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Dia Mundial da Paz

O Dia Mundial da Paz

O Dia Mundial da Paz é celebrado todos os anos na data de 1º de janeiro, tendo sido uma criação vinculada ao catolicismo. No ano de 1967, o então Papa Paulo VI proclamou uma mensagem na qual foi estabelecida essa data comemorativa, com o objetivo de promover o sentimento da paz pelo mundo, então marcado pela Guerra Fria e pela instabilidade bélica.

Mas parou por aí? Não mesmo. O primeiro dia do ano inicia com paz para que se busque manter esta paz pelos próximos 364 dias posteriores. Também chamam de Dia da Fraternidade Universal para lembrar que os seres humanos são irmãos dividindo o mesmo planeta, e que os atos de uns influenciam, para o bem ou para o mal, a vida dos outros.

Dia Mundial da Paz

Temos sempre que lembrar das nossas necessidades para com o próximo, nosso irmão, que precisa das mesmas coisas que nós: se sentir amado, respeitado, protegido, aceito. Essa Paz tão faltante é o elemento de coesão entre os indivíduos que convivem neste mundo já bastante turbulento.

A Regra de Ouro da convivência humana é “devemos fazer pelo outro o que queremos para nós”. Comece, sem esperar pelos outros, a fazer o bem que você deseja. Ao acordar, já coloque seu objetivo: como posso ajudar os outros?

Aproveite o primeiro dia do ano, que está às portas, para realizar o desejo humano maior: faça o bem, e viva satisfeito em fazê-lo.

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A cultura do cuidado como percurso de paz” é o tema do Dia mundial da paz 2021 . No link, o texto publicado pelo Vaticano, de autoria do Papa Francisco. Em resumo, o pontífice expressa que todos estamos remando juntos no mesmo barco. Aliás, cujo leme é a dignidade da pessoa e a meta, uma globalização mais humana.

A equipe do Jornal Grande ABC deseja 2021 repleto de felicidades, realizações e superação, após este 2020 turbulento.

Conflitos do mundo moderno

Análise resumida dos conflitos do mundo e a esperança de paz.

Nós vivemos em um mundo cheio de idas e vindas. Mas, os piores momentos são aqueles em que nos esquecemos que todos dependem um do outro para sobreviver.

conflitos do mundo
Imagem de Forbes Brasil

Desde o ano de 1495 o mundo não conhece um período maior que 25 anos sem ter guerras. Sendo assim, é possível contar mais de 200 guerras entre Estados desde 1815.

A guerra mais longa da história foi a Guerra dos Cem Anos. Todavia, na verdade durou 116 anos.

Conflitos do mundo: E as Guerras Mundiais?

Já durante as Grandes Guerras, a expectativa de vida de um único soldado era de apenas seis semanas. Essa realidade fica ainda mais pesada quando paramos para pensar que até os dias de hoje existam cerca de 250 mil crianças que atuam como soldados em conflitos armados.

O fim da Primeira Guerra foi um dos momentos mais esperados do início do século 20, todos pensavam que ao final de toda aquela confusão, haveria paz, mas infelizmente não foi isso que aconteceu.

O objetivo do tratado de Versalhes era terminar formalmente a guerra. Entretanto, mesmo com mais de um ano entre conferências de paz para propor um acordo bom para todos, esse tratado apenas estimulou o começo da Segunda Guerra.

Mesmo depois de todos esses anos, não podemos dizer que todos nós vivemos em paz. Afinal, cerca de 500 milhões de pessoas vivem em locais com alta instabilidade e grandes riscos de conflito.

É preciso urgentemente agir para que todos possamos viver com paz e tranquilidade. Portanto, pequenas ações são tão importantes quanto qualquer outra.

Comece um ano com positividade e aos poucos, faça do mundo um lugar melhor.

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Mulheres Revolucionárias: Bertha Von Suttner

Bertha Felicie Sophie Von Suttner, uma mulher austro-húngara que influenciou a criação do Nobel da Paz.

Uma mulher que rompeu padrões dentro de uma sociedade onde a mulher não era ouvida, apenas belas, recatadas e do lar.

Durante boa parte de sua vida, ela publicou novelas e livros como Inventário de uma Alma, onde compartilha de ideias evolucionistas como de Darwin. Já quando tinha seus 46 anos, Bertha publicou o romance Abaixo as Armas, que foi um sucesso mundial, onde fala sobre as tragédias de uma guerra pela perspectiva feminina, defende o pacifismo e a ideia de que podemos resolver qualquer coisa apenas conversando, ou seja, sem armas.

Seu pai sendo marechal de campo do Império e conselheiro militar, essa oposição era vista como um ato de rebeldia naquela época.

Pouco tempo depois, organizou o primeiro Congresso Internacional da Paz, em Viena, além de ser eleita vice-presidente do Gabinete Internacional da Paz, também ajudou e fundou grupos e sociedades que ajudavam a promover a paz.

Um de seus trabalhos mais conhecidos foi com Alfred Nobel, onde o influenciou a colocar a categoria Paz na premiação. Enquanto mantinha Alfred informado de tudo o que acontecia no mundo dentro deste assunto, Von Sutter recebe o primeiro Nobel da Paz em 1905, se tornando a primeira mulher a receber tal prêmio.

Em 1914 ajudou na organização do 23º Congresso Mundial da Paz, mas alguns meses depois, em junho, morreu vítima de câncer, apenas dois meses antes do início da Primeira Guerra Mundial.