Aumento de ciberataques à área de saúde na pandemia

A prática de extorsão – roubo de dados pessoais de pacientes e mesmo de clínicas e hospitais, com ameaça de vazamento caso não seja feito pagamento – está entre as mais comuns relacionadas com o aumento de ciberataques, alerta especialista.

O agravamento da pandemia de Covid-19 no Brasil é acompanhado por um aumento nos ciberataques contra instituições e profissionais da área de saúde. Diante desse cenário, uma empresa brasileira especializada em segurança na internet – a Apura – alerta: os cuidados precisam ser ainda mais rigorosos, incluindo a adoção de práticas de prevenção contra essas investidas. É um perigo real, que tende a se acentuar, adverte a organização.

Além de infringir um direito básico, o da privacidade de profissionais e pacientes, os ciberataques afetam diretamente os custos das empresas. De acordo com a mais recente edição (2020) do relatório anual do Ponemon Institute, da IBM Security, entre os segmentos de mercado é o de assistência médica que registra os maiores custos decorrentes das violações de dados em todo o mundo. Cada violação custou em média: US$ 7,13 milhões. A pesquisa envolveu 524 organizações e 3,2 mil entrevistados de 17 países e regiões (entre eles o Brasil).

Com mais de 25 anos de experiência em segurança em tecnologias da informação, o fundador e CEO da Apura, Sandro Suffert, observa que a sobrecarga de trabalho de médicos, consultórios, clínicas, hospitais e instituições afins deixa o setor ainda mais vulnerável à investida de cibercriminosos. O excesso de demanda e o foco prioritário na prevenção e combate à pandemia não podem, contudo, deixar em segundo plano a preocupação com a segurança de sistemas e bancos de dados.

De acordo com Suffert, as investidas do cibercriminosos visam, sobretudo, vantagens financeiras. É a extorsão pura e simples. A prática mais recorrente é a seguinte, explica o especialista: por meio de mensagens, de conteúdo falso, criminosos instalam um tipo de software, denominado ransomware, por meio do qual os dados da clínica ou hospital são bloqueados. São dados tanto da empresa como de pacientes – incluindo prontuários e outras informações particulares.

O ransomware faz a criptografia dos dados e, para a liberação, os cibercriminosos cobram das empresas médicas e profissionais o pagamento de resgate em criptomoedas, ou, até mesmo, depósito bancário. Caso o pagamento não seja feito, a ameaça é a de exposição dos dados e informações. Sem saída, com receio de que a ameaça seja cumprida e dados pessoais e sigilosos de seus pacientes ou clínicas venham a ser vazados, não raro as vítimas se veem obrigadas a ceder à pressão.

MERCADO ‘UNDERGROUND’

Na penúltima semana de abril, foi revelado que um mercado ‘underground’ de credenciais de acesso remoto a sistemas Windows, mais especificamente de Remote Desktop Protocol (RDP), teve as informações capturadas por pesquisadores de segurança. Mais de 1,3 milhões de credenciais estavam sendo negociadas no mercado, sendo a maioria pertencentes a Brasil, Índia e Estados Unidos e muitas de organizações da área da saúde. O acesso via RDP é uma das formas mais utilizadas por criminosos para obter acesso indevido a sistemas das empresas.

Além de contar com esse mercado ilegal de credenciais, Suffert destaca que os atacantes se aproveitam de sistemas mal configurados, com senhas fracas ou senhas padrão, sem múltiplo fator de autenticação, para penetrarem nas organizações, inclusive nas da área da saúde.

Outro problema que tem realçado a fragilidade da segurança cibernética nas organizações de saúde é a exposição pública de informações e sistemas na internet de forma acidental. Recentemente, um analista de segurança identificou uma falha em um servidor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que dava acesso a informações de gerenciamento de vacinas, dados de pesquisas e até informações de funcionários da fundação. O acesso a esse sistema poderia potencialmente até permitir o desligamento de freezers ou alteração de temperaturas, o que poderia colocar em risco o armazenamento de vacinas.

A Fiocruz consertou a falha antes que se tornasse de conhecimento público e alegou que o servidor servia apenas para testes e que todas as informações disponíveis eram fictícias e que nenhum sistema esteve efetivamente em risco.

Caso semelhante ocorreu em fevereiro deste ano, quando a configuração errada de uma página do Ministério da Saúde expôs os dados de pacientes e servidores do Sistema Único de Saúde (SUS).

Essas ocorrências vêm ressaltar a necessidade de um foco mais atento à segurança dos sistemas de todas as empresas, em especial as do ramo da saúde, nos quais um ataque pode ter consequências muito mais danosas do que simples vazamento de informações, ressalta Sandro Süffert.

WHATSAPP NA MIRA

Além desses ataques a bancos de informações e sistemas de dados de estabelecimentos de saúde, Sandro Suffert cita outro tipo recorrente de investida: o envio de mensagens (geralmente por WhatsApp) a médicos e outros profissionais de saúde, e mesmo a pacientes desses profissionais, com links falsos. Trata-se do chamado phishing, comumente empregado em ciberataques voltados a outras áreas também.

As mensagens têm conteúdo, linguagem e aparência que soam como reais, contudo, se configuram em armadilhas. O phishing é utilizado para “pescar” dados pessoais e confidenciais, como número e detalhes do cartão de crédito, senha, entre outras informações que abrem caminho para os criminosos realizarem suas fraudes.

Um exemplo desse golpe é de uma clínica odontológica do Paraná que teve seu WhatsApp invadido. Uma mensagem falsa foi enviada aos pacientes sobre o sorteio de um carro; para participar, eles teriam que responder via SMS com um ok, deixando seus aparelhos vulneráveis a ataques.

Veja a mensagem abaixo:

Aumento de ciberataques

DICAS DE PROTEÇÃO

Confira recomendações da Apura, especializada em segurança cibernética, voltadas principalmente à prevenção de ataques contra estabelecimentos e profissionais de saúde:

  • As empresas médicas devem manter sistemas operacionais com versões atualizadas e com as configurações adequadas. Para isso, é importante ter o suporte de especialista;
  • Elas devem, também, promover a cultura da cibersegurança entre a equipe de colaboradores. Isso inclui instruir os funcionários quanto à escolha, uso e atualização de senhas, bem como a desconfiar de e-mails ou mensagens que solicitem informações institucionais e pessoais. E, é claro, a não abrir anexos ou clicar em links suspeitos;
  • Tanto aos pacientes quanto aos colaboradores é imprescindível desconfiar de promoções, brindes, descontos e ofertas similares que soem muito vantajosas. Antes de clicar em links, é importante pesquisar sobre a empresa anunciante, ou mesmo averiguar se há alguma notícia de golpe relacionada ao fato;
  • Atenção aos aplicativos: para baixar qualquer aplicativo, opte por fazê-lo nos sites oficiais das empresas ou nas lojas de aplicativos do sistema operacional de seu smartphone;
  • Uma dica é utilizar soluções de segurança no celular, como as que detectam phishing em aplicativos de mensagens (como WhatsApp) e em redes sociais;
  • Em caso de ataque, registre um boletim de ocorrência, caso seja vítima de cibercrimes ou tenha recebido algum contato neste sentido. Polícias civis de vários estados contam com delegacias especializadas em crimes cibernéticos; em muitas delas é possível fazer a queixa on-line.

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Aumento de ciberataques à área de saúde na pandemia
Apura S/A. “Aumento de ciberataques”, por Sandro Suffert, da Apura S/A.

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Comportamento inadequado afasta jovens do mercado de trabalho

Os jovens, de 18 a 24 anos no mercado de trabalho, representam 31,4% dos desempregados 3º trimestre de 2020. É a maior taxa da série histórica com a atual metodologia, iniciada em 2012. A falta de experiência e de qualificação profissional pesam muito em uma contratação em tempos de crise, já que outros profissionais, mais experientes e qualificados, estão disponíveis e aceitam vagas que oferecem menores condições de salários e benefícios.

Porém, segundo especialistas de Recursos Humanos, questões comportamentais superam a falta de experiência e qualificação na hora de contratar jovens, tornando-se o maior impeditivo para que eles não consigam a tão sonhada vaga. Além disso, muitos não se mantêm empregados justamente porque suas atitudes os impedem de trilhar uma carreira.  Esse é um fato que se repete em todo o Brasil. Mas, que comportamentos são esses, que superam a falta de qualificação e de experiência na hora de uma contratação? E como podemos ajudar os jovens a superar essa deficiência no mercado de trabalho?

Recrutadores e empregadores listaram alguns comportamentos dos jovens que podem prejudicá-los no mundo corporativo. Nas entrevistas de emprego, eles são observados e, também, a forma como se apresentam nas redes sociais contribui para que garantam as vagas. Algumas atitudes que prejudicam uma contratação:

Falta de pontualidade – Chegar atrasado a uma entrevista é um erro que pode desqualificar imediatamente o candidato, porque demonstra falta de comprometimento.

Falar mal de pessoas e/ou situações anteriores – O jovem que, numa entrevista, tem a postura de julgar recrutadores de entrevistas anteriores ou empregadores anteriores, colocando exclusivamente nos outros a culpa por não conseguirem se manter empregados passam uma imagem ruim.

Mostrar impaciência – Demonstrar impaciência com atrasos ou perguntas que não se deseja responder pode indicar inflexibilidade.

Não interagir bem com grupos – Nas dinâmicas, desejar ser o centro das atenções ou não participar da dinâmica mostram situações opostas, mas que dizem muito sobre a personalidade do candidato. É preciso equilíbrio e coerência.

Usar apenas gírias e palavras de baixo calão – Jovens naturalmente se expressam com algumas gírias. Mas, utilizá-las sem limites indica vocabulário pobre e inadequado para o ambiente corporativo. Além disso, palavras de baixo calão não devem ser utilizadas em ambiente profissional.

Desvalorizar a oportunidade – Jovens que informam que participam da entrevista por pressão familiar ou apenas por estarem extremamente necessitados não interessam às empresas.

Comportamentos dos jovens nas redes sociais que influenciam negativamente na contratação:

Emitir, curtir ou compartilhar conteúdo violento ou preconceituoso – Quem produz ou apoia conteúdos violentos ou preconceituosos, em quaisquer âmbitos, está mostrando ao mundo quais são seus posicionamentos. Portanto, muitas empresas recusam-se a ter, em seus quadros de colaboradores, quem age de forma irresponsável no mundo virtual.

Posicionamento profissional irresponsável – Quem se vangloria por faltar no trabalho e emitir atestado falso, entre outras situações, está sujeito a mostrar ao mercado que não tem comportamento adequado para conseguir uma nova vaga de emprego.

Comportamentos adotados após empregado que fazem com que o jovem seja demitido:

Falta de pontualidade e faltas injustificadas – Demonstram, conforme citado, falta de comprometimento.

Dificuldade para trabalhar em grupo – Empresas são formadas por pessoas e é imprescindível que todos atuem em conjunto. Não se adaptar aos pares é um motivo para demissão.

Ignorar a hierarquia – Outro fator que motiva a dispensa dos jovens é que muitos deles têm dificuldade de entender e respeitar superiores. O tratamento com gestores deve ser profissional.

Desmotivação e desinteresse – O jovem que não demonstra interesse em aprender e foco em seu desenvolvimento profissional certamente não desperta nos gestores motivos para os manter no quadro de colaboradores.

Como ajudar os jovens a desenvolver habilidades comportamentais e competências?

Todas as pessoas precisam de desenvolvimento constante – e com os jovens não poderia ser diferente. Capacitá-los, de forma personalizada, é a melhor maneira de torná-los aptos ao mercado de trabalho.

Os jovens aprendem por exemplos e, também, por referências que os representam. Assim, de nada adianta utilizar linguagem inadequada com eles, com conteúdo corporativo criado para profissionais mais experientes. Se a ideia é ter eficiência, a capacitação deve ser totalmente pensada para o jovem, dentro de sua realidade.

Quando eu criei o Coaching Max, primeiro programa brasileiro de coaching para jovens, o fiz justamente porque sentia que os alunos de minha rede de ensino profissionalizante precisavam de um apoio para desenvolver habilidades comportamentais. Eu e minha equipe percebemos que nossos alunos nunca foram preparados para entender como a determinação, as metas e os objetivos, a resiliência, a empatia, as crenças limitantes, o compromisso, o comprometimento, a autoestima, o foco, o medo, a autorresponsabilidade e muitos outros sentimentos e virtudes poderiam ser trabalhados a favor de suas vidas pessoais e carreiras. Eles simplesmente ignoravam que havia, dentro deles, todas essas questões entremeadas.

Nós transformamos 100 temas em aulas de 30 minutos do Coaching Max, com vídeos e exercícios, às quais os alunos dos cursos regulares têm acesso minutos antes de seus cursos profissionalizantes, nas áreas de Profissional Administrativo Tecnológico; Games e Design; Analista de Suporte Técnico; Gestão Administrativa; Editor de Vídeos; Webdesigner; Marketing Digital; Programador Web; Youtuber; Gestão Comercial e Marketing; Secretariado; Gerente de Hotelaria e Turismo; Assistente de Refinaria e Mineração; Designer de Games; Gestão de Recursos Humanos; Kids (Mini Gênio); Informática Profissional Full; Atendente de Farmácia; Informática Profissional; Inglês Profissional, dentre outros.

Assim, em vez de apenas aprenderem a parte técnica dos cursos que adquiriam, os alunos também passaram a ter contato com conteúdo de desenvolvimento comportamental.

Muitos deles relataram, depois de algumas aulas, não entender por que havia uma inquietude que os fazia perder a paciência rapidamente, sem ponderar diante de uma situação estressante, por exemplo. Outros, ao contrário, disseram que, antes das aulas sobre determinação, objetivos e metas, sentiam um vazio enorme no peito, que os impedia de agir.

Confesso que o Coaching Max, desde sua criação, passou a ser a ‘menina dos meus olhos’. É a forma de eu ajudar os jovens a se desenvolver e, de alguma forma, levar a eles o apoio que eu mesmo não tive, naquela idade. Mas, essa é outra história, que um dia em vou contar aqui.

jovens do mercado de trabalho
Fábio Affonso, franqueador da MicroPro Desenvolvimento Profissional e Comportamental. Autor de “Comportamento inadequado afasta jovens do mercado de trabalho”. Foto: divulgação

Fábio Affonso é franqueador da MicroPro Desenvolvimento Profissional e Comportamental, uma rede com 35 escolas no estado de São Paulo. Apaixonado por ensino profissionalizante, ele idealizou o Coaching Max, primeiro programa de coaching para jovens, oferecido exclusivamente aos alunos da MicroPro como parte da estratégia de desenvolvimento comportamental da marca.

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Como controlar o que as crianças publicam nas redes sociais?

A exposição infantil nas redes sociais teve alta desde o início da pandemia a ponto de em março deste ano, um dos diretores do Facebook, Adam Mosseri, confirmar que a empresa estava estudando a possibilidade de uma versão do Instagram para crianças, como forma de controlar o que as crianças publicam.

“As crianças estão cada vez mais perguntando aos pais se podem usar aplicativos que os ajudem a manter o contato com os amigos. Uma versão do Instagram onde os pais têm controle, como tínhamos com o Messenger Kids, é algo que estamos explorando”, disse Mosseri na ocasião.

Em São Paulo, Gabriel Oliveira de 6 anos é cover mirim do cantor Vitão, e recria o estilo do cantor em fotos e vídeos nas redes sociais. A família revela que é preciso filtro sobre o que Gabriel assiste e que não força as gravações.

“A gente procura sempre ver antes dele. Nós assistimos, por exemplo, o clipe da música ‘Flores’ e vimos que tinha um clima mais sensual e achamos legal não mostrar o clipe. Depois ele acabou ouvindo a música na rádio e para ele a letra teve outro significado já que não vê maldade naquilo.”

No final de semana seguinte ao lançamento do clipe, Gabriel assistia TV quando viu a capa do single numa reportagem. Na capa, Vitão e Luísa Sonza estão abraçados e ele pediu para reproduzir ao lado da irmã. E assim fizeram.

A gente procura sempre ficar de olho e filtrar o que ele vê. O Vitão sabe que tem um público infantil, então ele sempre é coerente nas entrevistas quanto a isso e ficamos mais tranquilos.

Gabriela também relata que a família não força o pequeno a gravar os vídeos e que sempre o questionam se deseja reproduzir para lançar nas redes.

“Quando mostramos um clipe ou uma música para o Gabriel, esperamos o retorno dele. A gente deixa essa relação de conteúdo para que ele decida, mas antes passa pelo nosso filtro do que ele vai ver.”

A família conta que quando Vitão sofreu um ataque de haters nas redes sociais após o episódio envolvendo o início do relacionamento com Luísa, as redes de Gabriel também foram alvo de ofensas.

“Nós apagamos comentários e mensagens de ódio e escondemos do Gabriel para que ele não visse. Na época o Vitão deu uma sumida das redes e o Gabriel nos questionou e dissemos que ele estava triste e passando por um momento delicado.”

A família conta que ajuda na montagem do figurino para recriar os clipes e fotos do artista, também em forma de agradecimento ao cantor. Pois Gabriel sofria bullying na escola por ter cabelo comprido e era chamado de “menininha” até mesmo por adultos.

“A identificação com o Vitão foi libertadora para ele e o próprio cantor o incentiva deixando sempre comentários positivos nas publicações. Hoje o Gabriel não liga mais quando falam do cabelo e por isso apoiamos os vídeos e participamos da brincadeira”, conta a irmã.

Como controlar o que as crianças publicam nas redes sociais?
Gabriel Oliveira, cover mirim de Vitão. Foto: Divulgação.

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Liberdade de Imprensa no Brasil

O Brasil caiu 4 posições no Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa, publicado anualmente pela ONG Repórteres sem Fronteiras. O país aparece no 111º lugar na edição 2021 da lista, divulgada nesta 3ª feira (20.abr.2021)

Para o Dr Marcelo Válio “A liberdade de imprensa é o esqueleto para todo Estado Democrático de Direito. Essa liberdade é um direito fundamental do indivíduo e de seu povo de ser informado, tutelado, e participar da cidadania com consciência sobre a realidade pública. A liberdade de imprensa é uma prestação de serviço à sociedade, que pode ser informada e opinar a respeito. Todavia, essa liberdade deve ser exercida com extremo cuidado para que um ato lícito de liberdade se torne ilícito por seu abuso ou quebra de direito de personalidade.

Assim, o fato do Brasil cair 4 (quatro) posições no Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa, publicado anualmente pela ONG Repórteres sem Fronteiras é reflexo da censura implícita praticada por entes do Poder, utilizando-se, por exemplo da lei ditatorial de segurança nacional.

Liberdade de expressão e de imprensa são um meio democrático de um povo, e calar o povo ou não informá-lo ou informá-lo incorretamente é atentar ao próprio Estado Democrático de Direito, a soberania popular e a democracia representativa e participativa”.

Para saber mais sobre o assunto ou marcar entrevista com o porta-voz, estou à disposição. 

Sobre o professor pós doutor Marcelo Válio: graduado em 2001 PUC/SP, Marcelo Válio é especialista em direito constitucional pela ESDC, especialista em direito público pela EPD/SP, mestre em direito do trabalho pela PUC/SP, doutor em filosofia do direito pela UBA (Argentina), doutor em direito pela FADISP, pós doutor em direito pelo Universidade de Messina (Itália) e pós doutorando em direito pela Universidade de Salamanca (Espanha), e é referência nacional na área do direito dos vulneráveis (pessoas com deficiência, autistas, síndrome de down, doenças raras, burnout, idosos e doentes).

Liberdade de Imprensa no Brasil
Dr Marcelo Válio Divulgação

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Juliette, do ‘BBB21’, tem crescimento de mais de 14.000% nas redes sociais

“Big Brother Brasil 21” termina no início de maio pela TV Globo.

O vencedor do Big Brother Brasil 21 sóserá revelado na primeira semana de maio, porém Juliette, participante do reality, já conquistou, pelo menos, 21 milhões de seguidores em suas redes sociais.

Em levantamento realizado pela Decode, empresa de dados e client aquisition, mostra que a participante alcançou a 30ª posição no ranking de influenciadores por engajamento no instagram no Brasil e, 15 dias depois, conquistou a 15ª posição.

O crescimento de Juliette nas redes sociais equivale a 14.074% entre o início do programa, em 25 de janeiro, e o dia 15 de abril. Para efeito de comparação, ViihTube teve um aumento de 13% em quase três meses de programa.

Outras redes sociais

No TikTok, as hashtags envolvendo Juliette alcançaram a marca de bilhões de visualizações.

Além disso, a canção “Deus me Proteja”, de Chico César, teve um aumento de 2.724% nas buscas e entrou para o Top200 do Spotify na mesma semana. Já no Twitter, as menções à participante alcançaram a marca de 95 milhões de tweets.

Fique por dentro de tudo sobre o mundo do entretenimento e diversão, conheça Entre Séries.

 

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juliette bbb21
Divulgação

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PF combate comércio de cédulas falsas em rede social

Uma mulher foi presa em flagrante

A Polícia Federal prendeu em flagrante, na quinta-feira (19/11), uma mulher, de 21 anos, residente no município, pela aquisição de cédulas falsas de real oferecidas em uma rede social.

A ação ocorreu a partir de comunicação feita pela Coordenação de Segurança dos Correios, que suspeitou que uma encomenda enviada a Santa Cruz do Sul poderia conter dinheiro falso. De posse dessa informação, policiais federais passaram a acompanhar a movimentação da suspeita, que foi abordada momentos após retirar um envelope contendo mil reais em notas de cem reais falsas, nos Correios de Santa Cruz do Sul.

Ela foi conduzida à Polícia Federal em Santa Cruz do Sul, indiciada pelo crime de moeda falsa e encaminhada ao sistema penitenciário.

Anywhere office ganha espaço no mercado corporativo

Necessidade de operar de modo remoto, por conta da pandemia, leva empresas a antecipar cenário que estava previsto para cinco anos, em três meses

O isolamento social trouxe mudanças na rotina das pessoas. Na área profissional, por exemplo, muito se ouve falar sobre o home-office, mas para alguns o termo não é mais este. O Anywhere Office, já é uma realidade no país e está conquistando cada vez mais espaço no mercado corporativo.

“É possível disponibilizar toda a estrutura de trabalho e gestão de operações no notebook ou no smartphone, convergindo todos os canais de comunicação para um único aparelho. Por exemplo, posso atender o ramal da empresa de São Paulo, estando em isolamento em alguma cidade do interior, ou na praia, bem como participar de reuniões, enfim é possível acessar toda estrutura, desde que tenha conexão com a internet. Há quinze anos, já prevíamos esta tendência”, conta Paulo Chabbouh, CEO da L5 Networks, empresa desenvolvedora de soluções em nuvem para o mercado corporativo.

O termo cunhado pelo especialista faz referência a possibilidade de trabalhar em qualquer lugar, não precisando de um espaço físico definido, seja o escritório da empresa ou a casa. É fato que com o isolamento recomendado pela Organização Mundial da Saúde como protocolo para evitar a propagação da covid_19, os processos de digitalização ganharam mais espaço nas diferentes rotinas de trabalho. Apesar de não serem novidades, o uso de videoconferência, e-commerce, e até mesmo WhatsApp, estão superando barreiras culturais e conquistando mais espaço na rotina de trabalho.

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Para o empresário, as mudanças causadas pelo isolamento e o advento das inovações tecnológicas pelas empresas contribuíram também para uma conscientização de aproveitar o tempo. “Temos visto casos de pessoas que passaram a valorizar mais o contato com a família, buscar se dedicar a hobbies ou a fazer cursos que têm interesse, enquanto que antes parte do dia era gasto no transporte, no trânsito, enfim no deslocamento para o trabalho”, relata Chabbouh.

Nesse sentido, o Anywhere Office pode contribuir para melhor qualidade de vida, já que possibilita tanto ao colaborador quanto ao gestor, a não obrigatoriedade de morar nos grandes centros urbanos, em locais próximos da empresa, precisar usar carro, ônibus, metrô todo dia. Ele pode morar na praia, em alguma cidade do interior e desempenhar sua rotina de trabalho normalmente. “As empresas podem, por exemplo, contar com a praticidade da telefonia em nuvem, que pode ser acessada de qualquer lugar do mundo, através da internet, com qualidade, mantendo todas as funcionalidades de um PABX, incluindo callcenter completo. Os usuários de Office 365 da Microsoft ou o G-Suite da Google, por exemplo, podem concentrar tudo na plataforma: sistemas, arquivos, chats e ligações, facilitando o entendimento do que aconteceu dentro de cada projeto realizado”, informa Chabbouh.

Para o CEO, a possibilidade de operações e gestões remotas tem ajudado o setor corporativo a reduzir custos com aluguéis, transporte, estacionamento e serviços de copa.  “A pandemia obrigou muitas empresas a atuarem dessa forma para preservar a saúde dos colaboradores.  Algumas delas se adaptaram e anunciaram que pretendem operar assim, mesmo no pós-pandemia, outras irão estender o home office até o próximo ano”. Empresas como Google e Nubank, já manifestaram que não vão retomar os trabalhos presenciais neste ano. A pesquisa Tendências de Marketing e Tecnologia 2020: Humanidade Redefinida e Novos Negócios, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgada no início do isolamento social já apontava crescimento de 30% no trabalho remoto após a pandemia da covid-19. O estudo foi elaborado com base em 100 empresas.

Sobre a L5 Networks

A L5 Networks é uma empresa brasileira que investe no desenvolvimento de tecnologia. Em atividade desde 2005, entrega ao mercado soluções inovadoras que aliam alta tecnologia e redução de custos, a exemplo de soluções em telefonia IP, PABX em nuvem, CRM, terceirização de TI, Omnichannel e Private Cloud, dando suporte a empresas de qualquer segmento e porte. Atende marcas como Dr. Consulta, Cerveja Proibida e Copagaz. Mais informações no site: www.l5.com.br

Colaboração: Bruno Carvalho
Fotos: Divulgação/Andris Bovo

Governo de SP promove cursos gratuitos de ensino a distância sobre inclusão digital

Iniciativa da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência oferece conteúdos sobre digitação e redes sociais, entre outros temas

Com o objetivo de desmistificar o sentimento de medo e insegurança em acessar os recursos tecnológicos, garantindo maior autonomia e a inclusão da pessoa com deficiência, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) está realizando cursos de ensino a distância (EaD) sobre inclusão.

“Os cursos de inclusão digital, como quer o Governador João Doria, atendendo as pessoas com deficiência, tem como objetivo proporcionar maior inclusão e acessibilidade digital e tecnológica das pessoas com deficiência, principalmente neste período de pandemia”, ressaltou a secretária Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão.

As atividades são realizadas por assessores em inclusão do Centro de Tecnologia e Inovação e do Serviço de Reabilitação Lucy Montoro – Jardim Humaitá. Para esclarecimentos, o atendimento pode ser feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pelo e-mail faleconosco@cti.org.br ou por meio do aplicativo WhatsApp (11) 99841-6685/99690-3359.

Aprendizado

A aluna do curso EaD de Tecnologia Assistiva Aparecida Alves Lima, de 64 anos, aprendeu dicas de como manusear o celular, além de ressaltar a importância de realizar uma atividade que acrescentou novos conhecimentos durante a pandemia. “Nessa pandemia, a gente fica muito em casa. Então, o curso foi muito bom para preencher o meu tempo com coisas boas. Adorei conhecer pessoas, o professor é ótimo, além de aprender mais sobre o uso do meu celular”, disse.

As pessoas com deficiência interessadas, poderão se matricular nos seguintes cursos: Alfabetização Digital, Digitação, Redes Sociais e Tecnologia Assistiva voltada para pessoas com deficiência visual. As inscrições podem ser realizadas pela internet.