Última temporada de ‘La Casa de Papel’ será dividida em duas partes

Episódios finais de “La Casa de Papel” serão lançados em setembro e em dezembro pela Netflix.

A Netflix anunciou hoje (24) que a quinta – e última – temporada de La Casa de Papel será dividida em duas partes e chegam em breve à plataforma.

Totalizando 10 episódios, os capítulos finais de La Casa de Papel irão mostrar o Professor capturado e sem plano de fuga. E quando parecia que a situação não tinha como piorar, aparece um inimigo muito mais poderoso do que qualquer outro que já enfrentaram: o exército. O maior roubo da história está chegando ao fim — e aquilo que começou como um assalto está prestes a se transformar em guerra.

“La Casa de Papel”

Os episódios finais de La Casa de Papel estreia em 3 de setembro e 3 de dezembro pela Netflix.

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Soul da Pele: Som de Douglas Felipe é a nova música brasileira

Após ter lançado seu primeiro álbum– AFRO – no início deste ano, o cantor e compositor Douglas Felipe divulga novo trabalho, com dez faixas autorais, Soul da Pele. A produção tem a assinatura do músico, arranjador e produtor, William Magalhães (Banda Black Rio) e data de lançamento para 18 de maio.

O carro-chefe é a canção no estilo pop, “Telefone”, já disponível nos streamings com letra e melodia composta por Douglas Felipe. Uma declaração de amor que pode refletir os sentimentos de diversas pessoas em diferentes relações, segundo o autor da música.

A faixa mostra a versatilidade do músico na suavidade de sua voz e melodia com swing dançante da música popular brasileira, característica marcante do novo álbum.

Para William Magalhães, que já trabalhou com nomes como Gilberto Gil, Marina Lima, Mano Brow, Cláudio Zoli, entre outros, Douglas Felipe é “um artista muito rico, em termos de imaginação, um grande letrista, sobretudo um grande intérprete”, que entrou para o seu arsenal de grandes artistas.  

 “Ele é muito preparado musicalmente, tem histórico musical e parcerias com grandes nomes da música, então isso contribui para um som que eu posso dizer  que é o contemporâneo do Brasil, a nova música brasileira, muito bem representada por ele,  mostrando  todo seu leque de opções. É um músico eclético, que tem um pensamento voltado para o mundo, voltado para questões políticas, questões sociais, espirituais e para as relações também, como é mostrado neste álbum, Soul da Pele, que estou produzindo” , define Magalhães, que acredita que Douglas Felipe seja uma aposta muito boa para 2021 e os anos a seguir .

Preocupado em fazer um som sério e de qualidade, capaz de chegar para todos da família, Douglas Felipe afinou sua parceria com William mesmo de longe. “O laço entre eu e o WM, como eu o chamo, ficou muito estreito neste trabalho, embora a distância. De São Paulo, ele manda o material eu escuto e  ele cria em cima do que eu mando daqui de Los Angeles. E a combinação ficou muito boa, de muito respeito, e só tenho a agradecer por isso. E o primeiro fruto desta parceria é a canção ‘Telefone’, o primeiro de outros que virão, garante Douglas Felipe.

Em Los Angeles desde 2001, o brasileiro já trabalhou com artistas como Boom Shaka, Pato Banton e Elijah Rock. Estudou no Los Angeles Recording Workshop, tempo em que compôs novas canções world music.

Sobre Douglas Felipe

De Belo Horizonte, Minas Gerais, Douglas Felipe teve suas primeiras referências  musicais na escola de samba Inconfidência Mineira, onde nasceu e cresceu.  Integrou a banda Olodum entre 1993 e 1999  e com ela lançou cinco álbuns e rodou o mundo apresentando-se em mais de 80 países ao lado de bandas e músicos, dentre eles, Ziggy Marley, Inner Circle, Luke Dube, Big Mountain,: Sadao Watanabe , Carlos Toshiki , Björk, Isaac Hayes  e Maxi Priest. E com Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Sandra de Sá, Jorge Ben Jor, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Chico Science e Nação Zumbi. Como membro do Olodum, acompanhou a gravação do clipe “They don’t care about us”, na Bahia, lançado pelo rei do pop, Michael Jackson.

Em 1999, participou da turnê “Omelete Man”, como tecladista da banda do Carlinhos Brown. É parceiro do Carlinhos Brown, na canção “Vai Rolar”, incluída no disco “Bahia no Mundo – Mito e Verdade, de 2001, e sucesso na carreira do baiano.

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Soul da Pele: Som de Douglas Felipe é a nova música brasileira
Músico, compositor Douglas Felipe. Foto: Divulgação

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‘Launchpad: Uma Coleção de Curtas’ será lançado no fim de maio pelo Disney+

Inscrições para a segunda temporada já iniciaram.

O Disney+ lançou um novo vídeo sobre a temporada inaugural de Launchpad: Uma Coleção de Curta, uma série de curtas-metragens live-action dirigidos por uma nova geração storytellers. O objetivo de programa da Disney é trazer diversidade para as histórias que estão sendo contadas e dar acesso àqueles que historicamente não tiveram visibilidade. Inspirados na jornada da vida, esses seis curtas-metragens para o Disney+ são baseados no tema “Descoberta”.

Todos os seis curtas-metragens estarão disponíveis no Disney+ a partir de 28 de maio.

Confira abaixo os curtas da primeira temporada de LAUNCHPAD: UMA COLEÇÃO DE CURTAS, da Disney:

  • American Eid”, Roteiro e Direção de Aqsa Altaf. 
  • “O Jantar está Servido”, Direção deHao Zheng, Roteiro de G. Wilson & Hao Zheng. 
  • “Encarando meus Segredos”, Roteiro de Direção de Ann Marie Pace.
  • “Seja um Tigre”,Roteiro de Direção de Stefanie Abel Horowitz.
  • “O Último dos Chupacabras”,Roteiro de Direção de Jessica Mendez Siqueiros.
  • “The Little Prince(ss)”,Roteiro de Direção de Moxie Peng.

Segunda temporada

As inscrições para a segunda temporada de LAUNCHPAD: UMA COLEÇÃO DE CURTAS serão aceitas de 10 de maio até 11 de junho em https://launchpad.disney.com/. O tema para essa segunda faze será “Conexão”.

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Lagum joga uma lente de aumento nas próprias neuras em “Eu e Minhas Paranoias”

“OK, OK. Sei que não pareço bem, mas eu tô” canta a Lagum no refrão do novo single, “Eu e Minhas Paranoias” (ouça aqui). De forma leve, eles tratam das “nóias” vividas no dia a dia nos versos da música que é a terceira extraída do próximo disco (previsto para este ano) e chega hoje, 29 de abril, às plataformas de streaming. Imersa em questionamentos mais reflexivos, sem abandonar a sonoridade upbeat, a faixa vem acompanhada de um registro audiovisual que dá continuidade às aventuras da Lagum na estética dos anos 2000 (assista aqui).

A inspiração para “Eu e Minhas Paranoias” veio da percepção de uma sensação recorrente detectada pelos integrantes da Lagum. “Enxergo que, na nossa geração, tá todo mundo na mesma: lidando com os próprios conflitos e, ao mesmo tempo, buscando algum tipo de leveza”, pensa o vocalista Pedro Calais, que forma a banda ao lado de  Jorge (guitarra), Otávio Cardoso (guitarra) e Chicão Jardim (baixo). A canção reflete como as redes sociais e a superexposição colaboram para dar uma dimensão ainda maior às “historinhas que a gente vai criando na cabeça” – algo também agravado pela pandemia. Como é de praxe na trajetória da Lagum, o panorama é avaliado por meio de uma lente de aumento otimista: “Trouxemos um tema super sério e profundo, mas a sonoridade é muito descontraída, bem humorada e espontânea”, afirma Pedro. 

Com produção musical de Dudu Marote (conhecido por trabalhos com Emicida, Skank, BaianaSystem e Pato Fu), “Eu e Minhas Paranoias” também ganhou um videoclipe. As imagens que ilustram a canção foram dirigidas por Dumonte e trazem a Lagum esbanjando espontaneidade. Ao mesmo passo que buscam um respiro na liberdade de se divertir com coisas simples ao lado de amigos, um cenário vai se enchendo de inúmeros pôsteres, jogos e fitas cassete para espelhar a avalanche de pensamentos e informações responsáveis por fazer brotar as tais paranoias. “Espero que a gente possa causar uma pequena reflexão para jogar um pouco de luz nessas sombras individuais”, afirma Jorge. Não à toa, o vídeo sugere uma superação de todas as neuras e explode em um alívio.

“Eu e Minhas Paranoias” é o segundo single lançado pela Lagum em 2021, sucedendo “Musa do Inverno” (assista aqui). A faixa mostra que mudar a forma como enxergamos essas “nóias” pode ser o caminho para lidar com as inquietações da própria mente. “Deixar que o universo fale comigo, e não as minhas paranoias”, conclui Pedro.

Ouça “Eu e Minhas Paranoias”

Assista “Eu e Minhas Paranoias”

Ficha Técnica:

EQUIPE LAGUM
Management: A Macaco e Fernando Furtado
Direção Executiva: Carol de Amar
Comunicação e Marketing: Julia Ferreira, Lúrian Leite
Produção Executiva: Catarina Capelossi, Áurea Amorim 

GRAVADORA
Sony Music

VIDEOCLIPE
Um filme duMonte
Direção: Oliverzort, Alexandre Stehling e Pedro Milagres
Assistente de Direção: André Greco Amaral
Redação: Cecília Parreira
Edição: Alexandre Stehling e Pedro Milagres 
Direção de Fotografia e Cor: Oliverzort  
Luz: Power Light
Direção de Arte: Luma Zauli e Lorena Maruch 
Assistente de Direção de Arte: Gabriel Mendes e Leonardo Branco 
Styling: Pedro Birra 
Assistente de Styling: Taís Ribeiro
Projeções: Lucas Fix
Drone FPV: Alysson Bruno

CASTING
Alexandre Mayrink, Alexandre Stehling, André Mayrink, André Greco Amaral, Arthur Montarazzo, Bárbara Cló, Camila Felix, Clara Fontainela, Eduardo Canabrava, Francisco Jardim, Gabriel Oliver, Gabriel Song, Gladson Santos, Glauco Borges, Gleidistone Silva, Isadora Mitsue, João Pedro Martins, José Caminada, Lais Bagno, Lucas Calais, Mariana Barbosa, Mateus Eduardo Lara, Matheus D’Ávila, Natalia Moreau, Otávio Cardoso, Patrick Vilar, Paula Riquetti, Pedro Birra, Pedro Calais, Pedro Milagres, Pedro Soares, Raquel Parreira, Sofia Song, Taís Ribeiro, Thiago Iglesias, Yasmin Micheline.

APOIO
Vans

FAIXA
Produção: Dudu Marote
Mixagem: Marcelinho Ferraz
Assistente: Grilo 
Masterização: Sterling Sound 

SONY MUSIC
Presidente: Paulo Junqueiro
Diretor A&R: Bruno Baptista
Diretora de Marketing: Cristiane Simões
Gerente A&R: André Vilella
Analista A&R: Jhulia Gomes
A&R Audiovisual: Karina Taccolini e Vanessa Anesi
Estagiária A&R Audiovisual: Luiza Catalani
Label Mkt: Ricardo Bertozzi
Label Mkt digital: Giovana Giannini
Estagiário Mkt: Gabriel Costa

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Site Oficial

Lagum joga uma lente de aumento nas próprias neuras em "Eu e Minhas Paranoias"

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Barracão Teatro leva para a sua casa “Zabobrim, o Rei Vagabundo”

Como transpor para os limites da tela um espetáculo concebido para dialogar com o público? Com o desafio lançado, o Barracão Teatro – importante centro de investigação e pesquisa das artes da cena, localizado em Campinas (SP) – apresenta a adaptação de “Zabobrim, O Rei Vagabundo” (um dos clássicos do repertório do grupo) para os formatos digitais.

Filmado e formatado para a realização de uma série de seis apresentações on-line, gratuitas, nas plataformas sociodigitais do Barracão Teatro, “Zabobrim, O Rei Vagabundo Online” tem sua estreia nesta sexta-feira, 16 de abril, às 20h. A temporada, contemplada pelo Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAC), com recursos da Lei Aldir Blanc, se estende nos dias 17, 18, 23, 24 e 25 de abril.

A temporada on-line terá uma novidade: o grupo receberá o público,, às 19h40, em uma antessala da plataforma Zoom, para conversar com os participantes. O link de acesso para a noite de estreia, sexta-feira, dia 16, é http://bit.ly/zoom_antessala_estreiazabobrim. Nos outros dias, o link estará disponível no Youtube e Instagram do Barracão Teatro.

Barracão Teatro leva para a sua casa "Zabobrim, o Rei Vagabundo"

Sob nova perspectiva
O espetáculo “Zabobrim, O Rei Vagabundo”, foi concebido, na sua origem, para ser uma obra volátil que dialogasse diretamente com público. Para a adaptação do espetáculo aos formatos digitais, o Barracão Teatro contou com a parceria da produtora de vídeo Mapache Filmes – fundada e dirigida pelo videomaker e cineasta Levi Munhoz.

“Entendemos que essa ressignificação não foi simplesmente o ato de filmar um espetáculo teatral já concebido, mas criar uma adaptação da obra feita exclusivamente para ser vinculada e apresentada nas redes a fim de possibilitar um diálogo presente com o espectador que assiste do outro lado da tela”, destaca a diretora Tiche Vianna.

Transpor uma linguagem para outra sem querer ter perdas é uma tarefa árdua e seria uma “prepotência dizermos que conseguimos fazer isso”, reforça Tiche. Em “Zabobrim, o Rei Vagabundo Online”, a equipe teve, acima de tudo, a possibilidade de estudar, revisitar, desmontar e remontar um espetáculo teatral sob uma nova perspectiva.

Quais os desafios? “A primeira coisa que perderíamos seria a relação interativa com o público e por conta disso, seria necessário modificar a narrativa. Isso diminuiu consideravelmente o tempo de realização das cenas o que favoreceu muito a apresentação através da tela”, afirma.

Segundo ela, “é diferente gravar um espetáculo teatral e reinventar a teatralidade no ‘teatro audiovisual’. Como a câmera se aproxima e às vezes entra na cena, atrizes e atores tiveram que condicionar corpos habituados ao exagero, a não caminhar as distâncias cênicas e recriar seus movimentos: tanto da máscara em si, que pressupõe sutilezas do rosto (coisa que não vemos no teatro por causa da distância), quanto da coluna e transferência de peso, redesenhando seus gestos. Tudo ganhou outra dimensão e é por meio do retorno, que poderemos ter através do público, após as apresentações, que saberemos com mais profundidade como operar essa outra perspectiva de trabalho, que parece ser o que nos moverá nos próximos meses”, reflete.

Do outro lado da tela
Desde sua estreia, em 2015, o espetáculo circulou por diversas cidades, apresentando em festivais, mostras e temporadas. Em cada lugar, e diante de cada público diferente, a peça, na improvisação direta com a plateia, ia se reconfigurando na atualização de piadas, interações e comentários (tudo isso a partir dos acontecimentos atuais e do retorno do espectador).

Agora, sob a nova perspectiva virtual, a diretora é enfática: “Longe de termos uma câmera que captura imagens fiéis ao realismo, temos uma câmera que vasculha alguns ângulos distintos da cena, na busca de uma intimidade que só a presença cênica é capaz de revelar. Ainda temos muito a aprender e o desafio é esse. Quanto mais caminho pela frente, maior a vontade de realizar a possibilidade do agora”, conclui Tiche Vianna com muitas ideias na cabeça e, definitivamente, uma câmera na mão.

Ficha técnica

Dramaturgia
Tiche Vianna – Esio Magalhães

Direção
Tiche Vianna

Atuação
Cintia Birocchi
Esio Magalhães
Fernando Fubá
Kara Ariza
Raissa Guimarães
Rodrigo Nasser
Ulisses Junior

Direção Musical
Marcelo Onofri

Direção de arte (figurinos)
Antonio Apolinário

Designer Gráfico
Ana Muriel

Técnico de Iluminação
Erico Damineli

Produtora Executiva
Cau Vianna

Assistente de Produção
Thomas do Anjos

Sinopse do espetáculo
Na peça, Zabobrim, o palhaço vagabundo remexe o lixo e encontra uma lâmpada mágica. Um gênio lhe concede três pedidos e ele pede para se tornar rei. Seu desejo é realizado e Zabobrim retorna ao passado, quando o fim da monarquia se anuncia e os reis estão perdendo suas cabeças.

Serviço
“Zabobrim, o “Rei Vagabundo On-Line”
Quando: 16, 17 e 18 de abril (sexta a domingo); 23, 24 e 25 de abril (sexta a domingo), sempre às 20h.
Ondehttps://www.youtube.com/barracaoteatro 
Recepção do público: plataforma Zoom, às 19h40. Link de acesso para a estreia, sexta-feira, dia 16, é http://bit.ly/zoom_antessala_estreiazabobrim. Nos outros dias, o link estará disponível no Youtube e Instagram do Barracão Teatro.
Classificação indicativa: 12 anos.

Projeto: Zabobrim, o Rei Vagabundo Online, contemplado pelo Programa de Apoio Cultural Expresso Lei Aldir Blanc nº36 – Produção e temporada de espetáculo de teatro com apresentação on-line, da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

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Super Chat é opção de renda extra com o YouTube

Saiba como utilizar e monetizar com o Super Chat

O YouTube é a mídia social que mais cresce no mundo. De acordo com dados divulgados pela própria plataforma, já são mais de dois bilhões de usuários conectados ao redor do globo, assistindo a mais de um bilhão de horas em vídeo todos os dias. Cada vez mais pessoas se apropriam dessa ferramenta para compartilhar ou mesmo divulgar algum tipo de conhecimento de forma amadora ou profissional.

O YouTube é uma importante ferramenta dentro de uma estratégia de marketing digital por seu poder de aproximação e sua capacidade de gerar conexão genuína com o público, especialmente no último ano.

Pesquisa realizada pela Nielsen Brasil, em parceria com a Toluna, para investigar os hábitos de consumo de mídia durante o isolamento social, revela que 86% dos entrevistados aumentaram o tempo dedicado ao YouTube desde o começo da pandemia. Ao contrário do que aconteceu com outras mídias, a plataforma segue em ascensão entre os usuários e tende a permanecer entre os canais de streaming mais utilizados mesmo após o período pandêmico.

Monetizando canais no YouTube

Marcas e produtores de conteúdo que apostam nessa mídia social têm nas mãos uma excelente alternativa para divulgação de seus serviços e para ganhar dinheiro. Isso porque, para além da receita publicitária gerada pelo Google AdSense, o YouTube oferece outra opção de monetizar vídeos por meio da ajuda dos seguidores durante as transmissões ao vivo: o Super Chat (clique aqui).

O usuário que assiste a um conteúdo ao vivo paga certo valor para ter sua mensagem destacada no chat. O preço varia de R$ 1 a R$ 500 – quanto maior o valor, mais tempo a mensagem fica em destaque. Quem paga por um Super Chat pode escrever comentários coloridos para chamar mais atenção. O valor doado fica aparecendo junto com o nome do doador.

Pode parecer muito dinheiro para pouco benefício, mas para quem faz parte do universo digital e tem seus influenciadores favoritos essa é uma forma de gerar conexão com o ídolo. Funciona mais ou menos como ir a um show ou peça de teatro e estar mais perto do seu cantor ou ator favorito.

Do lado do influenciador, além da remuneração – 70% da doação – há ainda a possiblidade de fortalecer os vínculos com a audiência, aumentando o engajamento das pessoas com o conteúdo produzido. Por engajamento, entende-se curtidas, comentários e compartilhamentos realizados pelos usuários. É por meio dessa ação que os produtores de conteúdo vão ganhando destaque e tornando-se autoridades em seus nichos.

Além disso, o Super Chat também permite que o influenciador conheça melhor o seu público e entenda quais conteúdos mais atraem, o que aumenta as chances de conseguir patrocínio de alguma marca que se relacione àquele público-alvo.

Como receber o dinheiro

A adesão do produtor de conteúdo ao Super Chat é feita por meio de um passo a passo simples no estúdio de criação do YouTube. Para ter acesso, basta ter no mínimo 18 anos e seguir as diretrizes da plataforma para a produção dos conteúdos.

Uma vez que os requisitos sejam cumpridos, será possível aderir ao recurso e monetizar a produção de conteúdo on-line. Para receber a porcentagem do valor pago pelos usuários será necessário contar com uma empresa que faça transferências internacionais. Isso porque todo pagamento do YouTube é feito em moeda estrangeira.

Embora os bancos ofereçam esse tipo de serviço, há no mercado opções para envio e recebimento de remessas para o exterior de forma mais barata e menos burocrática. Importante fazer uma pesquisa e checar a credibilidade dessas empresas.

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Super Chat é opção de renda extra com o YouTube
Foto: NordWood Themes/Unsplash

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VIX FILMES E TV ESTREIA VIX KIDS

As animações “Os Smurfs”, clássico dos anos 80, e a série “Hello Kitty e Amigos” são os destaques no lançamento da VIX Filmes e TV na estreia do VIX Kids.

A VIX Filmes e TV lança o VIX Kids e Família, um ambiente exclusivo para crianças. O novo espaço – totalmente seguro – tem visual divertido, e traz diversos conteúdos que prometem entreter toda a família e, principalmente, os menores de 12 anos.

“Basta clicar no botão Kids e o usuário será direcionado para a área dedicada a este público. Uma vantagem é oferecer uma navegação segura e com autonomia para as crianças, dando acesso apenas aos conteúdos adequados para a idade. Também é uma tranquilidade e facilidade para os pais “, explica Inês Salles, diretora de conteúdo da VIX Filmes e TV.

Para o lançamento, os destaques são as animações “Os Smurfs”, com os episódios originais dos anos 80, e “Hello Kitty e Amigos”, série produzida no período de comemoração dos 45 anos de uma das personagens mais fofas e famosas do mundo.

O catálogo é dividido em seções por faixa etária e temas como “Pequeninos” direcionada aos menores de 3 anos, “Vix Kids Jr.“ para os baixinhos de 3 a 6 anos, “Aventura e Diversão” para as crianças acima de 6 anos,  “Hora do Cineminha”, para a família curtir junto no sofá, entre outras. Os conteúdos mais vistos sempre serão destacados e sugeridos aos usuários.

Os títulos vão de Galinha Pintadinha a Street Fighter 2, passando pelos musicais queridinhos da criançada, até as séries de TV, como “Experimentos Extraordinários” – sitcom repleto de experiências e pegadinhas, com o youtuber Iberê Thenório (Manual do Mundo).

Segundo Enor Paiano, country manager do VIX, com a pandemia, as plataformas de streaming gratuitas se tornaram o grande entretenimento em casa para toda a família. “Nesse momento em que pais e filhos estão mais conectados para o entretenimento, é uma tendência aplicativos e sites terem essa preocupação de oferecer conteúdos para atender o público infantil”, diz ele. “É um programa de graça, que agrada a todos”, complementa.  

O serviço de streaming gratuito VIX Filmes e TV está disponível via web, em aplicativos para celular e dispositivos como Amazon Fire, Apple TV, Roku e Android TV. Também é possível transmitir diretamente do smartphone para o Chromecast e diferentes marcas de Smart TV. Não é necessário nenhum cadastro ou assinatura para baixar. Para abrir a plataforma na web basta acessar www.vix.com/tv em qualquer lugar do mundo.

VIX FILMES E TV

Lançada em agosto de 2020 no Brasil, VIX Filmes e TV é uma plataforma de streaming gratuita que alcança milhões de usuários todo mês. O serviço oferece um catálogo com milhares de horas de filmes, séries, documentários, produções nacionais, shows de música, conteúdos originais e até novelas latinas. O app já está no top 10 de aplicativos de entretenimento gratuitos mais baixados no país para celulares Android.

Como o acesso ao conteúdo é sem custo para o usuário, são os anúncios que geram receita para o canal.

A versão em espanhol, VIX Cine & TV está entre os apps grátis de entretenimento para Android mais baixados na América Latina, e no topo do ranking para audiência hispânica nos Estados Unidos pelo dispositivo Roku.

SOBRE VIX

VIX é uma companhia americana de conteúdo digital que atua no mercado latino dos EUA e na América Latina. É uma das maiores produtoras de vídeo do mundo e, nas redes sociais, tem mais de 100 milhões de seguidores. A empresa que opera também o aplicativo de VOD gratuito VIX Cine & TV, tem sede em Miami e escritórios em Nova York, Los Angeles, Cidade do México, e São Paulo. Recentemente foi adquirida pela Univision Communications Inc., a maior empresa de conteúdo em espanhol nos Estados Unidos.

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Bob’s Play estreia com jogo de cartas de Sonic The Hedgehog

Um dos personagens mais famosos do mundo dos games chega às lojas Bob’s de todo o Brasil. A partir de abril, a marca presenteia os fãs do personagem Sonic com jogo de cards na compra de um dos 8 combos disponíveis na campanha Bob’s Play.

De jogos até live action, o ouriço conquista uma legião de fãs desde 1991. Desta vez, os consumidores poderão colecionar todas as cartas do Sonic The Hedgehog e jogar com os amigos e familiares presencialmente ou online no Bob’s Play (clique aqui), plataforma de entretenimento.

“Nós sabemos que o consumidor está cada vez mais adepto ao universo digital e games, por isso, criamos a possibilidade de ofertar itens físicos colecionáveis que podem ser vivenciados também em nossa nova plataforma. Esta é uma oportunidade para reunir a família depois do jantar ou os amigos em uma tarde criando uma sala virtual no Bob’s Play. Uma experiência exclusiva para nos conectar ainda mais com o nosso público”, revela Raquel Paternesi, diretora de Marketing da rede Bob’s.

O jogo de cartas completo criado pelo Bob’s é composto por 4 envelopes, cada um com 6 cards. O objetivo do jogo é vencer os adversários por meio dos atributos dos personagens Sonic The Hedgehog, conquistando as suas cartas. Mas, logo que adquirir um combo, é possível cadastrar as cartas de um único envelope no site e jogar online em uma sala restrita com os amigos ou sozinho contra uma máquina. Esta foi a maneira que o Bob’s encontrou “para levar diversão prezando o distanciamento social. Além disso, os usuários podem curtir a Rádio Bob’s, saber mais sobre o protagonista e ter diversas dicas sobre este universo”, revela Raquel.

A rede fast-food escolheu especialmente o Sonic por ser um personagem nativo no mundo digital e alcançar diferentes gerações, tanto jovens adultos quanto crianças. “Nós incentivamos que os cards sejam devolvidos ao final do jogo, entre os participantes, porque o intuito é que todo mundo possa se divertir pelo maior tempo possível! A ideia é que mais cartas sejam adquiridas para que tenham mais possibilidades dentro do game”, comenta.

Para quem gosta de hambúrguer, batata-frita, sobremesas e Sonic, esta é a melhor parte: o Bob’s disponibilizará o jogo em 8 combos com preço sugerido a partir de R$ 8,90 em quiosques e R$ 23,90 em lojas. São eles:

Combos em loja:

  • Combo 1: Cheeseburger + Batata M + Del Valle + 1 envelope por R$23,90*
  • Combo 2: Big Bob + Batata M + Free Refil + 1 envelope por R$34,90*
    Combo 3:  Cheddar Australiano  + Batata M + Free Refil + 1 envelope por R$34,90*
  • Combo 4: 2 Big Bobs + 1 Batata canoa mega + 2 refrigerantes +  2 envelopes por R$65,90*
  • Combo 5: 4 Cheeseburgers + 1 Batata canoa mega + 1 Milk Shake de 1 litro + 4 envelopes por R$109,90*

Combos em quiosques:

  • Combo 1: Milk Shake 500ml + 1 envelope por R$17,90*
  • Combo 2:  Sundae + 1 envelope por R$11,90*
  • Combo 3: Casquinha + 1 envelope por R$8,90*

*Preços sugeridos, podendo variar de acordo com a região.

Sobre o Bob’s

Primeira rede de fast food do Brasil, o Bob’s é uma empresa genuinamente brasileira, fundada em 1952 no burburinho de Copacabana, que rapidamente lançou moda e virou mania entre os cariocas. Sua expansão pelo Brasil começou em 1984 por meio de um bem-sucedido sistema de franquias, que segue até hoje oferecendo suporte para todos os interessados em abrir uma unidade da rede. Atualmente, são mais de 1.000 pontos de venda em todas as capitais do Brasil.

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Pluto TV ganhará três novos canais nesta terça-feira

Plataforma ganhará canais de talk-show e programação japonesa.

A Pluto TV, serviço de streaming gratuito de televisão, anunciou hoje (5) que, a partir de amanhã, 6 de abril, lançará três novos canais.

O primeiro será Tokusato (canal #188), que irá trazer clássicos japoneses de live action, como Jaspion. No canal #151, a Pluto TV terá os talk show de Jerry Springer, Maury Povich e outros programas polêmicos. Por fim, no #152, o serviço de streaming terá o Nousey Casos, canal dedicado a dramas judiciais e afins.

Pluto TV

Atualmente, a Pluto TV oferece mais de 80 canais para países de língua espanhola e mais de 35 no Brasil, com curadoria de mais de 150 parceiros de conteúdo da região, incluindo as principais redes de televisão, estúdios de cinema, distribuidoras e empresas de mídia, alcançando uma biblioteca que abrange mais de 20.000 horas de conteúdo em todos os gêneros e para todas as idades.

Pluto TV está disponível gratuitamente em smartphones e tablets iOS e Android, smart TVs, aparelhos de streaming, além do próprio site pluto.tv .

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Jornal Grande ABC

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Paramount+ anuncia preço no Brasil

Plataforma de streaming será lançada em 4 de março na América Latina.

Entre SériesA ViacomCBS anunciou ontem (24) os detalhes sobre o serviço de streaming Paramount+, que será lançado em 4 de março em 18 países da América Latina, incluindo o Brasil.

Os consumidores poderão se inscrever para um teste gratuito de sete dias, ou por meio de uma assinatura mensal de R$ 19,90 no Brasil. O preço varia para outros países latino-americanos.

Paramount+ contará com o recurso controle dos pais.

Disponibilidade

A nova plataforma de streaming estará disponível em smarthphones e smartTVs, através do aplicativo Paramount+ para iOS e Android, além do site oficial. O serviço também terá ampla distribuição nos principais parceiros latino-americanos, incluindo Mercado Livre, Claro Brasil, Vivo e Oi.

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HBO Max chegará em junho à América Latina

Plataforma é o serviço de streaming da WarnerMedia. Entre Séries

A WarnerMedia confirmou hoje (11) que a plataforma HBO Max chegará no final de junho em 39 países da América Latina e no Caribe. Esta será a primeira vez que o serviço estará disponível fora dos EUA.

Com esta experiência de streaming totalmente nova, o público brasileiro terá acesso em breve a um catálogo de conteúdos que inclui os programas das marcas da WarnerMedia, incluindo HBO, DC e Warner Bros. Além disso, o serviço traz uma nova experiência para crianças de todas as idades e uma atrativa linha de produções originais locais e com talentos também locais.

HBO Max estará disponível facilmente por meio de várias opções de assinatura e poderá ser baixada em diversos dispositivos, como smartphones, tablets e uma ampla variedade de plataformas de entretenimento.

Ao longo dos próximos meses, a HBO Max informará aos consumidores na América Latina e no Caribe outros detalhes sobre a plataforma, incluindo novos conteúdos, promoções e valores.

Após a chegada da HBO Max à América Latina e ao Caribe, os serviços de streaming da HBO na Europa (Países Nórdicos, Espanha, Europa Central e Portugal) serão atualizados para a HBO Max ainda este ano.

HBO GO

No lançamento, tanto os assinantes diretos da HBO GO como aqueles que pagam o serviço por meio dos parceiros participantes terão acesso à HBO Max. O atual serviço da HBO GO na América Latina e no Caribe será descontinuado. Os assinantes terão acesso ao aplicativo da HBO Max, que reproduzirá a experiência com o produto disponível nos Estados Unidos, incluindo recursos que aprimoram a maneira como a audiência se conecta com os conteúdos da WarnerMedia. O aplicativo rodará na plataforma tecnológica global da HBO Max que atendeu grande demanda do consumidor nos Estados Unidos com estabilidade durante os eventos mais populares da programação.

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Entre Séries | Os principais lançamentos da semana 03

Entre Séries | Os principais lançamentos da semana 03
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Conheça novidades das plataformas de streaming, da TV e do cinema entre 10 e 16 de janeiro. Os principais lançamentos da semana 03 de 2021 está no ar.

Entre SériesSaiba as novidades da terceira semana de 2021 nas plataformas de streaming, na TV e nos cinemas.

lançamentos da semana 03 American Gods – Disponível pelo Prime Video no Brasil, a série baseada na obra de Neil Gaiman retornou na última segunda-feira, 11 de janeiro, para sua terceira temporada. Os episódios serão lançados semanalmente pela plataforma de streaming.

beleza gg

Beleza GG – A segunda temproada do reality do E! estreou nesta quinta-feira, 14 de janeiro. A produção segue a trajetória de Mayara Russi, Fluvia Lacerda e Nahuane Drumond, modelos plus size, e seus desafios profissionais e pessoais. Os episódios serão exibidos semanalmente pelo canal.

lançamentos da semana 03WandaVisão – Primeira série da Marvel no Disney+, a produção será uma ode as sitcoms clássicas dos EUA, enquanto explora o universo cinematográfico da editora. Paul Bethany, Elizabeth Olsen, Teyonah Parris e Kathryn Hahn estão no elenco. A série estreou em 15 de dezembro pela plataforma.  

 

Servant – A segunda temporada da série produzida por M. Night Shyamalan estreou no último dia 15 pelo Apple TV+. Lauren Ambrose, Toby Kebbell, Rupert Grint e Nell Tiger Free estão no elenco.

lançamentos da semana 03

Pai em Dobro – Primeiro filme de Thalita Rebouças para a Netflix, o longa-metragem Maísa como Vicenza que, após completar 18 anos, decide buscar o pai que nunca conheceu.  Eduardo Moscovis e Macelo Médici também estão no elenco.

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Planos com televisão e internet são as melhores opções

De acordo com estudo da associação Proteste, assinantes podem economizar cerca de R$1 mil por ano

Os planos conjuntos de internet, telefone e televisão por assinatura ainda são as melhores opções para o cliente que busca economizar durante a crise. Segundo estudo realizado pela Proteste, maior associação de consumidores da América Latina, é possível poupar cerca de R$1 mil por ano, contratando o popular “combo”, oferecido por operadoras de todo o país.

A pesquisa, que abrangeu as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, comparou 33 planos disponíveis e comercializados pelas quatro maiores empresas do setor no Brasil. Para chegar aos números, foram analisados os hábitos de consumo de três perfis de assinantes: básico, intermediário e avançado.

Também foram avaliados pacotes com TV e internet, visando clientes que abriram mão do telefone fixo convencional. Neste caso, foi comprovada uma economia de R$960,96, para quem opta por mais velocidade e um número menor de canais pagos.

Mercado em expansão

Com os clientes em busca de ofertas conjuntas, cresceu também o número de operadoras que decidiram apostar em novos serviços. “A decisão de adicionar um novo produto foi principalmente por conta de os players concorrentes ofertarem o combo com televisão”, explica Wagner Furquim, presidente da Assim, companhia que opera no oeste paulista e no leste sul mato-grossense.

De acordo com Marcelo Rodrigues, diretor comercial da MultTV, empresa especializada em compartilhamento de headend, é possível notar um aumento nas vendas de provedores que optam por comercializarem os populares “combos”. “Notamos que as operadoras que passaram a comercializar televisão por assinatura conosco tiveram crescimento de vendas de pacotes de internet, devido a associação da marca do provedor com programadoras como Discovery, Disney, Turner, Viacom e Band”, afirma.

Opção de entretenimento

Cerca de 90 milhões de brasileiros não tem acesso ao cinema em suas cidades, de acordo com dados da Ancine (Agência Nacional do Cinema). Na região nordeste, por exemplo, são 33 milhões de pessoas excluídas deste tipo de entretenimento.

Diante deste cenário, a população busca por outras opções de lazer. Presente em 97% dos lares, a televisão segue como principal alternativa, sendo o veículo de comunicação mais utilizado pela população, segundo pesquisa da Kantar Ibope Media. Estima-se que cerca de 71 milhões de residências, tenham pelo menos um aparelho.

“A oferta de canais fechados para os nossos clientes tem sido uma alternativa, principalmente em cidades que hoje não possuem opções de entretenimento, tais como cinema e teatro. O acesso à variedade de programação oferecida pelos canais fechados tornou-se importante opção de diversão e informação para as famílias, fidelizando nossos usuários pela satisfação em contar com o acesso aos mais diversos conteúdos”, conta Samyr Bechelane, CEO da Netcetera, operadora que atua nos municípios de Mateus Leme e Juatuba, em Minas Gerais.

Sobre a MultTV

A MultTV é uma empresa especializada em compartilhamento de headend que busca viabilizar a oferta de TV por assinatura a custos acessíveis. A companhia, que opera desde 2015, tem um modelo de negócio único, atuando em parceria com a SES (empresa de satélites reconhecida mundialmente) e, apoio da Associação NEO e de programadoras de TV.  http://multtv.com.br/

Colaboração: Bruno Carvalho
Foto: Pixabay

MILHARES DE FILMES NO STREAMING E VOCÊ NUNCA SABE O QUE VER?

O CHIPPU FACILITA A ESCOLHA COM ALGORITMOS E CURADORIA HUMANA.

Sua pipoca acaba antes mesmo que você consiga escolher o filme que vai ver no streaming? Acredite, não é só contigo que isso acontece.

Segundo uma pesquisa divulgada em 2019 pela Nielsen, um usuário leva em média 7 minutos nesse scrolling pelo catálogo de plataformas como Amazon Prime, HBO Go e Netflix, sendo que 21% desistem quando não conseguem se decidir pelas opções. 

O Chippu se propõe a resolver essa questão, mesclando curadoria humana e “algorítmica” para indicar filmes que façam sentido ao perfil de cada pessoa. Segundo Thiago Romariz, um dos fundadores:

“Vivemos a era da hiperinformação e do hiperconsumo. Com ‘um milhão de fontes de conteúdo’, fica difícil filtrar. Esse é um traço de comportamento não só do streaming, mas de várias outras áreas da nossa vida, como o noticiário”

Lançado no fim de maio, já durante a pandemia, o aplicativo rapidamente chegou a 120 mil usuários (conquistados sem investimento em mídia, segundo o empreendedor), que usam a ferramenta de graça.

A ideia do Chippu, porém, pipocou bem antes do coronavírus, há cerca de três anos. Na época, faltou um pouco de “fé” de Thiago em sua própria inspiração.

“SE NINGUÉM FEZ ANTES É PORQUE NÃO É UMA BOA IDEIA…” SERÁ?

Thiago é jornalista. Paralelamente ao Chippu, hoje ele atua como Head de Conteúdo e PR do Ebanx.

Quando idealizou o que viria a ser sua startup, ele era diretor de conteúdo do Omelete e chegou a acionar, na época, seus amigos e futuros sócios, os desenvolvedores Luigi Pedroni e Thamer Hatem (fundadores da empresa de tecnologia Happe, de Brasília).

Naquele momento, explica Thiago, o projeto não foi para a frente.

“Existem muitas resistências para se tirar um projeto do papel — e quando ele parece muito ‘óbvio’, mais ainda. Você fica pensando que alguém já fez isso e deu errado. Se não fizeram é porque não presta…”

O escopo inicial esboçado para o Chippu era um pouco diferente, diz Thiago. 

“A ideia era que o aplicativo fosse um grande curador, cobrindo não só a parte de streaming, mas TV ao vivo, música, eventos e várias outras áreas do entretenimento.”

ELE BRINCA QUE EMPREENDEU PARA ATENDER UMA NECESSIDADE DA SUA MÃE

O projeto ficou lá, guardado em algum cantinho da cabeça de Thiago. E voltou com força por ocasião da pandemia.

O empreendedor brinca que montou o negócio para atender a uma necessidade da sua mãe, que assina dois serviços de streaming e não conseguia se decidir em meio à quantidade de opções disponíveis.

“Ela ficava me ligando todos os dias, principalmente no começo da quarentena, para indicar filmes. E aí eu falei: ‘Mãe, vou criar um aplicativo para você usar e não precisar mais ficar me mandando mensagens no WhatsApp‘”

O contexto da Covid-19 parecia tornar a ideia ainda mais pertinente. De acordo com uma pesquisa da Kantar Ibope Media, 73% dos usuários de internet do país disseram que aumentaram o consumo de streaming pago ou gratuito durante esse período de distanciamento social.

Assim, com a pandemia em curso, Thiago resolveu que era hora de tentar mais uma vez.

DO BRAINSTORMING POR WHATSAPP AO LANÇAMENTO, DUAS SEMANAS DEPOIS

Numa sexta-feira, Thiago desenhou algumas telas do aplicativo para simplificar o projeto anterior e mandou por WhatsApp à dupla de amigos, Thamer e Luigi.

Os três testaram como seria o processo de sugestão de filmes e séries. E resolveram focar inicialmente apenas nos longas (segundo Thiago, os processos de consumo dos dois produtos são muito diferentes).

Em duas semanas, com a entrada de um sócio-investidor (amigo de infância de Thiago, Vitor Porto aportou 40 mil reais no negócio), o aplicativo foi lançado. 

Escolher o nome foi o último passo. “Veio na minha cabeça a febre do K-pop e comecei a procurar palavras referentes a esse universo”, diz Thiago. 

Dessa forma, ele chegou ao termo chippu — que não é coreano (como o gênero musical), mas japonês. 

“Chippu significa ‘dica’. Não é exatamente o modo como os japoneses falam, mas a sonoridade da palavra, que vem de tip, em inglês”, explica.

O empreendedor também curtiu o som parecido com “shippar”, gíria (extraída do sufixo de relationship, “relação”, “relacionamento”) que significa a torcida pela formação de um casal.

 “Assim como as pessoas ‘shippam’ casais, a gente ‘shippa’ o usuário com o filme”, brinca.

A CURADORIA HUMANA AJUDA A SUGERIR FILMES DE “FORA DA BOLHA” DO USUÁRIO

O Chippu sempre sugere um filme por dia; o usuário também pode solicitar uma dica a qualquer momento — informando o gênero e a plataforma em que deseja consumir o vídeo.

Para decifrar o gosto do usuário e recomendar filmes entre 20 mil títulos de nove plataformas (Amazon Prime, Apple TV, Crunchyroll, iTunes, Globo Play, Google Play Movies, HBO Go, Netflix e Telecine), a startup usa inteligência artificial e curadoria humana.  

Quando você abre o aplicativo pela primeira vez, um quiz surge para entender suas preferências cinematográficas (caso essa parte seja pulada, personalizações vão sendo registradas conforme você navega no app).

Enquanto o machine learning se encarrega dessa triagem, a recomendação em si cabe sempre a um ser humano — e ajuda a propor filmes que fogem do “padrão”:

“A cada dez sugestões que damos, três têm que ser de ‘fora da bolha’ do usuário. Para isso existe a curadoria humana. O legal é descobrir algo que você não conhece: pode ser até que você não goste do filme, mas vai entender que estamos fazendo uma indicação realmente personalizada”

Caso o Chippu sugira filmes já vistos, basta marcá-los como “assistido” — e assim ajudar o aplicativo a aprender mais sobre suas preferências.

No app, é possível ainda encontrar playlists temáticas; um exemplo recente foi a lista “RIP Chadwick Boseman”, com filmes estrelados pelo ator de Pantera Negra.

A CONQUISTA RÁPIDA DE USUÁRIOS ACABOU ESBARRANDO NA TECNOLOGIA

Na estreia, diz Thiago, a startup chegou a conquistar 10 mil usuários em apenas um dia — e, por conta dessa demanda, precisou lidar com falhas nos downloads.

“Estávamos usando apenas um computador para segurar nosso serviço e o sistema não aguentou. Acabamos perdendo usuários, foi um baque grande… Por outro lado, aprendemos a nos preparar melhor na parte técnica”

Mesmo recém-lançado (e com ajustes em andamento), o Chippu já monetiza por meio de publicidade tradicional. Há contratos fechados com a plataforma de animes Crunchyroll, a startup de entrega James Delivery (que pertence ao GPA) e o canal Telecine.

Thiago explica como funciona uma parceria com o James Delivery.  “Oferecemos às pessoa um desconto no James Delivery atrelado a um filme que indicamos. Por exemplo, recomendamos Pulp Fiction comendo um duplo bacon como eles fazem lá, ou A Dama e o Vagabundo combinado com espaguete.”

O time está criando mais possibilidades para os clientes anunciarem no Chippu. 

“Temos um podcast duas vezes por semana, vamos ter a versão web com mais espaços de publicidade e serviços na área de notícias em que iremos fazer newsletters específicas.”

O PLANO É MONETIZAR TAMBÉM VENDENDO PESQUISAS DE COMPORTAMENTO

O Chippu também pretende monetizar oferecendo pesquisas de comportamento e consumo para players relacionados à indústria do entretenimento.

Em média, a retenção do usuário dentro do Chippu é de quatro minutos por sessão. Tempo suficiente, diz Thiago, para que a inteligência artificial extraia comportamentos de consumo.

“Como temos mais de 120 mil usuários, conseguimos fazer um recorte de comportamento em tempo real. Pelo nosso dashboard é possível saber qual o serviço de streaming está em alta, o gênero de filme mais popular a cada dia e horário, o ator preferido, o cartaz do filme que chama mais atenção…”

Ainda não há clientes nesse formato; a equipe está refinando a plataforma. 

“Queremos deixar esse modelo pronto para o lançamento nos Estados Unidos e no México, provavelmente em outubro.”

A IDEIA ORIGINAL, COBRIR TODA A ÁREA DE ENTRETENIMENTO, SEGUE NO RADAR

Hoje, diz Thiago, além de ser uma ferramenta de recomendação, o Chippu é quase uma rede social. 

É possível criar seu perfil, seguir e interagir com outras pessoas, montar playlists, deixar sua avaliação (já são 300 mil avaliações registradas) ou escrever críticas sobre os filmes (o app conta atualmente com 20 mil resenhas).

Toda semana é agregado um feature novo. Prevista para a segunda semana de setembro, uma área de conquistas virá para engajar os usuários. “Se ele viu, avaliou e escreveu críticas de todos os filmes de Harry Potter, por exemplo, ganhará uma medalha de Hogwarts.”

O empreendedor considera que o Chippu está em versão beta. “Provavelmente, a ‘versão 1.0’ será lançada até o final do ano, quando vamos incluir séries no catálogo, uma aba de notícias e a versão web.”

Mesmo com a alta adesão (e a sondagem de investidores), ele mantém os pés no chão.

“A dificuldade é manter esse sucesso estável. Por mais que o streaming seja algo que veio para ficar, o Chippu não pode depender só disso para ser sustentável. O desafio é se reinventar e se adaptar”

Daí que a ideia original — cobrir toda a área de entretenimento — continua no radar.

“Queremos tomar conta de streaming e cinema neste ano. Aí, partimos para o ‘ao vivo’. Assim, poderemos ajudar o usuário a montar sua agenda completa de entretenimento.”

Fonte: DRAFT

‘A Netflix é uma empresa de entretenimento, não de tecnologia’, diz fundador

Como um furacão, a pandemia do novo coronavírus chegou ‘de repente’ e trouxe consequências avassaladoras a inúmeros setores da economia. A consequência foi que países como Estados Unidos e o Brasil registraram quedas históricas em seus PIBs – e deverão sentir as consequências do alto índice de desemprego e da perda de renda por um bom tempo. 

Mas, enquanto inúmeros setores e empresas viram suas receitas despencarem, empresas de tecnologia mostraram o potencial da era digital. A tendência natural era de migrar cada vez mais para o mundo virtual, e assim garantir o famoso DNA para se consolidar como uma empresa de tecnologia. Certo? Não para a Netflix. 

“A Netflix é uma empresa de entretenimento, não de tecnologia”, diz Reed Hastings, presidente e fundador da plataforma de streaming, em entrevista ao CNN Brasil Business, para divulgar o lançamento de seu livro “A Regra é não ter Regras: A Netflix e a cultura da reinvenção”, feito em parceria com Erin Meyer. 

De poucas palavras, Hastings parece sorrir à toa: mesmo reafirmando a Netflix como uma empresa de entretenimento, o alcance tecnológico do streaming foi fundamental para que a companhia se descolasse do cenário de crise causado pela pandemia.

Desde março, quando a Covid-19 estimulou o isolamento social ao redor do mundo, as ações da Netflix tiveram alta de cerca de 40% – fazendo com que a empresa chegasse a um valor de mercado superior a US$ 230 bilhões. 

Já a empresa, que em sua fundação realizava entregas de DVDs por Correio, viu o total de assinantes no primeiro trimestre do ano chegar a marca de 182 milhões. Já no segundo trimestre, com muitos países ainda em isolamento social, a empresa adicionou mais 10 milhões de pessoas em seu catálogo de assinantes, totalizando 192,95 milhões de assinantes no mundo. Para se ter uma ideia, no mesmo trimestre de 2019, a empresa ganhou 2,5 milhões de assinantes. 

“[Com a pandemia] As pessoas estão maratonando mais séries, consumindo mais episódios e, até mesmo, ficando acordadas para ver mais capítulos”, diz Hastings. “É muito mais divertido poder o controle sobre quando e o que assistir”, completa. 

O avanço no consumo de streaming repercutiu diretamente no aumento da receita da empresa: no segundo trimestre de 2020, a Netflix viu sua receita subir 25% quando comparado ao mesmo período de 2019, atingindo US$ 6,14 bilhões – algo como US$ 24 bilhões no ano. 

Guerra de streaming

Se Hastings foi claro ao dizer que a Netflix é uma empresa de entretenimento, o CEO não hesitou ao afirmar que a Disney+ é, atualmente, sua maior e principal concorrente. “Sem dúvida, a Disney+ é o nosso maior concorrente. A empresa cresceu mais de US$ 60 milhões em menos de um ano”, disse.

Lançada em novembro de 2019, o serviço de assinatura de streaming da Disney estreará no Brasil em 17 de novembro. No mundo, acumulou mais de 57 milhões de assinaturas até junho de 2020. Mais que isso: acirrou a guerra do streaming, que conta com competidores de peso como Amazon Prime, HBO Go, Apple TV+ e, no Brasil, o Globoplay. 

A rápida aquisição de assinantes não foi à toa: a empresa conta com conteúdos e produções próprias de peso, como filmes do Star Wars, Marvel, desenhos da Pixar, além da National Geographic. 

Nesse embate – e diante de um aumento exponencial de assinantes durante a pandemia, e expectativa de desaceleração de novos consumidores com a retomada econômica – Hastings confirma a tendência da Netflix para os próximos anos: focar em produções próprias. Tornar-se um grande produtor de conteúdo, não apenas nos Estados Unidos, mas, também, em países da América Latina, como Brasil e Argentina. 

“Vocês verão um aumento das nossas produções no Brasil, Argentina, Colômbia, México, Estados Unidos”, diz Hastings. “Em todo lugar”, completa. 

E, segundo o executivo, nem mesmo a pandemia afetou os planos de produção no médio e longo prazo. Isso porque, como produzir um conteúdo demanda tempo, o lançamento de programas e filmes originais permanecem, praticamente, intactos.

Já para o ano que vem, o plano da empresa é retomar as gravações próprias e também espera que as de estúdios independentes voltem – a maior parte foi paralisada pela pandemia do novo coronavírus e o isolamento social.

Com isso, a companhia acredita que haverá uma lista de conteúdo mais ponderada na segunda metade do ano que vem – embora o número total de lançamentos próprios seja maior que em 2020.

Os planos de lançamentos para 2020 seguem os mesmos. Isso porque, já que o tempo de produção de conteúdo é longo, o que realmente será afetado será o ano que vem. Em 2021, já que houve tantas gravações pausadas, é de se esperar que as produções mais recentes demorarão mais para estrear na plataforma.  

Porém, mesmo com tantos problemas causados pela pandemia, os investimentos em séries de outros países fora dos Estados Unidos não cessarão. “Se vocês observarem nossa série japonesa ‘The Naked Director”, ou a série alemã ‘Dark’, verão que estamos investindo muito nelas – e com uma satisfação cada vez maior”, diz o fundador. “Estamos focados em produzir os melhores filmes e as melhores séries em todo o mundo.”

Cultura e relação com home office 

Para Hastings, o sucesso da empresa está diretamente relacionada a sua cultura e modelo de gestão. A liberdade que a companhia oferece aos colaboradores e a visão de time são grandes diferenciais citados pelo empresário. 

“Nos últimos 20 anos, fomos da entrega de DVDs pelos Correios nos Estados Unidos para a expansão global por meio do streaming e, posteriormente, para a produção de conteúdo original”, diz. “Fomos bem sucedidos em todos os negócios justamente pela visão de time. E ela é diferente da metáfora da família: isso porque, na visão de família, vocês se amam não importa o que aconteça, mesmo que a família seja problemática”, afirma.

O executivo é contrário a tratar o time como família justamente por esse ponto: quando você normaliza os problemas (algo que acontece com a família e a convivência rotineira), o avanço deixa de acontecer. Nesse caso, a Netflix atua como uma seleção de Copa do Mundo, em que só os melhores jogadores são escalados e seguem no time – sempre buscando a alta performance e melhorar. 

Ainda nessa linha, Hastings continua se ‘opondo’ às grandes empresas de tecnologia, reforçando o posicionamento de que a Netflix é, sim, uma empresa de entretenimento. 

Diferente de gigantes techs como Google, Twitter e Facebook, por exemplo, o executivo não vê o home office como um modelo de trabalho permanente. Ele inclusive quer o retorno para o escritório assim que a vacina sair. 

“É um desafio trabalhar em casa e felizmente será algo bem temporário. Não faremos isso durante 20 anos. É só até chegar a vacina”, diz. “Todo mundo está esperando o próximo ano e a chegada da vacina. É muito difícil manter a motivação trabalhando em casa sem ver ninguém.” 

Mais do que o desafio de motivar a equipe em home office, quando indagado sobre o que era mais fácil: escrever um livro ou lançar uma empresa de streaming, Hastings não têm dúvidas: montar uma empresa.

“Montar uma plataforma de streaming é mais fácil. Surpreendentemente, escrever um livro é mais difícil. Foram três anos em parceria com a Erin Meyer, coautora do livro, para falar de organizações criativas e como elas são diferentes”, diz. 

Por isso, para Hastings, o sucesso de uma empresa – e da Netflix – é pautado no “a regra é não ter regras.” 

Fonte: CNN Brasil