Planos de voo

Lorena Pelais é autora de “Planos de voo”.

Pássaros são simplesmente lindos, livres, seres de beleza encantadora, impressionantes, hipnotiza quem os vê, armadilhas ao seu redor, esplendor prestes a ser trancafiado.

Caçadores por natureza, homens e predadores assustam, anseiam por liberdade de horizontes vespertinos coloridos.

Independência engaiolada, asas cortadas, nova morada é apresentada, casa, comida e “roupa lavada”, descabidas são as táticas exibidas para aprisionar soberana beleza

Manumissão é o lema dos pássaros com suas “obrigações” progressistas polinizar novos frutos, flores semear vida.

Alma determinada, confiança, alforria querem encaixotar toda liberdade.

Aurora redentor
Outrora apreensor

Restam-se lembranças das andanças.
Ascensão ao crepúsculo turvo iminente.

Noutrora, saudosistas são suas experiências cheias de encanto e magia, acompanhar o Sol, descansar assim que a Lua no horizonte surgia, enamorar-se as estrelas, aninhar-se ao infinito.

Chances perdidas, ciclo não cumprido, tivera seu plano de vôo comprometido, trilha interditada, sem prévio aviso, rascunhos e esboços perdidos.

Quefazeres tinham propósitos e desígnios, estranhamente abortados pelos destino.

Enclausurado estais com canto retido , calado, mudo, não responde a estímulos, vive empoleirado em um abrigo , capturado foste , sucumbido pelo egoísmo.

Lorena Pelais ॐ∞

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Planos de voo
Foto de Lisa no Pexels

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Beleza Oculta

Lorena Pelais é a autora de “Beleza Oculta”, confira:

Não se trata de imagens visíveis a olho nu, relaciona-se a sentimentos vindos da alma.
Alegria e tristeza, do medo à superação, da angústia ao refrigério e por aí vai…

Incontável , imensurável, disponível a quem sente.
Empatia, compaixão compartilham parte das sensações que o outro pode sentir, nunca com a mesma intensidade, cada um tem seu jeito próprio e tempo certo para sentir, individualmente, os conceitos, sentimentos que habitam um ser jamais serão os mesmos do outro, possuem semelhanças e com imaginário deduzimos a sensação que o outro possa sentir.

O que fere a uns por tempo, pode durar segundos para o outro, que abstrai e reverte essa energia transformando em uma experiência “positiva” menos dolosa.
Tudo depende do ângulo, ponto de vista.

Relacionar a beleza aos momentos difíceis é a tarefa mais árdua, é justamente quando estamos totalmente envolvidos em algo de corpo e alma , onde tudo parece interminável e insolúvel.

Somos assim em nossa maioria, extremistas , imediatistas e um tanto dramáticos por assim dizer. Quando na verdade, tudo parece perdido , esquecemos que sempre surge uma inesperada luz.

“Quando uma porta se fecha, duas novas se abrirão!”
Momento em que o que aparenta ser impossível se torna possível repleto de novas possibilidades inimagináveis.

Fé, foco e determinação, quem te ampara , não te desampará.

“Não existe vitória sem luta, a luta nos eleva a glória”, não de vencer a guerra, mas sim de derrubar os gigantes que nos habitam, criados pela nossa própria mente, superando-os um a um.

Obter clareza dos fatos vivenciados, com lucidez, maturidade, sabedoria o que for mais conveniente e próximo ao seu ser no momento da experiência.

Não importam, todas as situações existentes te encaminham para algo maior e melhor imperceptível à razão momentânea , que foge nosso conhecimento imediato, mas que lá na frente, bem adiante reconheceremos que tudo era preciso e necessário.

Trabalhe a aceitação em sua vida atual, “tudo que não mata te fortalece”, poderás padecer por alguns intermináveis segundos , mas retomará às rédeas no segundo seguinte , pronta, renovada, revigorada para novos desafios mais à frente.

E, é mais ou menos assim que é..
A vida inicia e finda a cada adormecer na verdade já “nascemos mortos”, temos metas a cumprir até chegada da vida eterna no paraíso.

O céu é o limite e a prova final fazemos aqui!
Observemos o belo que há dentro e em cada um de nós, apreciar a beleza Oculta que carregamos esse é nosso grande e próprio mistério a ser descoberto.

Lorena Pelais ॐ∞.

beleza oculta
Foto de Anna Shvets no Pexels

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Somos Livres para as Nossas Escolhas?

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no Banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro Who’s in charge”?, onde ele diz que:

A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

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