‘Peaky Blinders’ irá encerrar após a sexta temporada

Gravações dos episódios finais estão acontecendo no Reino Unido. Entre Séries

A Deadline informou hoje (18) que a sexta temporada de Peaky Blinders será a última da série britânica.

Criada pro Steven Knight, Peaky Blinders é baseada levemente em uma gangue homônima que vivey em Birmingham entre 1890 e o início do séculO XX. Cillian Murphy protagoniza a série.

Gravações

A sexta temporada de Peaky Blinders está sendo gravada no Reino Unido. A série está disponível pela Netflix.

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Nova variante do coronavírus encontrado em São Paulo

A nova variante do coronavírus, detectada na Inglaterra e em diversos países da Europa, é chamada B117 e foi identificada no Brasil nesta quinta-feira (31). A descoberta foi feita pelo laboratório DASA e a empresa já comunicou a descoberta ao Instituto Adolfo Lutz e à Vigilância Sanitária.

De acordo com os pesquisadores, o vírus da cepa B117 tem maior transmissibilidade mas ainda não há evidências de que ele possa ser mais letal. Essa nova cepa já está presente em mais de 50% dos novos casos de coronavírus no Reino Unido, de acordo com informações da Organização Mundial da Saúde.

Essa nova variante é neutralizada pelas vacinas que já estão sendo produzidas, mas pode passar despercebida em alguns exames de detecção. Isso porque ele não possui uma proteína chamada de proteína S, presente no antigo coronavírus, e alguns testes são baseados apenas na procura dessa proteína S.

O exame mais preciso RT-PCR detecta essa nova variante, sendo ainda o exame mais confiável para saber se a pessoa tem ou não o coronavírus.

Dessa forma, as recomendações para evitar a disseminação do vírus continuam: manter distanciamento social, evitar aglomerações e utilizar sempre a máscara em espaços públicos.

Com informações da Agência Brasil

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Nova variante do coronavírus

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Ibovespa em queda, mutação do coronavírus no Reino Unido e mais.

O Ibovespa opera em queda na abertura, descida acentuada de -2,79% aos 114.730 pontos. A semana começa com atenção às notícias sobre a mutação do coronavírus na Inglaterra. Portanto, pode impactar na recuperação da economia global, elevando as preocupações da eficiência das vacinas.

As bolsas europeias também operam em queda, refletindo a preocupação com o coronavírus. O Stoxx 600 estava com -2,78%, o FTSE MIB com -3,40% e o DAX com -3,00%, às 8h35 de Brasília.

Neste domingo, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson impôs um novo lockdown de nível 4, similar ao que ocorreu em março no país. Dessa forma, a política fez com que países vizinhos fechassem as fronteiras com o Reino Unido e a população suspendesse as viagens entre os países.

Ibovespa em queda, apesar de estímulo nos EUA

Ainda que o do Congresso dos EUA tenha chegado a um acordo para o pacote de estímulos (US$ 900 bilhões) destinado a fornecer ajuda à economia e às famílias afetadas pela pandemia, os papéis em Wall Street também trabalham em forte queda após as notícias no Reino Unido.

O dólar dispara mais de 2%, em uma forte alta contra o real na manhã de hoje, superando a marca de R$ 5,20 reais depois que o Reino Unido anunciou um novo lockdown em meio a uma nova mutação do coronavírus e o crescimento de casos no país. A moeda é negociada a R$ 5,10, às 10h19 de Brasília.

Contudo, os futuros ligados ao Dow Jones estavam a -1,88%, ao S&P 500 a -2,10% e ao Nasdaq a -1,32%, às 8h35. Mesmo com a aprovação do Congresso, os ativos refletem as notícias do coronavírus emergindo da Inglaterra.

Hoje, as ações da China fecharam em alta, com investidores comemorando um apoio monetário de Pequim de sustentação à economia prejudicada pelo Coronavírus. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,9%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,8%.

Segundo a agência de notícias Xinhua, na última sexta (18), os líderes chineses informaram que vão manter o apoio para a recuperação econômica, evitando uma mudança repentina para ajudar a manter o crescimento econômico dentro de uma faixa razoável em 2021.

Perto do horário de almoço, o índice IBOVESPA apresenta recuperação, porém ainda em queda, -1,49% e 116.266 pontos.

Ibovespa em queda

Reino Unido corre risco de novo lockdown

Covid-19 está chegando no maior índice desde maio

O Reino Unido deve reintroduzir algumas medidas de lockdown contra o coronavírus cedo ou tarde, afirmou um epidemiologista neste sábado (19), com novos casos da covid-19 chegando ao maior índice desde o começo de maio.

Neil Ferguson, professor de epidemiologia do Imperial College, de Londres, e ex-conselheiro do governo, afirmou à BBC que o país enfrentará uma “tempestade perfeita” de infecções, com as pessoas voltando ao trabalho e às escolas.

O primeiro-ministro Boris Johnson disse na sexta-feira (18) que ele não quer outro lockdown nacional, mas que novas restrições podem ser necessárias porque o país enfrentaria uma inevitável segunda onda da covid-19.

“Eu acho que algumas medidas adicionais devem ser necessárias, cedo ou tarde”, disse Ferguson.

Na sexta-feira (18), foi publicado que ministros estavam considerando um segundo lockdown nacional, com novos casos da covid-19 no maior índice em meses, internações hospitalares crescendo e taxas de infecção elevadas em partes do norte da Inglaterra e em Londres.

“Neste momento, estamos nos níveis de infecções que víamos neste país no final de fevereiro, e, se esperarmos mais duas ou quatro semanas, estaremos de volta aos níveis de meados de março, e isso irá – ou pode – causar mortes”, disse Ferguson.

Dados do governo, deste sábado (19), mostraram 4.422 novos casos, 100 a mais que na sexta-feira (18), e o maior total diário desde 8 de maio, com base em testes positivos.

A verdadeira taxa de infecção deve ser maior. A agência de estatísticas do Reino Unido disse na véspera que por volta de 6 mil pessoas por dia, apenas na Inglaterra, provavelmente pegaram a doença durante a semana de 10 de setembro, com base em testes aleatórios.

A primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, requisitou uma reunião com Johnson e os líderes de País de Gales e Irlanda do Norte, durante as próximas 48 horas, para tentar garantir medidas coordenadas entre as diferentes partes do Reino Unido.

O Reino Unido teve o maior índice de mortes da Europa por covid-19, com mais de 41 mil, segundo a contagem do governo.

O aumento de infecções ainda não levou a um crescimento similar em novas mortes – em parte porque os casos estão concentrados entre pessoas mais jovens -, mas as internações hospitalares estão começando a crescer.

Mais de 10 milhões de pessoas em partes do norte e da região central da Inglaterra já estão sob alguma forma de lockdown, como proibição de convidar amigos ou familiares para suas casas, ou visitar bares e restaurantes depois das 22h.

Fonte: Agência Brasil