Semasa plantará mais de mil mudas de árvores no Parque Guaraciaba

O Parque Guaraciaba vai ganhar novas espécies de mudas originárias da Mata Atlântica. O plantio, feito pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), é uma medida de compensação ambiental pelas obras de ampliação do Aterro Sanitário Municipal, que tiveram em novembro do ano passado.

Semasa plantará mais de mil mudas de árvores no Parque Guaraciaba

Serão plantadas na parte leste do parque um total de 1.510 mudas, entre elas:

  • ipê-amarelo
  • ipê-roxo
  • goiabeira
  • jerivá
  • paineira
  • pata-de-vaca

O florestamento ocupará uma área de 4.500 m².

Desde novembro de 2016, quando iniciaram os plantios na região do Parque Guaraciaba com o objetivo de compensar impactos causados pelas intervenções no aterro, o Semasa já plantou cerca de 3.900 mudas. Com a nova ação, a área verde será beneficiada ao todo com aproximadamente 5.350 árvores, em uma área de mais de 32.000 m².

Além disso, o Semasa possui um plano de comunicação e educação ambiental, que também faz parte das exigências da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) por causa das obras no aterro. Com isso, a autarquia mantém contato com a população para fazer ações educativas, receber demandas e sensibilizar sobre questões que envolvem a temática de resíduos sólidos.

Vida útil do Aterro Sanitário – O Semasa está na terceira e última fase de ampliação do aterro. Nesta etapa, 30% da área será expandida, passando dos 217 mil m² atuais para 280 mil m². Com isso, a vida útil do equipamento aumentará para mais cinco anos.

As obras vão garantir um economia de aproximadamente R$ 100 milhões, valor que seria gasto caso o município tivesse de destinar os resíduos para um aterro particular.

Santo André é a única cidade da região do ABC que tem aterro próprio. O espaço foi aberto em 1986 e recebe 100% dos resíduos gerados na cidade. Além disso, o aterro é um dos mais bem avaliados do Estado – com nota 9,4 atribuída pela Cetesb.  Atualmente, cerca de 19 mil toneladas de resíduos úmidos são coletadas por mês e enviadas para descarte ambientalmente correto.    

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Ecologia da Paisagem no planejamento da conservação da biodiversidade (consensos e divergências) – Parte II

Foto em destaque: ADRIANO GAMBARINI

Metzger (2001) definiu paisagem em um conceito integrador – unindo a abordagem geográfica com a ecológica – e englobando outros autores, como um:

um mosaico heterogêneo formado por unidades interativas, sendo esta heterogeneidade existente para pelo menos um fator, segundo um observador e numa determinada escala de observação.

Para a área e objetivo deste artigo, têm-se:

a) Unidades interativas do mosaico: uso e ocupação do território – uso e cobertura do solo –zoneamento – áreas de proteção e de habitação;

b) Fator de interesse: conservação dos SES/SAs da macrozona de proteção ambiental de Santo André – região de Paranapiacaba e Parque Andreense;

c) Observadores: homem, espécies de fauna/flora e SEs/SAs;

d) Escala de observação: meso a macro.

A Ecologia de Paisagens estuda a junção de padrões espaciais e processos ecológicos para uma análise da estrutura da paisagem visando a resposta aos principais problemas ambientais, tanto relacionado à fragmentação de habitats quanto ao uso inadequado antrópico inadequado da terra e demais elementos. Em resumo, fornece subsídios para compatibilizar uso da terra e sustentabilidade ambiental, econômica e social ao propor o planejamento da conservação da paisagem como um todo (METZGER, 2001).

Turner et al. (2001) cita uma variedade de fatores que contribuem para os padrões observados em paisagens, entre eles: abióticos, interações bióticas (clima, fisiografia e solos), padrões de uso da terra, perturbação/sucessão.

Os fatores abióticos são espacial e temporalmente variáveis; portanto, o padrão espacial na formação do solo e no crescimento da vegetação ocorre naturalmente (TURNER et. a.l, 2001).

Ainda Turner et al. (2001) definem outros processos, incluindo perturbação e recuperação de perturbações, bem como variabilidade no uso da terra, como ampliadores de heterogeneidade em uma ampla gama de escalas temporais.

A perturbação e o subsequente desenvolvimento da vegetação são os principais contribuintes para padronizar a paisagem. Perturbação no ecossistema, na comunidade ou na estrutura da população que muda a disponibilidade de recursos, do substrato ou do ambiente físico, como exemplos: incêndios, erupções vulcânicas, inundações e tempestades. Distúrbios incluem a distribuição espacial, frequência, extensão espacial e magnitude. A disseminação de perturbações e padrões de recuperação têm recebido considerável atenção na ecologia da paisagem (TURNER et al., 2010).

Jáuregui et al. (2019) cita que a expansão urbana está ligada à falta de controles de planejamento e, consequentemente estes processos de êxodo rural, têm importantes desdobramentos ambientais, sociais, econômicos e culturais, sobre as áreas de proteção ambiental.

Ainda, os mesmos autores, relatam que as invasões ocorrem nestas áreas que seriam de conservação ambiental, ocasionando a perda de SE/SAs associados a uma paisagem cultural, como sistema de defesa em paisagens urbanas.

Devido às restrições de uso de serviços de provisão e regulação, que se tornam escassos por conta do uso desordenado, em locais que não poderiam ter residências e este tipo de demanda, pois salvaguardam a manutenção de SEs/SAs para usufruto presente e futuro, além da conservação in situ, levando à escassez de áreas ‘naturalness’ (JÁUREGUI et al., 2019).

Referências

JÁUREGUI, C. H. et al. Aligning landscape structure with ecosystem services along an urban-rural gradient. Trade-offs and transitions towards cultural services. In: Landscape Ecol 2019, pp. 525–1545.

METZGER, J. P. O que é Ecologia de Paisagens? In: Biota Neotropica, vol. 1, nºs 1 e 2, 2001. pp. 1-9.

TURNER, M. G. et al. Causes of landscape pattern. In: TURNER, M. G. et al. Landscape Ecology – in theory and practice (pattern and process). Springer-erlag New York, Inc. 2001, pp. 71-90.

Carolina Estéfano
Mestra em Ciências – ênfase em Análise Ambiental Integrada

 (UNIFESP SP)

UM POUCO DA NATUREZA NA DECORAÇÃO

O ritmo urbano tem afetado nossa conexão com a natureza, e observamos que muitas vezes, é preferível ter uma planta artificial porquê não sabemos “cuidar” ou achamos muita “responsabilidade”, do que cultivar uma planta de verdade, e ter uma outra vida no nosso lar.

Será mesmo muito difícil cuidar de uma planta, trazer esse verde pra dentro de casa? Aprender a valorizar a natureza começando de dentro do nosso lar?

Hoje vamos mostrar algumas plantas que são fáceis de cuidar, além de melhorar a qualidade do ar, e que com certeza trarão mais vida à sua decoração, ou seja… O Combo perfeito.

Orquídea

            Uma das Plantas mais presenteadas em datas comemorativas, é fácil de cuidar e tem uma beleza única e característica.  A espécie mais comum é a Falenopsis, onde suas flores são arredondadas e as cores variam entre branco, rosa e amarelo. Elas são cultivadas à meia-sombra e com iluminação indireta. E para sustentar a Planta de pé o ideal é que a escore com uma haste.

Cacto

Essa planta é ótima para quem realmente não tem nenhum tempo ou nenhum jeito para plantas, ele não precisa de muita água, porém precisa de muitas horas de luminosidade e sol, pois é o a principal fonte para o crescimento, quanto mais sol mais ele cresce saudável e robusto.

Camedórea-elegante

É uma palmeira pequena muito encontrada em Halls de Entrada ou saguões, é uma planta que precisa de ambientes bem iluminados, porém, se exposta ao sol as folhas podem queimar, o ideal é que seja cultivada em ambientes internos e sem vento.

Suculentas

O Nome já diz tudo, é uma característica da Planta, onde suas folhas ou talos são grossos, e armazenam água por longos períodos.

Assim como os Cactos é uma espécie muito fácil de cuidar, elas precisam de algumas horas de Sol e pouca água, porém é preciso se atentar caso as folhas murchem, pois é hora de aumentar a quantidade de água.

Samambaia

Com as folhas longas, as samambaias tem bastante volume e geralmente fica caídas fazendo. Sua cor verde-clara se destaca na decoração e é muito utilizada em vasos suspensos ou em vasos sobre uma prateleira alta.

Longe da Luz direta, recebendo pouco sol e sem vento ela será bem cultivada.

Alem dessas plantas existem outras centenas que podem ser cultivadas dentro de casa, Criar esse habito além de obter uma decoração aconchegante e mais viva, as plantas tem o um poder terapeutico.

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