Economia Circular – faça parte do movimento! – 2

O Movimento Circular tem um Manifesto, com indicação de proposições e, ao final, podemos complementar com nossas ideias e ações para um mundo sem
lixo! Economia Circular, faça parte! Link da matéria anterior aqui.

“Virou lixo? E se desse para virar outra coisa?
Afinal, tudo o que é bom dura muito e no fim vira outra coisa.

E se a gente assumir que adora coisa usada?
Coisa usada é mais gostosa. Se ficar com ela, é uma a menos que vai para o aterro.

E se a gente ignorar a mania de fazer upgrade?
Fazer upgrade só é bom para quem vende as coisas. Portanto, seja rebelde.

E se a gente consertar em vez de jogar fora?
Ademais, consertar é inteligente. As coisas duram mais e o dinheiro fica no seu bolso.

E se a gente customizar antes de enjoar e se livrar?
Use a imaginação para transformar o que é banal em algo inédito.

E se você for um gênio na arte de consertar coisas?
Certamente você vai descobrir na prática.”

Continue o Manifesto contando o que você vai fazer por um mundo sem lixo!

E se….”

Você pode enviar para o site e também comentar aqui, certamente vou adorar conversar com você!

Economia Circular, faça parte!!!

A Economia Circular garante, principalmente, o atingimento de diversas metas vinculadas aos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável.

Anteriormente, em 2015, a ONU lançou uma nova agenda de desenvolvimento sustentável. Sobretudo, baseada nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidos no ano 2000. A Agenda 2030 tem o objetivo de finalizar o trabalho de erradicação da pobreza iniciado com os ODM por meio de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas que mobilizam Governos, Empresas e Sociedade Civil para que tomem ações em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta.

Fonte: Movimento Circular.
Acesse: https://www.movimentocircular.io

Carolina Estéfano
Mestra em Ciências, com ênfase em Análise Ambiental Integrada (UNIFESP SP), Bióloga e Gestora Ambiental.

Amazônia+21: modelos de desenvolvimento regional sustentável

A programação do evento está prevista para os dias 4, 5 e 6 de novembro e ocorrerá de forma virtual

Com o intuito de estimular a identidade cultural e econômica da região amazônica, o Fórum internacional Amazônia+21 tem como propósito ajudar a criar novos modelos de desenvolvimento regional sustentável. A programação do evento está prevista para os dias 4, 5 e 6 de novembro e ocorrerá de forma virtual. O acesso será gratuito e contará com tradução simultânea para o inglês e espanhol.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), Marcelo Thomé, explica que Amazônia+21 é um fórum de diálogos que visa promover a comunicação entre os mais variados agentes que atuam no território amazônico, entre eles o governo, o setor produtivo e a sociedade civil organizada.

“Desde o dia 19 de agosto, quando iniciamos essa jornada, já tivemos dois encontros. Tivemos encontros sobre infraestrutura, regularização fundiária e agricultura na Amazônia. Sobre cidades amazônicas e, ainda, cultura e agricultura, como preparação para o evento principal, em novembro”, destaca o presidente da FIERO.  

O evento deve contar com a participação de cientistas, pesquisadores, especialistas, empresários, empreendedores, investidores, órgãos de fomento, governantes e chefes de Estado. Além da FIERO, o Amazônia+21 é promovido com o apoio da Prefeitura de Porto Velho, através da ADPVH, com correalização da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Para ter acesso aos debates, os interessados devem se inscrever aqui. O acesso por este canal é importante, principalmente para quem não tem domínio da língua inglesa ou espanhola, já que a tradução simultânea só será disponibilizada por esta plataforma e alguns convidados não falam português.

Eventos anteriores

Antes da realização do Fórum internacional Amazônia+21, outros eventos importantes foram realizados. Em um deles, no último dia 14, foi debatido o assunto vida nas cidades amazônicas e oportunidades de negócios sustentáveis.  Para o aprofundamento do tema, foi necessária a divisão em dois diálogos.

O primeiro apresentou a temática “Cidades e Desenvolvimento Sustentável”, com informações repassadas pelo gerente de Relações Institucionais do Iclei América do Sul, Rodrigo Corradi. A prefeita de Boa Vista, Teresa Surita, chegou a apresentar um projeto de sustentabilidade de energia por meio de investimentos em energia fotovoltaica.

“Nossa capital é a única que não é interligada ao sistema nacional de energia elétrica. E preocupados com poluição, focamos no investimento em placas solares, pois a região nos permite”, afirmou.

O projeto piloto foi desenvolvido na comunidade indígena Darora, que conta com cerca de famílias. Com o sucesso da experiência, outras cinco usinas solares foram construídas e atendem diversos órgãos públicos, como a prefeitura, secretarias municipais, mercado municipal e pontos de ônibus climatizados.

“Até o final do ano entregaremos mais uma usina, que, somada às já concluídas, representará uma economia de R$ 5 milhões/ano, a preservação de 245.629 árvores, abastecimento de mais de 9 mil residências e diminuição de 7,5 milhões em emissão de gás carbono”, salientou Teresa Surita.

Na avaliação do diretor regional da ONU-Habitat para América Latina e Caribe, Elkin Velásquez, atualmente há uma necessidade de progresso na agenda da sustentabilidade. Segundo ele, incluir a região no chamado bloco da panamazônia é um meio de chamar a atenção dos governos para a importância da sustentabilidade e do desenvolvimento.

Fonte: Brasil 61

Parte IV: Dicas para ter uma casa mais sustentável

  1. Plante árvore na calçada ou no quintal.  Ela absorve gás carbônico; abriga pássaros, insetos e pequenos mamíferos, entre outros animais; é um ser vivo que necessita de cuidados, então é bom para saúde mental; oferta sombra e umidade/gás oxigênio para respirarmos melhor.
  2. Reuse potes de vidros de conservas e demais produtos, para guardar mantimentos, além de fazer artesanatos, como vasos, porta-velas, porta escova de dente, entre tantas opções. A internet traz inúmeras opções simples de fazer.
  3. Instalar toldos, para evitar o superaquecimento da casa especialmente nos dias de calor; desta forma, evita-se o uso de ventiladores ou ar-condicionado, economizando energia e diminuindo a conta.
  4. Os painéis de energia solar estão se tornando cada vez mais acessíveis e já são uma alternativa a ser considerada para reduzir o consumo de energia elétrica.
  5. Responsável por um dos maiores desperdícios de água, a descarga pode se tornar mais econômica se tiver uma caixa acoplada. Se houver o dispositivo para líquido e sólido, então, economizará mais.

Chamada pública para usina fotovoltaica flutuante na Billings

Energia gerada pelo projeto no reservatório da Região Metropolitana de São Paulo deve ser disponibilizada para o consumidor

O Governo do Estado, por meio da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE), abriu nesta terça-feira (6) uma chamada pública para a escolha de empresas interessadas em instalar empreendimentos fotovoltaicos flutuantes no Reservatório Billings, na capital. Os participantes deverão apresentar documentos técnicos, financeiros e ambientais previstos no edital.

“A planta piloto instalada no lago da represa mostrou a viabilidade do projeto. Com esse chamamento público, o Governo de São Paulo dá mais um importante exemplo na utilização das energias renováveis, além de gerar emprego e renda para a população”, disse o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido.

Propostas

Serão apresentadas propostas de plantas de geração com potência que variam entre 1 megawatt-pico e 30 megawatt-pico em quatro locais pré-estabelecidos na Billings. Após análise dos documentos, a EMAE selecionará as melhores proposituras com possibilidade de implantação pelas empresas habilitadas.

Vencido o trâmite necessário junto aos órgãos reguladores, a EMAE e os futuros parceiros poderão constituir uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) para viabilizar a implantação das usinas, cuja energia produzida será comercializada nos Ambientes de Contratação Regulada (ACR) e Livre (ACL). A EMAE terá uma participação na receita em função da estruturação societária e do negócio a ser constituído.

“Continuaremos incentivando o desenvolvimento de fontes alternativas e sustentáveis na geração de energia elétrica, sempre pensando nas principais tendências mundiais do mercado”, afirma o presidente da EMAE, Marcio Rea.

Jornal Grande ABC

Chamada pública para usina

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Vivências na natureza: (re)descobrindo as áreas verdes em família

Foto da capa: Beto Garavello

Dia das crianças chegando! Vale estar com a família, com os amigos e até só (curtindo de forma pessoal e intransferível nossa proposta zen). O importante é curtir, repensar, planejar-se e/ou…silenciar, experienciar, divertir-se, aprender, vivenciar, relaxar e interiorizar boas vibrações vindas dos recantos, cantos e encantos da natureza!

Experiências diretas em áreas verdes nos proporcionam sensação de bem-estar, afloram nossos sentidos e percepções, tornando nossas vidas particulares e coletivas mais dinâmicas, intuitivas, altruístas e conectadas com outras pessoas e outros seres vivos, como as plantas, animais e fungos, em uma rede equilibrada de ciclos, belezas, benfeitorias e respeito mútuo, além de aprendizado sobre as características da área.

Mesmo na área urbana necessitamos (re)descobrir as áreas verdes, tão importantes para nossa sobrevivência, sejam praças, parques, jardins ou até árvores plantadas nas calçadas, que nos ofertam conforto térmico, frutos e belas flores com seus perfumes, atração de fauna, como pássaros e insetos, e nos permitem ‘fugir’ do caos cotidiano, em um processo de ‘esvaziar’ a mente de situações negativas, florescendo, assim, boas sensações e ações de bem-estar e qualidade de vida.

 Áreas de proteção ambiental, como Unidades de Conservação, são refúgios com visitação controlada (acesso permitido com guias ambientais apenas) em que há nascentes de rios, fauna e flora exuberantes e belas paisagens. Como dica, perto de nós, no Grande ABC/SP, há em Santo André, o ‘Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba’, na Vila de Paranapiacaba, composto pelo bioma Mata Atlântica e nascentes que formam a represa Billings, que abastece a região metropolitana de São Paulo. Vale visitar qualquer uma dessas áreas protegidas – o Brasil todo tem – cada uma com suas especificidades e bioma – de forma responsável e ajudar na geração de renda de comunidades do entorno, a partir do turismo e na conservação, por meio de atividades de Educação Ambiental orientadas. 

Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba. Foto: Divulgação

‘Banhos de parque ou de floresta’, que são caminhadas, imersões de aprendizagem e contemplação, também são recomendados como antidepressivos, pois baixam os níveis de estresse, devido benefícios físicos e mentais, melhorando o humor, aumentando a energia e acelerando processos de recuperação de doenças.

As vivências diretas na natureza, que exporei abaixo, para serem proveitosas e estimulantes, podem seguir estágios de desenvolvimento com atividades direcionadas, que conheceremos a seguir, baseados em Joseph Cornell. 

Estágio 1 – Despertam o entusiasmo e harmonizam a convivência em grupos e indivíduos, por meio da alegria e descontração com brincadeiras que estimulam superação de passividade, requerem atenção, estabelecem relações com líderes, criando envolvimento entre todos;

Estágio 2 – Concentram a atenção, favorecendo a receptividade e ampliação dos sentidos, pois canalizam o entusiasmo despertado no estágio anterior, acalmam a mente, desenvolvem a habilidade de percepção e receptividade para as próximas experiências;

Estágio 3 – É a experiência direta em si, com fomento à percepção, aos insights, em um processo de descoberta pessoal, de encantamento pela natureza, melhora nas relação entre as pessoas, ampliação da consciência de unidade que une todos os seres e cria postura não hierárquica entre as pessoas e a natureza;

Estágio 4 – Compartilhar a inspiração, de forma a criar vínculos, reforçar o sentido de união e de fortalecer experiências pessoais.   

Os sentimentos trabalhados nas vivências são mais encantamento, maravilhamento, alegria, paz e menos desconfiança, insegurança, medo, vulnerabilidade e fragilidade! Você não esquecerá jamais, garanto que sua vida pode mudar a partir dessas descobertas com ajuda da natureza!

Pareceu complexo? Você pode realizar ações mais simples e tanto quanto benéficas na época das férias e festas, silenciando na natureza, ou seguindo as próximas dicas com as crianças, adolescentes e adultos, com as atividades prontinhas para gerar diversão e aprendizado, que indico a seguir, utilizando elementos naturais (lembrem-se: não devemos arrancar folhas e flores e, sim utilizarmos apenas o que está disponível, como folhas soltas caídas ao chão):

– Piquenique e brincadeiras antigas no parque: comidinhas saudáveis e  brincadeiras, como bola, peão, corda, bolha de sabão, de preferência com pés descalços…;

– Explorando o jardim: ensinar a cuidar do jardim, além de brincar de fazer comidinhas com barro, água e cultivar uma horta;

– Montar figuras e quadros a partir de pedrinhas, folhas e flores coletados do chão;

– Fazer tinta de terra com diferentes nuances de cores;

– Fazer uma mandala de flores, pedrinhas e folhas.

Desejo um lindo das crianças à todos, incluindo aos adultos, para despertarem sua criança interior e que seja repleto de boas experiências na natureza e tão resiliente o quanto ela nos ensina a sermos! 

Toyota divulga seu plano de ações ambientais no Brasil até 2025

Objetivo é engajar toda a cadeia de valor da empresa em busca de um novo ciclo de desenvolvimento sustentável

A Toyota do Brasil divulgou o seu sétimo Plano de Ação Ambiental, conjunto de compromissos e desafios que visam reduzir o consumo de água e a emissão de resíduos e de emissões, com o início previsto para 2021. A cada cinco anos, a montadora organiza ciclos de metas ambientais por meio dos planos de ação, e a sexta edição – que termina em dezembro deste ano – trouxe, segundo a empresa, uma série de aprendizados e de melhorias que estão refletidas na nova edição.

O primeiro desafio do sétimo Plano de Ação Ambiental é reduzir a emissão de CO2 pelos veículos comercializados pela marca, e para isso, a ideia é ampliar a venda de modelos eletrificados no País e chegar a cerca de 166 mil automóveis híbridos comercializados até 2025. De acordo com a empresa, o aumento desse tipo de veículo vai ajudar a reduzir até 83 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

No segundo desafio, a Toyota se compromete a atuar no engajamento de toda a sua cadeia de valor pela sustentabilidade. Hoje, a empresa trabalha para desenvolver novos métodos e ferramentas de avaliação para medir os impactos de concessionárias, fornecedores e demais parceiros. Com esses dados, a ideia é analisar e estabelecer metas para todos os envolvidos a partir do próximo ano.

Reduzir a emissão total de CO2 na produção de automóveis é a meta do terceiro desafio. O cálculo será feito comparando os dados de 2013 até 2025 e, para isso, uma das estratégias é incrementar o uso de eletricidade obtida de fontes 100% renováveis nas quatro fábricas da Toyota no Brasil (São Bernardo do Campo, Indaiatuba, Sorocaba e Porto Feliz).

REDUZIR O CONSUMO DE ÁGUA E RECICLAR

Diminuir o consumo de água é o tema central do quarto desafio, cuja meta é reduzir em 35% a utilização do líquido em cada automóvel produzido, passando dos atuais 2,12 m³ para 1,38m³ até 2025. Já a reciclagem é o tema do quinto desafio do Plano, e para incentivar isso, a Toyota se compromete a entregar um projeto de desmontagem funcional de veículos até 2025, além de trabalhar para reduzir o desperdício de material em até 25%.

Por fim, o sexto desafio do Plano de Ações ambientais é criar uma sociedade em harmonia com a natureza, e para isso, a Toyota prevê estreitar seu relacionamento com as comunidades através de projetos sociais que contribuam com o engajamento e o ensino de práticas socialmente responsáveis.

“Compartilhamos tudo aquilo que consideramos bom para nós com nossa cadeia de valor; queremos buscar a sustentabilidade juntos, buscaremos soluções conjuntas para os dilemas complexos que vivemos”, disse Viviane Mansi, diretora regional de comunicação e sustentabilidade da Toyota.

Sustentabilidade pessoal e cidadania

O final do ano está chegando e com ele o desejo de uma nova vida em 2021 ou ainda no restante do atual (sempre é tempo de mudar e faltam 3 meses!). Essa nova vida depende única e exclusivamente de você! Repensar e fomentar sua sustentabilidade interna, ou seja, sua resiliência e perseverança diante dos obstáculos e aquisição de novos pensamentos e atitudes – mais sustentáveis – farão toda a diferença em sua vida pessoal e no exercer de sua cidadania em prol de um mundo melhor, mais colaborativo, altruísta, respeitoso e de ajuda mútua. 

Você pode começar analisando seus sonhos, desejos e objetivos pessoais e, após, relacioná-los com as metas socioambientais que os países têm elaborado e pretendem alcançá-las, como a Agenda 21 e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (já citados em dois textos anteriores) – que serão os próximos assuntos de nossa coluna Sustentabilidade. A princípio você encontra esses documentos em uma pesquisa rápida na internet. Leia-os e pense como você, enquanto indivíduo, pode colaborar no cumprimento de pequenas ações cotidianas que abrangem essas metas maiores estipuladas em conjunto e que contribuem para melhorias dos problemas da humanidade nas mais diferentes áreas.

Sim, você faz parte de uma rede mundial de pessoas e ações conectadas e é parte importante para benfeitorias socioambientais e uma cidadania ativa, participativa e decisória. Comece em sua vida pessoal, sua casa, sua rua, seu bairro, seu local de trabalho e estudos e dessa forma, expandiremos boas vibrações, reflexões importantes e comportamentos mais sustentáveis, utilizando de suas competências e habilidades particulares que junto à outras, irão compor uma comunidade/sociedade mais justa e humana.

Para lhe ajudar nesse repensar e imergir em novas atitudes, apresento os 5 Cs da Sustentabilidade e Cidadania:

  1. Conhecer e compreender a dinâmica e os problemas: conhecendo os ciclos, o todo e suas partes, podemos entender o funcionamento, o equilíbrio e como se dá o desequilíbrio, para assim, agirmos de forma sustentável e cidadã;
  2. Conectar-se com a natureza e o ambiente: imergir, vivenciar, experienciar e coexistir com a natureza, para conservação/preservação ambiental, mudança de percepção individual e relação de respeito, além de nossa sobrevivência;
  3. Colaborar com o outro e com os ciclos naturais: trabalhar a compreensão, o altruísmo, o apoio mútuo, o respeito ao próximo e colaborar de diversas formas, bem como com a natureza, respeitando seus ciclos e permitindo sua existência plena; 
  4. Cuidar de nós, dos outros e do ambiente natural: o ato de cuidar é expressar amor, respeito e atitudes éticas nas relações que vivenciamos com os outros seres vivos;
  5. Compartilhar resultados, avanços e felicidade: não devemos manter conosco informações, conhecimento, resultados importantes para todos e muito menos sermos alegres e felizes de forma solitária – devemos expandir boas energias e boas ações, para formarmos uma rede do bem, que alcance cada vez mais adeptos de novas formas de encarar as relações entre todos os seres vivos.

Aproveite os meses finais para refletir e praticar os 5Cs!

Seja sustentável em casa!

Pequenos gestos adotados em sua casa podem fazer a diferença para um mundo melhor em qualidade ambiental e valorização dos recursos naturais, indispensáveis à nossa vida moderna, pois tudo que temos é feito a partir desses recursos e temos que poupá-los para não os esgotarmos, já que são em sua maior parte, não renováveis.

Nossas ações devem se basear na prática dos 5 Rs, seguindo a seguinte ordem de importância: repensar, recusar, reduzir, reaproveitar (reusar) e reciclar. O ideal é assumirmos os três primeiros Rs; não sendo possível, após reflexão e consumo consciente incessantes, os dois últimos Rs entram em ação. 

Mudar nossos hábitos pessoais reverberará em uma consciência coletiva, a partir do exemplo da ação, que pode se conectar a outras ações, em uma rede em prol do meio ambiente mais sadio e na consequente qualidade de vida e bem-estar a todos os seres vivos.

A seguir vou apresentar dicas de atitudes simples que transformarão sua vida e seu entorno, além de economizar recursos financeiros e naturais, diminuirão os impactos negativos causados à natureza e à nós mesmos, como a poluição de rios, mares, ar, desmatamento de florestas e áreas, entre tantas outras situações:

– compartilhe seu carro por meio de carona solidária, criando grupos de conhecidos que realizam o mesmo trajeto no dia-a-dia;

– use bicicleta e transporte coletivo ao máximo que conseguir;

– não deixar aparelhos eletrônicos, como tv e computador em modo stand by, pois consome energia e reflete em sua conta de luz, bem como desgaste do recurso água – hidrelétricas;

– abra janelas, portas e cortinas para aproveitar ao máximo a luz natural e arejar sua casa, contra vírus, bactérias e fungos (umidade);

– troque lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que duram até 10 vez mais;

– não lave seu quintal e carro com mangueira; utilize água de chuva coletada em cisterna ou tambor com tampa (para evitar a dengue) para essas ações, além de regar o jardim e as plantas;

– evite comprar produtos alimentícios com muitas embalagens; prefira alimentos frescos a congelados;

– vá em feiras livres ou compre de agricultores familiares seus legumes, verduras, e frutas, usando sacolas retornáveis (ida ao mercado também) e carrinhos, em vez de sacolas plásticas;

– o que você juntar de embalagem, separe e acondicione adequadamente para não ser chamariz de pragas urbanas, como baratas, aranhas e mosquitos/moscas, leve até o ecoponto ou cooperativa de reciclagem mais próximos, deixe na calçada para a coleta seletiva da prefeitura ou catadores autônomos recolherem e gerarem renda;

– guarde o óleo de cozinha usado: pode ser feito sabão em barra. Óleo ralo abaixo na pia, causa entupimentos e atrai baratas;

– cultive uma pequena horta em sua varanda, quintal, jardim. Alimentos e temperos frescos à mão;

– faça uma faxina em sua casa ao menos 2 vezes ao ano e separe roupas, sapatos, roupas de cama e objetos em bom estado que não utiliza mais para doar à projetos sociais e/ou em campanhas de prefeituras e ONGs;

– não utilize pratos, talheres e copos descartáveis em suas festas;

– ao escovar dente e tomar banho, seja o mais breve possível e feche torneiras ao se ensaboar e escovar o dente em si.

As dicas são infinitas, reflita você mesmo o que pode mudar em seu cotidiano para contribuir a um meio ambiente equilibrado.

Vou deixar uma tarefa a vocês: a construção e manutenção de uma composteira caseira para ter seu próprio adubo para usar em sua horta/jardim, vender, distribuir aos amigos e destinar corretamente materiais orgânicos!

Em espaço pequeno mesmo, você já consegue ter uma composteira, podendo utilizar como base 3 caixas/tambores plásticos ou até um vaso. Toda refeição que for preparar, separe cascas de legumes, folhas de verduras, pó de café, casca de ovo e do jardim, folhas e flores secas e de poda. Não pode deixar o ambiente úmido por conta dos fungos que estragam o ambiente: para isso coloque serragem.

Abaixo, segue o esquema de como montar e realizar a manutenção da composteira; ao final de 4 meses aproximadamente, você terá adubo de qualidade, natural, sem substâncias químicas (agrotóxicos) e até chorume, que também é um adubo líquido a ser dissolvido em água.

O mais interessante é aproveitar para percebermos nossos hábitos alimentares e de consumo, ou seja, o quanto consumimos e o quanto nossa dieta é saudável ou não, além de destinarmos de forma correta uma quantidade imensa de resíduos de forma natural, como ocorre na natureza. É, acima de tudo, uma grande aula de Ecologia!

Conte para nós depois, suas experiências e vivências e mudanças de estilos de vida!

AÇÕES E POLÍTICAS GLOBAIS PARA UM BRASIL CARBONO NEUTRO

O Seminário Internacional Inovações Pelo Clima foi capitaneado pelo CBC- Centro Brasil no Clima e contou com a participação de representantes da União Europeia e Abema.

Cerca de trinta representantes de dezoito estados brasileiros se reuniram esta semana em um seminário virtual para apresentar ações e estabelecer metas que permitam que os estados cumpram o acordo de Paris e executem políticas que evitem o aquecimento global. O encontro teve como objetivo criar uma sinergia de políticas globais, nacionais e subnacionais que discutam pautas de proteção ao meio ambiente. O Seminário Internacional Inovações Pelo Clima foi coordenado pelo CBC- Centro Brasil no Clima e contou com a presença de representantes da União Europeia e da Abema.

A reunião foi comandada pelo Diretor Executivo do Centro Brasil no Clima, Guilherme Syrkis, e pelo articulador político do CBCSergio Xavier. O debate foi aberto ao público e trouxe exemplos e soluções para tornar a economia e as cidades mais sustentáveis. O encontro completo pode ser acessado através do: https://www.youtube.com/c/CentroBrasilnoClima/null.

Dos 27 estados brasileiros, apenas 14 apresentam maior engajamento com as questões climáticas e considerando a relação dos estados com o Governo Federal, no âmbito do desmatamento e agricultura para a redução de carbono, foi alertado que o uso do solo, no Brasil é o maior emissor de gases de efeito estufa, o que faz o país ser o sétimo maior emissor de GGE,  no mundo.

Inácio Acenjo, representante da Delegação da União Europeia, no Brasil apontou, que é possível ter crescimento econômico e contemporaneamente, uma redução dos gases do efeito estufa, através de um sistema de governança baseado em objetivos e cumprimento de metas.

“Estamos fazendo assim e está dando certo na Europa. Mas esse é um fato recente, pois há 10 anos ainda se duvidava dos efeitos das mudanças climáticas e questionavam os cientistas. Devemos levar em conta que sem o consenso sobre essa necessidade urgente de uma governança mundial sustentável, não será possível criar políticas de preservação fortes. E quem cria essa consciência, quem faz as cobranças que geram a mudança, somos nós. Políticos, jornalistas e sociedade civil. Essa é realmente a base pra fazer algo sério e eficaz contra as mudanças climáticas. Esse é o único método de assegurar o crescimento do futuro”, afirmou Inácio.

Artur Lemos, Secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul, além de apresentar as soluções que estão sendo implementadas no estado, comentou durante a reunião, que o meio ambiente não deve ser visto como um problema político e social. Que é preciso ver a sustentabilidade do país como uma solução de saúde pública, ambiental, social e econômica. O secretário ressaltou alguns dos efeitos das mudanças climáticas vivenciados no mundo. “A Gripe Espanhola, o H1N1, o coronavirus, tudo isso tem haver com as mudanças climáticas e não podemos negar. Precisamos criar soluções que possam mitigar o que nós aceleramos com a execução de políticas não sustentáveis”, afirmou.

Entre os presentes na reunião, o Secretário Executivo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas, Mauricio Moleiro Philipp (SEMA/MT) – Coordenador de Mudanças Climáticas da Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso, José Bertotti (SEMAS/PE) – Secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, Sádia Gonçalves de Castro (SEMAR/PI) –  Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí, Marcílio Leite Lopes (SEDAM/RO) – Secretário do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia, Artur Lemos (SEMA/RS) – Secretário de Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul, Celso Lopes de Albuquerque Junior (SEMA/SC) – Secretário Executivo do Meio Ambiente de Santa Catarina, Luiz Santoro (SIMA/SP) – Secretário Executivo de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo, José Sarney Filho (SEMA/DF) – Secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal e outros.

SERVIÇO:

CBC Apresenta: Seminário Inovações Pelo Clima
Assessoria de Imprensa:
Luma Araujo – (81) 9 8532.6635 / lumali.araujo@gmail.com

Mais que resíduos, recursos!

Um dos maiores problemas da humanidade é como agir em relação ao lixo. Lixo? Primeiramente, já começamos desmistificando esse termo horrível, do qual se subentende ‘sem serventia’.  Tudo que consumimos é considerado ‘resíduo’ e, mais que isso, Recurso; afinal, é um recurso natural extraído da natureza, que causa grandes impactos negativos à biodiversidade e aos próprios seres humanos e que pode ser utilizado novamente. Portanto, essa mudança de perspectiva é importante para tratarmos de forma mais adequada a questão.

Entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODSs – da ONU, que representam metas de todos os países para serem cumpridas até o ano de 2030, o 12º ODS ‘Consumo e produção sustentáveis’, define objetivos para governos, empresas, população e todos os outros setores da sociedade, como responsáveis e peças-chave para uma reflexão sobre o consumismo desenfreado que instiga a produção de novos bens: faz-se urgente o repensar sobre um novo modo de vida, menos capitalista, que privilegie o não consumo exagerado, o compartilhamento desses bens e retorno a um ciclo produtivo.

São os 5 Rs da Sustentabilidade que nos direcionam para um melhor entendimento e proposição de ações em relação aos resíduos, reduzindo a quantidade que é destinada a aterros sanitários (a maioria em seu limite de recebimento e tratamento de resíduos), um grande problema de saneamento básico do Brasil – os lixões a céu aberto:

– Repensar: 1º passo, relacionado às mudanças de mentalidade e comportamento, que direciona a um consumo mais consciente;

– Recusar: se eu repenso, automaticamente, recuso-me a comprar o que é desnecessário, o que a mídia me impõe como ‘receita de felicidade’;  

– Reduzir: se eu repenso e recuso, consequentemente, reduzo meu consumo;

As etapas acima são as mais importantes!

– Reaproveitar: se eu adquiri, posso reutilizar/reusar o produto, do jeito que comprei, por exemplo, potes de conserva de vidro, garrafas PET, entre tantos outros materiais, dando um novo significado, como produtos de artesanato com conceito sustentável, o que dá mais valor e abrange um público novo, cada vez mais preocupado com as questões socioambientais;

– Reciclar: a reciclagem, isto é, a transformação químico-física do produto inicial no mesmo ou em outro, pela indústria, seria a etapa menos importante. Porém, até quando não diminuirmos nosso consumo, ela deve ser incentivada e realizada pelos governos e empresas, como ‘solução’ para utilizarmos menos recursos naturais novos.  

Somos corresponsáveis, enquanto cidadãos com direitos e deveres, pela destinação correta desses recursos e, principalmente as empresas, que devem realizar a logística reversa (está prescrito em legislação esse compromisso, com penalidades às empresas caso comprovado descarte incorreto), ou seja, as embalagens devem retornar à empresa de origem ou outra, para que os resíduos voltem ao ciclo produtivo por meio da reciclagem.   

Podemos em casa, no trabalho e locais de estudo, separar nossos resíduos em 2 tipos, para facilitar o incentivo e ação efetiva: em orgânicos (restos de alimentos), para serem utilizados na compostagem (adubo para plantas, natural) e recicláveis (papel, metal, plástico e vidro). Tantos outros produtos podem ser reaproveitados, como materiais de construção e óleo de cozinha usado, reciclados, como pilhas, baterias, eletrônicos e descartados de forma adequada a não contaminarem o meio e pessoas, como medicamentos vencidos e materiais hospitalares utilizados em casa, como agulhas para tratar diabetes. 

Há cidades com coleta seletiva porta-a-porta, operação cata-bagulho, com ecopontos em que você leva seus resíduos, ‘ferros-velhos’ e catadores autônomos que sobrevivem desses materiais e os recolhem em sua porta também. Para materiais mais específicos, temos que pesquisar os locais que os recolhem e destinam corretamente.

Não há desculpas para não fazermos nossa parte! Reflita sobre suas reais necessidades, seu consumo e as formas de destinação que você pode colaborar, para um meio com mais qualidade de vida e bem-estar a todos.  

Carolina Estéfano

Caminhos Coletivos: educação e gestão socioambientais

https://www.facebook.com/caminhoscoletivos/
carolinaestefano@hotmail.com

Água, nosso recurso natural precioso

A água, um de nossos maiores bens naturais e recurso fundamental à vida, tem um dia específico para repensarmos nosso modo predatório de lidar com a natureza: dia 22 de março, criado em 1992 pela Organização das Nações Unidas – ONU, órgão internacional formado por países voluntários que trabalham pela paz e desenvolvimento mundial.

Qual a importância dessa data? É discutir sobre a conservação da água, ou seja, o uso racional que nos permita usufruir hoje e no futuro, incluindo as outras gerações que virão. Devemos lembrar que todo dia é dia de economizar, refletir e repensar hábitos cotidianos de desperdício em prol de práticas simples, porém melhores para o meio ambiente (devido seu caráter sustentável e responsável), que além de pouparem o recurso, serão sentidas no bolso, pois fazem diferença no orçamento doméstico e de sua empresa.

Entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODSs – da ONU, o 6º ODS ‘Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos’, define metas para governos, empresas, população e todos os outros setores da sociedade, para que até o ano de 2030, a situação apresentada esteja melhor, favorecendo inclusive os segmentos menos favorecidos, como comunidades vulneráveis socialmente (em todos os países).

Estamos passando por crises hídricas nos últimos tempos, dependentes de atitudes diferenciadas por parte de todos nós. Um das discussões é: ‘todos têm acesso à água?’ Essa é mais uma demanda por Justiça Ambiental, em que arcaremos com as consequências dos impactos ambientais tanto quanto temos o direito de usufruir de forma proporcional esse recurso.

O Brasil tem abundância de água, por ser um país tropical, além de condições geológicas e outras que permitem essa característica (com exceções como o Nordeste, por exemplo), incluindo águas subterrâneas, como o Aquífero Guarani, localizado em uma extensa área brasileira e outros países de fronteira, que seria uma garantia de reserva, porém devido à escassez mundial, há controversas políticas sobre sua conservação, sendo essa uma pauta atual na mídia.

O descrito acima enfatiza uma relação cultural de desperdício que nossa população enfrenta, em que ‘podemos gastar, pois há em grande quantidade; portanto, nunca acabará’. De fato, existe um ciclo natural sem fim, porém a água doce e potável é a grande questão, pois se trata de um processo caro de tratamento contra a despoluição e contaminação, bem como a distribuição até nossas casas e estabelecimentos. Essa situação se agrava cada vez mais, pois transformamos nossos rios e nascentes, fontes de vida pulsante, de lazer e alimentação, em ‘vasos sanitários’ a céu aberto.

Enfrentamos um sério problema nacional que é a falta de coleta e tratamento do esgoto, ocasionando mortes por doenças simples, como a disenteria, em recém-nascidos e crianças, que ainda apresentam baixa imunidade. É algo muito primitivo a não promoção de Saneamento Básico no nível de desenvolvimento em que se encontra a humanidade. 

Cada um fazendo a sua parte em casa e no trabalho, o benefício será coletivo, isto é, agindo local, consequentemente estaremos pensando no global, pois questões ambientais extrapolam limites territoriais. Vamos todos defender a conservação, o direito ao acesso e garantir água boa para todos nós?!

Caminhos Coletivos: educação e gestão socioambientais

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Estações do Metrô recebem iniciativas da Virada Sustentável

Ação ocorre até 18 de outubro e conta com o apoio da Companhia do Metropolitano, por meio da #LinhadaCultura

As estações do Metrô de São Paulo recebem, entre 21 de setembro e 18 de outubro, iniciativas da 10ª Virada Sustentável, que visa ao desenvolvimento sustentável das grandes cidades. Com os cuidados necessários, como a obrigatoriedade do uso de máscara, os passageiros podem conhecer em quatro estações as iniciativas desenvolvidas em parceria com o terceiro setor.

Confira a programação:

– Estação Santa Cecília, da Linha 3-Vermelha: entre os dias 21 e 27 de setembro, uma escada adesivada com informes sobre a importância da reciclagem.

– Estação Brigadeiro, da Linha 2-Verde: de 28 de setembro a 4 de outubro, uma escada adesivada com cores do arco-íris para celebrar a diversidade.

– Estação Clínicas, da Linha 2-Verde: entre os dias 5 e 11 de outubro, uma escada adesivada com incentivos a transformar o lixo em matéria-prima, gerando a economia circular.

– Estação Carandiru, da Linha 1-Azul: de 12 a 18 de outubro, uma escada rolante adesivada com informes sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A campanha conta com apoio do Metrô, através da #LinhadaCultura.

Fonte: Governo de SP

17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em empresas

Você já ouviu falar dos ’17 ODSs’? Trata-se de 17 metas de Desenvolvimento Sustentável que se apoiam em uma agenda de compromissos assumida por 150 países, por meio da Organização das Nações Unidas (ONU), a serem cumpridas até o ano de 2030 visando melhorias, resoluções e formação de parcerias, em diferentes áreas relacionadas à qualidade de vida e bem-estar da sociedade.

Essas metas podem ser cumpridas a nível nacional, estadual, municipal, pessoal (assim como a Agenda 21 que falamos na edição anterior) e em sua empresa, seja instituição escolar, escritório, área industrial e ONGs. Trabalha-se correlacionando a Política, Missão e Visão da empresa, no estabelecimento de objetivos, ações e parcerias de acordo com a realidade e porte  da empresa, além de ser em microescala, pois os ODSs seguem metas para um país e os adaptamos, sem descartar o que já ocorre e intenções pensadas anteriormente e de forma participativa com a equipe, que será a responsável pela implementação do Plano de Ação estabelecido para gestão interna e com a comunidade do entorno. De qualquer forma, estaremos contribuindo para que a Agenda 2030 possa ser cumprida e sua empresa seja parte de um processo maior de cidadania e responsabilidade ambiental.  

Os 17 ODSs são listados abaixo e em todos eles, podemos propor ações para seus cumprimentos (maiores informações, acesse: https://nacoesunidas.org/conheca-os-novos-17-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-da-onu/).

Os temas são variados: resíduos sólidos, cultura de paz, formação de redes e parcerias, clima, água, florestas, consumo consciente, saúde, alimentação, educação, produção industrial, igualdade de gênro, redução da pobreza, cidades resilientes, entre outros:       

– Objetivo 1: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares;

– Objetivo 2: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável;

– Objetivo 3: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades;

– Objetivo 4: Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos;

– Objetivo 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas;

– Objetivo 6: Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos;

– Objetivo 7: Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos;

– Objetivo 8: Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos;

– Objetivo 9: Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação;

– Objetivo 10: Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles;

– Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis;

– Objetivo 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis;

– Objetivo 13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos;

– Objetivo 14. Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável;

– Objetivo 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade;

– Objetivo 16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis;

– Objetivo 17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.

Carolina Estéfano

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