Fake News e os impactos causados na contemporaneidade

Da Independência do Brasil, em 1822, onde a imagem de Dom Pedro I foi vendida erroneamente, fazendo com que todos acreditassem que a pintura do quadro de Pedro Américo fosse, de fato, a reprodução do que ocorrera neste fatídico dia até os dias de hoje, onde os movimentos das fake news estão espalhados pelos quatro cantos do mundo, fará com que este artigo, baseado na teoria do espelho, faça uma relexão sobre os impactos das falsas notícias inseridas na política brasileira.

Desde a redemocratização, onde a soberania foi devolvida ao povo, o Brasil e, consequentemente, os brasileiros vêm sendo vítimas de governos mal administrados, corrupção, desvios, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, problemas na prestação dos serviços públicos etc. Questões, essas, que trouxeram o descrédito e a falta de confiança por parte de um país formado por quase 210 milhões de habitantes, de acordo com um relatório apresentado pelo Banco Mundial em 2017.

Ética aplicada nas redes sociais

Aplicada à vertente profissional, ética nada mais é que o bom senso e o comprometimento com o seu trabalho, com a sua verdade. Estabelece-se que um profissional, seja ele um médico, jornalista ou professor, trabalhe com a verdade, transpa- rência e que em hipótese alguma fira os princípios éticos e morais de sua profissão.

A moralidade é um conjunto de regras adquiridas através da cultura, da educação, da tradição e do cotidiano, orientando o comportamento humano dentro de uma sociedade.

Quando o assunto é a ética, todos sabem o seu significado, mas, como diz Álvaro L. Valls no livro ‘’O que é ética?’’, não são fáceis de explicar e praticar. E pode ser entendida como um estudo de reflexão científica, filosófica e até teológica.

Nas redes sociais, a ética ocupa um espaço importantíssimo no momento de compartilhar uma notícia, publicar posts, fazer comentários ou retransmitir qualquer que seja a informação.

Diante de um acontecimento catastrófico onde o usuário é posto à prova de fogo entre a verdade e aquilo que poderá publicar, é preciso muito cuidado com o relato dos fatos, com os personagens envolvidos, com a linguagem a ser utilizada, com a abordagem para relatar tal situação, pois qualquer erro pode ser fatal tanto para o emissor da mensagem como para os envolvidos nos relatos. E é neste momento que podem surgir as famosas fake news [termo em inglês] ou falsas notícias.

Há quase dois séculos, Dom Pedro I, príncipe regente e futuro imperador do Brasil e rei de Portugal, num dia não muito agradável, com fortes dores abdominais e uma necessidade constante em ir ao banheiro, libertara o Brasil de Portugal às margens do Rio Ipiranga, às 16h30 do dia 7 de setembro de 1822, com o grito de Independência ou Morte.

Ao se aproximar do riacho do Ipiranga, o príncipe regente estava com dor de barriga. A causa dos distúrbios intestinais é desconhecida. Acredita-se que tenha sido algum alimento malconservado ingerido no dia anterior em Santos, ou a água contaminada das bicas e chafarizes que abasteciam as tropas de mula na serra do mar, ressaltou o escritor Laurentino Gomes.

Fake News no Império

Sessenta e seis anos após a Independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I, o romancista, poeta, cientista, teórico da arte, ensaísta, filósofo, político, professor brasileiro e um dos pintores acadêmicos mais importantes do país, Pedro Américo de Figueiredo Melo, popularmente conhecido como Pedro Américo, pintou com óleo sobre uma tela a representação do fatídico dia em que os portugueses nada mais teriam a ver com o nosso povo.

Segundo relatos de dezenas de historiadores, o quadro de Pedro Américo nada tem a ver com o que acontecera naquela tarde turbulenta de 7 de setembro, após uma viagem longa de Santos, litoral paulista, até a capital São Paulo para o príncipe regente.

Fake news
(Imagem: ALESP – Grito de Independência de Dom Pedro I)

A montaria usada por dom Pedro nem de longe lembrava o fogoso cavalo alazão que, meio século mais tarde, o pintor Pedro Américo colocaria no quadro Independência ou morte, a mais conhecida cena da Independência do Brasil. A cena real é bucólica e prosaica, mais brasileira e menos épica do que a retratada no quadro.

Dom Pedro, ao chegar de Santos, foi posto à prova de fogo após receber mensagens da corte do Rio de Janeiro enviadas por José Bonifácio, Patriarca da Independência e declarado, em 2018, como Patrono da Independência do Brasil, por meio da Lei n° 13.615/2018, e a princesa Leopoldina, sua esposa. Os mensageiros, Paulo Bregaro e Antônio Cordeiro, que percorreram a cavalo por 5 dias mais de quinhentos quilômetros, chegaram exaustos e esbaforidos.

Com as relações estremecidas com Portugal, desde a partida compulsória de Dom João VI, em 1821, o Brasil e, consequentemente, Dom Pedro I teriam que tomar decisões importantíssimas em poucas horas. A princesa Leopoldina pedia que o príncipe ouvisse com atenção os conselhos de José Bonifácio que dizia que informações vindas de Lisboa davam conta do embarque de 7.100 soldados que tentariam atacar o Rio de Janeiro e esmagar os partidários da independência.

Com isso, o jovem teria apenas dois caminhos. Partir para Portugal e se tornar mais um prisioneiro das cortes, a mesma situação em que já vivia o seu pai, Dom João VI, ou proclamar a Independência do Brasil, tornando-o seu imperador ou rei.

A escolha e decisão tomada por Dom Pedro I todos nós, povo livre há quase dois séculos, já sabemos. O que muitos não sabiam ou nem sabem é como, de fato, foi como se deu a cena do grito de independência e a separação do Brasil ao Reino de
Portugal.

Como vimos, Pedro I foi obrigado a tomar uma decisão importantíssima para o Reino do Brasil. As mensagens trazidas da corte no Rio de Janeiro foram recebidas como uma afronta pelo príncipe regente que reagiu com tom de revolta.

Pois verão agora o quanto vale o rapazinho. De hoje em diante estão quebradas as nossas relações. Nada mais quero com o governo português e proclamo o Brasil, para sempre, separado de Portugal. É tempo! Independência ou Morte! Estamos separados de Portugal!

Diferentemente do que retrata o quadro de Pedro Américo, a Independência ou Morte foi bem mais simples, rápida e sem muito glamour. Nada comparada à pintura
em óleo na tela de 1888.

A teoria do espelho, pertencente a um grupo de teorias do jornalismo, diz que uma fotografia tenta retratar a realidade, assim como a notícia. De acordo com Nelson Traquina (2002), o comunicador tem que ser um agente que não tem interesses específicos a defender, que o desviem da sua missão de informar, procurar a verdade, contar o que aconteceu, doa a quem doer. Assim como não há como alterar o que se vê em frente ao espelho, também não será possível fazer com a fotografia e a notícia.

Com poucos presentes próximo ao riacho Ipiranga, Dom Pedro pediu para que avisassem a sua guarda que ele acabara de fazer a independência do Brasil, como relatou o padre Belchior, que havia presenciado o acontecido.

Como pode-se constatar nos relatos, um dia marcado por dores intestinais, ameaças de invasão das tropas portuguesas ao Rio de Janeiro, além de fortes emoções e uma importante decisão faria com que as vidas não só do príncipe regente como de todos os brasileiros tomassem rumos diferentes e livres a partir deste dia.

As falsas notícias estão presentes em nosso cotidiano há séculos. Só o fato de uma pintura tentar reconstruir a imagem de algo que não aconteceu já pode ser considerada uma fake news. Por anos, acreditamos, de fato, que a pintura do quadro fosse o que acontecera na Independência do nosso Brasil. Mas os historiadores e testemunhas presentes neste evento descontruíram por completo a ideia de Pedro Américo, que fez a pintura a pedido do conselheiro imperial Joaquim Inácio Ramalho, em 1886.

Por Carlos Irineu
Jornalista | Pós-graduado em Ciência Política
MTB: 008458/SP

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22 de abril: o dia do Descobrimento da nossa rica culinária

Aprendemos por muito tempo na escola que a data de 22 de abril de 1500 é marcada pelo o que se costumou chamar de “Descobrimento do Brasil”. Historiadores de hoje questionam este entendimento, já que quando os navegadores portugueses aportaram em terras brasileiras, encontram aqui várias e grandes nações indígenas que já estabelecidas, com sua cultura, costumes e história. Hoje, muitos estudiosos defendem o uso do termo “Chegada dos Portugueses ao Brasil”, como uma forma mais precisa de se referir a esse importante fato histórico.

Mas discussões históricas à parte, o que se pode celebrar com certeza neste 22 de abril é o encontro desses dois diferentes povos, que deram origem a essa nação plural e rica culturalmente chamada Brasil. E é na culinária que os traços das culturas indigena e europeia (trazida pelos portugueses) estão mais evidentes. A chef e professora de culinária Adriana Gomes, que assina a curadoria do E-book Receitas do Meu Goiás, lançado pela Marajoara Laticínios, afirma que a culinária goiana, em especial, retrata bem essa mistura de sabores herdada de índios e portugueses.

“A culinária brasileira herdou vários hábitos e costumes indígenas que continuam muito presentes nos dias de hoje, como a utilização da mandioca e seus derivados (farinha de mandioca e polvilho).  O costume de se alimentar de peixes e frutos do mar é também uma herança indígena. Bem como o consumo de frutas silvestres tais como: o cupuaçu, graviola, o açaí, caju e o nosso famoso pequi”, explica a chef .

Os portugueses
Entre as influências trazidas pelos portugueses, Adriana destaca as técnicas de cozimento usadas na Europa, a tradição dos doces e confeitos, o grande consumo e uso do leite no preparo de muitos alimentos, o uso de especiarias, o consumo de arroz, hortaliças, e das carnes de de galinha, porco e boi. “Muitos dos pratos típicos que temos aqui no Brasil, como a nossa tradicionalíssima feijoada, são resultados das adaptações que os portugueses precisaram adotar diante das adversidades encontradas na nova colônia”, lembra Adriana.

A chef lembra ainda, que depois do encontro entre índios e portugueses, a culinária brasileira enriqueceu ainda mais com a influência dos povos africanos e mais tarde dos imigrantes italianos, alemães, espanhóis e até japoneses. “Estudar ou pesquisar sobre a origem de muitos dos nossos  pratos típicos é mais do que uma lição de culinária, é também uma deliciosa aula de história”, frisa Adriana Gomes.

22 de abril: o dia do Descobrimento da nossa rica culinária
A combinação entre o arroz e o pequi, como no risoto de pequi, é um exemplo típico da mistura de influências indígena e portuguesa na nossa culinária. Foto: Divulgação.
O largo uso da mandioca e seus derivados é uma das mais fortes influências dos índios em nossa culinária. Foto: Divulgação
22 de abril: o dia do Descobrimento da nossa rica culinária
A tradição dos doces, como a rabanada, é uma das principais contribuições da cultura portuguesa para nossa culinária. Foto: Divulgação

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Bem-vindos a Coimbra

Chegamos em Coimbra dia primeiro de Maio, nos jogamos de cabeça em uma nova cidade, como uma última oportunidade de fazer nossa imigração dar certo. Com muita esperança, olhamos pra toda as dificuldades que teríamos e que já tínhamos passado tentando tirar delas algum proveito. Aqui em Coimbra conhecemos pessoas tão maravilhosas quanto tínhamos conhecido em Aveiro. Sejam bem-vindos a Coimbra!

Os meses foram se passando e aos poucos tudo foi finalmente se encaminhando, trabalho, um lar, escola, e tudo que finalmente viemos para cá buscar.

Enfim, bemvindos a Coimbra

Natal está chegando e aqui estamos todos encantados com tanta beleza, a cidade inteira está enfeitada cada rotatória mais conhecida aqui em Portugal como rotunda tem uma árvore de natal feita de pisca pisca ou um lindo feliz natal, no centro da cidade na famosa Baixa de Coimbra temos a principal com luzes coloridas, uma árvore lindíssima. O inverno já chegou com baixas temperaturas e tudo deixa o ambiente com ar natalino.

Neste natal muitas famílias não estão unidas por motivos de saúde, ou distância então neste final de ano quando finalmente o ano acabar espero que cada pessoa dê mais valor às coisas pequenas da vida como um abraço, um beijos ou estar junto de quem amamos. Desejamos a todos os leitores um feliz natal e um próspero ano novo e que a saúde do nosso mundo se restabeleça.

Jornal Grande ABC

Bem vindos a Coimbra

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Lá vamos nós: Portugal

Dia 29 de janeiro pegava algumas malas, minha família e embarcava no avião com o peito cheio de esperança para um novo recomeço em Portugal.
Após uma longa viagem chegamos no dia seguinte finalmente no aeroporto do Porto e lá alguém nos esperava para nos levar para nossa nova cidade, aonde ali coloquei minha esperança para recomeçar.

Foto: Erika Teles

Chegando em Aveiro foi impossível não se apaixonar, primeiramente o frio que fez toda diferença para tornar o ambiente mais lindo e acolhedor, era quase final de inverno havia folhas caindo.

Foto: Erika Teles

No dia seguinte nossa saga de vida de imigrante deu início, fomos na busca de emprego e procurar uma casa para chamar de nossa, todos os dias andávamos muito e com isso íamos conhecendo a cidade, primeiro lugar que conhecemos foi a Ria de Aveiro lugar encantador, romântico e acolhedor, ali passa as gôndolas fazem o percurso por toda extensão da ria, sim aqui não se chama rio e sim ria. Vocês também vão se acostumar e aprender o português de Portugal

Na ria temos o Fórum é igual a um shopping a céu aberto lugar confortável para passear ou trabalhar, tem várias lojas e restaurantes ao seu redor, na margem tem bancos para sentar se e admirar, lá também tem a famosa ponte da amizade muito famosa pelas fitas amaradas com promessas de amor eterno e também de amizades, ao longo do seu percurso tem o monumento dos famosos e típicos ovos moles, e no outro sentindo da ria encontra se a ponte do laço já na praça do peixe onde tem uma vasta diversidade de restaurantes, bares e lojas.

Aveiro me recebeu de braços abertos e temos um sentimento de voltar pra casa todas as vezes que lá vamos, mais infelizmente não foi lá que conseguimos progredir, pouco tempo após chegarmos o mundo começou a parar, e com isso nosso sonho por pouco virou pesadelo. Mais conhecemos grandes pessoas que foram importantíssimas para que nós não desistíssemos.

Viver uma Pandemia fora do seu país, sem casa, com pouco dinheiro, sem trabalho, sem amigos ou família por perto para ajudar é muito difícil , temos que ter algo pra se agarrar e nós temos nossa fé e nossa família que mesmo do Brasil nunca mediram esforços para nós ajudar financeiramente e psicologicamente.

Quando finalmente conseguimos uma casa já tínhamos nos mudado de alojamento três vezes e seria a quarta mudança para o apartamento que finalmente conseguimos. Enfim mudamos era muito bem localizado de frente ao Parque Infante Dom Pedro . Parque simplesmente magnífico , muita área verde , quadras esportivas escorregas pras crianças, e também com uma arquitetura histórica magnífica.

E por mais que estivéssemos fazendo de lá nossa casa , realmente começamos a criar vínculos não estávamos tendo oportunidades, e então como um último suspiro de esperança decidimos mudar de cidade e viemos recomeçar mais uma vez em Coimbra.

Demos então um até logo a Aveiro após três meses de muitas batalhas, choros, amizades e aprendizados, tire sempre proveito de tudo que acontece na sua vida independente de boa ou ruim, devemos ser fortes e nunca ter medo do novo!

Jornada Valor em Saúde Brasil 2020: Saúde baseada em valor

No penúltimo encontro, especialistas brasileiros e de Portugal apresentam resultados de sucesso da entrega de valor com foco no paciente

O terceiro encontro da Jornada Valor em Saúde Brasil 2020 será realizado no dia 19 de novembro e abordará o tema Saúde baseada em valor: papel de todos nós para a centralidade no paciente. O encontro será totalmente online e gratuito, das 18h30 às 20h30, com inscrições abertas no site www.valorsaudebrasil.com.br.

Promovido pelo Valor em Saúde Brasil, powered by DRG Brasil, o evento tem o propósito de ir além da teoria ao mostrar de forma concreta o que fazer, como fazer e quais são os resultados de quem pratica a saúde baseada em valor no País.

Com abertura do Dr. Renato Couto, Presidente do Grupo IAG Saúde, a Fala da Plataforma será “Evoluímos sempre: os avanços do IVSB”, quando será apresentado o índice de Valor do Sistema de Saúde Brasileiro por episódio de atendimento e por população, comprovando que o Ecossistema pode avançar no jeito de gerenciar e relacionar comercialmente.

Após a abertura, será a vez de Beatriz Goulart, Administradora da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, em Portugal, abordar o tema “A remuneração per capita e por valor no ULSM Portugal”, quando serão apresentados, em primeira mão, os resultados de um sistema de saúde português, com 130 mil vidas, custo anual por beneficiário de 600 euros e referência mundial em excelência no atendimento. Trata-se da Fala do Ecossistema Internacional.

A Fala da Comunidade de Clientes trará Patrícia Nocchi, da Liderança de Gestão Operacional DRG do Hospital Moinhos de Vento, com o tema “Governança clínica baseada em valor: como colocamos em prática – Garantindo e promovendo dados da Gestão Clínica através do DRG”. Reconhecida pelo Ministério da Saúde como um dos cinco Hospitais de Excelência do país, a instituição trará informações sobre como utilizar os indicadores da plataforma DRG Brasil para a governança clínica. Na prática, como aplicar um modelo de gestão hospitalar e clínica focado na qualidade do atendimento ao paciente, com elevados padrões de assistência, melhoria contínua e manutenção de excelência.

Áurea Nunes, Coordenadora da Gestão de Leitos da Unimed Belém, representará a Fala da Comunidade de Clientes, com o tema “Gestão eficiente do uso do leito hospitalar”. O objetivo é mostrar como a gestão estruturada da permanência hospitalar utilizando a solução Alta Segura, da Plataforma DRG Brasil, tem repercutido positivamente na desospitalização segura dos pacientes, permitindo o uso mais eficiente dos leitos hospitalares e a redução das readmissões não planejadas.

Para abordar o assunto “Governança clínica para entrega de valor em uma organização social de saúde”, na Fala da Comunidade de Clientes e Parceiros, estarão presentes Orlando Elidio, Diretor Técnico do Hospital Regional de São José dos Campos, e Andira Marinho, Gestora DRG da MK Saúde. O foco será mostrar como uma organização social de alta complexidade, com mais de 100 leitos e referência regional, tem entregue valor e controlado desperdícios importantes.

Logo em seguida, Laudecir Cabrini, Superintendente de Recursos Próprios da Unimed Sete Lagoas, abordará o tema “Estratégias para governança clínica da rede prestadora”, na Fala da Comunidade de Clientes. O tópico pretende falar sobre as estratégias propostas para governança clínica da rede de prestadores de serviços de saúde da Unimed Sete Lagoas a partir da análise de oportunidades na plataforma de valor em saúde DRG Brasil. Essa será a Fala da Comunidade de Clientes.

Também na Fala da Comunidade de Clientes, logo em seguida, com o tema O engajamento do paciente na construção de uma assistência segura, será a vez de Isis Lassarote & Priscila Carvalho, ambas da Unimed Volta Redonda. Na apresentação, a instituição demonstrará como envolver o paciente na implementação de medidas preventivas a serem aplicadas ao seu cuidado, bem como conscientizar o paciente do seu tratamento e avaliar a sua experiência. Em primeira mão, será mostrada a experiência pioneira nesta jornada de engajamento. 

Uma discussão com todos os participantes finalizará o evento, com a mediação do Dr. Renato Couto e da Dra. Tania Grillo, ambos Presidentes do Grupo IAG Saúde e hosts do encontro.

Além do Grupo IAG Saúde, são co-realizadores do evento: DRG Brasil, SBAIS, Planisa, MK Saúde, ISEE Consultoria, Trevo Sistemas, Faculdade Unimed, Faculdade de Ciências Médicas de MG, Transforma Saúde e Deloitte. Como apoiadores da Jornada Valor em Saúde Brasil estão as marcas Carefy, SigQuali, CGQ Consultoria, IAG Gestão, Econsad, SCORE Rede e Eficiência Hospitalista.

A Jornada de Valor em Saúde Brasil, totalmente online e gratuita, acontecerá nos dias 5, 12, 19 e 26 de novembro, sempre com programação e conteúdo inéditos. A programação completa e o link para inscrição podem ser acessados em www.valorsaudebrasil.com.br.

Outono em Portugal

A beleza da natureza sempre me cativou. No verão, dias mais quentes virão junto com barulho das folhas dançando ao vento, esse quentinho deixa saudade quando o outono vai se chegando. No outono, essas folhas vão ganhando cores resplandecentes e colorindo os dias cinzas e frios.

Logo iniciará o inverno e dias cinzas serão mais constantes, mas vale nós julgarmos dias cinzas felizes ou não? Achar beleza neles não é difícil, cada estação do ano pode ter sua beleza .

A praticamente um ano deixei meu Brasil, a famosa cidade maravilhosa, pra tentar uma vida de mais tranquilidade em Portugal. Venho me apaixonando cada dia mais pelas coisas simples da vida. A natureza que passa batida por nós diariamente com a correria do nosso viver. Aqui há muitos encantos, temos muito que conhecer e novos gostos a provar.

Gostaria de partilhar um pouco de Coimbra, para ninguém duvidar.

Um passeio a beira do Rio Mondego num lugar pra namorar,
ou trazer sua criança para brincar,
uma caminhada pela ponte pra se encantar
com um lindo por do sol a se deitar.

Já parou hoje pra admirar?

Quero eternizar momentos para que nunca me esqueça das coisas simples que aqui vou conhecendo. Mas quero poder dividir também esses momentos para que todos vejam com meus olhos o que um dia não quero deixar passar despercebido .