GCM de Santo André e Civil realizam operação no Campestre

A GCM de Santo André e o Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos), da Polícia Civil, realizaram nesta quarta-feira (24) uma operação no bairro Campestre, com o objetivo de coibir ações criminosas na região.

A Operação Bairro Seguro realizou bloqueios e rondas nas principais vias da região com o auxílio das equipes da Romo (Rondas com Motocicletas) e Romu (Rondas Ostensivas Municipais), e dos agentes da Polícia Civil, priorizando o bem-estar e a segurança dos moradores e comerciantes do bairro. A ação vai continuar nos próximos dias com foco na saturação dos delitos.

“A operação é fruto da análise criteriosa dos índices criminais e apontamentos que recebemos dos moradores e comerciantes. Mantemos o nosso compromisso de melhorar cada vez mais a segurança para a população com a colaboração das forças policiais da nossa cidade”, destacou o prefeito Paulo Serra.

O secretário de Segurança Cidadã, Edson Sardano, destacou a importância da realização de ações como esta. “Estamos atendendo a uma demanda da população do bairro junto com a nossa GCM e com apoio do Garra. Hoje mesmo nos reunimos com o alto comando da Polícia Militar e o prefeito Paulo Serra e, entre os assuntos, tratamos da continuidade das operações no bairro e em outras localidades onde os indicadores criminais apontem alguma alteração importante”, frisou.

Prisão – A Operação Bairro Seguro, desencadeada no bairro Campestre, realizou nesta quarta a prisão de uma pessoa na avenida Prestes Maia, altura do número 170. O indivíduo portava quatro celulares roubados de um estabelecimento comercial. Estes aparelhos roubados eram utilizados pelos funcionários da empresa no momento da ocorrência.

Um dos funcionários, após a deflagração do delito, acionou a Guarda Civil Municipal que já atuava nas ações de saturação do bairro e realizou a perseguição do indivíduo, com o auxílio das equipes da Romo. A ocorrência foi registrada no 4º Distrito Policial de Santo André e o detido se encontra à disposição da Justiça.

| Texto: Daniel Betega

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Fotos: Angelo Baima/PSA

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Transferência fraudulenta de pontos na CNH dá prisão de até 5 anos

O limite de pontuação na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) foi ampliado pela nova Lei de Trânsito, que passou a vigorar no último dia 12, mas a velha prática da transferência de forma fraudulenta de pontos resultantes das infrações de trânsito para terceiros não condutores continua sendo crime previsto no artigo 299 do Código Penal. O advogado Rafael Maluf, mestrando em Direito Penal Econômico pela FGV e associado ao Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), explica que a prática se enquadra no crime de falsidade ideológica e prevê uma pena de 1 a 5 anos de reclusão e multa. “Além de processo criminal, quem transfere pontos para terceiros de forma fraudulenta pode responder a processo administrativo, ter a pontuação retornada ao seu prontuário e a CNH suspensa ou cassada por até dois anos”, afirma.

Maluf explica que quando o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) identifica indícios de fraude, comunica à Polícia Civil ou ao Ministério Público, que investiga o fato. O cerco a essa prática aumentou desde 2019, quando o Detran criou um núcleo especializado para identificar os chamados “hospedeiros” de pontos.

Segundo o Detran, em seis meses de 2019, o Núcleo de Indicação de Condutores localizou 250 CNHs com suspeita de fraudes. De acordo com o órgão, desde a paralisação de prazos de serviços de trânsito estabelecida pelo Contran no ano passado, 300 processos foram instaurados. Deste total, 100 estão em fase final de análise e serão encaminhados à Polícia Civil para investigação. “São pessoas que têm milhares de pontos na CNH ou multas de trânsito registradas em diferentes veículos. Uma prática relativamente comum a motoristas que tentam escapar da suspensão da carteira por exceder o limite de pontos permitido por lei é transferir para outras pessoas a autoria da infração, mas isso é crime de falsidade ideológica, mesmo que nenhum valor tenha sido pago para o terceiro assumir a responsabilidade”, reforça o advogado.

A grande quantidade de pontos acende o alerta no Detran, que avalia o prontuário levando em consideração os veículos usados, os locais e o intervalo de tempo entre as infrações. “É importante reforçar que tanto quem transfere os pontos quanto quem recebe podem ser processados criminalmente”, observa Maluf.

Denúncias sobre a existência de hospedeiros ou de serviços que oferecem a transferência de pontos podem ser feitas diretamente à Ouvidoria do Detran.SP por meio do site www.detran.sp.gov.br.

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Transferência fraudulenta de pontos na CNH dá prisão de até 5 anos
O advogado Rafael Maluf, mestrando em Direito Penal Econômico pela FGV. Foto: Divulgação

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Festa clandestina na Zona Norte de SP encerrada por fiscalização

Vigilância Sanitária Estadual realizou 12 autuações na madrugada deste domingo (18) na capital, além de festa clandestina na Zona Norte

A fiscalização do Comitê de Blitze do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo durante a madrugada deste domingo (18) resultou na interrupção de uma festa clandestina na Vila Maria, na zona norte da capital. No local, cerca de 100 pessoas estavam aglomeradas e, em sua maioria, não utilizavam máscara de proteção facial.

Os responsáveis pelo evento foram encaminhados para o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) para elaboração de termo circunstanciado. Na operação, foram apreendidos equipamentos de som, quatro máquinas de cartão de crédito e um veículo com as caixas de som usadas no evento.

Equipes da Polícia Civil e Militar participaram da ação em apoio ao trabalho da Vigilância Sanitária Estadual, Procon e demais órgãos de fiscalização a fim de garantir o cumprimento das determinações estabelecidas pelo Plano São Paulo.

Entre o sábado (17) e madrugada de domingo (18), a Polícia Militar atuou de forma preventiva na capital, litoral e interior em 34 ações de apoio à Vigilância Sanitária e 4.338 dispersões, flagrando 607 pontos de aglomeração em todo o Estado. Mais de 42 mil veículos foram vistoriados e 97 pessoas foram presas, sendo que 59 eram procuradas pela Justiça.

No mesmo período, a Vigilância Sanitária Estadual inspecionou 19 estabelecimentos na capital. A equipe realizou 12 autuações, entre elas, a festa clandestina na Vila Maria, uma barbearia no bairro Imirim, duas lojas de decoração em Pinheiros e oito restaurantes e similares. Todos os estabelecimentos comerciais autuados estavam operando com atendimento presencial. Os bairros inspecionados foram Pinheiros, Vila Mariana, Jabaquara, Imirim, Campo Belo, Vila Olímpia, Lapa, Itaim, Santa Cecília, Bela Vista e Vila Maria.

Desde o início do toque de restrição, em 26 de fevereiro, a PM realizou 4.925 mil operações em todo o Estado. No total, 5.757 mil pessoas foram presas, sendo 3.813 mil procurados pela Justiça. Até 11 de abril, o Procon realizou 7.765 mil fiscalizações com 473 autuações.

Comitê de Blitze

Criado no dia 12 de março, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, o Comitê de Blitze tem como objetivo reforçar as fiscalizações e o cumprimento das medidas restritivas do Plano São Paulo e evitar a propagação do coronavírus.

Integram o Comitê agentes da Guarda Civil Metropolitana e da Covisa (Coordenadoria da Vigilância Sanitária) pela Prefeitura de São Paulo. Pelo Governo do Estado, atuam profissionais da Vigilância Sanitária, Procon e das Polícias Civil e Militar.

Qualquer pessoa pode denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais pelo telefone 0800-771-3541 e também no site www.procon.sp.gov.br ou pelo e-mail secretarias@cvs.saude.sp.gov.br, do Centro de Vigilância Sanitária.

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Festa clandestina na Zona Norte de SP encerrada por fiscalização
Foto: Divulgação

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GCM de Santo André prende duas pessoas com celulares roubados

Uma equipe da Romo (Rondas com Motocicletas), da GCM (Guarda Civil Municipal) de Santo André, prende duas pessoas em atitude suspeita na manhã desta quinta-feira (15) na avenida Prestes Maia. Com eles foram encontrados quatro celulares sem procedência confirmada.

A equipe da Romo fazia o patrulhamento na avenida Prestes Maia quando visualizou uma motocicleta em alta velocidade no sentido da avenida dos Estados. Após avistarem a equipe, os ocupantes se mostraram tensos e os GCMs realizaram a abordagem para averiguação.

Durante a abordagem, os guardas encontraram os quatro celulares. Os agentes fizeram pesquisa sobre os indivíduos e constataram que um deles possui várias passagens por furto. Indagadas, as duas pessoas disseram que haviam comprado os aparelhos na comunidade do Tamarutaca.

Os dois indivíduos foram presos e conduzidos ao 1º Distrito Policial de Santo André, onde a autoridade policial lavrou o boletim de ocorrência de receptação, para posteriormente fazer a devolução dos aparelhos aos proprietários.

Com informações da Prefeitura de Santo André.

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GCM de Santo André prende duas pessoas com celulares roubados
Foto: Divulgação

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GCM de Santo André prende dois suspeitos por roubo de veículo

Agentes da Romu (Rondas Ostensivas Municipais) patrulhavam a área quando abordaram o carro para averiguação; duas pessoas presas na Vila Guiomar por roubo de veículo

Santo André, 8 de janeiro de 2021 – Uma equipe da Romu (Rondas Ostensivas Municipais), da GCM de Santo André, prendeu duas pessoas por roubo de veículo na tarde desta sexta-feira (8) na Vila Guiomar. A viatura patrulhava a área quando recebeu uma comunicação via rádio sobre a ocorrência de um roubo na região.

Ao avistar um veículo com as mesmas características, na rua Almeida Garret, os GCMs iniciaram a averiguação do automóvel e encontraram alguns dos pertences da vítima no interior do carro. Ao ser indagado sobre a origem destes pertences, um dos criminosos não soube explicar e indicou um endereço onde estariam os documentos do veículo para comprovar autenticidade. Ao chegar no local, uma suspeita foi abordada para averiguação.

A partir daí os GCMs fizeram contato com a vítima, que reconheceu as duas pessoas como as autoras do roubo. Os mesmos foram conduzidos ao 4° Distrito Policial, se encontram presos por roubo e estão à disposição da justiça.

Investimentos – A Prefeitura de Santo André tem realizado constantes investimentos para valorizar a Guarda Civil Municipal e reforçar a segurança em todas as regiões da cidade, de forma integrada entre as forças policiais. No último mês de dezembro, foram entregues novos armamentos, munição e escudos para a corporação.

Além do constante processo para equipar e melhorar as condições de trabalho da Guarda Civil Municipal, Santo André também formalizou na atual gestão o novo estatuto da GCM, após uma espera de 30 anos. Com a modernização da legislação foi possível criar novas categorias salariais e perspectivas de crescimento profissional da carreira, com elevação nos ganhos que podem chegar a 70% do salário-base da categoria. As equipes também receberam novos uniformes e coletes balísticos.

Para reforçar a segurança e patrulhamento da cidade, foram entregues 48 novos veículos, sendo oito viaturas Renault Duster, 19 viaturas Chevrolet Spin, cinco viaturas Toyota SW4 2.7 e seis viaturas Yamaha XT 600r.

Com informações de Daniel Betega e fotos de Alex Cavanha/PSA

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GCM de Santo André prende dois suspeitos por roubo de veículo

PF apreende 21 kg de cocaína

PF apreende 21 kg de cocaína: Passageiro tentava embarcar com a droga em voo para a Etiópia

A PF prendeu nesta quinta-feira (26/11) , no Aeroporto Internacional de São Paulo, um homem tentando embarcar com grande quantidade de droga em voo internacional.

Policiais federais, que atuam na fiscalização de bagagens despachadas, identificaram com o auxílio do aparelho de raio-x, diversos volumes suspeitos. Dentro destes, estavam compostos por substância orgânica, dentro de malas despachadas para voo com destino a Addis Ababa, na Etiópia.

O proprietário das malas, um homem, nacional de Burquina Faso, de 35 anos, foi localizado e conduzido à delegacia para, na presença de testemunhas, acompanhar a realização dos exames periciais. Dentro das malas, no interior de suportes para papel toalha, os policiais encontraram diversos volumes contendo cocaína, cujo peso somou quase 21 kg. O suspeito recebeu voz de prisão.

O preso será encaminhado à Justiça Federal, onde responderá pelo crime de tráfico internacional de drogas.

PF apreende 21 kg de cocaína

PF apreende 21 kg de cocaína

Polícia Federal aperta o cerco PF apreende 21 kg de cocaína

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram nesta segunda-feira (23) a Operação Enterprise. Somente no dia, cerca de 670 policiais federais e mais 30 servidores da Receita cumpriram 149 mandados de busca e 66 mandados de prisão. As ações forma nos estados do Paraná, de Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, do Pará, Minas Gerais, do Rio Grande do Norte, da Bahia e de Pernambuco. As medidas foram expedidas pela 14ª Vara Federal de Curitiba.

A Interpol também foi acionada para a prisão de oito investigados que estão no exterior, assim como a identificação e sequestro de bens em outros países. “É a maior operação do ano no combate à lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e uma das maiores da história na apreensão de cocaína nos portos brasileiros, uma vez se tratar de uma organização criminosa especializada no envio de cocaína para a Europa”, destacou a assessoria da PF.

PF deflagra maior operação do ano contra lavagem de dinheiro

Estão sendo sequestrados aproximadamente R$ 400 milhões em bens do narcotráfico

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal, dando sequência ao cumprimento de diretrizes de descapitalização patrimonial, prisão de lideranças e cooperação internacional, deflagrou nesta segunda-feira (23/11) a Operação Enterprise, a maior operação do ano no combate à lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e uma das maiores da história na apreensão de cocaína nos portos brasileiros, uma vez se tratar de uma organização criminosa (ORCRIM) especializada no envio de cocaína para a Europa.

Dando sequência ao cumprimento da diretriz de desarticulação patrimonial do crime organizado, estão sendo sequestrados aproximadamente R$ 400 milhões em bens do narcotráfico, sendo a maior operação do ano em sequestro patrimonial, consubstanciados em aeronaves, imóveis e veículos de luxo, havendo a expectativa de que novos bens sejam identificados após o cumprimento dos mandados de busca e apreensão.

A Operação ENTERPRISE se destaca ainda por ser a MAIOR da história em apreensão de cocaína, pois durante a investigação foram anteriormente apreendidas 50 toneladas da droga nos portos do Brasil, da Europa e da África, tratando-se de um importante trabalho de integração entre a Polícia Federal e a Receita Federal na repressão ao tráfico internacional de drogas nos portos nacionais. Tal volume de apreensões situa essa organização criminosa como uma das maiores em atuação no país.

O esquema utilizado pelos criminosos consistia na lavagem de bens e ativos multimilionários no Brasil e no exterior com uso de várias interpostas pessoas (laranjas) e empresas fictícias, a fim de dar aparência lícita ao lucro do tráfico.

Na data de hoje, cerca de 670 policiais federais e mais 30 servidores da Receita Federal cumprem 149 mandados de busca e 66 mandados de prisão nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco. As medidas foram expedidas pela 14ª Vara Federal de Curitiba.  

Em continuidade às ações de cooperação internacional, foram expedidas, ainda, difusões vermelhas na Interpol para a prisão de oito investigados que estão no exterior, bem como a identificação e sequestro de bens em outros países.

ENTERPRISE: O nome da operação faz alusão à dimensão da organização criminosa investigada, que atua como um grande empreendimento internacional na lavagem de dinheiro e exportação de cocaína, o que trouxe alto grau de complexidade à investigação policial.

Polícia Federal deflagra operação contra o tráfico em SP e MS

Operação Aversa apreendeu mais de meia tonelada de cocaína e identificou movimentação de valores ilícitos superior a R$ 24 milhões

A Polícia Federal deflagrou a Operação Aversa, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada ao transporte de cocaína de Corumbá/MS para o estado de São Paulo.

Mais de 70 policiais cumprem 13 mandados de prisão preventiva e 20 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Corumbá e Campo Grande, no estado do Mato Grosso do Sul, e Guarulhos, Presidente Prudente, Martinópolis, Regente Feijó e Bauru, no estado de São Paulo.

As investigações relevaram uma sofisticada rede logística e de lavagem de dinheiro, que incluiu carretas construídas especificamente para o transporte de drogas, além de uma estrutura de pagamentos de motoristas, auxiliares e fornecedores de entorpecentes.

Durante a fase sigilosa da operação, que teve início no final de 2019, mais de meia tonelada de cocaína foi apreendida e dois motoristas foram presos. Os policiais identificaram também valores ilícitos superiores a R$ 24 milhões movimentados pela organização criminosa desde o ano de 2018.

A operação resultou ainda na apreensão de caminhões, semirreboques, automóveis, lanchas, moto-aquática e no sequestro de bens imóveis, além do bloqueio de valores no sistema bancário. Somente entre os bens móveis e imóveis, a equipe de investigação estima que mais de R$ 5,5 milhões tenham sido retirados das mãos da organização criminosa.

Entre outras informações, as investigações revelaram que a organização criminosa adquiria semirreboques e os reconstruía inserindo vãos nas longarinas, permitindo a ocultação de drogas em grandes quantidades dentro do novo espaço criado no interior dos “chassis” das carretas. As alterações eram tão profundas que exigiam a “remontagem” dos veículos, com uso de mão-de-obra especializada.

A operação também identificou, no estado de São Paulo, o principal financiador das operações ilícitas do grupo, ou seja, além de descapitalizar a organização criminosa, a Polícia Federal realiza a prisão de suas lideranças, desarticulando por completo o esquema criminoso.

Os presos serão conduzidos à Delegacia da Polícia Federal de Corumbá/MS e, após os procedimentos legais, encaminhados ao presídio local, onde permanecerão à disposição da Justiça.

A Polícia Federal reforça que a atual pandemia não afetou as investigações e ações da instituição, principalmente na repressão aos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro nas regiões de fronteira. Em razão da situação de pandemia da COVID-19, foi planejada uma logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPIs a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas, investigados e seus familiares.

Aversa é uma localidade italiana conhecida pela produção de um tipo específico de queijo, cujo nome é o mesmo da alcunha de um dos principais investigados na operação.

PF investiga atuação de falsos policiais federais em Campinas

Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão para investigar pessoas que se apresentavam como policiais.

A Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta-feira (6/11) três mandados de busca e apreensão, para colher provas em duas investigações sobre fatos envolvendo pessoas que, de acordo com o que já foi apurado, têm se apresentado na região de Campinas falsamente como policiais federais.

Policiais deram cumprimento a três mandados de busca e apreensão: dois, na cidade de Cabreúva; e um, na cidade de Socorro, ambas no estado de São Paulo.

Uma das investigações foi iniciada em setembro a partir do registro, por parte de servidores públicos federais, de que uma pessoa se apresentou como policial federal dentro da repartição. A outra investigação começou em junho a partir da identificação de fotos publicadas em redes sociais por pessoa utilizando indevidamente uniforme da Polícia Federal.

Em maio deste ano, outra investigação identificou uma mulher que também passou a identificar-se falsamente como policial federal, para obter vantagens indevidas, chegando a publicar fotos (selfies) em redes sociais tendo uma delegacia da Polícia Federal como cenário, além de outras usando vestimentas com símbolos da Polícia Federal. Também foi constatado o uso de adesivo da Polícia Federal em seu veículo.

Os investigados responderão pelo crime de uso indevido de imagem pública, cuja pena pode chegar a seis anos de prisão, sem prejuízo das penas previstas para os crimes relacionados às vantagens indevidas recebidas que venham a ser comprovadas.