São Paulo terá menos restrições a partir do fim de semana

Depois de protestos de donos de bares e restaurantes, o governador de São Paulo recuou. O estado de São Paulo terá menos restrições a partir do fim de semana.

Com isso, restaurantes e parques podem voltar a abrir nas regiões que estão na fase laranja do Plano São Paulo, que orienta as medidas de combate à pandemia no estado.

Onze regiões estão na fase laranja, incluindo a região metropolitana da capital paulista e a Baixada Santista. O restante do estado está classificado na fase vermelha, a mais restritiva e apenas serviços essenciais podem funcionar.

Segundo o centro de contingência para o coronavírus, a justificativa para flexibilização foi a estabilidade no número de casos e óbitos no estado.

Mas o próprio coordenador do centro de contingência, Paulo Menezes, reconhece que a situação ainda é crítica.

O governo fala em uma redução de cerca de 15% no número de novas internações nas duas últimas semanas, mas, na média, 68% dos leitos de UTI estão ocupados no estado.

Em meio ao anúncio, o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn. criticou o descredenciamento de 89% dos leitos do estado pelo Ministério da Saúde.

Com o descredenciamento, é cortado o repasse do governo federal para o pagamento de profissionais de saúde e insumos necessários para o funcionamento desses leitos. O secretário também cobrou o envio de 15 milhões de insumos em seringas e agulhas.

Nós entramos em contato com o Ministério da Saúde para saber o que motivou do descredenciamento dos leitos e estamos aguardando resposta.

Com Agência Brasil.

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São Paulo terá menos restrições a partir do fim de semana

Abastecimento de oxigênio em Manaus é normalizado

Dezenove dias após faltar oxigênio nos hospitais de Manaus, no Amazonas, o Ministério da Saúde anunciou que o abastecimento do insumo para o sistema de saúde foi normalizado. O consumo diário de 80 mil metros cúbicos de gás tem sido suprido e ainda sobra cerca de 8 mil metros cúbicos por dia.

O fluxo necessário para abastecer de oxigênio a capital do Amazonas foi alcançado com a chegada contínua de carretas vindas do Sul, Sudeste e Nordeste do País, além de dois voos diários da Força Aérea Brasileira carregados com o produto.

Por via terrestre, também é constante a chegada de carretas com oxigênio vindas da Venezuela. Balsas também auxiliam para completar o trajeto pelas vias fluviais.

Desde o início da crise do oxigênio, 14 usinas novas foram abertas para produzir o insumo. A previsão do comitê de crise montado pelas autoridades é abrir outras 48 usinas. Além de aumentar a capacidade da usina do Hospital Universitário Getúlio Vargas e da empresa privada White Martins.

Segundo o Ministério da Saúde, com a estabilização do oxigênio, será possível promover a abertura de novos leitos para atender os pacientes de covid-19. O governador do Amazonas, Wilson Lima, afirmou nessa terça-feira (2) que, apesar de normalizado o abastecimento de oxigênio, a situação ainda é delicada.

A população de Manaus viveu um dos momentos mais dramáticos da pandemia quando, no dia 14 de janeiro, faltou oxigênio nos hospitais da cidade, levando pacientes a morte por asfixia. A demanda por oxigênio mais que dobrou devido ao aumento de casos da Covid-19 na região.

Segundo o governo estadual, mais de 460 pacientes precisaram ser transferidos para outros estados, sendo 17 transferências só nessa terça-feira. A Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público do Amazonas abriram inquéritos para investigar a conduta dos agentes públicos na crise provocada pela falta de oxigênio.

Com informações de Agência Brasil.

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Abastecimento de oxigênio em Manaus é normalizado

Avião com insumo para vacinas chega hoje à noite ao Brasil

O avião com o IFA, o Insumo Farmacêutico Ativo para a produção de 8,6 milhões doses de vacinas da Coronavac deve chegar em São Paulo às 23h30 desta quarta feira (3). O avião partiu nessa terça feira (2) de Pequim às 21h30 da noite, pelo horário de Brasília.

O Instituto Butantan informou que as vacinas produzidas com esse lote de insumos começarão a ser encaminhadas ao Ministério da Saúde a partir do dia 25 deste mês. Outro lote de insumos que serão utilizados para produzir outras 8,7 milhões de doses de vacina deve chegar até o dia 10 de fevereiro. Ao todo, serão 17 milhões de doses de vacinas. 

O Butantan ainda negocia o recebimento de mais 8 mil litros de IFA para cumprir o contrato com o Ministério da Saúde. São 46 milhões de doses previstas para serem entregues ao Ministério até o final de abril e um adicional de 54 milhões de vacinas com prazo ainda a ser definido.

Nesse primeiro momento, o país ainda depende da importação de IFA para a produção da Coronavac. Esse cenário deve melhorar em setembro quando há a previsão que o próprio instituto Butantan tenha as obras de expansão da fábrica concluídas e passe a fabricar os insumos da Coronavac.

A Fiocruz, por sua vez, prevê a produção do IFA da vacina da Oxford Aztrazeneca em solo brasileiro já em abril deste ano.

Com informações de Agência Brasil.

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Avião com insumo para vacinas chega hoje à noite ao Brasil
Carga com primeiras doses da CoronaVac chega ao Aeroporto Internacional de São Paulo 19/11/2020 REUTERS/Amanda Perobelli

Estudo sugere aumentar prazo entre doses de vacina de Oxford

A vacina contra Covid-19 desenvolvida pela universidade inglesa de Oxford e pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca tem eficácia geral de 76% após a primeira dose. Esse índice se refere a infecções com sintomas e dura, pelo menos, três meses após essa primeira dose. E aumenta para até 82,4% após a segunda dose. Estudo sugere aumentar prazo entre as primeira e segunda doses.

O estudo sobre a eficácia da vacina foi publicado nessa terça-feira na conceituada revista médica Lancet. E abre caminho para a aplicação da segunda dose em um intervalo maior que o original, que era de três semanas.

De acordo com a pesquisa, quando a segunda dose é aplicada menos de seis semanas após a primeira, a eficiência é menor, de 54,9%. E quando o intervalo entre a primeira dose e o reforço foi de 12 semanas ou mais, a eficiência subiu para 82,4%. Após a segunda dose, nenhum dos vacinados teve a forma grave da Covid-19.

O aumento do intervalo entre as doses já é usado no Reino Unido e no Brasil. A AstraZeneca aprovou a medida e disse que aumentar o tempo entre as doses é a melhor estratégia para a vacina.

A Fiocruz, parceira de Oxford e AstraZeneca no Brasil, divulgou uma nota destacando que a conclusão “pode subsidiar decisões dos planos de vacinação, já que o número de vacinas disponível ainda é escasso em todo o mundo”.

No dia 29 de janeiro, a AstraZeneca apresentou o pedido de registro permanente da vacina. A Anvisa tem até o dia 30 de março para responder.

Com informações de Agência Brasil.

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Estudo sugere aumentar prazo entre doses de vacina de Oxford
Vacinação dos profissionais de saúde, veterinários e agentes funerários com 60 anos ou mais de idade, que estam na ativa, na Clínica da Família Estácio de Sá, na região central da cidade. O município do Rio de Janeiro ampliou hoje (27) o público-alvo da campanha de vacinação contra a covid-19.

Capacitação de educadores visa retorno às aulas presenciais

O mundo ainda vive dias de tensão em meio à pandemia causada pela Covid-19, sem que possamos saber quando a vida vai retomar certa normalidade. Mas agora em fevereiro, a maior parte das escolas pelo Brasil vão retomar as aulas presenciais. Por isso, a capacitação de educadores visa retorno às aulas presenciais, em evento gratuito, com objetivo de preparar educadores para os novos desafios do retorno às aulas. 

Esse evento é promovido pela Rede Pedagógica, maior rede de educadores da América Latina, e vai fornecer certificado de 120 horas de atividades. Tudo com objetivo de preparar melhor os profissionais da área da educação que ficarão responsáveis por cuidar e ensinar as crianças em um momento como esse.

Camila de Cássia Mariano é mãe da Mariana, uma menina de 5 anos que, como as demais crianças do Brasil, passaram meses sem frequentar as salas de aula nas escolas por conta da pandemia. Esse fato gera bastante preocupação no que se refere ao retorno das atividades presenciais pelas escolas, mas a Camila acredita que é importante as crianças voltarem aos estudos.

“Estamos com uma expectativa enorme ao mesmo tempo em que ficamos apreensivos, pois foi muito tempo fora da escola e, como eu pude observar por conta da minha filha, a educação infantil foi prejudicada pela falta de convívio com outras crianças e por não terem condições de maturidade para enfrentar um ensino à distância, apenas online. Tirando as questões de saúde e higiene, a maior preocupação é como será o comportamento em sala e como os profissionais da educação estarão preparados para lidar com essas questões emocionais”, afirmou Camila.

Capacitação de educadores visa retorno às aulas presenciais

O desenvolvimento das competências socioeducacionais é relevante em um momento como esse, em que os estudantes passaram quase um ano longe das escolas, vivendo todo o tipo de situações inesperadas que a pandemia trouxe, como isolamento social, aulas virtuais e possível morte entre familiares. E isso se estende aos educadores, que precisam estar preparados para lidar com os medos, anseios e dificuldades dos alunos além das suas próprias emoções, explicou a diretora pedagógica da Rede, Erika Radespiel.

“Como aprender se nós não estivermos bem emocionalmente? Nós temos a nossa individualidade, mas também somos um coletivo dentro da sociedade. Portanto, precisamos falar sobre isso, realizar atividades que ajudem os alunos nesse desenvolvimento, promover formações para que os professores se sintam capazes de fazer essa intervenção e para que também possam se preparar emocionalmente e se desenvolver emocionalmente. Isso é muito importante”, argumentou a pedagoga.   

De acordo com Erika Radespiel, é um esforço elevado exigir competência em disciplinas fundamentais como matemática e português, sem que seja feito um trabalho prévio para que alunos e professores estejam preparados para voltar às salas de aula dando o melhor de si. Esse é um reflexo do mundo e não apenas uma abordagem importante no Brasil, destacou.

E essa é a mesma opinião da professora da Rede Pública do Distrito Federal, Maria Leuza Medeiros Lima, que vê na capacitação uma proposta coesa e bem elaborada para oferecer apoio no meio acadêmico, tanto para alunos como professores, além de ser uma forma de valorização da carreira dos educadores.

“Um dos principais desafios para nós, educadores, neste momento de pandemia foi manter os alunos engajados em relação às atividades. E para isso foi necessário não somente investir em teorias e disciplinas, mas investir em currículo humano e, assim, manter os alunos com aprendizado significativo. Uma vez que a escola foi para dentro da casa do aluno, foi necessário saber utilizar também esses espaços como um lugar de educação, porque a educação não acontece somente na escola, acontece também nos lares e qualquer outro lugar”, avaliou a professora.

Em parceria com Brasil61.

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Donos de restaurantes na França propõem desobediência civil

Na França, donos de restaurantes propõem movimento de desobediência civil. Eles propõem a reabertura dos estabelecimentos, fechados desde 30 de outubro, nesta segunda-feira (1º).

O governo francês ameaça os infratores com uma suspensão de alvarás por um mês.

Apesar de o número de contaminações diárias ainda estar elevado, a França tentar evitar um terceiro lockdown e reforça as medidas contra a covid-19.

Desde ontem, os grandes shoppings estão fechados e os voos vindos de países que não integram a União Europeia estão suspensos.

E qual o custo da pandemia na França? O ministro da Economia não tem dúvida, é melhor prevenir com medidas de contenção do que, depois, ter que remediar com lockdown radical e o fechamento de shoppings. E os centros comerciais na França custam 500 milhões de euros por mês para as finanças públicas, um mal menor se comparado a um lockdown total, cuja fatura seria de 15 bilhões de euros por mês, ou seja, cerca de R$ 98 bilhões por mês.

Foi o que disse, nesta segunda-feira, o ministro da Economia, Bruno Le Maire. Ele lembrou que o toque de recolher, custa, aproximadamente, entre subvenções e outras medidas, cerca de 6 bilhões de euros por mês e que o confinamento total, com fechamento de lojas e escolas, seria de 15 bilhões de euros, ou seja, 9 bilhões de euros a mais por mês.

Com informações de Agência Brasil.

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Donos de restaurantes na França propõem

Venda de máquinas e equipamentos sobe 5,1%, em 2020

Venda de máquinas e equipamentos sobe 5,1%, em 2020, e atinge R$ 144,5 bilhões. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Só em dezembro do ano passado, as vendas tiveram alta de 36,7%, na comparação com o mesmo mês de 2019, alcançando R$ 13,4 bilhões em faturamento.

Os segmentos que mais contribuíram com o resultado são máquinas para bens de consumo, em especial, máquinas para madeiras, alimentos e refrigeração. A Abimaq estima aumentar as vendas em 7%, em 2021.

No entanto, a exportação do setor diminuiu 23,7% em 2020, se comparado a 2019, somando R$ 7,3 bilhões em equipamentos.

A geração de empregos no setor de máquinas aumentou em 2020, em relação ao ano anterior. Em dezembro, foram registrados 326,5 mil postos de trabalho – cerca de 24 mil a mais que o observado em 2019.

Em parceria com Brasil 61

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Venda de máquinas e equipamentos sobe 5,1%, em 2020

Preços dos produtos industriais subiram quase 20% em 2020

Os preços dos produtos industriais, na porta das fábricas, subiram 19,40% em 2020. Foi a maior alta desde 2014 e 3,6 vezes mais que a média anual de 5,36% entre 2014 e 2019. Em dezembro, a variação foi de 0,41% em relação a novembro, a 17ª variação positiva consecutiva. Mas ficou bem abaixo da taxa de 1,38% registrada na passagem de outubro para novembro.

Os dados divulgados nesta sexta-feira (29), pelo IBGE, são do Índice de Preços ao Produtor. O IPP mede a mudança dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e de transformação.

O gerente do IPP, Alexandre Brandão, explicou que a alta nos preços do refino de petróleo foi a principal causa do aumento da taxa de dezembro. E que, o recuo em relação a novembro deve-se à queda nos preços dos alimentos .

Ainda segundo Brandão, entre os principais fatores para a alta dos preços no ano, está a depreciação de 25,2% do Real, o que tem impacto nos setores exportadores. 

Com informações de Agência Brasil.

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Preços dos produtos industriais
Fábrica da Rhodia.

7 variantes coronavírus identificados por Laboratório de Sergipe

O Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen) encontrou 7 variantes do novo coronavírus em 67 amostras de pacientes infectados no estado. As amostras foram analisadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

Segundo o superintendente do Lacen, Guiomar Alves, o procedimento foi realizado em materiais que apresentaram alta carga viral da covid-19 e que as amostras não têm relação com as variantes encontradas no Amazonas, Reino Unido ou na África do Sul.

As 67 amostras analisadas são de pacientes que vivem em 11 municípios sergipanos e, segundo o superintende, essa descoberta pode auxiliar a compreender o caso de reinfecção da doença, que, em algumas situações, ocorre mais de uma vez no mesmo pacientes.

Guiomar afirmou também que as amostras com alta carga viral do coronavírus vão continuar sendo enviadas à Fiocruz para identificar as possíveis novas linhagens da doença.

Sergipe já registrou 135 mil 385 casos confirmados e 2.760 óbitos por causa da pandemia.

Segundo a Secretaria de Saúde, já foram distribuídas 23.533 doses da vacina CoronaVac aos 75 municípios do estado, sendo 72% já aplicadas.

Com informações de Agência Brasil.

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7 variantes coronavírus

País registrou 2,6 milhões de novos MEIs em 2020

Brasil tem cerca de onze milhões e 300 mil empreendedores individuais, os MEIs. Apenas em 2020, o país registrou 2,6 milhões novos MEIs.

O programa foi criado para permitir que pequenos empresários saiam da informalidade e abrange mais de 460 atividades.

O profissional recebe o CNPJ MEI e pode cadastrar uma atividade principal e até 15 secundárias.

Em 2020, o País registrou dois milhões e 600 mil novos microempreendedores individuais, a maior adesão dos últimos cinco anos.

O número foi levantado pelo Serviço de Apoio à Pequena e Média Empresa, o Sebrae, com base nos dados da Receita Federal.

Em entrevista ao G1, o analista de Gestão Estratégica do Sebrae, Thomaz Carrijo, diz que em tempos de recessão é comum que os brasileiros recorram ao empreendedorismo como alternativa de ocupação e renda.

De acordo com o especialista, a tendência foi verificada entre 2014 e 2016, período em que o Brasil passou por uma crise econômica.

Uma das exigências para se tornar MEI é ter faturamento de no máximo 81 mil reais por ano.

O empreendedor paga todos os impostos pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional, o DAS, e o valor pode variar entre 55 reais e 61 reais por mês.

Em parceria com Rádio2.

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País registrou 2

Pacientes com hanseníase relatam falta de medicamentos

A hanseníase, uma doença também conhecida como lepra, ainda provoca forte preconceito na sociedade, mesmo depois de comprovada a cura. No Brasil são diagnosticadas, por ano, cerca de 30 mil pessoas com a doença. Porém, com a pandemia, pacientes com hanseníase relatam desabastecimento de medicamentos para tratamentos.

Nesse dia 31 de janeiro, último domingo do mês, é comemorado o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. Durante todo mês, a campanha Janeiro Roxo chama a atenção para doença, ainda negligenciada. E agora na pandemia, pacientes relatam a falta de medicamentos contra essa enfermidade doença no país.

Faustino Pinto é uma das principais lideranças em defesa das pessoas com hanseníase. Hoje ele é vice-coordenador nacional do Movimento de Reintegração Hanseniano – o Morhan, fundado em 1981.

Os primeiros sinais da doença apareceram em Faustino aos 9 anos. Apenas aos 18, de forma tardia, foi diagnosticado com a hanseníase.

Conhecida há milênios, e causada por uma bactéria – o bacilo de Hansen – nos casos mais graves, a hanseníase pode provocar deformidades físicas. O professor de dermatologia da Universidade de Brasília, Ciro Martins Gomes, explica os principais sintomas da doença.

A bactéria que provoca a hanseníase pode ficar encubada no corpo durante anos, por ter uma reprodução lenta. Por isso, para se transmitir o vírus é necessário um contato íntimo e prolongado. Na maioria das vezes é transmitida entre familiares.

Até a década de 1960, a internação, com isolamento, das pessoas com a doença era obrigatória. Os infectados eram levados de forma compulsória para colônias, hospitais e asilos. Filhos eram separados de pais, famílias eram destruídas, com violações profundas dos direitos humanos.

Mas tratamentos que possibilitaram a cura, levaram ao fim dessa segregação, permitindo um convívio social pleno das pessoas com a doença.

Importante destacar que a partir da primeira dose dos antibióticos, que devem ser fornecidos pelo SUS, os pacientes não transmitem mais a doença. O tratamento pode durar até um ano.

O médico Ciro Martins Gomes fala que o diagnóstico da doença é clínico, feito pelo exame dos médicos, mas que falta ainda conhecimento sobre a hanseníase no serviço de saúde.

Faustino Pinto reforça que ainda há preconceito institucional com os portadores da doença no serviço de saúde.

O Morhan vem recebendo denúncias da falta do PQT em todo o país, o principal remédio para cura da doença. O movimento aponta que o atraso na reposição do medicamento no SUS chega a mais de 3 meses.

Em nota, o Ministério da Saúde reconheceu o atraso na distribuição do PQT.  A pasta informa que a doação do medicamento pela Organização Pan-americana de Saúde estava prevista para outubro do ano passado. Entretanto, testes realizados detectaram impurezas no lote, sendo necessário produzir novamente a quantidade do remédio que seria destinada ao Brasil.

O Ministério da Saúde ainda afirmou que está em tratativas para a chegada do medicamento o mais breve possível, mas não estipulou uma data.

“Pacientes com hanseníase relatam falta de medicamentos” em parceria com Agência Brasil.

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Pacientes com hanseníase relatam

CNM e entidades divulgam carta com sugestão contra a Covid-19

O avanço da pandemia da Covid-19 em todo o território nacional tem causado preocupação à Confederação Nacional de Municípios (CNM) e às 27 entidades estaduais. Outro alerta levantado é sobre a inexistência de um plano nacional de superação das dificuldades e de retomada do desenvolvimento nesta segunda onda da doença. Neste sentido, CNM e entidades divulgam carta aberta com sugestões.

De acordo com a CNM, existe uma necessidade de adoção de novas medidas emergenciais que garantam aos governantes locais o atendimento da população. Com isso, as entidades divulgaram uma carta aberta com pedidos e sugestões de iniciativas que asseguram uma vida mais digna aos munícipes.  

Entre os pontos está a aquisição imediata pelo governo federal de todas as vacinas disponíveis. A CNM considera que “a vacinação é o único caminho para superar a crise sanitária e possibilitar a retomada do desenvolvimento econômico e social do país.”

Além disso, há uma solicitação para prorrogar o decreto de estado de calamidade pública no Brasil. Isso porque, com o fim dessa condição, “vários instrumentos fundamentais para a mitigação da calamidade foram interrompidos, entre eles, as contratações e compras emergenciais, flexibilidade orçamentária e suspensão de impeditivos relacionados à negativação dos entes.

A CNM também entende que é fundamental promover o real encontro de contas, conforme aprovado pelo Congresso Nacional em 2017, para permitir o conhecimento do exato valor devido pelos Municípios brasileiros ao RGPS e, ao mesmo tempo, o valor que o RGPS deve aos Municípios.

Em parceria com Brasil 61

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CNM e entidades divulgam carta com sugestão contra a Covid-19
Médicos fazem treinamento no hospital de campanha para tratamento de covid-19 do Complexo Esportivo do Ibirapuera.

Santo André decreta fase vermelha neste final de semana

Medida visa conter disseminação do novo coronavírus; Santo André decreta fase vermelha: fiscalização também será intensificada

A Prefeitura de Santo André divulgou oficialmente que neste final de semana (30 e 31), a cidade estará sob a fase vermelha do Plano SP, do Governo do Estado, funcionando portanto apenas os serviços essenciais (mercados, postos de combustível, hospitais, farmácias, etc), visando assim evitar aglomerações e conter a disseminação do novo coronavírus. A medida está prevista em decreto municipal publicado nesta quinta-feira (28).

 Durante estes dois dias as atividades e serviços não essenciais poderão funcionar apenas pelo sistema de drive thru ou delivery, através de realizações comerciais por meio de aplicativos, internet, telefone ou outros instrumentos similares. Os parques da cidade também estarão fechados no período. Já as atividades religiosas poderão funcionar com o limite de 50% de ocupação da capacidade total, bem como as medidas preventivas previstas nos protocolos sanitários.

“A cidade permanece com todas as ações preventivas e protocolos sanitários para conter a disseminação e o avanço da Covid-19. Por isso, intensificar a fiscalização e as medidas que assegurem o distanciamento social é um gesto de cuidado e proteção à vida. Estamos atentos com a subida de novos casos e óbitos, e pedindo a compreensão dos andreenses neste momento, já que estamos no início do fim desta guerra com a chegada das vacinas e a imunização da nossa gente”, assegurou o prefeito Paulo Serra.

A partir da segunda-feira (1º), Santo André retorna para a fase laranja com funcionamento das atividades não essenciais, pelo período máximo de oito horas, no horário das 06h às 20h, a ser estipulado por cada estabelecimento, observando-se o limite de 40% de ocupação da capacidade total. Na próxima semana haverá novo pronunciamento do Governo do Estado para a possível reclassificação das fases.

A fiscalização será feita por meio da Operação Comércio Responsável e os estabelecimentos que descumprirem o decreto estão sujeitos à medidas como aplicação de multa, interdição e revogação do alvará de funcionamento. A Prefeitura tem intensificado a fiscalização em estabelecimentos comerciais, sobretudo em bares, para combater aglomerações e festas clandestinas, orientar quanto à falta do uso de máscara e multar locais que não estão seguindo os protocolos sanitários e de segurança, para a prevenção da Covid-19. 

As equipes de fiscalização trabalham desde março de 2020, quando teve início a pandemia, com equipes do Departamento de Controle Urbano da Secretaria de Desenvolvimento e Geração de Emprego, Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), Guarda Civil Municipal e Polícia Militar.


| Texto: Guilherme Menezes
| Fotos: 
Angelo Baima/PSA

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Santo André decreta fase vermelha

Butantan testa eficácia de novo soro contra o coronavírus

Um novo medicamento poderá ser utilizado no tratamento da Covid-19, mas ainda são necessários mais testes. O Butantan testa eficácia de alternativa para cuidados com pacientes infectados pelo coronavírus.

Por enquanto eles são realizados em animais, pelo Instituto Butantan de São Paulo.

Há cinco meses, a instituição desenvolveu um soro a partir da inoculação do vírus inativo em cavalos.

O corpo dos animais reage ao microorganismo e produz anticorpos para combater a infecção.

Depois que sangue dos cavalos é coletado, os anticorpos são isolados para que possam ser usados contra a doença.

De acordo com a Agência Brasil, os pesquisadores agora testam a eficácia do soro em hamsters.

Eles esclarecem que a realização de testes em animais vivos é exigida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, para que eles possam ser realizados em humanos.

Antes disso, também é preciso que o Butantan comprove que o soro é capaz de combater a Covid-19.

Em parceria com Rádio2.

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Sobre o Instituto Butantan

O Instituto Butantan é o principal produtor de imunobiológicos do Brasil, responsável por grande porcentagem da produção de soros hiperimunes e grande volume da produção nacional de antígenos vacinais, que compõem as vacinas utilizadas no PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde. As atividades de desenvolvimento tecnológico na produção de insumos para a saúde estão associadas, basicamente, à produção de vacinas, soros e biofármacos para uso humano.

Butantan testa eficácia

Industriais e portuários são incluídos no grupo prioritário

Os trabalhadores industriais e portuários são incluídos nos grupos prioritários para receber a vacina contra a Covid-19. A alteração está presente na segunda versão do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde.

Com a adição dos profissionais que trabalham nesses dois setores, que somam 5,4 milhões de pessoas, o público prioritário para receber o imunizante no País passou para 77,2 milhões de pessoas, o que significa cerca de 36% da população brasileira. Até o fim da tarde desta terça (26), o Ministério da Saúde já distribuiu 8,9 milhões de vacinas, de acordo com levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). 

Em parceria com Brasil 61

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Industriais e portuários são incluídos

Volta às aulas presenciais em Diadema

A Prefeitura de Diadema definiu as regras de volta às aulas presenciais para o ano letivo de 2021, referentes ao enfrentamento da pandemia de Covid-19. O decreto foi publicado nesta quarta-feira (27/01) e prevê primeiro a volta às aulas de maneira remota em 03 de fevereiro. Durante o mês, a Secretaria de Educação pretende retomar o vínculo entre a escola, os professores, os alunos e os pais. Também no período será realizado o diagnóstico de aprendizagem dos estudantes.

A partir de 01 de março, a rede pública terá aula presencial de forma híbrida e gradual. As escolas poderão receber diariamente até 35% dos alunos matriculados. Para isso, a Secretaria está se preparando para obedecer os critérios de segurança sanitária como distribuição de máscaras N95 e organização dos ambientes assegurando segurança aos estudantes e profissionais. 

“Além de garantir os protocolos sanitários, também vamos fazer a testagem de todos os cerca de 2,5 mil profissionais da educação, incluindo os bolsistas da frente de trabalho. Essa é uma forma de cuidar de quem vai cuidar dos alunos”, explica Ana Lucia Sanches, secretária de educação de Diadema. Os professores e demais trabalhadores vão participar de um revezamento conforme a realidade de cada escola.

A secretária destaca que o retorno gradual às aulas presenciais foi uma decisão conjunta do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e que recebeu parecer favorável do Comitê Intersecretarial de Acompanhamento das Ações para Combate à Covid-19 de Diadema. Além da secretaria de saúde, também fazem parte do comitê a chefia de gabinete, as secretarias de comunicação, de educação, de desenvolvimento econômico, de transportes, de habitação e de defesa social.

Vulnerabilidade social

Ana Lucia também explica que o retorno progressivo das aulas presenciais possui uma particularidade em Diadema devido ao contexto social de acentuadas vulnerabilidades e de comprometimento no desenvolvimento integral dos estudantes. Mais da metade da população economicamente ativa da cidade depende de benefícios sociais, seja Bolsa Família, BPC e ou auxílio emergencial. 

“Nosso desafio é monitorar todas as crianças e identificar as condições pedagógicas e sociais”, diz a secretária. 

Cestas Básicas 

A Secretaria de Educação também entregará cestas básicas a todos os estudantes já a partir de fevereiro.

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Volta às aulas presenciais em Diadema

Distanciamento social e cuidados: 6 em cada 10 brasileiros mantém

Pesquisa avalia intenção do brasileiro em quarentena para viagens e entretenimento durante as férias e festas de início de ano e o distanciamento social e cuidados.

Apenas 16% dos brasileiros acreditam que as aulas devam voltar a ser 100% presenciais no momento

61% apoiam a postergação do carnaval e 11% acha que teremos bloquinhos mesmo com a pandemia

O início de um novo ano sempre reflete um período de descanso e importantes datas comemorativas, com a chegada do verão e nosso amado Carnaval. Entretanto, com o isolamento social e o agravamento de casos do Covid-19, recente pesquisa da Hibou – empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo -, feita em parceria com a Scoregroup, mostra que hábitos dos brasileiros devem mudar em 2021.

“Mesmo com a vacina, a maioria dos entrevistados optou por permanecer em casa ou fazer pequenas atividades fora. Agora, durante os meses de janeiro e fevereiro, 63% pretende passar o verão com distanciamento social e tomando os devidos cuidados com a pandemia, o que nos mostra uma conscientização dos brasileiros nesse momento que é mundialmente delicado”, relata Lígia Mello, Sócia da Hibou e responsável pela pesquisa.

Distanciamento social e cuidados

O calor excessivo do verão contribui com essa decisão. 37% se sente desconfortável em sair de casa devido ao calor e altas temperaturas. Após a vacinação, 29% pretende sair e se divertir, e outros 25% devem buscar atividades em casa com a família. O home office segue como tendência no ano que se inicia e 21% continuará com a rotina em casa.

Para a pesquisa, englobando todas as faixas etárias e com renda entre até R$ 3 mil e mais de R$ 20 mil, mais de 1600 brasileiros foram entrevistados em formato digital, entre 27 de novembro de 2020 e 1º de dezembro, nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Brasília, Recife e Maranhão.

A vacina tão aguardada

Com a aprovação da vacina, que ocorreu no dia 17 janeiro, em caráter emergencial, 11% dos brasileiros afirmaram que com a vacina mudariam totalmente os seus planos para esse verão, 28% mudaria apenas parte desses planos e 42% não mudariam nada. Já 19% não pensaram sobre essa possibilidade. “Essa análise indica que, incialmente, a vacina mudaria pouco a rotina de todos e que o brasileiro está ciente dos processos e períodos da vacinação.” Diz Ligia.

Janeiro não é mais o mesmo

As rotinas de verão mudaram muito, na comparação com Janeiro de 2020. O senso comum é que no momento atual teremos queda em atividades comuns, como churrascos (de 52% para 27%), parque com as crianças (de 30% para 16%), viagens para a praia (de 43% para 17%) e presença em bares com os amigos (de 31% para 5%). A pesquisa mostrou ainda que crescimento nas reformas das casas subiu de 10% para 17% e que a cerveja se mantém na geladeira, pois manteve a faixa de 30% na comparação.

“Falando da parte financeira, o brasileiro segue apertado financeiramente no início do ano, principalmente, em função dos impostos, material escolar e gastos habituais do período. Com isso, no início de 2021, percebemos que 63% se sente mais apertado com as contas extras de janeiro, em linha com o que indica o histórico para o período. Por outro lado, 31% acha que está igual aos outros meses do ano e apenas 6% se sente mais confortável financeiramente, pois sobrou algum dinheiro do final do ano”, completa, Ligia.

Viagens só de carro

Pensando na segurança das pessoas com deslocamentos durante a pandemia, o carro voltou a ser o meio de transporte mais utilizado e 81% prefere viajar de carro, 18% de avião, 12% de ônibus, 2% de moto e 1% de trem. A pandemia também mostrou que a principal companhia em viagens agora é o parceiro de vida (48%), seguido de todo a família (30%) e filhos (17%). Os destinos de menor agitação e movimento, o que contribui para o isolamento, são os mais citados, como Praia Deserta (43%) e sítio/chácara (31%).

Os protocolos de biossegurança estão no radar do brasileiro que pensa em sair para uma viagem. E, como recado para as cidades e locais turísticos, 82% dos brasileiros considera importante que toda a equipe esteja protegida com máscaras, 77% quer a disponibilização de kit higienização com álcool gel e 72% espera que seja respeitado o distanciamento social em restaurantes, entre outros.

Insegurança dos pais na volta às aulas – Distanciamento social e cuidados

“Ao pensar em férias, não podemos deixar de falar das crianças em casa. A pesquisa indicou que apenas 16% dos brasileiros acreditam que as aulas devam voltar a ser 100% presenciais neste momento, 33% prefere que o ensino seja virtual e 30% acha que o melhor formato agora é o híbrido, que mescla aulas presenciais e virtuais”, explica Lígia Mello.

Dos entrevistados, 26% possuem filhos e, sem poder viajar durante o período de férias, em função da pandemia, estão projetando fazer mais atividades em casa (39%), como atividades manuais (22%) e idas a parques e áreas abertas (30%). Outro número relevante, é que 18% dos pais devem apostar na compra de videogames, jogos e brinquedos para entreter as crianças. Uma fatia de 20% pretende viajar mesmo com a pandemia.

Carnaval assistindo seriados

No início do ano também temos uma das datas comemorativas mais queridas do Brasil: o Carnaval. Quase metade dos brasileiros (48%) aproveita essa data comemorativa para descansar e, mesmo com a pandemia, esse número se manteve o mesmo. As maratonas de filmes e séries estão bem cotadas, passando de 46% antes da pandemia para 51% do interesse atualmente.

Ainda no mesmo período de comparação, o interesse em passar o tempo em família subiu de 29% para 34% no carnaval de 2021. Ainda, sobre a possibilidade de postergar o carnaval para julho de 2021, a mudança é bem vista por 61% dos brasileiros e 29% acha que o feriado tem que ocorrer mesmo sem as festas. Já 11% acham que os bloquinhos vão ocorrer mesmo com a pandemia em curso e 12% acredita que teremos duas datas de carnaval no Brasil neste ano.

Churrasco ainda é um dos preferidos

Antes da pandemia, o churrasco fazia parte da rotina da metade dos brasileiros e, ao pensar nesse programa, 55% lembra das boas risadas ao reunir os amigos, 54% considera um ótimo programa de fim de semana para o período de festas. Para 42%, um bom churrasco não pode deixar de ter cerveja. No verão 20/21, ainda em pandemia, o hábito continua vivo na vida dos brasileiros, mas, para 50%, será apenas em família apenas e em casa.

O som preferido na hora do churrasco é o de música sertaneja. Surpreendentemente, o rock e o pagode aparecem empatados em seguida, sendo: sertanejo (37%), sertanejo universitário (34%), rock (32%), pagode (32%), MPB (29%), Samba (29%), Funk (13%), música eletrônica (5%) e RAP (4%).

Sobre a Hibou:

A Hibou é uma empresa especializada em pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, existente há mais de 11 anos. A Hibou trabalha o tempo todo com informação e olhares inquietos sempre do ponto de vista do consumidor. A empresa produz conteúdo qualificado utilizando ferramentas proprietárias para aplicação de pesquisas e análises de profissionais com mais de 20 anos de experiência. A Hibou oferece pesquisas qualitativas, quantitativas; exploratórias; profundidade; de campo; duble de cliente; deskresearch; monitoramento de comportamento; presença de marca; expansão de região; expansão de mercado para produtos e serviços; teste de produto e hábitos de consumo. https://www.lehibou.com.br

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Brasil está próximo de 9 milhões de pessoas infectadas

Desde que a pandemia pelo novo coronavírus chegou ao Brasil, o país está próximo de 9 milhões de casos. São 8.933.356 pessoas já foram diagnosticadas com a doença e outras duas mil ainda aguardam resultado para saber se estão com Covid-19. O número de mortes decorrentes do coronavírus também cresceu e, até agora, foram registrados 218.878 óbitos confirmados. Esses são os dados oficiais do Ministério da Saúde, nesta terça-feira (26), com base nas informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde de todo o País.

Outro número importante é o de que ainda estão em análise outros 2.847 falecimentos que as equipes de saúde estão investigando. Na lista de estados com mais mortes, São Paulo ocupa a primeira posição (51.838), seguido por Rio de Janeiro (29.043), Minas Gerais (14.328), Ceará (10.363) e Pernambuco (10.222). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (835), Acre (856), Amapá (1.036), Tocantins (1.353) e Rondônia (2.149). A boa notícia fica por conta das pessoas que conseguiram se recuperar da Covid-19, que são mais de 7.798.655, o que representa 87,3% das pessoas que já ficaram doentes.  

Em parceria com Brasil 61

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Brasil está próximo de 9 milhões

Nova variante da covid-19 do Amazonas em pacientes de SP

A nova variante da covid-19 do Amazonas foi encontrada em três pacientes em São Paulo que têm histórico de viagem ou residência em Manaus. A informação é da Secretaria estadual da Saúde.

A confirmação foi feita por meio de sequenciamento genético realizado pelo laboratório do Instituto Adolfo Lutz.

De acordo com nota enviada pela secretaria, essas mutações identificadas na variante de Manaus poderiam estar associadas a um potencial maior de transmissão, apesar de ainda não haver comprovação científica de que esta variante seja mais virulenta.

O infectologista Marcelo Otsuka, da Sociedade Brasileira de Infectologia, explica que, apesar de não haver evidências do vírus ser mais letal, o fato de se espalhar mais pode gerar mais casos graves e levar ao colapso da saúde, a exemplo do que ocorreu em Manaus.

Segundo pesquisadores do Observatório Covid-19, essa cepa do coronavírus contém mutações que permitem maior transmissibilidade e reinfecções em pessoas que já pegaram o vírus.

Dessa forma, o Observatório Covid-19 faz um alerta para que haja urgência no monitoramento de reinfecções e disseminação dessa nova cepa do vírus pelo país.

Nesse sentido, os pesquisadores identificaram as 10 principais rotas aéreas que partem de Manaus com potencial de espalhar o vírus e que precisam ser constantemente monitoradas. Entre elas estão: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Fortaleza.

Com informações de Agência Brasil.

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Nova variante da covid-19 do Amazonas
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Governo restringe entrada de estrangeiros no Brasil

O Governo Federal restringe entrada de estrangeiros no território brasileiro por rodovias, meios terrestres ou transporte aquaviário. A medida está valendo desde a última terça-feira (26), com a publicação da Portaria Nº 652, que trata sobre a restrição excepcional conforme recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O texto cita como justificativa os potenciais riscos das duas variantes da Covid-19 detectadas originalmente no Reino Unido e na África do Sul – consideradas versões com maior poder de contaminação pelo vírus.

Segundo a portaria, essas restrições não impedem a entrada de estrangeiros no País  por via aérea “desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro”. Assim, para entradas por avião, o governo exige comprovante de um teste negativo para a Covid-19 do tipo RT-PCR, que precisa ter sido realizado em um intervalo de no máximo 72 horas antes do embarque. Além disso, ficam proibidos voos internacionais para o Brasil que tenham origem ou passagem por aeroportos do Reino Unido ou da África do Sul.

Em parceria com Brasil 61

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China enviará ao Brasil insumos para mais de 8 milhões de doses

A China enviará ao Brasil insumos para a produção de mais de oito milhões de doses da vacina do Butantan até o dia 3 de fevereiro. O anúncio foi feito pelo governador de São Paulo, João Doria, na manhã desta terça-feira (26) com a participação online do embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. Segundo o Instituto Butantan, serão enviados mais de cinco mil litros de insumos para a produção de vacinas, mas as doses já produzidas com os insumos recebidos anteriormente começam a ser liberados diariamente ao Ministério da Saúde a partir desta sexta-feira (29).

Durante o anúncio, o embaixador chinês afirmou que a parceria existente entre a China com o governo de São Paulo no enfrentamento da pandemia do coronavírus possibilitou a rigorosa pesquisa científica em ambos os países para que a vacina pudesse ser produzida e distribuída pelo Brasil. O governador de São Paulo explicou que essa parceria começou no ano passado antes mesmo de haver vacina, quando o governo da China ofereceu gratuitamente equipamentos de proteção individual, máscaras e insumos para o Brasil.

Em parceria com Brasil 61

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Pandemia reduziu exportações de cachaça

A pandemia reduziu as exportações de cachaça brasileira para outros países diminuíram cerca de 24 por cento em 2020.

No ano passado, foram embarcados cinco milhões 570 mil litros do produto, ante os mais de sete milhões e 300 mil litros exportados em 2019.

O Instituto Brasileiro da Cachaça, o Ibrac, atribui a queda às dificuldades provocadas pela pandemia, principalmente com o fechamento de bares e restaurantes.

O Brasil exporta a bebida para 70 países e apesar da queda na venda anual, alguns mercados da Europa aumentaram os pedidos no ano passado.

O destaque foi a Bélgica, que elevou em mais de 48 por cento a quantidade de cachaça comprada. 

Já as vendas para a França cresceram cerca de 24 e meio por cento em 2020, e para a Alemanha, dois vírgula 74 por cento.

Os principais compradores da cachaça nacional são Paraguai, Alemanha, França, Estados Unidos e Portugal.

Com informações de Rádio2.

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Pandemia reduziu exportações de cachaça

Dúvidas sobre vacinação Covid-19: Quem pode ser vacinado?

Devido à escassez da vacina e conforme orientação do Ministério da Saúde, os governos estaduais estão imunizando prioritariamente os grupos de risco, em geral, idosos que vivem em asilos, indígenas em aldeias e profissionais de saúde que atuam na linha de frente contra o coronavírus. Veja e tire dúvidas sobre vacinação Covid-19.

Com a futura disponibilização de novas doses, cresce a expectativa da ampliação desse público em novas etapas da campanha de imunização, ao mesmo tempo em que surgem dúvidas a respeito. De acordo com o Ministério da Saúde, considerando os ensaios clínicos, estar grávida ou amamentando é uma provável contraindicação para tomar as vacinas ofertadas até agora.

Para a infectologista Joana D’arc, professora do Centro Universitário de Brasília, os riscos variam caso a caso. Também não foram feitos estudos conclusivos sobre os efeitos da imunização contra a covid-19 em menores de 18 anos. Por isto, a vacinação não tem sido recomendada no momentos para essa faixa etárias. Outro motivo, além da escassez de vacinas, é porque os jovens têm menor risco de mortalidade pela doença.

E quem já foi contaminado pelo novo coronavírus? Segundo Joana D’arc, a vacinação é recomendada. Ela também garante que a vacina é segura. Quem toma medicamento controlado pode ficar tranquilo.

Segundo a especialista, de forma geral, não há contraindicação. Mas quem está com covid-19 ou tem sintomas da doença, principalmente febre, não pode ser vacinado. Precisa aguardar o período de quarentena.

Com informações de Agência Brasil.

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Lewandowski pede dados de produção e importação da Sputnik V

O ministro do Superior Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, determinou que a União Química Farmacêutica se manifeste, em até cinco dias, sobre as informações prestadas em relação ao pedido de uso emergencial da vacina Sputnik V. A empresa é patrocinadora, representante legal e parceira do Instituto russo desenvolvedor do imunizante é responsável pela produção no Brasil.

De acordo com o ministro, a farmacêutica deverá detalhar as exigências técnicas pendentes de cumprimento, o tempo e a forma como pretende atendê-las. Deverão ser discriminadas as quantidades e prazos de entrega, além da capacidade de produção da Sputnik V no Brasil ou se a empresa vai importá-la da Rússia, caso obtenha a autorização emergencial da Anvisa.

Quanto ao pedido de autorização para uso emergencial da vacina, em caráter experimental, a Anvisa considerou que a solicitação é inviável nesse momento, “tendo em vista a insuficiência e a incompletude de dados relevantes à análise do pleito”.

Em parceria com Brasil 61

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Alemanha quer suspender voos e Holanda enfrenta protestos

O governo da Alemanha quer suspender todos os voos do exterior para a Alemanha, a fim de evitar a propagação de vírus mutantes, mais virulentos, do coronavírus.

Outras medidas incluem isolar regiões inteiras onde as formas do Sars-Cov-2 são mais prevalentes.

E na França, é forte o suspense devido a um terceiro lockdown no país. O Conselho de Defesa Sanitária se reúne amanhã para debater a necessidade de um terceiro lockdown. O presidente Emmanuel Macron não fez previu nenhum pronunciamento nesta semana e, segundo o governo francês, tudo vai depender dos resultados do toque de recolher adiantado em dez dias para as 18h até as 6h.

E na Holanda foi palco pela segunda noite consecutiva de manifestações violentas contra o toque de recolher noturno que foi imposto no último fim de semana para lutar contra o avanço da covid-19.

Os protestos foram registrados nas principais cidades do país, como a capital, Amsterdã, Rotterdam e Haia, mas também pequenas localidades.

Tropas de choque tiveram que ser acionadas, tentaram conter os manifestantes com jatos d’água.

No domingo, 250 pessoas haviam sido presas em protestos contra o toque de recolher.

Em parceria com Agência Brasil.

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Alemanha quer suspender voos e Holanda enfrenta protestos

Número de divórcios no Brasil bate recorde em 2020

O número de divórcios no Brasil teve um aumento recorde em 2020. Esse crescimento se dá exatamente no período da pandemia; quando, por um lado as pessoas ficaram mais tempo confinadas dentro de casa; e, do outro, para evitar aglomerações, os cartórios passaram a disponibilizar, a partir de julho de 2020, o serviço de divórcio extrajudicial por meio online.

De acordo com dados do Colégio Notarial do Brasil, houve um aumento de 15% no número de divórcios de 2019 para 2020. Uma taxa bem maior que a média histórica de aumento de 2% a cada ano.

Em números, foram mais de 43 mil divórcios extrajudiciais realizados no 2º semestre de 2020 contra mais de 38 mil divórcios em 2019

Apesar da facilidade da tramitação online de um processo de divórcio, Andrey Guimarães, integrante do Colégio Notarial do Brasil, em São Paulo, considera que há vários fatores que envolvem a separação e que podem explicar esse aumento de divórcios na pandemia. Mas, lembra que o processo online é para casos em que há um comum acordo e explicou mais como funciona.

A psicóloga e terapeuta de casais Dolores Peixoto Oliveira, pondera que o isolamento social na pandemia melhorou o relacionamento de casais que já tinham boa convivência, como também piorou relações entre casais que já tinham muitos conflitos.

A plataforma de serviços digitais dos cartórios pode ser acessada por meio do www.e-notariado.com.br

Em parceria com Agência Brasil.

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196 mil pessoas que contestaram auxílio irão receber o benefício

O auxílio emergencial já acabou, mas um grupo de 196 mil pessoas que contestaram ainda terão direito a receber o benefício. Isso porque essas pessoas contestaram a suspensão do auxílio no ano passado e ganharam o direito de receber as parcelas devidas, após uma reavaliação do governo.

Um novo lote somando mais de R$ 248 milhões estará disponível nesta quinta-feira, dia 28, tanto para saques quanto para transferências e pagamentos. Esse grupo que contestou o corte no benefício vai receber todas as parcelas a que tem direito de uma só vez.

Um grupo menor, de cerca de 8.300 pessoas, terá direito a receber 4 parcelas do auxílio. Já o maior grupo, com mais de 78 mil pessoas, terá direito a receber uma única parcela do benefício.

Criado para combater os efeitos econômicos da pandemia, o auxílio emergencial alcançou mais de 68 milhões de pessoas, o que representa 32% da população brasileira.

Em parceria com Agência Brasil.

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196 mil pessoas que contestaram auxílio irão receber o benefício

Glittertape: iniciativa de alunos paulistas contra o covid-19

Uma fita dupla face e glitter. Materiais simples, mas que nas mãos de seis estudantes paulistas se transformaram em ferramentas para prevenção ao novo coronavírus. A ideia, batizada de Glittertape, conquistou o 3º lugar no Torneio Sesi de Robótica – Desafio Relâmpago – Volta às Aulas. A competição criada para que estudantes de todo o Brasil apresentassem soluções para o retorno seguro às aulas presenciais.
 
O projeto da equipe AC/DC/EG, do Colégio Eduardo Gomes, em São Caetano do Sul (SP), tem o objetivo de diminuir a contaminação pelo novo coronavírus em ambientes de uso comum nas escolas, como banheiros, onde o risco de contágio é maior. O glitter pode indicar um caráter lúdico, normalmente motivo de diversão para a criançada. Mas é peça fundamental de um assunto muito sério, explica Sophia Montanari, 15 anos.
 
“Você só vai pegar uma fita dupla face específica para ambientes úmidos, passar glitter em uma das superfícies e colocar a outra face em superfícies de alto contato dos banheiros escolares. Ou seja, toda vez que a criança encostar nessa superfície, como uma descarga ou uma maçaneta, ela vai ficar com glitter na mão, representando o coronavírus de uma forma totalmente visual. Então, ela vai ver que está contaminada e que precisa lavar as mãos até ficar sem glitter”, demonstra.

Projeto

A ideia deu tão certo durante os testes e sairá do papel, para ajudar o Colégio Eduardo Gomes no combate à Covid-19. Principalmente entre as crianças, alvos do projeto. “A gente conversou com as diretoras e coordenadoras do nosso colégio e elas gostaram bastante da ideia, porém ainda não foi aplicada, porque estamos em período de férias escolares, mas logo que as aulas voltarem vamos conseguir colocar o projeto em prática e aplicá-lo ele nos banheiros escolares daqui”, revela Gabriella Beltran.

Processo

O caminho até a premiação exigiu bastante estudo e empenho da equipe, que se debruçou sobre outras iniciativas para prevenção da Covid-19 entre as crianças. “Analisando outras soluções, a gente percebeu que nenhuma conseguia fazer a prevenção de forma completa, mas a partir dessas ideias que a gente estudou, conseguimos usá-las como base para fundamentar o nosso projeto, que teve como resultado o Glittertape”, conta Pedro Lopes.
 
A pandemia da Covid-19 e o distanciamento social não foram obstáculos para que o projeto fosse adiante, complementa Murilo Martins. “Nos reunimos muito pelo Google Meets, todo mundo ajudou bastante no projeto. Nos dividimos em algumas áreas, mas a gente sempre estava junto e sempre sabendo o que outro estava fazendo”, diz. 

Glittertape e Orgulho

Técnico da equipe, o professor Reginaldo Pereira, se disse orgulhoso do trabalho que os seus alunos fizeram, não apenas pela classificação final no desafio, que contou com 120 concorrentes, mas pela solução apresentada. “Em um tempo de tanta dificuldade, eu percebi neles, como professor, empenho, gosto pelo estudo, pela pesquisa, pela ciência, de buscar as coisas. A gente se sente muito feliz”, destaca.
 
Além de troféu e medalhas pela conquista, a equipe foi convidada para participar do festival Sesi Robótica, que deve ocorrer em maio. “A gente ficou muito feliz por ganhar, porque o nosso projeto é muito simples e, principalmente, pelo prêmio de participar do festival e poder mostrar o nosso projeto para mais pessoas. De certo modo, é uma confirmação de que o nosso projeto e trabalho foram bons e que dá para levar ele adiante”, complementa a estudante Beatriz Nahssen.

Festival

Em discurso durante o torneio, o diretor superintendente do Departamento Nacional do Sesi, Rafael Lucchesi, elogiou todos os trabalhos e a contribuição de cada um para o enfrentamento à pandemia no País. “Vocês representam engajamento, solidariedade, preocupação com o próximo e o fazem construindo o futuro de vocês. Sessenta milhões. Esse é o tamanho da comunidade educacional no Brasil. É equivalente à população de Portugal e Espanha somadas. O Brasil é um país continental. Seguramente, a contribuição de vocês vai ser de reflexões importantes, criativas”, disse.
 
A equipe AC/DC/EG conta com seis estudantes: Beatriz Nahssen Fedalto, Estela Benez Ravanelli, Gabriella Figueiredo Beltran, Murillo Silva Martins, Pedro Pontes Lopes e Sophia Montanari, além do técnico, o professor Reginaldo Pereira.

Em parceria com Brasil 61

Glittertape: iniciativa de alunos paulistas contra o covid-19

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Conecte SUS agiliza identificação e informações da vacinação

Com uso facultativo, ferramenta lançada pelo Ministério da Saúde, Conecte SUS agiliza e facilita processo de vacinação

O Ministério da Saúde orienta a população a baixar o aplicativo Conecte SUS para ter acesso às fases de vacinação contra a Covid-19. O uso da ferramenta é facultativo, mas é necessário realizar um cadastro no sistema nacional, por meio do site do Governo Federal.

O Conecte SUS tem um sistema intuitivo e simples e funciona como uma plataforma oficial de comunicação entre o cidadão e o Sistema Único de Saúde (SUS). O uso da ferramenta pode facilitar a identificação no momento de vacinação, agilizando o fluxo de atendimento.

Após criar seu login e senha, o cidadão pode acessar seu histórico de vacinação por meio do aplicativo, além de verificar consultas e exames realizados na rede pública, assim como o cadastro necessário para apresentar no posto de saúde na hora da vacinação contra o coronavírus.

O acesso a vacinas da rede pública de Saúde, no entanto, não está condicionado ao cadastramento em aplicativo ou plataforma. Mas trata-se de um direito que decorre da gratuidade e universalidade do SUS, ressaltou o secretário-executivo do Consórcio ABC, Acácio Miranda.

Como usar?

“O uso do Conecte SUS facilita muito o processo de vacinação tanto para o cidadão quanto para as equipes de Saúde, mas é uma ferramenta de uso facultativo. É importante frisar que ninguém que pertence ao público prioritário da campanha deixará de ser vacinado caso não baixe o aplicativo”, afirmou Miranda.

Para obter a vacina, será necessário apenas apresentar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou o Cartão Nacional de Saúde (CNS), para que o profissional de saúde o localize na base de dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI).

Segundo o Ministério da Saúde, o cidadão que faz parte dos grupos prioritários, mas não tem cadastro, não deixará de ser imunizado. Em caso de ausência do nome no sistema, não haverá impedimento para receber a vacina, desde que comprove que integra algum grupo prioritário.

O Conecte SUS pode ser acessado por meio do site oficial ou pode ser baixado na App Store ou na Google Play.

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Conecte SUS agiliza

Vacinação contra a Covid-19 começa nessa segunda (18)

A vacinação nos estados contra a Covid-19 deve começar ainda nesta segunda-feira, dia 18 de janeiro. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que afirmou que a distribuição das doses do imunizante deve ocorrer até as 14h, horário de Brasília, com a ajuda dos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). A previsão é de que as primeiras aplicações já sejam realizadas às 17h.  

Em ato simbólico, Pazuello entregou mais de 4,5 milhões de doses da CoronaVac no Centro de Logística do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Até o momento, as doses da vacina serão distribuídas pelos aviões da FAB para o Distrito Federal e para os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. 

São Paulo foi o primeiro estado a começar a vacinação. Profissionais de saúde de hospitais de referência no combate à pandemia e integrantes de populações indígenas começaram a ser vacinados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP nesse domingo (17).

As primeiras pessoas a receberem a vacina contra a Covid-19 a partir dessa segunda serão as dos grupos prioritários: profissionais da saúde, idosos e indígenas. Mesmo após imunizadas, as pessoas devem continuar usando máscara e lavando bem as mãos com água e sabão ou com álcool em gel. 

Com informações de Brasil 61

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Vacinação contra a Covid-19

Vigilância de Ribeirão Pires intensifica fiscalização

Vigilância de Ribeirão Pires: Locais que descumprirem as normas poderão ser multados em até R$5.025,00 por cliente

A Secretaria de Saúde de Ribeirão Pires, por meio da equipe de Vigilância Sanitária, tem intensificado as ações de fiscalização para verificação do uso de máscaras e respeito às orientações de distanciamento social nos estabelecimentos comerciais da cidade.

A ação, que conta com o apoio das forças de segurança, tem como objetivo averiguar o cumprimento dos decretos municipais Nº 6.998, de 29 de abril de 2020, que determina o uso obrigatório de máscara facial e distanciamento social, e o decreto nº 7.053, de 26 de agosto de 2020, sobre a obrigatoriedade da aferição de temperatura na entrada dos estabelecimentos, medidas que visam conter o avanço do novo Coronavírus (COVID-19).

O descumprimento do decreto pode resultar em advertências, aplicação de multas, que vão até R$ 5.025,00 por pessoa, e até o fechamento do local.

“Nós pedimos à população e aos comerciantes, que se atentem ao uso correto da máscara nos estabelecimentos, que respeitem as porcentagens adequadas para evitar aglomerações e cumpram os horários estabelecidos”, orienta Carolina Stanghini, autoridade sanitária do município.

Até o momento, foram realizadas 24 autuações e 20 multas foram aplicadas. A Prefeitura informa que continuará fiscalizando os estabelecimentos.

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Vigilância de Ribeirão Pires

Nova cepa do coronavírus gera incertezas entre autoridades

Nova cepa do coronavírus causa incertezas entre autoridades de saúde e a população em geral. O Ministério da Saúde já registrou suspeita de casos da variante do vírus, no estado de São Paulo. Segundo o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do estado, essa nova cepa é a mesma detectada recentemente no Reino Unido e nos Estados Unidos. 

Além disso, o Ministério da Saúde foi notificado pelo Governo do Japão sobre a presença de nova variante do vírus, em viajantes brasileiros que chegaram em Tóquio, após passarem uma temporada no Amazonas. Nesses casos, as variações são as mesmas encontradas no Reino Unido e África do Sul.

Para detalhar o assunto, a epidemiologista e pesquisadora do CNPq, Ethel Maciel, concedeu uma entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com. A especialista também é enfermeira, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo e pós-doutora em Epidemiologia pela Universidade Norte-Americana Johns Hopkins.

Segundo Ethel Maciel, é comum que esse tipo de vírus sofra mutação, mas até então, nenhuma das alterações anteriores tinham mudado a estrutura viral, tornando-o desapercebido pelo sistema imunológico humano. “Ele fez uma mudança naquelas espículas do vírus, que formam a coroa. Essa mudança conseguiu tornar essa variante (B117) 70% mais transmissível.”

Nova cepa do coronavírus

Segundo a especialista, mesmo que a variante não cause doenças mais graves, ela tem maior capacidade de transmissão entre as pessoas, podendo atingir mais indivíduos que já possuem comorbidades. Além disso, foi identificado maior número de infecções da nova cepa do coronavírus em crianças.

A preocupação também gira em torno das vacinas e resultados de exames. “A vacina faz uma apresentação do vírus para nosso organismo, para treiná-lo a como combater aquele vírus. Então qualquer mudança que ele consiga despistar no nosso sistema imunológico é ruim. A resposta fica mais lenta a esse agressor”, explica a Ethel Maciel. No entanto, empresas como a Pfizer e a Moderna informam que essa mudança não teve impacto na vacina. 

Em relação aos testes da Covid-19, a Anvisa já divulgou uma nota técnica, alertando os laboratórios brasileiros, sobre os exames que detectam a doença pela coroa do vírus. De acordo com a doutora Ethel, esse tipo de diagnóstico pode ser ineficaz para identificar a nova cepa do coronavírus.

Nova variação do vírus

A doutora Ethel Maciel alerta para uma segunda variação do coronavírus, diagnosticada no final mês de dezembro, na África do Sul, que é ainda mais preocupante, já que fez várias mudanças na coroa do vírus. Mutação já foi identificado em pacientes na Bahia e em São Paulo. Segundo ela, a comunidade cientifica ainda não sabe qual é o impacto disso nas vacinas. A expectativa é que os imunizantes sejam disponibilizados o mais rápido possível, para diminuir a circulação do vírus e impedir essas mutações.

Vacina na rede particular

A doutora Ethel Maciel afirma que as vacinas podem ser comercializadas na rede particular, desde que primeiro seja garantida a distribuição na rede pública. Ela ressalta que é papel do Estado promover a vacinação de sua população, e destaca um acordo feito pela Organização Mundial da Saúde com as fabricantes, para que as doses desenvolvidas só fossem vendidas para os governos.

A epidemiologista avalia que não seria justo que a vacina fosse disponibilizada apenas para pessoas que podem pagar. Segundo ela, é preciso começar a imunização pelos grupos prioritários, para evitar complicações de saúde, até que a coberta vacinal atinja 70% da população. “A vacina não é um remédio. Ela é uma estratégia de prevenção, que só funciona se for coletiva, se muitas pessoas se vacinarem, porque cria a imunidade de rebanho. A estimativa é que 70% da população do Brasil precisa ser vacinada para adquirir essa imunidade”, explica.

Nos últimos dias, o Instituto Butantan e o governo de São Paulo anunciaram que a eficácia da Coronavac, desenvolvida em parceria com farmacêutica chinesa, obteve 50,38% de eficácia global, no estudo clínico desenvolvido no Brasil. Além disso, o imunizante possui 78% de eficácia para casos leves e 100% contra casos moderados e graves da Covid-19. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está analisando o pedido de uso emergencial da vacina, assim como do imunizante desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com a AstraZeneca.

Segundo a epidemiologista Ethel Maciel, o governo federal deveria ter firmado parcerias com outros laboratórios, antes mesmo da comprovação de eficácia, para que tivéssemos mais opções de vacina para este momento. “E a gente vai precisar de mais vacinas. Uma boa coisa para o Brasil fazer agora talvez seja começar a negociar com a Jansenn. Eles estão prometendo uma finalização do estudo em janeiro. E é uma vacina de uma dose só, então muito mais simples para a gente operacionalizar”, comenta.

Papel dos municípios

A epidemiologista Ethel Maciel acredita que não haverá dificuldade na operacionalização da vacinação, já que os municípios brasileiros possuem vasta experiência com outros imunizantes. Mas ressalta a importância de organizar um local, onde as pessoas vacinadas devam ir, caso apresentem alguma reação adversa. 

A gestão municipal também precisa fazer a conta de quantas doses da vacina serão necessárias para imunizar cada grupo prioritário da cidade, de acordo com o Plano Nacional de Imunização do governo federal. A partir desse cálculo, o Ministério da Saúde encaminha o número de doses estipulado para cada localidade.

Além disso, os municípios devem organizar as salas de vacinação. A doutora Ethel Maciel cita o caso do município de Vitória, no Espírito Santo. “A gente já faz, por exemplo, na vacina da gripe, o agendamento online. A ideia do governo agora é disponibilizar um aplicativo para que a gente possa fazer isso no Brasil todo, para evitar a aglomeração”, explica.

Mesmo com a vacinação, a população precisa manter os cuidados. “Mesmo que inicie a campanha, até que 70% da população seja vacinada, vai demorar um pouco. Então a gente vai precisar ainda seguir aquelas orientações, de utilizar máscara. 2021 vai ser um ano que a gente ainda vai utilizar máscara, vai precisar fazer distanciamento físico. Álcool em gel e a lavagem das mãos vão ser nossos aliados”, afirma a epidemiologista.

Arte - Brasil 61

Enem e retorno das aulas

Nos próximos dias 17 e 24 de janeiro, quase 6 milhões de estudantes vão realizar, presencialmente, as provas do Exame Nacional do Ensino Médio. Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC), Alexandre Lopes, afirmou que o órgão investiu R$ 69 milhões em medidas de prevenção à Covid-19, para que as provas sejam realizadas de forma segura.

No entanto, a epidemiologista Ethel Maciel avalia a situação como preocupante, já que milhões de pessoas, entre estudantes e funcionários, vão se locomover para a realização do certame. “No meio de uma segunda onda, nós mobilizarmos tantas pessoas assim, se movimentado pelas cidades, eu considero muita irresponsabilidade, nesse momento. Do tempo que a gente estava esperando para fazer o Enem, eu acredito que o governo já deveria ter criado uma outra solução para essa prova”. Segundo avaliação da epidemiologista, a data da prova deveria ser revista, pelo menos até a aplicação das vacinas.

A especialista ressalta que a nova variante do coronavírus e a segunda onda dos contágios trazem uma preocupação a mais, em relação ao retorno das aulas. “Nós esperávamos que essa segunda onda chegasse um pouco mais tarde, depois de março, abril. E a gente foi surpreendido, em novembro e dezembro, com aumento exponencial de casos no Brasil. Nesse momento não tem segurança para o retorno presencial das aulas”. A doutora Ethel Maciel defende que os profissionais da educação estejam nas primeiras fases da vacinação.

Estudos sobre medicamentos

A epidemiologista comenta sobre os estudos de medicamentos para tratar a Covid-19. “No momento, nós não temos nenhum medicamento aprovado contra a Covid-19, que tenham tido eficácia e segurança. Nós temos alguns estudos que ainda estão em fase 2 e 3. Eles seriam utilizados para tratar a infecção e prevenir a doença grave e fatal. Mas não seriam dados indiscriminadamente”, comenta. A previsão é que os resultados desses estudos fiquem prontos a partir do mês de abril.

Por fim, a epidemiologista recomenda que o País tome medidas mais restritivas, para evitar um colapso do sistema de saúde. “A gente deveria fazer o lockdown, fazer uma restrição, para que a gente pudesse começar com um pouco mais de tranquilidade. Várias previsões matemáticas apontam que se a gente não tomar uma decisão hoje, janeiro vai ser trágico e fevereiro ainda mais. As chances de termos um colapso no serviço de saúde agora é real”, alerta.

Acompanhe a seguir a entrevista completa com a epidemiologista e pesquisadora do CNPq, Ethel Maciel.

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Candidatos com Covid-19 podem pedir reaplicação do Enem

Além de comunicar o estado pela Página do Participante, os candidatos com covid-19 devem se atentar à documentação exigida para comprovar a impossibilidade de comparecer às provas, que já começam neste domingo (17)

Com a recomendação de que candidatos com a Covid-19 ou outras doenças infectocontagiosas permaneçam isolados e não compareçam às provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), fica a dúvida de como pedir a reaplicação das provas, que ocorrem já a partir do próximo domingo (17). 
 
Antes de mais nada, quem está doente deve comunicar a condição na Página do Participante, pela internet, antes da realização das provas. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirma que o candidato deve inserir, obrigatoriamente, um documento legível que comprove a doença. 

Na documentação deve constar uma série de informações, como o diagnóstico com a descrição da condição, a assinatura e identificação de um profissional registrado junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM), Ministério da Saúde ou de órgão competente. 
 
A reaplicação do Enem está prevista para os dias 23 e 24 de fevereiro.

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Candidatos com Covid-19
Brasília – Estudantes fazem provas no segundo dia da seleção do Programa de Avaliação Seriada (PAS), que permite o acesso a uma vaga na Universidade de Brasília

Manaus terá prioridade na vacinação contra Covid-19

Em pronunciamento realizado na manhã desta quarta-feira (13) em Manaus, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reafirmou que os estados receberão as vacinas em três ou quatro dias após a autorização da Anvisa. Manaus terá prioridade na vacinação.

Em pronunciamento realizado na manhã desta quarta-feira (13) em Manaus, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reafirmou que os estados receberão as vacinas contra a Covid-19 em três ou quatro dias após a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para início da imunização. 

“Vamos vacinar em janeiro e Manaus será a primeira cidade a receber o imunizante. A vacina será distribuída simultaneamente em todos os estados na sua proporção de população, mas Manaus terá essa prioridade”, disse.

A agência reguladora informou que está prevista para o próximo domingo (17) a reunião da Diretoria Colegiada que decidirá sobre pedidos de autorização para uso emergencial, temporário e experimental das vacinas do Instituto Butantan e da Fiocruz. A data representa o penúltimo dia do prazo estabelecido pela própria Agência como meta para análise dos pedidos.

A capital amazonense voltou a ter hospitais lotados por conta do vírus. Nos últimos dias, a cidade registrou recorde de novas internações que superaram números vistos em abril e maio, quando houve colapsos no sistema público de saúde e funerário. O prefeito, David Almeida (Avante), decretou novamente estado de emergência por 180 dias e afirmou que a cidade vive seu pior momento da pandemia, sem descartar um novo lockdown.

Ao lembrar que sua família mora na cidade, Pazuello afirmou que o governo federal está acompanhando de perto a situação do município. “Quero deixar claro para todos que nós não estamos nem um pouco afastados de viver o problema de Manaus, nós estamos dentro do problema como todos os senhores. Essa é a sensação que tem que ser compreendida, nós estamos juntos. Podem contar comigo, com o presidente da República, ele me apoia em tudo, cem por cento”, declarou.

Na última semana, o Ministério da Saúde providenciou o envio de 131 ventiladores pulmonares para o estado do Amazonas, sendo 78 apenas para Manaus. O Ministério da Defesa também está providenciando o transporte de 1.500 cilindros de oxigênio para o município. 

Em decorrência da viagem emergencial do ministro a Manaus esta semana, foi adiada a reunião com os presidentes da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e das entidades municipalistas estaduais que estava marcada para hoje. Segundo a pasta, a reunião pode ocorrer ainda nesta semana. A videoconferência também terá como pauta o planejamento e a execução da vacinação contra a Covid-19 nos demais municípios.

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Manaus terá prioridade na vacinação contra Covid-19
(Brasília – DF, 27/04/2020) Coletiva de imprensa com Ministro da Saúde, Nelson Teich. Fotos: José Dias/PR

Fiocruz Amazônia investiga variante do coronavírus

A Fiocruz Amazônia investiga a variante do coronavírus encontrada em quatro pessoas que estiveram no estado. Segundo os pesquisadores, provavelmente essa variante resulta de uma linhagem do vírus que circula no estado do Amazonas.

A linhagem foi identificada por pesquisadores do Japão em quatro viajantes que vieram para a Amazônia. Felipe Naveca, que lidera a pesquisa, afirma que ainda é necessário medir a circulação dessa variante para, dessa forma, estimar se ela impactou no aumento de casos do novo coronavírus no estado.

A nota técnica da Fiocruz Amazônia explica que essa variante circula no estado desde abril do ano passado. Até o momento, segundo o Ministério da Saúde, já foram constatadas 12 mutações nessa variante do coronavírus.

Em parceria com Brasil 61

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Fiocruz Amazônia investiga variante do coronavírus
O Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN) está realizando exames para identificação do novo coronavírus (COVID-19)

Pazuello confirma para janeiro início da vacinação

A vacinação contra covid-19 no Brasil deve começar três ou quatro dias após a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, afirmou hoje (13) o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Pazuello confirma para janeiro, confira:

Já a Anvisa informou que deve dar um parecer sobre o pedido para uso emergencial das vacinas da AstraZeneca e da Coronavac no próximo domingo (17).

O ministro está em Manaus, capital do Amazonas, que sofre o segundo colapso do sistema de saúde desde o início da pandemia. Lá, Pazuello cravou que a vacinação começa ainda neste mês de janeiro. Até então, o ministro da Saúde, mais cauteloso, dizia que a vacinação poderia começar até o final de fevereiro.

Pazuello informou ainda que o avião que decolou nesta quarta-feira para a Índia deve voltar ao Brasil no próximo dia 16, com as primeiras doses da vacina AstraZeneca.

Em Manaus, o ministro tem acompanhado as ações para aliviar o sistema de saúde local. Além disso, ele informou que estão sendo abertos 350 novos leitos, entre UTIs e leitos clínicos.

A cidade também sofre com a falta de tubos de oxigênio para os pacientes graves da covid-19. Uma força-tarefa foi montada para levar oxigênio para Manaus com aviões privados e da FAB, além da tentativa de abrir 10 usinas para produção de oxigênio em Manaus, nos próximos dias.

A capital amazonense registrou nesta terça-feira (12) o maior número de enterros desde o início da pandemia, 166 no total. Antes da crise sanitária, a média de enterros era de 30 diários.

“Pazuello confirma para janeiro início da vacinação” é com informações de Agência Brasil

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Pazuello confirma para janeiro

Setor de Serviços avançou 2,6% em novembro

O setor de serviços avançou 2,6% na passagem de outubro para novembro, mas apesar de apresentar alta no sexto mês seguido, a atividade ainda se mantém abaixo do nível de antes da pandemia.

Na comparação com novembro de 2019, o total do volume de serviços caiu 4,8%, marcando a nona taxa negativa seguida neste índice. Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE.

No acumulado no ano, a queda do indicador é de 8,3% frente ao mesmo período de 2019. Já em 12 meses, o recuo foi de 7,4%, o resultado negativo mais intenso desde o início da série, em dezembro de 2012.

No entanto, na passagem de outubro para novembro, todas as cinco atividades investigadas na pesquisa tiveram crescimento com destaque para os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que registrou alta de 2,4%, e serviços prestados às famílias, que avançou 8,2%.

O gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, explica que a recuperação é positiva, mas ainda condicionada à pandemia.

Apenas serviços de informação e comunicação e de outros serviços já superaram o nível de fevereiro, segundo o IBGE, impulsionados pelos bons desempenhos dos segmentos de tecnologia da informação e dos serviços financeiros auxiliares.

“Setor de Serviços avançou 2,6% em novembro” é com informações de Agência Brasil

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Setor de Serviços avançou
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Prazo para reembolsar passagens aéreas é prorrogado até outubro

O objetivo da medida é garantir o direito dos passageiros e a sobrevivência das empresas aéreas. Estas, fortemente afetadas pela pandemia em 2020. Confira sobre o prazo para reembolsar passagens.

Consumidores que precisam pedir o reembolso de voos eventualmente cancelados por conta da pandemia de Covid-19 ganharam mais prazo para realizar o pedido. Nesse sentido, o Governo Federal prorrogou até o dia 31 de outubro deste ano as regras para o reembolso de passagens aéreas.

O objetivo da medida, garantir o direito dos passageiros e a sobrevivência das empresas aéreas, fortemente afetadas pela pandemia em 2020. As regras continuam as mesmas, as companhias aéreas têm o prazo de 12 meses, a contar da data do voo cancelado, para realizar a devolução do dinheiro, caso o passageiro solicite.

O valor terá atualização com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e, quando cabível, oferecer assistência material. Além disso, a legislação dá ao consumidor o direito de obter crédito do valor correspondente ao da passagem aérea, sem incidência de qualquer penalidade contratual. A expectativa é de que a medida melhore a programação pelo consumidor e pelas companhias aéreas num período de insegurança.

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Prazo para reembolsar passagens
Brasília – Chega a Brasília o avião trazendo a lanterna que contém a Chama Olímpica (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Anvisa divulga orientações para farmácias combaterem a Covid-19

Documento pretende reduzir os riscos de exposição à Covid-19 entre as equipes de profissionais que trabalham nas farmácias e drogarias e aos clientes. Confira “Anvisa divulga orientações para farmácias”.

Novas orientações foram divulgadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para reduzir os riscos de exposição à Covid-19 entre as equipes de profissionais que trabalham nas farmácias e drogarias e aos clientes. Medidas simples, a partir da adoção de princípios de prevenção e controle de infecções e distanciamento social enquanto durar a pandemia.

Entre as medidas apontadas no documento, divulgado nessa semana, as farmácias e drogarias devem estabelecer barreiras (preferencialmente físicas) entre funcionários e usuários, como também entre os próprios clientes. Além disso, recomenda o distanciamento seja de no mínimo 1 metro entre elas; e limitar o número de pessoas no interior do estabelecimento para evitar aglomeração no balcão de atendimento ou nas áreas de pagamento.

Além disso, esses estabelecimentos podem definir estratégias para diminuir o tempo que o usuário permanece na fila e estratégias para controlar o fluxo da entrada de clientes no estabelecimento. Se as condições climáticas permitirem, disponibilizar local externo para área de espera.

“Anvisa divulga orientações para farmácias” em parceria com Brasil 61

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Anvisa divulga orientações para farmácias

Novo coronavírus teria circulado no Brasil em novembro de 2019

Causador da covid-19, o novo coronavírus teria circulado em território brasileiro desde o fim de novembro de 2019. Isso significa que o vírus pode ter chegado antes mesmo que as autoridades de saúde chinesas informassem à OMS a descoberta de uma nova doença. O que só ocorreu no fim de dezembro de 2019. 

A informação foi divulgada nesta terça-feira (12), pelo secretário de Saúde do Espírito Santo, Nésio Fernandes, e pelo diretor-geral do Lacen, Laboratório Central de Saúde Pública do estado, Rodrigo Rodrigues.

Rodrigo é um dos sete autores de um artigo publicado na revista científica Plos One sobre os resultados da reanálise de algumas amostras de sangue colhidas a partir de 1º de dezembro de 2019, de pacientes capixabas que estavam com suspeita de dengue ou chikungunya. Segundo o secretário de saúde, Nésio Fernandes, a decisão de enviar para análise amostras de sangue armazenadas pelo Centro de Hemoterapia e Hematologia do Espírito Santo, foi tomada em agosto de 2020.

Confusão com vírus da Dengue

Isso aconteceu depois de constatada a semelhança entre alguns dos sintomas da dengue e da chikungunya com os da covid-19. Sendo assim, podem ter confundido os médicos antes que eles soubessem mais a respeito da ação do novo coronavírus. Lembrando que, aqui no país, o 1º caso da doença foi notificado no final de fevereiro de 2020.

Ainda de acordo com Nésio Fernandes, em agosto, a Secretaria estadual de Saúde autorizou a reanálise de mais de 7 mil amostras de sangue. Estas, colhidas nos 8 meses anteriores para que verificassem as hipóteses de dengue ou chikungunya.

De acordo com o diretor-geral do Lacen, Rodrigo Rodrigues, apesar da confirmação do 1º caso da covid-19 no Brasil, no fim de fevereiro, e do fato da OMS ter reconhecido a situação pandêmica, em março também do ano passado, “muitos casos da doença continuaram se perdendo devido à suspeita de arboviroses” durante mais algum tempo.

Balanço do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (12), aponta que o país registrou, em 24 horas, 1.110 mortes e 64.025 casos de infecção pelo novo coronavírus.

O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 8.195.637. O total de óbitos chegou a 204.690.

Conforme o balanço do ministério, 717.240 pessoas estão com casos ativos, em acompanhamento por profissionais de saúde. Além disso, mais de 7.200.000 pacientes se recuperaram da doença.

“Novo coronavírus teria circulado no Brasil em novembro de 2019”, com informações de Agência Brasil

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Novo coronavírus teria circulado no Brasil em novembro de 2019
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Entenda os resultados da CoronaVac

50,4% ou 78% de eficácia? Entenda os resultados da CoronaVac e os percentuais diferentes.

O Instituto Butantan divulgou nessa terça-feira os dados completos de eficácia da vacina contra o coronavírus que está desenvolvendo em parceria com o laboratório chinês Sinovac, a CoronaVac. E O índice de eficácia foi de 50,4%.

Todavia, número bem abaixo do índice divulgado na última quinta-feira, de 78%.

Com os dados completos, fica claro que esses 78% se referem à prevenção apenas de casos leves, mas exclui da conta os casos muito leves e os casos assintomáticos.

Os dados também confirmam que a CoronoaVac é eficiente em evitar as formas mais graves da Covid-19. Não existiram doentes graves entre os voluntários que tomaram a vacina. Entre os voluntários que tomaram placebo foram sete casos.

Mas, como o número de pacientes é muito bem pequeno, os cientistas tratam esse resultado como uma tendência. Portanto, não como uma informação definitiva de que a CoronaVac pode evitar todas as formas graves da doença, como explicou o diretor médico de pesquisa do Instituto Butantan, Ricardo Palácios.

Na semana passada, o governo de São Paulo chegou a garantir que a vacina era 100% eficaz contra casos graves da doença.

Reações adversas

Por outro lado, não houve registros de reações adversas graves entre as pessoas que tomaram a CoronaVac. Apenas 0,3% dos voluntários apresentaram reações leves, como dor de cabeça, dor no local da aplicação e um pouco de fadiga. Para Ricardo Palácios, está claro que a vacina é segura.

Apesar dos números mais modestos divulgados nessa terça-feira, os resultados se mostraram suficientes para mobilizar um batalhão de cientistas em defesa do início imediato da vacinação no Brasil.

A bióloga Natália Pasternak lembrou que a vacina é adequada ao sistema de vacinação brasileiro.

Para a infectologista do Hospital Emília Ribas Rosana Richtmann, uma das principais referências no atendimento a pacientes com Covid-19 no Brasil, não dá para desprezar a eficácia de 78% na prevenção de casos leves da doença.

O pedido de uso emergencial da CoronaVac teve registro na Anvisa na última sexta-feira. Nesse sentido, o painel de andamento da análise das vacinas da Agência, o Butantan ainda precisa apresentar pouco mais de 5% dos documentos exigidos. Cerca de 40% do processo já passou por análise da agência. Diferente da divulgação dos números incompletos da semana passada, dessa vez o governador de São Paulo, João Doria, não participou da coletiva de imprensa.

“Entenda os resultados da CoronaVac” é com informações de Agência Brasil

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Entenda os resultados da CoronaVac

Situação de extrema pobreza deve aumentar com fim do auxílio

Fim do auxílio emergencial pode levar até três milhões e 400 mil brasileiros para a situação de extrema pobreza.

Se isso acontecer, a quantidade de pessoas nessa condição poderá atingir um nível mais alto que o verificado antes da pandemia de Covid-19.

É que aponta levantamento do pesquisador Vinícius Botelho, publicada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, a FGV.

Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, ele diz que nos últimos meses, a perda de renda foi compensada com o auxílio emergencial.

Mas sem alternativa para 2021, a situação pode ficar pior do que antes, avalia Botelho.

Com base nos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, a Pnad Contínua do IBGE, o pesquisador prevê que a quantidade de pessoas em situação de extrema pobreza pode chegar a 17 milhões e 300 mil, ainda este ano.

Com informações de Rádio2.

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Situação de extrema pobreza

Eficácia geral da Coronavac é de 50,38%, segundo Butantan

A Eficácia geral da Coronavac apresenta a capacidade da vacina em evitar casos sintomáticos da Covid-19.

O percentual mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%.

Na semana passada, o instituto já havia anunciado que, nos testes feitos no país, o imunizante atingiu 78% de eficácia em casos leves e 100% em casos graves e moderados. Ou seja, a vacina protegeu contra mortes e complicações mais severas da doença.

“Essa vacina tem segurança, tem eficácia, e todos os requisitos que justificam o uso emergencial”, defendeu o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, durante o anúncio.

Eficácia geral da Coronavac é de 50,38%, segundo Butantan

A CoronaVac é uma vacina contra a Covid-19 que usa vírus inativados. O imunizante é desenvolvido pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Butantan, vinculado ao governo de São Paulo.

Os testes foram feitos em 12.508 voluntários no país, todos profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate ao coronavírus, em 16 centros de pesquisa.

A vacina testou com os profissionais de saúde porque eles têm a maior exposição ao vírus, muito maior eu a população em geral.

Campanha de Imunização

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), manteve o cronograma de vacinação definido pelo plano estadual. Além disso, cobrou uma definição de data do Ministério da Saúde.

O Plano Estadual de Imunização (PEI), elaborado pelo governo, considerando justamente a aplicação da CoronaVac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com Butantan.

Perguntado sobre como a data de início do plano estadual pode estar mantida Doria disse apenas que “a exclusividade é pela vida”. Todavia, o Instituto Butantan assinou um contrato de exclusividade para fornecer a CoronaVac para o governo federal

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OMS envia missão à China para identificar origem da Covid-19

Especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) iniciam nesta semana, na China, uma investigação sobre a Covid-19. OMS envia missão à China, leia sobre:

O grupo, formado por 10 cientistas da OMS em conjunto com especialistas chineses, vai estudar as possíveis causas que deram origem à pandemia.

Uma das suspeitas é que o novo coronavírus tenha chegado aos humanos a partir de um animal intermediário, o pangolim,  contaminado por morcegos.

Mas até o momento, nenhuma tese teve qualquer comprovação científica.

A disseminação do novo coronavírus teve início na província de Wuhan, com a divulgação dos primeiros casos em 31 de dezembro de 2019.

A transmissão se espalhou rapidamente pela China e atingiu, até agora, praticamente todos as nações do mundo.

Apenas 15 países, a maioria, localizada em ilhas remotas do Pacífico, não tiveram casos da doença.

Boa parte deles são os menores e menos populosos do planeta, como Nauru e Tuvalu.

“OMS envia missão à China para identificar origem da Covid-19” com informações de Rádio2.

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OMS envia missão à China

8 milhões de doses iniciais para vacinação contra Covid-19

A vacinação contra a covid-19 deve começar com 8 milhões de doses iniciais e aplicação simultânea em todos os estados e Distrito Federal, informou nesta segunda-feira (11) o ministro da Saúde, Eduardo Pazzuelo.

O ministro disse que espera importar 2 milhões de doses da AstraZeneca e 6 milhões de doses da Coronavac, em parceria com o Butantan, para começar a imunização.

Antes, porém, é preciso que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorize, ao menos, o uso emergencial desses medicamentos. O ministro Pazuello, contudo, destacou que a importação de vacinas não é suficiente para imunizar em massa toda a população do país. Portanto, os demais laboratórios, para a Pfizer e a Jassen, apenas oferecem quantidades pequenas para compra.

Pazuello reforçou que o governo já contratou, ou seja, já pagou por 345 milhões de doses de vacina. Sendo 210 milhões da AstraZêneca e outras 100 milhões contratadas com o Instituto Butantan, a parceira, no Brasil, da farmacêutica chinesa Sinovac.

Pazuello participou nesta segunda-feira, junto com o governador do Amazonas, Wilson Lima, e o prefeito de Manaus, David Almeida, da entrega de 10 novos leitos de UTI e outros 118 novos leitos clínicos no estado.

A capital do Amazonas passa por um novo pico de casos da covid-19. A prefeitura registrou, neste domingo, 144 sepultamentos na cidade. Sendo assim, é o maior número desde o início da pandemia.

Já a média móvel de óbitos por covid, que é a média de mortes nos últimos sete dias, chegou a 51 pessoas neste domingo em todo o Amazonas. Um mês antes, em 7 de dezembro, a média móvel do estado estava com 7 mortes diárias por covid.

“8 milhões de doses iniciais para vacinação contra Covid-19” em parceria com Agência Brasil

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8 milhões de doses iniciais para vacinação contra Covid-19
Photo by RF._.studio on Pexels.com

Vacina Pfizer é eficaz contra duas mutações do coronavírus

A vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech se mostrou eficaz contra uma “mutação-chave” das variantes britânica e sul-africana do coronavírus – apontam resultados de trabalhos divulgados nesta sexta-feira (8) pelo laboratório BioNTech.

“Os anticorpos das pessoas que receberam a vacina da Pfizer/BioNTech neutralizam, de forma eficaz, o Sars-CoV-2 com uma mutação que também se encontra em duas variantes altamente transmissíveis”, identificadas na Grã-Bretanha e na África do Sul, afirma o laboratório, em um comunicado.

A emergência no Reino Unido e na África do Sul das duas novas variantes do coronavírus Sars-CoV-2 preocupa a comunidade internacional devido à sua maior capacidade de transmissão, segundo os primeiros dados.

Em parceria com Agência Brasil

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Vacina Pfizer é eficaz contra
Mulher segura frasco rotulado como de vacina contra Covid-19 em frente a logo da Pfizer em foto de ilustração 30/10/2020 REUTERS/Dado Ruvic

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Brasil ultrapassa marca dos 200 mil mortos pela pandemia

O Brasil superou nessa quinta-feira (7) a marca dos 200 mil mortos pela pandemia da covid-19. De acordo com o balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, já são 200.498 vidas perdidas para a pandemia, sendo 1.524 delas registradas nessa quinta.

Foi o segundo maior número de mortes desde o começo da pandemia. O recorde foi em 29 de julho, quando morreram 1.595 pessoas por causa da doença.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, prestou solidariedade às vítimas, em nome do governo, e disse que o momento exige união. Pazuello fez uma apresentação aos jornalistas para atualizar as ações do governo contra a pandemia.

Sobre as vacinas, o Ministério da Saúde afirma ter assegurado 354 milhões de doses para este ano, com a chance de vacinar até 177 milhões de brasileiros.

São 2 milhões que a Fiocruz comprou este mês, do imunizante de Oxford/AstraZeneca, fabricado na Índia; 100 milhões e 400 mil doses direto da AstraZeneca até julho; 110 milhões da vacina de Oxford/AstraZeneca, mas fabricadas totalmente pela Fiocruz, que devem ser entregues de agosto a dezembro; 42 milhões e 500 mil vacinas do consórcio internacional Covax Facility, que provavelmente serão de Oxford/Astrazeneca; e outros 100 milhões de doses da vacina da Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, sendo inicialmente 46 milhões de doses e, 30 dias depois, mais 54 milhões.

O ministro avaliou que essas doses já podem ser suficientes para interromper a circulação do novo coronavírus em algumas localidades.

Eduardo Pazuello acrescentou que o Ministério da Saúde também negocia com a empresa privada União Química a compra de doses da Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamalea.

O ministro voltou a dizer que o Brasil tem interesse em todas as vacinas e negocia com outras três empresas farmacêuticas. No caso da Janssen, Pazuello destacou que o preço, a eficácia e o fato de ser apenas uma dose chamaram a atenção do governo. O problema é que eles só disponibilizaram 3 milhões de doses a partir de abril e outros 8 milhões só na segunda metade do ano.

A vacina da Moderna custa cerca de 10 vezes mais que a de Oxford/AstraZeneca e pode entregar 30 milhões de doses este ano, mas somente a partir de outubro. Por isso, Eduardo Pazuello enfatizou a necessidade de fabricar as vacinas no Brasil.

Sobre a vacina da Pfizer, o ministro disse que a empresa não abre mão de algumas cláusulas contratuais. Eduardo Pazuello citou três exigências com as quais o governo não concorda. Uma delas é que a Pfizer não seja responsável por nenhum efeito colateral grave e que essa responsabilidade fique para o governo.

A segunda é que a Justiça brasileira não receba nenhum processo contra a empresa, que responderia somente nos Estados Unidos. A terceira exigência é que o governo crie um fundo com recursos públicos para arcar com possíveis ações judiciais em que a Pfizer aparecer como ré, nos Estados Unidos.

Eduardo Pazuello disse que o governo espera que as negociações avancem.

A equipe do Ministério da Saúde também detalhou a medida provisória que autoriza o Poder Público a comprar vacinas sem licitação e antes mesmo do registro na Anvisa. As vacinas, no entanto, só poderiam ser aplicadas após a autorização da agência reguladora. E toda a estratégia deveria ser dentro do Plano de Operacionalização da Vacinação, apresentado em dezembro pelo ministério. Ou seja, distribuída simultaneamente em todo o país, começando pelos grupos prioritários definidos pela equipe técnica da pasta.

“Brasil ultrapassa marca dos 200 mil mortos pela pandemia” com informações de Agência Brasil

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Brasil ultrapassa marca dos 200 mil mortos pela pandemia
Uso de máscaras de proteção ns ruas da capital federal

Inep garante segurança na aplicação do Enem, em meio a pandemia

Nos dias 17 e 24 de janeiro, quase seis milhões de pessoas vão tentar uma vaga em universidades públicas de todo o Brasil por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Por conta da pandemia, as provas, que estavam marcadas para o final do ano passado, foram remarcadas para este ano. Entre as novidades, está o Enem Digital, que será feito por 96 mil estudantes nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Instituto garantirá a segurança na aplicação do Enem, quanto as medidas sanitárias.

Na lista dos itens essenciais para levar nos dias de prova, além da tradicional caneta de corpo transparente de tinta preta, estão também a máscara e o álcool em gel. O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC), Alexandre Lopes, ressalta que a autarquia investiu R$ 69 milhões em medidas de prevenção à Covid-19 para que as provas sejam realizadas da forma mais segura possível. 

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, Lopes detalhou quais as medidas tomadas nesse período tão atípico. “A principal foi o distanciamento. Colocamos menos alunos em cada sala, garantindo um espaçamento maior entre eles. O uso da máscara será obrigatório. Tanto os participantes quanto os aplicadores terão que usar a máscara durante todo o período da prova. Além disso, intensificamos a higienização. Vamos fazer uma limpeza maior nas áreas de uso comum, como banheiros, corredores. Também vamos disponibilizar álcool em gel para todos os participantes do Enem e a identificação do aluno será do lado de fora.” 

Inep garante segurança na aplicação do Enem, em meio a pandemia

O presidente do Inep, responsável pelo exame, garante que os 1,7 mil municípios que receberão os alunos nos dias de prova estão amparados pela logística. “A gente fez uma visita prévia às escolas e às instalações. Serão cerca de 14 mil locais de prova neste ano e todos foram visitados previamente. Nós temos, ainda, um trabalho intenso de capacitação dos aplicadores. Algumas capacitações que eram realizadas presencialmente foram feitas a distância, mas foram feitas”, reforça. 

Caso o estudante seja infectado poucos dias antes da prova, Alexandre Lopes dá as orientações. Ele lembra que o edital do Enem já prevê casos de doenças infectocontagiosas – a Covid-19 foi inserida nesse rol. 

“Não só por conta da Covid-19, mas no edital do Enem tem uma relação de doenças infectocontagiosas que dá direito ao participante fazer a reaplicação nos dias 23 e 24 de fevereiro. Se ele tiver alguma dessas doenças, na semana anterior ao domingo de prova – e ele pode fazer isso tanto no primeiro quanto no segundo dia de prova – o estudante vai entrar na página do participante, solicitar a reaplicação e juntar a documentação necessária, como exame e/ou laudo médico. A gente vai analisar e pode conceder realização da prova de reaplicação. Isso é para garantir que as pessoas que tenham doença contagiosa não vão ao local de prova, que fiquem em casa, mas não percam o Enem”, tranquiliza. 

Enem Digital

Entre as novidades do exame está a versão digital. Pensada em 2019, antes mesmo da pandemia, a ideia é modernizar a prova e abrir mais opções de datas. “Hoje, o Enem é realizado em uma data só no ano. Milhões de pessoas vão fazer o Enem impresso no domingo agora, mas quem perder essa prova precisa esperar mais um ano para fazê-la novamente. Com a versão digital, podemos realizar mais de uma prova ao longo do ano”, adianta o presidente do Inep.

A previsão é de que o Enem se torne totalmente digital até 2026. Até lá, a transição será feita de forma gradativa. O objetivo também é tornar o Enem mais acessível, já que muitos estudantes precisam se deslocar para cidades vizinhas para tentar a tão sonhada vaga numa federal. 

“Sendo em várias datas, podemos fazer a prova em cidades diferentes e fazer com que o exame chegue a mais municípios – e fique mais próximo do aluno. Muitos alunos têm que se deslocar para outra cidade para fazer a prova, o que pode prejudicar jovens do interior do Brasil. Queremos levar a prova para mais municípios, levar a prova para onde o estudante está”, projeta. 

Acompanhe agora a entrevista na íntegra com o presidente do Inep, Alexandre Lopes. 

“Inep garante segurança na aplicação do Enem, em meio a pandemia” é com informações de Brasil 61

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Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski deu prazo de cinco dias para o Ministério da Saúde informar se tem seringas e agulhas suficientes para iniciar a campanha de vacinação contra a covid-19.

Lewandowski atendeu a um pedido do partido Rede Sustentabilidade e solicitou que o ministério comprove o estoque de seringas e agulhas para vacinar, ao menos, os quatro grupos considerados prioritários no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação, apresentado em dezembro pelo governo federal. O plano estima que esses grupos somam cerca de 20 milhões de pessoas.

A decisão de Lewandowski foi divulgada após um pronunciamento do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no qual ele garantiu que já tem seringas e agulhas suficientes para começar a vacinação.

Em dezembro, uma licitação do Ministério da Saúde para comprar 331 milhões de seringas e agulhas só conseguiu cerca de 7 milhões. As empresas que fabricam esses insumos consideraram os preços fixados pelo ministério baixos demais. A Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, abriu uma investigação para saber se o aumento de preços de agulhas e seringas fere os direitos da população.

A Câmara de Comércio Exterior, do Ministério da Economia, proibiu a exportação desses equipamentos a partir do dia 1º de janeiro para evitar o desabastecimento. E, em comum acordo com os fabricantes, o Ministério da Saúde fez, esta semana, a requisição administrativa dos estoques de seringas e agulhas. Isso permite que o governo se aproprie temporariamente de bens privados.

“Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes” em parceria com Agência Brasil

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Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes

Saúde formaliza compra de 46 mi de doses da CoronaVac ao Butantan

Há previsão de aquisição de mais 54 milhões de doses até o fim de 2021. Previsão mais otimista para início da vacinação é 20 de janeiro, projeta ministro. Saúde formaliza compra.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a pasta fechou contrato com o Instituto Butantan, nesta quinta-feira (7), para compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, a vacina contra a Covid-19 produzida pelo laboratório chinês Sinovac. Segundo o ministro, o acordo prevê a entrega das doses até abril e a aquisição de mais 54 milhões até o fim do ano, totalizando 100 milhões de doses. 

“Nunca abandonamos as negociações com o Butantan. Se não é o maior, é o segundo maior produtor de vacinas para o ministério. Estamos, hoje, fechando um contrato para a aquisição de 100 milhões de doses, que é o máximo que ele consegue produzir.  A partir deste momento, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização”, disse o ministro em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. 

De acordo com o Diário Oficial da União, as 46 milhões de doses iniciais vão ter um custo de R$ 2,67 bilhões. Ainda durante a entrevista, o secretário executivo, Elcio Franco, esclareceu que a compra de mais 54 milhões de doses é uma opção do contrato assinado hoje, que o Ministério da Saúde poderá exercer futuramente, uma vez que não há orçamento para esse quantitativo. 

Atualmente, o Instituto Butantan já possui 11 milhões de doses da vacina CoronaVac em solo brasileiro, das quais 6 milhões foram importadas da China e 5 milhões produzidas pelo laboratório no Brasil. Com as 100 milhões de doses do Butantan, o ministro reafirmou que o Brasil vai contar com 354 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 até o fim do ano. O restante virá, segundo ele, do imunizante produzido pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. 

Pazuello disse, também, que há negociações em andamento com outros três laboratórios para aquisição da vacina, que são da Johnson & Johnson, Moderna e Pfizer. Em relação às tratativas para aquisição do imunizante da Pfizer, cuja aplicação para uso emergencial já ocorre em alguns países, o ministro revelou que a empresa teria imposto algumas exigências para assinatura de um contrato com o órgão, “que não são autorizadas pela legislação brasileira”. 

Entre as imposições estariam isenção total e permanente de responsabilização civil por efeitos colaterais advindos da vacinação, transferência do foro de julgamento de possíveis ações judiciais para fora do Brasil e disponibilização permanente de ativos brasileiros no exterior para criação de um fundo caução para custear possíveis ações judiciais. 

“Não podemos assinar dessa forma”, cravou Pazuello. 

Calendário de vacinação

O ministro da Saúde também traçou cenários para o início da imunização da população brasileira. O mais otimista deles seria a partir de 20 de janeiro. Na segunda hipótese, entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. Por fim, entre 10 de fevereiro e meados de março. “A nossa proteção é a Anvisa. A agência reguladora é quem vai atestar a eficácia e a segurança das vacinas. Ela está empenhada em ser célere, rápida e efetiva. Na melhor hipótese, a vacinação começa em 20 de janeiro, caso a Anvisa dê a autorização. Na hipótese mais alongada, até meados de março, que seria caso o registro ou produção tivessem percalços”, destacou. 

Segundo Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde, caso tudo dê certo e a vacinação comece no dia 20 deste mês, o PNI já teria cerca de 8 milhões de doses da vacina disponíveis para distribuição para estados e municípios. “Na perspectiva de que teremos dois milhões da AstraZeneca e com 6 milhões após o contrato assinado com o Butantan, se essas autorizações forem obtidas, seriam oito milhões de doses para iniciarmos a vacinação da nossa sociedade”, detalhou. 

Arte: Brasil 61

Saúde formaliza compra e Medida Provisória

A coletiva do Ministério da Saúde desta quinta-feira (7) ocorreu para detalhar a Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada na noite de quarta-feira (6), que trata de medidas excepcionais para a aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços relacionados à Covid-19. 

O texto permite, por exemplo, que o Ministério da Saúde compre vacinas e insumos contra a doença sem licitação e antes do registro sanitário ou da autorização temporária para uso emergencial dos imunizantes pela Anvisa. “Eu só poderia fechar o contrato e empenhar a compra das vacinas junto ao Butantan com a MP, que dá essa autorização”, disse Pazuello. 

Apesar da flexibilização para aquisição das vacinas, a MP esclarece que a aplicação das doses só será feita após o aval para uso emergencial ou registro concedido pela agência reguladora, o que não ocorreu até o momento. 

Seringas e agulhas

Entre os insumos cuja compra não necessitará de licitação, estão as seringas e agulhas para aplicação das doses. Em pronunciamento ainda na noite de ontem, o ministro Pazuello afirmou que o Brasil “já tem disponíveis 60 milhões de seringas e agulhas nos estados e municípios”, e que isso seria suficiente para iniciar a vacinação da população ainda em janeiro. A fala corroborou com uma postagem do próprio presidente Jair Bolsonaro, que mais cedo, no mesmo dia, afirmou que os entes da federação tinham insumos suficientes para execução inicial do Plano Nacional de Imunização. 

Em nota, a Federação Nacional de Prefeitos (FNP) esclareceu que o estoque de seringas e agulhas dos municípios serve para atender a “procedimentos diversos”, entre eles o PNI, e que a fala do chefe do executivo “gerou preocupação de prefeitos por uma possível falta de insumos para o atendimento de outras necessidades de saúde”. 

Durante a coletiva, Pazuello afirmou que “não existe falta de seringa” e que o Ministério da Saúde está trabalhando para a manutenção de um estoque. “Quando nós vamos adquirir seringas, a gente não compra para executar o plano todo, mas para ter um estoque regulador, caso falte em um estado e em um município, por exemplo. Estamos comprando para não deixar faltar. A licitação está em andamento”. 

Entre as ações que a pasta diz estar tomando para garantir quantidade suficiente de seringas e agulhas, está a compra de 7 milhões de unidades por meio de pregão, mais 40 milhões em compra junto à Organização Panamericana de Saúde (Opas) e 30 milhões de doses junto à Abimo, a Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios. 

CoronaVac

O Instituto Butantan anunciou que a eficácia da vacina CoronaVac é de 78% contra casos leves da Covid-19 e de 100% contra casos moderados e graves. Segundo o instituto, isso quer dizer que pessoas vacinadas com as doses da vacina têm 0% de chance de, se pegarem a Covid-19, terem casos moderados ou graves da doença.

“Saúde formaliza compra de 46 mi de doses da CoronaVac ao Butantan” é com informações de Brasil 61

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Saúde formaliza compra de 46 mi de doses da CoronaVac ao Butantan

Plano Estadual de Imunização contra a Covid-19 é apresentado

São Paulo: A estratégia das autoridades estaduais é iniciar a imunização contra em todas as regiões do estado no dia 25 de janeiro. Confira mais sobre o Plano Estadual de Imunização contra.

O Governador do estado de São Paulo, João Doria, apresentou nesta quarta-feira (6) o Plano de Estadual de Imunização contra o coronavírus aos 645 prefeitos eleitos para os mandatos iniciados em 2021. A estratégia das autoridades estaduais é iniciar a imunização contra Covid-19 em todas as regiões do estado no dia 25 de janeiro.

Foram listados aos gestores, novos e reeleitos, detalhes do plano. A primeira etapa de vacinação vai priorizar profissionais da saúde, pessoas com 60 anos ou mais e grupos indígenas e quilombolas. A expectativa do estado é que 9 milhões de pessoas sejam imunizadas na primeira etapa, com a aplicação de 18 milhões de doses, até o dia 28 de março.

A campanha coordenada pela Secretaria Estadual da Saúde, em parceria com os 645 municípios paulistas, visa dobrar o total de postos de vacinação dos atuais 5,2 mil para até 10 mil. A estimativa é de que a vacinação envolva cerca de 79 mil profissionais, com 54 mil trabalhadores do setor da saúde e 25 mil agentes da segurança pública para garantir a segurança da população e evitar aglomerações nos locais de imunização.

“Plano Estadual de Imunização contra a Covid-19 é apresentado” é em parceria com o Brasil 61

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Plano Estadual de Imunização
30/10/2020 REUTERS/Dado Ruvic/Foto ilustrativa

Dois casos confirmados da variante do coronavírus em SP

São Paulo tem dois casos confirmados da nova variante do coronavírus. A confirmação foi feita pelo Instituto Adolfo Lutz após a análise das amostras enviadas por um laboratório privado.

As amostras foram encaminhadas para o instituto no ultimo dia 2 e o sequenciamento genético mostrou que os dois pacientes estão infectados com a mutação do coronavírus identificada no Reino Unido.

Um dos casos é o de uma mulher de 25 anos, que mora na cidade de São Paulo. Ela foi infectada depois de entrar em contato com pessoas que passaram pela Europa e vieram para o Brasil. A paciente apresentou os primeiros sintomas no dia 20 de dezembro e fez o exame no dia 22.

O outro caso é o de um homem de 34 anos. A Vigilância Epidemiológica ainda está investigando o histórico desse caso e não divulgou mais detalhes, como local de moradia ou se o homem apresentou sintomas da doença.

Dois casos confirmados

Esse novo subtipo de coronavírus foi batizado como B117 e, apesar de estudos mostrando que esta nova cepa pode ser quase 60% mais contagiosa que o vírus sem a mutação, a secretaria de saúde do estado diz que não é possível afirmar isso para o Brasil em função de fatores demográficos e climáticos.

O anúncio chega em um momento em que os casos de covid-19 voltam a pressionar o sistema de saúde. Na região metropolitana da capital paulista, a taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva chegou a 65% nesta segunda-feira (04), sendo que, pelo menos dois hospitais da capital alcançaram a lotação máxima de leitos destinados a pacientes com coronavírus.

Com informações de Agência Brasil

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Adolfo Lutz divulga análise de variante do coronavírus

Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde de São Paulo foi notificado da suspeita de dois casos de uma nova variante do vírus no estado, a mesma que teria sido detectada na Inglaterra. Resultado de análise de variante é aguardada.

Os resultados da análise de amostras realizadas pelo Instituto Adolfo Lutz, que podem indicar a presença de uma nova variante do novo coronavírus no estado de São Paulo, devem sair nesta segunda-feira (4).

Na última quinta-feira (31), o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde de São Paulo foi notificado pelo laboratório de medicina diagnóstica Dasa da suspeita de dois casos de uma nova variante do vírus no estado, a mesma que teria sido detectada na Inglaterra.

Análise de variante no Brasil

Essa nova cepa, da linhagem B.1.1.7, não se mostra mais letal, mas pode ser mais transmissível. Segundo o Instituto, as análises preliminares feitas nas amostras não permitiram confirmar a presença da linhagem. Por isso, foi solicitada ao laboratório Dasa que seja enviada uma quantidade maior de material genético para que o trabalho possa ser concluído até esta segunda.

Com informações de Brasil 61

análise de variante
O Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN) está realizando exames para identificação do novo coronavírus (COVID-19)

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Anvisa autoriza importação de 2 mi de doses da vacina da Oxford

A Anvisa autoriza importação excepcional de 2 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca.

O pedido foi feito no dia 31 de dezembro pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que coordena a pesquisa com esse imunizante no Brasil. A importação é considerada excepcional porque o pedido de registro da substância ainda não foi feito.

A Fiocruz informou que essa importação é uma preparação para disponibilizar as vacinas a partir do momento em que o produto for aprovado pela Anvisa. Essas doses são fabricadas por um laboratório indiano e foram obtidas por meio do consórcio Covax Facility. É uma iniciativa internacional para desenvolvimento e distribuição de vacinas coordenada pela Organização Mundial da Saúde.

Atualmente, existem quatro vacinas com pesquisas autorizadas no Brasil. Por meio da Submissão Contínua, a Anvisa já vem analisando os dados enviados previamente pelos laboratórios. Até agora, não existem pedidos de uso emergencial ou de registro no país.

Anvisa autoriza importação de vacina

Na semana passada, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, anunciou que a solicitação de registro da vacina de Oxford/AstraZeneca deve ser feita até o dia 15. E as primeiras 1 milhão de doses fabricadas no Brasil devem ser entregues na segunda semana de fevereiro.

O Instituto Butantan, que coordena a pesquisa com a Coronavac, do laboratório Sinovac, também deve solicitar o registro nos próximos dias, para cumprir a promessa de começar a vacinação no fim do mês. O início da imunização com a Coronavac já foi adiado duas vezes.

Com informações de Agência Brasil

Anvisa autoriza importação
Vacina Oxford,AstraZeneca Foto: Reuters/Dado Ruvic

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Taxa de desemprego aumenta no terceiro trimestre de 2020

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNAD). Taxa de desemprego aumenta durante a crise do coronavírus

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação, ou seja, de desemprego no Brasil ficou em 14,3% sendo que no trimestre de agosto a outubro de 2020 cresceu 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre de maio a julho, que ficou no valor de 13,8%, o que representa 2,7 pontos percentuais frente ao mesmo trimestre de 2019. A população desocupada, estimada em mais de 14 milhões, cresceu 7,1% e isso representa mais 931 mil pessoas frente ao trimestre anterior.

Taxa de desemprego aumenta, comparada com 2019

A população com algum tipo de emprego formal está na casa dos 84,3 milhões de pessoas e subiu 2,8% frente ao trimestre anterior, mas caiu 10,4 se compararmos ao mesmo trimestre de 2019. O nível de ocupação subiu 0,9 ponto percentual frente ao trimestre anterior, mas também caiu na comparação com o mesmo trimestre de 2019.

Com informações de Brasil 61

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Taxa de desemprego aumenta

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Desafios para vacinação contra covid-19; O caso da Grã-Bretanha

Na ausência de acordos globais, espera-se que o nacionalismo de vacinas e a trapaça geopolítica proliferem nos próximos meses. Veja os obstáculos e possibilidades sobre a vacinação contra covid-19, em análise nos cenários para Europa, e que devemos aprender.

O grande lançamento da vacinação contra covid-19 iniciou, finalmente. O desenrolar das coisas definirá o ano que se inicia e a velocidade com que a vida na Grã-Bretanha e em todo o mundo voltará ao normal.

Até agora, cinco vacinas receberam aprovação de emergência. No oeste, as fotos da Moderna, Pfizer-BioNTech e Oxford-AstraZeneca agora vão para os braços das pessoas.

A vacina Sputnik V está sendo usada na Rússia, Bolívia e Bielo-Rússia. E na China, onde as autoridades têm inoculado os trabalhadores-chave dos soldados desde o verão, o Sinopharm obteve aprovação geral na semana passada. 

É tentador pensar que será fácil navegar a partir daqui. Os planos de pandemia ocidentais sempre se basearam (até demais, como resultou) na rápida distribuição de vacinas e antivirais . Podemos ter lutado com intervenções não farmacêuticas, segue uma certa lógica, mas a grande corrida das vacinas está sendo disputada em casa. Não é de admirar que os políticos vejam a luz no fim do túnel.

vacinação contra covid-19
foto: Reuters/Dado Ruvic/Direitos Reservados

Vacinação contra covid-19 no mundo

Mas a Terra é o lar de 7,8 bilhões de pessoas e quase todo mundo quer uma chance. Para acabar com a pandemia e impedir que o vírus volte constantemente, as nações precisarão se unir e inocular a maioria dos cidadãos do mundo. A vacinação contra covid-19 precisa ser global.

Portanto, espere ver muito mais do gráfico abaixo em 2021. Atualmente, Israel está à frente do grupo. Por lá, começou uma campanha de vacinação em massa há menos de duas semanas e já atingiu 10 por cento de sua população. No Reino Unido – um país muito maior – está se aproximando de 2% de cobertura. Mas para o mundo como um todo, o número é inferior a 0,1 por cento.

“A vacinação é a saída para isso”, diz a Dra. Clare Wenham, professora assistente de política de saúde global na London School of Economics. “Mas as barreiras logísticas e políticas vão persistir”.

Muito certo. Na ausência de acordos globais, espere que o “nacionalismo vacinal” e a trapaça geopolítica proliferem nos próximos meses. 

Os serviços de segurança britânicos já estão em alerta máximo. Embora talvez seja uma desculpa conveniente para se basear em dados nada lisonjeiros, funcionários graduados de Whitehall dizem que não podem falar em detalhes sobre o fornecimento de vacinas por medo de que as remessas recebidas sejam alvo de gangues do crime organizado e Estados hostis. 

Então, como pode ser o próximo ano para a Grã-Bretanha? O país vai prosperar ou quebrar novamente? Haverá cooperação ou o lançamento global da vacina será mais parecido com um episódio de Wacky Racers? Aqui estão três cenários: o bom, o ruim e o feio. 

O melhor cenário da vacinação contra covid-19

O melhor cenário é a previsão otimista de Boris Johnson de liberdade até a Páscoa se concretizar. 

A Grã-Bretanha consegue aumentar o fornecimento e a distribuição de vacinas rapidamente e inocula seus 25 milhões de cidadãos mais vulneráveis ​​no início de abril.

As hospitalizações despencam e a ameaça de sobrecarga de saúde e outros serviços essenciais se dissipam rapidamente, permitindo que bloqueios e outros distanciamentos sociais sejam cuidadosamente resolvidos a partir de 1º de abril.

Embora a oferta de vacinas seja apertada no início, a estratégia de priorizar as primeiras doses, inicialmente vista como uma aposta por alguns , prova ser uma virada de jogo e é copiada em todo o mundo. Há até apelos para que seu criador, o ex-primeiro-ministro Tony Blair, volte à política da linha de frente.

As mortes da terceira onda de Covid-19 (aquelas registradas nos primeiros seis meses do ano) eventualmente permanecem abaixo do primeiro pico, mas ainda estão em torno de 36.000 – o melhor cenário na modelagem atual do Reino Unido .

Somos ajudados pelo clima. Uma primavera tão quente e brilhante quanto a do ano passado eleva o clima nacional e ajuda a reduzir a transmissão, enquanto as pessoas aproveitam ao máximo o ar livre novamente.

Resultado esperado

Melhor ainda, dados mostrando que as vacinas reduzem tanto a transmissão quanto as doenças foram anunciados em março pela Public Health England.

Os jabs da Pfizer e da Moderna baseados em RNA acabam sendo “esterilizantes”, o que significa que eles param totalmente a transmissão. A vacina Oxford Astra-Zeneca reduz a transmissão em 60 a 70 por cento, e a possibilidade real de a Grã-Bretanha obter imunidade coletiva vem à tona.

Britânicos vacinados começam a receber “passaportes de vacina” e as viagens internacionais começam novamente para aqueles que foram vacinados a tempo das férias de verão.

A estratégia da Força-Tarefa de Vacinas do governo também compensa. Não apenas os suprimentos iniciais chegam como prometido, mas, em agosto, estaremos nadando no material, com quase todas as 355 milhões de doses encomendadas entregues ou a caminho dos centros de vacinas do NHS.

A Grã-Bretanha usa a vacina extra para inocular 80% da população até novembro, obtendo com sucesso a imunidade coletiva.

Ao mesmo tempo, distribui dezenas de milhões de doses para baixa e média renda em todo o mundo, ajudando a acabar com a crise global e impulsionando nossa posição internacional.

No final do ano, a economia está acelerando rapidamente e um novo ano 20 ruidoso começa .

Consciente de como as desigualdades podem armazenar problemas para o futuro, o governo estabelece uma nova agenda radical de “nivelamento” para garantir que os ganhos do boom sejam compartilhados igualmente por todo o país. 

Os especialistas começam a se referir à Grã-Bretanha como a nova e velha Suécia. 

O Cenário ruim

A Grã-Bretanha é atingida não apenas pelo azar, mas por uma série de maus atores. 

A distribuição de vacinas, atualmente em torno de 250.000 doses por semana, permanece teimosamente baixa e chega a nada perto dos dois milhões de vacinas por semana que a modelagem sugere serem necessárias .

Os contratos assinados pela Força-Tarefa de Vacinas provam não ter sido redigidos com firmeza suficiente, e potências maiores, principalmente a UE e os Estados Unidos, se mobilizam para enxugar a maior parte dos suprimentos iniciais. 

Dos condados menores, apenas aqueles com longa prática nas artes sombrias de manobras geopolíticas obtêm as vacinas de que precisam com rapidez suficiente. 

Na Páscoa, as mortes atingiram o pico acima dos níveis de 2020 em Londres e no sudeste, e se espalharam rapidamente pelo resto do país. O total de mortes de Covid-19 nos primeiros seis meses do ano atingiu quase 85.000 na virada do verão. 

O NHS cambaleia até abril, mas fica sobrecarregado, forçando os ministros a autorizar uma política de “triagem populacional” que ela redigiu secretamente após o Exercício Cygnus em 2016, mas nunca tornou pública.

Um bloqueio nacional de “nível cinco”, que está em vigor desde meados de janeiro, foi mais uma vez estendido.

A situação da Grã-Bretanha é agravada pela comparação internacional. Enquanto grandes partes da Europa Ocidental e da América estão se juntando à China e ao Leste Asiático para se abrirem novamente, o Reino Unido permanece firmemente bloqueado.

Para completar, enquanto as vacinas Pfizer e Moderna demonstram interromper a transmissão, a vacina Oxford demonstrou ter pouco impacto na disseminação do vírus.

Isso coloca os “passaportes para vacinas” fora do alcance da maioria dos britânicos, aumentando a sensação de isolamento do país.

Os especialistas observam que, no século passado, os loucos anos 20 também se limitaram à Europa continental e à América.

O cenário pessimista da vacinação contra covid-19

Não é bonito por definição, mas tem menos a ver com os outros.

Em meados de janeiro, o país é atingido por uma nova “Besta do Oriente” . Os montes de neve, o frio intenso e as estradas geladas tornam o lançamento de uma vacina já difícil para os cidadãos mais vulneráveis ​​da Grã-Bretanha quase impossível.

Os idosos e os frágeis simplesmente não conseguem sair de suas casas para as centenas de postos de vacinação criados para eles. 

O mau tempo estica ainda mais os recursos do NHS e acelera a transmissão do vírus, que prospera no ar frio e seco.

A oferta de vacinas também permanece restrita, não porque outros a estejam comprando, mas porque as cadeias globais de abastecimento não conseguem acompanhar a demanda.

Embora grandes quantidades de vacinas sejam produzidas em fábricas em todo o mundo, especialmente na Índia, a escassez de produtos de acabamento e embalagem significa que muito pouco vai além dos portões da fábrica até a primavera. 

Pior ainda, a estratégia de vacinar os mais vulneráveis ​​começa a desmoronar à medida que governos em todo o mundo cedem às crescentes demandas de interesses adquiridos. 

O impacto dos jabs no alívio da pressão sobre os serviços de saúde na Grã-Bretanha e em todo o mundo é, portanto, bastante reduzido.

As mortes na Grã-Bretanha continuam em uma trajetória ascendente no meio do verão e o país permanece fechado. Ao mesmo tempo, o risco de outra mutação aumenta – até porque apenas uma injeção foi aplicada à maioria dos vacinados.

“Estou preocupado que Sars-Cov-2 possa começar a aparecer com mutantes que não são apenas mais transmissíveis, mas mais letais”, disse o Dr. Peter Daszak, presidente da EcoHealth Alliance.

“Não há evidências disso ainda, mas mesmo um aumento marginal na letalidade, ou um aumento de um ou dois por cento no número que acaba com a Covid grave, levaria a balança ao desastre em muitos países onde a Covid já está atingindo o pico.

Informações com The Telegraphy

Anvisa orienta laboratórios sobre detecção de nova variante

Em nota técnica, agência recomenda medidas que favoreçam o diagnóstico da nova variante do coronavírus

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou hoje (1º) nota técnica com informações sobre o impacto da variante do novo coronavírus identificada no Reino Unido.

Nesse sentido, a nota recomenda que os laboratórios fiquem atentos às informações das instruções de uso de produtos existentes para a detecção de covid-19 e adotem medidas que favoreçam o diagnóstico, como a utilização de produtos voltados a diferentes alvos virais.

Nova variante do coronavírus nos diagnósticos

Ainda de acordo com o documento, a maioria dos ensaios moleculares do tipo PCR (reação de cadeia de polimerase) regularizados no Brasil utilizam mais de um alvo, o que reduziria o impacto ao diagnóstico.

A nota pode ser lida na íntegra no site da agência.

Consulta

A agência informou ainda que disponibiliza, desde abril de 2020, um painel para consulta da fila de produtos para diagnóstico in vitro para detecção da covid-19.

Nessa ferramenta, é possível encontrar informações sobre a quantidade de pedidos deferidos, indeferidos, em análise, aguardando o certificado de boas práticas de fabricação (CBPF), como informações específicas sobre os produtos.

A consulta aos alvos dos produtos regularizados nesta Anvisa também está disponível no portal da agência.

Informações com Agência Brasil

Jornal Grande ABC

nova variante

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Notícias das 5 horas #01 – Edição 01/01/2021

Está no ar o programa Notícias das 5 horas #01, edição de 01/01/2021. Confira as principais notícias desta tarde. Em primeiro lugar, a astronomia promete ser um campo fértil de novidades este ano. Prefeitos iniciantes terão apoio com guia prático desenvolvido pelo Planalto.

Ouça no Spotify

Juíza mineira é a primeira brasileira a presidir tribunal da ONU. A pandemia segue sendo objeto de riscos para todo o ano. Aliás, a nova variante do Reino Unido é encontrada em São Paulo.

Por fim, contribuição da parceira Brasil61.com com a retrospectiva das suas notícias produzidas em 2020.

Destaques da Edição 01

Mais destaques Notícias das 5 horas #01

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Nova variante do coronavírus encontrado em São Paulo

A nova variante do coronavírus, detectada na Inglaterra e em diversos países da Europa, é chamada B117 e foi identificada no Brasil nesta quinta-feira (31). A descoberta foi feita pelo laboratório DASA e a empresa já comunicou a descoberta ao Instituto Adolfo Lutz e à Vigilância Sanitária.

De acordo com os pesquisadores, o vírus da cepa B117 tem maior transmissibilidade mas ainda não há evidências de que ele possa ser mais letal. Essa nova cepa já está presente em mais de 50% dos novos casos de coronavírus no Reino Unido, de acordo com informações da Organização Mundial da Saúde.

Essa nova variante é neutralizada pelas vacinas que já estão sendo produzidas, mas pode passar despercebida em alguns exames de detecção. Isso porque ele não possui uma proteína chamada de proteína S, presente no antigo coronavírus, e alguns testes são baseados apenas na procura dessa proteína S.

O exame mais preciso RT-PCR detecta essa nova variante, sendo ainda o exame mais confiável para saber se a pessoa tem ou não o coronavírus.

Dessa forma, as recomendações para evitar a disseminação do vírus continuam: manter distanciamento social, evitar aglomerações e utilizar sempre a máscara em espaços públicos.

Com informações da Agência Brasil

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Nova variante do coronavírus

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