Campanha de Diadema recebeu doações de cooperativas e sindicato

A campanha “Sua Vida Importa Pra Mim e Sua Fome Me Incomoda” recebeu duas doações que vão ajudar mais pessoas de Diadema a terem comida na mesa. A Central de Cooperativas UNISOL Brasil, junto com Coopercentral VR (Central de Cooperativas da Agricultura Familiar do Vale do Ribeiro), trouxeram para o município sete toneladas de frutas e legumes e o SindSaúde – ABC  (Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Privada e Filantrópica do ABC) mais 60 cestas básicas e meia tonelada de alimentos não perecíveis. 

A entrega dos comestíveis aconteceu ontem (13/5) em dois lugares diferentes: no Banco de Alimentos de Diadema e no Almoxarifado Central. Eles serão distribuídos para as famílias que vivem em situação de extrema pobreza na cidade e que neste momento de pandemia e crise econômica estão passando por muitas dificuldades. 

Maio solidário – As doações feitas pela UNISOL e pela Coopercentral VR ao município marcou o lançamento do “Maio Solidário – Comida para Todos”. Diadema foi a primeira cidade a receber os alimentos da ação realizada pelas duas cooperativas e que conta ainda com a participação do Coletivo para Todos. A iniciativa tem o objetivo de levar produtos de qualidade para as periferias das cidades e também gerar renda aos trabalhadores da agricultura familiar.

“Foi muito importante lançar essa campanha em Diadema. Daqui vamos levar comida para o povo de rua do centro expandido de São Paulo e de outros lugares”, afirma o presidente da UNISOL e organizador da iniciativa, Leonardo Pinho. Para o diretor da Coopercentral VR, Isnaldo Lima da Costa Jr, a alimentação é direito de todos “e por isso, com a pandemia, onde milhares de pessoas estão sem comida, é necessário contribuir para que juntos possamos dar continuidade a projetos de combate à fome e desigualdades”, afirmou. 

O presidente do SindSaúde-ABC, Almir Rogério “Mizito”, fez questão de ressaltar a importância de colaborar com a campanha de Diadema. “Neste momento de tantas dificuldades para o nosso país é fundamental praticar a solidariedade e dividir o pão”, declarou.

O secretário de Segurança Alimentar, Gel Antônio, disse que a campanha se fortalece com as doações. “Além dos alimentos, de excelente qualidade que as pessoas vão receber, este ato solidário estreita ainda mais os laços que temos com as entidades de trabalhadores e da agricultura familiar”.    

A campanha contra fome em Diadema teve início em 27 de março passado e já repassou doações para mais de 20 mil moradores de Diadema. Nesses 46 dias de atuação arrecadou 101 toneladas de comida e já distribuiu mais 90 toneladas. 

Além dos participantes das cooperativas e do SindSaúde-ABC na entrega dos alimentos, o ato teve ainda as presenças da vice-prefeita e secretária de

Assistência Social e Cidadania, Patty Ferreira, da primeira-dama e presidenta do Fundo Social, Inês Maria de Filippi, que também são responsáveis por realizar a campanha contra a fome de Diadema. 

O diretor da Economia Solidária de Diadema, Arildo Mota Lopes, representou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e pela Coopercentral VR  também estiveram presentes os diretores Rafael de Oliveira Grothe, Aline Juvêncio e Michel Guzanchi. 

Saiba mais sobre a campanha de Diadema acessando –  

 http://combateafome.diadema.sp.gov.br/

Texto: Iara Santos Luz
Fotos: Adriana Horvath

Com informações da Prefeitura de Diadema.

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Campanha Santo André Solidária distribui cestas básicas a mil famílias

Iniciativa do Fundo Social de Solidariedade já arrecadou 300 toneladas de alimentos e mais de 35 mil itens entre agasalhos e cobertores para Campanha Santo André Solidária.

Com a colaboração de muitos andreenses, a campanha Santo André Solidária, realizada pelo Fundo Social de Solidariedade, chegou à marca de mil cestas básicas distribuídas a famílias em situação de vulnerabilidade. Neste sábado (24) foi a vez dos moradores do bairro Sítio dos Vianas receberem as doações.

“A campanha Santo André Solidária continua a todo vapor, seguimos cuidando dos que mais precisam, mesmo nesse momento difícil. Com a ajuda de todos os andreenses que nos auxiliam doando diversos tipos de itens, vamos vencer juntos”, destacou a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Ana Carolina Barreto Serra.

A campanha, lançada no aniversário da cidade, em 8 de abril, já arrecadou cerca de 300 toneladas de alimentos e mais de 35 mil itens entre agasalhos e cobertores. Alexandre Vieira, voluntário na campanha, comentou sobre o processo de arrecadação e distribuição. “A colaboração da cidade tem sido muito significativa. Fazemos a triagem e a montagem dos kits para entregar nas residências das mais de 900 famílias assistidas”.

As cestas básicas são compostas por alimentos não perecíveis e, complementando as doações, as famílias recebem ainda kits de higiene pessoal e também produtos de limpeza.

Gabriela de Lima Santana, de 19 anos, recebeu a cesta neste sábado com a filha Mariana de 7 meses no colo. “Veio em boa hora. O momento não está fácil. Moro com mais dez pessoas e estou sem emprego, por isso, agradeço esta grande ajuda”.

Cláudio de Jesus, de 49 anos, comemorou a doação. “Como autônomo, passei momentos difíceis, por isso sou grato por esta ajuda”, pontou o morador.

Para quem quiser contribuir com a campanha Santo André Solidária, a arrecadação é feita em sistema drive-thru de forma segura, respeitando todos os protocolos sanitários, nos seguintes endereços: Parque Celso Daniel (Rua das Caneleiras, s/nº – Bairro Jardim), Parque Central (Rua José Bonifácio, s/nº – Vila Assunção), Parque Regional da Criança (Avenida Itamarati, 536 – Parque Jaçatuba) e Parque da Juventude Ana Maria Brandão (Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, s/nº – Jardim Ipanema). 

Os quatro drive-thrus solidários localizados nos parques receberão doações até o dia 30 de abril, de segunda a domingo, das 8h às 17h. Os cinco pontos de vacinação em formato drive-thru da cidade também estão recebendo doações.

Outra opção é fazer as contribuições diretamente na sede do Banco de Alimentos, localizado na avenida dos Estados, 2195, em Santa Teresinha. O horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 8h às 17h. 

Podem ser doados alimentos como arroz, feijão, macarrão, café, óleo, leite em pó, além de itens de higiene e limpeza, agasalhos, cobertores, brinquedos, material escolar, entre outros.

Quem preferir, pode fazer doações via Pix para a chave e-mail doe@santoandre.sp.gov.br ou via transferência para a conta do Fundo Social no Banco do Brasil. A agência é 5688-x, conta 6900-0 e CNPJ 46.522.942/0001-30, no nome de Prefeitura de Santo André – Fundo Social de Solidariedade.

Entre os bairros que estão sendo beneficiados com a entrega de doações estão Sítio dos Vianas, Jardim Irene, Jardim Cipreste, Aclimação, Vila Linda, entre outros. A distribuição será feita ao longo da realização da campanha Santo André Solidária.

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Campanha Santo André Solidária distribui cestas básicas a mil famílias
Campanha Santo André Solidária distribui cestas básicas a mil famílias. Foto: Angelo Baima/PSA

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A pandemia e a insegurança alimentar

Fernando Rizzolo é o autor de “A pandemia e a insegurança alimentar”

Não há nada neste mundo que humilhe e desespere mais uma pessoa do que a percepção da fome se aproximando. Entre todas as tragédias da humanidade, a fome, a miséria e o desalento formam uma tríade que acaba despersonalizando o ideal de sobrevivência, mormente quando o provedor familiar se vê impotente mediante a realidade econômica de prover sua família.

O grande choque ideológico com a chegada da direita, extrema direita ou “liberais” ao poder, no Brasil, foi o pouco alcance de medidas eficazes sobre os efeitos da pandemia na vida dos mais pobres. Do ponto de vista sanitário, tentou-se o negacionismo, bem como as “terapias alternativas” como forma de socorrer os infectados. Uma arriscada medida que se baseou em uma receita dos EUA chancelada pelo ex-presidente Donald Trump e implementada aqui no Brasil, violando e contrariando conceitos científicos que recusavam essa “terapia cloroquínica”.

Tal situação levou o Brasil a um desdobramento da pandemia que foi muito mais mortífero entre pessoas negras do que entre as brancas no estado de São Paulo ao longo de 2020 – até por ser este, do ponto de vista alimentar, um grupo muito mais carente. Morreram 46,7 mil pessoas em decorrência dessa doença no território paulista segundo um estudo da Vital Strategies com apoio do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento.

Isso corrobora aquilo que prevíamos, ou seja, em São Paulo, em que 40% da população é negra (preta ou parda), em virtude de um racismo estrutural, o número de mortes entre essa população aumentou em 25%, enquanto entre a população branca o aumento foi de 11,5%. Muito embora esses dados sirvam apenas para sublinhar um recorte da miséria que assola todas as etnias, afinal, no Brasil, mais de 125,6 milhões de pessoas não se alimentam como deveriam ou já anteriormente avistavam problemas futuros com a pandemia de coronavírus no tocante à segurança alimentar, segundo estudo da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha. O estudo também demonstra que 31,7% disseram ter insegurança alimentar leve, 12,7% disseram ter insegurança moderada e 15% demonstraram insegurança grave (fome propriamente dita).

Nesse quadro, o Nordeste apresenta situação mais grave, pois a insegurança alimentar atinge 73,1% das pessoas, a região Norte apresenta com 67,7%, a Centro-Oeste aparece com 54,6% e o Sudeste com 53%. A região com melhor situação é o Sul, com 51,6%, o que tampouco representa um cenário favorável, pois, do ponto de vista estatístico, mais da metade dos lares apresentam insegurança. É interessante notar que todos diminuíram em 44% o consumo de carne e 41% o de frutas.

Isto posto, a condição epidemiológica da população está mais vulnerável, quer por questões não só do aumento da miséria como pelas condições raciais, que se somam ao contexto do desemprego generalizado e das poucas contrapartidas do governo federal no sentido de salvaguardar uma renda mínima digna, e que tampouco foi provedor no auxílio a pequenos e microempresários, que tiveram seus negócios fechados. Hoje o trabalhador tem duas opções: ou fica em casa sofrendo com a fome ou se expõe à procura de um emprego, arriscando-se em aglomerações que muitas vezes o acabam infectando.

O atraso nas demandas de contenção da pandemia por parte do governo federal é mais uma faceta da sombria condição de vulnerabilidade social, em que o fogão a gás foi trocado pelo fogão a lenha, pois pagar R$ 100,00 (cem reais) pelo bujão de gás significa muito para quem está sem condições verdadeiras de levar uma vida digna.

Fernando Rizzolo é advogado, jornalista, mestre em Direitos Fundamentais.

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A pandemia e a insegurança alimentar

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Aumento da População de Moradores de Rua na pandemia

Dr Marcelo Válio é autor de ‘Aumento da População de Moradores de Rua na pandemia’

Conforme o CENSO 2019 da Prefeitura da Cidade de São Paulo, a população de rua na cidade saltou de 15.905, em 2015, para 24.344 em 2019. Aumento de 53% no período.

Contudo a meu ver, o critério da época para o CENSO foi deficitário e número real deve ser ainda maior, face o deslocamento e dinâmica dos moradores de rua, que se espalham pela cidade como um todo. Veja-se como exemplo o bairro do Campo Belo, mais precisamente nos arredores da Avenida Roberto Marinho.

Com a pandemia, infelizmente houve um crescente dos moradores de rua, e essa situação é notória e flagrante junto a Praça da Sé e a Faculdade de Direito do Largo São Francisco da USP.

Anteriormente as causas típicas eram crise econômica, desemprego, renda, conflitos familiares, moradia, saúde, migração, saída do sistema penitenciário e uso abusivo de álcool e drogas.

Hoje, além desses fatores, a Pandemia da COVID 19 foi fatal para esse enorme aumento. Famílias tiveram que deixar suas casas diante da falta de condições em pagar seus alugueis, e um novo perfil de moradores de rua nasceu.

O Ipea estimou, em estudo publicado em março de 2020, que o número de pessoas em situação de rua chegou a 222 mil. Esse novo perfil de morador de rua revela que eram trabalhadores simples e humildes, com filhos em escolas municipais e estaduais, e que se sustentavam com seus mínimos rendimentos, gerando anteriormente uma mínima condição digna de vida.

Contudo, muitos agora estão em situação indigna e de pobreza extrema. E o acolhimento municipal que já era precário, agora é ainda maior. Não houve um mínimo de coordenação nacional para uma resposta de acolhimento para essas pessoas durante a pandemia.

As medidas de acolhimento urgente na Pandemia não foram diferentes das épocas sem Pandemia. A invisibilidade social da população em situação de rua é notória.
Faltou e falta política de urgência na vigilância em saúde e socioassistencial da população de rua em plena Pandemia.

Os invisíveis continuam invisíveis e agora são muito mais discriminados pois a sociedade já parte da idéia que estão infectados pelo vírus da COVID 19. Isso fez com que as atitudes solidárias diminuíssem também. Muitos que levavam comida e roupas aos moradores de rua deixaram de praticar sua solidariedade por medo.

Nesses casos, é o Poder Público que deve dar uma resposta imediata e urgente, pois o problema social pode se agravar, com risco de cumulação de um surto de COVID junto a essa sofrida população.

Recordo-me, quando tinha escritório na Rua Senador Paulo Egídio, de inúmeras conversas com adolescentes e adultos de rua. Lecionava também em uma Universidade na XV de Novembro e acabei ajudando muitos moradores com simples conversas.

A atenção e uma mínima palavra já era uma ajuda. Muitas vezes comprava marmitas e doava roupas. Muitos se tornaram amigos. Entretanto, os problemas de subsistência desta população ganharam maior evidência na PANDEMIA.

Diante da gravidade e de calamidade pública junto a essa população, é minha obrigação reiterar que os moradores de rua são sujeitos de direto, com direitos garantidos em lei.

Pandemia e Aumento da População de Moradores de Rua

Todo morador na rua têm direitos fundamentais que devem ser respeitados, implementados e efetivados. Tem direito à vida com saúde, trabalho, educação, segurança, moradia, assistência social e lazer.

Tratar o ser humano morador de rua sem o devido respeito aos seus mínimos direitos, é no mínimo ferir o princípio da dignidade da pessoa humana. As pessoas de rua têm o direito de ficar nos espaços públicos e são livres para estarem nesses locais, não podendo ser desrespeitadas no seu direito de ir, vir e permanecer.

Têm direito a uma moradia digna e participar de programas especiais de moradia através de habitação popular federal, estadual e municipal. Outrossim é direito também desta numerosa população, o social de exercício de qualquer tipo de trabalho, ofício ou profissão, atendimento a saúde adequada, a alimentação digna, a educação, ao lazer e ao esporte.

Assim, indispensável uma atuação forte do Ministério Público e da Defensoria Pública para a tutela desta sofrida população.

Sobre o professor pós doutor Marcelo Válio: graduado em 2001 PUC/SP, Marcelo Válio é especialista em direito constitucional pela ESDC, especialista em direito público pela EPD/SP, mestre em direito do trabalho pela PUC/SP, doutor em filosofia do direito pela UBA (Argentina), doutor em direito pela FADISP, pós doutor em direito pelo Universidade de Messina (Itália) e pós doutorando em direito pela Universidade de Salamanca (Espanha), e é referência nacional na área do direito dos vulneráveis (pessoas com deficiência, autistas, síndrome de down, doenças raras, burnout, idosos e doentes).

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Aumento da População de Moradores de Rua na pandemia
Dr° Marcelo Válio. Foto:
Divulgação

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Gratuidade do Bom Prato até 30/04 para moradores de rua

Além disso, a gratuidade do Bom Prato para jantares e refeições aos finais de semana e feriados serão servidos pela rede até 28 de fevereiro

O Governador de SP determinou a prorrogação da gratuidade das refeições oferecidas na Rede Bom Prato. Os moradores em situação de rua terão direito a gratuidade até o dia 30 de abril. A decisão publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial passa a valer a partir de hoje.

“A prorrogação da gratuidade nas refeições é uma das nossas ações de proteção social para amparar as pessoas em situação de maior vulnerabilidade social”, diz a Secretária de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, Célia Parnes.

A gratuidade nas refeições da Rede Bom Prato para pessoas em situação de rua teve início em junho, mediante cadastramento das Prefeituras e apresentação do cartão com QR Code pelos beneficiários.

Desde o início da pandemia da COVID-19, os 59 restaurantes Bom Prato adaptaram o atendimento. Portanto, passando a servir três refeições diárias (café da manhã, almoço e jantar) em embalagens descartáveis e para retirada, inclusive aos finais de semana. Por mês, mais de 3 milhões de refeições servidas na rede. Desde então, ao todo mais de 23 milhões de refeições servidas. Além disso, mais de 500 mil servidas gratuitamente para a população em situação de rua cadastrada.

Gratuidade do Bom Prato
Foto: Divulgação

Gratuidade do Bom Prato jantares e finais de semana

Além disso, o Governo de São Paulo prorrogou também a oferta de jantares e refeições nos finais de semana e feriados. A Rede Bom Prato servirá nestes dias até 28 de fevereiro. Critérios técnicos determinarão em quais unidades haverá implantação da medida. Nesse sentido, a demanda e local definirão as escolhas.

O site da Secretaria de Desenvolvimento Social divulgará a relação das unidades e horários de funcionamento

Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo

Dia de Doar reforça a importância da solidariedade e das doações

Movimento quer mobilizar a população e fazer com que a iniciativa, presente oficialmente em 70 países, cresça ainda mais e fomente a doação como um hábito Dia de Doar

Mobilizar o Brasil para que tenhamos um país mais generoso e solidário, fortalecendo o hábito de doar como parte do cotidiano das pessoas. Esse é o objetivo principal do Dia de Doar, que será realizado em 1 de dezembro, em um ano marcado pela pandemia do Coronavírus. Em maio, por conta da propagação da covid-19, foi feita uma edição extraordinária, o Dia de Doar Agora, que mobilizou mais de 14 milhões de pessoas e 2 milhões de reais online.

É AMANHÃ Dia de Doar. E TODOS OS DIAS.

Em 1 de dezembro o Dia de Doar estimulará milhões de pessoas em todo o país a realizarem ações de generosidade. Sendo assim, inspirando outras pessoas a fazerem o mesmo, em um grande onda de solidariedade e doação. Um dos desafios esse ano é tornar o movimento ainda mais de base, mais local, com dezenas de campanhas comunitárias por todo o país. Em 2019 foram 30 campanhas, em locais como Gramado (RS), Sorocaba (SP), Jardim (MS) e Sergipe. Além disso, neste ano espera-se também que o Dia de Doar estimule ainda mais doações para combater os efeitos do coronavírus, que chegaram à inédita marca de 6 bilhões de reais, de acordo com o Monitor das Doações COVID 19.  Ao mesmo tempo a  data quer reforçar que a doação pode se tornar um ato permanente, que independe de situações de emergência. 

Desde 2013 o Brasil participa do Dia de Doar, que começou um ano antes nos Estados Unidos, criado pela organização nova-iorquina 92Y. Atualmente a campanha é mundial e conta com a participação oficial de 72 países. O #GivingTuesday (terça-feira de doação), como é conhecida a data, é promovido sempre na primeira terça-feira depois do Thanksgiving (Dia de Ação de Graças), seguindo as datas comerciais já famosas como Black Friday e Cyber Monday.

A ONG Mãos que Abençoam participam desta inciativa, e realizará em 12/12 seu Bazar Solidário.

Participação

Dia de Doar

Diversos materiais para divulgação do movimento, sugestões para fomentar a ação e dicas para as organizações são disponibilizados no site www.diadedoar.org.br. Há artes, cartazes, vídeos, folders etc, mas a proposta é que cada participante do Dia de Doar faça sua própria campanha, com liberdade para adaptar, criar sua iniciativa e, tanto organizações como doadores, compartilhem nas mídias sociais com a hashtag #diadedoar, para que a mensagem chegue à mais pessoas e a doação seja um instrumento de fortalecimento social.

O Dia de Doar existe graças à união de cada pessoa que faz sua ação, seja doando ou estimulando a doação de indivíduos, empresas, organizações.

Realização Dia de Doar

Dia de Doar

O Dia de Doar é realizado pelo Movimento por uma Cultura de Doação, rede formada por pessoas e organizações que se articulam voluntariamente no propósito de enraizar a doação como parte de nossa cultura. A Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR) é organizadora do Dia de Doar e representante oficial da data no Brasil. A mobilização, este ano, conta com a parceria estratégica da Fundação José Luiz Egydio Setúbal, Instituto Mol, Movimento Bem Maior e Umbigo do Mundo.

Serviço

Mais informações em: https://www.diadedoar.org.br/

Natal Solidário A União faz a força

O grupo A União faz a Força conta com sua colaboração para distribuir cerca de 300 sacolinhas de Natal, para crianças carentes da região do pós balsa, em São Bernardo do Campo. Estão solicitando doação de brinquedos usados, que serão preparados para presentear e fazer a alegria de diversas crianças.

Além dos brinquedos, o grupo solicita também doações de fitilho, sacos plásticos transparentes para presente, amaciante e detergente (qualquer marca) para lavar e desembaraçar o cabelo das bonecas e acessórios bonecas. E mais pra frente precisarão de salsicha, molho, pão de hot dog, batata palha e refrigerante pequeno, para montarem os saquinhos de lanche das crianças, para levarem junto com as sacolinhas

Toda arrecadação será distribuída em bairros como Curucutu, Santa Cruz, Porto de Areia, Água Limpa, Capivari, Tatetos entre outros. As crianças cadastradas são de 0 até 11 anos. Em meio a crise, provocada em especial pela pandemia, estas crianças contam com assistência para complementar o Natal de cada uma delas. Sua doação fará a felicidade de várias famílias.

Sobre A União Faz a Força

Formado por amigos solidários, o grupo vem arrecadando brinquedos, mantimentos, roupas e fraldas. Estes vem sendo distribuídos para famílias carentes da região do ABC. No início deste ano, o grupo entregou dezenas de mochilas para crianças utilizarem na escola.

Como doar?

Se puder colaborar com doação, faça contato com o grupo União Faz a Força para eles retirarem a doação.
Conheça o grupo no Facebook, clique aqui.

Bruna (Parque João Ramalho – Santo André) 11 993971651
Aline (Palmares – Santo André) 11 959552949
Lene (Planalto – São Bernardo do Campo) 11 981773529
Mayara (Rudge Ramos – São Bernardo do Campo) 11 975477985
Ana Paula (Rio Grande da Serra) 11 947440954

Campanha Ação entre Amigos

A Ação entre Amigos está realizando campanha para arrecadação de doces, refrigerantes, brinquedos e descartáveis, para a festa das crianças neste domingo (18/10).

Entre as ações realizadas, há a entrega de marmitas, lanches, água, suco e café para moradores de rua. Outra ação importante é a entrega de cestas básicas para famílias carentes, as quais têm passado ainda mais dificuldades em meio a crise provocada pela pandemia.

A festa das crianças será em São Caetano do Sul, rua Iguassú 277 no bairro Nova Gerty. As doações poderão ser feitas no local ou entre em contato com Sheila e Josimar para retiradas.

Contatos:

Sheila: 011 96154-2269 WhatsApp
Josimar: 011 96869-1482 WhatsApp e ligações

Sobre a Ação entre Amigos

Sheila e Josimar trabalham com reciclagem no ABC, e há dois anos incendiaram o carro do casal. Com a família passando por necessidades, um vizinho enviou a história para o Balanço Geral. Com a reportagem na televisão, a família recebeu muitas doações de alimentos. Foi neste momento que decidiram ajudar também as pessoas, as quais passam por inúmeras dificuldades na região. Junto a amigos, a Ação entre Amigos tem entregado cestas básicas e refeições para pessoas carentes e moradores de rua. O grupo está aberto a aumentar o número de apoiadores e assim abraçarem mais famílias necessitadas.

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

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