Festival Cultura Solidária arrecada mais de 1,5 tonelada de alimentos em sua 2ª edição

O 2º Festival Cultura Solidária, evento da Prefeitura de Diadema transmitido online, arrecadou mais de uma tonelada e meia de alimentos, que serão destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social.Realizado em parceria com a campanha “Sua Vida Importa pra Mim e Sua Fome me Incomoda”, o festival levou ao internauta apresentações ao vivo, entrevistas e depoimentos de artistas.

As doações de alimentos foram recebidas durante a realização do evento no Centro Cultural Diadema – Teatro Clara Nunes. Também foram arrecadados recursos para o Fundo de Solidariedade de Diadema.

Apresentado pela cantora e atriz diademense Ana Cacimba, o festival mesclou shows ao vivo, de ritmos como pop, rap e samba, a vídeos gravados contendo depoimentos e apresentações de artistas representativos da cultura popular.

O internauta que desfrutou essa tarde cultural conferiu artistas como Levi Cintra, com canções de MPB, pop e rock, o sambista Caco Oliveira, o grupo de Hip-Hop Mentes do Gueto, além dos grupos Tambor de Crioula da Encantada Dona Teresa, Mucambos de Raízes Nagô e Celso Ohi e a tradição de Bonecos. O festival também homenageou a Companhia de Danças de Diadema, que completou 26 anos de existência em 2021.

Festival Cultura Solidária arrecada mais de 1,5 tonelada de alimentos em sua 2ª edição

Para o secretário de Cultura Deivid Couto, o festival se notabilizou por “um trabalho belíssimo”, mostrando para quem está em casa que “em Diadema temos artistas de primeira qualidade”. Inês Maria de Filippi, presidenta do Fundo Social de Solidariedade, destacou que já foi possível doar mais de cem toneladas arrecadadas a partir da campanha de combate à fome. “E o envolvimento é cada vez maior”, completa.

Segundo Patty Ferreira, vice-prefeita e secretaria de Assistência Social, as doações estão “alcançando aquelas pessoas que estão sofrendo muito com a pandemia”. “Estão vindo de todo lugar, da indústria, do comércio, da sociedade civil, das entidades, das ONGs, mas vêm também da pessoa que está em casa”, afirma.


Comitê de Combate à Fome
A campanha é uma ação organizada pelo Comitê de Combate à Fome, instituído por decreto e que envolve diversas secretarias municipais, entidades da sociedade civil e o Fundo Social de Solidariedade. Todas as frentes de trabalho têm o mesmo objetivo: diminuir os efeitos sociais da crise da pandemia do coronavírus.

FOTOS: DINO SANTOS

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22 de abril: o dia do Descobrimento da nossa rica culinária

Aprendemos por muito tempo na escola que a data de 22 de abril de 1500 é marcada pelo o que se costumou chamar de “Descobrimento do Brasil”. Historiadores de hoje questionam este entendimento, já que quando os navegadores portugueses aportaram em terras brasileiras, encontram aqui várias e grandes nações indígenas que já estabelecidas, com sua cultura, costumes e história. Hoje, muitos estudiosos defendem o uso do termo “Chegada dos Portugueses ao Brasil”, como uma forma mais precisa de se referir a esse importante fato histórico.

Mas discussões históricas à parte, o que se pode celebrar com certeza neste 22 de abril é o encontro desses dois diferentes povos, que deram origem a essa nação plural e rica culturalmente chamada Brasil. E é na culinária que os traços das culturas indigena e europeia (trazida pelos portugueses) estão mais evidentes. A chef e professora de culinária Adriana Gomes, que assina a curadoria do E-book Receitas do Meu Goiás, lançado pela Marajoara Laticínios, afirma que a culinária goiana, em especial, retrata bem essa mistura de sabores herdada de índios e portugueses.

“A culinária brasileira herdou vários hábitos e costumes indígenas que continuam muito presentes nos dias de hoje, como a utilização da mandioca e seus derivados (farinha de mandioca e polvilho).  O costume de se alimentar de peixes e frutos do mar é também uma herança indígena. Bem como o consumo de frutas silvestres tais como: o cupuaçu, graviola, o açaí, caju e o nosso famoso pequi”, explica a chef .

Os portugueses
Entre as influências trazidas pelos portugueses, Adriana destaca as técnicas de cozimento usadas na Europa, a tradição dos doces e confeitos, o grande consumo e uso do leite no preparo de muitos alimentos, o uso de especiarias, o consumo de arroz, hortaliças, e das carnes de de galinha, porco e boi. “Muitos dos pratos típicos que temos aqui no Brasil, como a nossa tradicionalíssima feijoada, são resultados das adaptações que os portugueses precisaram adotar diante das adversidades encontradas na nova colônia”, lembra Adriana.

A chef lembra ainda, que depois do encontro entre índios e portugueses, a culinária brasileira enriqueceu ainda mais com a influência dos povos africanos e mais tarde dos imigrantes italianos, alemães, espanhóis e até japoneses. “Estudar ou pesquisar sobre a origem de muitos dos nossos  pratos típicos é mais do que uma lição de culinária, é também uma deliciosa aula de história”, frisa Adriana Gomes.

22 de abril: o dia do Descobrimento da nossa rica culinária
A combinação entre o arroz e o pequi, como no risoto de pequi, é um exemplo típico da mistura de influências indígena e portuguesa na nossa culinária. Foto: Divulgação.
O largo uso da mandioca e seus derivados é uma das mais fortes influências dos índios em nossa culinária. Foto: Divulgação
22 de abril: o dia do Descobrimento da nossa rica culinária
A tradição dos doces, como a rabanada, é uma das principais contribuições da cultura portuguesa para nossa culinária. Foto: Divulgação

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Livros de Monteiro Lobato para incentivar a leitura nas crianças

Seleção da Disal aposta em títulos clássicos da série “Sítio do Picapau Amarelo” e do folclore brasileiro para impulsionar o gosto pela leitura, confira os livros selecionados de Monteiro Lobato

Seja na escola ou nas histórias contadas pelos pais, tios e avós, o livro é uma figura presente na vida de crianças de diferentes idades e peça fundamental no desenvolvimento intelectual e criativo. Tanto que tem uma data comemorativa especial para chamar de sua, o Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, data de nascimento de José Bento Renato Monteiro Lobato, uma das maiores referências da literatura infantojuvenil de todos os tempos.

Disal, uma das principais distribuidoras de livros do país, não poderia ficar de fora desta comemoração e aproveita a ocasião para selecionar livros do Monteiro Lobato que caem como uma luva na tarefa de estimular a imaginação e o gosto pela leitura. O autor, inclusive, é a prova disso, já que ele mesmo se apaixonou pelo universo das letras depois de ler todos os títulos da biblioteca do avô, o Visconde de Tremembé.

Confira:

O Saci

Livros de Monteiro Lobato para incentivar a leitura nas crianças

A narrativa revela lendas curiosas sobre o nascimento dos sacis, histórias sobre a mula sem cabeça, o lobisomem, o boitatá, o Negrinho do Pastoreio, a Cuca, e a sereia Iara. O saci parte da curiosidade de Pedrinho, neto de Dona Benta, que costuma passar as férias no Sitio do Picapau Amarelo, a respeito de um ser da floresta que está sempre com um gorro vermelho e fumando cachimbo. Destemido, o garoto não tem medo de urutus, onças, vespas nem de cobras, mas descobre seu pavor de Saci. Porém, Pedrinho decide enfrentar seus medos e pede ajuda ao sabido Tio Barnabé, um senhor de mais de oitenta anos que mora em um rancho coberto de sapé.

Saiba mais:  https://cutt.ly/bcOnS6z

Reinações de Narizinho

Livros de Monteiro Lobato para incentivar a leitura nas crianças

Nem mesmo o autor mais respeitado de toda a literatura infantojuvenil brasileira conseguia dominar as peraltices da boneca de pano nas dezenas de aventuras povoadas da mais rica mitologia nacional. Conhecido como a locomotiva do comboio da saga do Picapau Amarelo, Reinações de Narizinho reúne as onze histórias que Lobato começou escrevendo em 1920. Surgem ali Narizinho, Pedrinho, o Visconde, Rabicó, Tia Nastácia, e, claro, Emília, que comanda todas as travessuras em um misto de realidade e fantasia.

Saiba mais: https://cutt.ly/4cPkzfa

O Picapau Amarelo

Em O Picapau Amarelo (1939), a turma do sítio se encontra com seres da mitologia grega, como Pégaso e a Quimera, personagens de contos de fadas europeus, como Cinderela, o Pequeno Polegar, Chapeuzinho Vermelho, e personagens clássicos da literatura, como o Capitão Gancho, Peter Pan, Dom Quixote… É que o Mundo da Fábula resolveu se mudar para o sítio com seus castelos, suas carruagens, seus animais – e foi então que as mais incríveis aventuras começaram.

Saiba mais: https://cutt.ly/ecPlQwa

Serões de Dona Benta

Para atender à necessidade infinita de conhecimento das crianças do sítio, Dona Benta mais uma vez dá uma aula completa de Ciências. Sem palavras difíceis e conceitos complicados, ela consegue apresentar a Narizinho, Pedrinho e Emília as invenções que mudaram o mundo, o sistema solar, os elementos da natureza, e muito mais! A sabedoria da vovó vai aguçar ainda mais a vontade de aprender da turma, que comenta cada descoberta com bastante humor e criatividade.

Saiba mais em: https://cutt.ly/HkLo62j

Sobre a Disal Distribuidora: Há mais de meio século em operação, é considerada a mais importante distribuidora de livros e materiais didáticos do Brasil para o ensino de idiomas, e, também, técnicos e científicos, de ciências humanas e sociais, literatura, autoajuda e conhecimentos gerais. Possui um catálogo com 400 editoras e mais de 400 mil títulos comercializados. Tem 18 filiais distribuídas nas principais cidades do país e um portal em que é possível encontrar todos os serviços e produtos oferecidos. Saiba mais em www.disal.com.br

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Conflitos do mundo moderno

Análise resumida dos conflitos do mundo e a esperança de paz.

Nós vivemos em um mundo cheio de idas e vindas. Mas, os piores momentos são aqueles em que nos esquecemos que todos dependem um do outro para sobreviver.

conflitos do mundo
Imagem de Forbes Brasil

Desde o ano de 1495 o mundo não conhece um período maior que 25 anos sem ter guerras. Sendo assim, é possível contar mais de 200 guerras entre Estados desde 1815.

A guerra mais longa da história foi a Guerra dos Cem Anos. Todavia, na verdade durou 116 anos.

Conflitos do mundo: E as Guerras Mundiais?

Já durante as Grandes Guerras, a expectativa de vida de um único soldado era de apenas seis semanas. Essa realidade fica ainda mais pesada quando paramos para pensar que até os dias de hoje existam cerca de 250 mil crianças que atuam como soldados em conflitos armados.

O fim da Primeira Guerra foi um dos momentos mais esperados do início do século 20, todos pensavam que ao final de toda aquela confusão, haveria paz, mas infelizmente não foi isso que aconteceu.

O objetivo do tratado de Versalhes era terminar formalmente a guerra. Entretanto, mesmo com mais de um ano entre conferências de paz para propor um acordo bom para todos, esse tratado apenas estimulou o começo da Segunda Guerra.

Mesmo depois de todos esses anos, não podemos dizer que todos nós vivemos em paz. Afinal, cerca de 500 milhões de pessoas vivem em locais com alta instabilidade e grandes riscos de conflito.

É preciso urgentemente agir para que todos possamos viver com paz e tranquilidade. Portanto, pequenas ações são tão importantes quanto qualquer outra.

Comece um ano com positividade e aos poucos, faça do mundo um lugar melhor.

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