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Não basta parecer, é preciso ser Digital!

Isadora Kimura é autora de “Não basta parecer, é preciso ser Digital!”. Sócia da Nilo Saúde, startup de solução de cuidado digital, que oferece ferramentas e profissionais para serviços de atenção primária especializada em todo o Brasil

A telemedicina virou parte do dia a dia do brasileiro. E, assim, a tecnologia, que sempre dividiu opiniões quando ligada à área da saúde, consolidou-se como principal aliada em um momento de pandemia. Foi a responsável por proporcionar cuidado e conexão em um momento de isolamento físico.

Enquanto as pessoas precisavam ficar em casa, foi através do celular ou do computador que elas chegavam à consulta médica, tiravam dúvidas de uma prescrição de remédio, compravam o que precisavam. Quem diria que aquela que ameaçava o contato físico, tão necessário em uma avaliação do corpo humano, seria a peça-chave para preservar a saúde física e mental de tanta gente.

Ao longo do último ano, no entanto, o que mais vimos foram empresas se dizendo digitais. Acontece que, enquanto todas parecem digitais, poucas, de fato, são. Atrás das câmeras, o cenário quase que geral é de ambientes corporativos analógicos. Uma realidade que precisa mudar. Até porque estudos recentes da Global Market Insights apontam que o mercado mundial de telemedicina deve expandir para US$ 131 bilhões até 2025.

Ou seja, será difícil sustentar uma falsa imagem de digital por tanto tempo. A realidade exige a digitalização dos dados, a integração das informações, o acesso remoto a laudos e exames, o atendimento preventivo e o cuidado individualizado. E as operadoras, corretoras, hospitais e clínicas, deverão seguir nessa direção. É o único jeito de se manter saudável e vivo em um setor que só tem visto doença e morte.

A digitalização da saúde permite encurtar jornadas e, mais do que isso, acessar especialistas que podem estar distantes com mais informações em mãos para oferecer o cuidado adequado. Ignorar esse ganho é fechar os olhos para o que está à nossa frente. Mas assim como o cuidado sozinho não teve força sem a tecnologia, a tecnologia não vai a lugar algum sem o cuidado. Por isso, ganha quem consegue usar a tecnologia de forma humanizada. Ganha o fornecedor, ganha o cliente. Ganha a sociedade.

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Não basta parecer, é preciso ser Digital!
Isadora Kimura.
Foto: Divulgação

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São Paulo é a 1º em ranking Nacional de consultas online

Brasil é o 5º no ranking que busca informações de saúde pela internet, além de consultas online que virou o preferido em nível nacional durante a pandemia. Será que esse novo modelo de atendimento veio para ficar?

O isolamento social mudou a rotina não só dentro de casa, mas também nas empresas de diversos setores. A procura por teleatendimentos na área da saúde tem feito as operadoras de planos de saúde, os consultórios e os médicos se adaptarem ao novo cenário.

Segundo a pesquisa divulgada pelo instituto Ipso MORI, 86% dos brasileiros com acesso à internet utilizam a rede para buscar orientações sobre saúde, remédios e suas condições médicas. O percentual coloca o país no 5º lugar no ranking do estudo.

Com adaptações para poder continuar realizando consultas, na pesquisa da Opinion Box, 37% das pessoas tiveram que fazer uma consulta ou atendimento médico durante a pandemia. Destes: 47% fizeram uma consulta de rotina, 35% precisaram continuar um tratamento que já estavam fazendo.

Globalmente, o mercado de telemedicina movimentou $45,5 bilhões em 2020 e estima-se que esse número aumentará para $175,5 bilhões até 2026 segundo a fonte Emarketer. 

Além disso, 43% das pessoas acreditam que, após a pandemia, a telemedicina será mais utilizada do que era antes. O cenário mudou. As pessoas trocaram os taxistas pelo uber, os hotéis pelo Airbnb, os restaurantes pelo Ifood e as consultas presenciais pela telemedicina. Os tratamentos não emergências, tiveram que se adequar a um modelo que mescla o mundo real e virtual. “Nós também tivemos que mudar a forma de trabalhar para acompanhar as necessidades do mercado e dos pacientes”. Finaliza Dr. Marra especialista em rinoplastia, ao comentar que atualmente atende cerca de 7 a 10 pacientes por dia.

Em São Paulo a telemedicina é a atividade digital com o maior aumento de novos usuários. Metade das pessoas que mais usam a tecnologia, ou usaram pela primeira vez, dizem que pretendem continuar quando o surto terminar. Estima-se que 50% dos serviços de saúde serão conduzidos virtualmente até 2030.

Consultórios:
Av. Dr. Chucri Zaidan, 1550, 1914 – Vila Cordeuri – São Paulo
Rua Doutor José Lourenço, 2710 – Fortaleza
Rua Rio Grande do Norte, 726, Sala 603 – Minas Gerais

São Paulo é a 1º em ranking Nacional de consultas online
Doutor Thiago Marra. Foto: Divulgação

Quem é Dr. Marra?

Thiago Marra é doutor especialista em rinoplastia. Ele nasceu em Belo Horizonte e vem de uma família tradicionalmente de médicos. Formou-se no colégio Loyola, um dos mais conceituados de Belo Horizonte, e cursou medicina na FCMMG (Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais) – nota 5 no ENADE e uma das mais antigas e tradicionais faculdades de medicina do país. Em janeiro de 2012, ingressou no serviço de pós-graduação de cirurgia-geral pela Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte na equipe cirúrgica do dr. Nancran.

Durante dois anos em tempo integral, dedicou-se dentro de um dos maiores hospitais públicos da América Latina, com mais de 1.000 leitos no SUS, a aprender tratar cirurgicamente dezenas de patologias como hérnia inguinal, hérnia umbilical, colecistectomia (retirada de vesícula), abdómen agudo, tumores intestinais, dentre outros. Após concorrer a disputada vaga em cirurgia plástica, com mais de 40 candidatos para duas vagas, ele foi aprovado no serviço no Hospital Universitário de Ciências Médicas. Foram três anos de muito aprendizado ao lado de mais de 14 preceptores, dentre eles mestres e doutores, e mais de 8.400 horas cumpridas.

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startup telemedicina pandemia

Startup Privio cresce 35% em setembro

Com foco em telemedicina, a startup está presente em 26 estados e o Distrito Federal

Com a pandemia do Covid19, a telemedicina surgiu como uma importante aliada. Com o isolamento social e os hospitais lotados, as pessoas preferiram adotar as consultas à distância para evitar aglomerações e até mesmo o contágio do novo coronavírus. Foi nesse cenário que a Privio, startup especializada em telemedicina, cresceu 35% somente no mês de setembro, com cerca de 3 novos usuários por dia.

Entre março e junho, impulsionados pela pandemia, a base de usuários da Privio foi triplicada, uma vez que os médicos precisavam de uma ferramenta para atenderem seus pacientes e se relacionarem a distância. Esse relacionamento se deve não só às consultas via vídeo, mas também para troca de mensagens ou enviar receita digital, por exemplo.

A Privio desenvolveu a solução “App minha clínica”, uma plataforma whitelabel que permite que qualquer clínica tenha seu próprio aplicativo e consultório virtual para chat e teleconsultas baseadas no app Privio, mas com nome e identidade visual da própria clínica. A vantagem é que, através da tecnologia, a startup entrega um aplicativo exclusivo para cada clínica, sem a necessidade de construir do zero, barateando o custo do desenvolvimento, considerado o mais barato do mercado. Teleconsulta, chat, remuneração, organização e anotações são as ferramentas disponíveis, consideradas fundamentais para o atendimento de clínicas médicas em geral.

Além do App exclusivo, a Privio também oferece o App gratuito, ferramenta ideal para médicos por substituir 100% o WhatsApp como forma de comunicação e ainda com a possibilidade de realizar teleconsultas em um só lugar.

“Atuamos em todo o país, em mais de 58 cidades, com o App de telemedicina e o crescimento tem sido constante. Sabemos que a pandemia incentivou esse crescimento, mas apostamos que, mesmo após essa fase, as teleconsultas continuem a fazer parte do dia a dia de médicos e pacientes, uma vez que se adaptaram a um novo modelo, sem perder a eficácia e condução no tratamento”, declara Davi Zanatto, CEO da Privio.

Sobre a Privio

A startup foi criada em 2017 com o objetivo de melhorar a jornada digital de médicos e pacientes, podendo aproximá-los. A base do aplicativo é um chat para troca de mensagens, local onde médicos e pacientes se conectam. Nesse chat é possível trocar mensagens de texto, áudio, anexar fotos, vídeos e documentos.

Além disso, tem ainda a função de vídeo chamadas para realização de teleconsultas e a possibilidade de realizar prescrições digitais. O médico também pode realizar anotações e ter uma ficha do paciente para acessar durante as conversas, além de ferramentas de privacidade para organizar seus horários e pacientes. Mais informações em https://privio.com.br/.