Planeje sua carreira já: Fundamental para o sucesso

Éber Feltrim é o autor de “Planeje sua carreira já: Fundamental para o sucesso

Com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, jovens precisam se adiantar para fazer a escolha de uma carreira e apressar a escolha de uma vida inteira. Ainda assim, é fundamental se preparar com antecedência para evitar o planejamento tardio e, consequentemente, desgastes por conta da escolha. Devido às mudanças rápidas que estamos acompanhando, a demanda do mercado para profissionais altamente qualificados tem ficado ainda maior e é nesse momento que o planejamento de carreira deve ser adotado pensando em resultados.

O planejamento de carreira não trata somente da profissão escolhida e do mercado em que está inserido. É preciso fazê-lo dentro de um timing ideal, evitando o cedo demais, quando não há experiência ou tarde demais, quando as empresas passam a optar por funcionários mais jovens. Com isso em mente, uma boa opção é ter a ajuda de um mentor ou profissional da área, que pode colaborar com boas ideias durante a elaboração.

Uma das coisas mais importantes dentro desse planejamento é a associação dos objetivos profissionais com os objetivos pessoais, que podem ser completamente diferentes. A partir dessas decisões é necessário ter um plano de ação, que é criado com base em metas simples de pequeno, médio e longo prazos.

Muitos especialistas dão dicas para criar um plano de carreira eficiente, mas no geral, o primeiro passo é conhecer todas as opções e caminhos que determinada profissão pode oferecer, independentemente do setor. A Odontologia, por exemplo, pode oferecer diversas possibilidades, como um consultório próprio, serviço público, acadêmico, franquias, indústrias, entre outras. Isso também ocorre na área do Direito e até mesmo da Hotelaria.

Com base nesse conhecimento, confira algumas dicas para elaborar o Planejamento de Carreira:

  1. Pense em conversar com profissionais que já atuam nas áreas em que você gostaria de cursar;
  2. Pesquise sobre as vantagens e desvantagens dessas profissões, pois os profissionais sempre serão favoráveis às carreiras que escolheram;
  3. Procure entender se você tem de fato as competências para seguir a carreira que deseja;
  4. Separe competência de consciência. Para um plano de carreira dar certo, não basta ter a ideia de que é a melhor profissão, é necessário ter as competências solicitadas para atuar;
  5. Não pense que é simples. Sorte é a junção de preparo com a oportunidade. Dimensione o tempo que você precisa para alcançar o sucesso desejado;
  6. Quanto mais pessoas estiverem envolvidas, maior a chance de sucesso, especialmente quando se trata de pessoas que entendem do assunto, como mentores da área.

Dentro do processo de desenvolvimento pessoal e a busca pela carreira, também há muitos agentes que são responsáveis, além do indivíduo que vai escolher a profissão. Entre eles estão a família e a escola, que são encarregados de auxiliar o jovem em suas escolhas.

Em primeiro lugar, a família tem o papel de incentivar e procurar oferecer o suporte necessário para que o jovem alcance a posição almejada nesse planejamento. Também é importante evitar comentários que possam prejudicar a desenvoltura, pois normalmente não há conhecimento técnico ou mercadológico.

Planeje sua carreira já

Por outro lado, a escola tem uma função que vai além de formar o estudante, mas sim um cidadão e também profissional. Nesse quesito, ela pode oferecer ajuda de diversas formas, como parcerias com instituições e universidades que podem apresentar um universo de possibilidades para esses alunos e aguçar o interesse deles em uma área específica. A ideia do planejamento de carreira deve ter início nesse momento.

Algo que também deve ser levado em consideração atualmente é como a tecnologia pode ser um ponto de virada e qual será o papel dela nesses planos, visto que hoje, por conta da evolução tecnológica, existem profissões que não existiam um ano atrás. É possível perceber as mudanças ocorrendo rapidamente e, com isso, os trabalhos também. Por isso, é ideal ter em mente que a atualização e a migração de carreira também podem ser oportunidades. 

Inicialmente, o grande desafio é vencer a imaturidade natural da idade e o segundo é, num mundo de oportunidades, escolher a profissão que mais faz esse jovem feliz, algo que seja realmente motivador e não selecionado por questões financeiras ou momentâneas. Com todas essas mudanças, pode parecer uma situação difícil, mas é preciso ter clareza com relação a essas escolhas. Quando se trata de estratégia, planejamento é a base do sucesso. Quem planeja tem mais chances e quem não o faz pode estar despreparado e sem as competências e a consciência, itens necessários para estar envolvido em bons negócios.

Sobre Dr. Éber Feltrim

Especialista em gestão de negócios para a área da saúde começou a sua carreira em Assis. Após alguns anos, notou a abertura de um nicho em que as pessoas eram pouco conscientes a respeito, a consultoria de negócios e o marketing para a área da saúde. Com o interesse no assunto, abdicou do trabalho de dentista, sua formação inicial, e fundou a SIS Consultoria, especializada em desenvolvimento e gestão de clínicas.

Sobre a SIS Consultoria

A SIS Consultoria pertence ao grupo SIS, com sede na cidade de Assis/SP. Com grande know-how e eficácia técnica na área de saúde, busca oferecer estratégias de qualidade para as empresas. Há mais de 27 anos no mercado, apresenta hoje significativa expansão e tem sua área de atuação em mais de 140 cidades do nosso país.  A SIS busca, por meio de uma equipe ética e comprometida, promover o diferencial do seu negócio como ferramenta para o sucesso. Para mais informações, acesse https://www.sisconsultoria.net/ ou pelo Instagram @sis.consultoria

Planeje sua carreira já: Fundamental para o sucesso
Planeje sua carreira já

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ACCIONA abre mais de 300 vagas para as obras da Linha 6-Laranja

Entre as funções para as vagas das obras, estão: pedreiro, carpinteiro, frentista de túnel, servente de obra, armador, encarregados de obra, engenheiros civis, de planejamento e de projetos

ACCIONA está buscando mais de 300 profissionais da construção para se unirem à equipe das obras da Linha 6-Laranja de metrô de São Paulo, que se encontram em ritmo acelerado. 

As oportunidades são para diferentes áreas e funções e estão todas localizadas na cidade de São Paulo. Entre as vagas estão: pedreiro, carpinteiro, frentista de túnel, servente de obra, armador, encarregado de obra e engenheiro (civil, planejamento e de projetos). 

Até o momento, o projeto que foi iniciado em outubro de 2020, já gerou mais de mil empregos e o pico de 9 mil profissionais deve ser atingido até março de 2024.  Vale dizer que, assim como nas operações da empresa em mais de 60 países em todo o mundo, as políticas de contratação da ACCIONA neste projeto primam pela diversidade e inclusão.

Para se inscrever nos processos seletivos da companhia, basta preencher os formulários disponíveis nos links abaixo:

A companhia também recomenda a inscrição no CATE – Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo – iniciativa da Prefeitura de São Paulo que está apoiando a ACCIONA e outras companhias da construção civil na seleção de profissionais operacionais. O cadastro pode ser feito em www.bit.ly/vagasnocate – ou de forma presencial.

Sobre a Linha 6-Laranja

Com 15 quilômetros de extensão e 15 estações, a Linha 6-Laranja de metrô de São Paulo vai ligar a Brasilândia, na zona norte, à Estação São Joaquim, na região central da cidade, reduzindo a apenas 23 minutos um trajeto que hoje é feito de ônibus em cerca de uma hora e meia. A linha deverá transportar mais de 633 mil passageiros por dia.

Maior obra de infraestrutura em execução atualmente na América Latina, o empreendimento é uma parceria público-privada (PPP) do Governo do Estado de São Paulo com a Concessionária Linha Universidade, da qual a ACCIONA é sócia. As obras estão em execução pelo braço de construção do grupo ACCIONA, com geração de mais de 9.000 empregos. Depois de finalizada, a Linha 6 será operada pela Linha Uni por 19 anos.

Sobre a ACCIONA

A ACCIONA é uma empresa global, líder no fornecimento de soluções regenerativas para uma economia descarbonizada. Seus serviços abrangem energia renovável, tratamento e gestão de água, transporte ecoeficiente e sistemas de mobilidade, infraestruturas resilientes, entre outros. A empresa, que está presente em mais de 60 países, é neutra em carbono desde 2016. Em 2020, a ACCIONA registrou faturamento de € 6,4 bilhões.

Mais informações: www.acciona.com.br / Instagram/Facebook/LinkedIn: @acciona

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ACCIONA abre mais de 300 vagas para as obras da Linha 6-Laranja
Foto: Divulgação

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Diadema: Orçamento e Plano de Obras para 2021 em discussão

Na sessão ordinária desta quinta-feira, 10, os parlamentares de Diadema discutiram 15 Projetos de Lei e votaram e aprovaram 13 deles. Isto porque as propostas de autoria do Executivo, que estima a receita e fixando a despesa do Orçamento-Programa e o que dispõe sobre a aprovação do orçamento do Plano de obras do município de Diadema para o exercício financeiro de 2021 foram apenas discutidos e serão votados na próxima quinta-feira.

Já a proposta de autoria da Mesa da Câmara, que defini a responsabilidade pelo pagamento de multas decorrentes de infrações de trânsito, danos em veículos oficiais ao condutor.

Em seguida, foi aprovado o projeto do vereador Célio Lucas de Almeida, o Célio Boi (PSB), que dispõe sobre a instalação e/ou substituição de tampas e/ou grelhas de boca de lobo de ferro fundido e concreto por tampas e/ou grelhas de boca de lobo ecológicas, confeccionadas em material plástico reciclado no município. E do vereador Marcos Michels (PSB), foi aprovada a proposta que cria o Programa Dinheiro Direto na Escola Diademense (PDDE Diademense), vinculado à Secretaria Municipal de Educação e autoriza o Poder Executivo a celebrar parcerias com as Associações de Pais e Mestres (APMs).

Foi aprovado ainda, em segunda votação, outro projeto do vereador Marcos Michels, que declara o ex-prefeito Gilson Menezes patrono da Guarda Civil Municipal de Diadema. Do vereador Paulo Bezerra (PSB), foi aprovada a proposta que dispõe sobre a divulgação das listas de espera de exames, consultas, cirurgias e outros procedimentos ou ações de saúde, agendadas pelos cidadãos, no âmbito do município.

Outras discussões além Orçamento e Plano de Obras de Diadema

Do vereador Dr. Albino Cardoso (Cidadania), foram aprovados dois projetos. O primeiro implanta o Plano de Emergência em Situações de Riscos em todos os estabelecimentos de ensino no âmbito do município. O segundo dispõe sobre a divulgação dos direitos da pessoa com neoplasia maligna.

Outras duas propostas do Executivo também foram aprovadas. A primeira dispõe sobre diretrizes para creches municipais e conveniadas com o município para permitir o aleitamento materno. A outra, dispondo sobre a revogação da Lei Municipal nº 3.851, de 3 de maio de 2019, que concedeu o uso de próprio municipal à Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo para utilização da 1ª Cia. do 24º Batalhão da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

O mesmo aconteceu com o projeto do vereador Audair Leonel (Cidadania), que dispõe sobre alteração da Lei Municipal nº 4.000, de 21 de setembro de 2020, que instituiu, no âmbito do município, o Dia da Restauração da Plenitude do Evangelho de Jesus Cristo por a igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Do vereador Jeoacaz Coelho Machado, o Boquinha (Cidadania), foi aprovado o projeto que obriga o uso de capacete como equipamento de segurança para o ciclista em ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas.

Por fim, foram aprovadas duas propostas de autoria da Mesa da Câmara de Diadema. A primeira manteve os subsídios dos agentes políticos do Executivo para o mandato de 2021 a 2024, no mesmo patamar atual. O mesmo aconteceu com o projeto que dispôs sobre a fixação dos subsídios dos vereadores à Câmara de Diadema, para a legislatura de 2021 a 2024. Nos dois casos, não haverá aumento de salário nem do prefeito, vice-prefeita e secretários municipais e nem dos vereadores nos próximos 4 anos.

A reestruturação produtiva e a desestruturação urbana

Acima: Antiga área fabril da Tecelagem Tognato em São Bernardo do Campo nos anos de 1962 e o Condomínio Domo em 2019. Abaixo: Antiga área fabril da Cerâmica São Caetano em São Caetano do Sul nos anos de 1934 e inauguração do Park Shopping São Caetano do Sul em 2011 (Fontes: Arquivos do historiador Ademir Medici e Google Maps)

Desde 1970, muitas cidades e regiões ao redor do mundo estão sofrendo os efeitos da transição de uma sociedade industrial para a sociedade da informação e do conhecimento. As mudanças no cenário internacional – como globalização, financeirização da economia, inovações nas áreas das telecomunicações, informática e transportes – levaram à reestruturação produtiva. E o resultado foi o surgimento de áreas industriais ociosas em várias cidades no mundo.

No Brasil, o dramático cenário de desestabilização econômica e alto endividamento, somados às contrapartidas impostas pelo Fundo Monetário Internacional pelo Consenso de Washington – como a abertura econômica e comercial sem proteger a indústria nacional –, levou à saída e fechamento de fábricas no país. Surgiram, assim, as áreas industriais ociosas, que foram objeto de nosso estudo na 13ª Carta de Conjuntura do Observatório de Políticas Públicas, Empreendedorismo e Conjuntura da Universidade de São Caetano do Sul (Conjuscs) e no 15º Seminário de História da Cidade e Urbanismo em 2018.

Esse problema tornou-se um grande desafio a ser enfrentado por diversas cidades no mundo, como Detroit (EUA), Grande Milão (Itália), do Vale do Ruhr (Alemanha). No Brasil, temos o Grande ABC – Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra – na Região Metropolitana de São Paulo.

Intervenção urbana

O conceito de intervenção urbana pode ser definido como um processo que promove um novo uso a uma área ociosa, podendo abranger vários procedimentos. Assim, as renovações de espaços numa sociedade em constante transição são consequências de várias ações realizadas no espaço e no tempo. Com isso, as políticas públicas de intervenção urbana objetivam dar um novo uso a estes espaços antes industriais, como é o caso da criação de novas áreas para o comércio, serviços, equipamentos turísticos ou de lazer.

A região do Grande ABC, durante o período de 1950 e 1980, recebeu grandes investimentos, principalmente internacionais, nos setores automotivo, eletroeletrônico, eletrodomésticos, químico. A região conformou-se em um dos maiores clusters industriais da América Latina. A partir de 1990, com as indústrias fordistas em xeque, esse cenário mudou. O fortalecimento das ideias neoliberais, o clima acirrado competitivo entre as empresas, a abertura comercial indiscriminada e o surgimento de novos territórios oferecendo menor custo de mão de obra produziram um cenário dramático de fechamento de empresas e desemprego. Esse fenômeno foi denominado por vários autores como desindustrialização ou reestruturação produtiva.

Diante dos efeitos desse problema, diálogos e ações foram construídos na década de 1990 entre diversos atores sociais. Entres eles o Consórcio Intermunicipal, a Agência do Desenvolvimento Econômico, Ciesps, sindicatos, universidades e outros. O objetivo foi a busca pelo desenvolvimento regional. Esse objetivo foi orientado por uma possível manutenção da indústria na região e pela concepção de soluções para as áreas industriais ociosas. Como fruto dessas discussões surgiu o projeto de intervenção urbana “Eixo Tamanduatehy”, com investimento do poder público em parceria com o setor privado. Com a implantação das ideias neoliberais, o projeto encontra-se inacabado. E acabou atendendo à lógica do mercado de consumo e da especulação imobiliária, deixando de atender aos projetos voltados para o âmbito social.

Nova onda de fechamentos

Durante os anos de 2003 a 2008, a região recebeu novos investimentos das empresas com a retomada da economia nacional e internacional, com o aumento do comércio internacional e dos investimentos estrangeiros e nacionais. Mas o processo de reestruturação produtiva continuou nos sete municípios da região do Grande ABC. O fenômeno das áreas industriais ociosas prosseguiu.

A partir da nova crise econômica brasileira de 2014, a região voltou a apresentar sucessivas quedas no número de estabelecimentos industriais. Principalmente nas indústrias fordistas, empregadoras de grande contingente de trabalhadores. Essa onda de fechamento de estabelecimentos industriais, em termos numéricos, entre os anos de 1989 e 2018, configurou-se como a pior da história da região. Entre estabelecimentos de 250 a 499 empregados, houve redução de 57% (de 144 em 1989 para 62 em 2018). Nos de 500 a 999 empregados, de 51% (de 70 em 1989 para 34 em 2018). E os de mil ou mais empregados tiveram queda de 66% (50 em 1989 para 17 em 2018).

Com a continuidade do processo de reestruturação produtiva na região, de 1989 até hoje, o problema das áreas industriais ociosas persiste como grande desafio a ser superado. Mas verifica-se que houve um hiato nas discussões sobre o problema, pois não houve estudos sobre a atual situação dessas áreas, discussões sobre a manutenção da atividade industrial na Região ou atração de novas empresas industriais. Tampouco houve a previsão de obras de intervenção urbana, convertendo essas áreas ociosas em novos espaços voltados para a cultura, lazer e turismo.

Antiga área fabril da Porcelana Schmidt em Mauá. E em seu lugar, o Atacadista Roldão em 2019 (Google Maps)

Novas atividades

A lógica do projeto do Eixo Tamanduatehy acabou se tornando o modelo a ser aplicado nas cidades do Grande ABC. Verifica-se essa aplicação nos projetos urbanos localizados nas cidades de São Bernardo do Campo (no antigo terreno da Brastemp e da Tecelagem Tognato), São Caetano do Sul (na antiga Cerâmica São Caetano), Mauá (na antiga Porcelana Schmidt) e Ribeirão Pires (na antiga Tecmafrig e Ugimag), entre outros.

As obras de intervenção urbana já executadas deram espaços a novas atividades de comércio e serviço, gerando empregos, arrecadações de tributos. Mas observa-se uma limitação no tipo de aplicação de novas atividades nestes espaços. Como é o caso de poucos espaços voltados para a sociedade: lazer, cultura, entretenimento e turismo. Além disso, houve um enfraquecimento nas discussões e não houve uma discussão estratégica de estudos no âmbito regional que ofereçam alternativas de reconversão industrial, permitindo, assim, a manutenção da indústria em áreas industriais ociosas ou, ainda, de intervenção urbana, fugindo dos padrões já executados na região.

A discussão do problema das áreas industriais ociosas precisa voltar à pauta do planejamento regional estratégico em várias esferas da sociedade civil. Antes de conceber ações nessas áreas, faz-se necessário conhecer as novas realidades do problema: quais são suas dimensões, características, localização e estudar que tipos de soluções podem ser feitas para cada caso. O problema é complexo e exige um aumento de amplitude da discussão, pois ultrapassa os limites da esfera da gestão pública urbana e requer interação entre os setores público, privado e a sociedade civil, sendo necessária a criação de uma agenda permanente de planejamento estratégico regional.

Planejamento estratégico

Se a região do Grande ABC deseja manter as suas indústrias e continuar sendo referência, pensar a manutenção delas é vital. Para isso, é necessário um planejamento estratégico regional contemplando estudos e ações para o curto, médio e longo prazo, apontando quais serão as estratégicas de manutenção e reconversão industrial, bem como atração de novas indústrias voltadas para a indústria 4.0, ou mesmo indústria da saúde e indústria verde.

No caso da opção de intervenção urbana em áreas industriais ociosas, é necessário que os investimentos públicos estejam voltados também para o lazer, a cultura, o entretenimento e o turismo. Para que isso ocorra de forma mais efetiva, além do necessário planejamento e  maior articulação entre os atores sociais da Região, é preciso ir além do ciclo eleitoral, incluindo a sociedade civil nos debates regionais, tendo o papel de fiscalização das ações.

Por fim, é fundamental a interação entre o governo, empresas e universidades, sob o modelo tríplice hélice, buscando conhecer, aprofundar e enriquecer as discussões no meio público e privado. E, com isso, haver a interação e contribuição de informações nos debates dos problemas atuais e futuros a serem enfrentados, buscando o desenvolvimento econômico e social da região do Grande ABC.

Fonte: Rede Brasil Atual

Transferência de R$ 2,45 bilhões do ICMS para prefeituras

Em 1º de setembro, o governo de São Paulo transferiu valor referente ao montante arrecadado no período de 24 a 28 do mês passado

No mês de agosto, o governo de São Paulo distribuiu às prefeituras o total de R$ 2,45 bilhões em repasses do ICMS. Em 1º de setembro, a Secretaria de Fazenda e Planejamento transferiu R$ 475 milhões para todos os municípios do estado, referente ao montante arrecadado no período entre 24 e 28 de agosto. 

Os valores são distribuídos às administrações municipais com base na aplicação do Índice de Participação dos Municípios (IPM) definido para cada cidade.

Programa Cidades Sustentáveis disponibiliza carta-compromisso destinada a pré-candidatos nas eleições 2020

Santo André (SP) lidera o ranking das cidades inteligentes do Brasil

Os depósitos semanais são realizados sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 1990. As consultas dos valores podem ser feitas no site da Secretaria de Fazenda e Planejamento de São Paulo. No acumulado dos primeiros oito meses de 2020, a pasta transferiu R$ 18 bilhões aos municípios paulistas.

Fonte: Brasil 61

Jornal Grande ABC

Transferência de

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