Livro Ansiedade sai primeiro em versão e-book pelo Skeelo

Pesquisas já comprovaram que transtornos como depressão, estresse e ansiedade aumentaram durante a pandemia, por isso o livro Ansiedade, da Editora Escreva, da jornalista e escritora brasiliense Thalía Magalhães, se faz mais do que necessário para tempos tão turbulentos.

O título traz depoimentos de pessoas diagnosticadas com diferentes tipos de transtorno de ansiedade, lugares e idades com a intenção de mostrar que com as ferramentas necessárias é possível ter uma vida saudável, apesar dos percalços que essa patologia causa. A obra tem o prefácio do neurologista e escritor Leandro Teles e comentários de Bianca Oliveira – jornalista autora do podcast Coisas sobre você.

Ansiedade nasceu após o termino do livro-reportagem que a autora fez para um trabalho de conclusão de curso, inspirado em seu próprio diagnóstico e na vontade de expressar como essas pessoas vivem, de uma forma mais humana e menos científica.

O lançamento acontece primeiramente em versão digital com exclusividade para os assinantes do Skeelo, maior aplicativo de e-books do país, no período de pré-venda, de 15 de junho a 15 de julho, podendo ser acessado pelas plataformas Android e iOS, nas lojas Google Play e App Store, ou pelo site www.skeelo.app.

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MÁRCIA SCHWEIZER ” A POETA DA BELEZA” LANÇA NOVO LIVRO

Márcia Schweizer é  uma mulher à frente de seu tempo, que desde bem pequena gosta de escrever poesias e ganhou os melhores prêmios nos concursos literários das escolas que estudava. Já naquela época tinha o hábito de escrever palavras soltas e rimadas nas contracapas de seus cadernos, o que já era indício da alma de poeta que estava florescendo e que viria a se transformar na brilhante escritora que ora apresentamos e que lançou  seu primeiro livro solo de poesias, intitulado “Palavras de Mulher”, da editora Courier Brasil e Litteris editora, na XIX Bienal Internacional do Livro, no Riocentro do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca).

Mas não pensem que Márcia Schweizer é uma mulher comum. Ela é  uma mulher linda e elegante, que esbanja personalidade, que todos olham quando passa, admirando seu porte de princesa, sua alegria, espontaneidade e simpatia. E foi capa de várias revistas, onde ela também publicou suas poesias, como “Ventos de Outono”, que fez o maior sucesso entre os leitores. Nas revistas, como na vida real, Márcia mostra a exuberância e a feminilidade da mulher incrivelmente bela. 

Por fim, Márcia Schweizer, que é sinônimo de beleza, inteligência e empoderamento feminino, indica seu livro “Palavras de Mulher”, para os leitores, pois sabe que todos encontrarão nele uma poesia que o representará, que falará como se fosse o próprio sentimento da pessoa que está lendo, já que os assuntos contidos nele são variados e sempre emocionam que lê.

SOBRE O LIVRO

Palavras de Mulher, de Márcia Schweizer descreve em suas prosas poéticas, sentimentos,como forma de chamar atenção dos leitores e elevando sentimentos e emoções inspirada no seu olhar à vida. Sua escrita poética desperta o interesse do leitor quando nos fala da natureza, das relações humanas e amor pelos animais. Poeta e jornalista, delineia em seus textos imagens que despertam a beleza do BEM VIVER. Formada em Literatura como professora de adolescentes, podemos perceber a sua responsabilidade e compromisso em colocar as palavras e emoções no corpo de seus textos com preocupação com a escrita criativa e correta. O leitor certamente se identifica e sairá com a sensação de desejar ler mais.

Mas não pensem que Márcia Schweizer é uma mulher comum. Ela é  uma mulher linda e elegante, que esbanja personalidade, que todos olham quando passa, admirando seu porte de princesa, sua alegria, espontaneidade e simpatia. E foi capa de várias revistas, onde ela também publicou suas poesias, como “Ventos de Outono”, que fez o maior sucesso entre os leitores. Nas revistas, como na vida real, Márcia mostra a exuberância e a feminilidade da mulher incrivelmente bela. 

Por fim, Márcia Schweizer, que é sinônimo de beleza, inteligência e empoderamento feminino, indica seu livro “Palavras de Mulher”, para os leitores, pois sabe que todos encontrarão nele uma poesia que o representará, que falará como se fosse o próprio sentimento da pessoa que está lendo, já que os assuntos contidos nele são variados e sempre emocionam que lê.

Foto: Ênio Guimarães

Maquiagem e cabelo:  Andrea Santana 

MÁRCIA SCHWEIZER

POEMA DA AUTORA

Pequena canção de amor

Mais do que prazer; muito mais do que paixão

E as palavras me apertando o coração

Os meus olhos tentam falar por mim

Estou sem chão, meu anjo querubim

Se esta canção ilumina o nosso amor

Este tempo não tem fim, 

Doce é o momento

E me perco na emoção

E me acho em tuas mãos

És meu porto seguro, velas ao vento

Mas as flores se abrigam no outono

Regem esta paz e assim a sinfonia não descansa

Fazes meu céu azul

A contemplar o teu sorriso de criança

Ah! Me dá as mãos

E o nosso mundo então será o paraíso.

São tantas as razões de viver por ti

Amor, eu te prometo, sempre estarei aqui.

QUEM É MÁRCIA SCHWEIZER 

Márcia Schweizer é Jornalista, Professora de Português/Literatura, Pós-Graduada em Teoria da Literatura, Bacharel em Direito, Escritora e Poeta. Membro da ALALS (Académie de Lettres et Arts Luso-Suísse) e da AJEB/RJ (Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Coordenadoria Rio de Janeiro), onde é Diretora de Comunicação, prestando relevante contribuição para a entidade na luta pelo espaço da Mulher Jornalista e Escritora. Participou da Antologia “Grandes Escritores do Século XXI”; da Coletânea Literária e Internacional em Verso e Prosa – “Sem Fronteiras Pelo Mundo”… – Volumes 3, 4, 5, 6; da Coletânea Literária “A Arte de Ser Mulher” – Prosa Feminina; e da Antologia do Círculo Literário Clube Naval 2020; Participou da Antologia do Forte de Copacabana 2020;  participou da Feira Literária de Lisboa 2020 com seu livro solo de poesias “ Palavras de Mulher”; representada pela editora Sem Fronteiras pelo Mundo. Márcia ainda é colunista nas Revistas Mais Bonita, Poesia Revista, Planeta Noite, Mulher Elegante, Barra Legal, Caxias Legal, Sou Mais, Jornal Cidade da Barra

REDES SOCIAIS  DA AUTORA

: https://www.facebook.com/marciaschweizerpoetisa

http://marciaschweizerjornalista.blogspot.com/

Instagram: @marciaschweizer

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Dia Nacional do Livro Infantil: Leia com as crianças estas obras

Estimular a leitura desde a infância traz inúmeros benefícios para o desenvolvimento da criança. É nessa fase que elas mais absorvem informações e as historinhas têm sido ótimas aliadas para ajudar pais e filhos na hora de enfrentarem um novo ciclo na vida. Por isso é tão importante colocá-los em contato com obras lúdicas e bem ilustradas desde muito cedo.  E neste Dia Nacional do Livro Infantil, 18 de abril, separamos cinco livros lúdicos de escritores nacionais para ler e se divertir com as crianças. Entre as obras selecionadas está o lançamento do ator Lázaro Ramos que ajuda a garotada a desenvolver entre outras habilidades a autonomia. Manter-se familiarizados com a literatura é necessário e esses “amigos lúdicos” vão dar uma mãozinha. Confira!

Dia Nacional do Livro Infantil Lázaro ramos

O Pulo do Gato
Gusmão era um menino “querente”. Queria aprender o passinho de dança, queria tomar chuva sem hora pra acabar, queria acalmar a avó. Queria tudo e ao mesmo tempo – como toda criança.  Um dia, Gusmão teve um sonho, sonhou que era um coelho e que estava em um circo. Mas Gusmão, todo querente, não queria ser coelho, queria mesmo era ser mágico. No meio dessa aventura circense, o menino vai descobrir que o mais importante é não desistir do próprio do sonho.  O pulo do coelho é uma história sobre liberdade, autonomia e esperança – ideal para discutir com as crianças temas como: lidar com as frustrações (os fracassos e os sucessos); lidar com a liberdade; cuidar dos próprios brinquedos; cuidar da própria higiene. 

(Autor:  Lázaro Ramos | Editora: Carochinha | Link de venda aqui)

alessandra camargo

Semente em Versos
Pedidos, vontades e impasses tão comuns no início da primeira infância inspiram os cinco poemas que formam o segundo volume da série “Poesia para Criança”. Entre conscientizar sobre a responsabilidade de se ter um pet e a importância de cuidar do meio ambiente, os versos também apresentam e normalizam para o público infantil a vulnerabilidade dos adultos. O estímulo para a dedicação escolar e do desenvolvimento da espiritualidade são outros assuntos abordados ludicamente por Alessandra em meio as rimas. (Autora: Alessandra Camargo | Link de venda aqui)

Dia Nacional do Livro Infantil maíra lot micales samanta flôor

Careta pra chupeta!
Um ótimo livro para crianças que precisam largar a chupeta e para pais que querem auxiliar nessa jornada! Além de educativo e

ricamente ilustrado traz uma introdução sobre a importância do reflexo de sucção quando bebê e a decisão dos pais de oferecerem ou não a chupeta. Além disso, conta com regras para não banalizar o uso do objeto e dicas de higienização; as vantagens e desvantagens; qual idade é indicada para abandonar o hábito com o passo a passo e orientações para pais de crianças maiores de dois anos. 

(Autora: Maíra Lot Micales | Editora: Caminho Suave | Link de venda aqui)

isabel cintra

Corvo-Correio
Tolerância, igualdade, representatividade. A tríade forma a mensagem principal da obra da escritora Isabel Cintra, que ‘fala’ com crianças sobre racismo sem mencioná-lo. O livro conta a história do Corvo José, que por ser diferente foi impedido pela Coruja Mafalda de fazer parte do seleto grupo dos pombos-correio. Um enredo sensível e fácil de se identificar. Afinal, quem nunca desanimou diante das adversidades, ainda mais quando o pré-julgamento se apresenta, irredutível? (Autora: Isabel Cintra | Editora: Mazza | Link de venda aqui)

Dia Nacional do Livro Infantil leni zillioto

Pirulito RodaPé
É uma história para divertir e interagir, que traz magia para quem escuta e para quem lê. Tem história, tem joguinho, tem desenho pra pintar e folha em branco pra desenhar. Tem amor, tem carinho e muita gargalhada pra dar! Pirulito é doce, é palhaço, é brinquedo de papel. É uma historinha gostosa para aproveitar com os pequenos e trazer a eles o rico universo da literatura e a alegria própria do palhaço de circo. O enredo retrata um pouco de nossa trajetória como educadores e artistas e tem o poder de nos transformar-nos em pessoas melhores. Está traduzido para 5 idiomas: inglês, francês, italiano, espanhol e alemão.

(Autora: Leni Zilioto | Link de venda aqui)

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Dia Nacional do Livro Infantil. Foto: Divulgação

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A visão amorosa e inclusiva de Thamires Hauch

Carioca, 28 anos, terapeuta holística e protagonista do próprio discurso. Influenciadora digital que dosa profundidade e humor nas redes sociais, Thamires Hauch decide levar palavras de coragem também por meio da literatura. Publicado pela Editora Opala, Faça o amor ser fácil surge como resposta à necessidade das mulheres aprenderem a se relacionar melhor, consigo e com o outro.

“Pressupõe-se que nascemos sabendo amar, mas não é bem assim que funciona. O amor é um fato, o amar é o seu exercício e ele exige coragem”, pondera a autora. Assim, por meio de crônicas e aforismos, Thamires trata de dilemas cotidianos e temas que geram confusão e curiosidade no terreno da conquista.

Homens que somem sem explicação prévia, os famosos joguinhos nas relações e a vida que existe no pós-término são abordados com o objetivo de desenvolver o amor-próprio e a autovalorização, além de aumentar a compreensão sobre as dinâmicas nos relacionamentos. Leitura não só para mulheres, mas a todos que buscam se desenvolver e se encontrar nos assuntos do coração.

Vivemos em tempo de consumismo afetivo: a urgência, a impaciência, as intensas demandas, a comparação, a variedade, a facilidade. Tudo isso nos coloca em um eterno contraste das posições “poderosa” e “impotente”. Em um momento, pode se sentir poderosa por estar passeando pelo aplicativo de encontros e escolher quem quiser ou, ainda, rejeitar quem te escolheu. Em outro momento, ninguém te escolhe naquele dia ou quem te escolheu é completamente o oposto do que você gostaria. (Faça o amor ser fácil, p. 78)

O título da obra é reflexo e também reflete o potente trabalho de Thamires nas redes sociais. Faça o amor ser fácil nasce de uma publicação no Instagram curtida por mais de 50 mil pessoas, compartilhada por 20 mil e salva por mais de 15 mil. “É nos detalhes que o amor floresce. Quem muito tenta exercer controle, só mostra o desequilíbrio que ali reside”, pontua, entre as verdades que todos sabem, mas muitos custam a registrar.

Não à toa, são mais de um milhão de seguidoras nas redes sociais, 5 mil alunas em cursos – on-line e presenciais – e um mesmo objetivo: auxiliar mulheres em busca de força e coragem para se lembrarem de quem realmente são.  

FICHA TÉCNICA
Título: 
Faça o amor ser fácil
Autora: Thamires Hauch
Editora:
 Opala
ISBN: 978-65-9913-693-1
Páginas: 128 páginas
Formato: 11,8 x 17,5 cm
Preço: R$ 29,90
Links de pré-venda: Amazon | Livraria da Travessa | Martins Fontes Paulista  

Sobre a autora: Thamires Hauch, 28 anos, carioca, escritora, terapeuta e caminhante incansável no processo do autoconhecimento. Entre textos e vídeos compartilhados com mais de 1 milhão de pessoas em suas redes sociais, Thamires aborda temas como amor-próprio, relacionamento e empoderamento feminino — com humor, quando o assunto permite; com seriedade, sempre que necessário. Seu olhar é todo voltado para o reconhecimento do valor das mulheres em situações do cotidiano. Seus encontros presenciais reúnem centenas de mulheres em busca de força e coragem para se lembrarem de quem realmente são. Além dos encontros presenciais, Thamires também produz programas e cursos on-line voltados para o desenvolvimento pessoal de mulheres ao redor do mundo — já são mais de 5 mil alunas juntas nessa jornada.

Site da autora: https://www.thamireshauch.com
Instagram: @thamireshauch | Twitter: @thamireshauch

Site da editora: http://www.editoraopala.com.br
Instagram: @editoraopala
Facebook: Editora Opala

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A visão amorosa e inclusiva de Thamires Hauch
Foto: Divulgação/Opala

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Mulher, solteira e feliz – Obra de Gunda Windmüller é lançada

Primavera Editorial lança “Mulher, solteira e feliz”,

“Melhor eu já confessar. Estou com trinta e poucos anos.
Não sou casada. Não tenho filhos. Sou mulher, solteira e feliz.
Suspeito que neste momento muitos começam a duvidar. Pensam que a última
palavra não está correta? Mulher, solteira e feliz? À sua frente está a imagem de uma
mulher reivindicando, de um jeito desafiador, algo
que talvez ela possa sentir agora…”

A virada do século 19 para o 20 é considerada um marco de uma mudança significativa na linguagem do amor. De acordo com Gunda Windmüller, mestre em Literatura, esse é o momento histórico em que as mulheres começam a desempenhar um papel social no romance; entretanto, nos livros, elas aparecem como figuras trágicas, seduzidas e traídas como Anna Karenina e Madame Bovary, respectivamente, personagens dos escritores Liev Tolstói e Gustav Flaubert.

Em pleno século 21, o conceito do amor romântico permanece reduzindo as mulheres
a um parceiro, relegando às solteiras a condição de coitadas. Com base em estatísticas, digressões históricas e sociológicas, experiências pessoais e entrevistas
com mulheres em idades entre 30 e 60 anos, a jornalista e escritora Gunda desafia a
falsa noção de que somente um relacionamento amoroso confere sentido à vida
feminina. Autora de Mulher, solteira e feliz, ela estreia no Brasil com o lançamento da
obra pela Primavera Editorial. Em tempos de pandemia, o livro está disponível,
inicialmente, na versão digital.

A ideia de escrever o livro surgiu, segundo a autora, quando terminou um
relacionamento de anos e constatou que as pessoas próximas estavam realmente
preocupadas com o presente e futuro dela: casamento, filhos, solidão à noite. “Essas
preocupações me intrigaram, porque eu estava realmente feliz. Foi nesse momento
que percebi o quanto uma mulher solteira desperta pena, inclusive de outras
mulheres. Daí, decidi escrever um livro sobre isso!”, afirma. Sobre a verdadeira
investigação social que fez no processo de construção da obra, Gunda conta que se
deparou com uma série de mentiras que a sociedade conta sobre as mulheres.

Mulher, solteira e feliz
Gunda Windmüller, autora de “Mulher, solteira e feliz” . Foto: Divulgação

“A principal é que precisamos nos apressar, porque a vida está prestes a acabar – o que não é verdade. Nós vendemos essa ideia da beleza desaparecendo com a idade; a noção de que tudo se reduz à aparência. Conversei com tantas mulheres na casa dos trinta que sentem, realmente, que as suas vidas estão apenas começando”, afirma.

Dividido em três blocos – Do Amor, Sobre as Mulheres, e Rumo à Liberdade –, a obra
trás investigações sobre o relacionamento clássico; o que o amor fez com o feminino;
ego e a realidade do desejo masculino; o conceito de single shaming (vergonha de ser
solteira); envelhecer sozinha; o melhor de estar sozinha; e o único amor verdadeiro.
Em Mulher, Solteira e Feliz há uma crítica ao papel feminino na construção desse
comportamento em relação aos seus pares – e o quanto as mulheres podem fazer
para que haja uma mudança social que promova uma real transformação.

“Se queremos mudar a narrativa sobre as mulheres, precisamos começar a falar de forma diferente; há uma demanda por sermos mais gentis conosco e com nossas irmãs. Por sermos mulheres, sempre pensamos que devemos ser perfeitas e, quando vemos outras de nós se comportando de maneira ‘não tão perfeitas’, somos rápidas em apontar o dedo, em culpá-las. Esse não é o caminho a seguir”, declara.

Sobre a mensagem que gostaria de trazer para as mulheres solteiras brasileiras,
Gunda responde rapidamente: “Você é o suficiente! A sociedade fala continuamente
que fala, às mulheres solteiras, um parceiro, uma família perfeita, o corpo certo. Mas,
não precisamos de nada disso para sermos completas; somos o suficiente. Pratiquem
o amor a si mesmas; esse é o amor que definitivamente vai durar até o fim”, finaliza.

FICHA TÉCNICA
Título: Mulher, solteira e feliz
Autora: Gunda Windmüller
Categoria: Não ficção, desenvolvimento pessoal
Páginas: 272
Preço sugerido: R$ 29,90 (digital)
Como adquirir? Clique aqui (Primavera Editorial)

SOBRE A AUTORA
Doutora em Literatura, a escritora Gunda Windmüller nasceu em 1980, na Alemanha.
Como jornalista freelancer, colabora com publicações como Die Welt, ze.tt e Huffpost.
Colunas no Huffpost | https://www.huffpost.com/author/gunda-windmaller
Entrevistas recentes
FrauTV | https://www.youtube.com/watch?v=MFnJPxlCyW0
Deutschlandfunk Kultur | https://www.deutschlandfunkkultur.de/gunda-windmueller-weiblich-ledig-gluecklich-sucht-nicht.1270.de.html?dram:article_id=446376

Trechos do livro

Página 17 | “(…) O livro não será sobre como encontrar um homem. Neste livro não
há um manual sobre como uma mulher fisga um homem e, se parecer, me avise…
Vamos esclarecer isso. Este livro trata de histórias. Da minha, da sua, da nossa
história. Conversei com mulheres que me contaram suas histórias. Mulheres na casa
dos trinta, quarenta, cinquenta e mais. Histórias sem homens, histórias com homens.
Conversei com psicólogos e especialistas em sociologia. E estive em um setor que
utiliza o modelo descrito como modelo de negócios.

Com tudo isso, não quero enterrar o amor e declarar os homens como seres inúteis.
De jeito nenhum! Prefiro libertar o amor. Quem liberta o amor não sabe aonde a
história vai levar. Não sei como a minha história continua. Ainda assim, como outras
histórias que relato, ela continua. Não sei se não estarei casada daqui a um ano. E
mãe… Ou mãe. De qualquer forma, não importa. Não muda o fato de que minha
história não precisa de um príncipe para ter um final feliz. Não acredito na moral
desses contos de fadas. Acredito na vida e no poder das narrativas. E por isso
nenhum príncipe surgirá por um motivo muito simples: porque ele não precisa surgir.”

Página 32 |“(…) Solteiras não têm boa reputação, ainda não. Os tempos mudam, mas
mudam lentamente, muito lentamente. A psicóloga Astrid Schütz e seus colegas
conduziram um estudo sobre atitudes em relação a solteiros. Os solteiros não estão em conformidade com a norma, desviam-se dela e não são vistos pelo que têm, mas
pelo que não têm. Por aquilo que supostamente lhes falta.”

Páginas 61 e 62 |“(…) Para as mulheres, a sensação de serem livres no amor, de serem elas mesmas, de serem realmente alguma coisa é bastante nova. Tradicionalmente, tínhamos permissão para fazer muito pouco. Alguns exemplos: ocupar cargos públicos, votar, ganhar dinheiro, herdar – em sua maioria, essas realidades mudaram apenas nos últimos cem anos. O que mudou apenas nos últimos
cinquenta anos é que as mulheres podem manter seu nome após o casamento,
podem ter uma conta corrente própria, podem trabalhar sem a permissão do marido, e
que o estupro no casamento é crime. E mesmo se o relacionamento estivesse em pé de igualdade, as mulheres não tinham esse direito. As mulheres também não tinham direito à escolha, a se apaixonar. As mulheres eram casadas e, no altar, não apenas simbolicamente o poder sobre elas era transferido do pai ao marido, mas juridicamente. Ainda hoje casa-se assim, mas sem a transferência de domínio. Mas o rito permanece: o pai pousa a mão da filha sobre a do homem. As latinhas e os sapatos velhos pendurados no para-choque do carro quando um casal recém-casado parte para a lua de mel são símbolos da violência que cabe ao marido. Toda mulher carrega essa história de falta de liberdade em seu véu de noiva, um véu pelo qual muitas mulheres anseiam.”

Sobre a editora
A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes,
instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder
sobre suas escolhas. www.primaveraeditorial.com

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