Energia solar: é hora de acelerar

Há dez anos, o Brasil sequer figurava entre os 30 países no ranking mundial de fonte solar fotovoltaica. Hoje, um recente mapeamento divulgado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) coloca o país na 9ª colocação. No último levantamento, o Brasil era o 12º, um salto de três posições em pouco mais de um ano. China, Estados Unidos e Vietnã são os três primeiros.

De acordo com a entidade, em 2020, o Brasil instalou 3.152,9 megawatts (MW) de fonte solar fotovoltaica, sendo de 80% do total de sistemas de geração distribuída (GD) que, em geral, ficam em telhados; e 20% em sistemas de geração centralizada, que são as grandes usinas solares.

Só no ano passado, foram quase R$ 16 bilhões de novos investimentos e mais de 99 mil novos empregos gerados. Segundo a Absolar, de 2012 a 2020, o Brasil acumulou R$ 42,1 bilhões em investimentos na fonte solar fotovoltaica, gerando 236 mil empregos.

O que esse salto nas posições e números representam para o país? Um sinal da democratização da energia solar, que só tende a crescer cada vez mais, principalmente nas residências. Aliás, esse é um filão do mercado e podemos analisar seus motivos.

O primeiro deles é a redução no custo dos equipamentos. Comparado há dez anos, podemos dizer que o investimento chega a ser 75% menor – a produção e a demanda aumentadas por esse tipo de energia explicam essa queda.

Além disso, hoje as placas são feitas para durarem mais 30 anos, sendo a manutenção simples e barata. Outra vantagem são os financiamentos: atualmente existem muitas opções seguras no mercado para a aquisição dos equipamentos. Por fim, eu destacaria nosso índice de radiação solar, um dos melhores do mundo.

E como se não bastasse o fato de ser uma energia renovável e limpa, a solar se mostrou uma grande aliada de muitos brasileiros ao longo da pandemia. As restrições fizeram com que muitos trabalhadores perdessem seus empregos ou migrassem o modelo de trabalho para casa. Por meio da energia solar, em especial da geração distribuída, essas pessoas tiveram, pelo menos, um alívio na conta luz, podendo ajustar seus orçamentos para outras necessidades do momento.

Na outra ponta, como já citei, a geração de empregos também movimentou o setor e o Brasil, muitos deles vindos do franchising – aliás, o segmento de Casa e Construção, que envolve as franquias de energia solar, foi o que mais cresceu em 2020, 12,8%, com um faturamento de R$ 12,4 bilhões.

Todos esses números e movimentos só mostram a importância da energia solar e de outras fontes renováveis no Brasil, tema que bate à porta sempre que vivemos situações como a deste momento, em que os reservatórios de água estão baixos, levando o aumento do preço da energia para o pequeno e grande consumidor.

Há, porém, outra questão em trâmite, como o Projeto de Lei 5.829/19, conhecido como o Marco Legal da Geração Distribuída Solar. Hoje, as empresas do setor seguem as resoluções administrativas promulgadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O projeto traz mudanças legislativas que podem diminuir o ritmo da expansão da energia solar pelo Brasil, enquanto outros países só o aceleram.

Nesta questão, temos de reforçar que a energia solar gera muito menos (ou quase nenhum) impacto ambiental do que as demais fontes. Além disso, o crescimento da geração distribuída só traz benefícios para o Brasil em muitos sentidos, pois alivia a operação da matriz elétrica nacional, tendo como resultado uma menor pressão nos reservatórios de água das hidrelétricas e redução do uso de termelétricas.

Essa eficiência traz ganhos para as concessionárias também, pois ajuda a equilibrar a matriz energética e desonera o investimento em distribuição. Com isso, há maior possibilidade de se controlar o aumento da energia em todo país.

E mais: segundo um estudo da Absolar, a expansão da geração distribuída pode gerar benefícios líquidos de R$ 200 bilhões para o mercado brasileiro até 2050. Ou seja: ganha a concessionária, ganha o consumidor, ganha o Brasil. Portanto, é hora de acelerar!

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Energia solar: é hora de acelerar
Marcelo Macri é sócio-diretor da Energy Brasil, maior rede de energia solar do país, com mais de 400 franquias.

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Moeda Pet entrega 300 quilos de ração e recebe 7.200 garrafas plásticas neste sábado

A edição do programa Moeda Pet realizada neste sábado (29) fez a entrega de 300 quilos de ração para cães e gatos e recebeu 7.200 garrafas plásticas. A iniciativa, que coloca Santo André à frente de políticas públicas que unem sustentabilidade e proteção animal, aconteceu em formato drive-thru, pela primeira vez na entrada do Parque Central.

O programa estimula a reciclagem e garante dignidade aos animais da cidade. Além de atuar na causa animal, o Moeda Pet também protege o meio ambiente, ao retirar plástico de circulação.

Cada quilo de garrafa plástica é trocado por um quilo de alimento para cães e gatos. Quem participa pode levar a ração para casa ou fazer a doação no local, que é destinada para a Uapa (União Andreense Protetora dos Animais), entidade que faz a distribuição entre protetores independentes.

“Santo André realiza coleta seletiva e possui outros programas, entretanto, sabe-se que muito se perde e acaba parando indevidamente no aterro sanitário. Com o Moeda Pet ganham o ambiente, a sociedade e os animais”, avalia o diretor de Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal, Ariovaldo Veiga.

O programa é uma ação do Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal da Secretaria de Meio Ambiente, que conta com parceria da farmácia de manipulação veterinária Farma Bichos e do Dr. Vet Hospital Veterinário.

A publicitária Silvia Zuquereli, de 61 anos, foi ao drive-thru acompanhada da sua cachorra Lola. “Moro no Centro e lá no bairro várias pessoas colaboram. O carro da frente é da dona do estacionamento onde eu paro o carro.  Sou síndica do meu condomínio e solicitei a todos moradores que separassem as garrafas. Estamos com uma quantidade grande para colaborar com os animais de rua. A gente deixa a ração aqui mesmo para serem doadas para as ONGs cadastradas”, comentou.

Parceiros – Com adesão cada vez maior da população ao programa, a Prefeitura de Santo André busca novas parcerias para expandir o Moeda Pet. “Precisamos de mais parceiros, para junto com eles estruturar uma nova equipe, visando expandir o programa para mais parques”, explicou o secretário adjunto de Meio Ambiente, Alexandre Audino.

As empresas interessadas em contribuir com o programa por meio de parceria devem entrar em contato com a Secretaria de Meio ambiente pelo telefone 4433-1958 ou pelo email aveiga@santoandre.sp.gov.br. Será acordado o volume de ração a ser doado mensalmente. Além de ajudar o meio ambiente e os animais, o parceiro ainda tem a divulgação da marca nas publicações associadas ao programa.

Sobre o programa – Realizado pela Secretaria de Meio Ambiente, o Moeda Pet conta com o apoio do Departamento de Vigilância à Saúde, do Banco de Rações do Fundo Social de Solidariedade e do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) que encaminha todo o reciclável arrecadado para as cooperativas de reciclagem.

Somente no ano passado, o programa distribuiu três toneladas de ração e arrecadou cerca de 73 mil garrafas.

| Texto: Rafaela Mazarin
rcpmazarin@santoandre.sp.gov.br / 4433-0142
| Fotos: Helber Aggio/PSA

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Dia Mundial do Meio Ambiente tem ação no Shopping Praça da Moça

No próximo dia 5 de junho, sábado, é o Dia Mundial do Meio Ambiente. No Shopping Praça da Moça, além da preocupação com os recursos naturais e destino correto do lixo, os clientes são convidados a refletir e colaborar com esse cuidado com o Planeta e recebem de brinde um lápis semente e uma caixa semente mágica.

O empreendimento comemora o sucesso dos investimentos para captação de água da chuva, implantado há 2 anos. O shopping consome mensalmente cerca de 1.400 m3 de água nas áreas comuns de consumo (banheiros, mictórios, torneiras de serviço e irrigação de áreas verdes).

Com o reuso foi possível deixar de consumir 120 m3 de água/mês, o suficiente para abastecer 10 casas pelo período de 30 dias. O sistema que foi desenvolvido e implantado pela própria equipe do empreendimento, tem capacidade de captar 10 m3 de água por hora para ser utilizada em áreas como vasos sanitários, torneiras de serviço e irrigação de áreas verdes.

“Utilizamos o skylight – cobertura de vidro – que direciona a água para um reservatório onde a mesma é filtrada e tratada com cloro para depois ser reutilizada”, explica Guilherme Matos, gerente de operações do Shopping Praça da Moça.

Além disso, outras medidas podem ser vistas por quem visita o Praça. O mesmo teto de vidro que capta a água também serve para economia de luz, já que deixa os corredores naturalmente claros. E para diminuir a emissão de gás carbônico gerada pelos veículos à procura de vagas, foi implantado no estacionamento um sistema de luzes para mostrar ao visitante os locais disponíveis.

Shopping Praça da Moça
Telefone: (11) 4057-8900
WhatsApp: (11) 94709-5754
www.shoppingpracadamoca.com.br
Rua Manoel da Nóbrega, 712 – Centro, Diadema
Estacionamento:  Carros 9 reais até 3 horas + 1 real por hora adicional ou fração / Motos 9 reais a diária

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Moeda Pet acontece no portão principal do Parque Central neste sábado

O portão principal do Parque Central, em Santo André, receberá no sábado (29) mais uma edição do Moeda Pet. O programa, que troca um quilo de garrafas PET por um quilo de ração para cães ou gatos, será realizado em sistema drive-thru, das 10h às 15h. O parque fica na rua José Bonifácio, na Vila Assunção.

“O sistema drive-thru, ao permitir a realização da troca sem que o munícipe saia do carro, é mais adequado para este momento, já que impede a possibilidade de contato e aglomeração, mas garante a oferta de ração para as pessoas que têm seus pets e os protetores independentes de animais. Isso sem falar do benefício para o meio ambiente que a retirada destas garrafas de circulação representa”, disse o secretário de Meio Ambiente, Fabio Picarelli.

Cada quilo de garrafa plástica (que equivale a 20 garrafas de dois litros ou 26 de um litro) é trocado por um quilo de ração. Quem participa pode levar o alimento para casa ou fazer a doação no local, para que seja destinada à Uapa (União Andreense Protetora dos Animais), entidade que faz a distribuição entre os protetores independentes cadastrados.

Quem não conseguir juntar um quilo de garrafas pode apenas ir doar qualquer quantidade de garrafas que acumulou. Neste caso, toda a arrecadação de rações será revertida para as protetoras de animais. O material reciclável arrecadado com o Moeda Pet é remetido para as cooperativas localizadas no Aterro Municipal, vendido e o valor revertido para as famílias cooperadas.

O programa é uma ação do Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal da Secretaria de Meio Ambiente, que conta com parceria da farmácia de manipulação veterinária Farma Bichos e do Dr. Vet Hospital Veterinário. A iniciativa também conta com o apoio do Departamento de Vigilância à Saúde, do Banco de Rações do Fundo Social de Solidariedade e do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), que encaminha todo o reciclável arrecadado para as cooperativas.

| Texto: Paola Zanei
| Fotos: Alex Cavanha/PSA

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Bactérias podem combater poluição de plásticos

Microbiologistas descobriram uma maneira de usar bactérias para reter microplásticos, removendo-os do meio ambiente e tornando-os mais fáceis de reciclar. Bruna Boner mostra como bactérias podem combater poluição de plásticos

A nova técnica, desenvolvida por cientistas da Universidade Politécnica de Hong Kong, usa biofilmes bacterianos – uma substância pegajosa criada por microorganismos – para capturar partículas microplásticas. O biofilme é então processado e disperso, liberando as partículas microplásticas para processamento e reciclagem.

Os microplásticos são extremamente problemáticos e representam um grande risco para as cadeias alimentares e a saúde humana, de acordo com o pesquisador Yang Liu: “Eles não são facilmente biodegradáveis, onde são retidos nos ecossistemas por períodos prolongados. Segundo Bruna Boner, isso resulta na absorção de microplásticos pelos organismos, levando à transferência e retenção de microplásticos na cadeia alimentar.

“Devido à sua enorme área de superfície e capacidade de adsorção, os microplásticos podem adsorver poluentes tóxicos, como pesticidas, metais pesados e resíduos de drogas em altas concentrações.

“Isso leva à toxicidade biológica e química para organismos nos ecossistemas e humanos após o consumo não intencional prolongado de tais microplásticos. Além disso, os microplásticos também são difíceis de remover em estações de tratamento de esgoto, resultando em sua liberação indesejada no meio ambiente. ”

Como funciona a técnica dos pesquisadores
Em mais detalhes, os pesquisadores usaram a bactéria Pseudomonas aeruginosa para capturar microplásticos em um biorreator. Esta espécie de bactéria é encontrada em todos os ambientes e já foi demonstrado que coloniza microplásticos no meio ambiente. Cristina Boner Leo conta que Biofilmes de P. aeruginosa fazem com que os microplásticos se agregem, eventualmente fazendo com que eles afundem. Em biorreatores, isso torna os microplásticos mais fáceis de coletar.

Depois que os microplásticos foram capturados pelos biofilmes e afundaram no fundo do reator, os pesquisadores usaram um gene de dispersão do biofilme, que fez com que o biofilme liberasse os microplásticos.

Liu explicou que isso “permite a liberação conveniente de microplásticos da matriz de biofilme, que de outra forma é difícil e cara de degradar, de modo que os microplásticos podem ser posteriormente recuperados para reciclagem”.

Levando o método para estações de tratamento de água

Microplásticos são partículas de plástico com menos de 5 mm de diâmetro. Eles podem entrar no meio ambiente por meio de várias fontes, incluindo a quebra de peças maiores de plástico, lavagem de roupas sintéticas, quebra de pneus de automóveis e resíduos de plástico diretamente da indústria. Bruna Boner mostra que os métodos atuais de descarte de microplásticos, como incineração ou armazenamento em aterro, são limitados e têm suas próprias desvantagens.


As próximas etapas da pesquisa, que foi publicada no Chemical Engineering Journal no início deste ano, estão movendo a prova de conceito do laboratório para um ambiente ambiental

Liu e seus colegas esperam que a técnica seja eventualmente usada em estações de tratamento de águas residuais para ajudar a impedir que os microplásticos escapem para os oceanos. Eles também têm que encontrar compostos naturais para estimular a dispersão do biofilme dos isolados bacterianos formadores de pró-biofilme, dizendo que “isso fornece uma base para futuras aplicações em estações de tratamento de águas residuais, onde os microplásticos podem ser removidos de uma maneira segura e ecologicamente correta.”

Pesquisas como essa, que poderiam reduzir a ‘plastificação’ de nossos ambientes naturais, são realmente boas notícias.

Bactérias podem combater poluição de plásticos
Bruna Boner mostra como bactérias podem combater poluição de plásticos. Foto: Universidade Politécnica de Hong Kong

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Tudo o que você precisa saber sobre a energia solar

Que ela é limpa, renovável, muito mais barata e tem conquistado cada vez mais adeptos ao redor do planeta, todo mundo sabe. Não à toa se tornou o setor que mais cresce no Brasil. Mas, apesar de a energia solar ter se popularizando bastante nos últimos anos, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o seu funcionamento. Para explicar um pouco mais sobre o assunto, Davidson Andreoni, consultor da Cemig SIM, aborda as principais curiosidades acerca deste tema. Confira!

Há diferença entre aquecimento solar e energia solar fotovoltaica

Enquanto o aquecimento solar consiste basicamente no aquecimento da água, especialmente do chuveiro, a energia fotovoltaica é mais completa, já que abastece todos os equipamentos que necessitam de energia elétrica em uma casa, tais como lâmpadas e eletrodomésticos.

Geração de energia em dias nublados

Pouca gente sabe, mas os painéis solares são capazes de captar energia do Sol mesmo em dias nublados. Devido à alta tecnologia empregada no processo, as células fotovoltaicas não necessitam de luz solar direta para que produzam energia em dias chuvosos. Todavia, nestes dias os níveis de watts gerados são menores.

Geração de energia no período noturno

Como a fonte para geração deste tipo de energia é a radiação solar, a produção em períodos noturnos não acontece. Apesar disso, a maioria dos sistemas de energia solar instalados no país funciona no modelo on grid, ou seja, conectados à rede de distribuição da cidade. Sendo assim, o sistema gera energia durante o dia e, à noite, utiliza a energia da rede.

Tem taxa de emissão de poluentes zero

Ao contrário de outras energias que mesmo emitindo algum tipo de poluente são consideradas limpas, a solar zera a taxa de emissão de poluentes. Dessa forma, ajuda a combater o efeito estufa e seus efeitos sobre o clima, apresentando-se como uma das melhores soluções para a sociedade.

Existem enormes usinas de energia solar

Embora os painéis caseiros desse tipo de energia sejam mais conhecidos e comuns, existem grandes usinas solares espalhadas pelo mundo. Estados Unidos, Espanha, Portugal e Alemanha abrigam algumas delas, que também estão presentes em outros países.

Os créditos de energia solar

Em dias de calor intenso, quando é gerada mais energia do que o necessário, são formados créditos com a rede de distribuição. Isso significa que todo o excedente produzido pelo sistema de energia solar fotovoltaico é enviado para a distribuidora, que tem até 60 meses para utilizar este crédito e abatê-lo na conta de energia do imóvel.

Sobre a durabilidade dos painéis

Os painéis solares são extremamente duráveis (mais de 20 anos) e precisam de pouca ou nenhuma manutenção. Os principais painéis utilizados hoje em dia são feitos de silício monocristalino ou policristalino. Os monocristalinos apresentam o silício em alto grau de pureza e são mais eficientes, apesar de exigirem um investimento maior.

Quer levar energia solar para sua casa ou empresa? Acesse www.cemigsim.com.br e saiba mais.

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energia solar
Usina Solar, Cemig SIM. Foto: Divulgação

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Santo André ganha mais de 2.000 novas árvores em 2020

A Prefeitura de Santo André e o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) seguem trabalhando continuamente para ampliar as iniciativas de sustentabilidade na cidade e uma das ações neste sentido é o plantio de novas árvores – tanto em calçadas e praças quanto nos parques. Até o final de 2022, a cidade terá recebido mais de 7.500 árvores.

Em 2020, o Departamento de Manutenção de Áreas Verdes da Prefeitura plantou 2.380 mudas (incluindo as espécies que foram transplantadas de um local a outro, como àquelas junto às obras do Complexo Viário Cassaquera) e, por meio das compensações ambientais, o Semasa vai promover o plantio de outras 5.149 árvores até o final do ano que vem.

Atualmente, com apoio da autarquia, a Prefeitura mantém o programa Meu Bairro Mais Verde, com ações em diversas localidades da cidade. O Semasa também realiza trabalhos pontuais, como no entorno dos bairros afetados pelas obras do Complexo Viário Cassaquera e no Parque Guaraciaba, que recebe novas mudas como compensação pelas obras do Aterro Sanitário. A autarquia conta ainda com uma equipe de Educação Ambiental, que promove a sensibilização sobre as temáticas ambientais, alcançando a população andreense por meio de uma série de cursos e atividades online

“As iniciativas do Semasa e da Prefeitura são fundamentais para a saúde e a qualidade de vida dos cidadãos. Além dos plantios, temos outras ações de sensibilização ambiental para que os moradores se sintam integrados e ajudem no cuidado com as árvores. Além disso, seguimos atentos nas ações de fiscalização ambiental para coibir a supressão irregular de árvores”, comenta o superintendente do Semasa, Gilvan Junior.

No ano passado, a Fiscalização Ambiental do Semasa emitiu 44 Autos de Infração Ambiental (multas) por supressão irregular de espécies arbóreas e, neste ano, foram oito autuações. Em Santo André, a autarquia é responsável pela fiscalização da poda drástica ou corte irregular nos lotes particulares. Já a Prefeitura fiscaliza a remoção em áreas públicas e calçadas. A multa pelo crime ambiental de corte de árvores sem autorização pode chegar até 450 FMPs (R$ 1.931,62) por árvore suprimida.

Cidade sustentável e inteligente – Por meio de parcerias com a iniciativa privada, em razão das compensações ambientais pelos empreendimentos da cidade, Santo André vem se destacando cada vez mais entre os municípios com ações em prol da sustentabilidade.

Recentemente, a cidade ganhou a primeira árvore solar do ABC. Implantada pela construtora Patriani, por meio de compensação ambiental e em conjunto com o Parque Tecnológico de Santo André, o equipamento permite uma série de possibilidades de sensoriamento dinâmico da cidade, como monitoramento climático e de bocas de lobo, além de colocar à disposição da população pontos de carregamento de bicicletas e patinetes elétricos.

O Semasa também tem investido na recuperação e revitalização do Parque Natural do Pedroso com verbas de compensação ambiental. Patrimônio ambiental da cidade, a Unidade de Conservação já recebeu novo cercamento, pintura e obras nas quadras de basquete, vestiários, banheiros e sede administrativa.

“A lei municipal nos permite diversas possibilidades de investirmos em serviços e equipamentos para a cidade, ampliando os benefícios para todos. Além do Parque do Pedroso, o Parque Guaraciaba também recebeu obras por meio de compensação”, explica o superintendente do Semasa, Gilvan Junior. A adoção de praças por entes privados também é uma das possibilidades de compensação previstas em lei.

No caso do Pedroso, o parque ganhou também novos murais com arte em grafite e troca do quadro elétrico. Além disso, os funcionários receberam equipamentos para manutenção das áreas verdes, como serras e roçadeiras.

| Texto: Paloma Alvarez

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Santo André ganha mais de 2.000 novas árvores em 2020
Santo André ganha mais de 2.000 novas árvores em 2020. Foto: Divulgação

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Campanha para capacitar engenheiros em marketing digital da Schneider

Iniciativa da campanha visa orientar e capacitar engenheiros de suas empresas parceiras na utilização de ferramentas e táticas de marketing digital

A líder global na transformação digital em gestão da energia elétrica e automação, Schneider Electric, anuncia uma campanha de Marketing Digital para Engenheiros, visando orientar os profissionais de empresas parceiras. Com isso, a campanha passa a apoiar os profissionais com treinamentos, webinars, e-books, guias com dicas e conteúdos estratégicos, além de insights digitais.

“Com esse projeto, nosso objetivo é orientar nossos parceiros a respeito de como a implementação de ações de marketing digital podem potencializar seus negócios  e, assim, crescermos juntos no mercado brasileiro ”, diz Maiara de Mello Garcia Pires, Líder de Marketing e Comunicação na Schneider Electric. A iniciativa traz um panorama geral sobre como obter sucesso com as táticas de marketing digital, na construção de jornadas de conteúdo para profissionais que atuam no mundo da engenharia.

Entre os temas abordados estão o entendimento geral sobre planos de comunicação, inbound marketing, web, e até mesmo o hábito de compra e consumo. “A intenção é que o profissional consiga transmitir credibilidade, valor agregado e engajar seu público ao promover conteúdo relevante e de qualidade por meios digitais”, explica Maiara.

Desde 2019, a Schneider vem ampliando seu apoio aos parceiros em sua jornada na busca de novas soluções que enriqueçam seu ambiente e alcance digitais, ao mesmo tempo, possibilitem economia de tempo e dinheiro. O foco é fomentar o uso da inteligência das ferramentas digitais, para melhorar a experiência do cliente. O último webinar promovido pela empresa, em março, trouxe a professora de MBA de Marketing Digital da Faculdade Getúlio Vargas (FGV) – Rosamélia Abreu, para abordar com mais detalhes a necessidade de avanços tecnológicos e implementação de estratégias digitais. Para conferir, acesse: https://bit.ly/31x3i3Z.

Sobre a Schneider Electric

O propósito da Schneider é empoderar todos para que obtenham os melhores resultados com nossa energia e nossos recursos, alavancando o progresso e a sustentabilidade.  Chamamos isso de ‘Life Is On’. 

Nossa missão é ser seu parceiro digital para sustentabilidade e eficiência. 

Conduzimos a transformação digital ao integrar tecnologias de processo e energia, conectividade de produtos na nuvem, controles, software e serviços, por todo ciclo de vida do produto, propiciando um gerenciamento integrado de empresas, para casas, edifícios, data centers, infraestrutura e indústrias. 

Somos as mais locais das companhias globais. Lutamos por padrões abertos e ecossistemas de parceria entusiasmados por nossa proposta significativa e inclusiva e nossos valores de empoderamento. 

www.se.com

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Campanha para capacitar engenheiros em marketing digital da Schneider
Foto: Divulgação

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Apenas 5% das startups são fundadas por mulheres, aponta pesquisa

Dados da Pesquisa Female Founders Report, conduzida pelo Distrito, na qual aborda startups fundadas por mulheres, será pauta do painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, no Fintouch, maior evento da ABFintechs

Segundo pesquisa realizada pelo Distrito em parceria com a B2MAMY e Endevor, 4,7% das startups são fundadas exclusivamente por mulheres, enquanto 5,1% são co-fundadas por mulheres (fundação mista entre mulheres e homens). Do outro lado, o número de empresas com apenas fundadores homens é quase 20 vezes maior – mais de 90% das startups no Brasil ainda são fundadas apenas por homens. Ao olhar especificamente para o número de mulheres negras nesse ecossistema, o dado é ainda menor, apenas 19%.

A urgência do debate será pautada durante o Fintouch, maior evento no calendário da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e o maior do Brasil focado em fintechs. O painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social” será liderado por Fernanda Ribeiro, Líder de Diversidade na AbFintech, Presidente na Afrobusiness Brasil e Co-fundadora da Conta Black, além de Lilian Natal, do  Distrito, Dani Junco, da B2MAMY e Anita Fiori , do BID. 

“Precisamos bater na tecla da diversidade como inclusão social e estratégia de negócios. Afinal, ao não investirem em negócios liderados por mulheres, em especial, as negras, todos perdem a chance de ter um portfólio diverso e com altíssimo potencial de ganhos, inovação e sustentabilidade”, aponta Fernanda Ribeiro. 

Negócios de impacto social são repletos de inovação, escalabilidade e lucratividade. Um exemplo disto está na própria Conta Black, fundada pela executiva, que é uma comunidade financeira que se propõe em resolver o desafio da desbancarização e consequentemente a exclusão financeira. Ambas responsáveis pela desigualdade social.

“Precisamos iniciar de imediato uma jornada de inclusão, a partir da diversificação de investimentos e inclusão de mulheres em boardings e conselhos. Tenho esperança de que o atual momento possibilite uma reflexão mais profunda, que leve por fim, a uma transformação desse cenário”, reforça. 

Fintouch

Com o tema “Vamos encontrar juntos as respostas para os desafios das fintechs em 2021 e 2022?”, a programação do Fintouch 2021 contará com a participação de nomes de referência nacionais e internacionais do ecossistema de inovação e serviços financeiros. O encontro, marcado para os dias 15 e 16 de abril, das 9h às 18h, e acontecerá pela primeira vez de forma totalmente online. 

Mantendo a excelência dos conteúdos, o evento abordará assuntos para além do painel sobre “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, tais como Tokenização de Ativos; CBDC, Stablecoins e Corporate Coins; Open Finance; Identidade Digital para Fintechs; Serviços e Produtos para Desbancarizados; AgFintechs: Regulação, Crédito de Carbono, Empresas ESGs; Regulação; Como se conectar com Organizações Internacionais para captar investimentos e Parcerias fora do Brasil; dentre outros. Para saber mais acesse: https://www.abfintechs.com.br/fintouch.

Sobre a ABFintechs

A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), fundada em 2016 por empreendedores de quatro fintechs, possui cerca de 400 associadas e tem como missão garantir que o maior número possível de Fintechs se tornem realidade como negócio, além de fazer do Brasil uma referência em inovação no setor financeiro, passando a ser um fornecedor para o mundo de inovação disruptiva em finanças.

Com importante papel no desenvolvimento de questões regulatórias, a Associação realiza um trabalho próximo a Agências Reguladoras e Autarquias como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central do Brasil (BCB), Superintendência de Seguros Privados (Susep), Ministério da Economia, dentre outras, com importantes conquistas alcançadas até o momento como a Instrução CVM 588Resolução 4656 do BC e Sandbox regulatório. Conta com representantes no Comitê Nacional de Iniciativas de Apoio a Startups, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, foi indicado como órgão oficial na estrutura de governança do Open Banking no Banco Central.

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Programa Águas Brasileiras revitalizará bacias do País

Programa Águas Brasileiras vai revitalizar bacias hidrográficas do País. Para selecionar os interessados em investir na iniciativa, o Ministério do Desenvolvimento Regional publicou o primeiro edital de chamamento público. O objetivo é selecionar projetos que contemplem o uso sustentável dos recursos naturais e a melhoria da disponibilidade de água, em quantidade e qualidade, para usos múltiplos.

Podem participar instituições privadas, com ou sem fins lucrativos. As propostas devem ser voltadas para as bacias hidrográficas São Francisco, Parnaíba, Taquari e Tocantins-Araguaia; e devem contemplar os seguintes eixos temáticos: manejo florestal sustentável; proteção e recuperação de áreas de preservação permanente e de áreas de recarga de aquíferos; implantação de sistemas agroflorestais; contenção de processos erosivos; soluções sustentáveis de saneamento no meio rural e reuso de água no meio urbano; técnicas de engenharia natural para infiltração da água; ações que levem à redução da criticidade hídrica; e economia circular da água.

O Programa Águas Brasileiras do MDR conta com a parceria da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico. O prazo para apresentar as propostas encerra em 11 de fevereiro. 

Em parceria com Brasil 61

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Programa Águas Brasileiras

Ribeirão estuda alternativas de reciclagem e sustentabilidade

Secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico estreitam relações em prol da sustentabilidade. Ribeirão estuda alternativas de reciclagem e sustentabilidade

Em reunião realizada nesta segunda-feira, dia 11, as secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico discutiram planos de incentivo à coleta seletiva. Além disso, a busca por formas de conscientização da importância da reciclagem. O encontro também teve a presença de representantes da Câmara Municipal.

Andreza Araújo, Secretária de Meio Ambiente, salientou que é de grande valia a união de forças em busca de alternativas para novas formas de reutilização de materiais. “Cada vez mais é importante que exista essa união de forças para um maior cuidado com as questões ambientais, principalmente em Ribeirão Pires, que é uma cidade protegida pela Lei de Mananciais”. 

Marli Silva, secretária de Desenvolvimento Econômico, ressaltou que é preciso levar em conta as pautas que unem as pastas em prol de Ribeirão Pires. “É muito importante propor projetos e programas na linha do Desenvolvimento Econômico e coleta seletiva. Tais segmentos resultarão em emprego, renda e autonomia”, comentou.

Representando a Câmara Municipal, participaram da reunião os vereadores Sapão Borges (PTC) e Sandro Campos (PSB). Sapão comentou sobre a realização de projetos voltados aos coletores de recicláveis: “Nós acompanhamos e sabemos das dificuldades de quem vive da coleta de materiais recicláveis. Pensar projetos e alternativas para melhorar o trabalho dessas pessoas junto com a questão ambiental é de grande importância”, comentou. 

Sandro Campos também coloca que é importante auxiliar as pessoas neste período de isolamento. “É fundamental pensar formas de parceria e auxílio às pessoas, principalmente nesse momento de pandemia, com o objetivo de somar forças em benefício de Ribeirão Pires”, finalizou.

Ribeirão estuda alternativas de reciclagem e sustentabilidade

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Sustentabilidade vista pelos jovens em concurso de desenho

Exposição “Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” está disponível no site do Acervo do Estado. Resultado demonstra como a sustentabilidade vista pelos jovens hoje em dia.

O Governo do Estado divulgou neste sábado os 20 desenhos vencedores do Concurso de Desenho “Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”. A exposição virtual está disponível em www.acervo.sp.gov.br.

Alunos dos anos finais do Ensino Fundamental (6º. ao 9º. anos) e do Ensino Médio da rede pública estadual foram convidados a participar. Dessa forma, mostrar por meio de desenhos realizados com diferentes técnicas, como eles entendem as cinco áreas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Estas, estabelecidas na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) – pessoas, planeta, paz, prosperidade e parcerias.

A iniciativa marca a comemoração dos 75 Anos da ONU. Além disso, é fruto da parceria entre as Secretarias da Casa Civil, da Educação, de Governo e de Relações Internacionais. O Acervo Artístico-Cultural dos Palácios, vinculado à Secretaria de Governo, também participou da organização do concurso e realizou a exposição virtual com os trabalhos vencedores. O projeto teve o apoio da Representação da UNESCO no Brasil – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

Concurso mostra sustentabilidade vista pelos jovens

Comissões multidisciplinares formadas nas escolas e nas Diretorias de Ensino avaliaram os trabalhos inscritos e selecionaram 200 desenhos finalistas. Uma comissão julgadora integrada por representantes das Secretarias responsáveis pela organização do concurso. Além disso, de consultoras do setor de Educação da UNESCO no Brasil, definiu os vencedores.

Os critérios de avaliação foram a pertinência em relação ao tema, criatividade e originalidade e qualidade plástica da produção artística, dentre outros. Todos os desenhos apresentados foram acompanhados por um texto explicativo sobre o conceito da criação.

Sustentabilidade vista pelos jovens

Agenda 2030 no Currículo Paulista

A Agenda 2030 dialoga com todas as áreas de conhecimento e componentes curriculares do Currículo Paulista.

“Uma das competências trabalhadas nas escolas é a defesa de ideias que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável. Os 17 ODS e os 5P´s da sustentabilidade tratam desses temas com uma linguagem universal e os alunos souberam traduzir esses conteúdos em seus desenhos”, explica Rossieli Soares da Silva, Secretário da Educação.

Ana Cristina Carvalho, Curadora do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo, destacou a conscientização dos alunos da rede pública sobre os temas da Agenda 2030. Por exemplo, como o enfrentamento da pobreza, da fome e a busca pela equidade. “Em cada desenho há uma descoberta de caminhos e muita esperança”, registrou.

Para a Coordenadora de Educação da UNESCO no Brasil, Rebeca Otero, o concurso contribui para o alcance da meta 4.7 do ODS 4 – Educação de Qualidade, que visa, até 2030, promover a educação para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida sustentáveis. Portanto, estabelecendo uma ponte com o conjunto dos ODS. “A UNESCO no Brasil reconhece que esta iniciativa do concurso está alinhada com os princípios da Educação para o Desenvolvimento Sustentável”, afirmou.

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Sendo assim, nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Economia Circular – faça parte do movimento! – 2

O Movimento Circular tem um Manifesto, com indicação de proposições e, ao final, podemos complementar com nossas ideias e ações para um mundo sem
lixo! Economia Circular, faça parte! Link da matéria anterior aqui.

“Virou lixo? E se desse para virar outra coisa?
Afinal, tudo o que é bom dura muito e no fim vira outra coisa.

E se a gente assumir que adora coisa usada?
Coisa usada é mais gostosa. Se ficar com ela, é uma a menos que vai para o aterro.

E se a gente ignorar a mania de fazer upgrade?
Fazer upgrade só é bom para quem vende as coisas. Portanto, seja rebelde.

E se a gente consertar em vez de jogar fora?
Ademais, consertar é inteligente. As coisas duram mais e o dinheiro fica no seu bolso.

E se a gente customizar antes de enjoar e se livrar?
Use a imaginação para transformar o que é banal em algo inédito.

E se você for um gênio na arte de consertar coisas?
Certamente você vai descobrir na prática.”

Continue o Manifesto contando o que você vai fazer por um mundo sem lixo!

E se….”

Você pode enviar para o site e também comentar aqui, certamente vou adorar conversar com você!

Economia Circular, faça parte!!!

A Economia Circular garante, principalmente, o atingimento de diversas metas vinculadas aos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável.

Anteriormente, em 2015, a ONU lançou uma nova agenda de desenvolvimento sustentável. Sobretudo, baseada nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidos no ano 2000. A Agenda 2030 tem o objetivo de finalizar o trabalho de erradicação da pobreza iniciado com os ODM por meio de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas que mobilizam Governos, Empresas e Sociedade Civil para que tomem ações em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta.

Fonte: Movimento Circular.
Acesse: https://www.movimentocircular.io

Carolina Estéfano
Mestra em Ciências, com ênfase em Análise Ambiental Integrada (UNIFESP SP), Bióloga e Gestora Ambiental.

Economia Verde: Agenda iniciada por “Governadores pelo Clima”

No dia em que o Acordo de Paris completa cinco anos, secretários estaduais de meio ambiente se reúnem para definir ações conjuntas para reduzir emissões, rumo a Economia Verde

Resultado do I Encontro Internacional Governadores Pelo Clima, será instituído nesta quinta-feira (10) o Secretariado do Conselho dos Governadores pelo Clima, iniciativa encabeçada pelo Centro Brasil no Clima (CBC), com apoio da União Europeia. Esta  primeira reunião contará com os Secretários de Meio Ambiente dos estados brasileiros que assinaram a carta de compromisso do projeto, lançado em outubro, com a missãode criar um Conselho de Governadores Pelo Clima, que una ideias, conhecimentos e forças, dos mais diversos setores, para criar um inovador modelo de governança climática, subnacional, visando impulsionar eixos verdes da economia e gerar empregos sustentáveis nas diversas regiões do país. O encontro virtual acontece às 14:30h.

A reunião contará com a presença da presidente da ABEMA, Mauren Lazzaretti (secretária de Meio Ambiente do Mato Grosso) e cerca de 20 secretários estaduais de Meio Ambiente e representantes dos governadores. Já estão confirmados: José Sarney Filho (DF), ex-Ministro do Meio Ambiente, Fabricio Machado (ES), José Mauro de Lima O’ de Almeida (PA), José Antônio Bertotti (PE), Sádia Castro (PI), Arthur Lemos Junior (RS), Marcos Penido (SP), Andrea Vulcanis (GO), Eduardo Taveira (AM), Joao Carlos Oliveira (BA), Artur Bruno (CE) e Erico Barboza (AC).

“O Secretariado será o centro de uma rede colaborativa de projetos inovadores, visando apresentar aos governadores ações concretas para desenvolver uma nova economia regenerativa, que, simultaneamente, gere emprego, reduza desigualdades, capture carbono e recupere ecossistemas”, destaca Sérgio Xavier, articulador político do CBC. 

Nesta reunião inicial será apresentada e definida a governança, o suporte colaborativo (que envolverá organizações não governamentais, academia, instituições empresariais, entidades internacionais e fontes de financiamento) e indicados os passos de atração de investimentos para cadeias econômicas de baixo carbono das diversas regiões.

Economia Verde: Primeiros Passos

O Secretariado representaos primeiros passos práticos do projetopara implementar,  de forma inédita no Brasil, uma agenda subnacional de ação que ao mesmo tempo preserve o meio ambiente e leve em consideração uma economia regenerativa que reduza desigualdades através do compromisso com o meio ambiente.

“Os estados estão largando na frente e dando o exemplo de ação em prol da resolução da questão climática e da implementação das metas do Acordo de Paris. E isso pode não só trazer benefícios ao meio ambiente, mas também colocar os governos estaduais em posição privilegiada para aproveitar oportunidades de financiamento internacional”, avalia Guilherme Syrkis, diretor-executivo do CBC.

Economia Verde

O objetivo do encontro é estabelecer o modelo de governança do Conselho, definindo o cronograma de ações para 2021, além de estabelecer os temas prioritários de ação. Entre estes assuntos, estarão questões como a urgente recuperação econômica do país, através de processos integrados, que possam simultaneamente regenerar ecossistemas, fortalecer empresas e gerar milhões de empregos, aproveitando oportunidades de investimento em energias renováveis, reflorestamentos, saneamento, reciclagem, bioeconomia, bem como em inovações tecnológicas e de processos produtivos, com uso mais eficiente dos recursos públicos e privados.

Na ocasião, será feita uma homenagem ao ambientalista Alfredo Sirkis, idealizador e fundador do CBC, falecido em julho de 2020, que completaria nesta semana 70 anos de vida. O “descarbonário” Sirkis foi um dos criadores da iniciativa Governadores pelo Clima e participou do seu pré-lançamento, ainda em 2019.

SERVIÇO:

Aliança “Governadores Pelo Clima” instala secretariado

e inicia agenda para impulsionar economia verde, no Brasil

Economia Circular – faça parte do movimento

Hoje faço um convite para você que está lendo esse artigo (Economia Circular) e consequentemente, como um multiplicador de melhores práticas, para as pessoas de sua convivência:

‘Vamos inventar um mundo sem lixo?’. Eu faço parte desse Movimento, meus alunos e minha escola como um todo. O Movimento Circular é um movimento criado pela Atina Educação, do biólogo Átila Iamarino e parceiros. Tem o slogan acima, promovendo formação, desafios para escolas e para nós, cidadãos, presentando um site com conteúdo atual e extremamente didático sobre Economia Circular. Além disso, da tendência mundial a substituir a Economia Linear, em prol da proteção dos recursos naturais, sustentabilidade dos processos de extração e produção e novas formas de convivência entre os cidadãos e para com os produtos, além de revisão da forma que consumimos desenfreadamente.

A Economia Circular está totalmente alinhada com documentos internacionais, como os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, em que as metas podem ser atingidas, seguindo princípios e diretrizes da mesma.

Nos próximos artigos, estarei falando mais sobre como podemos nos inteirar e ser parte do Movimento Circular!

Por enquanto, segue o site: https://www.movimentocircular.io/, para vocês explorarem e entenderem um pouco mais do assunto.
Carolina Estéfano
Mestra em Ciências – ênfase em Análise Ambiental Integrada
(UNIFESP SP)
Bióloga e Gestora Ambiental

Ecologia da Paisagem no planejamento da conservação da biodiversidade – Parte IV

EXEMPLOS DE APLICAÇÕES PRÁTICAS NO PLANEJAMENTO DA CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE Ecologia da Paisagem no planejamento

A conexão entre SEs/SAs e uso da terra urbana e em áreas de proteção ambiental necessitam seguir leis para um planejamento e gestão mais adequados, que permitam a conservação in situ e a manutenção destes serviços para usufruto atual e futuro na promoção do bem-estar e qualidade de vida humanos.

O planejamento da terra deve estar pautado nas métricas de paisagem para verificação do uso da terra, mudança da cobertura do solo para acompanhamento das áreas de proteção e criação de sistemas sociecológicos que deem conta de analisar a expansão urbana e suas demandas de SES/SAs (JÁUREGUI et al., 2019).

Hardt et al. (2014) apontam a criação de cenários futuros junto à elaboração de mapas de expectativas legais como valiosos para mostras os diferentes estados de conservação florestal, no auxílio de tomada de decisão em situações com interesses conflitantes entre usos da terra e agentes sociais.

A implementação de ações

Ecologia da Paisagem no planejamento
Do mirante da Vila de Paranapiacaba, é possível avistar a cidade de Cubatão-SP. Foto: André Benetti, 2014.

A implementação de ações conservacionistas pode ser dificultada quando ocorre suscetibilidade dos fragmentos florestais aos impactos de vias de acesso, campos perturbados e usos urbanos, por exemplo. Fragmentações contínuas diminuem a conectividade estrutural, iniciando processos de extinção de espécies mais sensíveis (HARDT et al., 2019).

A criação de corredores ecológicos e esforços de conservação dentro destes, podem aumentar o potencial de recolonização de espécies e o estabelecimento bem-sucedido de populações viáveis de reprodução, a longo prazo, em um processo de conservação regional (STRICKER et al., 2019).
Dorning et al. (2015) verificaram que estratégias conservacionistas que excluem o desenvolvimento de áreas prioritárias de proteção causam maior fragmentação das florestas; enquanto que as estratégias de preenchimento aumentaram a perda de recursos prioritários nas proximidades das áreas urbanas.

Os cenários de mudança de uso e cobertura da terra não apenas confirmaram que uma falha em agir provavelmente resultaria em perdas para uma rede de conservação, mas também que todos os planos de conservação não têm efeito equivalente, destacando a importância de analisar trocas entre abordagens alternativas de planejamento de conservação (DORNING et al., 2015).

Instrumentos como fomento à criação de cooperativa de beneficiamento de produtos a partir de frutos da terra, incentivo a adoção de Pagamento por
Serviços Ambientais, elaboração material técnico e de divulgação para a cidade (Educação Ambiental), elaboração de zoneamentos e criação de cenários de forma participativa com todos os stakeholders envolvidos, leis específicas, extração sustentável de frutos da terra, implantação de turismo rural e em Unidades de Conservação são alguns exemplos a serem utilizados para tentar sanar em partes, o acoplamento conservação dos SEs/SAs com um uso da terra que favoreça as diretrizes da sustentabilidade.

Referências – Ecologia da Paisagem no planejamento

DORNING, M. A. et al. Simulating urbanization scenarios reveals tradeoffs between conservation planning strategies. In: Landscape and Urban Planning, 2015 pp. 28-39.
HARDT, E. et al. Evaluating the ecological effects of social agent scenarios for a housing development in the Atlantic Forest. In: Ecological Indicators, 2014. pp. 120-130.
JÁUREGUI, C. H. et al. Aligning landscape structure with ecosystem services along an urban-rural gradient. Trade-offs and transitions towards cultural
services. In: Landscape Ecol. 2019, pp. 525–1545.
STRICKER, H. K. et al. Multi-scale habitat selection model assessing potential gray wolf den habitat and dispersal corridors in Michigan, USA. In: Ecological Modelling, 2019. pp. 84-94.

Carolina Estéfano
Mestra em Ciências – ênfase em Análise Ambiental Integrada (UNIFESP SP)
Bióloga e Gestora Ambiental

Diadema e Santo André: Enel reabre ecopontos

Ecopontos em Diadema e Santo André: a Enel Distribuição São Paulo retorna com as atividades, após 7 meses suspensas por causa da pandemia. A maior concessionária de energia elétrica do Brasil, acaba de retomar integralmente o programa Ecoenel. O programa oferece um desconto na conta de luz em troca de materiais recicláveis.

São nove pontos de coleta reabertos na área de concessão da distribuidora, situados na capital paulista e nos municípios de Santo André, Barueri e Diadema.

Um dos ecopontos reabertos em outubro é o situado na universidade Mackenzie, na Rua da Consolação, 968. O ecoponto arrecadou mais de 140 toneladas de resíduos (2019). Como resultado, gerou bônus nas contas de energia dos clientes de mais de R$ 15 mil. Desta forma, o valor é superior ao desconto gerado em 2018, superior a R$ 12 mil.

Ecopontos em Diadema e Santo André
Assaí Diadema é um dos locais de ecoponto. Foto: Divulgação

O ecoponto situado na Sociedade Benfeitora Jaguaré, na Rua Floresto Bandecchi, também foi reaberto em outubro. O local arrecadou 169 toneladas de resíduos em 2019, o que gerou um bônus na conta de luz dos clientes de R$ 39,4 mil. Ao passo que em 2018 o local recebeu 171,5 toneladas de resíduos e gerou um desconto de cerca de R$ 37 mil nas faturas de energia.

Desde o início de 2019 até o fechamento do primeiro semestre deste ano, mais de 1.500 toneladas de resíduos foram transformadas em cerca de R$ 350 mil em bônus na conta de 5.889 clientes da distribuidora.

Confira os endereços e horários de funcionamento dos Ecopontos em Diadema e Santo André:

Assaí Diadema (SP): Av. Piraporinha, 1144
Horário de funcionamento: terça a sábado, das 10h às 13h e das 14h às 17h.

Assaí Santo André (SP): Rua Giovanni Battista Pirelli, nº 1221
Horário de funcionamento: terça a sábado, das 10h às 13h e das 14h às 17h.

Certificação socioambiental ‘Selo Verde’ da OSCIP Ecolmeia

O que é?

Programa de certificação socioambiental destinado às organizações dos setores da sociedade, que se comprometem com o desenvolvimento de suas atividades, potencializando a valorização humana e a sustentabilidade.

Valor do Selo Verde

Possui metodologia própria da OSCIP Ecolmeia, patenteada no INPI – Proc. nº 829892117/2011. Revalidado mediante auditoria anual das suas atividades, pelo MJ – Ministério da Justiça (Proc. nª 08071.003651/2012-71).

Certificações

São 164 Organizações certificadas pelo Selo Verde Ecolmeia, que integram a Rede de Certificadas, e se tornaram multiplicadoras de boas práticas socioambientais.

Objetivos do Selo Verde

 Formar Rede de Organizações com comprometimento e responsabilidade socioambiental.

 Orientar as Organizações certificadas para o desenvolvimento de boas práticas sustentáveis.

 Tornar pública as boas práticas socioambientais da Organização perante a Sociedade.

Metodologia

Nossos auditores, capacitados, visitam a empresa e aplicam um roteiro composto por 6 temas: Social, Meio Ambiente, Cultura, Ética, Tecnologia e Economia, priorizando a valorização humana, a sustentabilidade e responsabilidade social.

Visite: https://ecolmeia.org.br/  e https://ecolmeia.org.br/selo-verde/#Apresentação
contato@ecolmeia.org.br
Carolina Estéfano
Educadora e Coordenadora de Projetos Socioambientais e Auditora Selo Verde, na OSCIP Ecolmeia

Ecologia da Paisagem no planejamento da conservação da bio

A conservação dos ambientes terrestres, que incluem os ecossistemas florestais, para suprimento de recursos naturais e equilíbrio ambiental e ecológico são tema de preocupação e cuidados globais.

Em 1988, a Constituição Federal foi elaborada para direcionar leis estaduais e municipais, de forma moderna e ancorar o artigo 225 que ‘Estabelece que todos os brasileiros têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, como um bem de uso comum do povo e essencial à qualidade de vida saudável, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações’ (BRASIL, 1988).

Associa saúde ambiental, sustentabilidade e proteção-conservação ambiental de Serviços Ecossistêmicos e Serviços Ambientais, definidos de forma diferenciada, de acordo com o receptor.

            Serviços Ecossistêmicos – SEs, conforme a Agência Nacional de Águas (2012) preconiza, são os benefícios diretos e indiretos que o ser humano obtém a partir das funções dos ecossistemas, ou seja, os processos que produzem esses benefícios e as constantes interações entre os elementos estruturais, como por exemplo, o ciclo da água, a manutenção da diversidade gênica entre as espécies e a composição da paisagem enquanto apreciação da beleza cênica.  

            Já Serviços Ambientais – SAs, têm definição diferenciada, com foco nos benefícios percebidos pelo ser humano e nas atividades realizadas a partir desses recursos naturais e processos, como por exemplo, água para abastecimento e suprimento de necessidades básicas, matéria-prima, alimentos, recursos medicinais e recreação (ANA, 2012).

            As duas definições são consideradas neste artigo de revisão, pois se trata de conservação ambiental in situ, enquanto manutenção dos recursos naturais (Serviços Ecossistêmicos) e relação de provimentos (de recursos e serviços) à população residente na área de estudo e em contexto regional, também beneficiada (Serviços Ambientais).

            Áreas de conservação municipais são um modelo de conservação da biodiversidade e desenvolvimento local. É necessário reconhecer-se o valor dessas áreas em âmbito nacional e internacional, bem como ter-se uma gestão mais efetiva, além de apoio às iniciativas de descentralização (municípios criando e gerindo suas áreas protegidas), desenvolvimento de capacidades para a gestão (tanto do poder público quanto da população local) e fomento à cooperação técnica entre os gestores, com intercâmbio de experiências bem-sucedidas e novas metodologias (GTZ, 2010).

A área de mananciais da região de Paranapiacaba e Parque Andreense, ocupa um total de 52% da área total do território do município de Santo André, em São Paulo e compreende a Macrozona de Proteção Ambiental em relação à Macrozona Urbana.

Não existe vegetação original, exceto remanescentes, que foi modificada devido a extração de lenha para a ferrovia Santos-Jundiaí, madeira para a construção de moradias e para a indústria (olarias e serrarias), além de caça, pesca e extração de palmitos e outras espécies vegetais (PMSA, 2012b).

Há um total de 86,3% de maciços florestais (Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Densa Montana e Floresta Ombrófila Densa Altomontana) e 13,7% ocupados pela represa Billings.

Do total de maciços, 1,6% da vegetação encontra-se em estágio pioneiro de regeneração, 6,9% em estágio secundário inicial de regeneração, 32,6% em estágio secundário médio de regeneração e a maior parte, 45,2% em estágio secundário avançado de regeneração (PMSA, 2012c).

Contíguo à Vila de Paranapiacaba criou-se uma Unidade de Conservação (UC) de Proteção Integral em 2003, o ‘Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba’ – PNMNP, que protege 426 hectares de Mata Atlântica, permitindo pesquisa científica, ecoturismo e turismo pedagógico (PMSA, 2012d).

Forma, com outras duas UCs – Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Itutinga-Pilões e Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba, um continuum ecológico, que funciona como um corredor ecológico e de dispersão da diversidade genética, imprescindível para a sobrevivência das espécies (PMSA, 2012d) como demonstra a Figura 1:

Figura 1: Unidades de Conservação no território andreense – região de Paranapiacaba e Parque Andreense.

 Fonte: PMSA (2012d).

Segundo PMSA (2012a), em contrapartida à área natural preservada, bem como à legislação ambiental de proteção aos mananciais de uso e ocupação do solo ser restritiva e existir desde a década de 1970, não se conseguiu impedir satisfatoriamente o adensamento populacional e usos inadequados na região de Paranapiacaba e Parque Andreense.

Os vinte e três (23) loteamentos existentes apresentam em maior ou menor escala, problemas de regularização fundiária, desmembramentos, implantação e adaptação à legislação de proteção e recuperação dos mananciais. Porém, mantêm-se grandes parcelas de vegetação em estágios de recuperação, como já mencionado (PMSA, 2012a), conforme a Figura 2:

Figura 2: Zoneamento do Plano Diretor 2012 e loteamentos da região Paranapiacaba e Parque Andreense.

Fonte: Plano Diretor (2012)

            Como uma área a ser protegida, para perpetuação dos SEs e SAs e seus benefícios ambientais e de bem-estar/qualidade de vida para o ser humano, a Ecologia de Paisagens, ao propor métodos de análise da estrutura, função e escala da paisagem junto aos processos ecológicos abióticos e bióticos, caracteriza-se como uma ferramenta essencial para o planejamento da conservação da biodiversidade pelo poder público e demais stakeholders envolvidos, por meio da elaboração e aplicação de políticas públicas conservacionistas.

Referências

AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (BRASIL). Pagamento por Serviços Ambientais – Unidade 1: Pagamento Por Serviços Ambientais.  Agência Nacional de Águas. Brasília: ANA, 2012. 56 p.: il.  

BRASIL. Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm>. Acesso em: 3 nov. 2018.

GTZ (cooperación técnica alemana). Áreas de conservación municipal: uma oportunidade para la conservación de la biodiversidade y el desarrollo local. Reflexiones y experiências desde América Latina. Brasília, DF: 2010. p. 12; 88-89.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRÉ-PMSA. Cartilha do gestor ambiental comunitário – Despertando olhares e ações para conservação dos recursos hídricos. Prefeitura do Município de Santo André – São Paulo: 2012a. 152 p.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRÉ-PMSA. Cartilha do professor – Despertando olhares e ações para conservação dos recursos hídricos no ambiente escolar. Prefeitura do Município de Santo André – São Paulo: SGRNPPA/GEEA, 2012b. 160 p.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRÉ-PMSA. Cartilha sobre o reflorestamento na região de Paranapiacaba e Parque Andreense. Prefeitura Municipal de Santo André – São Paulo: 2012c. 52 p.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRÉ-PMSA. Plano de Manejo do Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba. Prefeitura do Município de Santo André e EKOS Brasil. – Santo André-SP, 2012d. 204 p.

Carolina Estéfano
Mestra em Ciências – ênfase em Análise Ambiental Integrada (UNIFESP SP)
Bióloga e Gestora Ambiental

Canais de diálogo e de participação da comunidade

O planejamento e gestão públicos devem ser realizados, para maior efetividade e transparência, por meio de um modelo de governança, em que governo e população discutem e optam por prioridades de forma conjunta. Mas, não necessariamente, o poder público ter alguns canais de diálogo e participação para as comunidades significa participação efetiva em qualidade e quantidade, nem realizações por parte do governo. Medir e avaliar essa participação é fundamental ao longo do processo. Como empoderar a população? Como termos participações qualificadas? O governo deve incorporar, se possível, na gestão, o que a população solicita.

Primeiro, ter os canais de diálogo é fundamental. Nem todas as esferas públicas os têm ou os têm de forma adequada. Aceitar que o senso-comum, ou seja, as comunidades ampliadas de pares atuem também na resolução de problemas e desafios, além dos técnicos e esferas políticas, demonstra transparência no processo decisório e melhor enfrentamento perante questões ambientais, sociais e éticas, segundo Funtowicz e Ravetz (1997). 

Para traçar perspectivas reais de futuro, a participação é imprescindível. List, (2006) enumera 2 razões que justificam esse envolvimento: valor prático e valor moral. Ou seja, as pessoas devem saber quais decisões serão tomadas pelos stakeholders, pois suas vidas estão em jogo e é necessário poderem se readequar em determinadas situações, de acordo com suas questões socioculturais.

Em um primeiro momento, a participação acontece por uma cooptação manipuladora, em que a população participa pensando em atender suas questões pessoais e não coletivas. O ideal é que essa população seja qualificada e atinja a automobilização e o tão esperado empoderamento, em que ser cidadão é entender que se tem direitos e deveres para com a sociedade (LIST, 2006).

Uma grande questão é a construção e a manutenção da confiança entre os envolvidos. Christopher et al. (2008) indicam que reconhecer as estórias pessoais dos membros da comunidade e aceitar as opiniões do senso-comum com suas visões de mundo diferenciadas é fundamental para maiores resultados.

Vácuos administrativos que ocorrem em transições de governo, bem como em mudanças de partidos políticos desconstroem relações estabelecidas entre poder público e comunidade local e retomá-las não é simples, levando muitas vezes, os 4 anos de gestão da equipe. Isso acarreta desânimo da população que percebe descontinuação de programas e projetos. Há descrédito também quando ocorre participação, incentivada pelo governo, que acaba por não colocar em prática os anseios e solicitações da população. Claro, nem tudo é possível, nem todos os procedimentos são rápidos, mas a população relata que há muitos descasos, fazendo com que as pessoas realmente não vejam resultados de seu tempo disponibilizado para tais espaços de diálogo em prol do bem-coletivo.

A pesquisa-ação é uma excelente metodologia, pois é aberta e dinâmica, sendo legítima ao representar os anseios da população e propor ações baseadas em processos educativos para melhorias, de forma colaborativa. Ao permitir o envolvimento dos sujeitos do problema, em um processo de reflexão e aprendizagem coletiva, fortalece a comunidade como um todo (TOLEDO, 2011). Como há efetivação para resolução do problema detectado, a população percebe-se atendida, respeitada e cria um laço afetivo com o lugar e com as demais pessoas, incluindo governo.

Jacobi et al. (2006) apontam outra metodologia que contribui para o processo de construção de tomada de decisões compartilhadas que englobam diversos setores e atores: a Aprendizagem Social. Aprender juntos a decidir e intervir juntos. Como por exemplo, a Agenda 21 Escolar é vista como a construção de propostas e ações socioambientais que problematizam e inserem o sujeito no mundo político de forma responsável, solidária e consciente.

Um desdobramento é a Agenda 21 Local, processo interessante por seu caráter agregador, mais disciplinado de organização popular, que inclui diversas atividades, como visitas de campo, biomapas, encontros para discussão das problemáticas socioambientais, cronograma de intervenções e ações no território, além do comprometimento da comunidade.

A participação é uma via de mão dupla: a população espera transparência, ganhos e incentivos, justiça, abertura de diálogo, poder intervir na realidade e resultados na política e por outro lado, o poder público tem que oferecer meios de comunicação e de negociação de conflitos em que ocorra identificação das pessoas com o objeto em discussão e a percepção da sua relevância seja enfatizada, bem como os instrumentos serem adequados à realidade sociocultural da comunidade, além de ter que qualificar a participação popular, elevando a autoestima dos sujeitos, avaliar e monitorar a participação  e dar feedbacks dos resultados esperados.

Preparar os indivíduos e grupos sociais para uma Educação Política é permitir a autonomia e o exercício da cidadania, que leva à justiça social, em que a reflexão crítica transforma e interfere em melhores condições de vida.

Referências

CHRISTOPHER, S. et al. Building and Maintaining trust in a community-based participatory research partnership. In: American Journal of Public Health 8, v. 98, 2008. 1398-1404.

FUNTOWICZ, S.; RAVETZ, J. Post-normal science and extended peer communities in the face of environmental challenges. In: História, Ciências, Saúde, v. 4, 1997. 219-230.

JACOBI, P. R. et al. Aprendizagem social: práticas educativas e participação da sociedade civil como estratégias de aprimoramento para a gestão compartilhada em bacias hidrográficas. In: São Paulo em perspectiva 2, v. 20, 2006. p. 5-18.

LIST, D. Action research cycles for multiple futures perspectives. In: Elsevier/Futures, 2006. 673-684.  

TOLEDO, R. F. de. Pesquisa-ação: aprendizagem, produção de saberes e de práticas cidadãs. In: JACOBI, P. R. (Org.). Aprendizagem social: diálogos e ferramentas participativas: aprender juntos para cuidar da água. São Paulo: IEE/PROCAM, 2011, 86 p. 

Projeto Água viva construirá Fossa-Bacia por Evapotranspiração

Hoje faço um convite a você que está lendo o Jornal Grande ABC: participe da construção de uma fossa tipo Bacia por Evapotranspiração, para tratar o esgoto doméstico!

É uma tecnologia social para melhorar a qualidade ambiental das margens da represa Billings, além de melhorar a vida de moradores, que ocorre em São Bernardo do Campo, por meio do projeto Água viva, realizado pela OSCIP Ecolmeia e patrocinado pela empresa BASF.  

Será esse sábado, dia 07, às 9:30, na rua Cirilo Pelosini, nº 252, bairro Royal Park, região do Grande Batistini, em SBC. Ficou curioso do que se trata, quer aprender a fazer? Será muito bem-vindo! Pode me procurar no dia, Carolina.

Aproveitando, estão convidados a irem em outras atividades: dia 21, construção de outras fossas e dia 28, plantio de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica (incluindo técnicas de plantio e manutenção, bem como curiosidade gerais sobre as espécies locais e da Mata Atlântica).

Metrô envia para a reciclagem 9 toneladas de baterias alcalinas

Companhia do Metropolitano encaminhou para a reciclagem em 2020 (até setembro) nove toneladas de baterias alcalinas, meia tonelada de pilhas e baterias portáteis e 256 pneus.

Todos esses itens inservíveis são encaminhados para os respectivos fornecedores e destinados para reaproveitamento ou descarte de forma que não prejudiquem a natureza.

As ações de logística reversa são firmadas em contrato e constam do Sistema de Gestão Ambiental do Metrô, que é certificado com a ISO 14001 pela adoção de políticas comprometidas com a preservação do meio-ambiente.

Jornal Grande ABC

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Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Parte VI: Dicas para ter uma casa mais sustentável

1. Telhado verde é uma boa opção decorativa, conceitual, para fazer uma horta, para refrescar o ambiente que está abaixo, usar melhor os espaços. Há empresas especializadas para te ajudar.

2. Tijolo ecológico – várias versões estão sendo criadas. Além de lindos, são sustentáveis e fomentam pesquisas para aprimoramento das técnicas e comunidades/pessoas a conseguirem construir suas moradias.

3. Separe seus resíduos que podem ser reciclados para a Coleta seletiva porta-a-porta de sua cidade, leve até um ecoponto ou entregue para catadores autônomos e/ou cooperativas. Desta forma, você contribui para a economia solidária (geração de renda aos catadores), diminui a quantidade de resíduos que iriam para o aterro sanitário, esgotando sua vida útil e favorece a logística reversa, ao retornar para as empresas, que não usarão recursos naturais novos

Amazônia+21: modelos de desenvolvimento regional sustentável

A programação do evento está prevista para os dias 4, 5 e 6 de novembro e ocorrerá de forma virtual

Com o intuito de estimular a identidade cultural e econômica da região amazônica, o Fórum internacional Amazônia+21 tem como propósito ajudar a criar novos modelos de desenvolvimento regional sustentável. A programação do evento está prevista para os dias 4, 5 e 6 de novembro e ocorrerá de forma virtual. O acesso será gratuito e contará com tradução simultânea para o inglês e espanhol.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), Marcelo Thomé, explica que Amazônia+21 é um fórum de diálogos que visa promover a comunicação entre os mais variados agentes que atuam no território amazônico, entre eles o governo, o setor produtivo e a sociedade civil organizada.

“Desde o dia 19 de agosto, quando iniciamos essa jornada, já tivemos dois encontros. Tivemos encontros sobre infraestrutura, regularização fundiária e agricultura na Amazônia. Sobre cidades amazônicas e, ainda, cultura e agricultura, como preparação para o evento principal, em novembro”, destaca o presidente da FIERO.  

O evento deve contar com a participação de cientistas, pesquisadores, especialistas, empresários, empreendedores, investidores, órgãos de fomento, governantes e chefes de Estado. Além da FIERO, o Amazônia+21 é promovido com o apoio da Prefeitura de Porto Velho, através da ADPVH, com correalização da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Para ter acesso aos debates, os interessados devem se inscrever aqui. O acesso por este canal é importante, principalmente para quem não tem domínio da língua inglesa ou espanhola, já que a tradução simultânea só será disponibilizada por esta plataforma e alguns convidados não falam português.

Eventos anteriores

Antes da realização do Fórum internacional Amazônia+21, outros eventos importantes foram realizados. Em um deles, no último dia 14, foi debatido o assunto vida nas cidades amazônicas e oportunidades de negócios sustentáveis.  Para o aprofundamento do tema, foi necessária a divisão em dois diálogos.

O primeiro apresentou a temática “Cidades e Desenvolvimento Sustentável”, com informações repassadas pelo gerente de Relações Institucionais do Iclei América do Sul, Rodrigo Corradi. A prefeita de Boa Vista, Teresa Surita, chegou a apresentar um projeto de sustentabilidade de energia por meio de investimentos em energia fotovoltaica.

“Nossa capital é a única que não é interligada ao sistema nacional de energia elétrica. E preocupados com poluição, focamos no investimento em placas solares, pois a região nos permite”, afirmou.

O projeto piloto foi desenvolvido na comunidade indígena Darora, que conta com cerca de famílias. Com o sucesso da experiência, outras cinco usinas solares foram construídas e atendem diversos órgãos públicos, como a prefeitura, secretarias municipais, mercado municipal e pontos de ônibus climatizados.

“Até o final do ano entregaremos mais uma usina, que, somada às já concluídas, representará uma economia de R$ 5 milhões/ano, a preservação de 245.629 árvores, abastecimento de mais de 9 mil residências e diminuição de 7,5 milhões em emissão de gás carbono”, salientou Teresa Surita.

Na avaliação do diretor regional da ONU-Habitat para América Latina e Caribe, Elkin Velásquez, atualmente há uma necessidade de progresso na agenda da sustentabilidade. Segundo ele, incluir a região no chamado bloco da panamazônia é um meio de chamar a atenção dos governos para a importância da sustentabilidade e do desenvolvimento.

Fonte: Brasil 61

Parte V: Dicas para ter uma casa mais sustentável

  1. Coletar água de chuva em cisternas e baldes grandes, para aproveitá-la em situações que não exigem água potável, como regar o jardim, lavar carro e quintal ou até mesmo na descarga dos vasos sanitários.

2. Torneiras com aerador (espécie de “chuveirinho) garante uma menor vasão de água, além de torneiras com temporizador, que fecham sozinhas após determinado tempo, são uma boa opção para economizar água.

3. Reaproveitar pallets e madeira de demolição na decoração e confecção de móveis. Mais sustentável, impossível, além de lindo e conceitual!

Estados se unem em prol da solução da crise climática

Gilberto Gil fará a abertura do evento, que contará com a presença dos governadores João Doria (SP), Flávio Dino (MA), Renan Filho (AL), Waldez Góes (AP), Renato Casagrande (ES), Paulo Câmara (PE), entre outros. O evento também reúne Ignacio Ybañez Rubio, embaixador da União Europeia (UE) no Brasil, e Jerry Brown, ex-governador da Califórnia (EUA). 

Proporcionar o intercâmbio de boas práticas entre as experiências dos estados brasileiros e de outros países e convidar os governadores estaduais comprometidos com a solução da crise climática para liderar a construção de uma rede de ações para uma governança climática sustentável. São estes os objetivos principais do I Encontro Internacional Governadores pelo Clima, que acontece nesta quinta-feira (29), às 14h, pelo Centro Brasil no Clima (CBC), instituição dedicada a aumentar a conscientização e promover mobilizações para a ação climática. O evento acontecerá no formato virtual, com transmissão ao vivo em http://bit.ly/GovernadoresPeloClima2020

O cantor e compositor Gilberto Gil fará a abertura do evento, cantando a música Refazenda especialmente para o evento, a fim de sensibilizar os participantes para a importância da tomada de ação para resolver a questão climática. Entre as presenças confirmadas, estão os governadores Renan Filho (Alagoas); Waldez Góes (Amapá); Renato Casagrande (Espírito Santo); Flávio Dino (Maranhão); Helder Barbalho (Pará); Paulo Câmara (Pernambuco); Wellington Dias (Piauí); Cláudio Castro (Rio de Janeiro); Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte); Eduardo Leite (Rio Grande do Sul); João Doria (São Paulo) e ainda os vice-governadores Marcus Vinicius Britto de Albuquerque Dias (DF) e Wanderlei Barbosa Castro (Tocantins). Outros governadores estão em fase de confirmação.Também participam Ignacio Ybañez Rubio, embaixador da União Europeia (UE) no Brasil; Yvon Slingenberg, diretora de Ação Climática da Comissão Europeia, e Jerry Brown, ex-governador da Califórnia (EUA), além de Israel Klabin, associado e membro-fundador do CBC. 

Durante o encontro, que será mediado pela jornalista Andreia Coutinho e terá tradução simultânea, serão apresentadas as experiências exitosas já realizadas por governadores de outros países e regiões, como Estados Unidos, Argentina e União Europeia.

“O objetivo da articulação Governadores Pelo Clima é somar forças dos Estados visando cumprir os compromissos do Brasil no Acordo de Paris; discutir sobre as oportunidades de geração de empregos da economia verde e estruturar canais de intercâmbio internacional entre movimentos similares de outros países”, destaca Sérgio Xavier, articulador político do CBC e coordenador da realização no Brasil de projeto apoiado pelo SPIPA – Strategic Partnerships for the Implementation of the Paris Agreement, iniciativa da União Europeia.

“Durante o encontro, teremos a oportunidade de refletir como a experiência europeia pode nos inspirar sobre a implantação de abordagens transversais para enfrentar as mudanças climáticas, de discutir os  desafios e oportunidades que as iniciativas implantadas em outros países possuem, além de debater como os governadores e a sociedade podem estabelecer um diálogo mutuamente benéfico para a prevenção e adaptação aos impactos climáticos”, declarou Guilherme Syrkis, Diretor Executivo do CBC.

Carta de Compromisso

Na ocasião, será apresentada a carta de compromisso para institucionalizar o Conselho de Governadores pelo Clima e criar sua base executiva, composta por representantes dos governadores. O documento ressalta o papel central dos governos subnacionais (ou seja, os governos estaduais) no esforço global para manter o aquecimento da Terra bem abaixo de 2 °C e para acelerar a transição para uma economia limpa e inclusiva, que beneficiará a segurança, a prosperidade e a saúde de toda a população.

“Considerando tais urgências e oportunidades, os governadores brasileiros signatários da presente carta instituem a aliança Governadores pelo Clima, em sintonia com outras iniciativas similares nos diversos continentes. Seremos uma coalizão suprapartidária, agregando ideias, forças e conhecimentos para enfrentar essa ameaça existencial. Com o compromisso de ação continuada, os governadores signatários indicarão representantes executivos para consolidar a institucionalidade da aliança e construir uma agenda estratégica nacional e internacional”, ressalta um dos trechos do documento.

Sobre o Centro Brasil no Clima

Fundado por Alfredo Sirkis, um dos principais líderes do movimento ambientalista no país, o Centro Brasil no Clima (CBC) é um think tank sediado no Rio de Janeiro que tem como objetivo estimular o debate público para resultar em uma sociedade mais sustentável. Desde 2018, a instituição realiza um projeto no âmbito das Parcerias Estratégicas para a Implementação do Acordo de Paris (SPIPA, em inglês), uma iniciativa da União Europeia, para desenvolver e reforçar a governança subnacional na área de mudança do clima.  

 Programação 

●             Abertura – Gilberto Gil, cantor e compositor; Guilherme Syrkis, diretor executivo do Centro Brasil no Clima (CBC), e Israel Klabin, associado e membro-fundador do CBC.

·       Ignacio Ybañez Rubio, embaixador da União Europeia (UE) no Brasil

●            Ação climática na Europa – A importância de uma abordagem transversal e multinível – Yvon Slingenberg, Diretora de Ação Climática da Comissão Europeia.

●             Mensagem em vídeo de Jerry Brown (ex-governador da Califórnia).

●             Alianças de Governadores dos Estados Unidos: Reed Schuler (conselheiro-sênior de política do governador Jay Inslee, de Washington) e Aimee Barnes (consultora-sênior do ex-governador Jerry Brown, da Califórnia)

●             Alliance for Climate Action – ArgentinaManuel Jaramillo, diretor-geral da Fundación Vida Silvestre.

●             Participação dos governadores brasileiros: Alagoas – Renan Filho; Amapá – Waldez Góes; Espírito Santo – Renato Casagrande; Maranhão – Flávio Dino; Pará – Helder Barbalho; Pernambuco – Paulo Câmara; Piauí – Wellington Dias; Rio de Janeiro – Cláudio CastroRio Grande do Norte – Fátima Bezerra; Rio Grande do Sul – Eduardo Leite; São Paulo – João Doria e os vice-governadores do Distrito Federal  – Marcus Vinicius Britto de Albuquerque Dias e do Tocantins – Wanderlei Barbosa Castro. Outros governadores ainda estão em processo de confirmação de presença.

●             Apresentação da carta de compromisso para institucionalização do Conselho de Governadores pelo Clima.

●             Encerramento, conclusões e próximos passos – Sergio Xavier, Coordenador e Articulador Político do CBC.

·         Apresentação e moderação – Andrea Coutinho, jornalista.

Serviço

  • I Encontro Internacional Governadores pelo Clima
  • Quinta-feira (29), às 14h (Hora de Brasília)
  • Duração aproximada de duas horas e tradução simultânea português-inglês
  • Transmissão em: http://bit.ly/GovernadoresPeloClima2020 

Parte IV: Dicas para ter uma casa mais sustentável

  1. Plante árvore na calçada ou no quintal.  Ela absorve gás carbônico; abriga pássaros, insetos e pequenos mamíferos, entre outros animais; é um ser vivo que necessita de cuidados, então é bom para saúde mental; oferta sombra e umidade/gás oxigênio para respirarmos melhor.
  2. Reuse potes de vidros de conservas e demais produtos, para guardar mantimentos, além de fazer artesanatos, como vasos, porta-velas, porta escova de dente, entre tantas opções. A internet traz inúmeras opções simples de fazer.
  3. Instalar toldos, para evitar o superaquecimento da casa especialmente nos dias de calor; desta forma, evita-se o uso de ventiladores ou ar-condicionado, economizando energia e diminuindo a conta.
  4. Os painéis de energia solar estão se tornando cada vez mais acessíveis e já são uma alternativa a ser considerada para reduzir o consumo de energia elétrica.
  5. Responsável por um dos maiores desperdícios de água, a descarga pode se tornar mais econômica se tiver uma caixa acoplada. Se houver o dispositivo para líquido e sólido, então, economizará mais.

Parte III: Dicas para ter uma casa mais sustentável

  1. Prefira consumir produtos locais e da estação. Eles não precisam ser transportados de longa distância e, por isso, a emissão de carbono e de poluição é mínima. É mais saudável e você apoia a economia solidária, pequenos produtores. Esta situação serve para qualquer produto que queira adquirir: artesanato, papelaria, mercado, etc.
  2. Leve uma ecobag ao fazer compras, de preferência de pano resistente ou carrinhos. Use menos sacolas e sacos plásticos.
  3. O óleo da fritura, que você prepara seus alimente deve ser armazenado em garrafas PET para fazer sabão em pedra caseiro ou ser entregue em instituições que fazem este sabão. Nunca jogue ralo abaixo: as baratas adoram, fora que entope o encanamento.
  4. Usar papel sulfite comum e não reciclado. Pois é! Para reciclar o papel na indústria usa-se muitos compostos químicos e água para deixar o mesmo liso e com cor adequada. Mas reciclar em casa é válido, pois não usamos estes produtos! Coloque sementinhas, ervas, fica lindo!
  5. Use a escada em prédios, esqueçam elevador de vez em quando, ou se for em andares próximos. Poupa energia, faz exercício físico e convive mais com as pessoas.

Resíduos do tratamento de esgoto poderão se tornar fertilizantes

A estratégia dos especialistas é utilizar a técnica de compostagem para viabilizar o uso desses resíduos na produção agrícola

Cerca de 1200 toneladas de lodo de esgoto, 180 toneladas de poda de árvores e 500 toneladas de grama cortada poderão agora se transformar em um composto orgânico para a agricultura em Piracicaba, no interior paulista. Os resíduos que seriam descartados em aterro sanitário terão um uso sustentável. 

A estratégia dos especialistas é utilizar a técnica de compostagem para viabilizar o uso desses resíduos na produção agrícola. O método permite o pós-tratamento do lodo de esgoto sem que haja mau cheiro e moscas e o processo de decomposição leva cerca de 60 dias.

O projeto é uma parceria entre a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP) e a concessionária Mirante do grupo AEGEA. O acordo assinado em 21 de setembro prevê vigência até julho de 2021. 

A implementação em Piracicaba faz parte de um plano maior enviado para aprovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que busca dar um destino sustentável para todo o resíduo do tratamento de esgoto das cidades do Estado.

Fonte: Brasil 61

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Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Dicas para ter uma casa mais sustentável (Parte II)

Não use a mangueira de água para ‘varrer’ o quintal e a calçada. Varra com vassoura antes e use menos água: se usar balde, vai consumir uma quantidade menor. Atenção:  lavar se a varrição não ser conta, apenas.

A água de torneira tem qualidade garantida por lei; caso não queira, instale um filtro acoplado, ferva a água ou use filtro de barro (sendo o brasileiro considerado o melhor do mundo!). Água engarrafada só gera mais resíduos e o transporte por caminhões/carros, gasta combustível gerando gases poluentes.

Consuma de forma consciente: produzimos muitos resíduos. Analise friamente se você realmente precisa comprar tal coisa. Consuma menos alimentos industrializados e evite embalagens plásticas e de papel. Alimentos de feira, você pode embalar em sacos de tecido permanentes.

Cultive uma pequena horta em vasos, baldes, canos, caixotes, em garrafas PET, no chão, na parede ou mesmo num cantinho do quintal. É uma distração deliciosa: você colher ervas, condimentos, verduras, legumes e frutas frescas diretamente da terra para sua refeição.

Faça compostagem usando restos de alimentos nas suas plantas e horta: casca de ovo, borra de café, cascas de legumes e frutas, saquinhos de chá, entre outros alimentos não úmidos e cítricos.

Caminhe pelo seu bairro, para ir até o mercado, padaria, feira, farmácia, etc. Economiza combustível e você não vai precisar procurar por vaga para o carro, além de encontrar conhecidos pelo caminho e bater um papo.

Dicas para ter uma casa mais sustentável

Não deixe os aparelhos eletrônicos ligados dia e noite em modo stand by, pois consomem energia sem necessidade, além de pagar mais em sua conta por algo que não usou!

Compre eletrodomésticos mais eficientes, atestados pelo selo

Procel de Economia de Energia (consulte http://www.procelinfo.com.br/main.asp?TeamID=%7B88A19AD9-04C6-43FC-BA2E-99B27EF54632%7D).

Deixe a luz natural entrar em sua casa!Abra janelas, portas, cortinas, para o Sol entrar. Assim, você economiza no gasto e na conta de energia, além de ser fonte de bem-estar físico e mental, agindo sobre a umidade da casa. 

Consuma alimentos frescos, de preferência. Desta forma, você não precisa de freezer.

Use lâmpadas fluorescentes que duram até 10 vezes mais que as incandescentes e, assim, economizam no gasto de energia elétrica e na conta.

Pendure as roupas no varal em vez de usar secadora. Secar atrás da geladeira, só consome energia extra.

Vivências na natureza: (re)descobrindo as áreas verdes em família

Foto da capa: Beto Garavello

Dia das crianças chegando! Vale estar com a família, com os amigos e até só (curtindo de forma pessoal e intransferível nossa proposta zen). O importante é curtir, repensar, planejar-se e/ou…silenciar, experienciar, divertir-se, aprender, vivenciar, relaxar e interiorizar boas vibrações vindas dos recantos, cantos e encantos da natureza!

Experiências diretas em áreas verdes nos proporcionam sensação de bem-estar, afloram nossos sentidos e percepções, tornando nossas vidas particulares e coletivas mais dinâmicas, intuitivas, altruístas e conectadas com outras pessoas e outros seres vivos, como as plantas, animais e fungos, em uma rede equilibrada de ciclos, belezas, benfeitorias e respeito mútuo, além de aprendizado sobre as características da área.

Mesmo na área urbana necessitamos (re)descobrir as áreas verdes, tão importantes para nossa sobrevivência, sejam praças, parques, jardins ou até árvores plantadas nas calçadas, que nos ofertam conforto térmico, frutos e belas flores com seus perfumes, atração de fauna, como pássaros e insetos, e nos permitem ‘fugir’ do caos cotidiano, em um processo de ‘esvaziar’ a mente de situações negativas, florescendo, assim, boas sensações e ações de bem-estar e qualidade de vida.

 Áreas de proteção ambiental, como Unidades de Conservação, são refúgios com visitação controlada (acesso permitido com guias ambientais apenas) em que há nascentes de rios, fauna e flora exuberantes e belas paisagens. Como dica, perto de nós, no Grande ABC/SP, há em Santo André, o ‘Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba’, na Vila de Paranapiacaba, composto pelo bioma Mata Atlântica e nascentes que formam a represa Billings, que abastece a região metropolitana de São Paulo. Vale visitar qualquer uma dessas áreas protegidas – o Brasil todo tem – cada uma com suas especificidades e bioma – de forma responsável e ajudar na geração de renda de comunidades do entorno, a partir do turismo e na conservação, por meio de atividades de Educação Ambiental orientadas. 

Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba. Foto: Divulgação

‘Banhos de parque ou de floresta’, que são caminhadas, imersões de aprendizagem e contemplação, também são recomendados como antidepressivos, pois baixam os níveis de estresse, devido benefícios físicos e mentais, melhorando o humor, aumentando a energia e acelerando processos de recuperação de doenças.

As vivências diretas na natureza, que exporei abaixo, para serem proveitosas e estimulantes, podem seguir estágios de desenvolvimento com atividades direcionadas, que conheceremos a seguir, baseados em Joseph Cornell. 

Estágio 1 – Despertam o entusiasmo e harmonizam a convivência em grupos e indivíduos, por meio da alegria e descontração com brincadeiras que estimulam superação de passividade, requerem atenção, estabelecem relações com líderes, criando envolvimento entre todos;

Estágio 2 – Concentram a atenção, favorecendo a receptividade e ampliação dos sentidos, pois canalizam o entusiasmo despertado no estágio anterior, acalmam a mente, desenvolvem a habilidade de percepção e receptividade para as próximas experiências;

Estágio 3 – É a experiência direta em si, com fomento à percepção, aos insights, em um processo de descoberta pessoal, de encantamento pela natureza, melhora nas relação entre as pessoas, ampliação da consciência de unidade que une todos os seres e cria postura não hierárquica entre as pessoas e a natureza;

Estágio 4 – Compartilhar a inspiração, de forma a criar vínculos, reforçar o sentido de união e de fortalecer experiências pessoais.   

Os sentimentos trabalhados nas vivências são mais encantamento, maravilhamento, alegria, paz e menos desconfiança, insegurança, medo, vulnerabilidade e fragilidade! Você não esquecerá jamais, garanto que sua vida pode mudar a partir dessas descobertas com ajuda da natureza!

Pareceu complexo? Você pode realizar ações mais simples e tanto quanto benéficas na época das férias e festas, silenciando na natureza, ou seguindo as próximas dicas com as crianças, adolescentes e adultos, com as atividades prontinhas para gerar diversão e aprendizado, que indico a seguir, utilizando elementos naturais (lembrem-se: não devemos arrancar folhas e flores e, sim utilizarmos apenas o que está disponível, como folhas soltas caídas ao chão):

– Piquenique e brincadeiras antigas no parque: comidinhas saudáveis e  brincadeiras, como bola, peão, corda, bolha de sabão, de preferência com pés descalços…;

– Explorando o jardim: ensinar a cuidar do jardim, além de brincar de fazer comidinhas com barro, água e cultivar uma horta;

– Montar figuras e quadros a partir de pedrinhas, folhas e flores coletados do chão;

– Fazer tinta de terra com diferentes nuances de cores;

– Fazer uma mandala de flores, pedrinhas e folhas.

Desejo um lindo das crianças à todos, incluindo aos adultos, para despertarem sua criança interior e que seja repleto de boas experiências na natureza e tão resiliente o quanto ela nos ensina a sermos! 

Conheça o candidato: Casonato (São Caetano do Sul)

Eduardo Casonato Avila

Divorciado(a), 42 anos de idade, Advogado, natural de São Bernardo do Campo – SP, candidato a Prefeito em São Caetano do Sul-SP pelo partido REDE – 18 – Rede Sustentabilidade

Nome na urna:Casonato
Gênero:Masculino
Data de nascimento:16/03/1978
Idade:42 anos
Ocupação:Advogado
Grau de instrução:Superior completo
Estado civil:Divorciado(a)
Cor/Raça:Branca
Município de nascimento:São Bernardo do Campo – SP

DADOS DO CANDIDATO

Candidato ao cargo de Prefeito em São Caetano do Sul pelo REDE (Rede Sustentabilidade), Casonato está concorrendo nas Eleições 2020.

Nome na urna:Casonato
Número:18
Situação da candidatura:Aguardando julgamento
Município:São Caetano do Sul / SP
Partido:REDE – Rede Sustentabilidade
Coligação:REDE
Composição:**
Vice:Sara Jane Zanetti (REDE)
DescriçãoTipoValor do Bem
Casa transformada prédio comercialCasaR$216.190,20
Benfeitoria realizada no imóvel da rua rio grande do sul, 1040BenfeitoriasR$117.360,00
Renda fixaAplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)R$5.200,00
Azera 2010 blindadoVeículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.R$33.000,00
valores em moeda nacionalDinheiro em espécie – moeda nacionalR$125.000,00
renda fixaAplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)R$1.241,35
terreno bairro olímpicoTerrenoR$216.568,22
apartamento no conjunto dos radialistasApartamentoR$81.320,12
Ford KaVeículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.R$7.000,00
TOTALR$802.879,89

O site disponibiliza apenas com caráter informativo dados sobre as Eleições Municipais de 2020. Este site não realiza nenhum tipo de propaganda eleitoral. Este site não realiza nenhum tipo de pesquisa eleitoral registrada, prevista no artigo 33 da Lei n° 9504/97. Fonte de dados: TSE

Toyota divulga seu plano de ações ambientais no Brasil até 2025

Objetivo é engajar toda a cadeia de valor da empresa em busca de um novo ciclo de desenvolvimento sustentável

A Toyota do Brasil divulgou o seu sétimo Plano de Ação Ambiental, conjunto de compromissos e desafios que visam reduzir o consumo de água e a emissão de resíduos e de emissões, com o início previsto para 2021. A cada cinco anos, a montadora organiza ciclos de metas ambientais por meio dos planos de ação, e a sexta edição – que termina em dezembro deste ano – trouxe, segundo a empresa, uma série de aprendizados e de melhorias que estão refletidas na nova edição.

O primeiro desafio do sétimo Plano de Ação Ambiental é reduzir a emissão de CO2 pelos veículos comercializados pela marca, e para isso, a ideia é ampliar a venda de modelos eletrificados no País e chegar a cerca de 166 mil automóveis híbridos comercializados até 2025. De acordo com a empresa, o aumento desse tipo de veículo vai ajudar a reduzir até 83 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

No segundo desafio, a Toyota se compromete a atuar no engajamento de toda a sua cadeia de valor pela sustentabilidade. Hoje, a empresa trabalha para desenvolver novos métodos e ferramentas de avaliação para medir os impactos de concessionárias, fornecedores e demais parceiros. Com esses dados, a ideia é analisar e estabelecer metas para todos os envolvidos a partir do próximo ano.

Reduzir a emissão total de CO2 na produção de automóveis é a meta do terceiro desafio. O cálculo será feito comparando os dados de 2013 até 2025 e, para isso, uma das estratégias é incrementar o uso de eletricidade obtida de fontes 100% renováveis nas quatro fábricas da Toyota no Brasil (São Bernardo do Campo, Indaiatuba, Sorocaba e Porto Feliz).

REDUZIR O CONSUMO DE ÁGUA E RECICLAR

Diminuir o consumo de água é o tema central do quarto desafio, cuja meta é reduzir em 35% a utilização do líquido em cada automóvel produzido, passando dos atuais 2,12 m³ para 1,38m³ até 2025. Já a reciclagem é o tema do quinto desafio do Plano, e para incentivar isso, a Toyota se compromete a entregar um projeto de desmontagem funcional de veículos até 2025, além de trabalhar para reduzir o desperdício de material em até 25%.

Por fim, o sexto desafio do Plano de Ações ambientais é criar uma sociedade em harmonia com a natureza, e para isso, a Toyota prevê estreitar seu relacionamento com as comunidades através de projetos sociais que contribuam com o engajamento e o ensino de práticas socialmente responsáveis.

“Compartilhamos tudo aquilo que consideramos bom para nós com nossa cadeia de valor; queremos buscar a sustentabilidade juntos, buscaremos soluções conjuntas para os dilemas complexos que vivemos”, disse Viviane Mansi, diretora regional de comunicação e sustentabilidade da Toyota.

Sustentabilidade pessoal e cidadania

O final do ano está chegando e com ele o desejo de uma nova vida em 2021 ou ainda no restante do atual (sempre é tempo de mudar e faltam 3 meses!). Essa nova vida depende única e exclusivamente de você! Repensar e fomentar sua sustentabilidade interna, ou seja, sua resiliência e perseverança diante dos obstáculos e aquisição de novos pensamentos e atitudes – mais sustentáveis – farão toda a diferença em sua vida pessoal e no exercer de sua cidadania em prol de um mundo melhor, mais colaborativo, altruísta, respeitoso e de ajuda mútua. 

Você pode começar analisando seus sonhos, desejos e objetivos pessoais e, após, relacioná-los com as metas socioambientais que os países têm elaborado e pretendem alcançá-las, como a Agenda 21 e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (já citados em dois textos anteriores) – que serão os próximos assuntos de nossa coluna Sustentabilidade. A princípio você encontra esses documentos em uma pesquisa rápida na internet. Leia-os e pense como você, enquanto indivíduo, pode colaborar no cumprimento de pequenas ações cotidianas que abrangem essas metas maiores estipuladas em conjunto e que contribuem para melhorias dos problemas da humanidade nas mais diferentes áreas.

Sim, você faz parte de uma rede mundial de pessoas e ações conectadas e é parte importante para benfeitorias socioambientais e uma cidadania ativa, participativa e decisória. Comece em sua vida pessoal, sua casa, sua rua, seu bairro, seu local de trabalho e estudos e dessa forma, expandiremos boas vibrações, reflexões importantes e comportamentos mais sustentáveis, utilizando de suas competências e habilidades particulares que junto à outras, irão compor uma comunidade/sociedade mais justa e humana.

Para lhe ajudar nesse repensar e imergir em novas atitudes, apresento os 5 Cs da Sustentabilidade e Cidadania:

  1. Conhecer e compreender a dinâmica e os problemas: conhecendo os ciclos, o todo e suas partes, podemos entender o funcionamento, o equilíbrio e como se dá o desequilíbrio, para assim, agirmos de forma sustentável e cidadã;
  2. Conectar-se com a natureza e o ambiente: imergir, vivenciar, experienciar e coexistir com a natureza, para conservação/preservação ambiental, mudança de percepção individual e relação de respeito, além de nossa sobrevivência;
  3. Colaborar com o outro e com os ciclos naturais: trabalhar a compreensão, o altruísmo, o apoio mútuo, o respeito ao próximo e colaborar de diversas formas, bem como com a natureza, respeitando seus ciclos e permitindo sua existência plena; 
  4. Cuidar de nós, dos outros e do ambiente natural: o ato de cuidar é expressar amor, respeito e atitudes éticas nas relações que vivenciamos com os outros seres vivos;
  5. Compartilhar resultados, avanços e felicidade: não devemos manter conosco informações, conhecimento, resultados importantes para todos e muito menos sermos alegres e felizes de forma solitária – devemos expandir boas energias e boas ações, para formarmos uma rede do bem, que alcance cada vez mais adeptos de novas formas de encarar as relações entre todos os seres vivos.

Aproveite os meses finais para refletir e praticar os 5Cs!

Seja sustentável em casa!

Pequenos gestos adotados em sua casa podem fazer a diferença para um mundo melhor em qualidade ambiental e valorização dos recursos naturais, indispensáveis à nossa vida moderna, pois tudo que temos é feito a partir desses recursos e temos que poupá-los para não os esgotarmos, já que são em sua maior parte, não renováveis.

Nossas ações devem se basear na prática dos 5 Rs, seguindo a seguinte ordem de importância: repensar, recusar, reduzir, reaproveitar (reusar) e reciclar. O ideal é assumirmos os três primeiros Rs; não sendo possível, após reflexão e consumo consciente incessantes, os dois últimos Rs entram em ação. 

Mudar nossos hábitos pessoais reverberará em uma consciência coletiva, a partir do exemplo da ação, que pode se conectar a outras ações, em uma rede em prol do meio ambiente mais sadio e na consequente qualidade de vida e bem-estar a todos os seres vivos.

A seguir vou apresentar dicas de atitudes simples que transformarão sua vida e seu entorno, além de economizar recursos financeiros e naturais, diminuirão os impactos negativos causados à natureza e à nós mesmos, como a poluição de rios, mares, ar, desmatamento de florestas e áreas, entre tantas outras situações:

– compartilhe seu carro por meio de carona solidária, criando grupos de conhecidos que realizam o mesmo trajeto no dia-a-dia;

– use bicicleta e transporte coletivo ao máximo que conseguir;

– não deixar aparelhos eletrônicos, como tv e computador em modo stand by, pois consome energia e reflete em sua conta de luz, bem como desgaste do recurso água – hidrelétricas;

– abra janelas, portas e cortinas para aproveitar ao máximo a luz natural e arejar sua casa, contra vírus, bactérias e fungos (umidade);

– troque lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que duram até 10 vez mais;

– não lave seu quintal e carro com mangueira; utilize água de chuva coletada em cisterna ou tambor com tampa (para evitar a dengue) para essas ações, além de regar o jardim e as plantas;

– evite comprar produtos alimentícios com muitas embalagens; prefira alimentos frescos a congelados;

– vá em feiras livres ou compre de agricultores familiares seus legumes, verduras, e frutas, usando sacolas retornáveis (ida ao mercado também) e carrinhos, em vez de sacolas plásticas;

– o que você juntar de embalagem, separe e acondicione adequadamente para não ser chamariz de pragas urbanas, como baratas, aranhas e mosquitos/moscas, leve até o ecoponto ou cooperativa de reciclagem mais próximos, deixe na calçada para a coleta seletiva da prefeitura ou catadores autônomos recolherem e gerarem renda;

– guarde o óleo de cozinha usado: pode ser feito sabão em barra. Óleo ralo abaixo na pia, causa entupimentos e atrai baratas;

– cultive uma pequena horta em sua varanda, quintal, jardim. Alimentos e temperos frescos à mão;

– faça uma faxina em sua casa ao menos 2 vezes ao ano e separe roupas, sapatos, roupas de cama e objetos em bom estado que não utiliza mais para doar à projetos sociais e/ou em campanhas de prefeituras e ONGs;

– não utilize pratos, talheres e copos descartáveis em suas festas;

– ao escovar dente e tomar banho, seja o mais breve possível e feche torneiras ao se ensaboar e escovar o dente em si.

As dicas são infinitas, reflita você mesmo o que pode mudar em seu cotidiano para contribuir a um meio ambiente equilibrado.

Vou deixar uma tarefa a vocês: a construção e manutenção de uma composteira caseira para ter seu próprio adubo para usar em sua horta/jardim, vender, distribuir aos amigos e destinar corretamente materiais orgânicos!

Em espaço pequeno mesmo, você já consegue ter uma composteira, podendo utilizar como base 3 caixas/tambores plásticos ou até um vaso. Toda refeição que for preparar, separe cascas de legumes, folhas de verduras, pó de café, casca de ovo e do jardim, folhas e flores secas e de poda. Não pode deixar o ambiente úmido por conta dos fungos que estragam o ambiente: para isso coloque serragem.

Abaixo, segue o esquema de como montar e realizar a manutenção da composteira; ao final de 4 meses aproximadamente, você terá adubo de qualidade, natural, sem substâncias químicas (agrotóxicos) e até chorume, que também é um adubo líquido a ser dissolvido em água.

O mais interessante é aproveitar para percebermos nossos hábitos alimentares e de consumo, ou seja, o quanto consumimos e o quanto nossa dieta é saudável ou não, além de destinarmos de forma correta uma quantidade imensa de resíduos de forma natural, como ocorre na natureza. É, acima de tudo, uma grande aula de Ecologia!

Conte para nós depois, suas experiências e vivências e mudanças de estilos de vida!

AÇÕES E POLÍTICAS GLOBAIS PARA UM BRASIL CARBONO NEUTRO

O Seminário Internacional Inovações Pelo Clima foi capitaneado pelo CBC- Centro Brasil no Clima e contou com a participação de representantes da União Europeia e Abema.

Cerca de trinta representantes de dezoito estados brasileiros se reuniram esta semana em um seminário virtual para apresentar ações e estabelecer metas que permitam que os estados cumpram o acordo de Paris e executem políticas que evitem o aquecimento global. O encontro teve como objetivo criar uma sinergia de políticas globais, nacionais e subnacionais que discutam pautas de proteção ao meio ambiente. O Seminário Internacional Inovações Pelo Clima foi coordenado pelo CBC- Centro Brasil no Clima e contou com a presença de representantes da União Europeia e da Abema.

A reunião foi comandada pelo Diretor Executivo do Centro Brasil no Clima, Guilherme Syrkis, e pelo articulador político do CBCSergio Xavier. O debate foi aberto ao público e trouxe exemplos e soluções para tornar a economia e as cidades mais sustentáveis. O encontro completo pode ser acessado através do: https://www.youtube.com/c/CentroBrasilnoClima/null.

Dos 27 estados brasileiros, apenas 14 apresentam maior engajamento com as questões climáticas e considerando a relação dos estados com o Governo Federal, no âmbito do desmatamento e agricultura para a redução de carbono, foi alertado que o uso do solo, no Brasil é o maior emissor de gases de efeito estufa, o que faz o país ser o sétimo maior emissor de GGE,  no mundo.

Inácio Acenjo, representante da Delegação da União Europeia, no Brasil apontou, que é possível ter crescimento econômico e contemporaneamente, uma redução dos gases do efeito estufa, através de um sistema de governança baseado em objetivos e cumprimento de metas.

“Estamos fazendo assim e está dando certo na Europa. Mas esse é um fato recente, pois há 10 anos ainda se duvidava dos efeitos das mudanças climáticas e questionavam os cientistas. Devemos levar em conta que sem o consenso sobre essa necessidade urgente de uma governança mundial sustentável, não será possível criar políticas de preservação fortes. E quem cria essa consciência, quem faz as cobranças que geram a mudança, somos nós. Políticos, jornalistas e sociedade civil. Essa é realmente a base pra fazer algo sério e eficaz contra as mudanças climáticas. Esse é o único método de assegurar o crescimento do futuro”, afirmou Inácio.

Artur Lemos, Secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul, além de apresentar as soluções que estão sendo implementadas no estado, comentou durante a reunião, que o meio ambiente não deve ser visto como um problema político e social. Que é preciso ver a sustentabilidade do país como uma solução de saúde pública, ambiental, social e econômica. O secretário ressaltou alguns dos efeitos das mudanças climáticas vivenciados no mundo. “A Gripe Espanhola, o H1N1, o coronavirus, tudo isso tem haver com as mudanças climáticas e não podemos negar. Precisamos criar soluções que possam mitigar o que nós aceleramos com a execução de políticas não sustentáveis”, afirmou.

Entre os presentes na reunião, o Secretário Executivo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas, Mauricio Moleiro Philipp (SEMA/MT) – Coordenador de Mudanças Climáticas da Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso, José Bertotti (SEMAS/PE) – Secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, Sádia Gonçalves de Castro (SEMAR/PI) –  Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí, Marcílio Leite Lopes (SEDAM/RO) – Secretário do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia, Artur Lemos (SEMA/RS) – Secretário de Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul, Celso Lopes de Albuquerque Junior (SEMA/SC) – Secretário Executivo do Meio Ambiente de Santa Catarina, Luiz Santoro (SIMA/SP) – Secretário Executivo de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo, José Sarney Filho (SEMA/DF) – Secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal e outros.

SERVIÇO:

CBC Apresenta: Seminário Inovações Pelo Clima
Assessoria de Imprensa:
Luma Araujo – (81) 9 8532.6635 / lumali.araujo@gmail.com

Mais que resíduos, recursos!

Um dos maiores problemas da humanidade é como agir em relação ao lixo. Lixo? Primeiramente, já começamos desmistificando esse termo horrível, do qual se subentende ‘sem serventia’.  Tudo que consumimos é considerado ‘resíduo’ e, mais que isso, Recurso; afinal, é um recurso natural extraído da natureza, que causa grandes impactos negativos à biodiversidade e aos próprios seres humanos e que pode ser utilizado novamente. Portanto, essa mudança de perspectiva é importante para tratarmos de forma mais adequada a questão.

Entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODSs – da ONU, que representam metas de todos os países para serem cumpridas até o ano de 2030, o 12º ODS ‘Consumo e produção sustentáveis’, define objetivos para governos, empresas, população e todos os outros setores da sociedade, como responsáveis e peças-chave para uma reflexão sobre o consumismo desenfreado que instiga a produção de novos bens: faz-se urgente o repensar sobre um novo modo de vida, menos capitalista, que privilegie o não consumo exagerado, o compartilhamento desses bens e retorno a um ciclo produtivo.

São os 5 Rs da Sustentabilidade que nos direcionam para um melhor entendimento e proposição de ações em relação aos resíduos, reduzindo a quantidade que é destinada a aterros sanitários (a maioria em seu limite de recebimento e tratamento de resíduos), um grande problema de saneamento básico do Brasil – os lixões a céu aberto:

– Repensar: 1º passo, relacionado às mudanças de mentalidade e comportamento, que direciona a um consumo mais consciente;

– Recusar: se eu repenso, automaticamente, recuso-me a comprar o que é desnecessário, o que a mídia me impõe como ‘receita de felicidade’;  

– Reduzir: se eu repenso e recuso, consequentemente, reduzo meu consumo;

As etapas acima são as mais importantes!

– Reaproveitar: se eu adquiri, posso reutilizar/reusar o produto, do jeito que comprei, por exemplo, potes de conserva de vidro, garrafas PET, entre tantos outros materiais, dando um novo significado, como produtos de artesanato com conceito sustentável, o que dá mais valor e abrange um público novo, cada vez mais preocupado com as questões socioambientais;

– Reciclar: a reciclagem, isto é, a transformação químico-física do produto inicial no mesmo ou em outro, pela indústria, seria a etapa menos importante. Porém, até quando não diminuirmos nosso consumo, ela deve ser incentivada e realizada pelos governos e empresas, como ‘solução’ para utilizarmos menos recursos naturais novos.  

Somos corresponsáveis, enquanto cidadãos com direitos e deveres, pela destinação correta desses recursos e, principalmente as empresas, que devem realizar a logística reversa (está prescrito em legislação esse compromisso, com penalidades às empresas caso comprovado descarte incorreto), ou seja, as embalagens devem retornar à empresa de origem ou outra, para que os resíduos voltem ao ciclo produtivo por meio da reciclagem.   

Podemos em casa, no trabalho e locais de estudo, separar nossos resíduos em 2 tipos, para facilitar o incentivo e ação efetiva: em orgânicos (restos de alimentos), para serem utilizados na compostagem (adubo para plantas, natural) e recicláveis (papel, metal, plástico e vidro). Tantos outros produtos podem ser reaproveitados, como materiais de construção e óleo de cozinha usado, reciclados, como pilhas, baterias, eletrônicos e descartados de forma adequada a não contaminarem o meio e pessoas, como medicamentos vencidos e materiais hospitalares utilizados em casa, como agulhas para tratar diabetes. 

Há cidades com coleta seletiva porta-a-porta, operação cata-bagulho, com ecopontos em que você leva seus resíduos, ‘ferros-velhos’ e catadores autônomos que sobrevivem desses materiais e os recolhem em sua porta também. Para materiais mais específicos, temos que pesquisar os locais que os recolhem e destinam corretamente.

Não há desculpas para não fazermos nossa parte! Reflita sobre suas reais necessidades, seu consumo e as formas de destinação que você pode colaborar, para um meio com mais qualidade de vida e bem-estar a todos.  

Carolina Estéfano

Caminhos Coletivos: educação e gestão socioambientais

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carolinaestefano@hotmail.com

Água, nosso recurso natural precioso

A água, um de nossos maiores bens naturais e recurso fundamental à vida, tem um dia específico para repensarmos nosso modo predatório de lidar com a natureza: dia 22 de março, criado em 1992 pela Organização das Nações Unidas – ONU, órgão internacional formado por países voluntários que trabalham pela paz e desenvolvimento mundial.

Qual a importância dessa data? É discutir sobre a conservação da água, ou seja, o uso racional que nos permita usufruir hoje e no futuro, incluindo as outras gerações que virão. Devemos lembrar que todo dia é dia de economizar, refletir e repensar hábitos cotidianos de desperdício em prol de práticas simples, porém melhores para o meio ambiente (devido seu caráter sustentável e responsável), que além de pouparem o recurso, serão sentidas no bolso, pois fazem diferença no orçamento doméstico e de sua empresa.

Entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODSs – da ONU, o 6º ODS ‘Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos’, define metas para governos, empresas, população e todos os outros setores da sociedade, para que até o ano de 2030, a situação apresentada esteja melhor, favorecendo inclusive os segmentos menos favorecidos, como comunidades vulneráveis socialmente (em todos os países).

Estamos passando por crises hídricas nos últimos tempos, dependentes de atitudes diferenciadas por parte de todos nós. Um das discussões é: ‘todos têm acesso à água?’ Essa é mais uma demanda por Justiça Ambiental, em que arcaremos com as consequências dos impactos ambientais tanto quanto temos o direito de usufruir de forma proporcional esse recurso.

O Brasil tem abundância de água, por ser um país tropical, além de condições geológicas e outras que permitem essa característica (com exceções como o Nordeste, por exemplo), incluindo águas subterrâneas, como o Aquífero Guarani, localizado em uma extensa área brasileira e outros países de fronteira, que seria uma garantia de reserva, porém devido à escassez mundial, há controversas políticas sobre sua conservação, sendo essa uma pauta atual na mídia.

O descrito acima enfatiza uma relação cultural de desperdício que nossa população enfrenta, em que ‘podemos gastar, pois há em grande quantidade; portanto, nunca acabará’. De fato, existe um ciclo natural sem fim, porém a água doce e potável é a grande questão, pois se trata de um processo caro de tratamento contra a despoluição e contaminação, bem como a distribuição até nossas casas e estabelecimentos. Essa situação se agrava cada vez mais, pois transformamos nossos rios e nascentes, fontes de vida pulsante, de lazer e alimentação, em ‘vasos sanitários’ a céu aberto.

Enfrentamos um sério problema nacional que é a falta de coleta e tratamento do esgoto, ocasionando mortes por doenças simples, como a disenteria, em recém-nascidos e crianças, que ainda apresentam baixa imunidade. É algo muito primitivo a não promoção de Saneamento Básico no nível de desenvolvimento em que se encontra a humanidade. 

Cada um fazendo a sua parte em casa e no trabalho, o benefício será coletivo, isto é, agindo local, consequentemente estaremos pensando no global, pois questões ambientais extrapolam limites territoriais. Vamos todos defender a conservação, o direito ao acesso e garantir água boa para todos nós?!

Caminhos Coletivos: educação e gestão socioambientais

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Rede Giant já tem 4 lojas com resíduo zero

Ao menos 90% dos resíduos de cada unidade estão deixando de ir para aterros sanitários ou incineração

A rede Giant , controlada pela Ahold Delhaize, já tem quatro de suas unidades com resíduo zero, uma definição reconhecida pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. Isso significa que mais de 90% dos resíduos das lojas estão deixando de ir para aterros sanitários ou incineração, práticas que prejudicam rios, solos e atmosfera. As sobras de alimentos que não podem ser doados têm sido destinadas à reciclagem orgânica – elas são processadas por digestão anaeróbica para criar energia limpa.

Toda a rede, com 190 lojas, já destina 84% de seus resíduos para doação ou reciclagem e tem a meta de aumentar esse percentual para 90% até 2025. Além dos alimentos, papelão rotulado, frascos e sacolas plásticas são encaminhadas para o centro de processamento. Até 2030, a empresa espera alcançar zero de desperdício com as embalagens de plástico de sua marca própria, além de reduzir pela metade o de alimentos.

Outra iniciativa é a criação de um habitat de polinizadores de abelha em sua sede. Em parceria com uma fundação sem fins lucrativos, serão construídas colmeias para ajudar na polinização das lavouras locais.

Por hora, o tema sustentabilidade anda acuado nos EUA e em outros países, mas empresas e organizações continuam se movimentando e reduzindo seus custos. Qualquer movimento, por menor que seja, tem sido uma maneira de comunicar que as práticas sustentáveis são importantes para o futuro das gerações e saudáveis para os negócios.

RECICLAGEM

Engajamento na Giant* em prol do meio ambiente

54 mil toneladas de papelão
380 galões de óleo
7 mil galões de água
3 m³ de espaço em aterro sanitário economizados

* Dados 2019 divulgados no site da empresa

Fonte: SA Varejo

Estações do Metrô recebem iniciativas da Virada Sustentável

Ação ocorre até 18 de outubro e conta com o apoio da Companhia do Metropolitano, por meio da #LinhadaCultura

As estações do Metrô de São Paulo recebem, entre 21 de setembro e 18 de outubro, iniciativas da 10ª Virada Sustentável, que visa ao desenvolvimento sustentável das grandes cidades. Com os cuidados necessários, como a obrigatoriedade do uso de máscara, os passageiros podem conhecer em quatro estações as iniciativas desenvolvidas em parceria com o terceiro setor.

Confira a programação:

– Estação Santa Cecília, da Linha 3-Vermelha: entre os dias 21 e 27 de setembro, uma escada adesivada com informes sobre a importância da reciclagem.

– Estação Brigadeiro, da Linha 2-Verde: de 28 de setembro a 4 de outubro, uma escada adesivada com cores do arco-íris para celebrar a diversidade.

– Estação Clínicas, da Linha 2-Verde: entre os dias 5 e 11 de outubro, uma escada adesivada com incentivos a transformar o lixo em matéria-prima, gerando a economia circular.

– Estação Carandiru, da Linha 1-Azul: de 12 a 18 de outubro, uma escada rolante adesivada com informes sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A campanha conta com apoio do Metrô, através da #LinhadaCultura.

Fonte: Governo de SP

Agenda 21 Brasileira – planejar de forma participativa

A Agenda 21 Brasileira é um documento construído de forma participativa, após muitas discussões públicas, na época da Rio 92 (evento mundial, sediado no estado do Rio de Janeiro), que embasou e continua sendo aliado em ações de planejamento e programas, planos e projetos socioambientais governamentais e da sociedade civil organizada, com uma visão holística de Desenvolvimento Sustentável, ou com o termo atualizado: Sustentabilidade.

O compromisso assumido pelo Brasil incluiu a elaboração de uma Agenda 21 própria, com base na Agenda 21 global, para atendimento das especificidades, entre elas, a maior biodiversidade do planeta. Uma agenda é um caderno em branco, no qual anotamos nossos afazeres cotidianos e estipulamos prazos, estratégias, outras pessoas envolvidas, enfim. Esse documento também funciona assim e, vamos conhecê-lo um pouco em detalhes a seguir.

Em suas visões de futuro possível, nos interessa aquele pautado na Sustentabilidade, em que suas diretrizes ‘social, ambiental, econômica, cultura, geográfica, institucional e educacional’ sejam orientadoras de melhorias e soluções viáveis que permitam maior qualidade de vida e bem-estar à todos, inclusive aos outros seres, além do ser humano.

As ações prioritárias definidas na Agenda 21 brasileira (fonte: Ministério do Meio Ambiente) e que necessitamos incorporar em nosso dia-a-dia são:

1. A economia da poupança na sociedade do conhecimento – produção e consumo responsáveis; responsabilidade socioambiental das empresas; integração regional e retomada de planejamento estratégico com infraestrutura; energia renovável; conhecimento;

2. Inclusão social para uma sociedade solidária – educação permanente para o trabalho e a vida; promover a saúde e evitar a doenças; inclusão social e distribuição de renda; proteção às mulheres, negros e jovens; universalizar o saneamento básico com foco na proteção à saúde e ao ambiente;

3. Estratégia para a sustentabilidade urbana e rural – gestão do espaço; promoção da agricultura sustentável; promover o desenvolvimento integrado e sustentável; transporte coletivo e mobilidade sustentáveis;

4. Recursos naturais estratégicos: água, biodiversidade e florestas – preservar a quantidade e melhorar a qualidade da água; controle do desmatamento e corredores de biodiversidade; proteção e uso da biodiversidade; ecossistemas ameaçados, como a Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia;

5. Governança e ética para a promoção da sustentabilidade – parcerias e poder local; gestão ambiental e instrumentos econômicos; relações internacionais e governança global; cultura cívica e novas identidades; meios de comunicação; ética e solidariedade. Fica a dica para que você leia atentamente o exposto acima e reflita quais ações e de que forma você pode incorporá-las em sua vida pessoal e profissional, estipulando prazos e parceiros, promovendo uma Agenda 21 Local, pois todos nós somos parte fundamental desse quebra-cabeças que é a convivência entre todos e nossa sobrevivência, seja na nossa casa, rua, bairro e cidade.

Leia mais sobre Pílulas de Sustentáveis

Carolina Estéfano

São Paulo é o estado mais competitivo do país, diz estudo

Ranking de Competitividade dos Estados avalia as 27 unidades da federação em 10 pilares temáticos; SP é o mais bem avaliado pelo sexto ano

O estado de São Paulo classificou-se em primeiro lugar no Ranking de Competitividade dos Estados de 2020, elaborado pelo Centro de Liderança Pública – CLP.

Em sua sexta edição, o ranking analisa a capacidade competitiva de todos os estados brasileiros e o Distrito Federal em 65 indicadores, agrupados em dez pilares temáticos: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação. Santa Catarina, Distrito Federal e Paraná são os próximos colocados.

Por temas, o estado de São Paulo segue na primeira colocação em infraestrutura, educação e inovação e não perdeu posições em nenhum tema nesta edição em relação a anterior, ao contrário, ganhou posição em sustentabilidade social, segurança pública e solidez fiscal. São Paulo permaneceu na segunda colocação nos pilares de sustentabilidade ambiental e potencial de mercado.

Em infraestrutura, é o mais bem colocado pelo sexto ano consecutivo, desde o lançamento deste ranking. Segundo o estudo, São Paulo se destaca em indicadores como acessibilidade do serviço de telecomunicações, custo de combustíveis, disponibilidade de voos diretos, acesso à energia elétrica e qualidade das rodovias.

Em sustentabilidade social, São Paulo passou da quarta para segunda posição. Na área da segurança pública, São Paulo passou da terceira colocação para a segunda posição. Em sustentabilidade ambiental, segue em segundo lugar.

Dentro dos dez pilares, o estado paulista se destaca em diversos indicadores como em educação, como primeiro colocado no IDEB, ENEM, índice de oportunidade da educação e taxa de frequência líquida do ensino médio. Dentro do pilar potencial de mercado, no indicador de tamanho de mercado, São Paulo segue na liderança.

O Ranking de Competitividade dos Estados foi criado pelo CLP em 2011, com o desenvolvimento técnico a cargo da Economist Intelligence Unit, e busca diagnosticar e dar direcionamentos para a atuação dos líderes públicos estaduais. Segundo o CLP, a competitividade de um estado está diretamente ligada à capacidade de ação dos seus líderes públicos.

Veja o estudo completo em: https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms/files/7589/1600170338Relatrio_Tcnico_2020.pdf.

17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em empresas

Você já ouviu falar dos ’17 ODSs’? Trata-se de 17 metas de Desenvolvimento Sustentável que se apoiam em uma agenda de compromissos assumida por 150 países, por meio da Organização das Nações Unidas (ONU), a serem cumpridas até o ano de 2030 visando melhorias, resoluções e formação de parcerias, em diferentes áreas relacionadas à qualidade de vida e bem-estar da sociedade.

Essas metas podem ser cumpridas a nível nacional, estadual, municipal, pessoal (assim como a Agenda 21 que falamos na edição anterior) e em sua empresa, seja instituição escolar, escritório, área industrial e ONGs. Trabalha-se correlacionando a Política, Missão e Visão da empresa, no estabelecimento de objetivos, ações e parcerias de acordo com a realidade e porte  da empresa, além de ser em microescala, pois os ODSs seguem metas para um país e os adaptamos, sem descartar o que já ocorre e intenções pensadas anteriormente e de forma participativa com a equipe, que será a responsável pela implementação do Plano de Ação estabelecido para gestão interna e com a comunidade do entorno. De qualquer forma, estaremos contribuindo para que a Agenda 2030 possa ser cumprida e sua empresa seja parte de um processo maior de cidadania e responsabilidade ambiental.  

Os 17 ODSs são listados abaixo e em todos eles, podemos propor ações para seus cumprimentos (maiores informações, acesse: https://nacoesunidas.org/conheca-os-novos-17-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-da-onu/).

Os temas são variados: resíduos sólidos, cultura de paz, formação de redes e parcerias, clima, água, florestas, consumo consciente, saúde, alimentação, educação, produção industrial, igualdade de gênro, redução da pobreza, cidades resilientes, entre outros:       

– Objetivo 1: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares;

– Objetivo 2: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável;

– Objetivo 3: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades;

– Objetivo 4: Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos;

– Objetivo 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas;

– Objetivo 6: Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos;

– Objetivo 7: Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos;

– Objetivo 8: Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos;

– Objetivo 9: Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação;

– Objetivo 10: Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles;

– Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis;

– Objetivo 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis;

– Objetivo 13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos;

– Objetivo 14. Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável;

– Objetivo 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade;

– Objetivo 16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis;

– Objetivo 17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.

Carolina Estéfano

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Projeto Água viva na represa Billings com inscrições abertas!

A OSCIP Ecolmeia, junto à patrocinadora BASF, está realizando o projeto ‘Água viva: ações de conservação ambiental na represa Billings e comunidades do entorno’ no bairro Royal Park, em São Bernardo do Campo, em área de proteção ambiental.

O Objetivo geral do projeto é potencializar a mobilização dos moradores do entorno da Represa Billings para um novo olhar e ações com foco na conservação dos recursos hídricos, pois já contam com a SCAMA, uma associação comunitária, que realiza ações socioambientais.

Contaremos com oficinas totalmente práticas e bate-papos, conectando teoria e experiências, para formar Agentes Ambientais Comunitários. Reconhecimento do território (Mata Atlântica e represa Billings), produção: de ecobarreira; telhado, luz de litro e aquecedor solar de baixo custo a partir de garrafas PET, fossas BET; replantio de mudas de árvores nativas e aprendizado sobre plantio e manutenção, após estudo; mutirões de limpeza e revitalização do espaço, para contemplação da natureza; reconhecimento de nascentes locais e limpeza, são atividades e oficinas contempladas no projeto. As atividades serão todas ao ar livre e com uso de máscara, para evitar contaminação pelo coronavírus

Para tanto, resolvemos abrir espaço para outros participantes, como universitários, moradores de outros bairros e cidades, com foco em formarmos uma rede de multiplicadores de melhores práticas ambientais, que reflitam na qualidade de vida humana e do meio natural. As atividades podem e devem ser replicadas em nossas casas, ruas, bairros e universidades, seja em maior ou menor escala e com adaptações de acordo com a realidade local. O projeto está em andamento, ocorre todos os sábados, até Março de 2021.

Ficou curioso e com vontade de aprender? As inscrições estão abertas e você pode participar das atividades/oficinas que quiser e puder ao longo do projeto. Porém, inscreva-se já, pelo Whatsapp 11 97287-6381 (Carolina) e receba o cronograma para se organizar. Sejam bem-vindos!

Carolina Estéfano

Bióloga, Gestora Ambiental, Mestre em Ciências e Pesquisadora em Meio Ambiente 
Coordenadora do projeto Água viva
https://www.facebook.com/OngEcolmeia
carolina.estefano@ecolmeia.org.br