Grande ABC: 500 mil doses de vacinas contra Covid-19

O Grande ABC já aplicou mais de 500 mil doses de vacinas contra Covid-19, conforme dados divulgados pelas prefeituras por meio das secretarias municipais de Saúde.

Até esta quinta-feira (15/4), 346.914 pessoas receberam a primeira dose da vacina. A segunda dose do imunizante já foi aplicada em 162.454 pessoas, totalizando 509.368 doses aplicadas na região.

As sete cidades do Grande ABC iniciaram a imunização contra o novo coronavírus em 19 de janeiro, data em que a região recebeu as primeiras doses da Coronavac, vacina desenvolvida conjuntamente pelo Instituto Butantan e pelo laboratório Sinovac. Ainda em janeiro, no dia 26, as sete cidades começaram a receber doses da vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório britânico Astrazeneca.

O cronograma de vacinação foi definido pelos prefeitos da região, que se reuniram em assembleia extraordinária do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, conforme os grupos prioritários da Saúde e demais indicados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A vacinação em cada um dos municípios do Grande ABC está ocorrendo conforme o número de doses recebido individualmente pelas prefeituras, que realizam a imunização de acordo com suas particularidades e também fazem o controle em relação à aplicação da segunda dose.

O presidente do Consórcio ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, afirmou que a adesão dos moradores pela vacinação tem feito a diferença e destacou os esforços dos sete municípios para disponibilizar mais doses para os moradores da região.

“Queríamos proteger toda nossa população, mas a quantidade de doses disponíveis ainda é insuficiente. De acordo com a quantidade de doses que já recebemos, estamos fazendo uma vacinação rápida e eficiente. Também estamos trabalhando incansavelmente para avançar nas negociações para ampliar a vacinação no Grande ABC”, afirmou Paulo Serra.

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Grande ABC: 500 mil doses de vacinas contra Covid-19
Foto: Alex Cavanha/PSA

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Acidentes em rodovias caem em 2020, mas mortes ficam estáveis

O número de acidentes em rodovias brasileiras diminuiu 6% em 2020 se comparado a 2019. Foram 63.447 acidentes no ano passado, 4 mil a menos do que o registrado no ano anterior. Acidentes em rodovias caem em 2020.

A crise gerada pelo coronavírus influenciou o resultado. Segundo o diretor-executivo da Confederação Nacional do Transporte, Bruno Batista, os meses mais críticos da Covid-19 também foram os que tiveram maior queda no número de acidentes por causa da redução de veículos circulando nas estradas.

Menos acidentes, porém, mais graves e mais letais. De acordo com o levantamento, o número de mortos também diminuiu, mas apenas 1%. Em 2020, 5.287 pessoas morreram nas rodovias, contra 5.332 em 2019, 45 vidas perdidas a menos. As colisões de veículos foram responsáveis por quase 62% das mortes ocorridas nas estradas.

Para o diretor-executivo da CNT, Bruno Batista, os acidentes também são resultado das características viárias do país.

O painel da CNT com dados da Polícia Rodoviária Federal ainda aponta que 55% das mortes foram aos finais de semana, principalmente no domingo.

A rodovia com o maior número de acidentes, ao longo do ano passado, foi a BR-101, que atravessa o país e liga o Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Já a BR-116, que começa em Fortaleza e também termina no Rio Grande do Sul, é a rodovia que mais mata.

A CNT estima que os acidentes em rodovias federais produziram um prejuízo de mais de R$ 10 bilhões só no ano passado, e afirma que, para reduzir os acidentes e mortes, é preciso investir em infraestrutura rodoviária e na formação dos condutores.

Em parceria com Agência Brasil.

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