anos. 

O Atrium Shopping fica na rua Giovanni Battista Pirelli, 155. O acesso ao drive se dá pela avenida Alexandre de Gusmão, s/nº, no estacionamento do piso G2. Nos dias 24 e 25 de abril, o funcionamento terá início as 8h com horário estendido até as 19h.

“Este é um momento de pensar no coletivo e ajudar no que estiver ao nosso alcance para que a vacinação ocorra de forma organizada e no menor tempo possível. Por isso, ser um dos pontos de vacinação da cidade é uma satisfação para nós”, afirmou a gerente geral do Atrium Shopping, Vanessa Nery.

Os outro quatro drive-thrus da cidade ficam no Paço Municipal (Praça IV Centenário, no Centro), Craisa (acesso no portão 5 pela rua Varsóvia, em Santa Teresinha), Estádio Bruno Daniel (localizado na rua 24 de Maio, na Vila América) e Grand Plaza Shopping (Avenida Industrial, 600, com acesso pelo portão do Centro Empresarial). Todos funcionarão das 8h às 19h até 25 de abril e das 8h às 17h após esta data.

64 anos – A vacinação contra a Covid-19 para munícipes com 64 anos terá início nesta quinta-feira (22) em Santo André. O munícipe deve acessar o site psa.santoandre.br/vacinacovid e verificar data, horário e local disponíveis para fazer o agendamento.

Além dos drive-thrus, o morador tem a opção de agendar a vacinação em uma das nove unidades de saúde da cidade que estão realizando imunização contra o coronavírus: USF Dr. Moyses Fucs, Centro de Saúde Escola, USF Vila Guiomar, USF Jardim Alvorada, USF Cidade São Jorge, USF Vila Luzita, USF Parque Miami, USF Cipreste e USF Recreio da Borda do Campo. Aos finais de semana não é preciso fazer agendamento para ser vacinado nestes locais.

No ponto de vacinação, é obrigatório apresentar documento de identidade e comprovante de residência. Pacientes que estejam passando por tratamento oncológico devem levar, além dos documentos pessoais, uma carta de liberação médica.

No caso de munícipes acamados, a vacina é aplicada em domicílio, com base no cadastro que cada paciente tem nas unidades de saúde. Para esclarecer dúvidas e obter outras informações sobre o cadastramento, além do portal da Prefeitura de Santo André, há também o telefone 0800-4848004.

Solidariedade – O Fundo Social de Solidariedade, presidido voluntariamente pela primeira-dama, Ana Carolina Barreto Serra, está recebendo doações. Quem for se vacinar pode levar 1 kg de alimento não perecível para doar nos drive-thrus. Os itens irão para o Banco de Alimentos, que por sua vez entregará para as famílias de maior vulnerabilidade.

Com informações da Prefeitura de Santo André.

Ponto de vacinação drive-thru contra covid no Atrium Shopping
Atrium Shopping – Foto: Helber Aggio/PSA

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Teste com material da saliva é aliado no combate à pandemia

Na semana em que o Estado de São Paulo atinge índices ainda mais preocupantes de Covid 19, o Grupo Sabin soma forças à batalha contra a pandemia e anuncia uma novidade que pode ajudar a minimizar os impactos da crise sanitária. O exame RT-PCR, teste com material da saliva, coleta apenas uma amostra da 2mL de saliva do paciente.

O exame feito em saliva tem aprovação das autoridades sanitárias e são fundamentais para o diagnóstico mais rápido e preciso, o que contribui na redução de índices da doença. “Detectar a presença do vírus em tempo ágil pode ser definitivo na decisão clínica de isolar o paciente e, assim, evitar a propagação do vírus”, explica o Médico Patologista Clínico e Gestor do Grupo Sabin, Dr. Alex Galoro.

O especialista explica que no PCR em saliva é aplicada a mesma técnica do RT-PCR tradicional, onde o material a ser analisado é recolhido por uma haste flexível nas narinas. “O teste RT-PCR com coleta pela via nasal pode gerar algum desconforto em pacientes, principalmente idosos e crianças e o teste feito na saliva surge como uma alternativa mais viável para este público”, explica.

Teste com material da saliva é aliado no combate à pandemia
Foto: Divulgação.

Indicado para pacientes sintomáticos e assintomáticos, o exame não provoca desconforto e pode ser realizado entre o 1º e 7º dia após o início dos sintomas. “Pacientes com exposição comprovada ao vírus, por exemplo, devem esperar no mínimo 5 dias após contato com um possível infectado”. O médico orienta também que para o exame não há nenhum indicativo de preparo prévio, como jejum.

Simples, seguro e indolor, o exame entra para o portfólio do Grupo Sabin, que hoje conta com mais de 3.500 serviços de saúde e já está disponível nas cidades de Franca, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Osasco e Campinas.

Para conhecer mais, acesse: http://www.sabin.com.br

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Santo André amplia horário dos pontos de vacinação drive-thru

A Prefeitura de Santo André amplia o horário de funcionamento de todos os pontos de vacinação drive-thru da cidade. Os quatro locais, que normalmente realizam imunização das 8h às 17h, passarão a funcionar das 8h às 19h até o dia 25 de abril.

A medida entra em vigor na próxima quinta-feira (22) nos drive-thrus do Paço Municipal, Craisa e Grand Plaza Shopping. No Estádio Bruno José Daniel o novo horário começou a funcionar nesta segunda-feira (19).

“Ampliamos o horário de atendimento até as 19h nos drives da cidade. Só hoje, no Bruno Daniel, foram vacinadas cerca de 1.200 pessoas. Já ultrapassamos 115 mil andreenses imunizados, cerca de 15% da população. E à medida que chegarem mais doses, seguiremos antecipando e ampliando a vacinação”, afirmou o prefeito Paulo Serra, que acompanhou nesta segunda-feira a imunização de idosos com mais de 65 anos no Estádio Bruno José Daniel.

Somente nesta segunda foram vacinadas 3.723 pessoas na cidade, sendo 1.176 no Estádio Bruno Daniel, 1.109 no Paço Municipal, 727 no Grand Plaza e 711 na Craisa.

Para receber a imunização, o munícipe precisa realizar agendamento no site psa.santoandre.br/vacinacovid. A partir do cadastro são indicados local, data e horário para a vacinação.

No ponto de vacinação é necessário apresentar documento de identidade e comprovante de residência. Pacientes que estejam passando por tratamento oncológico devem levar, além dos documentos pessoais, uma carta de liberação médica.

Os quatro pontos de vacinação drive-thru estão localizados nos seguintes endereços: Craisa (acesso no portão 5 pela rua Varsóvia, em Santa Teresinha), Estádio Bruno Daniel (localizado na rua 24 de Maio, na Vila América), estacionamento do Paço Municipal (Praça IV Centenário – Centro) e estacionamento do Grand Plaza Shopping (Avenida Industrial, 600, com acesso pelo portão do Centro Empresarial).

Segundo a Secretaria de Saúde, mesmo após a vacinação é necessário manter os protocolos sanitários com a higienização das mãos, distanciamento social e utilização de máscara. Para esclarecer dúvidas e obter outras informações sobre o cadastramento, além do portal da Prefeitura de Santo André, há também o telefone 0800-4848004.

Solidariedade – O Fundo Social de Solidariedade, presidido voluntariamente pela primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra, está recebendo doações. Quem for se vacinar pode levar 1 kg de alimento não perecível para doar nos drive-thrus. Os alimentos irão para o Banco de Alimentos, que por sua vez entregará para as famílias de maior vulnerabilidade social da cidade.

Com informações da Prefeitura de Santo André

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Santo André amplia horário dos pontos de vacinação drive-thru
Fotos: Helber Aggio/PSA

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Alimentos saudáveis dispararam na pandemia; setor lucrou 100 bi

O consumo de alimentos saudáveis, que já vinha registrando um crescimento, dispararam com a chegada da pandemia no último ano. Em 2020, as vendas desses alimentos – que incluem de produtos sem glúten ou com menor teor de sódio a orgânicos certificados – atingiram R$100 bilhões no país, segundo a consultoria inglesa Euromonitor Internacional. O número é considerado a maior cifra para essa categoria desde 2006, quando esse segmento de alimentos começou a ser monitorado pela consultoria. Em relação a 2019, o avanço foi de 3,5%.

A preocupação com o consumo também  foi constatada em outra pesquisa que ouviu cerca de mil pessoas. Desse número, 78% disseram estar mais atentas à alimentação e à saúde, e 53% afirmaram buscar informação sobre a função dos alimentos. A pesquisa foi realizada pela RG Nutri em parceria com a Tech Fit, empresa líder em aplicativos de saúde e self-care no Brasil.

De olho nesse mercado, diversas empresas expandiram a sua oferta de produtos para atender essa demanda. “O nosso primeiro lançamento ocorreu em 2014 com a bebida Original, única no mercado com apenas dois ingredientes, sem glúten, sem lactose e zero colesterol. De lá para cá, sentimos a necessidade de expandir os sabores e, hoje, estamos com nove sabores no mercado, sem contar com a linha que lançamos recentemente para as crianças”, lembra Rodrigo Carvalho, sócio da A Tal da Castanha.

Foto: Divulgação

Neste ano as crianças foram contempladas com um lançamento de uma bebida totalmente vegetal pensada para complementar a alimentação infantil. O Mini nos sabores de Chocolate, Morango, Baunilha e Maçã & Banana não envolve nada de origem animal, aditivos artificiais e muito menos uma lista de ingredientes extensa. Um copo de 200ml da bebida, contém nutrientes essenciais para o desenvolvimento infantil, como cálcio, ferro, zinco, proteínas e fibras. De proteínas temos exatamente 3 gramas, provenientes da castanha de caju e da fava.

Apesar do momento econômico, a empresa continua crescendo e trabalha para expandir ainda mais a oferta de produtos. A marca faturou 45 milhões de reais em 2020 — e espera quase dobrar esse resultado, com projeção de fechar 2021 faturando 85 milhões de reais.

Alimentos saudáveis dispararam na pandemia
Foto: Divulgação

Sobre A Tal da Castanha: 

A Tal da Castanha é uma marca genuinamente brasileira que utiliza em sua composição apenas ingredientes de origem natural e vegetal. A marca combina excelência e inovação para trazer ao mercado brasileiro uma linha inédita de produtos que inclui bebidas vegetais, pastas e snacks. A filosofia da marca é pautada em pureza e simplicidade, quanto menos ingredientes, melhor. Líder no segmento, os produtos A Tal da Castanha são distribuídos nos melhores mercados do país. A Tal da Castanha é uma referência entre as marcas clean label do Brasil e faz parte da seleta lista de empresas B, um grupo global de organizações comprometidas com a geração de impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.

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Curaçao adiciona teste de antígeno local aos requisitos de entrada

A partir de 20 de abril, os visitantes de Curaçao oriundos de países de alto risco, que não foram diagnosticados com COVID-19 anteriormente, são obrigados a fazer um teste de antígeno em um laboratório local no terceiro dia de sua estadia.

Curaçao está se concentrando, atualmente, na redução do número de casos COVID-19 na ilha. Simultaneamente, as autoridades locais continuam seus esforços para manter o destino seguro para todos os visitantes e a comunidade local. A obrigatoriedade de realização do teste de antígeno no terceiro dia de internação é uma medida adicional em decorrência desses esforços.

O teste de antígeno exigido do terceiro dia é solicitado para todos os viajantes que entram em Curaçao e é adicional ao teste de PCR obrigatório. O teste PCR COVID-19 deve ser realizado em até 72 horas antes da partida em um laboratório credenciado.

Marcar uma consulta para o teste de antígeno é uma etapa integrada para se registrar com sucesso no Cartão de Localização do Passageiro (Passenger Locator Card). Esta é a última etapa do processo de registro em dicardcuracao.com . Os viajantes podem escolher entre vários laboratórios locais.

Inclusive, o site dicardcuracao.com permite que todos os visitantes completem o Cartão de Imigração Digital, preencham o Cartão de Localização de Passageiros (PLC) dentro de 48 horas antes da partida e carreguem o resultado negativo do teste PCR COVID-19 antes da viagem.

Visite dicardcuracao.com para obter mais informações.

Sobre Curaçao: Ao escolher um destino no Caribe, é fácil pensar que uma ilha é igual a outra. Mas com mais de 35 praias, um patrimônio diversificado com 55 culturas diferentes, uma atitude de “viva e deixe viver” e uma arquitetura tradicional europeia incomparável, Curaçao, no Sul do Caribe, se diferencia do resto como uma ilha a ser explorada. Seus ambientes a tornam o lugar perfeito para relaxar. Um destino onde os todos podem recarregar o fôlego desses tempos agitados.

Praia típica de Curaçao vista do alto
Eduardo Gato
Praia típica de Curaçao vista do alto Eduardo Gato

Ideal para curiosidades insaciáveis, é o cenário perfeito para todos os tipos de viajantes: aventureiros, forasteiros de praia, mergulhadores, aficcionados por história, epicuristas ou exploradores modernos da cidade. Willemstad,Patrimônio Mundial da UNESCO é uma joia rara no Caribe, tem mais do que merecer o título. De todas as coisas interessantes para fazer, a capital em si pode oferecer a experiência mais única em todo o Caribe. A ancestralidade colonial holandesa da cidade é evidente a cada passo e que não é encontrada em nenhum outro lugar fora da Holanda. Os visitantes podem continuar mergulhar e fazer snorkel em mais de 80 locais de mergulho ao redor da ilha ou degustar uma ampla variedade de cafés nas calçadas, restaurantes gourmet, lanchonetes e mercados locais. Um Caribe perfeito para quem procura o calor de férias tropicais com um toque europeu, cultura, culinária deliciosa e história, Curaçao é uma ilha caribenha onde você pode realmente se sentir livre, com todo o espaço de que precisa agora. Sinta Você Mesmo!

Como posso me manter atualizado com as opções de viagem mais recentes? Regularmente as informações de viagem são atualizadas em curacao.com. Localmente, a ilha criou o “Dushi Stay App” que permite aos visitantes se manterem atualizados com as últimas informações quando estiverem em Curaçao. Também contém todo o tipo de conteúdo sobre as medidas que foram tomadas e os protocolos aos quais as empresas aderem localmente. O app está disponível no Google Play e App Store. Isso faz parte do programa “A Dushi Stay, the Healthy Way”, no qual o governo e os empresários trabalham juntos para manter as viagens a Curaçao seguras. Para saber mais sobre Curaçao, visite www.curacao.com, ou através das redes sociais nos seguintes canais: Facebook: CuracaoBrasil, Instagram: @VisiteCuracao, e TikTok: @curacaotb

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SP oferece linha de crédito emergencial para setor cultural

Para apoiar as micro e pequenas empresas dos setores mais afetados pela pandemia, o Governo do Estado de São Paulo anunciou diversas ações e parcerias em prol dos empreendedores. Entre as medidas está a linha emergencial com condições especiais pelo Banco do Povo, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado. Entre beneficiados com crédito emergencial está o setor Cultural, além da Economia Criativa.

Estão disponíveis R$ 50 milhões em microcrédito para capital de giro com taxas de juros de 0% a 0,35% ao mês, com carência de seis meses e prazo de pagamento de até 36 meses.

“A pandemia de coronavírus deve causar uma perda de R$34,5 bilhões para o setor cultural e criativo de São Paulo, impactando cerca de 500 mil postos de trabalho. Com essas ações do governador João Doria para mitigar a crise e estimular o setor, acreditamos que a recuperação se dê a partir do próximo ano”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa Sérgio Sá Leitão.

Linha emergencial
A linha emergencial atende diversos setores compostos de empreendedores formais (inclusive MEI, ME, EPP, LTDA e EIRELI), que não tenham restrições de crédito junto ao SERASA e que realizaram cursos dos programas Empreenda Rápido ou Empreenda Mulher. Não é necessário apresentar avalista.

Os empreendedores podem solicitar as linhas de crédito de forma totalmente online pelo site www.bancodopovo.sp.gov.br e da Desenvolve SP:www.desenvolvesp.com.br, onde é possível verificar mais detalhes.

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SP oferece linha de crédito emergencial para setor cultural
Foto: Divulgação

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Vendas caem 30% durante a fase emergencial do plano São Paulo

A fase emergencial do Plano São Paulo iniciou em 15 de março e foi até dia 11 deste mês, com medidas mais restritivas. Durante o período, o comércio permaneceu fechado em todo o estado. De acordo com um levantamento realizado pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo), como resultado das recomendações, as vendas caem na fase emergencial do plano São Paulo, em cerca de 30% para o setor.

“A fase emergencial trará impactos significativos para o balanço trimestral do varejo. A queda de 30% no volume de vendas é alarmante. Reforçamos que é preciso manter a economia minimamente ativa, pois sem apoio financeiro, os estabelecimentos não conseguem se manter”, explica o presidente da FCDLESP, Mauricio Stainoff.

Segundo o levantamento realizado pela entidade, com a participação das principais CDLs do Estado de São Paulo, além da queda significativa, o comércio de rua foi o mais afetado pela nova fase do Plano São Paulo. Para os lojistas, os estabelecimentos estão mais adaptados à realidade da pandemia, mas ressaltam que, a instabilidade do Plano São Paulo e a falta de planejamento prévio impactam diretamente as vendas do varejo. 

Cenário atual 

Mesmo com baixa expectativa de vendas, cerca de 9 em cada 10 comerciantes participantes da pesquisa, acreditam que o Take away – serviço de retirada do pedido no estabelecimento e o retorno do auxílio emergencial amenizam o impacto negativo no volume de vendas. “Em tempos de total fechamento, é preciso manter a opção de retirada no produto ou pedido no balcão do estabelecimento, isso estimula o consumidor. Esperamos que a volta do auxílio emergencial traga um equilíbrio para esse cenário”, ressalta Stainoff.

No período da fase emergencial, os empresários relatam que o e-commerce apresentou o melhor desempenho. Sem a possibilidade de realizar as compras em lojas físicas, os consumidores optaram por manter o consumo pelo ambiente digital. Além disso, para o varejo, a Páscoa deste ano não apresentou resultados positivos. Apenas supermercados e lojas do segmento de chocolate apresentaram um bom desempenho nas vendas.

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Vendas caem na fase emergencial
Maurício Stainoff, presidente da FCDLESP
Divulgação

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Festa clandestina na Zona Norte de SP encerrada por fiscalização

Vigilância Sanitária Estadual realizou 12 autuações na madrugada deste domingo (18) na capital, além de festa clandestina na Zona Norte

A fiscalização do Comitê de Blitze do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo durante a madrugada deste domingo (18) resultou na interrupção de uma festa clandestina na Vila Maria, na zona norte da capital. No local, cerca de 100 pessoas estavam aglomeradas e, em sua maioria, não utilizavam máscara de proteção facial.

Os responsáveis pelo evento foram encaminhados para o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) para elaboração de termo circunstanciado. Na operação, foram apreendidos equipamentos de som, quatro máquinas de cartão de crédito e um veículo com as caixas de som usadas no evento.

Equipes da Polícia Civil e Militar participaram da ação em apoio ao trabalho da Vigilância Sanitária Estadual, Procon e demais órgãos de fiscalização a fim de garantir o cumprimento das determinações estabelecidas pelo Plano São Paulo.

Entre o sábado (17) e madrugada de domingo (18), a Polícia Militar atuou de forma preventiva na capital, litoral e interior em 34 ações de apoio à Vigilância Sanitária e 4.338 dispersões, flagrando 607 pontos de aglomeração em todo o Estado. Mais de 42 mil veículos foram vistoriados e 97 pessoas foram presas, sendo que 59 eram procuradas pela Justiça.

No mesmo período, a Vigilância Sanitária Estadual inspecionou 19 estabelecimentos na capital. A equipe realizou 12 autuações, entre elas, a festa clandestina na Vila Maria, uma barbearia no bairro Imirim, duas lojas de decoração em Pinheiros e oito restaurantes e similares. Todos os estabelecimentos comerciais autuados estavam operando com atendimento presencial. Os bairros inspecionados foram Pinheiros, Vila Mariana, Jabaquara, Imirim, Campo Belo, Vila Olímpia, Lapa, Itaim, Santa Cecília, Bela Vista e Vila Maria.

Desde o início do toque de restrição, em 26 de fevereiro, a PM realizou 4.925 mil operações em todo o Estado. No total, 5.757 mil pessoas foram presas, sendo 3.813 mil procurados pela Justiça. Até 11 de abril, o Procon realizou 7.765 mil fiscalizações com 473 autuações.

Comitê de Blitze

Criado no dia 12 de março, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, o Comitê de Blitze tem como objetivo reforçar as fiscalizações e o cumprimento das medidas restritivas do Plano São Paulo e evitar a propagação do coronavírus.

Integram o Comitê agentes da Guarda Civil Metropolitana e da Covisa (Coordenadoria da Vigilância Sanitária) pela Prefeitura de São Paulo. Pelo Governo do Estado, atuam profissionais da Vigilância Sanitária, Procon e das Polícias Civil e Militar.

Qualquer pessoa pode denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais pelo telefone 0800-771-3541 e também no site www.procon.sp.gov.br ou pelo e-mail secretarias@cvs.saude.sp.gov.br, do Centro de Vigilância Sanitária.

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Festa clandestina na Zona Norte de SP encerrada por fiscalização
Foto: Divulgação

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Está difícil ler na pandemia? Está. Para quase todo mundo

Jorge Alexandre Moreira é o autor de “Está Difícil ler na pandemia?…”

Quando essa confusão de Covid começou, no meio de todo o medo e a ansiedade, um pensamento brotou, automático: “bom, pelo menos vou colocar a leitura em dia”.

Mas, os meses passaram e aquele clássico não saiu da estante. Aquele livro chegou pelo correio e fez um tour pela casa, mas você não passou do capítulo 2.

Calma, você não está sozinho. Alguns poucos têm mantido o hábito da leitura, mas quase todo mundo tem enfrentado sérias dificuldades. Vamos tentar entender o que está acontecendo e, depois, pensar em algumas estratégias.

A questão principal, que tem interferido na concentração e nos hábitos de leitura de quase todo mundo, é a ansiedade. É difícil definir o que é ansiedade e a partir de que ponto ela se torna patológica, pois as pessoas lidam com ela de formas muito diferentes e sofrem efeitos muito distintos.

O que podemos dizer, com razoável segurança, é que ansiedade tem a ver com incerteza. Ao contrário do medo, que acaba na hora em que a fonte do medo se vai, a ansiedade permanece, justamente porque não se enxerga o perigo com clareza e não se sabe se ele acabou.

E se o problema é a incerteza, é difícil imaginar tempos mais incertos do que esses em que estamos vivendo. Não sabemos se nós ou as pessoas que amamos ficarão doentes e nem quais serão as consequências, se isso acontecer. Não sabemos até quando isso vai durar. Não sabemos nem ao certo o que está acontecendo, pois as informações que nos chegam são desencontradas e são entregues por meio de smartphones projetados para nos viciar.

Você ainda queria estar lendo? Se não estiver usando algum “tarja preta”, você é privilegiado. Então, tudo bem, relaxe. Você tem desculpas e elas são boas. Agora vamos ver algumas formas de atacá-las:

* Você já está lendo – a primeira coisa a se dar conta é que você lê muito. O dia inteiro, na verdade. Seu problema não é quantidade de leitura, é qualidade e foco. Lute contra o desejo de se atualizar. Não é tão importante assim e só aumenta sua ansiedade. Se você não quer ou não pode se alienar, pelo menos, determine horários e os respeite. Só leia as notícias depois de certa hora ou se atualize uma única vez por dia. 

* Leia por prazer e cuidado com os projetos megalomaníacos – quantas páginas você lê por dia? Quantos livros lê por ano? Esqueça. Ninguém está ligando para isso. Abandone os grandes projetos. Leia coisas que instiguem sua curiosidade e que te deem prazer. Esqueça o post que você vai fazer no Instagram quando terminar aquele livro. Ah, você já fez um post quando começou a leitura e agora ela não está fluindo mais? Libere-se. Largue. Sem cerimônia. É ruim parar de ler um livro no meio, mas é muito pior ficar agarrado num livro que você não quer mais por sabe-se lá quanto tempo. Leia por você, para você e lembre-se disso.

* Prefira ficção – talvez você consiga relaxar enquanto aprende alguma coisa, mas a maioria das pessoas já está com tarefas demais. Dê preferência a um lazer que mantenha sua mente ativa.

* Leve o livro para todo canto – se há a mais vaga possibilidade de enfrentar uma fila ou algum tipo de espera, leve o livro. A leitura de ficção pede conexão constante com o texto, a trama e os personagens. Se você ler 15 minutinhos que sejam, manterá seu interesse vivo.

* Foque nos livros finos e contos – Ajude-se. Deixe “Guerra e Paz” e outros gigantes para outra época. Ou outra vida.

* Tente, mas, se mesmo assim, não der, seja gentil consigo mesmo – vivemos tempos complicados. Você achou que home-office era trabalhar em casa e descobriu que é morar no trabalho. Estamos perdendo coisas e pessoas a torto e a direito. Não torne algo que deveria ser prazeroso em mais uma razão de ansiedade.

Está difícil ler na pandemia? Está. Para quase todo mundo
Jorge Alexandre Moreira, autor de “Está difícil ler na pandemia? Está. Para quase todo mundo”. Foto de Flávia Freitas

Sobre o autor

Jorge Alexandre Moreira lançou seu primeiro livro em 2003, quando quase ninguém falava em literatura de terror independente no Brasil. Escuridão, um romance ambientado na Amazônia, tem um conflito entre Brasil e EUA como pano de fundo e foi considerado por diversos sites como um dos melhores livros de terror já publicados no Brasil. Uma temática atual e, ao mesmo tempo, atemporal.

Leitor voraz desde os primórdios da infância, é devoto de Stephen King, Clive Barker, Rubem Fonseca e Jorge Amado. Em 2018, lançou Parada Rápida, um thriller sobre o desaparecimento de uma mulher em um posto de gasolina, durante uma viagem. Parada Rápida tem mais de 2000 downloads na Amazon e nota 4,5 na avaliação dos leitores.

Participou do Ghost Story Challenge e das antologias Confinados e Numa Floresta Sombria e, este ano, lançou Numezu, que já está sendo consagrado pela crítica e pelos leitores do gênero. Jorge vive e escreve no Rio de Janeiro, com sua esposa Luana e seu cachorro louco, Galeto.

Mais informações:

https://www.jorgealexandremoreira.com.br/ | jamoreiraescritor@gmail.com

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Está difícil ler na pandemia? Está. Para quase todo mundo.

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Os crimes no BBB da pandemia

Francisco Gomes Júnior é autor de “Os crimes no BBB da pandemia”.

A cada edição do BBB (Big Brother Brasil) os recordes de audiência são quebrados, o sucesso sempre aumenta, junto com o desafio da direção do programa em gestar a próxima edição com mais êxito ainda.

A edição atual tornou-se líder de audiência por alguns fatores inesperados e outros não programados, segundo se pode apurar das declarações de seu diretor geral, Boninho e do apresentador Tiago Leifert. 

O primeiro fator que explica a ampliação de público desta edição está na triste pandemia que vivemos e que dá às classes mais abastadas a condição de permanecerem em casa, em home office. Isso faz com que essa elite assista o programa como nunca e repercuta os acontecimentos em todas as mídias tradicionais e sociais. O BBB é o assunto mais comentado do Twitter em dias de prova de liderança, votação e eliminação no paredão. 

Repercute em todas as redes sociais, com milhões de seguidores na torcida pelos participantes e inclusive com medição de popularidade através do ganho ou da perda de fãs nas plataformas como Instagram.

A esse fator inicial soma-se a escolha e performance do “elenco” atual de participantes. De início, evidenciou-se a abertura de um maior espaço para militâncias de várias frentes e uma diversidade de pessoas representadas pelos arquétipos escolhidos. E o que deu certo são as reviravoltas do que se esperava.

Os participantes “militantes” de quem se esperava um discurso de empatia mostraram uma face desconhecida, surtada e que transformou a primeira leva de vilões. Do ponto de vista jurídico, tivemos injúrias raciais, falta de tolerância religiosa, falas discriminatórias de pessoas nascidas em determinada região, dentre outros fatos que não podem ser tomados como bons exemplos. Mas há a máxima de que se trata de um jogo e uma vez acabado ou com o participante eliminado, esquece-se tudo e segue a vida.

Nos últimos anos as autoridades policiais não pensaram assim. Várias investigações e inquéritos policiais foram abertos (alguns ainda em andamento) para apurar condutas cometidas dentro da casa. Não há na lei brasileira a permissão para que uma conduta deixe de ser crime quando cometida em determinado ambiente. Crime é crime em qualquer lugar e mesmo nesta edição investigação para apurar intolerância religiosa foi iniciada.

Mas nesse primeiro momento, mocinhos se transformaram em vilões e prováveis vilões e aqueles que com fala rústica e uma cultura machista de formação poderiam ser vilões foram mais ponderados. Como dizem que o jogo reflete, de certa forma, as tensões sociais, o jogo mostrou-se polarizado, com uma agressividade extrema e com muita falta de empatia em sua primeira parte.

Estamos na parte final e polêmicas ainda continuam existindo, como um comentário sobre determinado penteado, sobre termos politicamente incorretos etc. e o programa parece atento e buscando sempre evitar qualquer violação legal e ética. Mas em época de cancelamentos, qualquer conduta repercute fortemente aqui fora e produz danos à imagem.

E concluindo com outra observação jurídica, devem as torcidas e pessoas em geral ter cuidado com postagens nas redes sociais e outros meios. Pode-se torcer à vontade, destacar as virtudes de seu preferido ou as mancadas do adversário, mas não se pode ofender, fazer falsas acusações, enfim, não se pode denegrir a honra dos participantes ou seus familiares. Isso também é crime.

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Os crimes no BBB da pandemia
Francisco Gomes Jr.. Foto: Divulgação

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Home office na pandemia: Solucione problemas em uma crise

Uma das habilidades que ganhou mais destaque no Relatório ‘Futuro do Trabalho’, veja as 5 dicas para simplificar o desenvolvimento dessa habilidade no Home office na pandemia;

Todos temos alguns problemas complexos para resolver em algum momento da vida, e essa habilidade de resolução de problemas já era um atributo notável em profissionais antes mesmo da pandemia. Hoje, após um ano vivendo uma crise, o que não falta são desafios, enquanto rotina, estabilidade e segurança passaram a ser realidade cada vez mais rara na rotina profissional. Rebeca Toyama, especialista em estratégia de carreira, comenta sobre a ‘Resolução de Problemas Complexos’, uma habilidade que ganhou mais destaque no ranking de habilidades do relatório ‘Futuro do Trabalho’ do Fórum Econômico Mundial de 2021. A especialista traz ainda 5 dicas para descomplicar e desenvolver essa tão importante competência.

A pandemia de COVID-19 reforçou ainda mais a dimensão da competência em resolver problemas complexos, seja na esfera pública, privada ou pessoal. E quando não desenvolvida essa habilidade, as pessoas perante o problema geralmente expressam comportamentos como falta de coragem, soluções rápidas e não efetivas e até mesmo pode resultar na busca de um culpado ou acreditar que tudo está conspirando contra, tudo por não ter entendido a raiz do problema e pela influência das emoções.

Para a especialista em estratégia de carreira, a postura negativa que podemos desenvolver diante de um problema só acontece quando se ignora o conceito ‘lifelong learning’, o chamado aprendizado contínuo.

“Esse conceito nos mostra que a jornada de desenvolvimento nunca cessa, pois é por meio dela, que os profissionais conseguem preencher as lacunas para entender e resolver a complexidade de um problema. E para exemplificar melhor, precisamos entender que: o problema é formado por partes, e essa compreensão ajuda a dividir o problema em etapas menores e a mapear a solução. Além disso, é necessário ampliarmos a nossa compreensão sobre ele, e ainda compreender as causas e consequências, assim conseguiremos encontrar soluções mais efetivas e eficazes.”, explica Rebeca Toyama, especialista em estratégia de carreira.

A estratégia

Fugir e negar um problema não é o melhor caminho, pois sempre vão surgir mais desafios e normalmente novos problemas poderão aparecer, afinal todos estão em constante aprendizado, mas o segredo está no caminho para passar por esses obstáculos.

Diante de qualquer situação, pare e analise o contexto, pois o melhor procedimento para se resolver um problema complexo é utilizar uma estratégia onde se consegue definir, estruturar, priorizar questões, sintetizar os resultados e trazer a solução do problema.

A especialista ainda traz uma reflexão sobre o modo como nos posicionamos perante os problemas, pois são esses problemas que nos fazem observar algo relevante que, provavelmente, não estava dando a devida atenção. “Experimente observar seus problemas, tenho certeza de que você também fará descobertas incríveis e grandes aprendizados sobre a vida nesses momentos, como eu já tive. ”, finaliza Rebeca Toyama.

E para simplificar a habilidade de Resolução de Problemas Complexos no Home office na pandemia, confira as 5 dicas da especialista em estratégia de carreira, Rebeca Toyama.


1. Entenda como sua mente funciona, desenvolva um processo de raciocínio diagnóstico duplo, em que o sistema 1 (não analítico) interage com o sistema 2 (analítico);

2. Observe a influências de suas emoções, evitando diagnósticos rasos e soluções precipitadas que podem amplificar o problema;

3. Fique atento a sua postura perante o problema, evite bancar o herói, a vítima ou o justiceiro, isso apenas prolonga o problema;

4. Analise não apenas os impactos financeiro do problema ou da solução, custo emocional e a demanda de energia e tempo merecem ser consideradas;

5. Procure dar um significado positivo ao problema, por mais complexo e desconfortável que seja, você pode transformá-lo em aprendizado.

Sobre Rebeca Toyama

Rebeca Toyama é fundadora da ACI que integra competências e inteligências e transforma propósitos em carreiras e negócios. Especialista em estratégia de carreira e bem-estar financeiro. Possui formações em administração, marketing e tecnologia. Especialista e mestranda em psicologia. Atua há 20 anos como coach, mentora, palestrante, empreendedora e professora. Colaboradora do livro Tratado de psicologia transpessoal: perspectivas atuais em psicologia: Volume 2; Coaching Aceleração de Resultados e Coaching para Executivos. Integra o corpo docente da pós-graduação da ALUBRAT (Associação Luso-Brasileira de Transpessoal), da Universidade Fenabrave e do Instituto Filantropia.

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Home office na pandemia: Solucione problemas em uma crise
Rebeca Toyama. Foto: Divulgação

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Melhor foto do ano no Word Press Photo é de Ribeirão Pires

Uma imagem captada na Instituição de Longa Permanência de Idosos (ILPI) Viva Bem a Idade que Tem, de Ribeirão Pires, foi eleita a melhor do ano no concurso internacional Word Press Photo – um dos mais importantes do mundo. A foto, de autoria do dinamarquês Mads Nissen, registrou, em agosto de 2020, o primeiro abraço entre uma idosa e sua cuidadora após cinco meses do início da pandemia do coronavírus, permitido pela instalação da chamada “Cortina do Abraço”.

A fotografia foi publicada no jornal Politiken, da Dinamarca, em 28 de agosto de 2020. Além de ser eleita a melhor foto do ano, a imagem, intitulada “The First Embrace” (O Primeiro Abraço), também ganhou o primeiro lugar na categoria de Notícias Gerais. Na imagem, Rosa Luzia Lunardi, 85 anos, abraça a enfermeira Adriana Silva da Costa Souza.

Desde agosto do último ano, o fotógrafo Mads Nissen mantém contato com a instituição Viva Bem. A equipe foi informada pelo dinamarquês sobre as etapas do concurso e, inclusive, acompanhou ao vivo a votação da etapa final da premiação. “Ficamos muito felizes. Estamos transbordando de alegria. Diante de tanta tristeza pela pandemia, é muito bom ver uma iniciativa que deu certo e rendeu bons frutos”, disse a coordenadora da entidade e assistente social, Elza Gordo Martins.

Os juízes do concurso promovido pela Word Press Photo avaliaram mais de 74 mil imagens de 4.315 fotógrafos para a seleção dos vencedores em oito diferentes categorias.

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Melhor foto do ano no Word Press Photo é de Ribeirão Pires
Foot: Mads Nissen

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Grande ABC: 500 mil doses de vacinas contra Covid-19

O Grande ABC já aplicou mais de 500 mil doses de vacinas contra Covid-19, conforme dados divulgados pelas prefeituras por meio das secretarias municipais de Saúde.

Até esta quinta-feira (15/4), 346.914 pessoas receberam a primeira dose da vacina. A segunda dose do imunizante já foi aplicada em 162.454 pessoas, totalizando 509.368 doses aplicadas na região.

As sete cidades do Grande ABC iniciaram a imunização contra o novo coronavírus em 19 de janeiro, data em que a região recebeu as primeiras doses da Coronavac, vacina desenvolvida conjuntamente pelo Instituto Butantan e pelo laboratório Sinovac. Ainda em janeiro, no dia 26, as sete cidades começaram a receber doses da vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório britânico Astrazeneca.

O cronograma de vacinação foi definido pelos prefeitos da região, que se reuniram em assembleia extraordinária do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, conforme os grupos prioritários da Saúde e demais indicados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A vacinação em cada um dos municípios do Grande ABC está ocorrendo conforme o número de doses recebido individualmente pelas prefeituras, que realizam a imunização de acordo com suas particularidades e também fazem o controle em relação à aplicação da segunda dose.

O presidente do Consórcio ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, afirmou que a adesão dos moradores pela vacinação tem feito a diferença e destacou os esforços dos sete municípios para disponibilizar mais doses para os moradores da região.

“Queríamos proteger toda nossa população, mas a quantidade de doses disponíveis ainda é insuficiente. De acordo com a quantidade de doses que já recebemos, estamos fazendo uma vacinação rápida e eficiente. Também estamos trabalhando incansavelmente para avançar nas negociações para ampliar a vacinação no Grande ABC”, afirmou Paulo Serra.

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Grande ABC: 500 mil doses de vacinas contra Covid-19
Foto: Alex Cavanha/PSA

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A pandemia e a insegurança alimentar

Fernando Rizzolo é o autor de “A pandemia e a insegurança alimentar”

Não há nada neste mundo que humilhe e desespere mais uma pessoa do que a percepção da fome se aproximando. Entre todas as tragédias da humanidade, a fome, a miséria e o desalento formam uma tríade que acaba despersonalizando o ideal de sobrevivência, mormente quando o provedor familiar se vê impotente mediante a realidade econômica de prover sua família.

O grande choque ideológico com a chegada da direita, extrema direita ou “liberais” ao poder, no Brasil, foi o pouco alcance de medidas eficazes sobre os efeitos da pandemia na vida dos mais pobres. Do ponto de vista sanitário, tentou-se o negacionismo, bem como as “terapias alternativas” como forma de socorrer os infectados. Uma arriscada medida que se baseou em uma receita dos EUA chancelada pelo ex-presidente Donald Trump e implementada aqui no Brasil, violando e contrariando conceitos científicos que recusavam essa “terapia cloroquínica”.

Tal situação levou o Brasil a um desdobramento da pandemia que foi muito mais mortífero entre pessoas negras do que entre as brancas no estado de São Paulo ao longo de 2020 – até por ser este, do ponto de vista alimentar, um grupo muito mais carente. Morreram 46,7 mil pessoas em decorrência dessa doença no território paulista segundo um estudo da Vital Strategies com apoio do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento.

Isso corrobora aquilo que prevíamos, ou seja, em São Paulo, em que 40% da população é negra (preta ou parda), em virtude de um racismo estrutural, o número de mortes entre essa população aumentou em 25%, enquanto entre a população branca o aumento foi de 11,5%. Muito embora esses dados sirvam apenas para sublinhar um recorte da miséria que assola todas as etnias, afinal, no Brasil, mais de 125,6 milhões de pessoas não se alimentam como deveriam ou já anteriormente avistavam problemas futuros com a pandemia de coronavírus no tocante à segurança alimentar, segundo estudo da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha. O estudo também demonstra que 31,7% disseram ter insegurança alimentar leve, 12,7% disseram ter insegurança moderada e 15% demonstraram insegurança grave (fome propriamente dita).

Nesse quadro, o Nordeste apresenta situação mais grave, pois a insegurança alimentar atinge 73,1% das pessoas, a região Norte apresenta com 67,7%, a Centro-Oeste aparece com 54,6% e o Sudeste com 53%. A região com melhor situação é o Sul, com 51,6%, o que tampouco representa um cenário favorável, pois, do ponto de vista estatístico, mais da metade dos lares apresentam insegurança. É interessante notar que todos diminuíram em 44% o consumo de carne e 41% o de frutas.

Isto posto, a condição epidemiológica da população está mais vulnerável, quer por questões não só do aumento da miséria como pelas condições raciais, que se somam ao contexto do desemprego generalizado e das poucas contrapartidas do governo federal no sentido de salvaguardar uma renda mínima digna, e que tampouco foi provedor no auxílio a pequenos e microempresários, que tiveram seus negócios fechados. Hoje o trabalhador tem duas opções: ou fica em casa sofrendo com a fome ou se expõe à procura de um emprego, arriscando-se em aglomerações que muitas vezes o acabam infectando.

O atraso nas demandas de contenção da pandemia por parte do governo federal é mais uma faceta da sombria condição de vulnerabilidade social, em que o fogão a gás foi trocado pelo fogão a lenha, pois pagar R$ 100,00 (cem reais) pelo bujão de gás significa muito para quem está sem condições verdadeiras de levar uma vida digna.

Fernando Rizzolo é advogado, jornalista, mestre em Direitos Fundamentais.

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A pandemia e a insegurança alimentar

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Aumento da População de Moradores de Rua na pandemia

Dr Marcelo Válio é autor de ‘Aumento da População de Moradores de Rua na pandemia’

Conforme o CENSO 2019 da Prefeitura da Cidade de São Paulo, a população de rua na cidade saltou de 15.905, em 2015, para 24.344 em 2019. Aumento de 53% no período.

Contudo a meu ver, o critério da época para o CENSO foi deficitário e número real deve ser ainda maior, face o deslocamento e dinâmica dos moradores de rua, que se espalham pela cidade como um todo. Veja-se como exemplo o bairro do Campo Belo, mais precisamente nos arredores da Avenida Roberto Marinho.

Com a pandemia, infelizmente houve um crescente dos moradores de rua, e essa situação é notória e flagrante junto a Praça da Sé e a Faculdade de Direito do Largo São Francisco da USP.

Anteriormente as causas típicas eram crise econômica, desemprego, renda, conflitos familiares, moradia, saúde, migração, saída do sistema penitenciário e uso abusivo de álcool e drogas.

Hoje, além desses fatores, a Pandemia da COVID 19 foi fatal para esse enorme aumento. Famílias tiveram que deixar suas casas diante da falta de condições em pagar seus alugueis, e um novo perfil de moradores de rua nasceu.

O Ipea estimou, em estudo publicado em março de 2020, que o número de pessoas em situação de rua chegou a 222 mil. Esse novo perfil de morador de rua revela que eram trabalhadores simples e humildes, com filhos em escolas municipais e estaduais, e que se sustentavam com seus mínimos rendimentos, gerando anteriormente uma mínima condição digna de vida.

Contudo, muitos agora estão em situação indigna e de pobreza extrema. E o acolhimento municipal que já era precário, agora é ainda maior. Não houve um mínimo de coordenação nacional para uma resposta de acolhimento para essas pessoas durante a pandemia.

As medidas de acolhimento urgente na Pandemia não foram diferentes das épocas sem Pandemia. A invisibilidade social da população em situação de rua é notória.
Faltou e falta política de urgência na vigilância em saúde e socioassistencial da população de rua em plena Pandemia.

Os invisíveis continuam invisíveis e agora são muito mais discriminados pois a sociedade já parte da idéia que estão infectados pelo vírus da COVID 19. Isso fez com que as atitudes solidárias diminuíssem também. Muitos que levavam comida e roupas aos moradores de rua deixaram de praticar sua solidariedade por medo.

Nesses casos, é o Poder Público que deve dar uma resposta imediata e urgente, pois o problema social pode se agravar, com risco de cumulação de um surto de COVID junto a essa sofrida população.

Recordo-me, quando tinha escritório na Rua Senador Paulo Egídio, de inúmeras conversas com adolescentes e adultos de rua. Lecionava também em uma Universidade na XV de Novembro e acabei ajudando muitos moradores com simples conversas.

A atenção e uma mínima palavra já era uma ajuda. Muitas vezes comprava marmitas e doava roupas. Muitos se tornaram amigos. Entretanto, os problemas de subsistência desta população ganharam maior evidência na PANDEMIA.

Diante da gravidade e de calamidade pública junto a essa população, é minha obrigação reiterar que os moradores de rua são sujeitos de direto, com direitos garantidos em lei.

Pandemia e Aumento da População de Moradores de Rua

Todo morador na rua têm direitos fundamentais que devem ser respeitados, implementados e efetivados. Tem direito à vida com saúde, trabalho, educação, segurança, moradia, assistência social e lazer.

Tratar o ser humano morador de rua sem o devido respeito aos seus mínimos direitos, é no mínimo ferir o princípio da dignidade da pessoa humana. As pessoas de rua têm o direito de ficar nos espaços públicos e são livres para estarem nesses locais, não podendo ser desrespeitadas no seu direito de ir, vir e permanecer.

Têm direito a uma moradia digna e participar de programas especiais de moradia através de habitação popular federal, estadual e municipal. Outrossim é direito também desta numerosa população, o social de exercício de qualquer tipo de trabalho, ofício ou profissão, atendimento a saúde adequada, a alimentação digna, a educação, ao lazer e ao esporte.

Assim, indispensável uma atuação forte do Ministério Público e da Defensoria Pública para a tutela desta sofrida população.

Sobre o professor pós doutor Marcelo Válio: graduado em 2001 PUC/SP, Marcelo Válio é especialista em direito constitucional pela ESDC, especialista em direito público pela EPD/SP, mestre em direito do trabalho pela PUC/SP, doutor em filosofia do direito pela UBA (Argentina), doutor em direito pela FADISP, pós doutor em direito pelo Universidade de Messina (Itália) e pós doutorando em direito pela Universidade de Salamanca (Espanha), e é referência nacional na área do direito dos vulneráveis (pessoas com deficiência, autistas, síndrome de down, doenças raras, burnout, idosos e doentes).

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Aumento da População de Moradores de Rua na pandemia
Dr° Marcelo Válio. Foto:
Divulgação

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Santo André suspende cobrança de aluguel em Paranapiacaba

Medida, voltada apenas para quem depende do comércio e turismo na Vila, da prefeitura de Santo André em que suspende cobrança de aluguel, será válida enquanto estabelecimentos e Parque Nascentes estiverem fechados por causa da pandemia

A Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, suspendeu a exigência de pagamento de locações de imóveis em Paranapiacaba para quem depende do comércio e do turismo local.

A decisão foi tomada diante da necessidade expressada por moradores e empreendedores da Vila, afetados pelo fechamento do comércio e do Parque Municipal Nascentes de Paranapiacaba, que estão com as atividades interrompidas por causa da pandemia de Covid-19.

“Nossos esforços para garantir dignidade e segurança para a nossa gente são contínuos. Por isso, assim como no ano passado, vamos suspender a cobrança de aluguéis para ajudar os moradores e comerciantes da Vila de Paranapiacaba neste momento mais agudo da pandemia. Uma medida protetiva, até que possamos retomar atividades econômicas”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

A suspensão será válida enquanto tais atividades não estiverem autorizadas a funcionar. Os aluguéis poderão ser renegociados em momento posterior e pagos em até 18 meses.

Desta forma, a Prefeitura atende a uma solicitação feita por entidades que representam os moradores e empreendedores da Vila, que nesta semana se reuniram com integrantes da Secretaria de Meio Ambiente para avaliar ações preventivas e medidas de enfrentamento à pandemia.

O encontro foi realizado nesta terça-feira (13), com a presença do secretário de Meio Ambiente, Fabio Picarelli, da representante da sociedade civil, Val Matos, além de representantes da Associação de Moradores e Empreendedores de Paranapiacaba (AMEP), Associação de Moradores e Empreendedores de Paranapiacaba (AMA) e União Serrana de Comerciantes e Prestadores de Serviços de Paranapiacaba (USCPP).

“Todas as medidas que adotamos no auge da primeira onda surtiram o efeito desejado. Basta notar que nenhuma morte por Covid foi registrada até o momento em Paranapiacaba. Agora, diante do agravamento da pandemia,  é muito importante repetir as medidas bem sucedidas que foram tomadas, em especial as de apoio aos moradores e empresários. Estamos atentos e sensíveis às necessidades locais ”, disse o secretário de Meio Ambiente, Fabio Picarelli.

A Prefeitura seguirá adotando medidas de apoio aos moradores e empreendedores de Paranapiacaba, e continuará reforçando o combate à Covid-19 na Vila, por meio de ações de prevenção e desinfecção.

“Vamos seguir fazendo tudo o que for necessário para continuarmos com zero mortes por Covid-19 na Vila“, frisou Picarelli.

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Santo André suspende cobrança de aluguel em Paranapiacaba
Paranapiacaba. Foto: Alex Cavanha/PSA

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Comerciantes do Riacho Grande se unem pela própria sobrevivência

Comerciantes do setor de bares, restaurantes e motéis do Riacho Grande, subdistrito de São Bernardo, estão unidos em prol da própria sobrevivência. O grupo está mobilizado e quer sensibilizar os governantes sobre a difícil situação pela qual estão passando e alertar que se as medidas não forem tomadas, vão falir! Eles alegam que querem apenas trabalhar, adotando todos os protocolos de saúde e segurança, para tentar recuperar os seus estabelecimentos.

O setor foi duramente afetado pelos impactos provocados pela crise em função da pandemia. Além de terem ficado fechados por longo tempo, os que permanecem no mercado ainda estão em fase restritiva de funcionamento e alertam que lhes restam pouco tempo de vida, caso a situação persista. Sem faturamento, os empresários não conseguem manter os custos com aluguel, impostos e funcionários.    

Os estabelecimentos, que estão dentro da área de jurisdição do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC), representam a luta e o alerta que vêm sendo defendidos pelo sindicato patronal. “Já lançamos a campanha Não Somos os Culpados, Queremos Trabalhar para levar ao conhecimento de toda a sociedade a situação desse setor e que também impacta a vida de outras pessoas e famílias, pois se trata de um segmento importante na economia, gera emprego e renda. Não é possível que não seremos ouvidos”, ressalta o presidente do Sehal, Beto Moreira.

Outro fato que dobra a agonia dos empresários locais é o fato de o distrito ser ponto turístico.  Por conta da situação, muitas atrações tiveram que ser fechadas, o que diminuiu o movimento e circulação de pessoas, já que pela tradição, após as visitas, os turistas encerravam o passeio com almoço ou lanche no centro do Riacho.  “Essa ausência de turistas, tanto das cidades vizinhas, quanto de outras localidades e ainda os que estão de passagem, também afeta os motéis, que sentiram o movimento despencar com a crise”, acrescenta Beto.

Por isso, os empresários, a maioria de pequeno porte, tem se reunido frequentemente para buscar saídas. Já fizeram uma carreata até o Paço Municipal de São Bernardo do Campo e agora planejam um novo movimento, previsto para 15 de abril, desta vez incluindo também um panelaço.

Expectativa x realidade – Sandra Lopes, dona do Melos Café e Bistrot, restaurante que fica em um dos principais pontos de passagem no Riacho, na Estrada do Rio Acima, conta que já demitiu quatro funcionários. Antes, eram seis. “Estamos com muitas dificuldades, operando com 5% da capacidade, quase pagando para trabalhar, e sem condições de arcar com todo o orçamento. Temos que reabrir para voltar a trabalhar”, sugere.

Comerciantes do Riacho Grande se unem pela própria sobrevivência
Comerciantes do Riacho Grande: Sandra Lopes. Foto: Davi Bonfim

A empresária, tradicional comerciante de outro ramo de atividade, abriu o estabelecimento em agosto do ano passado, ainda na pandemia. “Tivemos a coragem de investir em um local onde conhecemos, já temos tradição, e na época acreditávamos que a situação iria mudar. Na verdade, fomos enganados com dados camuflados, pois a crise nunca melhorou. Precisamos de ajuda porque não dá para aguentar mais um mês”, revela.

Na atual fase vermelha do Plano São Paulo, medida do Governo do Estado lançada para evitar a propagação do novo coronavírus, voltou a permissão para o take away (retirada no local), sistema que representa o mínimo em vendas no seu estabelecimento, e também o delivery, modalidade em que ela não tinha normalmente. “Tanto um formato quanto o outro não é suficiente”, desabafa.

Quem também revela estar vivendo um pesadelo é Cassia Nascimento, dona do bar Carne e Cachaça, no centro do distrito. Ela e o marido, Fábio Reche, têm na atividade, a principal fonte de renda. “O nosso foco é o horário noturno, antes com música ao vivo e shows, atrações e tipo de atendimento que dependem dos clientes presencialmente. Mas, as pessoas não saem de casa e as vendas por retirada ou delivery são poucas. Na verdade, são amigos e clientes fiéis que estão nos ajudando. Não temos faturamento, já estamos trazendo dinheiro de casa, retirando o pouco que resta da poupança para nos mantermos abertos”, afirma.

Cássia e Fábio tocam o negócio sozinhos. “Tivemos que demitir os únicos dois funcionários”. O jeito foi fazer um malabarismo com as finanças e reorganizar o estoque de mercadorias no ponto comercial, que também é alugado. Segundo Cássia, o bar, que tem expertise em variedade de bebidas nacionais e importadas, agora trabalha com o mínimo em quantidade. “Nossos freezers estão quase vazios porque não temos condições de comprar. Quanto mais compramos aumenta nosso poder de negociação com o fornecedor. Só que não é isso que estamos conseguindo”, lamenta.

Comerciantes do Riacho Grande: Cássia Nascimento. Foto: Davi Bonfim.

Para Cássia, a maior angústia é não ver uma luz no fim do túnel. “Estamos desesperados. Temos uma família e não temos de onde tirar nosso sustento e seguimos empurrando com a barriga sem saber o que ainda vai acontecer. A culpa não é nossa”, afirmou. De acordo com a empresária, a fiscalização, que é frequente nos estabelecimentos locais, deveria ser mais intensa nas proximidades onde atuam os clandestinos. “Somos prejudicados por uns poucos, enquanto nós que trabalhamos corretamente somos impedidos de trabalhar”.

O Sehal segue na luta para ajudar o setor a se reerguer, fornece todas as informações necessárias para os empresários neste momento de dificuldade e de dúvidas sobre como proceder diante de tantas imposições e restrições para o funcionamento dos seus estabelecimentos. Como representante legal da categoria, cobra ações efetivas do poder público. E ainda coloca seu departamento jurídico, formado por profissionais especializados, à disposição dos seus associados.

Inclusive, protocolou ofício na Prefeitura de São Bernardo e no Consórcio Intermunicipal (reúne as sete prefeituras) reivindicando a abertura de bares e restaurantes no horário do almoço, entre 12h e 16h para atendimento, e mais uma hora, até 17h, para a organização, serviços de limpeza e encerramento das atividades. “Ainda estamos aguardando a resposta das prefeituras e esperamos contar com a sensibilidade dos representantes públicos”, finaliza Beto Moreira.

 Sobre o Sehal

Fundado em 12 de julho de 1943, o sindicato é uma entidade sem fins lucrativos e tem como objetivo apoiar os empresários reciclando conhecimento em várias áreas. Representa cerca de oito mil estabelecimentos na Região do Grande ABC. Fornece apoio com profissionais renomados nas áreas jurídicas, sanitária, organizacional, parceria com escolas e faculdades, além de lutar pela simplificação da burocracia nos âmbitos municipal, estadual e federal com redução dos impostos e ainda contribuir para a qualificação dos empresários e trabalhadores.

Oferece ainda cursos gratuitos ou com condições especiais para associados e ministrados por professores altamente qualificados, em salas de aula equipadas com datashow, cozinha completa com utensílios e insumos para as aulas práticas. É também considerado um dos sindicatos patronais mais atuantes do Brasil em razão das diversas conquistas e expansão no número de associados.

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Comerciantes do Riacho Grande se unem pela própria sobrevivência
Comerciantes do Riacho Grande: Comércios fechados. Foto: Davi Bonfim

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Vacinação contra COVID-19 para idosos a partir de 60 anos em SP

Todos os idosos do Estado já tem início da imunização definido; mais 2,24 milhões de pessoas passam a integrar os públicos da campanha de vacinação contra covid-19

O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (14) a ampliação da campanha de vacinação contra COVID-19, que agora vai alcançar integralmente todos os idosos do Estadão de São Paulo, com o cronograma definido para pessoas na faixa etária de 60 a 64 anos.

“A vacinação dependerá da entrega da vacina Astrazeneca da Fiocruz. A Fiocruz informou o Governo do Estado de SP, os governadores e o Ministério da Saúde sobre a entrega da vacina. Essas pessoas nessas faixas etárias serão vacinadas majoritariamente com a vacina da Fiocruz, mas também com a vacina do Butantan”, afirmou o Governador.

O novo grupo totaliza 2,24 milhões de pessoas, incluindo 840 mil com 63 e 64 anos, que poderão receber a primeira dose a partir do dia 29 de abril. As demais 1,4 milhão de pessoas têm 60, 61 e 62 anos, com cronograma a partir de 6 de maio.

“Todas as pessoas que já completaram seu esquema vacinal, com duas doses, dentro do prazo de 21 a 28 dias, receberam a vacina do Butantan”, disse a coordenadora do Plano Estadual de Imunização (PEI), Regiane de Paula.

Desde segunda-feira (12), doses estão sendo aplicadas nos idosos com 67 anos. A partir da próxima quarta-feira (21), será a vez dos que têm 65 e 66 anos, totalizando mais 760 mil pessoas. Também em abril, o cronograma passou a incluir os idosos de 68 anos, profissionais da ativa das forças de Segurança e trabalhadores da Educação de escolas públicas e privadas a partir de 47 anos.

O Vacinômetro do Estado de São Paulo marcou, às 12h55 de hoje, 8.262.320 doses aplicadas, somando 5.787.906 de primeira dose e 2.474.414 da segunda, número que equivale ao total de pessoas que já completaram o esquema vacinal, incluindo os mais de 167,8 mil trabalhadores da Educação e 149,8 mil de Segurança que receberam doses até ontem (13).

Todas as pessoas que integram os públicos da campanha podem acessar o site Vacina Já ( vacinaja.sp.gov.br ) para confirmar o pré-cadastro. O preenchimento do formulário leva de um a três minutos e economiza até 90% do tempo de atendimento nos postos de vacinação. O pré-cadastro não é obrigatório, mas facilita o trabalho dos profissionais da saúde e beneficia a população atendida.

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Vacinação contra COVID-19 para idosos a partir de 60 anos em SP
Foto: Divulgação

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades

As principais dificuldades dos lojistas brasileiros em 2020 (e como resolvê-las em 2021) 

Por Henrique Carbonell *  

Não há dúvida de que o ano de 2020 foi desafiador para os lojistas brasileiros. Entretanto, falar que a pandemia da Covid-19 foi o principal problema do varejo chega a ser redundante. Claro, tanto o avanço de uma doença global quanto a necessidade de quarentena e isolamento social foram complicadores – mas esse problema afetou a todos, grandes e pequenos, independentemente da região ou segmento. O que cada empresário fez a partir disso é que determinou o sucesso, ou o fracasso, em 2020. Por conta disso, confira as principais dificuldades dos varejistas brasileiros no ano passado e saiba como evitá-las em 2021:

1 – Transformação digital  

A digitalização dos processos em si não é um problema – de fato, pode ser considerada a solução para muitas dificuldades. Porém, poucos varejistas estavam aptos para se movimentarem de uma hora para outra com a chegada do novo coronavírus. De repente, tudo aquilo que ele fazia de forma manual e/ou física precisou migrar para o ambiente virtual por meio de softwares, sistemas e dispositivos. A transformação digital é um processo sem volta no Brasil, e os empreendedores precisam se preparar para realizá-la de forma segura. A melhor dica é encontrar fornecedores que possam orientar e auxiliar as empresas a encontrarem soluções que realmente façam sentido ao negócio.  

2 – Omnichannel 

Simultaneamente à transformação digital iniciada às pressas a partir de março de 2020, os varejistas brasileiros também tiveram que lidar com o aspecto omnichannel do consumidor, tanto no relacionamento com a marca quanto nas relações de compra e venda. Até então, havia mais teoria do que prática no dia a dia do negócio, mas foi preciso incorporar (e integrar) diferentes canais utilizados pelas pessoas, como e-commerce, aplicativos de mensagens, redes sociais, entre tantos outros. Foi uma dificuldade manter a comunicação sem ruído com o cliente, mas a adoção de tecnologias já desenvolvidas nesse preceito e que potencializam a integração de canais pode reduzir qualquer risco.  

3 – Gestão de vendas  

De repente as lojas físicas também precisaram vender pela internet. O WhatsApp passou a ser um importante aliado dos vendedores para conversar com os clientes e até para ofertar produtos. Mas como organizar esse fluxo e estipular metas em um novo contexto? A gestão de vendas do varejo precisou se adaptar a essa realidade, seja na adoção de novas técnicas, seja na estrutura do trabalho a ser desenvolvido. Dessa forma, foi preciso capacitar os colaboradores durante a pandemia, corrigindo em tempo real possíveis questões que surgiam no dia a dia. Para evitar novos problemas, a saída é contar com uma plataforma integrada de gestão empresarial e financeira, capaz de extrair relatórios de vendas para análise dos gestores.  

4 – Logística  

Outro problema decorrente da digitalização imposta pela pandemia da Covid-19 é a logística de entrega dos produtos. Quem já estava acostumado a vender pela internet possuía o know-how necessário para dar conta de todas as demandas. Mas e os varejistas que precisaram montar às pressas seus canais de vendas? A grande maioria sofreu para conseguir entregar os pedidos nos prazos e nas condições desejadas pelos consumidores. Aqui, mais do que encontrar a melhor solução tecnológica voltada à logística, o recomendado é garantir que esse recurso esteja integrado às ferramentas de gestão, permitindo que todo o processo seja automatizado, da confirmação do pedido ao envio da mercadoria.  

5 – Conciliação de cartões  

Por fim, fazer a conciliação financeira das transações de cartões tornou-se uma missão ainda mais primordial para a gestão do pequeno e médio varejista. A prática é essencial por conferir os valores envolvidos em cada transação, incluindo o valor pago nas taxas de administração das máquinas e demais custos envolvidos. Sem um detalhamento específico, é comum a loja pagar mais do que deve. É como um conta-gotas: no mês nem se percebe a diferença, mas depois de um ano há um rombo considerável nas finanças. As melhores plataformas de gestão financeira completam essa tarefa de forma automática, permitindo até mesmo a recuperação dos valores pagos a mais.  

* Henrique Carbonell é sócio-fundador da F360°, empresa especializada em sistema de gestão financeira com conciliação automática de vendas por cartão para o pequeno e médio varejowww.f360.com.br– e-mail:f360@nbpress.com  

Sobre a F360° 

A F360° é uma startup com a missão de transformar a gestão de varejo de franquias e do pequeno e do médio varejista desenvolvendo a melhor ferramenta de gestão do Brasil. O objetivo é gerar eficiência operacional, evitar perdas financeiras aos seus usuários e potencializar as vendas. Desenvolvida por – e para – o varejista, a plataforma oferece, em uma única ferramenta, integração de todos os processos de gestão de uma franquia ou de pequeno e médio varejo. A empresa faz parte da HiPartners, um ecossistema de investimentos focado em empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento dentro do conceito de New Retail. Para saber mais, acesse https://www.f360.com.br/.  

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades
Lojistas Brasileiros: soluções

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Engajamento e resiliência dos trabalhadores, frente à pandemia

Pesquisa realizada pela ADP Research Institute, no fim de 2020, em 25 países em todo o mundo, incluindo o Brasil, mostrou como a COVID-19 influenciou o engajamento dos funcionários e sua resiliência no local dos trabalhadores. No estudo, o engajamento é definido como uma atitude positiva e dedicada em relação ao trabalho e ao empregador. Já a resiliência, é definida como a capacidade de resistir a condições desafiadoras no local e durante o trabalho. Foram entrevistados cerca de 27 mil colaboradores.

Globalmente, o envolvimento continua baixo. “Em comparação com outro estudo anterior, que realizamos em 2018, a porcentagem de funcionários totalmente envolvidos, diminuiu um ponto percentual. Hoje, 14% dos trabalhadores estão totalmente engajados. Arábia Saudita (21%), Índia (20%) e África do Sul (19%) lideram a pesquisa, já Coreia do Sul, Taiwan e China são os países com menor taxa de engajamento, com 6%, 8% e 8%, respectivamente . No Brasil, houve um ganho de 4% no engajamento dos trabalhadores, que subiu de 14% em 2018, para 18% em 2020”, pontua Mariane Guerra, vice-presidente de Recursos Humanos da ADP na América Latina.

No caso da resiliência, o índice também é baixo. Apenas 15% dos colaboradores em todo o mundo são altamente resilientes. Os países com maior porcentagem de funcionários altamente resilientes são: Índia (32%), Arábia Saudita (26%) e Emirados Árabes Unidos (24%), já os com a menor taxa são Taiwan, Suécia e Coreia do Sul, com 8% cada. No Brasil, a taxa de trabalhadores altamente resilientes, chegou à casa dos 16%, um a mais que a média global.

Resiliência e COVID-19

Para fim do estudo, os países foram divididos em três grupos: Alto impacto (Brasil, França, Itália, Espanha, Suécia, Inglaterra e Estados Unidos), Impacto moderado (Argentina, Canadá, Índia, Israel, México, Holanda, Rússia, Arábia Saudita e África do sul) e Baixo impacto (Austrália, China, Egito, Alemanha, Japão, Coréia do Sul, Cingapura, Taiwan e Emirados Árabes Unidos), com base em vários critérios relacionados com a COVID-19, nomeadamente casos médios por milhão, mortes médias por milhão e taxa de desemprego.

O fato de um país ter experimentado alto ou baixo impacto, não teve efeito estatisticamente significativo no engajamento ou resiliência no local de trabalho. A diferença entre eles foi de, no máximo, três pontos percentuais.

Experiência pessoal com o COVID-19

Enquanto os efeitos de nível macro em países não afetaram a resiliência e o engajamento, os efeitos de nível micro sim, porém na direção oposta do que se era esperado.

As pessoas que tiveram uma experiência pessoal com a COVID-19 demonstraram níveis muito mais elevados de resiliência. Esse nível variou bastante por país e tipo de trabalho: 61% dos egípcios e 51% dos brasileiros têm sido afetados pessoalmente, enquanto apenas 6% dos japoneses e 5% dos taiwaneses sentiram o efeito.

As mudanças no local de trabalho devido à pandemia, acabaram produzindo muitos efeitos secundários na economia e nas empresas. Entre as mudanças apontadas pelo estudo, podemos citar: maior uso de tecnologia, mais horas de trabalho, migração para o trabalho virtual, demissões (diminuição de salário ou de jornada), incentivo a tirar férias antecipadas, promoções colocadas em espera, entre outras. 

Segundo Mariane, a experiência de mudança  também influenciou nas expectativas das pessoas em relação ao futuro do trabalho. Quanto mais mudanças os trabalhadores experimentaram, maior a probabilidade de preverem que elas se tornariam permanentes. No geral, 97% dos trabalhadores experimentaram uma ou mais dessas mudanças. Nenhum país ficou abaixo dos 90% de seus trabalhadores passando por mudanças, como resultado do COVID-19.

Conclusão

O estudo do Engajamento assume novas dimensões e importância devido à pandemia da COVID-19. Foram quatro objetivos principais. Determinar o nível global de engajamento e de resiliência no local de trabalho, compreender os impulsionadores do envolvimento e resiliência no trabalho, além de capturar como as empresas mudaram em todo mundo e como, provavelmente, essas alterações permanecerão em suas vidas. 

Os níveis de engajamento e resiliência dos trabalhadores no local de trabalho permaneceram baixos, em relação ao levantamento anterior. Esses fenômenos são altamente relacionados, mas independentes. O mais surpreendente é que, a resiliência no local de trabalho aumenta com a experiência direta em relação ao COVID-19.

Essa descoberta tem implicações profundas para os gestores das empresas. As pessoas precisam de fatos, não de ilusões. A experiência da realidade e a gravidade do problema, ajudam a construir a resiliência no local de trabalho, fazendo com que as pessoas enfrentem seus medos, e utilizem toda a sua capacidade de superação.

Sobre a ADP (NASDAQ-ADP)

A companhia oferece produtos de ponta, serviços de alta qualidade e experiências excepcionais para que as pessoas alcancem o máximo potencial no trabalho. Os serviços e produtos da empresa para RH, Talento, Benefícios, Folha de Pagamento e Compliance são baseados em dados, mas desenhados para pessoas. Saiba mais em: https://www.adp.com.br.

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CPI da covid-19, caixa de pandora para prefeitos e governadores

Já pensou como seria uma CPI para prefeitos e governadores, sobre atuação destes na pandemia da covid-19? Estamos em uma guerra política e jurídica no bom sentido da coisa, vivemos tempos de instabilidade entre os poderes, imagina uma CPI onde seria uma caixa de pandora nas prefeituras e estados? A sociedade vai ficar perplexa com tantos valores gastos sem licitações e explicações plausíveis, acho que essa caixa da covid-19 seria 10 vezes maior que a de pandora.

O Supremo Tribunal Federal determinou a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a atuação do governo federal e eventuais omissões no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

A ordem para a instalação do que está sendo chamada de CPI da Covid partiu do ministro Luís Roberto Barroso, atendendo a um pedido protocolado na Corte por senadores.

Alessandro Vieira, do Cidadania do Sergipe, e Jorge Kajuru, do Cidadania de Goiás, apresentaram a ação judicial.

Ao todo, 31 senadores assinaram um pedido de criação da CPI, em 15 de janeiro, quatro a mais que os 27 exigidos pelo regimento do Senado.

Eles recorreram ao STF porque não foram atendidos por Rodrigo Pacheco, do DEM de Minas Gerais, que, como presidente do Senado, é o responsável por abrir o procedimento na Casa.

Ao mesmo tempo em que determinou a abertura da CPI no Senado, Barroso encaminhou o caso para ser analisado pelos demais ministros da Corte, em plenário.

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Ministro Luís Roberto Barroso durante sessão extraordinária do STF / Crédito: Carlos Moura/SCO/STF

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Banho da Esperança leva dignidade à pessoas em situação de rua

Empresas e cidadãos se unem para construir e doar trailes de banho a instituições que se dedicam a cuidar de pessoas em situação de rua. Confira sobre Banho da Esperança

Em 2020, em meio a pandemia, integrantes do Mitzvah Day Brasil aceitaram um desafio – arrecadar fundos para ajudar o projeto assistencial do padre Paulo Leandro da Silva, assessor da Pastoral do Povo de Rua em Guarulhos. O MItzvah Day é um projeto que existe há 11 anos em mais de 40 países e propõe que civis, independente da religião ou crença, ajudem sua comunidade da forma que puderem. Há três anos começou a ser realizado no Brasil.

O projeto Pastoral do Povo de Rua existe há 10 anos e promove ações diárias de doação de alimentos e, a cada dois meses, atendimentos de higiene pessoal como banhos, cabeleireiro, atendimento odontológico, etc, além de doação de roupas e afeto para pessoas em situação de rua. Até o momento, para realizar esta ação, o padre conta com a ajuda de um trailer emprestado.

Foi nesse contexto que surgiu a ONG Banho da Esperança visando captar recursos financeiros para construir e doar um trailer que permita ao padre Paulo executar seu projeto de forma contínua. Para isso, foram realizadas atividades como lives e vaquinhas online, além de contribuições e doações de artistas e da iniciativa pública e privada. Em abril deste ano, a parceria Banho da Esperança – Pastoral do Povo de Rua em Guarulhos comemora seu primeiro feito –  a doação de um trailer novinho com dois chuveiros, água quente, torneiras, espelhos e armários para o projeto.

Ao longo de 2020, juntos, Banho da Esperança e Pastoral buscaram e conseguiram o patrocínio da Bolsa dos Valores e da Quimatic/Tapmatic, além de apoiadores como a Lorenzetti, a CIP (Congregação Israelita Paulista) e civis de todo o País que juntos arrecadaram dinheiro e materiais para a construção do trailer, que já tem data para ser entregue.

No dia 11 de abril de 2021, será feita a entrega para a Pastoral do Povo da Rua em mais uma ação que pretende atender o máximo de pessoas em situação de rua. “É a realização de um sonho. Poder proporcionar aos nossos amigos essa oportunidade toda semana é sem dúvida a melhor notícia que tivemos em meio a tempos tão difíceis”, afirma padre Paulo.

Estarão presentes  Célia Parnes – Secretaria de desenvolvimento social do estado de São Paulo, Rabino Michel Schlesinger da Congregação Israelita Paulista,   Bispo diocesano de Guarulhos Dom Edmilson, Eliane Lorenzetti Bez Chleba – Presidente da Lorenzetti, Diretoria da Quimatic/Tapmatic e Ricardo Cabral – Presidente da Bolsa dos Valores.

Diante do bom resultado de 2020, a ONG Banho da Esperança já iniciou o cadastro de novas instituições que atuam com pessoas em situação de rua. O objetivo é, assim como fez com a pastoral de Guarulhos, contribuir com outros projetos em São Paulo e, em breve, em todo o País.

À frente do Banho da Esperança está a empresária Patricia Strebinger, que coordena todas as iniciativas junto com as diretoras Larissa Lopes e Desirée Suslick. Com o apoio de todos, a ONG pretende levar mais dignidade para a população em situação de rua distribuindo amor e afeto a quem mais precisa. “Queremos devolver à essas pessoas o amor próprio e a autoconfiança. Percebemos que quando eles se olham no espelho limpos e higienizados, conseguem se enxergar e ter mais esperança de dias melhores”, afirma Patricia.

A ONG já está em busca de novos apoiadores e patrocinadores para a construção de mais trailers de banho, com melhorias como a inclusão de baias para banho de pets, pois, afinal dignidade é um direito de todos.

Quer conhecer e contribuir? Acesse: https://www.banhodaesperanca.com.br/

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Banho da Esperança

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Terceiro Dia D de vacinação em Diadema contra a Covid-19

As 20 UBS estarão abertas das 8h às 16h para atender os idosos de 68 anos ou mais e também os trabalhadores da Educação que já receberam o QRCode de confirmação do cadastro. Confira sobre o terceiro Dia D de vacinação em Diadema

Neste sábado (10/4), a Prefeitura de Diadema, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), promove o terceiro Dia D de vacinação contra a Covid-19. O intuito é aplicar as segundas doses da Coronavac em idosos que possuem entre 75 e 76 anos (e que tomaram as doses no primeiro Dia D realizado em 13/03), e também em idosos acima de 68 anos que ainda precisam completar o esquema vacinal, seja tomando a primeira dose ou, a segunda dose, respeitando a data de retorno anotado no cartão de vacina.

A vacinação vai acontecer simultaneamente, das 8h às 16h, nas 20 Unidades Básicas de Saúde e não será necessário realizar cadastro ou agendamento. Para tomar a vacina o idoso deverá apresentar um documento pessoal com foto e comprovante de endereço.

Neste sábado (10), às 8h30, o Prefeito José de Filippi Júnior, acompanha a vacinação na UBS Casa Grande, localizada na Rua Mem de Sá, 280.

Para garantir a segurança dos profissionais da saúde e do próprio munícipe, a recomendação é que o idoso siga os protocolos sanitárias como uso de máscara e vá acompanhado de, no máximo, um acompanhante para evitar aglomerações.

Também nesse sábado (10), as equipes de Estratégia Saúde da Família farão busca ativa nos domicílios para vacinar aqueles munícipes que já deveriam ter sido vacinados e, por algum tipo de limitação de saúde ou dificuldade de locomoção, ainda não conseguiram ser imunizados.Para essa ação a Secretaria de Saúde vai receber apoio de outras Secretarias, que cederam veículos e motoristas para apoiar a campanha de imunização, assim como vouchers doadas pela empresa de mobilidade urbana 99 (CONFIRA AQUI https://consorcioabc.sp.gov.br/noticia/4780/99-doa-cinco-mil-corridas-ao-consorcio-abc-para-campanha-de-vacinacao-nas-sete-cidades)  

Antecipação da vacinação nos profissionais da Educação

Outra boa notícia é que a SMS decidiu antecipar para esse sábado (10), o início da imunização dos trabalhadores da Educaçãocom idade a partir de 47 anos que atuem em escolas da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, tanto das redes estadual, federal, municipal e privada do município.

Poderão ser imunizados profissionais que atuem nas escolas com funções como auxiliares de serviços gerais, cuidador ou intérprete de libras, diretor de escola, faxineira, inspetor de alunos, merendeira, assistente de alfabetização (monitor), professor coordenador pedagógico, professor de Educação Básica (Ensino Fundamental – anos iniciais e anos finais), professor de Educação Básica (Ensino Médio), professor de Educação Básica (Educação infantil), secretário de escola, supervisor de ensino, vice-diretor de escola.

Para esse público é necessário fazer um cadastro prévio que passará por análise e, se validado, o profissional receberá em seu e-mail o comprovante Vacina Já Educação.(SAIBA MAIS SOBRE O CADASTRO AQUIhttp://www.diadema.sp.gov.br/covid/26461-profissionais-da-educacao-que-atuem-em-diadema-ja-podem-se-cadastrar-para-receber-vacina-contra-a-covid-19?highlight=WyJlZHVjYWNhbyIsIidlZHVjYVx1MDBlN1x1MDBlM28iXQ==).No momento da vacinação, o profissional deverá apresentar o Comprovante Vacina Já Educação, documento de identificação com foto e CPF para conferência dos dados pelo profissional de saúde. Caso o usuário não apresente o Comprovante Vacina Já Educação ou o seu número de CPF não conste no Comprovante apresentado, não poderá ser imunizado.

Trabalhadores da saúde

Desde o dia 5 de abril, Diadema está vacinando os Trabalhadores de Saúde com a primeira dose de forma descentralizada nas 20 Unidades Básicas de Saúde (SAIBA MAIS AQUI http://www.diadema.sp.gov.br/covid/26453-diadema-amplia-vacinacao-dos-trabalhadores-da-saude) e não mais só no Quarteirão da Saúde (as 2ª doses da vacinação dos trabalhadores de saúde, cuja D1 foi realizada no Quarteirão da Saúde, serão realizadas pela Vigilância à Saúde no mesmo local, conforme calendário já previsto. Somente as novas doses serão realizadas pelas UBS).

É importante lembrar que, neste momento, apenas os trabalhadores que estejam na ativa e que estejam atuando em serviços de saúde (humana) deverão ser vacinados; os veterinários de clínicas animais e/ou pet shop deverão aguardar novas orientações. A mesma regra vale para os educadores físicos que atuam em outros serviços que não seja equipamento de saúde, como academias. 

Ressaltamos que os acadêmicos da área da saúde serão vacinados a partir do momento em que iniciarem suas atividades, e como elas estão suspensas neste momento em nosso município, as UBS deverão aguardar autorização para a vacinação deste público-alvo, sendo somente autorizada a realização de D2 para aqueles que já foram previamente vacinados, obedecendo-se o mesmo local em que foi realizada a D1.

Os demais trabalhadores de saúde, que atuem em serviço de saúde, deverão ser vacinados desde que apresentem documentação comprobatória da vinculação profissional e atuação no território de Diadema e/ou morador de Diadema.

Confira mais detalhes aqui: http://www.diadema.sp.gov.br/attachments/article/26453/Orienta%C3%A7%C3%B5es_descentraliza%C3%A7%C3%A3o_vacina_trabalhadores_de_sa%C3%BAde_08_04.pdf

Balanço da Vacinação

Diadema aplicou até essa quinta-feira (9), 43.088 doses da vacina contra a Covid-19, sendo 33.156 primeiras doses e 9.932 segundas doses.

O município segue respeitando os critérios de priorização preconizados nos Planos Nacional e Estadual de Imunização e aguarda novas remessas de imunizantes para dar início à imunização dos demais públicos da campanha de vacinação.

Para acompanhar essas e outras informações oficiais sobre a campanha de vacinação, acesse: http://www.diadema.sp.gov.br/

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Foto: Divulgação

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Ocupação de UTIs caiu no Grande ABC após medidas de restrição

A taxa de ocupação de leitos de unidade de tratamento intensivo (UTIs) destinados ao atendimento da Covid-19 no Grande ABC caiu para menos de 90% pela primeira vez em quase um mês, na sequência das medidas de restrição tomadas pelas sete cidades.

A ocupação de leitos de UTI no Grande ABC atingiu 89,6% na última terça-feira (6/4) e caiu para 88,6% na quarta-feira (7/4), após 24 dias acima de 90%, segundo dados da Fundação Seade.

Entre 24 de março e terça-feira, a média móvel de casos recuou 15%, de 873 para 742, e a média móvel de internações diárias diminuiu 30%, de 340 para 240.
O presidente do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, afirmou que o resultado reflete a série de ações tomadas pelas prefeituras para reduzir a circulação das pessoas e conter a aceleração da pandemia do novo coronavírus.

“Iniciativas como lockdown noturno e a antecipação de feriados, que foram tomadas visando à proteção da vida da população, reduziram significativamente a circulação de pessoas nas ruas e no transporte público. Mesmo diante da melhora nos números, a situação ainda exige que continuemos tomando todos os cuidados, seguindo as medidas de higiene e com o uso correto de máscaras”, disse Paulo Serra.

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Foto: Angelo Baima/PSA

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Segunda dose será aplicada em idosos de 72 a 74 em Santo André

Imunização ocorre em quatro pontos drive-thru e em sete unidades de saúde, por meio de agendamento; Segunda dose será aplicada em idosos de 72 a 74

Santo André inicia nesta quinta-feira (8) a aplicação da segunda dose da vacina contra Covid-19 em idosos de 72 a 74 anos, em quatro pontos drive-thru e sete unidades de saúde. O agendamento deve ser feito pelo site psa.santoandre.br/vacinacovid.

“A aplicação da segunda dose para idosos de 72 a 74 anos conclui mais uma etapa de imunização. Um importante avanço para ampliarmos para novos públicos e avançarmos na proteção da nossa gente. Com a chegada das doses, vamos anunciando os próximos públicos a receberem as vacinas”, destacou o prefeito Paulo Serra.

Os imunizantes que serão aplicados fazem parte de novo lote de 18.680 doses da Coronavac, produzidas pelo Instituto Butantan, que chegarão a Santo André nesta quinta-feira.

O agendamento online é obrigatório para quem for utilizar o serviço em um dos quatro pontos de drive-thru da cidade ou comparecer durante a semana nas sete unidades de saúde disponíveis para vacinação – o sistema indica local, data e horário disponíveis. Aos finais de semana é possível comparecer às unidades de saúde sem agendar.

O sistema drive-thru do Paço Municipal, Craisa, Estádio Bruno Daniel e Grand Plaza Shopping, foi estruturado para atender apenas munícipes com carro. Quem quiser ir a pé precisa se descolar a uma das sete unidades de saúde estrategicamente selecionadas em todas as regiões da cidade.

As unidades que estão aplicando vacinas são: USF Dr. Moyses Fucs, Centro de Saúde Escola, USF Vila Guiomar, USF Jardim Alvorada, USF Cidade São Jorge, USF Vila Luzita e USF Parque Miami.

No ponto de vacinação é obrigatório apresentar documento de identidade e comprovante de residência. Para aplicação de segunda dose, é necessário apresentar o comprovante da primeira dose. Pacientes que estejam passando por tratamento oncológico devem levar, além dos documentos pessoais, uma carta de liberação médica.

Para esclarecer dúvidas e obter outras informações sobre o cadastramento, além do portal da Prefeitura de Santo André, há também o telefone 0800-4848004.

Solidariedade – Os drive-thrus de vacinação da cidade estão recebendo 1 kg de alimento não perecível como doação. A contribuição não é obrigatória, mas pode fazer diferença na vida de andreenses que passam por necessidade neste momento de crise.

A iniciativa é do Fundo Social de Solidariedade, presidido voluntariamente pela primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra. As doações irão para o Banco de Alimentos, que fará a entrega para as famílias de maior vulnerabilidade social da cidade. Os itens serão doados para mais de 110 entidades cadastradas no município.

Com informações da Prefeitura de Santo André

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Segunda dose será aplicada em idosos de 72 a 74 em Santo André
Vacinação no Paço Municipal. Foto: Alex Cavanha/Prefeitura de Santo André

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Compra de vacinas pelo Estado e empresas é aprovado na ALESP

Texto sobre compra de vacinas pelo Estado de São Paulo e empresas privadas também regulamenta uso do soro anti-Covid e empréstimos públicos, e agora segue para sanção do Executivo

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou, no início da tarde desta quarta-feira (7/4), o Projeto de Lei 108/2021, que autoriza a compra de vacinas contra a Covid-19 pelo governo estadual e o setor privado, desde que devidamente aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou autoridades sanitárias estrangeiras.

De acordo com o texto substitutivo, a aquisição pelo Estado e pelo setor privado só poderá ser feita seguindo as leis federais e se não houver prejuízo aos demais entes da federação (União e Estados). O governo estadual também fica autorizado a abrir crédito adicional especial para a compra. Já o setor privado também poderá distribuir e aplicar as vacinas.

O projeto também possibilita a utilização do “soro anti-Covid”, produzido pelo Instituto Butantan. Pela regra, a administração deverá ser feita apenas em ambiente hospitalar, com os resultados registrados detalhadamente no prontuário do paciente, e pelo menos um hospital de referência no tratamento do vírus deverá ser destacado para sistematizar os resultados da aplicação.

Já a existência de registro no Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais (Cadin Estadual) não poderá ser considerado um impeditivo para a concessão ou renegociação de linhas de crédito da Agência de Fomento do Estado de São Paulo (Desenvolve SP) e do Banco do Povo Paulista, desde que a inclusão tenha se dado a partir do dia 20 de março de 2020 e válida até 31 de dezembro de 2022.

O texto segue agora para sanção ou veto, total ou parcial, do governador João Doria. O presidente da Alesp, deputado Carlão Pignatari, afirmou estar satisfeito com a aprovação do projeto. “Agora vou designar um relator para até sexta enviar [o texto] para o Palácio dos Bandeirantes, para que possa ser sancionado ou não pelo governador”, disse, ressaltando a ajuda ao microempresário com a medida econômica também prevista no projeto.

Debate

A discussão do projeto foi iniciada na terça-feira (6/4) e retomada nesta quarta, pela manhã, em sessão virtual. O item de maior divergência entre os parlamentares foi a aprovação de compra pelo setor privado. O projeto original não previa essa possibilidade. Porém, o substitutivo foi aprovado nas comissões e levado para votação no Plenário.

A deputada Márcia Lia (PT) discordou da autorização de compra por parte da iniciativa privada, e pregou a importância da vacinação ser feita exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Temos de vacinar toda população brasileira, mas temos que vacinar com dinheiro público todas as pessoas, independentemente de sua condição social. Todos tem que ter direito à vacina, se não teremos o camarote da vacina, pessoas ricas que têm condições de pagar por vacina. Vai ser o genocídio dos pobres, dos pretos, dos periféricos”, disse.

O deputado Dirceu Dalben (PL) exaltou o papel realizado pelo SUS, mas defendeu a compra de vacinas por empresas privadas. “Nenhum país no mundo tem a estrutura que o Sistema de Saúde do Brasil tem, mas precisamos da matéria-prima, precisamos nos esforçar para trazê-la. Se a iniciativa privada puder ajudar e comprar a vacina, ela vai desafogar o SUS, e independente de cor, classe social, a pessoa será vacinada”, afirmou.

Participaram da votação do item divergente 75 parlamentares, sendo 53 com voto sim (compra de vacinas pelo setor privado) e 21 pelo não, com uma abstenção. No seu voto sim, o deputado Vinicius Camarinha (PSB) defendeu a iniciativa. “Por mais vacinas, eu voto sim”, afirmou, durante a sessão virtual, acompanhado de outros parlamentares.

Já o deputado José Américo (PT) afirmou que “o camarote de vacinação, não resolverá coisa nenhuma, só criará privilégio para a família de alguns ricos”. O parlamentar ressaltou ainda que crê que “empresários sérios vão comprar vacinas e procurar ajudar, mas isso não vai significar uma imunização em massa”. “Temos de tomar cuidado nesse aspecto”, disse.

A deputada Marina Helou (Rede) foi outra parlamentar a discordar da possibilidade de vacinação por parte de empresas. “Cada vacina comprada pelo setor privado deixa de ir para alguém que precisaria no sistema de saúde, pela simples questão de demanda e oferta. Existem menos vacinas disponíveis no mundo que a demanda, é importante que a gente fortaleça o plano de vacinação pública.”

Até as 12h45 desta quarta-feira, segundo dados do governo do Estado de São Paulo, tinham sido aplicadas 7.025.214 doses de vacinas na população paulista. Ainda de acordo com os dados, o Estado registrava 2.554.841 casos da Covid-19, com 78.554 mortos. Em todo o Brasil, eram 13.100.580 casos da doença, totalizando 336.947 óbitos.

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Compra de vacinas pelo Estado e empresas é aprovado na ALESP
Foto: Carol Jacob

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Governo de SP faz parceria com WhatsApp para cadastro de vacinação

O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (7) a abertura de pré-cadastro para vacinação contra a COVID-19 via WhatsApp. Inédita no Brasil, a iniciativa fará a integração entre o site Vacina Já e o canal oficial do Governo de São Paulo no aplicativo de mensagens, garantindo agilidade e praticidade nos futuros atendimentos nos postos de vacinação.

Governo de SP faz parceria com WhatsApp para cadastro de vacinação


“Muito obrigado ao WhatsApp, exemplo de cooperação entre o setor privado e o Governo do Estado de São Paulo para ajudar a salvar vidas e a proteger as pessoas”, enfatizou Doria.

A parceria entre as Secretarias de Comunicação e da Saúde do Governo de São Paulo e o WhatsApp viabilizou o uso de um assistente virtual que oferecerá as informações necessárias para o pré-cadastro. Além disso, o chatbot oferece informações confiáveis sobre o programa de imunização estadual, incluindo o calendário de vacinação atualizado, dados sobre o Plano São Paulo e tira-dúvidas sobre o coronavírus.

Para acessar o serviço no WhatsApp, basta adicionar o número +55 11 95220-2923 à lista de contatos e enviar um “oi” ou clicar no link wa.me/5511952202923?text=oi .

“O uso do WhatsApp como canal de comunicação para o pré-cadastro da vacinação reforça o compromisso da empresa em conectar, de forma simples e rápida, seus usuários com fontes confiáveis e acessíveis de informação no combate à pandemia. A interface amigável e já conhecida do aplicativo trará mais fluidez para a aplicação das vacinas. Seguimos trabalhando para oferecer mais serviços e utilidade ao cidadão pelo canal do Estado de São Paulo no WhatsApp”, afirmou Dario Durigan, Head de Políticas Públicas do WhatsApp no Brasil.

O pré-cadastro permite uma economia de até 90% no atendimento de cada pessoa apta a se vacinar. O preenchimento do formulário não é obrigatório e não funciona como agendamento, mas contribui para evitar filas nos postos de vacinação. Até esta quarta, cerca de 4,9 milhões de pessoas já efetuaram o pré-cadastro no site vacinaja.sp.gov.br.

“É a tecnologia da comunicação sendo usada em benefício da saúde pública e da vida no Estado de São Paulo”, destacou Regiane de Paula, coordenadora do Centro de Controle de Doenças.

Sobre a tecnologia

O canal de comunicação do Governo de São Paulo no WhatsApp foi desenvolvido gratuitamente pela empresa Take Blip, provedora oficial de soluções para o WhatsApp Business. O projeto também conta com o apoio da Microsoft e da Prodesp, empresa de tecnologia do Estado.

A parceria faz parte das iniciativas do WhatsApp no combate ao coronavírus após a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarar emergência mundial de saúde pública em 2020. Desde então, o WhatsApp tem trabalhado para conectar as pessoas a fontes oficiais de informações sobre o coronavírus.

Mais de 100 chatbots de informações sobre a COVID-19 foram lançados com organizações de saúde em todo o mundo, como a própria OMS – com um canal em português -, além de parcerias com autoridades de saúde em mais de 45 países.

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Tenente Coimbra pede que SP amplie doação de plasma pelo Butantan

O deputado estadual Tenente Coimbra (PSL/SP) solicitou ao governador João Doria a inclusão de todas as regiões do Plano São Paulo nos testes com plasma de doadores contaminados pela covid que já desenvolveram anticorpos. Todo o processo é coordenado pelo Instituto Butantan, que coleta, distribui e usa o material no serviço público do Estado. Até o momento apenas Santos e Araraquara estão desenvolvendo o projeto-piloto. Deputado pede ampliação da doação de plasma pelo Butantan.

Com o avanço rápido da pandemia em São Paulo e a detecção de novas variantes, é necessário que medidas mais eficazes sejam tomadas, avalia o parlamentar. “Assim, indicamos ao governo do Estado que amplie essa rede experimental de tratamento para as demais regiões do Plano São Paulo, para que mais voluntários possam doar o plasma, e consequentemente, ajudar mais pessoas no tratamento da covid-19”, afirma.

O plasma doado servirá para tratar pacientes que tenham o maior risco de desenvolver um quadro grave da doença, como os idosos. A doação é voluntária e Santos é considerada uma das pioneiras nesse tratamento. “Vinte bolsas de plasma convalescente já foram enviadas à cidade. Em um segundo momento, a captação de sangue dos voluntários e o processamento para a separação do plasma serão realizados no próprio município”, diz o deputado.

Segundo o Instituto Butantan, a transfusão de sangue de pessoas contaminadas que desenvolveram os anticorpos tem rendido bons resultados. As normas para a doação do plasma são as mesmas para quem doa sangue: pesar no mínimo 50 quilos; ter entre 16 e 69 anos e ter boas condições de saúde.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Deputado Tenente Coimbra.

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Deputado estadual Tenente Coimbra.
Foto: Divulgação

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Concentradores de oxigênio serão doados por grandes empresas

Concentradores de oxigênio serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando o deslocamento e sobrecarga de hospitais; a iniciativa atende a uma chamada pública da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia em apoio ao Ministério da Saúde, a logística dos itens ficará sob responsabilidade do SUS.

Um grupo de 12 empresas se uniu em uma ação coletiva para viabilizar a doação de mais de 5.000 concentradores de oxigênio, que serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando deslocamentos para outras cidades e, consequentemente, a sobrecarga de hospitais. O concentrador de oxigênio é um equipamento que separa o oxigênio do ar e o fornece ao paciente em um fluxo direto e contínuo, contribuindo para a melhora de sua capacidade respiratória, uma das áreas mais afetadas pelas consequências da Covid-19.

Participam desta iniciativa as seguintes empresas: Bradesco, BRF, B3, Embraer, Gerdau, Grupo Ultra, Itaú Unibanco, Magazine Luiza, Marfrig, Natura & Co, Suzano e Unipar. O Grupo atendeu a uma chamada pública feita pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, em apoio ao Ministério da Saúde, para a aquisição de concentradores de oxigênio. A Air Liquide Brasil, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, fez a cotação geral para a importação dos equipamentos, ao custo total de R$ 35 milhões.

O uso dos concentradores doados nesta ação terá papel fundamental no combate à pandemia e consequente desafogamento do sistema hospitalar. Considerando que o tempo médio de uso do aparelho por paciente pode variar entre uma ou duas semanas, a expectativa é de que os mais de 5 mil concentradores atendam, mensalmente, entre 10 mil e 20 mil pacientes.

Cada concentrador substitui, em média, 21 cilindros de oxigênio. Juntos, os equipamentos doados suprirão o equivalente a uma produção mensal de 1.100.000 metros cúbicos do insumo, volume que demandaria mais de 108 mil cilindros por mês para ser armazenado. A quantidade de oxigênio fornecida por meio dos concentradores contribuirá ainda para evitar a sobrecarga na capacidade produtiva da indústria de gases.

A praticidade no manuseio é outra característica de destaque no uso dos concentradores. Cada equipamento pesa aproximadamente 15 quilos e necessita apenas de energia elétrica para funcionar. Essas condições facilitam o transporte e uso, inclusive, nas regiões mais remotas do País. A durabilidade também é um diferencial destes equipamentos. Os concentradores doados têm uma vida útil estimada em sete anos.

Os mais de 5 mil concentradores de oxigênio adquiridos nesta ação serão entregues ao Ministério da Saúde, a quem caberá a responsabilidade de fazer a logística de distribuição dos equipamentos. A expectativa é que os aparelhos sejam enviados aos seus locais de destino no decorrer do mês de abril.

Com essa iniciativa coletiva, as empresas somam seus esforços no enfrentamento à pandemia de Covid-19, em um de seus momentos mais agudos no Brasil. As companhias participantes desta ação estão comprometidas com os esforços da sociedade para salvar vidas e com o apoio ao Poder Público, em suas diferentes esferas, nas ações de superação à crise sanitária.

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Concentradores de oxigênio
Concentradores de oxigênio. Foto: Divulgação/Internet

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Advogado esclarece sobre Direito do Trabalho na pandemia

Diante de todo o caos mundial em virtude do surto de covid-19, o advogado André Leonardo Couto, gestor da ALC Advogados, com mais de 25 anos de experiência na área jurídica, esclarece alguns temas importantes para empregadores e trabalhadores, sobre Direito do Trabalho.

Os direitos trabalhistas são proteções garantidas ao empregado em uma relação contratual. Entre elas, o salário, férias, 13º salário, vale-transporte, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), horas extras, adicional noturno, licença-maternidade e outros que estão ordenados juridicamente na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No entanto, com a pandemia que assolou o mundo, algumas alterações na legislação brasileira foram alteradas. Por isso, André Leonardo Couto, da ALC Advogados, especialista na área trabalhista, fala sobre os principais direitos dos empregados no ano de 2021, frisando que a assinatura da CTPS, o recolhimento do FGTS e o descanso semanal, são imprescindíveis.

Advogado esclarece sobre Direito do Trabalho na pandemia
Advogado André Leonardo Couto
ALC/Divulgação

De acordo com Couto, as empresas e colaboradores devem ter atenção às medidas determinadas pelo governo, principalmente em 2021, que é o segundo ano da pandemia. “Dentro do regime da CLT os trabalhadores devem ficar atentos a direitos irretocáveis, como exemplo, a assinatura na Carteira Nacional de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Ela é primordial para garantir os direitos dos trabalhadores. Para esse trâmite, o trabalhador deve solicitar o documento através de órgãos competentes pela internet, ou mesmo da forma tradicional que todos nós conhecemos bem que são os atendimentos nas unidades do ex-Ministério do Trabalho (atualmente Ministério da Economia) de suas respectivas cidades. Com ele em mãos, a contratação será realizada pela assinatura do empregador na CTPS e logo depois, o registro no sistema eSocial”, diz.

Segundo o advogado, com o registro em carteira e a efetivação do funcionário na empresa, outros direitos previstos na CLT são soberanos. “Além do registro em carteira, o trabalhador poderá gozar de alguns direitos dentro de sua relação contratual que passa pela remuneração, que é um dos principais direitos. Lembrando que ele deve ser pago até o quinto dia útil de cada mês. e se acontecer o atraso, a empresa poderá ser penalizada, e ainda corre o risco de sofrer processo, o que não é bom em uma relação entre empregador e colaborador. Temos também o recolhimento do FGTS, já que todos os meses a empresa precisa efetuar o depósito de 8% do salário bruto do trabalhador em uma conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). E nem só de trabalho vive o homem, por isso, o descanso semanal, ou o Descanso Semanal Remunerado (DSR), deve ser cedido pelo menos uma vez por semana, ou aos domingos”, salienta.

Previstos em lei

O especialista adiciona mais alguns itens que estão dentro da CLT e que jamais devem ser deixados de lado pelo empregador, mesmo em tempos de pandemia. “Existem outros direitos que o trabalhador, quanto também o empregador, jamais devem deixar de lado, como, por exemplo, a questão das férias. De acordo com a CLT, o trabalhador tem o direito de obter férias sem que haja prejuízo na remuneração. No caso das férias, muitos trabalhadores ficam na dúvida se ela pode ser dividida. Ela pode em até três períodos, no entanto, um deles não pode ser inferior a 14 dias e 10 dias de férias podem ser convertidos em abono conforme Artigo 143 da CLT. Já as horas extras devem ser pagas quando o colaborador exerce suas atividades após jornada. Desta forma, é necessário o pagamento de salário acrescido de 50% das horas trabalhadas em dias úteis e de 100% se ocorrer hora extra no feriado e domingo. Quanto aos benefícios, o vale-transporte se trata do adiantamento do valor das despesas de locomoção. O seu cálculo é feito pela empresa e não pode ser superior a 6% do valor do salário bruto” comenta. Em relação ao 13º salário, ele adiciona que é o pagamento de um salário extra. “Ele pode ser dividido em duas parcelas, sendo a primeira até novembro e a segunda até o dia 20 de dezembro. Para colaboradores que tem menos de um ano na empresa, o direito deve ser calculado proporcionalmente”, explica.

Auxílio-doença

Sobre o auxílio-doença, que tanto tem sido falado, principalmente nesse momento que o Brasil enfrenta, o advogado comenta que algumas coisas mudaram. “O benefício de auxílio-doença, também denominado período por incapacidade temporária, é destinado a substituir a remuneração da pessoa que está temporariamente incapacitada para a atividade habitualmente exercida por mais de 15 dias, conforme dispõe o artigo 59 da Lei nº 8.213/91. Para obter o benefício, é necessário que o trabalhador passe por perícia médica e análise administrativa de sua documentação. Lembrando que, durante a pandemia, o INSS foi autorizado a conceder o benefício apenas por meio da análise de documentos, sem necessidade de perícia presencial até o dia 31 de dezembro de 2021”, diz.

A medida tem como objetivo resolver o problema das filas para a perícia médica, por causa do coronavírus, completa o advogado. “Tem direito trabalhador que estiver incapacitado para o trabalho, ter cumprido a carência (número mínimo de contribuições mensais pagas) e possuir qualidade de segurado do INSS. A carência a ser cumprida é de 12 meses, menos para incapacidade decorrente de acidente de qualquer natureza ou de doença profissional ou do trabalho” conclui André Leonardo Couto.

ALC Advogados

No mercado há mais de 10 anos, o escritório ALC Advogados é sediado na cidade de Pedro Leopoldo, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com atuação e vários cases de sucesso, o negócio, que tem à frente o advogado André Leonardo Couto, trabalha principalmente nas áreas do Direito do Trabalho, Cível e Imobiliária, com clientes em diversos Estados. Em 2020, o negócio passou a integrar o grupo empresarial ALC Group.

Siga no Instagram @alcescritorio: www.instagram.com/alcescritorio

Com informações da Assessoria de Imprensa Grupo Balo.

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Confira os impactos do lockdown nos processos seletivos

Diferente de concursos e exames de certificação, processos não sofrerão congelamentos como em 2020 na avaliação do consultor Ronaldo Cerqueira; confira os impactos do lockdown nas seleções

Com o avanço do novo coronavírus e o colapso no sistema de saúde em diversos estados do Brasil, novos decretos de lockdown e toques de recolher estão sendo publicados com o objetivo de restringir a circulação de pessoas e conter os casos de Covid-19. Em consequência disso, empresas que oferecem serviços não essenciais precisam adequar suas operações e as estratégias de contratação de novos colaboradores.

A suspensão de concursos públicos, como os da Polícia Civil nos estados do Paraná e do Rio Grande do Norte, e das provas das certificações financeiras CPA-10, CPA-20, CEA e CGA, que seriam aplicadas pela Anbima em março, deixaram candidatos e profissionais em busca de novas oportunidades no mercado de trabalho em estado de alerta.

Na avaliação de Ronaldo Cerqueira, consultor especialista em carreiras no mercado financeiro, as novas restrições terão um impacto menor sobre os processos seletivos do que tiveram no início da pandemia.

“Em 2020 vimos o congelamento de muitos processos seletivos, mas a tendência não deve se repetir perante os novos decretos publicados por Estados e Municípios. Tive conversas recentes com recrutadores e gestores de RH, e existe um consenso de que os processos em andamento ou programados para o primeiro semestre serão pouco influenciados”, diz o especialista.

Cerqueira acredita que a duração dos decretos que restringem a circulação de pessoas será menor do que a praticada entre os meses de março e agosto do ano passado e conta que não há previsão de cancelamentos de contratações. “Intensifiquei o contato com empresas que estão com vagas abertas, sobretudo as do mercado financeiro, e não há previsão de cancelamentos. O que pode ocorrer é o adiamento de processos seletivos que estão em vias de abertura, mas nada que vá arrefecer as oportunidades de contratação para quem vislumbra um trabalho no setor”.

A orientação do consultor para quem se interessou ou se candidatou a vagas recentemente é que entre em contato com o recrutador para se informar se haverá alguma interferência no processo por conta dos novos decretos de lockdown e toques de recolher.

“Este alinhamento é importante para garantir a transparência do processo e dar visibilidade aos candidatos quanto a possíveis alterações no prazo para aplicação à vaga, canal por onde será realizada a entrevista e quando a empresa dará o feedback sobre a contratação. A comunicação é essencial para que todos se sintam seguros em tempos de tantas incertezas”, indica Ronaldo Cerqueira.

LinkedIn em alta

A divulgação de vagas e seletivas de candidatos on-line se mostram como tendências que ganharam força durante a pandemia e que vieram para ficar. Se por um lado as vagas são anunciadas para um número maior de pessoas, por outro a competição entre os candidatos nunca esteve tão acirrada.

“Candidatos capacitados, bem-informados e imersos em suas áreas de interesse se destacam e têm mais chances de contratação, promoção e migração de carreira. Hoje a internet educa, prospecta e lança luz sobre os profissionais mais preparados”, ilustra Cerqueira.  

Sobre a divulgação de vagas, o especialista reforça o importante papel do LinkedIn e estimula que as pessoas priorizem a plataforma como canal para encontrar vagas e ampliar o networking. “Estabelecer contato com usuários que trabalham nas empresas de interesse e criar filtros para se aproximar das vagas desejadas são possibilidades de uso do LinkedIn, ampliam a visibilidade e as chances de colocação no mercado”, conclui.

Sobre Ronaldo Cerqueira

Confira os impactos do lockdown nos processos seletivos
Ronaldo Cerqueira Foto: Divulgação

Ronaldo Cerqueira é consultor especialista em carreiras no mercado financeiro e sócio da startup Eu Me Banco. Presta assessoria estratégica e personalizada para adequar profissionais ao perfil desejado pelo mercado, com vistas para melhor capacitação profissional e ascensão do plano de carreira.

Adquiriu amplo know-how nos 12 anos de trabalho nas áreas de projetos, produtos, compliance, atendimento e gestão comercial em instituições como os bancos Votorantin, Bradesco, Santander Itaú e Safra – onde seu último cargo foi como gerente de investimentos.

Com mais de 122 mil seguidores nas redes sociais (LinkedIn e Instagram), Ronaldo Cerqueira já impactou a carreira de mais de 10 mil assessorados, compartilhando seu conhecimento com clientes individuais e corporativos em mentorias, palestras, treinamentos e programas de formação. 


É graduado em Publicidade e Propaganda e Gestão Financeira, pós- graduado em Marketing e Comunicação Organizacional pela PUC-SP, MBA em Gestão de Projetos pela USP, formado em coaching pelo IBC – Instituto Brasileiro de Coaching, e coautor do livro “Carreiras no segmento financeiro: Como alcançar o tão sonhado emprego, desenvolver uma carreira de sucesso, se preparar para o futuro cada vez mais digital e competitivo”, ao lado da esposa, a bancária Fabiana Cerqueira, que desde 2006 atua em áreas estratégicas no Santander.

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Santo André vacinará Profissionais de Segurança Pública dia 05

Expectativa da prefeitura de Santo André é que vacinará de 2 mil pessoas, entre profissionais de segurança pública, sejam imunizadas na cidade entre 5 e 12 de abril

Profissionais de Segurança Pública que atuam em Santo André começarão a ser vacinados nesta segunda-feira (5) contra a Covid-19. A expectativa é que cerca de 2 mil pessoas que integram este público sejam imunizadas entre os dias 5 e 12 de abril.

“Santo André avança e amplia, mais uma vez, a vacinação, estendendo agora a imunização para 2 mil profissionais de Segurança Pública que atuam na cidade. Mais um importante passo no combate à Covid-19. Continuaremos buscando mais doses da vacina para proteger cada vez mais a nossa gente”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

A imunização abrange guardas civis municipais, policiais civis, militares e técnico-científicos, agentes penitenciários, bombeiros e policiais federais. A aplicação das doses será realizada na sede do CPA/M-6 (Comando de Policiamento de Área Metropolitana Seis), na Vila Guiomar.

Santo André vacinará Profissionais de Segurança

A vacinação conta com o apoio da Secretaria de Saúde de Santo André, que participará cedendo profissionais de enfermagem para aplicação das doses, além do fornecimento de materiais e alguns insumos.

As doses são exclusivas para os profissionais que estão na ativa das instituições, com exceção daqueles que não atendem aos critérios médicos estabelecidos pelas autoridades de saúde (gestantes, lactantes ou ter sido diagnosticado com Covid-19 a 30 dias ou menos).

“O início da vacinação dos valorosos profissionais de segurança é algo a se comemorar. Afinal, eles estão constantemente nas ruas se expondo para nos proteger”, afirmou o secretário de Segurança Cidadã, Edson Sardano.

Cada local de trabalho será responsável pela logística da vacinação, incluindo a convocação dos profissionais e direcionamento ao ponto de imunização.

Com informações da Prefeitura de Santo André.

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O grande impacto da pandemia na questão econômica

Com mais de 12 milhões de casos confirmados da Covid-19 no Brasil, estão sendo tomadas novas medidas para tentar combater a doença por todo o País. Algumas ações adotadas em diversas cidades e estados não são novidade, como é o caso de lockdown, toque de recolher e, principalmente, restrições para o funcionamento do comércio.}

Impedir as atividades normais do comércio e das empresas é uma medida que tem gerado outros problemas, pois os trabalhadores que não podem exercer suas funções em grande parte ficam também sem receber salários. Por conta disso, o Congresso Nacional tem iniciados discussões a respeito de reedição de medidas adotadas no ano passado, para tentar controlar a crise econômica que se instalou na rasteira da crise de saúde.

Esses debates entre parlamentares têm objetivo de elaborar medidas para evitar demissões e fechamento de empresas, como algumas estratégias adotadas em 2020, como a MP 936/2020 que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda; e mais precisamente reeditar a Medida Provisória 927/2020 que já perdeu sua eficácia.

De acordo com a MPV, durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 2020 (e que foi encerrado no dia 31 de dezembro do ano passado), para fins trabalhistas, empregado e empregador podiam fazer acordos, a fim de garantir a permanência do vínculo empregatício, como o teletrabalho, a antecipação de férias individuais, a concessão de férias coletivas, o aproveitamento e a antecipação de feriados, criação e uso do banco de horas, entre outras.



De acordo com o economista e professor de finanças do IBMEC Brasília William Baghdassarian, uma reedição desse tipo de Medida Provisória, simplificando as regras trabalhistas, pode ser um ponto positivo nesse momento em que as empresas precisam de auxílio para se manter em atividade. O especialista acredita que na atual crise causada pela pandemia da Covid-19, se o Brasil mantiver regras trabalhistas muito duras e pouco flexíveis, é possível que a crise econômica fique mais intensa.

O especialista em economia afirma que na medida em que o empregador não consegue auferir receita “fica muito complicado ele continuar honrando esses custos físicos. Do ponto de vista jurídico eu não tenho dúvidas de que é preciso manter os empregados e pagar todas as obrigações”, explicou.

Por isso, do ponto de vista econômico “o empresário para de ter o ingresso de recursos e passa a ter só sangria de recursos do caixa. Chega um certo momento em que essa empresa fica com o caixa fragilizado e, em muitos casos, a empresa acaba entrando em recuperação judicial ou falindo”, destacou Baghdassarian.

Mas adotar uma medida como essa causa polêmicas em parte dos parlamentares e da sociedade, que teme uma fragilização das leis trabalhistas ao ponto em que o funcionário não tenha direitos assegurados, se tornando descartável a qualquer momento.

Durante sessão na Câmara dos Deputados para discutir o assunto, o deputado federal Alexis Fonteyne (NOVO-SP) afirmou que flexibilizar as regras trabalhistas não significa reduzir salários ou facilitar a demissão de funcionários. Para o parlamentar, essa é uma medida que pode ajudar a equilibrar as contas e favorece o funcionamento das empresas durante esse momento de pandemia.   

“Quem tem empresa sabe a importância de poder adiantar férias, de poder fazer acordos individuais. Além disso, precisamos lembrar que o grande impacto dessa pandemia [na questão econômica] está nas micro e pequenas empresas. Então começar a interferir nas relações é aumentar ainda mais a dificuldade para poder preservar empregos”, avaliou o deputado.

Desemprego

De acordo com dados do Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa média de desemprego em 2020 foi recorde em 20 estados do País, acompanhando a média nacional, que aumentou de 11,9% em 2019 para 13,5% no ano passado, a maior da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que é realizada desde 2012.

Os dados da pesquisa foram divulgados no dia 10 de março deste ano e revelou que no intervalo de um ano, a população empregada reduziu em 7,3 milhões de pessoas no País. O estado de São Paulo foi duramente afetado pela crise e registrou 13,9% de desocupação entre sua população.  

Em termos nacionais, os jovens foram os mais afetados pelo desemprego entre os grupos etários no quarto trimestre de 2020. As pessoas de 14 a 17 (42,7%), de 18 a 24 anos de idade (29,8%), de 25 a 39 anos (13,9%) tiveram taxa acima ou igual à média nacional.

Fonte: Brasil 61

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Veja como funcionam atividades com restrição na fase emergencial

A fase emergencial do Plano São Paulo estabelece medidas mais duras de restrição de circulação pública e funcionamento de algumas atividades até o dia 11 de abril, inclusive parte daquelas classificadas como essenciais. Veja como funcionam atividades neste período.

A meta é reforçar o distanciamento social e reduzir a circulação urbana. Confira um resumo a seguir:

Veja como funcionam atividades



ESCRITÓRIOS EM GERAL E ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

COMÉRCIO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO – Proibido o funcionamento e atendimento presencial, mas ficam liberados os serviços de retirada por clientes com veículo (drive-thru) e entrega na casa do comprador (delivery).

ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS (COMÉRCIO EM GERAL) – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

REPARTIÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

RESTAURANTES, BARES E PADARIAS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local. Mercearias e padarias podem funcionar seguindo as regras de supermercados, com proibição de consumo no local.

TRANSPORTE COLETIVO – Recomendação de escalonamento de horário para os trabalhadores da indústria, serviços e comércio. Os horários indicados são de entrada das 5h às 7h e saída das 14h às 16h para profissionais da indústria, entrada das 7h às 9h e saída das 16h às 18h para os de serviços; e entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h para os do comércio.

EDUCAÇÃO ESTADUAL – Unidades abertas para distribuição de merenda a alunos carentes e entrega de materiais mediante agendamento prévio.

COMÉRCIO DE PRODUTOS ELETRÔNICOS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

SUPERMERCADOS – Recomendação de escalonamento de horário para os funcionários utilizarem o transporte público para irem ao trabalho (entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h).

HOTELARIA – Proibição de funcionamento de restaurantes, bares e áreas comuns dos hotéis. Alimentação permitida somente nos quartos.

ESPORTES – Atividades coletivas profissionais e amadoras suspensas.

TELECOMUNICAÇÕES – Teletrabalho (home office) obrigatório para funcionários de empresas de telecomunicação.

ATIVIDADES RELIGIOSAS – Proibição de realização de atividades coletivas como missas e cultos, mas permissão para que templos, igrejas e espaços religiosos fiquem abertos para manifestações individuais de fé.

Com informações do Governo do Estado de São Paulo.

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Novas regras de funcionamento em Ribeirão Pires

A Prefeitura de Ribeirão Pires publicou nesta quinta-feira, dia 25, decreto municipal (N° 7.131/2021) que antecipa feriados desse ano para o período entre 27/03 e 04/04. O “feriadão” antecipado é mais uma das medidas para combater o avanço do coronavírus e foi adotado por todas as cidades da região, em decisão conjunta tomada por meio do Consórcio Intermunicipal Grande ABC. Novas regras sobre funcionamento em Ribeirão Pires também foram anunciadas.

Novas regras de funcionamento em Ribeirão Pires

Os feriados antecipados foram estabelecidos da seguinte forma:

– 27/03 (sábado) – Dia de Tiradentes (21/04)
– 29/03 (segunda-feira) – Dia do Trabalho (1/05)
– 30/03 (terça-feira) – Corpus Christi (3/06)
– 31/03 (quarta-feira) – Revolução Constitucionalista (9/07)
– 1/04 (quinta-feira) – Dia da Consciência Negra (20/11)

O dia 2 de abril já seria feriado – Sexta-feira Santa. 

Além da antecipação dos feriados, importante destacar que entre 27/03 e 4/04 setores considerados essenciais deverão funcionar entre 8h e 17h, com exceção de hospitais, serviços de saúde de urgência e emergência, farmácia, laboratórios, clínicas médicas e odontológicas, hospitais veterinários, transporte coletivo público, táxis, transportes por aplicativos e fretamentos, e demais serviços de natureza essencial ao funcionamento dos serviços de saúde. 

Poderão funcionar, nos termos do Decreto Municipal N° 7.131/2021: transporte coletivo; serviços essenciais de saúde (listados no parágrafo anterior); atividades de segurança pública e privada; supermercados e similares; restaurantes, lanchonetes e congêneres – com portas fechadas e proibido consumo no local (permitido SOMENTE DELIVERY, entre 8h e 22h/ drive-thru entre 8h e 19h); feiras-livres (exceto noturnas e sem degustação no local); hotéis e meios de hospedagem; atividades industriais; atividades logísticas; postos de combustível (das 5h às 17h); lojas de conveniência – com portas fechadas e proibido consumo no local (permitido SOMENTE DELIVERY, entre 8h e 22h/ drive-thru entre 8h e 19h); lojas de ração animal, inclusive banho e tosa; serviço de entrega de gás e água envazada – com portas fechadas (permitido SOMENTE DELIVERY, entre 8h e 22h/ drive-thru entre 8h e 19h); serviços públicos de infraestrutura; lojas de materiais de construção – com portas fechadas (permitido SOMENTE DELIVERY, entre 8h e 22h); chaveiros; táxis, transportes por aplicativo e fretamento; oficina mecânica, funilaria, pintura elétrica e/ou similares. 

Demais atividades não poderão funcionar,incluindo cartórios extrajudiciais, academias esportivas, clubes sociais e esportivos, buffets, parques públicos e privados, eventos de qualquer natureza, templos e atividades religiosas, atividades que gerem aglomerações em condomínios residenciais, bancos, lotéricas, shoppings e galerias, salões de beleza, barbearia e similares, comércio de rua e serviços em geral, bares, adegas e similares, óticas, autopeças, escritórios, agências que atuam na área de RH, concessionárias de veículos, serviços de assistência técnica, floriculturas, entre outros. 

Com exceção de bares, adegas e similares, os demais estabelecimentos poderão realizar delivery entre 8h e 22h, com portas fechadas. 

O descumprimento das medidas poderá acarretar advertência, multa de R$ 20 mil, suspensão da licença e lacração do estabelecimento. A fiscalização será realizada por equipes da Secretaria de Meio Ambiente, Habitação e Planejamento Urbano e autoridades sanitárias. 

Especialistas da Saúde alertam para a importância de a população seguir as orientações e manter o isolamento social, dentro de casa, neste período. Saia somente se precisar utilizar serviços essenciais. Se sair, utilize máscara de proteção e mantenha sempre hábitos de higienização das mãos (evite contato com o rosto, não compartilhe objetos pessoais). A prática de atividades ao ar livre, como corridas e caminhadas, não é recomendada neste período. Proteja-se e proteja a sua família e amigos. 

Educação Municipal – Com a antecipação dos feriados, as atividades do ensino remoto programadas para a próxima semana serão suspensas e retomadas a partir de 5 de abril. Não haverá prejuízos aos alunos uma vez que o calendário escolar foi adaptado e será cumprido em sua integralidade.

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Novas regras em Santo André para funcionamento dos serviços

A cidade de Santo André adotará a partir deste sábado (27) medidas mais restritivas com o objetivo de conter o avanço da Covid-19. Entre 27 de março e 4 de abril, estará em vigor no município de Santo André um megaferiado, com novas regras de funcionamento dos serviços.

O município antecipou quatro feriados: 8 de abril (Aniversário de Santo André), 21 de abril (Tiradentes), 3 de junho (Corpus Christi) e 9 de julho (Revolução Constitucionalista de 1932).

“As medidas restritivas são fundamentais para a redução do ritmo de contágio da Covid-19 na cidade. Os casos vêm aumentando exponencialmente e a demanda por leitos chega a um índice realmente preocupante. Por isso, faço um apelo à nossa gente que respeitem as restrições. Fiquem em casa, não participem de aglomerações e, se precisarem sair, usem máscara. O momento pede solidariedade e união para controlarmos a doença e mantermos a nossa capacidade de atendimento, garantindo que nenhum andreense fique sem assistência médica”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

As regras de funcionamento dos serviços constam em decreto do prefeito Paulo Serra publicado nesta quinta-feira (25). Os serviços essenciais, que hoje podem funcionar até as 19h, terão que encerrar as atividades às 17h entre 27 de março e 4 de abril.

Fica autorizado, portanto, o funcionamento até as 17h para os segmentos de alimentação (supermercados, padarias, açougues, feiras livres, etc), transporte (estabelecimentos de locação de veículos, oficinas mecânicas, lojas de autopeças e estacionamentos), abastecimento (distribuição e logística, agroindústria, transportadoras, armazéns e postos de combustível), segurança pública e privada, comunicação social (empresas jornalísticas e de radiodifusão, de som e imagens), construção civil e indústria.

Também estão liberados até as 17h outros serviços como hotéis, lavanderias, serviço de limpeza, de manutenção e zeladoria, correios e bancas de jornais.

Neste período em que vigoram as medidas restritivas, ficam suspensas atividades religiosas de qualquer natureza, atividades escolares presenciais nas redes municipal, estadual e particular, eventos esportivos e atividades administrativas internas, de modo presencial, em estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços não essenciais.

O sistema delivery está autorizado a funcionar até meia-noite. Serviços de drive-thru podem funcionar até as 17h.

A venda de bebidas alcoólicas estará proibida na cidade, entre 27 de março e 4 de abril.

Os parques da cidade, que estão com as atividades suspensas desde o início da fase emergencial, continuarão fechados.

Novas regras em Santo André

Sem restrição de horário – Estão autorizados a funcionar sem restrições de horário: hospitais públicos e privados; serviços de saúde de urgência e emergência; farmácias e laboratórios; hospitais veterinários; outros serviços de natureza essencial ao funcionamento dos serviços de saúde e também atividades de telecomunicação, de segurança e serviços de call center.

Também podem funcionar em qualquer horário atividades profissionais de transporte privado de passageiros (incluindo táxi, transporte por aplicativos e fretamentos), além de atividades industriais que utilizem fornos de alta temperatura e as fundições, além das indústrias farmacêuticas, frigoríficas, de alimentos, de embalagem de produtos voltados à saúde e cuja interrupção, no momento, possa ocasionar desabastecimento no mercado de produtos essenciais à saúde.

Circulação e transporte – A circulação de pessoas e veículos ficará restrita das 22h às 4h, entre 27 de março e 4 de abril, com exceção dos casos de casos de necessidade, urgência e emergência. O transporte público coletivo municipal terá seu funcionamento suspenso, no período das 22h às 4h, até 4 de abril.

Coleta e resíduos – Os serviços de coleta realizados pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) funcionarão normalmente entre 27 de março e 4 de abril. Todos os ecopontos encerrarão as atividades às 16h neste período.

Com informações da Prefeitura de Santo André.

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Cilindros de oxigênio para saúde é foco de operação do Senai-SP

Paulo Skaf lançou nesta manhã a campanha “Oxigênio da Indústria Salva Vidas” com o envio de 400 cilindros de oxigênio das unidades Senai-SP que serão disponibilizados ao setor de saúde. O objetivo é mobilizar as indústrias a emprestarem o insumo

Nesta quarta-feira (24), o Senai-SP carregou um caminhão com 400 cilindros que acondicionam oxigênio. Eles foram recolhidos em 78 escolas do Senai, espalhadas por 64 cidades em todo estado de São Paulo. Do total, 250 serão destinados à prefeitura da capital paulista, que solicitou essa quantidade do insumo à Fiesp. O restante será disponibilizado para unidades de saúde de outros municípios. Com a ação, o Senai-SP coordena uma importante operação para estimular indústrias a também emprestarem seus cilindros e salvar vidas.

Enquanto o caminhão era carregado, o presidente do Senai-SP e da Fiesp, Paulo Skaf, anunciou que já havia obtido outros 400 cilindros com indústrias parceiras. “Daqui a três dias já teremos pessoas respirando com esses cilindros entregues, hoje, pelo Senai-SP”, afirmou Skaf. “Vamos conseguir o número de cilindros necessários para não faltar oxigênio para ninguém no estado de São Paulo.”

O caminhão do Senai-SP com o carregamento seguiu para a cidade de Vinhedo, sede da empresa White Martins, fornecedora do oxigênio. Lá, os cilindros, de uso industrial, passarão por higienização para serem utilizados na área de saúde e serão abastecidos com gás medicinal.

A ideia é que, como São Paulo, outras unidades da federação também se unam um prol da saúde. “Ontem, conversei com outros estados para que, a exemplo do Senai-SP, façam a mesma mobilização de forma que, com o empréstimo dos cilindros, não haja falta de oxigênio para ninguém”, observa Skaf.

O uso do oxigênio no tratamento da COVID-19 é intensivo, cada paciente intubado consome de dois a três cilindros por dia. Já começam a circular notícias sobre sua falta nos serviços de saúde, entretanto, a limitação não está na produção do gás, mas sim na logística e na falta de tanques e cilindros para envasar.

Por isso, além da mobilização para obtenção de cilindros, o Senai-SP também organizará a logística, garantindo que os insumos cheguem até as empresas produtoras de oxigênio. “De um lado temos as indústrias que podem emprestar os cilindros e, do outro, as prefeituras e governos que precisam deles, então ambos devem fazer contato com o Senai”, explica Skaf.

Cilindros de oxigênio para saúde é foco de operação do Senai-SP
Carregamento dos cilindros de oxigênio partindo da escola do SENAI-SP, em Barueri.

PROCEDIMENTO

As indústrias que possuírem cilindros para ceder devem entrar em contato pelo e-mail: oxigenio@sp.senai.br, com as seguintes informações: quantidade de cilindros disponível, volume, localidade onde se encontram, tempo de cessão e nome da empresa fornecedora do gás. Prefeituras e hospitais que necessitem de cilindros também podem utilizar o mesmo e-mail para fazer a solicitação. Uma equipe do Senai-SP entrará em contato para viabilizar a operação.

Além isso, Senai-SP voltou a consertar, gratuitamente, respiradores de hospitais públicos. No ano passado, foram reparados e entregues em pleno funcionamento 205 aparelhos para 62 cidades. Os hospitais públicos que tiverem o equipamento a consertar, devem procurar a unidade Senai-SP mais próxima.

Matéria com Assessorias do Senai-SP e FIESP.

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Professores e policiais serão vacinados em SP a partir de abril

Professores e policiais civis e militares do estado de SP serão vacinados contra a covid-19 a partir de abril. O anúncio foi feito hoje (24) pelo governo paulista.

Segundo o governo, serão vacinados 180 mil profissionais da área da segurança pública da ativa, de todas as forças. Isso engloba policiais militares e civis, bombeiros, policiais científicos, agentes de segurança e de escolta penitenciária, além dos efetivos das guardas civis municipais. Esta vacinação tem início no dia 5 de abril.

A partir do dia 12 de abril começa a vacinação dos 350 mil profissionais da área da educação com idade acima de 47 anos, que atuam em creche ao ensino médio. Serão vacinados professores, diretores, inspetores e outros profissionais da educação. Para evitar fraudes, professores da rede privada terão que comprovar que fazem parte desse grupo prioritário de vacinação apresentando seus dois últimos contracheques.

As aulas presencias haviam sido retomadas em São Paulo no início do mês de fevereiro, ainda em forma de rodízio. Mas com o aumento dos casos e de internações por covid-19 em todo o estado, as aulas presenciais voltaram a ser suspensas a partir do dia 15 de março, quando foi decretado o início da fase emergencial. Além da suspensão das aulas, a fase emergencial proibiu a realização de cultos e cerimônias religiosas coletivas e paralisou o futebol.

Por meio de nota à imprensa, a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp) disse que a vacinação de policiais era um dos pleitos da associação. “Desde o fim do ano passado, a associação vem alertando diuturnamente sobre a situação caótica enfrentada pelos policiais civis, que seguem exercendo suas funções, sem interrupção, desde o início da pandemia”, diz a nota.

Professores e policiais serão vacinados em SP
Foto: Behrouz Mehri/Pool/REUTERS

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), por meio de sua presidente, a deputada estadual Maria Izabel Azevedo Noronha, também celebrou a medida nas redes sociais e destacou que essa era uma demanda dos professores do estado.

Hoje, o governo também anunciou a antecipação da vacinação de idosos de 69 a 71 anos para esta sexta-feira (26). Esta vacinação estava prevista para começar no sábado (27), mas vai ter início um dia antes. O governo espera vacinar 910 mil pessoas dessa faixa etária do estado.

Pré-cadastro

Para ser atendido mais rapidamente, o governo recomenda fazer o pré-cadastro no site Vacina Já, que diminui o tempo de espera no momento da vacinação. O pré-cadastro não é obrigatório, e os cidadãos que não puderem preenchê-lo poderão se vacinar normalmente, informando seus dados presencialmente no momento da vacinação.

A campanha de vacinação contra a covid-19 teve início no dia 17 de janeiro em São Paulo, com a aplicação de doses em profissionais da área da saúde, indígenas e quilombolas. No início de fevereiro, as doses começaram a ser aplicadas em idosos, em ordem de idade decrescente. Neste momento, estão sendo vacinados os idosos com idades entre 72 e 74 anos. Segundo o Vacinômetro, mais de 4,9 milhões de doses já foram aplicadas em todo o estado, sendo mais de 1,2 milhão na segunda dose.

Em parceria com Agência Brasil.

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Confira onde se vacinar em SP; drive-thru suspensos

Suspensão dos postos drive-thru, na capital, irá até 27 de março. Confira onde se vacinar em SP.

A Prefeitura de São Paulo anunciou a suspensão todos os 18 pontos de drive-thru, instalados pela capital paulista. Até o próximo sábado, os idosos deverão ir aos postos de unidade de saúde básica e AMAs para se vacinarem contra a Covid-19. Portanto, as pessoas dos grupos prioritários terão de buscar outros pontos para receberem a primeira ou segunda dose da vacina.

Apesar da suspensão, em algumas UBS os idosos poderão receber a vacina direto do carro, caso tenha a mobilidade comprometida.

Confira onde se vacinar em SP

Acesse a ferramenta Busca Saúde, http://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br, para se informar em qual unidade mais próxima da residência do idoso estará funcionando. Clique na aba “Digite o endereço” para localizar o posto indicado. No total, a capital paulista conta com 468 Unidades Básicas de Saúde (UBS), estas já estão aplicando a vacina. Veja mais informações completas de onde vacinar em SP abaixo:

  • UBSs com atendimento presencial – Horário: segunda a sexta, das 7h às 19h
  • UBSs com sistema de atendimento drive-thru – Horário: segunda a sexta, das 8h às 17h
  • Farmácias e Postos volantes – Horário:  8h às 17h

Para conferir os postos UBSs que aceitam drive-thru e postos volantes basta acessar esta planilha.

  • AMAs/UBSs Integradas –  Horário: 7h às 19h, inclusive aos sábados e feriados
  • Serviços de Atenção Especializada (SAEs) – Horário: segunda a sexta, das 7h às 19h

De acordo com a prefeitura de São Paulo, a medida de suspender a vacinação nos chamados “Mega Drive Thru” fora decidida após a capital superar 84% da vacinação dos idosos entre 72 e 74 anos. Entretanto, os drivers-thru voltarão a funcionar normalmente a partir de 27 de março, na data em que será iniciada imunização dos idosos entre 69 e 71 anos, de acordo com o calendário estadual.

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Antecipação de feriados no Grande ABC

Os prefeitos de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, reunidos nesta segunda-feira (22/3) em assembleia extraordinária do Consórcio Intermunicipal, deliberaram pela antecipação dos feriados municipais no Grande ABC, com o objetivo de reduzir a circulação das pessoas e conter a aceleração da pandemia do novo coronavírus.

Com as mudanças, não haverá dia útil no Grande ABC entre 27 de março e 4 de abril deste ano. Feriados municipais serão antecipados entre a próxima segunda-feira (29/3) e a quinta-feira (1/4) e se somam ao feriado nacional da Paixão de Cristo (2/4) e a dois fins de semana, totalizando nove dias.

Neste período, setores considerados essenciais deverão encerrar suas atividades às 17h, com exceção dos hospitais públicos e privados, serviços de saúde de urgência e emergência, farmácias, laboratórios, hospitais veterinários e demais serviços de natureza essencial ao funcionamento dos serviços de saúde.

A circulação de pessoas no transporte público será restrita aos funcionários de serviços essenciais. Além disso, a comercialização de bebida alcoólica no período estará proibida.

As restrições serão regulamentadas por meio de decretos das prefeituras do Grande ABC.

O colegiado de prefeitos também deliberou o envio de um ofício ao secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, visando à adesão dos equipamentos geridos pelo Governo do Estado às medidas de contenção da Covid-19.

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Grande ABC segue com fase emergencial

Todas as cidades do Grande ABC seguirão a fase emergencial do Plano São Paulo, que serve para conter o avanço da pandemia de Covid-1, decisão foi anunciada pelo Governo do Estado.

Grande ABC segue com fase emergencial



O Consórcio Intermunicipal Grande ABC realizou uma assembleia extraordinária nesta sexta-feira (12/3) por videoconferência, e os prefeitos da região deliberaram que as  medidas mais duras de restrição entram em vigor a partir da próxima segunda-feira (15/3) e se estendem até 30 de março.

A fase emergencial continua na fase vermelha de controle da pandemia e regulação de serviços não essenciais.

Com o objetivo de estimular o distanciamento social e reduzir a circulação urbana, o Plano São Paulo ampliou as restrições de algumas atividades comerciais autorizadas na fase vermelha.

O presidente do Consórcio ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, afirmou que as medidas são necessárias para reduzir a contaminação e a sobrecarga nos hospitais da região.

“As medidas mais duras de distanciamento social são imprescindíveis no momento em que nossos hospitais estão chegando no limite de ocupação. Precisamos que todos se cuidem, usem máscara, lavem as mãos e, o principal, não façam aglomerações”, disse Paulo Serra.

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Identifique os efeitos negativos da pandemia nos animais de estimação

A pandemia alterou a rotina da maioria da população mundial e provocou impactos negativos na saúde física e mental de muita gente. Mas não foram só os humanos que sentiram os efeitos do isolamento social adotado para barrar a transmissão desenfreada do coronavírus. Os animais de estimação também tiveram o dia a dia alterado nos últimos 12 meses – e poderão sofrer ainda mais quando tudo voltar à “normalidade”.

Saiba identificar os efeitos negativos da pandemia nos animais de estimação

A recomendação do distanciamento social pelas autoridades de saúde, com as quarentenas e medidas restritivas de circulação, e a ação do trabalho e estudos remotos fizeram com que os tutores de pets ficassem mais tempo em casa. Essa foi a mudança mais significativa na rotina dos animais em um primeiro momento da pandemia. Ter companhia o dia todo pode parecer uma vantagem aos bichinhos, mas também pode se tornar motivo de estresse, já que é uma mudança brusca no cotidiano deles. “Um dos principais problemas enfrentados pelos pets quando há mudança brusca na rotina é a alteração de comportamento”, explica o médico veterinário e coordenador do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera de São Bernardo do Campo e Pirituba (SP), Frederico Fontanelli Vaz.

Em um segundo momento, com a retomada das atividades e com a esperança de voltar ao normal, surge um novo motivo de incômodo aos animais: os tutores vão voltar, aos poucos, à rotina anterior à pandemia e deixar os pets sozinhos em casa depois de terem se acostumado com a companhia. E quando os tutores voltarem a trabalhar ou a estudar presencialmente, os animais poderão sofrer o mesmo problema. “Esse retorno à rotina anterior à pandemia significa, na prática para o animal, a ausência do tutor, podendo desenvolver uma síndrome de ansiedade por separação e ocasionando, por exemplo, comportamentos destrutivos pelo pet, podendo apresentar latidos constantes, arranhar e morder móveis e objetivos, urinar e defecar fora do lugar de costume”, elenca o coordenador. “Esses comportamentos alterados podem ser inconvenientes tanto para os tutores como para os vizinhos, mas o animal é o mais afetado diretamente, podendo em alguns casos desenvolver automutilação, por exemplo, mordendo a própria pata ou o rabo. Além disso, podem acontecer também situações em que há a falta de apetite, perda ou ganho de peso excessivo, alterações dermatológicas e supressão da imunidade, que pode abrir portas para infecções e surgimento de doenças, tudo isso reflexo do estresse da separação”, continua.

Como amenizar os efeitos negativos da pandemia nos pets?

O médico veterinário da Anhanguera explica que cães e gatos precisam se manter ativos física e psicologicamente para serem saudáveis. Por isso, antes de qualquer mudança radical na rotina dos pets, é importante promover atividades físicas, mentais e sociais para que eles se acostumem com novas situações e gastem energia para aliviar o tédio e o estresse.

“Se os animais vão passar muito tempo sozinhos, é interessante investir em enriquecimento ambiental. Objetos e estruturas que promovam desafios e atividades alimentares, sensoriais, físicas e mentais são uma opção”, elenca o veterinário. Esses objetos podem ser brinquedos, petiscos, brincadeiras como cabo de guerra e jogar bolinhas, camas elevadas e obstáculos. Estimular a independência e reforçar positivamente bons comportamentos enquanto estiver junto ao pet são outras dicas importantes. “Acostumar os cães, principalmente, a ficarem sozinhos, com saídas rápidas e graduais enquanto se divertem com os elementos de enriquecimento ambiental aplicados pelo tutor gera bons resultados”, completa Vaz.

Sobre a Anhanguera 

Fundada em 1994, a Anhanguera já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância. Presente em todos os estados brasileiros, a Anhanguera presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais. Em 2014, a instituição passou a integrar a Kroton. Para mais informações, acesse: anhanguera.com e blog.anhanguera.com.

Sobre a Kroton

A Kroton nasceu com a missão de transformar a vida das pessoas por meio da educação, compartilhando o conhecimento que forma cidadãos e gera oportunidades no mercado de trabalho. Parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira de capital aberto dentre as principais organizações educacionais do mundo, a Kroton leva educação de qualidade a mais de 817 mil estudantes do ensino superior em todo o País. Presente em 1.221 municípios, a instituição conta com 126 unidades próprias, sob as marcas Anhanguera, Fama, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar e é, há mais de 20 anos, pioneira no ensino à distância no Brasil. A Kroton possui a maior operação de polos de EAD no país, com 1.673 unidades parceiras, e oferece no ambiente digital 100% dos cursos existentes na modalidade presencial. Com a transmissão de mais de 1.000 horas de aulas a cada mês em ambientes virtuais, a Kroton trabalha para oferecer sempre a melhor experiência aos alunos, apoiando sua jornada de formação profissional para que possam alcançar seus objetivos e sonhos. Para mais informações acesse: www.kroton.com.br.

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Concurso público de Diadema é suspenso devido à pandemia

As provas para 8 cargos do 40º Concurso Público da Prefeitura de Diadema marcadas para o dia 28/02, foram suspensas pela Prefeitura de Diadema e o Instituto Zambini. O motivo é a piora da atual fase de pandemia do Coronavírus na cidade e nos municípios próximos.

A medida atinge diretamente os candidatos inscritos para os cargos de assistente em:

  • enfermagem nível II (técnico em enfermagem do trabalho)
  • assistente em enfermagem nível II (técnico em enfermagem/instrumentação cirúrgica/obstetrícia)
  • assistente em enfermagem nível II (técnico em enfermagem)
  • enfermeiro obstetra e psiquiátrico (36h)
  • enfermeiro/PSF (40h
concurso público de diadema

O comunicado publicado hoje (25/02) no site da prefeitura diz que as pessoas que fizeram a inscrição para o processo seletivo devem esperar orientações a respeito das novas datas de realização de provas por meio das publicações no Diário Regional.

Também há um canal de atendimento para sanar eventuais dúvidas por meio de email (atendimento@zambini.org.br) e chat disponível pelo link http://www.zambini.org.br.

Provas já realizadas

Aproximadamente 7 mil candidatos para 30 cargos de nível fundamental (exceto alfabetizados) e professores participaram, no dia 20 de fevereiro, das provas referentes aos editais 01, 02 e 03/2020.

O gabarito está disponível no site do Instituto Zambini e o prazo para recursos dos gabaritos acabou em 23 de fevereiro. O resultado preliminar acontecerá na próxima sexta-feira (26/02).

Entre as funções disponibilizadas estão:

  • professor (Educação Básica I, II, Especial e Educação Física)
  • gente de controle de zoonozes
  • cozinheiro
  • agente de serviço funerário III (auxiliar de necropsia)
  • agente de serviços II (borracheiro)
  • armador
  • atendente de consultório dentário
  • carpinteiro
  • eletricista
  • encanador
  • marceneiro
  • mecânico I (mecânico de veículos)
  • motorista I, II e III, motorista socorrista (ambulância)
  • operador de equipamentos de comunicação III

O secretário de Gestão de Pessoas, Odair Cabrera, disse que apenas os servidores das áreas mais urgentes será reposto, devido ao cenário de pandemia.

“O concurso vem para organizar e regularizar essa situação. Estamos trabalhando com seriedade a questão do funcionalismo e com respeito aos candidatos que se inscreveram nesse processo seletivo”, completo Odair.

Ao todo, o 40º concurso recebeu 41.022 inscrições para cargos em diversas áreas. O Instituto Zambini, empresa responsável pela organização do processo seletivo, está adequando a logística para realização das provas.

Todos os candidatos consultem com frequência os sites do instituto (www.zambini.org.br) e da prefeitura, em Secretaria de Gestão de Pessoas (http://www.diadema.sp.gov.br/segep-concurso).

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São Paulo terá menos restrições a partir do fim de semana

Depois de protestos de donos de bares e restaurantes, o governador de São Paulo recuou. O estado de São Paulo terá menos restrições a partir do fim de semana.

Com isso, restaurantes e parques podem voltar a abrir nas regiões que estão na fase laranja do Plano São Paulo, que orienta as medidas de combate à pandemia no estado.

Onze regiões estão na fase laranja, incluindo a região metropolitana da capital paulista e a Baixada Santista. O restante do estado está classificado na fase vermelha, a mais restritiva e apenas serviços essenciais podem funcionar.

Segundo o centro de contingência para o coronavírus, a justificativa para flexibilização foi a estabilidade no número de casos e óbitos no estado.

Mas o próprio coordenador do centro de contingência, Paulo Menezes, reconhece que a situação ainda é crítica.

O governo fala em uma redução de cerca de 15% no número de novas internações nas duas últimas semanas, mas, na média, 68% dos leitos de UTI estão ocupados no estado.

Em meio ao anúncio, o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn. criticou o descredenciamento de 89% dos leitos do estado pelo Ministério da Saúde.

Com o descredenciamento, é cortado o repasse do governo federal para o pagamento de profissionais de saúde e insumos necessários para o funcionamento desses leitos. O secretário também cobrou o envio de 15 milhões de insumos em seringas e agulhas.

Nós entramos em contato com o Ministério da Saúde para saber o que motivou do descredenciamento dos leitos e estamos aguardando resposta.

Com Agência Brasil.

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Abastecimento de oxigênio em Manaus é normalizado

Dezenove dias após faltar oxigênio nos hospitais de Manaus, no Amazonas, o Ministério da Saúde anunciou que o abastecimento do insumo para o sistema de saúde foi normalizado. O consumo diário de 80 mil metros cúbicos de gás tem sido suprido e ainda sobra cerca de 8 mil metros cúbicos por dia.

O fluxo necessário para abastecer de oxigênio a capital do Amazonas foi alcançado com a chegada contínua de carretas vindas do Sul, Sudeste e Nordeste do País, além de dois voos diários da Força Aérea Brasileira carregados com o produto.

Por via terrestre, também é constante a chegada de carretas com oxigênio vindas da Venezuela. Balsas também auxiliam para completar o trajeto pelas vias fluviais.

Desde o início da crise do oxigênio, 14 usinas novas foram abertas para produzir o insumo. A previsão do comitê de crise montado pelas autoridades é abrir outras 48 usinas. Além de aumentar a capacidade da usina do Hospital Universitário Getúlio Vargas e da empresa privada White Martins.

Segundo o Ministério da Saúde, com a estabilização do oxigênio, será possível promover a abertura de novos leitos para atender os pacientes de covid-19. O governador do Amazonas, Wilson Lima, afirmou nessa terça-feira (2) que, apesar de normalizado o abastecimento de oxigênio, a situação ainda é delicada.

A população de Manaus viveu um dos momentos mais dramáticos da pandemia quando, no dia 14 de janeiro, faltou oxigênio nos hospitais da cidade, levando pacientes a morte por asfixia. A demanda por oxigênio mais que dobrou devido ao aumento de casos da Covid-19 na região.

Segundo o governo estadual, mais de 460 pacientes precisaram ser transferidos para outros estados, sendo 17 transferências só nessa terça-feira. A Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público do Amazonas abriram inquéritos para investigar a conduta dos agentes públicos na crise provocada pela falta de oxigênio.

Com informações de Agência Brasil.

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Abastecimento de oxigênio em Manaus é normalizado

Avião com insumo para vacinas chega hoje à noite ao Brasil

O avião com o IFA, o Insumo Farmacêutico Ativo para a produção de 8,6 milhões doses de vacinas da Coronavac deve chegar em São Paulo às 23h30 desta quarta feira (3). O avião partiu nessa terça feira (2) de Pequim às 21h30 da noite, pelo horário de Brasília.

O Instituto Butantan informou que as vacinas produzidas com esse lote de insumos começarão a ser encaminhadas ao Ministério da Saúde a partir do dia 25 deste mês. Outro lote de insumos que serão utilizados para produzir outras 8,7 milhões de doses de vacina deve chegar até o dia 10 de fevereiro. Ao todo, serão 17 milhões de doses de vacinas. 

O Butantan ainda negocia o recebimento de mais 8 mil litros de IFA para cumprir o contrato com o Ministério da Saúde. São 46 milhões de doses previstas para serem entregues ao Ministério até o final de abril e um adicional de 54 milhões de vacinas com prazo ainda a ser definido.

Nesse primeiro momento, o país ainda depende da importação de IFA para a produção da Coronavac. Esse cenário deve melhorar em setembro quando há a previsão que o próprio instituto Butantan tenha as obras de expansão da fábrica concluídas e passe a fabricar os insumos da Coronavac.

A Fiocruz, por sua vez, prevê a produção do IFA da vacina da Oxford Aztrazeneca em solo brasileiro já em abril deste ano.

Com informações de Agência Brasil.

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Avião com insumo para vacinas chega hoje à noite ao Brasil
Carga com primeiras doses da CoronaVac chega ao Aeroporto Internacional de São Paulo 19/11/2020 REUTERS/Amanda Perobelli

Estudo sugere aumentar prazo entre doses de vacina de Oxford

A vacina contra Covid-19 desenvolvida pela universidade inglesa de Oxford e pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca tem eficácia geral de 76% após a primeira dose. Esse índice se refere a infecções com sintomas e dura, pelo menos, três meses após essa primeira dose. E aumenta para até 82,4% após a segunda dose. Estudo sugere aumentar prazo entre as primeira e segunda doses.

O estudo sobre a eficácia da vacina foi publicado nessa terça-feira na conceituada revista médica Lancet. E abre caminho para a aplicação da segunda dose em um intervalo maior que o original, que era de três semanas.

De acordo com a pesquisa, quando a segunda dose é aplicada menos de seis semanas após a primeira, a eficiência é menor, de 54,9%. E quando o intervalo entre a primeira dose e o reforço foi de 12 semanas ou mais, a eficiência subiu para 82,4%. Após a segunda dose, nenhum dos vacinados teve a forma grave da Covid-19.

O aumento do intervalo entre as doses já é usado no Reino Unido e no Brasil. A AstraZeneca aprovou a medida e disse que aumentar o tempo entre as doses é a melhor estratégia para a vacina.

A Fiocruz, parceira de Oxford e AstraZeneca no Brasil, divulgou uma nota destacando que a conclusão “pode subsidiar decisões dos planos de vacinação, já que o número de vacinas disponível ainda é escasso em todo o mundo”.

No dia 29 de janeiro, a AstraZeneca apresentou o pedido de registro permanente da vacina. A Anvisa tem até o dia 30 de março para responder.

Com informações de Agência Brasil.

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Estudo sugere aumentar prazo entre doses de vacina de Oxford
Vacinação dos profissionais de saúde, veterinários e agentes funerários com 60 anos ou mais de idade, que estam na ativa, na Clínica da Família Estácio de Sá, na região central da cidade. O município do Rio de Janeiro ampliou hoje (27) o público-alvo da campanha de vacinação contra a covid-19.

Capacitação de educadores visa retorno às aulas presenciais

O mundo ainda vive dias de tensão em meio à pandemia causada pela Covid-19, sem que possamos saber quando a vida vai retomar certa normalidade. Mas agora em fevereiro, a maior parte das escolas pelo Brasil vão retomar as aulas presenciais. Por isso, a capacitação de educadores visa retorno às aulas presenciais, em evento gratuito, com objetivo de preparar educadores para os novos desafios do retorno às aulas. 

Esse evento é promovido pela Rede Pedagógica, maior rede de educadores da América Latina, e vai fornecer certificado de 120 horas de atividades. Tudo com objetivo de preparar melhor os profissionais da área da educação que ficarão responsáveis por cuidar e ensinar as crianças em um momento como esse.

Camila de Cássia Mariano é mãe da Mariana, uma menina de 5 anos que, como as demais crianças do Brasil, passaram meses sem frequentar as salas de aula nas escolas por conta da pandemia. Esse fato gera bastante preocupação no que se refere ao retorno das atividades presenciais pelas escolas, mas a Camila acredita que é importante as crianças voltarem aos estudos.

“Estamos com uma expectativa enorme ao mesmo tempo em que ficamos apreensivos, pois foi muito tempo fora da escola e, como eu pude observar por conta da minha filha, a educação infantil foi prejudicada pela falta de convívio com outras crianças e por não terem condições de maturidade para enfrentar um ensino à distância, apenas online. Tirando as questões de saúde e higiene, a maior preocupação é como será o comportamento em sala e como os profissionais da educação estarão preparados para lidar com essas questões emocionais”, afirmou Camila.

Capacitação de educadores visa retorno às aulas presenciais

O desenvolvimento das competências socioeducacionais é relevante em um momento como esse, em que os estudantes passaram quase um ano longe das escolas, vivendo todo o tipo de situações inesperadas que a pandemia trouxe, como isolamento social, aulas virtuais e possível morte entre familiares. E isso se estende aos educadores, que precisam estar preparados para lidar com os medos, anseios e dificuldades dos alunos além das suas próprias emoções, explicou a diretora pedagógica da Rede, Erika Radespiel.

“Como aprender se nós não estivermos bem emocionalmente? Nós temos a nossa individualidade, mas também somos um coletivo dentro da sociedade. Portanto, precisamos falar sobre isso, realizar atividades que ajudem os alunos nesse desenvolvimento, promover formações para que os professores se sintam capazes de fazer essa intervenção e para que também possam se preparar emocionalmente e se desenvolver emocionalmente. Isso é muito importante”, argumentou a pedagoga.   

De acordo com Erika Radespiel, é um esforço elevado exigir competência em disciplinas fundamentais como matemática e português, sem que seja feito um trabalho prévio para que alunos e professores estejam preparados para voltar às salas de aula dando o melhor de si. Esse é um reflexo do mundo e não apenas uma abordagem importante no Brasil, destacou.

E essa é a mesma opinião da professora da Rede Pública do Distrito Federal, Maria Leuza Medeiros Lima, que vê na capacitação uma proposta coesa e bem elaborada para oferecer apoio no meio acadêmico, tanto para alunos como professores, além de ser uma forma de valorização da carreira dos educadores.

“Um dos principais desafios para nós, educadores, neste momento de pandemia foi manter os alunos engajados em relação às atividades. E para isso foi necessário não somente investir em teorias e disciplinas, mas investir em currículo humano e, assim, manter os alunos com aprendizado significativo. Uma vez que a escola foi para dentro da casa do aluno, foi necessário saber utilizar também esses espaços como um lugar de educação, porque a educação não acontece somente na escola, acontece também nos lares e qualquer outro lugar”, avaliou a professora.

Em parceria com Brasil61.

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Donos de restaurantes na França propõem desobediência civil

Na França, donos de restaurantes propõem movimento de desobediência civil. Eles propõem a reabertura dos estabelecimentos, fechados desde 30 de outubro, nesta segunda-feira (1º).

O governo francês ameaça os infratores com uma suspensão de alvarás por um mês.

Apesar de o número de contaminações diárias ainda estar elevado, a França tentar evitar um terceiro lockdown e reforça as medidas contra a covid-19.

Desde ontem, os grandes shoppings estão fechados e os voos vindos de países que não integram a União Europeia estão suspensos.

E qual o custo da pandemia na França? O ministro da Economia não tem dúvida, é melhor prevenir com medidas de contenção do que, depois, ter que remediar com lockdown radical e o fechamento de shoppings. E os centros comerciais na França custam 500 milhões de euros por mês para as finanças públicas, um mal menor se comparado a um lockdown total, cuja fatura seria de 15 bilhões de euros por mês, ou seja, cerca de R$ 98 bilhões por mês.

Foi o que disse, nesta segunda-feira, o ministro da Economia, Bruno Le Maire. Ele lembrou que o toque de recolher, custa, aproximadamente, entre subvenções e outras medidas, cerca de 6 bilhões de euros por mês e que o confinamento total, com fechamento de lojas e escolas, seria de 15 bilhões de euros, ou seja, 9 bilhões de euros a mais por mês.

Com informações de Agência Brasil.

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Donos de restaurantes na França propõem

Venda de máquinas e equipamentos sobe 5,1%, em 2020

Venda de máquinas e equipamentos sobe 5,1%, em 2020, e atinge R$ 144,5 bilhões. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Só em dezembro do ano passado, as vendas tiveram alta de 36,7%, na comparação com o mesmo mês de 2019, alcançando R$ 13,4 bilhões em faturamento.

Os segmentos que mais contribuíram com o resultado são máquinas para bens de consumo, em especial, máquinas para madeiras, alimentos e refrigeração. A Abimaq estima aumentar as vendas em 7%, em 2021.

No entanto, a exportação do setor diminuiu 23,7% em 2020, se comparado a 2019, somando R$ 7,3 bilhões em equipamentos.

A geração de empregos no setor de máquinas aumentou em 2020, em relação ao ano anterior. Em dezembro, foram registrados 326,5 mil postos de trabalho – cerca de 24 mil a mais que o observado em 2019.

Em parceria com Brasil 61

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Venda de máquinas e equipamentos sobe 5,1%, em 2020

Preços dos produtos industriais subiram quase 20% em 2020

Os preços dos produtos industriais, na porta das fábricas, subiram 19,40% em 2020. Foi a maior alta desde 2014 e 3,6 vezes mais que a média anual de 5,36% entre 2014 e 2019. Em dezembro, a variação foi de 0,41% em relação a novembro, a 17ª variação positiva consecutiva. Mas ficou bem abaixo da taxa de 1,38% registrada na passagem de outubro para novembro.

Os dados divulgados nesta sexta-feira (29), pelo IBGE, são do Índice de Preços ao Produtor. O IPP mede a mudança dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e de transformação.

O gerente do IPP, Alexandre Brandão, explicou que a alta nos preços do refino de petróleo foi a principal causa do aumento da taxa de dezembro. E que, o recuo em relação a novembro deve-se à queda nos preços dos alimentos .

Ainda segundo Brandão, entre os principais fatores para a alta dos preços no ano, está a depreciação de 25,2% do Real, o que tem impacto nos setores exportadores. 

Com informações de Agência Brasil.

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Preços dos produtos industriais
Fábrica da Rhodia.

7 variantes coronavírus identificados por Laboratório de Sergipe

O Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen) encontrou 7 variantes do novo coronavírus em 67 amostras de pacientes infectados no estado. As amostras foram analisadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

Segundo o superintendente do Lacen, Guiomar Alves, o procedimento foi realizado em materiais que apresentaram alta carga viral da covid-19 e que as amostras não têm relação com as variantes encontradas no Amazonas, Reino Unido ou na África do Sul.

As 67 amostras analisadas são de pacientes que vivem em 11 municípios sergipanos e, segundo o superintende, essa descoberta pode auxiliar a compreender o caso de reinfecção da doença, que, em algumas situações, ocorre mais de uma vez no mesmo pacientes.

Guiomar afirmou também que as amostras com alta carga viral do coronavírus vão continuar sendo enviadas à Fiocruz para identificar as possíveis novas linhagens da doença.

Sergipe já registrou 135 mil 385 casos confirmados e 2.760 óbitos por causa da pandemia.

Segundo a Secretaria de Saúde, já foram distribuídas 23.533 doses da vacina CoronaVac aos 75 municípios do estado, sendo 72% já aplicadas.

Com informações de Agência Brasil.

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7 variantes coronavírus

País registrou 2,6 milhões de novos MEIs em 2020

Brasil tem cerca de onze milhões e 300 mil empreendedores individuais, os MEIs. Apenas em 2020, o país registrou 2,6 milhões novos MEIs.

O programa foi criado para permitir que pequenos empresários saiam da informalidade e abrange mais de 460 atividades.

O profissional recebe o CNPJ MEI e pode cadastrar uma atividade principal e até 15 secundárias.

Em 2020, o País registrou dois milhões e 600 mil novos microempreendedores individuais, a maior adesão dos últimos cinco anos.

O número foi levantado pelo Serviço de Apoio à Pequena e Média Empresa, o Sebrae, com base nos dados da Receita Federal.

Em entrevista ao G1, o analista de Gestão Estratégica do Sebrae, Thomaz Carrijo, diz que em tempos de recessão é comum que os brasileiros recorram ao empreendedorismo como alternativa de ocupação e renda.

De acordo com o especialista, a tendência foi verificada entre 2014 e 2016, período em que o Brasil passou por uma crise econômica.

Uma das exigências para se tornar MEI é ter faturamento de no máximo 81 mil reais por ano.

O empreendedor paga todos os impostos pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional, o DAS, e o valor pode variar entre 55 reais e 61 reais por mês.

Em parceria com Rádio2.

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País registrou 2

Pacientes com hanseníase relatam falta de medicamentos

A hanseníase, uma doença também conhecida como lepra, ainda provoca forte preconceito na sociedade, mesmo depois de comprovada a cura. No Brasil são diagnosticadas, por ano, cerca de 30 mil pessoas com a doença. Porém, com a pandemia, pacientes com hanseníase relatam desabastecimento de medicamentos para tratamentos.

Nesse dia 31 de janeiro, último domingo do mês, é comemorado o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. Durante todo mês, a campanha Janeiro Roxo chama a atenção para doença, ainda negligenciada. E agora na pandemia, pacientes relatam a falta de medicamentos contra essa enfermidade doença no país.

Faustino Pinto é uma das principais lideranças em defesa das pessoas com hanseníase. Hoje ele é vice-coordenador nacional do Movimento de Reintegração Hanseniano – o Morhan, fundado em 1981.

Os primeiros sinais da doença apareceram em Faustino aos 9 anos. Apenas aos 18, de forma tardia, foi diagnosticado com a hanseníase.

Conhecida há milênios, e causada por uma bactéria – o bacilo de Hansen – nos casos mais graves, a hanseníase pode provocar deformidades físicas. O professor de dermatologia da Universidade de Brasília, Ciro Martins Gomes, explica os principais sintomas da doença.

A bactéria que provoca a hanseníase pode ficar encubada no corpo durante anos, por ter uma reprodução lenta. Por isso, para se transmitir o vírus é necessário um contato íntimo e prolongado. Na maioria das vezes é transmitida entre familiares.

Até a década de 1960, a internação, com isolamento, das pessoas com a doença era obrigatória. Os infectados eram levados de forma compulsória para colônias, hospitais e asilos. Filhos eram separados de pais, famílias eram destruídas, com violações profundas dos direitos humanos.

Mas tratamentos que possibilitaram a cura, levaram ao fim dessa segregação, permitindo um convívio social pleno das pessoas com a doença.

Importante destacar que a partir da primeira dose dos antibióticos, que devem ser fornecidos pelo SUS, os pacientes não transmitem mais a doença. O tratamento pode durar até um ano.

O médico Ciro Martins Gomes fala que o diagnóstico da doença é clínico, feito pelo exame dos médicos, mas que falta ainda conhecimento sobre a hanseníase no serviço de saúde.

Faustino Pinto reforça que ainda há preconceito institucional com os portadores da doença no serviço de saúde.

O Morhan vem recebendo denúncias da falta do PQT em todo o país, o principal remédio para cura da doença. O movimento aponta que o atraso na reposição do medicamento no SUS chega a mais de 3 meses.

Em nota, o Ministério da Saúde reconheceu o atraso na distribuição do PQT.  A pasta informa que a doação do medicamento pela Organização Pan-americana de Saúde estava prevista para outubro do ano passado. Entretanto, testes realizados detectaram impurezas no lote, sendo necessário produzir novamente a quantidade do remédio que seria destinada ao Brasil.

O Ministério da Saúde ainda afirmou que está em tratativas para a chegada do medicamento o mais breve possível, mas não estipulou uma data.

“Pacientes com hanseníase relatam falta de medicamentos” em parceria com Agência Brasil.

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Pacientes com hanseníase relatam

CNM e entidades divulgam carta com sugestão contra a Covid-19

O avanço da pandemia da Covid-19 em todo o território nacional tem causado preocupação à Confederação Nacional de Municípios (CNM) e às 27 entidades estaduais. Outro alerta levantado é sobre a inexistência de um plano nacional de superação das dificuldades e de retomada do desenvolvimento nesta segunda onda da doença. Neste sentido, CNM e entidades divulgam carta aberta com sugestões.

De acordo com a CNM, existe uma necessidade de adoção de novas medidas emergenciais que garantam aos governantes locais o atendimento da população. Com isso, as entidades divulgaram uma carta aberta com pedidos e sugestões de iniciativas que asseguram uma vida mais digna aos munícipes.  

Entre os pontos está a aquisição imediata pelo governo federal de todas as vacinas disponíveis. A CNM considera que “a vacinação é o único caminho para superar a crise sanitária e possibilitar a retomada do desenvolvimento econômico e social do país.”

Além disso, há uma solicitação para prorrogar o decreto de estado de calamidade pública no Brasil. Isso porque, com o fim dessa condição, “vários instrumentos fundamentais para a mitigação da calamidade foram interrompidos, entre eles, as contratações e compras emergenciais, flexibilidade orçamentária e suspensão de impeditivos relacionados à negativação dos entes.

A CNM também entende que é fundamental promover o real encontro de contas, conforme aprovado pelo Congresso Nacional em 2017, para permitir o conhecimento do exato valor devido pelos Municípios brasileiros ao RGPS e, ao mesmo tempo, o valor que o RGPS deve aos Municípios.

Em parceria com Brasil 61

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CNM e entidades divulgam carta com sugestão contra a Covid-19
Médicos fazem treinamento no hospital de campanha para tratamento de covid-19 do Complexo Esportivo do Ibirapuera.

Santo André decreta fase vermelha neste final de semana

Medida visa conter disseminação do novo coronavírus; Santo André decreta fase vermelha: fiscalização também será intensificada

A Prefeitura de Santo André divulgou oficialmente que neste final de semana (30 e 31), a cidade estará sob a fase vermelha do Plano SP, do Governo do Estado, funcionando portanto apenas os serviços essenciais (mercados, postos de combustível, hospitais, farmácias, etc), visando assim evitar aglomerações e conter a disseminação do novo coronavírus. A medida está prevista em decreto municipal publicado nesta quinta-feira (28).

 Durante estes dois dias as atividades e serviços não essenciais poderão funcionar apenas pelo sistema de drive thru ou delivery, através de realizações comerciais por meio de aplicativos, internet, telefone ou outros instrumentos similares. Os parques da cidade também estarão fechados no período. Já as atividades religiosas poderão funcionar com o limite de 50% de ocupação da capacidade total, bem como as medidas preventivas previstas nos protocolos sanitários.

“A cidade permanece com todas as ações preventivas e protocolos sanitários para conter a disseminação e o avanço da Covid-19. Por isso, intensificar a fiscalização e as medidas que assegurem o distanciamento social é um gesto de cuidado e proteção à vida. Estamos atentos com a subida de novos casos e óbitos, e pedindo a compreensão dos andreenses neste momento, já que estamos no início do fim desta guerra com a chegada das vacinas e a imunização da nossa gente”, assegurou o prefeito Paulo Serra.

A partir da segunda-feira (1º), Santo André retorna para a fase laranja com funcionamento das atividades não essenciais, pelo período máximo de oito horas, no horário das 06h às 20h, a ser estipulado por cada estabelecimento, observando-se o limite de 40% de ocupação da capacidade total. Na próxima semana haverá novo pronunciamento do Governo do Estado para a possível reclassificação das fases.

A fiscalização será feita por meio da Operação Comércio Responsável e os estabelecimentos que descumprirem o decreto estão sujeitos à medidas como aplicação de multa, interdição e revogação do alvará de funcionamento. A Prefeitura tem intensificado a fiscalização em estabelecimentos comerciais, sobretudo em bares, para combater aglomerações e festas clandestinas, orientar quanto à falta do uso de máscara e multar locais que não estão seguindo os protocolos sanitários e de segurança, para a prevenção da Covid-19. 

As equipes de fiscalização trabalham desde março de 2020, quando teve início a pandemia, com equipes do Departamento de Controle Urbano da Secretaria de Desenvolvimento e Geração de Emprego, Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), Guarda Civil Municipal e Polícia Militar.


| Texto: Guilherme Menezes
| Fotos: 
Angelo Baima/PSA

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Santo André decreta fase vermelha