Comerciantes do Riacho Grande se unem pela própria sobrevivência

Comerciantes do setor de bares, restaurantes e motéis do Riacho Grande, subdistrito de São Bernardo, estão unidos em prol da própria sobrevivência. O grupo está mobilizado e quer sensibilizar os governantes sobre a difícil situação pela qual estão passando e alertar que se as medidas não forem tomadas, vão falir! Eles alegam que querem apenas trabalhar, adotando todos os protocolos de saúde e segurança, para tentar recuperar os seus estabelecimentos.

O setor foi duramente afetado pelos impactos provocados pela crise em função da pandemia. Além de terem ficado fechados por longo tempo, os que permanecem no mercado ainda estão em fase restritiva de funcionamento e alertam que lhes restam pouco tempo de vida, caso a situação persista. Sem faturamento, os empresários não conseguem manter os custos com aluguel, impostos e funcionários.    

Os estabelecimentos, que estão dentro da área de jurisdição do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC), representam a luta e o alerta que vêm sendo defendidos pelo sindicato patronal. “Já lançamos a campanha Não Somos os Culpados, Queremos Trabalhar para levar ao conhecimento de toda a sociedade a situação desse setor e que também impacta a vida de outras pessoas e famílias, pois se trata de um segmento importante na economia, gera emprego e renda. Não é possível que não seremos ouvidos”, ressalta o presidente do Sehal, Beto Moreira.

Outro fato que dobra a agonia dos empresários locais é o fato de o distrito ser ponto turístico.  Por conta da situação, muitas atrações tiveram que ser fechadas, o que diminuiu o movimento e circulação de pessoas, já que pela tradição, após as visitas, os turistas encerravam o passeio com almoço ou lanche no centro do Riacho.  “Essa ausência de turistas, tanto das cidades vizinhas, quanto de outras localidades e ainda os que estão de passagem, também afeta os motéis, que sentiram o movimento despencar com a crise”, acrescenta Beto.

Por isso, os empresários, a maioria de pequeno porte, tem se reunido frequentemente para buscar saídas. Já fizeram uma carreata até o Paço Municipal de São Bernardo do Campo e agora planejam um novo movimento, previsto para 15 de abril, desta vez incluindo também um panelaço.

Expectativa x realidade – Sandra Lopes, dona do Melos Café e Bistrot, restaurante que fica em um dos principais pontos de passagem no Riacho, na Estrada do Rio Acima, conta que já demitiu quatro funcionários. Antes, eram seis. “Estamos com muitas dificuldades, operando com 5% da capacidade, quase pagando para trabalhar, e sem condições de arcar com todo o orçamento. Temos que reabrir para voltar a trabalhar”, sugere.

Comerciantes do Riacho Grande se unem pela própria sobrevivência
Comerciantes do Riacho Grande: Sandra Lopes. Foto: Davi Bonfim

A empresária, tradicional comerciante de outro ramo de atividade, abriu o estabelecimento em agosto do ano passado, ainda na pandemia. “Tivemos a coragem de investir em um local onde conhecemos, já temos tradição, e na época acreditávamos que a situação iria mudar. Na verdade, fomos enganados com dados camuflados, pois a crise nunca melhorou. Precisamos de ajuda porque não dá para aguentar mais um mês”, revela.

Na atual fase vermelha do Plano São Paulo, medida do Governo do Estado lançada para evitar a propagação do novo coronavírus, voltou a permissão para o take away (retirada no local), sistema que representa o mínimo em vendas no seu estabelecimento, e também o delivery, modalidade em que ela não tinha normalmente. “Tanto um formato quanto o outro não é suficiente”, desabafa.

Quem também revela estar vivendo um pesadelo é Cassia Nascimento, dona do bar Carne e Cachaça, no centro do distrito. Ela e o marido, Fábio Reche, têm na atividade, a principal fonte de renda. “O nosso foco é o horário noturno, antes com música ao vivo e shows, atrações e tipo de atendimento que dependem dos clientes presencialmente. Mas, as pessoas não saem de casa e as vendas por retirada ou delivery são poucas. Na verdade, são amigos e clientes fiéis que estão nos ajudando. Não temos faturamento, já estamos trazendo dinheiro de casa, retirando o pouco que resta da poupança para nos mantermos abertos”, afirma.

Cássia e Fábio tocam o negócio sozinhos. “Tivemos que demitir os únicos dois funcionários”. O jeito foi fazer um malabarismo com as finanças e reorganizar o estoque de mercadorias no ponto comercial, que também é alugado. Segundo Cássia, o bar, que tem expertise em variedade de bebidas nacionais e importadas, agora trabalha com o mínimo em quantidade. “Nossos freezers estão quase vazios porque não temos condições de comprar. Quanto mais compramos aumenta nosso poder de negociação com o fornecedor. Só que não é isso que estamos conseguindo”, lamenta.

Comerciantes do Riacho Grande: Cássia Nascimento. Foto: Davi Bonfim.

Para Cássia, a maior angústia é não ver uma luz no fim do túnel. “Estamos desesperados. Temos uma família e não temos de onde tirar nosso sustento e seguimos empurrando com a barriga sem saber o que ainda vai acontecer. A culpa não é nossa”, afirmou. De acordo com a empresária, a fiscalização, que é frequente nos estabelecimentos locais, deveria ser mais intensa nas proximidades onde atuam os clandestinos. “Somos prejudicados por uns poucos, enquanto nós que trabalhamos corretamente somos impedidos de trabalhar”.

O Sehal segue na luta para ajudar o setor a se reerguer, fornece todas as informações necessárias para os empresários neste momento de dificuldade e de dúvidas sobre como proceder diante de tantas imposições e restrições para o funcionamento dos seus estabelecimentos. Como representante legal da categoria, cobra ações efetivas do poder público. E ainda coloca seu departamento jurídico, formado por profissionais especializados, à disposição dos seus associados.

Inclusive, protocolou ofício na Prefeitura de São Bernardo e no Consórcio Intermunicipal (reúne as sete prefeituras) reivindicando a abertura de bares e restaurantes no horário do almoço, entre 12h e 16h para atendimento, e mais uma hora, até 17h, para a organização, serviços de limpeza e encerramento das atividades. “Ainda estamos aguardando a resposta das prefeituras e esperamos contar com a sensibilidade dos representantes públicos”, finaliza Beto Moreira.

 Sobre o Sehal

Fundado em 12 de julho de 1943, o sindicato é uma entidade sem fins lucrativos e tem como objetivo apoiar os empresários reciclando conhecimento em várias áreas. Representa cerca de oito mil estabelecimentos na Região do Grande ABC. Fornece apoio com profissionais renomados nas áreas jurídicas, sanitária, organizacional, parceria com escolas e faculdades, além de lutar pela simplificação da burocracia nos âmbitos municipal, estadual e federal com redução dos impostos e ainda contribuir para a qualificação dos empresários e trabalhadores.

Oferece ainda cursos gratuitos ou com condições especiais para associados e ministrados por professores altamente qualificados, em salas de aula equipadas com datashow, cozinha completa com utensílios e insumos para as aulas práticas. É também considerado um dos sindicatos patronais mais atuantes do Brasil em razão das diversas conquistas e expansão no número de associados.

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Comerciantes do Riacho Grande se unem pela própria sobrevivência
Comerciantes do Riacho Grande: Comércios fechados. Foto: Davi Bonfim

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Sehal e Aethal agora vendem bebidas alcoólicas em bares e restaurantes

A reivindicação do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) e da Aethal (a associação que representa o setor na Região) foi acatada pela Justiça, que até o momento autorizou a venda de bebidas alcoólicas nos bares e restaurantes das cidades de Santo André e São Bernardo do Campo, pelos sistemas delivery e drive-thru. O sindicato patronal espera que a medida também seja concedida nas demais cidades da Região, aguardando as decisões dos juízes das outras comarcas. Conforme decreto municipal, estava proibida a comercialização durante o feriado prolongado, de 27 de março a 4 de abril, para conter o avanço da covid-19.

Sehal e Aethal agora vendem bebidas alcoólicas em bares e restaurantes

A medida liminar foi concedida nesta terça-feira, 30 de março, após o Sehal e Aethal, que também tem abrangência estadual, entrarem com Mandado de Segurança Coletivo contra a restrição imposta para a venda de bebidas alcoólicas nas cidades do Grande ABC.

As ações foram assinadas pelos advogados da entidade Dra Denize Tonelotto e Dr. João Manoel Pinto Neto que abordaram a inconstitucionalidade da proibição de venda de bebidas, sob o argumento de que os decretos extrapolaram as leis estaduais e federais que permitem a venda de bebidas alcoólicas. Além disso, alegaram que não há qualquer justificativa científica que ampare a proibição.

“Como representantes legais da categoria, o Sehal e Aethal conseguiram a liminar que beneficia os estabelecimentos. Os bares e restaurantes estão autorizados a vender pelos sistemas drive-tru e delivery. Entendo e reconheço a boa intenção dos prefeitos municipais, mas o decreto não é razoável e impõe mais sacrifício a um setor que já está sendo gravemente afetado pela crise”, explica Beto Moreira, presidente do Sehal e da Aethal.

Sobre o Sehal e Aethal

Fundado em 12 de julho de 1943, o sindicato é uma entidade sem fins lucrativos e tem como objetivo apoiar os empresários reciclando conhecimento em várias áreas. Representa cerca de oito mil estabelecimentos na Região do Grande ABC. Fornece apoio com profissionais renomados nas áreas jurídicas, sanitária, organizacional, parceria com escolas e faculdades, além de lutar pela simplificação da burocracia nos âmbitos municipal, estadual e federal com redução dos impostos e ainda contribuir para a qualificação dos empresários e trabalhadores.

Oferece ainda cursos gratuitos ou com condições especiais para associados e ministrados por professores altamente qualificados, em salas de aula equipadas com datashow, cozinha completa com utensílios e insumos para as aulas práticas. É também considerado um dos sindicatos patronais mais atuantes do Brasil em razão das diversas conquistas e expansão no número de associados.

Aethal –Foi criada em dezembro de 2017 como braço social do Sehal. Nasceu com a finalidade de ampliar a base de atuação do sindicato patronal, que é restrita a bares, restaurantes, hotéis, motéis e similares. Sendo assim, a Associação abrange outros setores como empresas de turismo e eventos. Também amplia a base territorial alcançando todas as cidades do Grande ABC e do Estado de São Paulo. O objetivo da Aethal é defender a categoria politicamente, já que essa representação não é permitida pelo estatuto do Sehal, embora também seja uma instituição apartidária. Outras missões da Aethal são divulgar o Grande ABC no plano turístico, mostrar aos consumidores as atratividades locais, em especial a variedade gastronômica, bem como a importância de se consumir localmente. Além disso, despertar o interesse do turista para as diversas rotas gastronômicas e de cultura e lazer.

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Campanha Queremos Trabalhar tem adesão de motoboys

O Sehal intensificou a campanha Queremos Trabalhar, em benefício do setor de hospedagem e alimentação no Grande ABC. Agora também ganhou a adesão dos motoboys que estão circulando com cartazes colados nos veículos.

A ação percorre as ruas da região em carro de som, adesiva os estabelecimentos dos principais centros comerciais.

Campanha Queremos Trabalhar tem adesão de motoboys

A campanha teve início em fevereiro contra o fechamento dos estabelecimentos sob a alegação de que fechar não é a solução para o problema do avanço da pandemia.

O movimento ganhou o apoio dos sindicatos Sintshogastro e Sindehot-SBC

Até agora já foram fixados mais de mil cartazes e o objetivo é ganhar maior visibilidade com a adesão dos motoboys.

Nesta sexta-feira (5), às 17h, um grupo de motoboys vai realizar um protesto em frente à igreja matriz de São Bernardo, no Centro.

O movimento foi combinado, via whatsapp, entre cerca de 250 motociclistas.

Eles temem pela paralisação do delivery, aumento de imposto sobre a gasolina e fechamento dos restaurantes e bares, medidas que impactam diretamente com o trabalho deles.

“Não somos os culpados, estão nos confundindo, não promovemos aglomeração. Ao contrário, trabalhamos com responsabilidade e, desde sempre, esse setor cumpriu normas, inclusive da Vigilância Sanitária.

E com a pandemia ainda mais, pois criamos protocolos reforçados de higiene e manipulação em parceria com a Betel”, explica Beto Moreira, presidente do Sehal.

Os bares, restaurantes e buffets permaneceram fechados por mais de 10 meses e amargaram grande prejuízo, muitos ficaram pelo caminho, outros tentam se reerguer.

“A queda do faturamento é brutal e o sistema de delivery foi a saída encontrada para aqueles que continuaram operando” disse.

“Agora na fase vermelha, a mortalidade dos bares e restaurantes tende a aumentar”, reforça Beto.

Na base do Sehal no Grande ABC cerca de 30% dos estabelecimentos encerraram as suas atividades. O sindicato patronal representa cerca de oito mil estabelecimentos.

Sobre o Sehal

Fundado em 12 de julho de 1943, o sindicato é uma entidade sem fins lucrativos e tem como objetivo apoiar os empresários reciclando conhecimento em várias áreas.

Fornece apoio com profissionais renomados nas áreas jurídicas, sanitária, organizacional, parceria com escolas e faculdades, além de lutar pela simplificação da burocracia nos âmbitos municipal, estadual e federal com redução dos impostos e ainda contribuir para a qualificação dos empresários e trabalhadores.

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SEHAL: Nota de Repúdio ao Governo de SP

Ao ato do Governador de São Paulo sobre o fechamento de restaurantes e pizzarias até às 22 horas

O Sehal, Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC, e a AETHAL, Associação das Empresas de Turismo, Hospedagem e Alimentação do Estado de São Paulo, por seu presidente, vem externar sua INDIGNAÇÃO com a postura  do Governo do Estado de São Paulo que, ao decretar o retorno do Estado de São Paulo para a fase amarela, o fez sem qualquer análise  das dificuldades econômicas que os empresários de nossa categoria estão enfrentando e, mais uma vez,  desatrelado de qualquer análise científica.

A maior gravidade está no fato de que a categoria não foi chamada para propor sugestões e alternativas que lhes permitissem continuar funcionando dentro dos critérios sanitários legais.

A determinação para encerramento das atividades às 22 horas, além de absurda, prejudica gravemente o comércio, restaurantes, buffets, pizzarias e similares.

Não vemos qualquer sentido em determinar que um cliente, que esteja jantando com familiares e amigos, deixe o estabelecimento às 22 horas, posto que sua permanência até as 23 horas em nada prejudicaria ou contribuiria para disseminação do vírus.

Fato é que estamos em dezembro. Historicamente, esperamos por dezembro para melhorar o faturamento, já que pagamos muitos encargos em dobro e que precisamos trabalhar para estancar um pouco nossas dívidas.

Além disso, dezembro é mês de encontros, de confraternização, de jantares, de Natal e Ano Novo.  A economia se aquece e a roda gira.

Mas, sem qualquer justificativa, o governador fechou até mesmo os restaurantes, pizzarias, buffets e similares, obrigando-os a encerrar suas atividades às 22 horas.

Será que uma hora a mais no funcionamento do restaurante e pizzaria, com pessoas sentadas e dentro das regras, impactaria em propagação de vírus?

Enfim, vivemos em um País de demagogias, onde o transporte público vive abarrotado contaminando aqueles trabalhadores que dependem do mesmo para ir e vir. E, para isso, o governo fecha os olhos!

A hipocrisia governamental é tão latente que deixaram transcorrer livremente as eleições com encontros, comícios e etc, sem qualquer impedimento para, tão logo apuradas as urnas, viessem em rede nacional anunciar o agravamento da pandemia.

Colocar a responsabilidade da contaminação nos restaurantes, pizzarias, buffets e similares e punir os empresários impedindo-os de trabalhar é inaceitável. Não podemos ver os empresários serem tratados como culpados por todas as mazelas da sociedade.

Se querem buscar culpados, busquem nas baladas clandestinas e nos lugares onde pessoas, sem qualquer controle, se aglomeram de forma irresponsável. Intensifiquem a fiscalização e punam os culpados! Deixem quem trabalha corretamente continuar trabalhando!

Os estabelecimentos de nossa base, na grande maioria, estão preparados para o enfrentamento do vírus, com medidas e protocolos que estão seguindo desde o início da pandemia.

Estamos cansados de ver nosso governador ignorar a importância de nossa categoria para a economia do Estado!

Não vamos nos calar! Pedimos socorro aos prefeitos dos municípios que representamos (São Bernardo, São Caetano do Sul, Santo André, Mauá, Ribeirão Pires, Diadema e Rio Grande da Serra) para que nos permitam trabalhar em dias normais ao menos até as 23 horas e em véspera de Natal (dia 24/12) bem como no ano novo (31/12). Que possamos receber clientes até a 1h00, realizando jantares com pessoas sentadas, com a capacidade de lotação de 60%, música ambiente e respeitadas as regras sanitárias já vigentes.

Carlos Roberto Moreira
Presidente do SEHAL / AETHAL

Sehal cria conselho consultivo para atender demandas

Equipe formada por 13 integrantes foi nomeada na noite de quarta-feira (18)

O Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) empossou empresários do conselho consultivo da entidade, que cumprirão o mandato até o fim da atual gestão, em 2022, e que tem Beto Moreira como presidente. O grupo é formado por 13 integrantes dos ramos de atividade e da base de representação do sindicato patronal na Região. Entre as diversas atribuições, o grupo terá a missão de auxiliar a diretoria em demandas específicas por categoria. 

A cerimônia foi realizada na noite de quarta-feira (18), na sede do Sehal, à Rua Laura, 214, na Vila Bastos, e atendeu todos os protocolos de segurança em função da covid-19, com distanciamento, álcool gel, uso de máscara e limite de pessoas. Além dos nomeados, participaram do evento integrantes da diretoria.   O grupo representa empresas dos ramos de bares, restaurantes, buffets, pizzarias, hotéis e motéis.

Durante a abertura do evento, Beto Moreira lembrou a importância da nomeação. “Um conselho diversificado e comprometido trará grandes contribuições para a tomada de decisões das ações do sindicato patronal”, disse.

Diretor da entidade, Wilson Bianchi, reforçou a necessidade de participação. “É necessário ter espírito de união e de classe. O sindicato patronal faz por vocês, para o seu negócio, por isso, todos devem estar envolvidos nas questões do dia a dia”, acrescentou.

Uma das iniciativas já lançadas pelo grupo será a criação do Festival Gastronômico em São Caetano, em fevereiro de 2021. O objetivo é impulsionar o segmento na cidade e estimular o consumo local. O circuito vai incluir a participação de restaurantes, bares e similares. 

Conheça os integrantes do conselho:

Giovana de Pascoal Patriani

Natalia Estrella Salvia Ongaro

Adriana de Faveri Ferreira

Fabio Antonio de Carvalho Damas

Carlos Alberto Harnik Gebara

Manoel Albino da Silva Filho

Eduardo Fernandes

Reinaldo Malandrin

Flavia da Silva Calixto

Amilton Taglieri

Maria Jeronima Simões Pires

Clotilde Battistini Ramos

Bernard Jean Marie Dubois

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Novembro/2020

Empresas de São Bernardo do Campo voltam para a base do Sehal

Ministério da Justiça anula carta sindical concedida ao Sinhores-SBC em 2016

O Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) recuperou a base territorial de São Bernardo do Campo, que estava sob a representação do Sinhores-SBC (Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes de São Bernardo), desde 2016, quando obteve a carta sindical, que foi concedida irregularmente, na época, pelo então Ministério do Trabalho. O registro foi cassado pelo Ministério da Justiça, conforme edital publicado no Diário Oficial da União deste último dia 21 de setembro.

O Sehal vem lutando judicial e administrativamente para recuperar a cidade que foi perdida ilegalmente há 10 anos, período em que um pequeno grupo de empresários tentou o desmembramento. Agora, a entidade volta a representar todas as sete cidades do Grande ABC.

“Para nós é motivo de imensa alegria ter finalmente conseguido a retomada da cidade de São Bernardo do Campo para nossa base territorial de onde, aliás, nunca deveria ter saído. Sempre representamos todas as sete cidades com inúmeros trabalhos em favor da categoria, com realização de festivais gastronômicos, criação do Restaurante-escola, que formou mais de cinco mil pessoas, além de serviços com assistência jurídica, cursos, entre diversas e importantes ações de apoio aos empresários da Região. E vamos continuar oferecendo toda assistência e defendendo o interesse da categoria porque a grande massa de empresários da cidade de São Bernardo nunca quis deixar de pertencer ao Sehal. Por isso, comemoramos, afinal a Justiça foi feita”, disse Wilson Bianchi, presidente em exercício do Sehal.

Os advogados do Sehal, Dra. Denize Tonelotto e Dr. João Manoel Pinto Neto, explicam que a concessão da carta sindical ao Sinhores-SBC ocorreu ao arrepio da lei. “Não foi uma carta sindical conseguida de forma legítima e não contou com o apoio dos empresários da cidade. Por isso, travamos 10 anos de batalhas administrativas e recursos jurídicos para não permitir que um pequeno grupo desmantelasse um trabalho sério que o Sehal realiza há décadas. Isso nos motivou a lutar para ver triunfar a Justiça. Enfim, por muitos anos, o grupo de pessoas que compõe o Sinhores-SBC tentou de forma ilegal o desmembramento, mas nunca contou com o apoio dos empresários da cidade. Fato é que a carta sindical concedida a eles veio envolta com escândalos de vendas de carta sindicais que envolveram o então Ministério do Trabalho, o que gerou auditorias e   sindicâncias que deflagaram a operação de registro espúrio. Tanto é que quem assinou a carta sindical do Sinhores-SBC era uma pessoa que não tinha competência funcional para tal ato. Diante de tanta ilegalidade, a carta sindical conseguida de forma arbitrária foi anulada”, explicam os advogados que assinaram os recursos do Sehal.

Comunicado aos empresários – O Sehal pede aos empresários de São Bernardo que entrem em contato para regularizar a sua situação, já que não devem  recolher mais nada para o Sinhores-SBC. “Vamos analisar todos os pagamentos que as empresas fizeram ao Sinhores-SBC e nenhuma empresa vai ser penalizada pelos recolhimentos feitos indevidamente nos anos de 2016 a 2019. Inclusive já vamos convocar os empresários de São Bernardo a participarem da próxima assembleia para a negociação coletiva com o sindicato dos empregados, cuja data-base é 1º de outubro”, explica Bianchi.

Os contatos podem ser feitos pelo e-mail: gerencia@sehal.com.br, pelo whatsapp 9 5699-2255 ou pelos telefones  4994-2866 / 4438-1998.

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Selo Estabelecimento Limpo e Seguro certifica bares, restaurantes

Certificação desenvolvida pela Betel Segurança dos Alimentos vai além de critérios estabelecidos pelas autoridades sanitárias; Programa inclui protocolos criados em parceria com o Sehal

Desde a reabertura dos bares, restaurantes e similares no Grande ABC, em 6 de julho, os empreendimentos que possuem o Selo Estabelecimento Limpo e Seguro garantem a manutenção de ações de segurança e proteção para o consumidor em função da crise provocada pela covid-19 com o novo coronavírus. A certificação foi criada pelo Grupo Betel Segurança dos Alimentos e inclui programa em parceria com o Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC). A iniciativa dispõe sobre regras diferenciadas e específicas para atendimento, além das estabelecidas pelas autoridades sanitárias.

O presidente em exercício do Sehal, Wilson Bianchi, considera que a parceria com a Betel é sinônimo de qualidade no setor. “São oferecidos serviços técnicos e especializados para a categoria nas áreas de higiene e segurança. Trata-se de uma empresa muita séria, que contribui ainda mais para a atuação do sindicato. É impressionante como os estabelecimentos se sentem seguros e resguardados com o selo Betel nas questões com a Vigilância Sanitária. Vale ainda ressaltar a impressionante visão da empresa, que não é apenas corporativa, mas humana. Fizemos um workshop totalmente gratuito que atingiu mais de 120 pessoas e muitos nem eram clientes da empresa”, reforçou Bianchi.

Para obter o selo, o estabelecimento deve atender a critérios técnicos e alcançar 95 pontos entre as normas exigidas. Trata-se de um programa exclusivo de medidas de controle e prevenção à covid-19 que visam preparar e adequar o estabelecimento, de acordo com as exigências da Anvisa, Ministério da Saúde, OMS (Organização Mundial da Saúde) e demais órgãos fiscalizadores.

“Somente obtém o selo aquele que atender criteriosamente os quesitos estabelecidos pela Betel. Depois de permanecerem por longo tempo fechados foi necessário criar novas medidas para tornar os ambientes seguros para voltar a receber os clientes. Além das exigidas pela OMS como distância, disponibilização de álcool em gel, medição de temperaturas foram criadas regras específicas”, explica Letícia.

De acordo com a empresária, mais da metade dos clientes da Betel já foram certificados, 600 estabelecimentos de um total de 1.100. Além das consultorias, treinamentos e workshops foram desenvolvidos protocolos de segurança com base nas legislações brasileiras e experiências europeias. “O documento traz diversas orientações e implementações que devem ser seguidas criteriosamente. O selo traz também um QR Code que permite ao cliente ter acesso ao plano de retomada das medidas adotadas pelo estabelecimento. Tudo isso dá ao consumidor a tranquilidade de escolher o estabelecimento de sua preferência, tanto presencialmente quanto por delivery”, acrescenta.

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