Planos de voo

Lorena Pelais é autora de “Planos de voo”.

Pássaros são simplesmente lindos, livres, seres de beleza encantadora, impressionantes, hipnotiza quem os vê, armadilhas ao seu redor, esplendor prestes a ser trancafiado.

Caçadores por natureza, homens e predadores assustam, anseiam por liberdade de horizontes vespertinos coloridos.

Independência engaiolada, asas cortadas, nova morada é apresentada, casa, comida e “roupa lavada”, descabidas são as táticas exibidas para aprisionar soberana beleza

Manumissão é o lema dos pássaros com suas “obrigações” progressistas polinizar novos frutos, flores semear vida.

Alma determinada, confiança, alforria querem encaixotar toda liberdade.

Aurora redentor
Outrora apreensor

Restam-se lembranças das andanças.
Ascensão ao crepúsculo turvo iminente.

Noutrora, saudosistas são suas experiências cheias de encanto e magia, acompanhar o Sol, descansar assim que a Lua no horizonte surgia, enamorar-se as estrelas, aninhar-se ao infinito.

Chances perdidas, ciclo não cumprido, tivera seu plano de vôo comprometido, trilha interditada, sem prévio aviso, rascunhos e esboços perdidos.

Quefazeres tinham propósitos e desígnios, estranhamente abortados pelos destino.

Enclausurado estais com canto retido , calado, mudo, não responde a estímulos, vive empoleirado em um abrigo , capturado foste , sucumbido pelo egoísmo.

Lorena Pelais ॐ∞

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Foto de Lisa no Pexels

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Desvende-se

Lorena Pelais é autora de “Desvende-se”.

Não tem porque ou por que entender tudo de uma só vez.
Por mais que sempre queiramos saber os porquês de tudo e para que de fato queremos obter em um único momento tantas informações?!?

Saberíamos exatamente como usá-las devidamente?!? Conseguiríamos assim montar e solucionar nosso interminável quebra-cabeça pessoal?

Seríamos de fato, melhores conosco e para o outro?!?Temos sabedoria, empatia e bom senso para lidar com o todo em modo geral?!?

Quem garante que não nos envaideceríamos, esnobaríamos ou seríamos extremamente arrogantes num nível que nem mesmo nós seríamos capazes de suportar.

Sem garantias, sem respostas para muitas perguntas, é assim que é e devemos seguir, ao seu tempo “deciframos” uma nova verdade que dá todo sentido a uma das muitas questões que possuímos, embora a vida seja tão fugaz, apressar as descobertas não contribui tanto quanto exatamente ansiamos.

O dia após dia nos traz a maturidade necessária para fazer bom uso das dádivas, se bem que, sem generalizar idade e maturidade sejam aliadas plenas, porém se aplica bem no contexto em geral, o que seria da vida se não houvessem exceções.

O fundamental é, conhecer bem as “leis da vida”, estar abastecido de informações sólidas, devendar não seria um grande enigma, mas sim, um bom passo dado na “escada” evolutiva a nosso favor, em prol da experiência na Terra e em nosso aperfeiçoamento como ser.

Não importam todos os porquês e “para ques”, se não fizer bom uso, temos o conhecimento necessário no momento exato , a busca incessante amortecem valores primordiais , cega, sem garantias de chegada ao final do túnel.

Vagarosamente também é um bom caminho, as quedas são inevitáveis, porém temos maior tempo de cicatrização entre um tombo e outro, “cair” faz parte do processo , erguer-se dá oportunidade a uma nova etapa , uma nova versão aperfeiçoada com conhecimentos aprimorados.

A lebre corre e logo se cansa , a tartaruga em seus passos lentos é capaz de viajar o mundo e vive muito mais…

Nada contra viver intensamente, mas hoje em dia percebo que é tenso abraçar o mundo de uma única vez. Aos poucos , de pouco a pouco é possível se conhecer melhor, menos impulsiva, mais razoável diante dos próprios sentimentos, aumentando as chances de acertos, diminuindo os erros e assim caminhar com mais leveza, por mais que a bagagem aparente ser pesada e infinita a certeza dizimará todos os porquês sem espaço e tempo para as dúvidas que conturbavam o dia a dia.

Dia após dia, ouvirá o coro angelical invadir a mente e a alma enviando a sensação de “missão” realizada com êxito e pronto para a próxima fase com louvor.

“A pressa é inimiga da perfeição”, e de repente quando o coração se acalma tudo se encaixa esplendidamente, revelando o quão fácil sempre foi desde o início, era necessário somente, receber, aceitar, entregar e confiar.

“Para sempre , sempre acaba” assim é tudo que tem que ser, acontece “cedo demais” para uns e no tempo exato para outros de acordo com o nosso merecimento do uso da vida, as escolhas que fazemos, como agimos, todos os nossos aspectos pessoais são observados dos céus, onde nada é oculto, tornamos “ocultos” a nós mesmos pelo fato de ver o que somos e como somos , conheça a ti mesmo e conhecerás o universo e verás sua autotransformação.

No palco da Vida, Você desempenha muitos papéis seja o melhor que puder ser , acorda-te e verás olho a olho o mundo com clareza.
Lorena Pelais ॐ∞

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Hipocrisia

Acho que essa palavra tá na moda. Por onde passei Virtualmente, hipocrisia está no top 10, está em todo lugar. Hipocrisia associada a um julgamento feito e uma resposta dada.

Sei lá….Seria hipocrisia usar o verbo, com a força da palavra em si para justificar um conceito que tem sido fortemente utilizado?!?

A necessidade que as pessoas têm em se autoafiramarem constantemente não seria uma fábrica de novos hipócritas futuros?!? A banalização da palavra, se faz uma boa ação, mas no momento em que o outro discorda, surge um dedo indicador e grita: *- Hipócrita!!*

Estilo “querem controlar, mas são todos descontrolados” Somos todos falhos em demasia, muito, muito mesmo. Existem estratégias que funcionam na prática, outras preferem a teoria, em tese, como material didático é de fácil manuseio, quando vamos entender que pessoas são complexas?!?

Concordo, cada um com uma forma de pensar, por cada um ter classe social, moral, cultural, religiosa diferente, que as motiva e manteve até aqui. Mas quando uma pessoa se torna hipócrita por pensar diferente do que eu penso?!? Quando a sua verdade que não é a mesma que a minha se torna hipocrisia?!?Estaria eu sendo hipócrita agora, por observar que pessoas pensam diferente, interagem em meios diferentes e que são exatamente as nossas diferenças que nos tornam únicos e especiais.

Que por meio da suposta “hipocrisia” podemos compartilhar novos conhecimentos compreender novas e diferentes formas de pensar e ajustar para que se enquadrem a nossa realidade e as variáveis de nosso hábitat natural.

Seria “antologia” pensar assim e “analogar”, não para me justificar, mas sim deixar claro que somos livres para pensar de maneiras diferentes e agir de acordo com o que achamos mais conveniente e proprício conforme os ensinamentos aprendidos e alguns enraizados?!?

O agir, esse sim foi comprometido brutalmente com o passar do tempo e todas as novas informações, valores foram perdidos, pessoas esfriam-se na Fé, sem diretrizes de caminhar, sem exatamente certo ou extremamente errado , hipócrita seria falar que tudo é muito mais fácil de uma maneira complicada?!?  O “meio” uso das palavras, a separação do diálogo, o afastamento de pessoas por : raça, crenças, grau de escolaridade, bens materiais, entre outros , esses sim são problemas que antecedem a jornada de muitos a qual iniciou-se em navios negreiros e toda comercialização de pessoas como mercadorias de uso e desfruto de seus senhores.

Nascemos em uma sociedade marcada por muitas guerras, intolerância, escravidão, disseminação de ódio, discursos de dias melhores, mínimas foram as ações de esperança, digo, não houve praticamente nenhuma de quem rege o tal poder da nação, estamos sempre diante de seis ou meia dúzia.

O tempo que dedicamos pensando na solução mundial, esquecemos que nós crescemos mal resolvidos e levamos esta indignação até o sepulcro que se repete , se repete incansavelmente.

A ação mundial se inicia em dar atenção primária a nós mesmos, identificar os pontos que necessitamos aprimorar e explorar, lapidar o melhor que possuímos de berço.

Suponha que nascemos, “meta-meta” 50% bondade e 50% maldade, seria justo dizer que somos hipócritas ao não reconhecermos nossas imperfeições, dedicar-se a busca da perfeição Divina que “jamais” atingiremos.

Somos semelhança do Criador, ter a mesma “sagacidade”, clareza de pensamentos e relacioná-los a pessoas e atitudes cotidianas sem julgar, deduzir, especular ou supor criticamente, geralmente, são usadas palavras ofensivas ou maldosas seria um bom ato ou hipocrisia?

Somos hipócritas ao pensarmos em hipocrisia, porque na maioria das vezes nos falta humildade para ouvir, aceitar ou discordar respeitosamente, a partir do momento em que desconheço os aspectos que motivam e a linha de pensamento usada pra chegar até ali.Não são palavras que justificam maus atos, a atrocidade fala por si, por trás de um monstro, um dia houve um ser, o que seria da humanidade se pensássemos assim?!?

Sobretudo respeitar o próximo. Não temos como hábito respeitar a nós mesmos, excedemos e vamos além de nossos limites quase sempre , mas dificilmente dedicamos tempos para nós identificar como seres atuantes de uma sociedade.

Não identificamos de “cara” nossas falhas e somos falhos exatamente por isso, não ouvimos nossas indignações para tratá-las adequadamente, elevaríamos por assim dizer a bondade original destruindo de vez a matriz de fábrica, superando os 50% em busca dos 100% da bondade que podemos atingir.

Aqui chegamos cheias de resquícios, onde o objeto é reestruturar nossa condição e o primeiro passo, não para um sucesso promissor financeiro, mas sim para uma evolução espiritual necessária , quanto mais acertos tivermos, menos dúvidas teremos e ficaremos mais próximos da missão cumprida e despedida deste plano.

A Fé é o melhor combustível, in natura temos essa semente, basta que sejamos solos férteis para o cumprimento de todas as etapas do ciclo de vida, seja ela: mineral, vegetal, animal e hominal.

Como se estivéssemos armados, selecionamos as melhores pedras a serem lançadas, quando intimamente fomos alvos inúmeras vezes, sem motivos explícitos. Feridas foram abertas e jamais cicatrizadas, mas sempre há um bom comentário da vida alheia na agulha a ser feito.

Poderia dizer que nascemos todos hipócritas pela facilidade de nos deixarmos envolver com as belezas materiais, ignorando a verdadeira beleza que não vemos a olho nu, a *Beleza Espititual* , onde a hipocrisia se torna uma palavra vã, sem moral alguma diante do objetivo de ser e existir preenchendo o mesmo momento espaço tempo sem alterações dando lugar a toda bondade em sua magnitude, transbordaríamos alegria e contagiaríamos a todos por onde quer que passemos sem hipocrisia, assumindo o controle de si, sem julgamentos precoces de situação que desconhecemos ou das quais não temos todos os detalhes.

Mente aberta.
Nossa mente e bons pensamentos , nos conduzirá onde quer que originalmente fomos “programados” tenhamos leveza , empatia e gentileza, sem medo do que quer que sejamos julgados ou simplesmente observados, boas ações e tolerância nos afastam da hipocrisia que quer nos consumir para deixarmos de ser e existir.

Exista realmente, sem teatro, dissimulação e fingimentos.Seja temente a Deus sem “beatice”, permita que habite seu coração em essência, compreenda suas intenções sem sugestões de terceiros. Use e abuse da *Boa Fé* não dissemule verdadeiros sentimentos, para o hipócrita só existe a falsidade!

Lorena Pelais ॐ∞.

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Hipocrisia
Foto de Anete Lusina no Pexels

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Beleza Oculta

Lorena Pelais é a autora de “Beleza Oculta”, confira:

Não se trata de imagens visíveis a olho nu, relaciona-se a sentimentos vindos da alma.
Alegria e tristeza, do medo à superação, da angústia ao refrigério e por aí vai…

Incontável , imensurável, disponível a quem sente.
Empatia, compaixão compartilham parte das sensações que o outro pode sentir, nunca com a mesma intensidade, cada um tem seu jeito próprio e tempo certo para sentir, individualmente, os conceitos, sentimentos que habitam um ser jamais serão os mesmos do outro, possuem semelhanças e com imaginário deduzimos a sensação que o outro possa sentir.

O que fere a uns por tempo, pode durar segundos para o outro, que abstrai e reverte essa energia transformando em uma experiência “positiva” menos dolosa.
Tudo depende do ângulo, ponto de vista.

Relacionar a beleza aos momentos difíceis é a tarefa mais árdua, é justamente quando estamos totalmente envolvidos em algo de corpo e alma , onde tudo parece interminável e insolúvel.

Somos assim em nossa maioria, extremistas , imediatistas e um tanto dramáticos por assim dizer. Quando na verdade, tudo parece perdido , esquecemos que sempre surge uma inesperada luz.

“Quando uma porta se fecha, duas novas se abrirão!”
Momento em que o que aparenta ser impossível se torna possível repleto de novas possibilidades inimagináveis.

Fé, foco e determinação, quem te ampara , não te desampará.

“Não existe vitória sem luta, a luta nos eleva a glória”, não de vencer a guerra, mas sim de derrubar os gigantes que nos habitam, criados pela nossa própria mente, superando-os um a um.

Obter clareza dos fatos vivenciados, com lucidez, maturidade, sabedoria o que for mais conveniente e próximo ao seu ser no momento da experiência.

Não importam, todas as situações existentes te encaminham para algo maior e melhor imperceptível à razão momentânea , que foge nosso conhecimento imediato, mas que lá na frente, bem adiante reconheceremos que tudo era preciso e necessário.

Trabalhe a aceitação em sua vida atual, “tudo que não mata te fortalece”, poderás padecer por alguns intermináveis segundos , mas retomará às rédeas no segundo seguinte , pronta, renovada, revigorada para novos desafios mais à frente.

E, é mais ou menos assim que é..
A vida inicia e finda a cada adormecer na verdade já “nascemos mortos”, temos metas a cumprir até chegada da vida eterna no paraíso.

O céu é o limite e a prova final fazemos aqui!
Observemos o belo que há dentro e em cada um de nós, apreciar a beleza Oculta que carregamos esse é nosso grande e próprio mistério a ser descoberto.

Lorena Pelais ॐ∞.

beleza oculta
Foto de Anna Shvets no Pexels

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Bruma

Lorena Pelais é autora de “Bruma

Ela pregava “felizes para sempre”
Mas no fundo sabia que isso era coisa de menina
Sua mente reflexiva, transitava no passado, futuro e presente
Dormia e acordava
Sorria e chorava
Pensava e escrevia

Sua alma sempre ativa
A cada pulsação seu coração cansado sofria
Sonhava com possibilidades de uma vida que não tinha.

Sonhar não era o erro
Descobrir que viver não era assim tão perfeito
Como sua mente lhe dizia
Amar não era o plano
Liberdade não tinha preço
Da da saudade ao desespero

Desesperada, da saudade de um tempo que sua vivência desconhecia
Sentimentos que atualmente ela nem sabia que existiam

Como é possível??
Sentir saudade do desconhecido (abstrato, aparentemente dito)
Questionava-se, tentando compreender seus porquês.

bruma lorena pelais
Foto de Mati Mango no Pexels

Porque a vida parecia ser tão mágica, encantadora e envolvente, saudade de quando assim se sentia
Porque a vida parece uma “guerra fria”?
Combatente, guerreira sentiu-se em uma guerra que na verdade não existia.

Porque amar??
Buscava entender ao menos, o que verdadeiramente sentia.
Saudade do tempo que seu coração parecia gelado e ninguém nele havia.

Saudade e o tempo perfeitamente conectados
Sensações e a vida interligadas profundamente
Sentir-se perdida
Acreditava que o que sentia, era saudade de tudo aquilo que ela nem mesmo viveu, simplesmente desconhecia

E assim segue, vive em busca de descobrir verdadeiramente o que sente
Em meio tantos enigmas que sua mente abruptamente a conduzia 🛤️

🌻Lorena Pelais, ॐ∞

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A visão amorosa e inclusiva de Thamires Hauch

Carioca, 28 anos, terapeuta holística e protagonista do próprio discurso. Influenciadora digital que dosa profundidade e humor nas redes sociais, Thamires Hauch decide levar palavras de coragem também por meio da literatura. Publicado pela Editora Opala, Faça o amor ser fácil surge como resposta à necessidade das mulheres aprenderem a se relacionar melhor, consigo e com o outro.

“Pressupõe-se que nascemos sabendo amar, mas não é bem assim que funciona. O amor é um fato, o amar é o seu exercício e ele exige coragem”, pondera a autora. Assim, por meio de crônicas e aforismos, Thamires trata de dilemas cotidianos e temas que geram confusão e curiosidade no terreno da conquista.

Homens que somem sem explicação prévia, os famosos joguinhos nas relações e a vida que existe no pós-término são abordados com o objetivo de desenvolver o amor-próprio e a autovalorização, além de aumentar a compreensão sobre as dinâmicas nos relacionamentos. Leitura não só para mulheres, mas a todos que buscam se desenvolver e se encontrar nos assuntos do coração.

Vivemos em tempo de consumismo afetivo: a urgência, a impaciência, as intensas demandas, a comparação, a variedade, a facilidade. Tudo isso nos coloca em um eterno contraste das posições “poderosa” e “impotente”. Em um momento, pode se sentir poderosa por estar passeando pelo aplicativo de encontros e escolher quem quiser ou, ainda, rejeitar quem te escolheu. Em outro momento, ninguém te escolhe naquele dia ou quem te escolheu é completamente o oposto do que você gostaria. (Faça o amor ser fácil, p. 78)

O título da obra é reflexo e também reflete o potente trabalho de Thamires nas redes sociais. Faça o amor ser fácil nasce de uma publicação no Instagram curtida por mais de 50 mil pessoas, compartilhada por 20 mil e salva por mais de 15 mil. “É nos detalhes que o amor floresce. Quem muito tenta exercer controle, só mostra o desequilíbrio que ali reside”, pontua, entre as verdades que todos sabem, mas muitos custam a registrar.

Não à toa, são mais de um milhão de seguidoras nas redes sociais, 5 mil alunas em cursos – on-line e presenciais – e um mesmo objetivo: auxiliar mulheres em busca de força e coragem para se lembrarem de quem realmente são.  

FICHA TÉCNICA
Título: 
Faça o amor ser fácil
Autora: Thamires Hauch
Editora:
 Opala
ISBN: 978-65-9913-693-1
Páginas: 128 páginas
Formato: 11,8 x 17,5 cm
Preço: R$ 29,90
Links de pré-venda: Amazon | Livraria da Travessa | Martins Fontes Paulista  

Sobre a autora: Thamires Hauch, 28 anos, carioca, escritora, terapeuta e caminhante incansável no processo do autoconhecimento. Entre textos e vídeos compartilhados com mais de 1 milhão de pessoas em suas redes sociais, Thamires aborda temas como amor-próprio, relacionamento e empoderamento feminino — com humor, quando o assunto permite; com seriedade, sempre que necessário. Seu olhar é todo voltado para o reconhecimento do valor das mulheres em situações do cotidiano. Seus encontros presenciais reúnem centenas de mulheres em busca de força e coragem para se lembrarem de quem realmente são. Além dos encontros presenciais, Thamires também produz programas e cursos on-line voltados para o desenvolvimento pessoal de mulheres ao redor do mundo — já são mais de 5 mil alunas juntas nessa jornada.

Site da autora: https://www.thamireshauch.com
Instagram: @thamireshauch | Twitter: @thamireshauch

Site da editora: http://www.editoraopala.com.br
Instagram: @editoraopala
Facebook: Editora Opala

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A visão amorosa e inclusiva de Thamires Hauch
Foto: Divulgação/Opala

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Escritor Julio Ribeiro lança dois romances durante a pandemia

O isolamento trouxe à tona questões existenciais, escolhas e amores, temas para o escritor Julio Ribeiro

A literatura sempre esteve presente na vida do escritor Julio Ribeiro. Tanto que em 2020, durante a pandemia, lançou dois romances, que se misturam e se completam, passeando por vários lugares diferentes, mas que tratam de questões existenciais, escolhas e amores.

“Cabeça, Corpo e Alma”, encanta pelos seus cenários e contrastes humanos do mundo, seja nas andanças pela África, na primavera florida de Amsterdã, na pulsante Nova Iorque, ou navegando pelas águas do Rio Amazonas, entre outros lugares. A história trata de conflitos, medos, esperanças e sonhos. A trama envolvente narra, em terceira pessoa, as vivências paralelas de dois homens, Oscar e Henri, cada qual com as suas escolhas, divertimentos e arrependimentos. Até que uma enfermidade os torna protagonistas de uma mesma experiência médica, expondo as fragilidades e as emoções das pessoas.

Na novela ” Um chimarrão com o Diabo”, narrado na primeira pessoa e passado em um cenário local, o autor levanta perguntas como: quem manda em nossas vidas? O que pensamos? O que não podemos? Como lidar com quaisquer possibilidades, ou com suas ausências? Com profundidade emocional levanta essas perguntas e algumas possibilidades de respostas que podem surpreender.A sábia lição que o livro ensina é antiga – nem por isso menos perigosa: a associação com o mal nunca acaba bem. Tudo tem um alto preço: o abuso do poder e da ganância sempre somam-se em um desfecho fatal.

Entrevista:

Julio, fale-nos um pouco sobre o livro “Cabeça, Corpo e Alma”, como ele foi concebido? Ficamos sabendo que ele é fruto também de uma pesquisa pessoal, certo?

Julio Ribeiro: O livro ” Cabeça, Corpo e Alma” começou a nascer em 2018, aí mesmo no Rio, quando eu estava participando de um evento literário na Casa França Brasil. Depois, de volta ao Rio Grande do Sul, segui pesquisando. Eu sabia que algo bom e interessante estava brotando, li muito sobre medicina, sobre lugares e deixei que a trama me conduzisse como um rio caudaloso. E foi, justamente nesse momento, que decidi ir para o Amazonas sorver o que fosse possível da experiência dos meus personagens. Sei que é clichê falar assim, mas foi a cereja do bolo. O que eu ouço e leio das pessoas que me dão um feedback é maravilhoso, por isso estou muito feliz com o resultado final.

E quanto ao “Um Chimarrão com o Diabo”? Tem uma “pegada” mais regionalista, certo?

Julio Ribeiro: O livro ” Um Chimarrão com o Diabo” é muito diferente de tudo que eu já tinha feito. Acho que escrever em primeira pessoa é muito difícil, mas ele fluiu com uma naturalidade espantosa, escrevi o livro em noventa dias. Na verdade os amigos me cobravam que os meus livros falavam de coisas de Rio e São Paulo, ou mesmo do mundo, mas pouco sobre os gaúchos, estão resolvi fazer uma narrativa local, cenários, história, narrados em primeira pessoa pelo Pedro, que vai desfiando o novelo de sua vida, ” no dizer de Saramago”, onde o simples e singelo se metamorfoseiam em uma trama densa, emocionante e muito rica. Acredito que o ambiente da pandemia, de isolamento e perdas, influenciou as reflexões sobre a experiência de existir.

Sobre o autor:

Nascido em 1967, em Santiago/RS,  e residindo em Canoas/RS com a família, Julio Ribeiro é graduado em Sociologia e pós graduado em Filosofia, e trabalha como Professor e Diretor de uma escola pública em Nova Santa Rita. Sua primeira participação foi em ‘1ª Antologia Poética’ (1987), depois organizou o livro ‘Semeando Letras Colhendo Sonhos’, com poemas e contos dos estudantes da rede pública (2005), e em 2016 publicou ‘Da Caverna ao Shopping, Os Labirintos da vida’, com 18 contos.

Seu primeiro romance foi ‘Escolhas do Amor e do Tempo’, lançado na 63ª Feira do Livro de Porto Alegre (2017) e no Salão Internacional do Livro no RJ (2018), com grande aceitação do público em todo o país.

‘Cabeça Corpo e Alma’ ficou pronto em 2019, mas o lançamento ocorreu em 2020, em São Paulo, um mês antes de ‘O Chimarrão com o Diabo’ ficar pronto.

Serviço:

01. Cabeça, Corpo e Alma, Editora Lendari, 1ª edição, São Paulo, 2020, 160p, ISBN 978-65-88762-02-8. Literatura fantástica, Romance fantástico, Literatura brasileira. Disponível na Amazon e no Google Play.

02. O Chimarrão com o Diabo, 1ª edição, Editora Alcance, Porto Alegre, 2020, 160p, ISBN 978-65-86910-20-9. Literatura Rio-Grandense, Romance Rio-Grandense. Disponível nas livrarias online: Amazon, Kobo, Americanas, Mercado Livre, Mercado Shops.
Os livros podem ser encontrados nas versões impressa e ebook, pela Amazon e outras plataformas (acima) ou pelo e-mail escritorjulioribeiro@gmail.com
Instagram: @julio.ribeiro.7543
Confira em LITERATURA – Portal ArteCult.com
Em : artecult.com/julio-ribeiro-lanca-dois-romances-emocionantes-que-se-misturam-e-se-completam

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Escritor Julio Ribeiro lança dois romances durante a pandemia
O escritor Julio Ribeiro. Foto: Divulgação

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Amor…

Amor… é uma troca de interesse egoísta?!?

É cada coisa que aparece.
Saber que vivemos em um mundo caótico, que temos nossas próprias dificuldades internas e o mundo nos “entuba” uma série de desventuras

Eu te pergunto, porquê e pra que questionar o Amor?!?

Descabido?!?
Não sei.
Dúvida é uma opção humana natural
Mas associar o amor ao egoísmo e troca de interesse, sinceramente acho que é um tanto demais.

Um sentimento sublime, excelsa da natureza e sua criação.

1 Coríntios 13. Paulo fala da excelência da caridade — A caridade, um amor puro, excede e supera quase todas as outras coisas. … 3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria.

amor
Photo by Orlando Allo on Pexels.com

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Noto que não só porque não o sentimos verdadeiramente, creio que não somos capazes de julgar.

Julgo por mim mesma, jurava ter amado alguém, até o nascimento das minhas crias, e olha que fui avisada que quando os filhos nascem sentimos algo crescer no peito de forma inexplicável, não considerava possível, as retas finais das gestações são variadas e incômodas , verdade seja dita, o processo é legal e tal, tem o lance da curiosidade de conhecer quem te habita mas sentimentos inexplicáveis, como seria isso?!?

Eu pensava medo, é provável, sou inexperiente e tal, novidade, mudanças, alterações de rotinas, choro, alimentação, putz só via os contras.

Óbvio, eu desconhecia o momento da chegada, o choro é sinal de vida e saúde, alimentação ato de amor natural, sem sacrifício, “incômodo” por ser algo novo, parece ser desconfortável, não dura tanto, logo passa a ser prazeroso, gratificante e lindo, momento de intimidade plena e início de laços finitos.

Questionar o amor entre pessoas é realmente necessário?!?

Não vejo serventia alguma….
Quantas vezes sentimos uma imensa vontade de sorrir feitos bocós, que somos invadido por uma alegria sem fundamento, que nos sentimentos felizes tudo junto e misturado ao mesmo tempo.

Uauuuuu, isso não seria Amor?!?
Ver beleza na simplicidade, ser invadida por bons sentimentos, receber e ofertar sorrisos espontâneos, se alegrar em ver a alegria alheia, ter a bondade correndo em suas entranhas inundando a mente e vivenciando momentos de paz.

Isso é Amor?!?
Crer no inesperado
Sentir o impalpável
Não encontrar palavras, figuras, nada para decifrar o quanto tão bem se sente, ainda sim não seria amor.

Inefável é o Amor, egoísta pode ser, por ser imensurável suas formas e ausência de explicações para singelos atos que transformam o ser e a experiência humana dia após dia .

Ame involuntariamente, compulsivamente, descontroladamente, sinta os extremos, se jogue de corpo e alma, amor próprio, amor ao próximo, ame simplesmente por amar, pelo bem que o amor te faz sentir-se com você mesma.

Ou se preferir uma experiência sem solo, “Nunca Ame Ninguém!”

Lorena Pelais ❤️ ॐ∞

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ABC com VC episódio 01; Estamos no ar!

O programa ABC com VC, episódio 01, está disponível na internet, em nosso site e em vários players de músicas e podcasts. Confira nossa página oficial no Anchor: https://anchor.fm/jornal-grande-abc

Conheça todos nossos canais (Whatsapp, Telegram, Facebook, Buscador): https://jornalgrandeabc.com/inicio/nossas-redes-sociais/

ABC com VC episódio 01

Conheça nossa parceria com o site Lista de Vagas. Visite e confira mais vagas verificadas e reais.

Destaques do programa de hoje:

Prorrogação da cobrança do ISS, IPTU e demais impostos municipais em Santo André

Plano econômico em SP: Medidas beneficiam bares, restaurantes, academias, salões de beleza e produção de eventos; comércios que faturam até R$ 30 mil mensais têm prioridade…

Regra da Receita reduz tributação no SIMPLES: Afinal, uma boa notícia para o contribuinte! A Receita Federal publicou uma solução de consulta que diminui a base de cálculo do SIMPLES NACIONAL …

Novo sistema de incidência do ISS: Em breve!

Saiba quem foi a revolucionária Mary Kenner: Mary Beatrice Davidson Kenner foi a responsável pelo desenvolvimento do absorvente feminino, porém a discriminação racial impediu que sua invenção fosse levada a sério por 30 anos…

Romances, artigo de Lorena Pelais: Usado muito por jovens, quem nunca ouviu a seguinte frase:“- Um lance é um lance e não um romance!”Hahaha, do nada me surgiu essa frase na mente, pensei bem ….

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Romances

Lorena Pelais é autora de “Romances”

Usado muito por jovens, quem nunca ouviu a seguinte frase:
“- Um lance é um lance e não um romance!”
Hahaha, do nada me surgiu essa frase na mente, pensei bem ….
Revirei minhas lembranças e constatei: por mais “dura” que uma pessoa aparente ser, em seu íntimo existe o desejo de amar, se apaixonar verdadeiramente por alguém.

Essas experiências afetivas são excelentes, no início são belas como uma linda rosa , mas contêm espinhos que podem perfurar a alma.

Por que o amor é tão bom, mas sempre nos faz chorar?!?

Sentimentos….
O coração é um órgão vital, mas ele tem suas tramas e põe a mente em segundo plano em fração de segundos.

close up of couple holding hands
Romances … foto de Pixabay, no Pexels.com

Como é bom se render a um sentimento que te embala de alegria e prazer levando o êxtase por dias e noites, uma sensação interminável que te envolve levando sua mente a lugares desconhecidos por alguns segundos ….

Putz, aí está o grande lance, geralmente a ausência de palavras é bem comuns, o desejo berra desesperadamente e palavras se tornam apenas um detalhe como outro qualquer.

Muitas vezes nada fica claro, não se sabe se é um lance ou se trata de um romance, mas pra que pensar nisso? Afinal o coração está 100% ativo e a mente momentaneamente de férias por assim dizer, definir é apenas um título , ou quem sabe estabelecer regras na maioria das vezes é melhor serem desconhecidas devido experiências anteriores, apreciar os momentos de intensidade faz muito mais sentindo do que “preocupar-se” com detalhes, que seja bom enquanto dure.

O que muitas vezes não levamos em consideração é que um lance pode virar um romance e o romance avançar para relações duradouras sem aviso prévio nenhum e mantido na mesma falta de diálogo inicial, o tempo passa, a companhia é boa, os momentos divididos são bem interessantes e afinal compromissos são planejáveis.

Não que de fato seja bem assim que aconteça, mas de uma maneira ou de outra este suposto início é um início dentro de muitos outros com enredos similares.

Mas o que ninguém assume para si mesmo a imensa vontade e o “inalcançável” desejo de ter alguém, soa como uma besteira ou uma bobagem, pensamento voltado a mulheres pela natureza romântica que nos é “entubada” por meio de conto de fadas, história que nos antecedem e por aí vai…

O lance é que tanto homens como mulheres têm o mesmo pensamento em relação a sentimentos, uns interiorizam outros exteriorizam para ambos os sexos.

man and woman staring at each other
Romances … foto de cottonbro, no Pexels.com

Àquela sensação de início é tão cativante e envolvente que logo pensamos, será ótimo passar o resto da minha vida ao lado desta pessoa, imagine todos os nossos dia assim ….
Parece um sonho!!!

Sonho meu, sonho seu, uma grande ilusão, o que não sabemos é que em algum momento a cabeça volta à ação e o coração sai de férias sem explicação é justamente quando nos deparamos com os defeitos, os maus hábitos e somos inundados por uma suposta “frustração” ou com o pensamento de “onde amarrei minha cabra”, “onde eu estava com a cabeça que não vi isso!!” entre outros questionamentos que surgem ao avançar do tempo de convivência.

Ninguém se apresenta com uma carta de recomendação, registrado sua última experiência, suas tendências, seus costumes, sua cultura e crenças, não se trata de uma entrevista de emprego, é sobre duas pessoas que enfatizaram suas afinidades, preferências e “amaram” o tempo que estiveram juntos falando sobre assuntos aleatório, sem fundamento muitas vezes que se permitiram trocar uma ideia e que de repente surgiu uma faísca capaz de causar um grande incêndio.

“O gramado do vizinho sempre é mais bonito” , todas as relações quando vista de fora são muito mais atraentes do que verdadeiramente se apresentam no interior de uma casa com as portas fechadas.
Uma bela fachada pode ser construída, bons recursos implantados, alta tecnologia, reparos que aumentem o bem estar, autoestima , fisicamente a última geração de todos os recursos disponíveis dentro do alcance financeiro, um esteriótipo perfeito, “harmonia”, beleza, fotos de comercial de margarina, pessoas felizes, problemas só os matemáticos.

Aí que está a desilusão humana….
A nossa fragilidade de reconhecer, assumir e identificar nossos próprios sentimentos podem se confundir com quem está ao seu lado, já pensou nisso? Estilo ” eu me agarrava a ela por que eu não tinha mais ninguém!!”

Às vezes, rola uma transferência de sentimento, uma preocupação excessiva, porque afinal queremos bem quem está ao nosso lado como companheiro (a), queremos o bem de nossos amigos e familiares, automaticamente queremos o melhor para quem está conosco dia a dia, assim como nosso bem pessoal, engraçado como “bem pessoal” soa como uma vontade de querer estar bem, mas que pode ser “visto” como “bem material” aguçando um sentimento de posse involuntário e é justamente nesse momento que perdemos as rédeas de toda a situação e surgem as pequenas desavenças infundadas e intermináveis sem motivos aparentes para um, mas fundamentado o bastante na mente do outro que o faz.

Não que seja necessário um acordo para iniciar uma relação, não que haja perguntas estratégicas como se fosse necessário e impressindivel traçar o perfil psicológico a cada encontro, não que seja um talk show com perguntas e respostas rápidas , seria tudo muito mecanizado.

Romances
Romances … Foto de Flora Westbrook, no Pexels.com

Mas que as relações fossem mais estreitas e que pudéssemos estar com 50% do coração e da mente juntas em todo o tempo, para não sermos emotivos demais nem racionais excessivos ou de menos, que tenhamos a balança entre a razão e a emoção , com empatia, lucidez, compaixão e paciência, um tônico perfeito para lidar com nós mesmos e com o nosso par nas atitudes mais bizarras sem que saísse do ponto zero ao extremo instantemente e irredutíveis fora da escala e com ouvidos bem abertos para ouvir o outro e a nós mesmos e assim ponderar o todo da situação.

Em todas as relações estamos pré dispostos a ter bons e maus momentos, quando se trata de relações afetivas como: um lance, um romance, namoro ou casamento os dois últimos titulados são regados de anseios, perspectivas, planos e uma dose estupenda de intolerância onde nos tornamos irracionais complicando as coisas mais simples, aprisionando a mente a padrões que muitas vezes não encaixam-se a nós, cada casal, são dois seres distintos que dividem um mesmo “espaço comum”, nem sempre, mas com objetivos pessoais diferentes, não é porque são um casal que devem ser apenas um ser, seremos sempre dois seres com características bem diferentes que precisamos nos entender para compreender a necessidade do outro e assim vivermos o meu, o nosso “felizes para sempre” de acordo com as nossas “regras”, a nossa maneira, com todo amor, respeito e carinho que possa haver neste ou em qualquer outra parte do mundo.

Não ser somente uma bela foto de comercial de margarina, mas viver os belos momentos juntos conhecendo as qualidades e defeitos amando-as como um todo e para sempre.

Amor ….
Condicional ou incondicional
Podemos dividi-lo em inúmeras doses generosas e compartilhá-lo por todo o universo ao invés de trancá-lo e torná-lo restrito a quem supostamente merece, quanto mais doamos, mais recebemos e podem vir de fontes jamais esperada.

Bons sentimentos que sejam imortais na alma e na mente, um encontro perfeito da razão com a emoção, entrelaçadas pelo Amor que sentem um pelo outro, mas sem palavras e ações para assumir, amenizando a possível dor do desencontro interno que nos causam repentinamente devastando nosso ser deixando feridas que nem sempre o tempo ou um novo Amor é capaz de curar.

Um lance, um romance quando avança não foi tolice, foi porque tinha que ser, simples assim!!

Não cobre, não julgue, não condene, não mude, adapte-se para uma excelente convivência, busque qualidade ao invés de críticas, empenhe-se nos bons feitos, permita enxergar o melhor, descarte o que não presta e não guarde ódio nem rancor , não levam a nada.

Romances
Romances … foto de Jackson David, no Pexels.com

Dance conforme a música, dance na chuva , viva bem pra você, por você, os riscos são altos, os bons sentimentos são os que verdadeiramente fazem a diferença, capaz de mudar tudo que te cerca , envolver, contagiar, irradiar a todas as relações da “formiguinha ao gigante”.

Tenha um coração bom e uma mente aberta!!
Lorena Pelais, ॐ∞

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