Petrobras bate recorde de produção em 2020

A Petrobras bate recorde de produção em 2020. Foram alcançadas as marcas de 2,28 milhões de barris diários de petróleo e gás natural. Também a extração de óleo superou todos os resultados anteriores, ao atingir 2,84 milhões de barris por dia. O resultado é o maior obtido em cinco anos.

Mesmo em um cenário internacional adverso, provocado pela pandemia de Covid-19, a empresa encerrou o ano com recorde também de exportações. Em abril, por exemplo, no ápice da crise sanitária, foram exportados 1 milhão de barris por dia.

Para o bom desempenho, a companhia destaca a mudança no perfil da produção. Os campos do pré-sal fecharam o ano respondendo por 66% da produção. Em 2015, essa participação era de 24%.

De acordo com a prévia operacional, divulgada pela companhia nesta quarta-feira (3), no quarto trimestre de 2020, foram assinadas as vendas de 27 campos de terra e águas rasas, localizados nas Bacias do Recôncavo e de Sergipe-Alagoas.

Um número menor de intervenções em relação ao previsto para combate à corrosão nos dutos submarinos de injeção de gás, por meio do desenvolvimento de novas ferramentas e tecnologias de inspeção, também ajudou no melhor desempenho da Petrobras.

Seguindo a tendência de alta em 2020, a produção de derivados cresceu aproximadamente 3%. O diesel S-10, com baixo teor de enxofre, tem alcançado recordes desde julho. Implementadas pela companhia para ampliar a oferta desse produto em substituição ao S-500, com objetivo de lançar produtos mais limpos para a preservação do meio ambiente, a produção total do S-10 atingiu patamar de 121 milhões de barris.

No quarto trimestre de 2020, a geração de energia aumentou aproximadamente 315% em relação ao trimestre anterior. Esse aumento, segundo a Petrobras, foi reflexo da escassez de chuvas, o que gerou aumento na demanda por gás natural, em substituição à geração de energia hidrelétrica.

Com informações de Agência Brasil.

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Petrobras bate recorde de produção em 2020

Ibovespa em queda, mutação do coronavírus no Reino Unido e mais.

O Ibovespa opera em queda na abertura, descida acentuada de -2,79% aos 114.730 pontos. A semana começa com atenção às notícias sobre a mutação do coronavírus na Inglaterra. Portanto, pode impactar na recuperação da economia global, elevando as preocupações da eficiência das vacinas.

As bolsas europeias também operam em queda, refletindo a preocupação com o coronavírus. O Stoxx 600 estava com -2,78%, o FTSE MIB com -3,40% e o DAX com -3,00%, às 8h35 de Brasília.

Neste domingo, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson impôs um novo lockdown de nível 4, similar ao que ocorreu em março no país. Dessa forma, a política fez com que países vizinhos fechassem as fronteiras com o Reino Unido e a população suspendesse as viagens entre os países.

Ibovespa em queda, apesar de estímulo nos EUA

Ainda que o do Congresso dos EUA tenha chegado a um acordo para o pacote de estímulos (US$ 900 bilhões) destinado a fornecer ajuda à economia e às famílias afetadas pela pandemia, os papéis em Wall Street também trabalham em forte queda após as notícias no Reino Unido.

O dólar dispara mais de 2%, em uma forte alta contra o real na manhã de hoje, superando a marca de R$ 5,20 reais depois que o Reino Unido anunciou um novo lockdown em meio a uma nova mutação do coronavírus e o crescimento de casos no país. A moeda é negociada a R$ 5,10, às 10h19 de Brasília.

Contudo, os futuros ligados ao Dow Jones estavam a -1,88%, ao S&P 500 a -2,10% e ao Nasdaq a -1,32%, às 8h35. Mesmo com a aprovação do Congresso, os ativos refletem as notícias do coronavírus emergindo da Inglaterra.

Hoje, as ações da China fecharam em alta, com investidores comemorando um apoio monetário de Pequim de sustentação à economia prejudicada pelo Coronavírus. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,9%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,8%.

Segundo a agência de notícias Xinhua, na última sexta (18), os líderes chineses informaram que vão manter o apoio para a recuperação econômica, evitando uma mudança repentina para ajudar a manter o crescimento econômico dentro de uma faixa razoável em 2021.

Perto do horário de almoço, o índice IBOVESPA apresenta recuperação, porém ainda em queda, -1,49% e 116.266 pontos.

Ibovespa em queda