Mulheres revolucionárias: Wu Yi

Wu Yi, também chamada de senhora de ferro na mídia chinesa, foi a vice-primeira-ministra da China entre 2003 e 2008. Ficou famosa por denunciar os Estados Unidos de politizar problemas comerciais entre os dois países.

Ela foi uma das líderes mais visíveis da sua época. Ficou conhecida por ser Ministra da Saúde durante o surte de SARS.

Imagem do Google

Na China é difícil encontrar mulheres no poder até os dias de hoje, quanto mais alto o papel na hierarquia politica, menor é a porcentagem de mulheres ocupando estes cargos.

“Eles reinam na política chinesa onde existe uma atmosfera de clube, são todos velhos amigos”, disse a historiadora Leta Hong Finche em entrevista para o Partido Comunista Chinês sobre a masculinidade dentro do mundo político do país.

Mesmo assim, Wu conseguiu entrar para a lista de mulher mais poderosa do mundo, ficando em terceira lugar, depois da chanceler alemã Angela Merkel.

Atualmente ela vive aposentada e longe da vida pública.

Os EUA e a Nova Ordem Mundial – um debate entre gigantes

Resenha escrita pro Fito. Confira sobre o livro “Os EUA e a Nova Ordem Mundial – um debate entre gigantes”

Acompanhei passo a passo, num blog à época, da equipe que organizou um debate escrito, extremamente formidável, entre Alexandre Dugin e Olavo de Carvalho, semana após semana. Um debate que NUNCA houve antes semelhante no Brasil, por causa da falta total de intelecto no país.

Alexandre Dugin era (ainda é) um desconhecido no Brasil, conselheiro pessoal e espiritual de Vladimir Putin, que proclama a necessidade de restaurar um império cristão russo para resgatar um nacionalismo soviético-fascista, e proteger o mundo contra os bilionários da política e da mídia.

Olavo já mostrava os três esquemas globalistas, que Dugin conhecia, mas acreditava que os EUA estivessem dentro do esquema. Carvalho prova que os EUA não está, e Dugin, após o debate, deu o braço a torcer, subscrevendo a tese de Carvalho.

Os três esquemas globalistas são grupos que querem implantar um poder global, às vezes juntos, às vezes em conflito. O mais antigo é o Califado Universal, em que todo muçulmano crê, para implantar um governo islâmico mundial.

O segundo é o comunismo russo-chinês, iniciado a partir do comunismo marxista.

O terceiro são os metacapitalistas, pessoas que adquiriram tanto dinheiro que querem
estar fora do capitalismo, para não perder o poder que têm, como a família Rothschild, família Rockfeller, as Big Techs, Fundação Bill e Melinda Gates, maçonaria e por aí vai.

Todos têm o mesmo objetivo: destruir o cristianismo e o ocidente, que tem como bastião o povo dos EUA (não necessariamente seu governo, que é fortemente influenciado pelos metacapitalistas). Com Biden no poder agora, veremos que a destruição da cultura conservadora se dará a passos largos.

Dugin viu que Carvalho tinha razão (os fãs do escritor dizem abertamente “Olavo tem razão” há anos). A obra é um primor do debate. São centenas de referências literárias,
históricas, políticas, que trazem ao leitor a sensação de perdimento em meio a tanto conhecimento, ou falta do mesmo. Vale da página virada e cada centavo gasto.

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Os EUA e a Nova Ordem Mundial - um debate entre gigantes

Rodrigo Pacheco é eleito presidente do Senado

O senador por Minas Gerais, Rodrigo Pacheco (Democratas) é eleito presidente do Senado Federal. O parlamentar mineiro foi eleito nesta segunda-feira com 57 votos. Em segundo lugar ficou a senadora de Mato Grosso do Sul, Simone Tebet, do MDB, com 21 votos.

Os outros três candidatos, Lasier Martins, do Podemos gaúcho, Jorge Kajuru, do Cidadania de Goiás, e Major Olímpio, do PSL paulista, retiraram a candidatura a favor da senadora Simone Tebet. Os três senadores usaram o tempo de fala para criticar a atual gestão, do senador Davi Alcolumbre, do DEM do Amapá, e também a suposta interferência do Executivo na eleição do Senado, com a distribuição de emendas parlamentares, o que, segundo eles, estaria minando a independência da Casa.

A senadora Simone Tebet, que reuniu o apoio dos candidatos desistentes, apelou para um novo pacto político.

Já o senador Rodrigo Pacheco, tido como candidato do Planalto e do atual presidente, Davi Alcolumbre, negou que haverá interferência na gestão dele à frente do Senado.

Pacheco ainda defendeu uma solução que permita oferecer assistência social aos necessitados respeitando o teto de gastos, limite que impede o crescimento das despesas da União, e propôs uma pacificação política na Casa.

Rodrigo Pacheco vai comandar o Senado e o Congresso Nacional pelos próximos dois anos. Advogado de 44 anos, Pacheco já foi deputado federal e, na última eleição, em 2018, foi eleito senador. Nesta terça-feira, o Senado volta a se reunir para eleger os demais membros da Mesa, como os vice-presidentes, secretários e suplentes.

Em parceria com Agência Brasil.

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Rodrigo Pacheco é eleito presidente do Senado
Plenário do Senado durante reunião preparatória destinada à eleição do presidente do Senado Federal para o segundo biênio da 56º Legislatura.A eleição ocorre de forma presencial, seguindo as medidas de segurança contra a covid-19, e obedecendo o Regimento Interno da Casa, que prevê a votação por meio de cédulas em papel inseridas em envelope.Em discurso, à tribuna, candidato à presidência, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O Jardim das Aflições: o sofrimento de estar só

Resenha autoral sobre o livro O Jardim das Aflições; Twitter do autor

A Magnum Opus do filósofo Olavo de Carvalho é o introito perfeito para a abertura do Caderno Cultural do Jornal Grande ABC: o jardim no qual Cristo esteve só, em seu sofrimento.

Olavo de Carvalho nos traz uma ideia original, como parece ser do seu feitio, em que a humanidade busca a nova realização do império universal a cada geração, inconscientemente agindo neste objetivo. Mas me salta aos olhos outro aspecto da obra Olaviana (embora há quem diga Olavista): a solidão tão própria daquele que é chamado por Deus para realizar algo.

No Evangelho Segundo Mateus, capítulo 26, versículo 39, está escrito (Bíblia Literal do Texto Tradicional, de Hélio de Menezes Silva): E, havendo Ele ido um pouco mais adiante, prostrou-se sobre o Seu rosto, orando e dizendo: “Ó Meu Pai, se possível é, passa para longe de mim este cálice; no entanto não seja como Eu quero, mas como Tu queres”.

Este é o chamado que Olavo recebeu, e nos convida: a vida intelectual é uma vida espiritual de transformação dolorida, um tormento na alma, em que a solidão só cresce, diminuindo-se a si mesmo ao ponto de quase desaparecer. Então surge uma luz na alma, que faz aproximar aqueles que amam a sabedoria. E a solidão começa a
desaparecer, pois o amor de Deus faz jorrar amor de si mesmo e de volta dos outros
que buscam a Luz.

Olavo é um alquimista sem saber que é. O Mutus Liber diz, em latim, que “Ore, leia, leia, leia, releia, trabalhe e encontrarás”. É o que vemos surgir da obra O Jardim das Aflições, pois o autor precisou passar seu próprio jardim para destroçar a si mesmo, até que pudesse aceitar o que Deus determinou, e surgir dali como outra pessoa que,
embora a mesma, fosse totalmente diferente para si e para os outros.

Em minha pequena busca intelectual, li a obra em um momento tão quebrado de mim mesmo que enxerguei a dor humana junto da minha, e parei de questionar o mal que me sobrevinha. Dali, tudo melhorou, pois mudei. Este chamado de Olavo de Carvalho está na obra, embora seja complicada de enxergar. Talvez a mudança de mentalidade do leitor venha em seu próprio ritmo, mas vem de todo jeito.

Indico também o filme de mesmo nome, de 2017, no qual a tranquilidade de alguém que sabe quem é e o que não é, é o que mais transparece na tela.

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O jardim das aflições

A cara do movimento sufragista

A cara do movimento sufragista: conheça como as mulheres lutaram por seus direitos

Entre os séculos XIX e XX, um grande movimento ocorreu em vários países, esse movimento defendia o direito da mulher ao voto. O voto feminino era negado por motivos sexistas dentro da política, pois essa área era exclusiva de homens. Dessa forma, a prerrogativa usada na época era de que as mulheres eram incapazes de atuar nesse meio. Todavia, mesmo sem nenhuma ter sequer uma oportunidade de provar o contrário.

Onde teve início a cara do movimento sufragista?

O movimento começou a surgir quando mulheres da classe burguesa que tiveram acesso à educação perceberam que embora a democracia reinar, muitas injustiças ainda eram visíveis.

A cara do movimento sufragista
Imagem por Pirata Cultural

O primeiro país a reconhecer esse direito foi a Nova Zelândia, em 1893. Um dos grandes nomes por trás desse sucesso era Kate Sheppard, que defendia inúmeras causas ligadas ao movimento. Por exemplo, como a organização de reuniões, projetos e petições ao Parlamento, a abolição de roupas restritivas como o espartilhos e também promovia atividades físicas em uma época que esporte não era uma área muito feminina.

A cara do movimento sufragista
Kate Sheppard
Imagem do Google

Assim como Sheppard, muitos nomes ficaram famosos ao redor do mundo. Como Emmeline Goulden Pankhurst, a fundadora (juntamente com seu marido, Richard Marsden Pankhurst) da Liga Do Voto das Mulheres, uma organização muito importante para o movimento ocorrido na Inglaterra.

A cara do movimento sufragista
Emmeline Goulden Pankhurst
Imagem do Google

É importante citar Millicent Fawcet, a líder do movimento na Inglaterra, presidente da União Nacional das Sociedades de Sufrágio Feminino. Além disso, de também fundadora do Newnham College, uma universidade inglesa voltada para mulheres.

A cara do movimento sufragista
Millicent Fawcet
Imagem do Google

Outro nome é o de Annie Kenney, uma trabalhadora que lutava por seus direitos. Todavia, ficou famosa quando foi presa com um grupo de mulheres (mulheres como Christabel Pankhurst, a filha de Emmeline, faziam parte deste grupo) sob acusações de suposta agressão contra o ex-secretário de Estado das relações exteriores e da Commonwealth, Sir Edward Grey.

A cara do movimento sufragista
Annie Kenney
Imagem do Google

A cara do movimento sufragista nos filmes

Então, para entender melhor a história deste movimento, é possível assistir filmes que abordam o tema.

  •  As Sufragistas de 2015
  • Our Times, de 2002
  • Anjos Rebeldes, de 2004
  • License to Thrive, de 2008

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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Oferta de crédito aos estados será votada após primeiro turno

A proposta permite que estados e municípios sem Capacidade de Pagamento (Capag nota A e B) tenham acesso a empréstimos com garantias da União desde que façam um ajuste fiscal para recuperar suas finanças

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 101/20, que permite a oferta de crédito aos estados com lastro da União, condicionado a ajuste fiscal, deve ser colocado em votação na Câmara dos Deputados logo após o primeiro turno das eleições municipais, de acordo com o autor do projeto, deputado Pedro Paulo (DEM-RJ).

A proposta permite que estados e municípios sem Capacidade de Pagamento (Capag nota A e B) tenham acesso a empréstimos com garantias da União desde que façam um ajuste fiscal para recuperar suas finanças. As novas regras devem beneficiar especialmente Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – estados com a pior situação fiscal, que poderão aderir a regime de recuperação por dez anos.

Outra medida importante no projeto é a correção para reforço e melhoria na Lei de Responsabilidade Fiscal. A proposta deve unificar a contabilidade das despesas dos estados, com um período de adaptação.
 

Fonte: Brasil 61

Projeto visa incentivar e ampliar a participação feminina

Iniciativa terá 10 meses de vigência e desenvolverá cursos de capacitação, seminários e palestras, além de campanhas de conscientização sobre o tema

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) lançou o Projeto Piloto Mais Mulheres no Poder, que entrou em vigência no final de agosto e terá duração de 10 meses. O projeto tem por objetivo estimular a participação política, democrática e igualitária das mulheres em cargos eletivos e nos espaços de poder e decisão; promover e fortalecer o conceito de cidadania participativa no sistema democrático igualitário por meio do debate sobre o papel da mulher nos espaços políticos e de liderança; estimular a participação de mulheres nas instâncias decisórias das entidades representativas de classe, iniciativa privada e movimentos da sociedade civil organizada; e incentivar a promoção de políticas públicas de combate a todas as formas de violência política e social contra a mulher.

O projeto também desenvolverá cursos de capacitação, seminários e palestras para promover o debate sobre participação política das mulheres, além de campanhas de conscientização sobre o tema. A secretária Nacional de Políticas para as Mulheres, Cristiane Brito, destaca que um dos principais pontos da iniciativa é conscientizar a ampliar os registros de denúncias de violência política contra as mulheres.

“A temática da violência política contra mulheres é a grande inovação desse projeto. O fato é que o tema foi pouco explorado ao longo dos anos, a despeito de ser uma das principais causas da sub-representação das mulheres na política. As pessoas não sabem o que é violência política contra a mulher, como denunciar e quais são as consequências. No âmbito do projeto, queremos mudar tudo isso”, diz Cristiane.

A baixa representatividade das mulheres na política brasileira pode ser observada na ocupação de cargos de poder dentro do Congresso Nacional. Dos 513 parlamentares na Câmara dos Deputados, 77 são mulheres; dos 11 cargos da Mesa Diretora, apenas duas são deputadas; e das 25 comissões permanentes somente quatro são presididas por mulheres.

No Senado, são 12 mulheres entre os 81 parlamentares da Casa. Dos 353 candidatos ao Senado nas eleições de 2018, 62 eram mulheres, das quais sete foram eleitas. Em 20 estados do país, nenhuma mulher foi eleita e em três deles não houve candidatas.

Esses dados colocam o Brasil na posição 134 de 193 países no ranking de representatividade feminina no Parlamento, com 15% de participação, mesmo as mulheres representando 52% da população. As informações são do Mapa Mulheres na Política 2019, relatório elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e da União Interparlamentar. No ranking de representatividade feminina no governo, o Brasil ocupa a posição 149 de 188 países. Hoje, no Executivo comandado por Jair Bolsonaro, há apenas duas mulheres entre os 22 ministérios.

“Ainda existe marginalização das mulheres nos espaços políticos e isso vem de uma estrutura antiga e patriarcal. As mulheres conquistaram o direito ao voto em 1932. Faz menos de 100 anos que as mulheres são capazes de participar, de fato, do debate político e nunca teve um incentivo para elas participarem”, explica Laura Bonvini, voluntária do projeto #ElasNoPoder, que também incentiva que mais mulheres se candidatem a cargos eletivos no Brasil.

“Além disso, há todo o machismo que a mulher sofre todo dia. Quando é eleita, depois de ter passado por todo o processo de se candidatar e conseguir apoio, que já é difícil, ainda é questionada sobre o papel dela ali. Muitas mulheres no Congresso, em Assembleias Legislativas, relatam violência de gênero. Homens falam que ali não é o espaço dela, desmerecem o espaço delas. Também em redes sociais muita gente comete essa violência política contra as mulheres”, completa Bonvini.

A deputada estadual Ivana Bastos (PSD-BA), conta que foi eleita apenas na quarta tentativa de entrar para a política. Desde então, está no terceiro mandato consecutivo como parlamentar. “Tive todos os motivos do mundo para desistir da política e não desisti. Fui candidata a deputada estadual três vezes consecutivas e perdi três vezes. Se não fosse a minha persistência, eu estaria fora da política. A gente via homens assumindo, mas eu era mulher. Então não precisava dar a vez e a voz. Sou a deputada mais votada da Bahia hoje. A persistência, a vontade de lutar, de defender a mulher, de ter voz e vez fez com que eu continuasse”, conta.

Estudo

Um estudo da Universidade Federal da Bahia (UFBA), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade dos Andes e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), revela que em municípios com prefeitas mulheres, a taxa de mortalidade entre crianças com até 5 anos de idade é menor do que em locais onde os chefes do Executivo são homens.

No período entre 2000 e 2015, a taxa de mortalidade entre crianças dessa faixa etária caiu de 25% para 13,6% em 3.167 municípios analisados. A taxa foi calculada a cada mil recém-nascidos vivos. No mesmo intervalo de tempo, o estudo observou que a participação feminina em prefeituras subiu de 4,5% para 9,7%.

De acordo com as pessoas responsáveis pela pesquisa, investimentos substanciais em programas sociais e de atenção primária à saúde, como o Bolsa Família e da Estratégia de Saúde da Família, têm influência direta na queda na mortalidade infantil.

Fonte: Brasil 61