Pacote de ferramentas gratuito para empreendedores da Nuvemshop

A Nuvemshop, plataforma de e-commerce líder na América Latina com mais de 80 mil lojas online, acaba de lançar um novo pacote de ferramentas gratuito para facilitar ainda mais o dia a dia dos empreendedores. O objetivo é garantir que os lojistas tenham à mão tudo o que precisam de forma simples e rápida para impulsionar e acelerar os seus negócios.

Entre as quatro soluções lançadas este mês, a principal delas é o gerador de QR Code, feita em parceria com a Resultados Digitais (RD Station), maior empresa do Brasil no desenvolvimento de software (SaaS) para automação de marketing e vendas. A partir de agora, os lojistas poderão criar códigos QR, de forma rápida, para exibir em campanhas de marketing, como a do Dia dos Namorados, ampliar a audiência do e-commerce com a divulgação do código em materiais impressos e vitrines e disponibilizar informações extras sobre a loja ou sobre o processo de produção utilizando-o nas etiquetas dos produtos. Essa aplicação desperta a curiosidade dos consumidores e proporciona maior engajamento com a marca. No gerador, basta selecionar o tipo de conteúdo do seu QR Code como, por exemplo, o endereço do website, uma nova conversa em aplicativos de mensagens ou, até mesmo, um texto personalizado para começar a transformar a experiência dos seus clientes.

Além dessa ferramenta desenvolvida em parceria com a Resultados Digitais, a Nuvemshop também inclui no pacote a integração direta com o rastreamento de encomendas dos Correios, que fornece a localização exata do pedido e permite que o usuário se planeje para receber a mercadoria. É possível adicionar o link da ferramenta no menu da sua loja virtual para oferecer aos clientes a facilidade de rastrear os pedidos direto do seu e-commerce. Os lojistas também passam a ter à disposição para integrar na sua loja a elaboração de texto completo e personalizado de uma política de privacidade, no Gerador de Política de Privacidade, adequada à Lei Geral de Proteção de Dados, norma federal com o objetivo de assegurar os direitos de privacidade dos usuários.

Outra ferramenta que compõe este pacote é o gerador de nomes para empresas. Essa tecnologia forma centenas de combinações de nomes para auxiliar quem está iniciando um novo negócio. Em segundos e de forma automática, numerosas sugestões baseadas nas informações dadas são apresentadas e cabe ao lojista escolher qual opção mais lhe agrada. A geração dos nomes é personalizada de acordo com o segmento do e-commerce, fazendo com que as sugestões sejam mais assertivas e alinhadas com a sua estratégia.

“Desenvolvemos esse pacote de ferramentas para otimizar a rotina dos empreendedores e possibilitar que eles tenham cada vez mais rentabilidade em seus negócios”, afirma Bruno Fernandes, Global Head of Growth da Nuvemshop. “O nosso objetivo é que qualquer pessoa que sonha em empreender tenha acesso de forma rápida e fácil à ferramentas que fazem a diferença no dia a dia. Por isso, também nos juntamos à Resultados Digitais para lançar o gerador de QR Code. Assim como nós, eles têm em seu DNA o conceito de impulsionar as PMEs no uso de tecnologias digitais para acelerar negócios.”

“Oferecer uma ferramenta que facilita o acesso das empresas a uma nova forma de compartilhar informação e conteúdo facilita muito a rotina dos líderes e profissionais. Temos certeza que juntos vamos conseguir fortalecer as campanhas de Marketing das pequenas e médias empresas”, destaca Thiago Rocha, Growth Manager da RD Station.

Para conhecer esse pacote de ferramentas gratuito, clique aqui ou acesse o link: https://www.nuvemshop.com.br/ferramentas

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Pacote de ferramentas gratuito para empreendedores
Foto de Mikhail Nilov no Pexels

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Jander solicita que a Educação busque recursos do novo FUNDEB

Após a aprovação da Lei do Novo FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) o Vereador Professor Jander Lira identificou que há novos recursos disponíveis para os cursos técnicos profissionalizantes, oferecidos pela tradicional Escola Alcina de São Caetano do Sul.

Jander fez uma indicação para que a Secretaria de Educação busque imediatamente esses recursos com o Ministério da Educação, para proporcionar aos alunos da escola mais recursos e equipamentos.

Ao apresentar essa indicação na sessão virtual desta semana, o vereador e professor Jander salientou que a EME Profª Alcina Dantas Feijão já tem uma tradição de mais de 50 anos na área dos cursos técnicos, mas precisa de muitos investimentos, já que não tem atualmente nenhum laboratório operacional.

“Estou muito preocupado quando voltarem às aulas presenciais, pois os alunos não terão como usar os laboratórios, já que os computadores dos laboratórios do Alcina estão todos sucateados”.

A Secretaria de Educação informa que não tem verbas para modernizar os laboratórios do curso técnico e as emendas ao orçamento municipal propostas nos últimos anos pelo Vereador Jander para aumentar os recursos nessa área foram sempre rejeitadas pela maioria da Casa Legislativa.

“Agora há recursos já que o decreto do FUNDEB admitiu o duplo cômputo de matrículas, aumentando o repasse ao município”, falou Jander na tribuna da Câmara dos Vereadores após o encaminhamento de sua indicação.

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Jander solicita que a Educação busque recursos do novo FUNDEB
Vereador Jander, em sessão da câmara. Foto: Divulgação

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Estoque de recursos no Tesouro Direto chega a R$ 62,7 bi

O estoque de recursos no Tesouro Direto cresceu 5,13% e encerrou o ano de 2020 em R$ 62,7 bilhões, segundo o Ministério da Economia informou nesta terça-feira (26). No ano passado, no entanto, a quantidade de operações caiu 17% em comparação a 2019. 

Ainda de acordo com o ministério, o número de investidores ativos, que são aqueles que estão com saldo em aplicações no programa, chegou a 1.443.685 pessoas, o que representa um aumento superior a 20% em relação ao ano anterior. O mês de dezembro, por exemplo, registrou o maior aumento mensal de investidores ativos da história, quando 67.389 pessoas passaram a aplicar no Tesouro. 

O balanço da pasta mostra que os títulos que os investidores mais demandaram em 2020 são aqueles indexados à taxa Selic, totalizando mais de 46% das vendas. 

Em parceria com Brasil 61

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Estoque de recursos no Tesouro Direto
Real-Moeda Nacional

Projetos receberão R$ 829 mi para continuar obras de saneamento

A previsão é de que os recursos beneficiem 236 ações em 204 municípios de 24 estados e o Distrito Federal, em obras de saneamento

Mais de R$ 829,8 milhões serão liberados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para que estados e municípios possam dar continuidade ao andamento das obras de saneamento básico por todo o País. Com a medida do governo federal, serão contempladas iniciativas de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e de saneamento integrado. A expectativa é melhorar as condições de vida de mais de 10 milhões de pessoas, segundo estimativa do MDR.

Outro ponto em destaque é a possibilidade dessa ação gerar e manter mais de 567 mil empregos. Além disso, esses recursos têm objetivo de beneficiar 236 projetos em 204 municípios do Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal.

Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, esses recursos “vão permitir a continuidade de centenas de obras, garantir melhores condições de vida e de higiene para uma parcela significativa da população”. Anteriormente, o ministro já havia afirmado que esse é um processo que começou em 2016 quando o Congresso Nacional reuniu diversas demandas relacionadas ao setor e percebeu que o poder público teria grandes dificuldades em realizar, dentro dos prazos, a universalização do saneamento pelo País.

obras de saneamento

Recursos para Obras de Saneamento

Do total a ser investido, R$ 478,6 milhões são provenientes de restos a pagar. Estes são despesas com compromisso de utilização no orçamento do ministério e que não foram pagas até 31 de dezembro de anos anteriores. Os outros R$ 351,2 milhões serão repassados a empreendimentos em andamento por meio de créditos suplementares aprovados pelo Congresso Nacional.
Uma medida como essa reforça a importância do saneamento para a população, pois é um fator fundamental para o desenvolvimento de um País assim como a melhoria na qualidade de vida. Os serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos levam, também, a uma melhor saúde pública, redução da mortalidade infantil, despoluição dos rios e preservação dos recursos hídricos de uma nação.

E quando se fala em obras e projetos, é preciso destacar a necessidade de estudos e investimentos ao longo dos anos, pois esse planejamento vai refletir lá na ponta, para a população, como explica Cláudia Lins, analista Técnica da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

“A qualidade desses serviços, quando bem prestados, influencia na prevenção de desastres como, por exemplo, alagamentos e inundações; além de contribuir para impedir que doenças de veiculação hídrica contaminem a população. Temos benefícios ambientais diretamente relacionados à serviços de saneamento básico. E claro, a água é fonte de vida, por isso é extremamente importante investir no esgotamento sanitário, para que a qualidade dos rios no Brasil melhore e possamos encontrar mananciais que sirvam de fonte de captação”, explicou a analista.

Este ano foram realizadas alterações na legislação sobre este assunto, com as atualizações aprovadas no marco legal do saneamento básico, como a atribuição da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico na competência para editar normas de referência sobre o serviço de saneamento; veda a prestação por contrato de programa dos serviços públicos de que trata o art. 175 da Constituição Federal; aprimora as condições estruturais do saneamento básico no País; estipula prazos para a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos e autoriza a União a participar de fundo com a finalidade exclusiva de financiar serviços técnicos especializados.

Entenda o que é Saneamento Básico

Saneamento é um conjunto de medidas com objetivo de preservar ou melhorar as condições do meio ambiente para prevenir doenças e promover a saúde, melhorar a qualidade de vida da população e facilitar a atividade econômica. No Brasil, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição e definido pela Lei 11.445/2007 como o conjunto dos serviços de infraestrutura e Instalações operacionais de abastecimento de água; esgotamento sanitário; limpeza urbana; drenagem urbana; e manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais.

Apesar do saneamento básico ser um conjunto de quatro serviços, quando se fala nele, a população brasileira está acostumada apenas ao conceito de serviços de acesso à água potável, à coleta e ao tratamento dos esgotos. Daí a importância dos investimentos no setor para a saúde do povo.

Em parceria com Brasil 61

Regulamentação do Fundeb aguarda votação no Congresso

Relatório apresentado nessa segunda (16) traz pontos discutidos em debates públicos e estudos em torno do tema; documento precisa ser votado ainda neste ano para que o Fundo, já aprovado, seja regulamentado

Em agosto deste ano, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) passou a ser permanente. Em vigor desde 2007, o Fundo seria extinto em dezembro deste ano, caso não houvesse movimentação em torno do tema. A votação no Congresso Nacional para aprovar a medida foi histórica e unânime, mas pontos importantes da nova emenda constitucional podem ficar de fora no ano que vem – isso se o relatório que regulamenta o Fundeb, apresentado nessa segunda-feira (16), não for apreciado e votado ainda neste ano.

O relator do PL 4372/2020, deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), entregou a primeira versão do texto a partir de estudos realizados pelo gabinete compartilhado dos parlamentares do Movimento Acredito. Rigoni acrescentou também ao relatório sugestões compartilhadas em pelo menos cinco debates públicos virtuais, realizados de agosto para cá – segundo ele, envolvendo 35 mil espectadores. 

“Os municípios e estados brasileiros vivem realidades econômicas muito diferentes. O Brasil é muito diverso e muito desigual e a pandemia tornou ainda mais urgente essa nova injeção de dinheiro de uma maneira muito específica”, avalia Rigoni.  

Entre os sete pontos destacados pelo relator do PL, estão itens que vão ajudar a diminuir a desigualdade, por meio da nova metodologia de distribuição geral de recursos Valor Aluno Ano Total (VAAT); promover mais desenvolvimento, injetando 50% dos recursos gerais na educação infantil; e dar mais transparência, padronizando a prestação de contas no sistema do Ministério da Educação (MEC).  “O principal ponto, e talvez um dos mais importantes do relatório, é que o Fundeb reduz ainda mais as desigualdades de financiamento da educação”, acredita o parlamentar. 

Regulamentação do Fundeb

O líder de Estratégia Política do Todos pela Educação, Lucas Hoogerbrugge, considera como “completo” o relatório preliminar apresentado pelo parlamentar. “Ele traz todos os elementos necessários para a operacionalização do Fundeb em 2021 e deixa alguns temas, que já eram consenso na Câmara dos Deputados, para regulamentar na atualização da lei no ano que vem. E esses temas já circunscrevem de forma muito específica, dizendo qual o direcionamento que eles devem tomar na atualização da lei, o que parece positivo para que o texto seja coerente com o que está sendo discutido”, pontua. 

Na opinião dele, uma das maiores polêmicas sobre o assunto – o conveniamento no ensino fundamental e médio – não entrou no texto preliminar, o que pode ser positivo para não travar a aprovação do projeto no Congresso Nacional. “Se isso continuar assim, não haverá muito problema na votação”, aposta. 

A matéria tem sido mantida em obstrução pelo Governo Federal – isso porque o relatório apresentado pelo deputado Felipe Rigoni não atende a expectativa da equipe de Jair Bolsonaro de estender o escopo de escolas privadas sem fins lucrativos aptas a receber recursos do fundo. O texto mantém a autorização apenas para a educação infantil, que engloba creche e pré-escola, e educação no campo e especial. Nesse campo, a novidade que Rigoni apresenta é com relação à educação profissional de ensino médio, com a possibilidade de recursos do Fundo serem direcionados para unidades privadas sem fins lucrativos que atuem nessa modalidade.

“Esses entraves estão sendo colocados mais pelo governo e por certos segmentos do setor privado, que querem uma garantia de destinação de recursos do Fundeb para a educação básica privada. Para mim, isso é muito complicado, porque você não pode tirar dinheiro das escolas públicas para as instituições privadas, ainda que elas se declarem filantrópicas. Afinal, a educação pública, gratuita e de qualidade tem de ser o maior compromisso do Estado”, decreta o pesquisador e doutor em psicologia educacional Afonso Galvão. 

“Retirar recursos para instituições privadas é um desserviço que pode prejudicar ainda mais a educação básica pública. A educação básica, num contexto geral, tem sido uma das sacrificadas da educação brasileira, mais até que os outros segmentos. É um ponto polêmico, mas acredito que não vai passar nesse relatório”, aposta Galvão.  

Um dos maiores riscos da não aprovação da regulamentação do Fundeb ainda neste ano, na avaliação de Lucas Hoogerbrugge, é a falta de recursos no setor para os municípios. “Caso a regulamentação do Fundo não seja aprovada muito em breve, corremos o risco de ter aproximadamente 1,5 mil municípios deixando de receber mais de R$ 3 bilhões no ano que vem”, alerta.  

“E isso em um ano que vai ser essencialmente crítico para a educação, já que envolve a retomada das aulas presenciais, no momento que for seguro e com o devido planejamento. Consequentemente, vai envolver mais recursos para resolver esse processo de forma articulada entre alunos, professores e famílias”, completa Hoogerbrugge.  

A expectativa é de que o relatório siga direto para o plenário da Câmara e, em seguida, para o do Senado, já que, por conta da pandemia, as comissões não estão em funcionamento. “Considerando que ainda há algumas etapas e é uma matéria extremamente importante para o País, seria interessante que a pauta na Câmara dos Deputados fosse desobstruída e a votação ocorresse o mais rápido possível”, defende Lucas. 

Recursos

O Fundeb é considerado, hoje, essencial para o ensino público no País, já que reforça o investimento no setor em estados, municípios e Distrito Federal. Com a aprovação da PEC, o Fundeb se torna permanente e traz entre as principais mudanças a ampliação da participação federal no Fundeb. O fundo é composto por contribuições dos estados, DF e municípios, além de uma contribuição da União sobre esses valores, que é de 10% hoje. Gradualmente, esse percentual vai subir, alcançando o teto de 23% em 2026 em diante. 

No entanto, 16 pontos precisam de regras específicas para que os governos estaduais movimentem o Fundo, sendo que dez deles só poderão funcionar no próximo ano com a aprovação da regulamentação no Congresso. A votação está prevista para ocorrer ainda em novembro. 

Fonte: Brasil 61

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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Serviços odontológicos do SUS recebem mais de R$ 128 milhões

Recursos são excepcionais e temporários por conta da pandemia da Covid-19 e visam a retomada segura dos atendimentos odontológicos

Os serviços odontológicos do Sistema Único de Saúde (SUS) vão receber R$ 128 milhões de reforço, destinados às Equipes de Saúde Bucal (eSB) e Centros Especializados Odontológicos. Segundo o Ministério da Saúde, a verba é excepcional e temporária por conta da pandemia da Covid-19.

Os investimentos fazem parte da estratégia da pasta para apoiar a manutenção e estruturação dos serviços de saúde bucal. O governo federal também vai disponibilizar um guia que reúne um conjunto de recomendações que vai apoiar as análises e ações a serem implementadas para retomada gradual dos atendimentos ampliados em odontologia.

Os gestores podem solicitar a adesão e assinar um termo de compromisso no sistema egestorab.saude.gov.br, conforme prazo de disponibilização e adesão, a ser divulgado pelo ministério. Em outro momento, serão publicadas as solicitações habilitadas, assim como os valores a serem transferidos para cada ente federativo.

Fonte: Brasil 61

Imersão discute captação e gestão de recursos para projetos

Cinco dias interativos e virtuais sobre inovação, ferramentas e tecnologias para mobilizar recursos para sua causa

Entre os dias 26 e 30 de outubro, a Rede Filantropia promoverá mais uma edição do evento CAPTA 2020 – Imersão Avançada em Captação de Recursos, que este ano será realizado, pela primeira vez, de forma 100% on-line e interativa!

“Este é um treinamento imprescindível para que projetos sociais de qualquer área ampliem horizontes sobre a melhor maneira de mobilizar parceiros, doadores e patrocinadores, além de conhecer um leque gigantesco de ferramentas para financiar suas ações e sua manutenção”, conta Thaís Iannarelli, diretora executiva da Rede Filantropia.

A imersão contará com 40 horas de aulas e oficinas on-line ao vivo e proporcionará muita interação e troca de experiência entre os participantes e os palestrantes.

O evento visa abrir horizontes no campo da captação de recursos; apresentar novas técnicas de financiamento de recursos para ONGs; auxiliar gestores e captadores a reconhecer e solucionar problemas de captação de recursos; trocar experiências com outros participantes para que, juntos, compartilhem soluções; e criar a cultura da captação de recursos profissionalizada e bem planejada.

Entre os temas a serem abordados estão: Terceiro Setor antes e depois da COVID-19, adaptação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), compliance aplicado à contabilidade e à captação de recursos, imunidade tributária, planejamento e adequação estatutária para a captação de recursos, engajamento de parceiros e apoiadores por meio de gatilhos emocionais, formas de remuneração do captador de recursos, como utilizar o Google Grants recurso para seu projeto social, entre outros. Além disso, serão realizados oficinas e debates.

AGENDA

Imersão Avançada em Captação e Gestão de Recursos (on-line)
Data: 26 a 30 de outubro, das 9h às 18h
Carga horária: 40 horas
Inscrição: https://www.filantropia.ong/capta  

Imprensa – Rede Filantropia
comunicacao@filantropia.org  

Mais que resíduos, recursos!

Um dos maiores problemas da humanidade é como agir em relação ao lixo. Lixo? Primeiramente, já começamos desmistificando esse termo horrível, do qual se subentende ‘sem serventia’.  Tudo que consumimos é considerado ‘resíduo’ e, mais que isso, Recurso; afinal, é um recurso natural extraído da natureza, que causa grandes impactos negativos à biodiversidade e aos próprios seres humanos e que pode ser utilizado novamente. Portanto, essa mudança de perspectiva é importante para tratarmos de forma mais adequada a questão.

Entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODSs – da ONU, que representam metas de todos os países para serem cumpridas até o ano de 2030, o 12º ODS ‘Consumo e produção sustentáveis’, define objetivos para governos, empresas, população e todos os outros setores da sociedade, como responsáveis e peças-chave para uma reflexão sobre o consumismo desenfreado que instiga a produção de novos bens: faz-se urgente o repensar sobre um novo modo de vida, menos capitalista, que privilegie o não consumo exagerado, o compartilhamento desses bens e retorno a um ciclo produtivo.

São os 5 Rs da Sustentabilidade que nos direcionam para um melhor entendimento e proposição de ações em relação aos resíduos, reduzindo a quantidade que é destinada a aterros sanitários (a maioria em seu limite de recebimento e tratamento de resíduos), um grande problema de saneamento básico do Brasil – os lixões a céu aberto:

– Repensar: 1º passo, relacionado às mudanças de mentalidade e comportamento, que direciona a um consumo mais consciente;

– Recusar: se eu repenso, automaticamente, recuso-me a comprar o que é desnecessário, o que a mídia me impõe como ‘receita de felicidade’;  

– Reduzir: se eu repenso e recuso, consequentemente, reduzo meu consumo;

As etapas acima são as mais importantes!

– Reaproveitar: se eu adquiri, posso reutilizar/reusar o produto, do jeito que comprei, por exemplo, potes de conserva de vidro, garrafas PET, entre tantos outros materiais, dando um novo significado, como produtos de artesanato com conceito sustentável, o que dá mais valor e abrange um público novo, cada vez mais preocupado com as questões socioambientais;

– Reciclar: a reciclagem, isto é, a transformação químico-física do produto inicial no mesmo ou em outro, pela indústria, seria a etapa menos importante. Porém, até quando não diminuirmos nosso consumo, ela deve ser incentivada e realizada pelos governos e empresas, como ‘solução’ para utilizarmos menos recursos naturais novos.  

Somos corresponsáveis, enquanto cidadãos com direitos e deveres, pela destinação correta desses recursos e, principalmente as empresas, que devem realizar a logística reversa (está prescrito em legislação esse compromisso, com penalidades às empresas caso comprovado descarte incorreto), ou seja, as embalagens devem retornar à empresa de origem ou outra, para que os resíduos voltem ao ciclo produtivo por meio da reciclagem.   

Podemos em casa, no trabalho e locais de estudo, separar nossos resíduos em 2 tipos, para facilitar o incentivo e ação efetiva: em orgânicos (restos de alimentos), para serem utilizados na compostagem (adubo para plantas, natural) e recicláveis (papel, metal, plástico e vidro). Tantos outros produtos podem ser reaproveitados, como materiais de construção e óleo de cozinha usado, reciclados, como pilhas, baterias, eletrônicos e descartados de forma adequada a não contaminarem o meio e pessoas, como medicamentos vencidos e materiais hospitalares utilizados em casa, como agulhas para tratar diabetes. 

Há cidades com coleta seletiva porta-a-porta, operação cata-bagulho, com ecopontos em que você leva seus resíduos, ‘ferros-velhos’ e catadores autônomos que sobrevivem desses materiais e os recolhem em sua porta também. Para materiais mais específicos, temos que pesquisar os locais que os recolhem e destinam corretamente.

Não há desculpas para não fazermos nossa parte! Reflita sobre suas reais necessidades, seu consumo e as formas de destinação que você pode colaborar, para um meio com mais qualidade de vida e bem-estar a todos.  

Carolina Estéfano

Caminhos Coletivos: educação e gestão socioambientais

https://www.facebook.com/caminhoscoletivos/
carolinaestefano@hotmail.com