Teleatendimento fisioterapêutico para pacientes com sequelas da Covid-19 na Anhanguera

Avaliação por teleatendimento fisioterapêutico para pacientes com sequelas acontece por meio de plataforma interativa

A Faculdade Anhanguera de São Bernardo do Campo (SP) promove teleatendimento a pacientes com sequelas da Covid-19 e que visa o desenvolvimento físico-funcional por meio de atividades fisioterapêuticas. Os atendimentos, feitos por alunos dos cursos de Fisioterapia da instituição com a supervisão de professores, podem ser agendados pelo telefone ou WhatsApp (11) 4362-9037. As avaliações e acompanhamentos são realizados de segunda a quinta, das 10h30 às 12h, por meio de plataforma interativa. O acesso é liberado após agendamento.

As consequências causadas em pacientes que superaram a doença são chamadas de Síndrome Pós-Covid e apresentam sintomas como cansaço, falta de ar, dor muscular, dores nas articulações, no peito, problemas circulatórios e até fibrose pulmonar, relacionada ao trato respiratório e que causa tosse crônica, fadiga e dificuldade para respirar.

Para auxiliar a reabilitação dos pacientes, o teleatendimento trabalha exercícios físicos adaptados às necessidades individuais, avaliação dos sintomas durante o treinamento físico como dispneia, dessaturação e fadiga, exercícios respiratórios e higiene brônquica, treinamento aeróbico, de força muscular e de equilíbrio. 

“Os alunos são treinados para fazer a avaliação da condição clínica do paciente na qual é possível entender os comprometimentos e realizar o plano de tratamento segundo técnicas desenvolvidas pela ciência. É importante salientar que o teleatendimento é destinado a pacientes que não possuem risco de intercorrência durante os exercícios como doenças raras ou que fazem uso de dispositivos auxiliares para marcha, para que possamos prezar pela segurança do paciente”, diz Luciana Franco, coordenadora do curso de Fisioterapia da Anhanguera.

Serviço

Teleatendimento – Pacientes com Síndrome Pós-Covid

Mais informações e agendamento: telefone ou WhatsApp (11) 4362-9037.

Horário: segunda a quinta, das 10h30 às 12h.

Atendimento: via plataforma interativa com acesso liberado após agendamento.

Sobre a Anhanguera 

Fundada em 1994, a Anhanguera já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância. Presente em todos os estados brasileiros, a Anhanguera presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais. Em 2014, a instituição passou a integrar a Kroton. Para mais informações, acesse: anhanguera.com e blog.anhanguera.com.

Sobre a Kroton 

A Kroton nasceu com a missão de transformar a vida das pessoas por meio da educação, compartilhando o conhecimento que forma cidadãos e gera oportunidades no mercado de trabalho. Parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira de capital aberto dentre as principais organizações educacionais do mundo, a Kroton leva educação de qualidade a mais de 817 mil estudantes do ensino superior em todo o País. Presente em 1.221 municípios, a instituição conta com 126 unidades próprias, sob as marcas Anhanguera, Fama, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar e é, há mais de 20 anos, pioneira no ensino à distância no Brasil. A Kroton possui a maior operação de polos de EAD no país, com 1.673 unidades parceiras, e oferece no ambiente digital 100% dos cursos existentes na modalidade presencial. Com a transmissão de mais de 1.000 horas de aulas a cada mês em ambientes virtuais, a Kroton trabalha para oferecer sempre a melhor experiência aos alunos, apoiando sua jornada de formação profissional para que possam alcançar seus objetivos e sonhos. Para mais informações acesse: www.kroton.com.br.

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Teleatendimento fisioterapêutico para pacientes com sequelas da Covid-19 na Anhanguera
Teleatendimento fisioterapêutico para pacientes com sequelas da Covid-19 na Anhanguera

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A importância da rotina na vida da pessoa com autismo e deficiência intelectual

Transmissão, que acontece em 04 de maio, pelo YouTube, contará com a participação da psicóloga e mestre em Neurociências, Virgínia Nunes Viana, além da psicóloga Gizele Martins, com a mediação da psicóloga e diretora do CENSA Betim, Natália Costa, com conteúdo acessível em libras. Confira sobre A importância da rotina na vida da pessoa com autismo e deficiência intelectual.

A rotina tem como objetivo organizar a vida do indivíduo, aumentando as possibilidades para que o mesmo possa desempenhar com afinco suas atividades. Todavia, quando o assunto são pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Deficiência Intelectual (DI), ter uma rotina se torna algo ainda mais importante, de acordo com especialistas, principalmente pelo fato destes indivíduos possuírem, em alguns casos, grande dificuldade em se comunicar e dependência nas atividades de vida diária. Por isso, o CENSA Betim, instituição que é referência nacional nos cuidados a pessoas com deficiência intelectual, realizará uma live, cujo tema é “A importância da rotina na vida da pessoa com TEA e DI”. A transmissão acontece no dia 04 de maio, terça-feira, às 20h, no YouTube do CENSA.

Três profissionais que são referências nos cuidados a pessoas com deficiência intelectual compartilharão suas vivências e experiências no dia 04 de maio: a psicóloga mestre em Neurociências, supervisora clínica da Prefeitura Municipal de Ibirité e professora da Faculdade Pitágoras Betim, Virgínia Nunes Viana, e a Mestre em Psicologia pela UFMG e psicóloga do CENSA, Gizele Martins, estarão ao vivo com a psicóloga, diretora do CENSA Betim, Natália Costa. Em uma conversa bem dinâmica, elas falarão sobre como a rotina na vida das pessoas com TEA e DI é importante. Com uma linguagem bem acessível ao público geral, a live contará com uma intérprete de libras simultânea.

De acordo com Natália Costa, a terceira live tem como objetivo compartilhar informações acerca da adoção de uma rotina, para que familiares e cuidadores possam ter mais sucesso no cotidiano com a pessoa com deficiência intelectual e autismo. “Ter uma ideia do que vai acontecer depois, é algo bastante confortável para quem não possui capacidade de questionar; Sei que mudanças e imprevistos acontecem às vezes, mas eles podem ser diminuídos quando damos uma explicação para as pessoas com TEA e DI. Por isso, trazer à tona esse tema da live é de muita importância, pois às vezes, até uma simples explicação, pode trazer uma convivência melhor”, analisa.


Segundo a diretora do CENSA Betim, a presença dos profissionais convidados para transmissão, vai mostrar um pouco do que é praticado no cotidiano da instituição. “É gratificante contar com a presença das psicólogas Virgínia Nunes Viana e Gizele Martins, profissionais que lidam com as questões das pessoas com deficiência intelectual e sabem de verdade como tudo isso acontece. Ou seja, é uma forma de enriquecer o nosso debate afim de trazer para aos familiares e cuidadores uma luz acerca desse”, conclui a especialista Natália Costa.

Para acompanhar as lives do CENSA Betim, basta acessar o canal da instituição no YouTube, fazer a inscrição e ativar as notificações para que a plataforma avise quando novas transmissões e conteúdos forem disponibilizados.

Acesse o link direto para a live e ative o lembrete: https://youtu.be/22haUi_MMvk.

Sobre Natália Costa
Mestre em Psicologia do Desenvolvimento Humano com ênfase em Diferenças individuais pela FAFICH / UFMG, professora de cursos de pós-graduação na área de educação e saúde e diretora do CENSA Betim. Atua há mais de 25 anos no atendimento a pessoas com deficiência intelectual e suas famílias.

A importância da rotina na vida da pessoa com autismo e deficiência intelectual
A importância da rotina na vida da pessoa com autismo e deficiência intelectual. Grupo Balo

Sobre Virgínia Nunes Viana
Psicóloga, Mestre em Neurociência, Supervisora Clínica da Prefeitura Municipal de Ibirité e Professora da Faculdade Pitágoras Betim.

Sobre Gizele Martins
Mestre em Psicologia pela UFMG e psicóloga do CENSA Betim, com experiência no atendimento a pessoas com deficiência intelectual associada a outras deficiências, síndromes e transtornos, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

CENSA Betim
Fundado em 1964, o CENSA Betim é referência nacional nos cuidados a pessoas com deficiência intelectual, associada ou não a outros transtornos, e da sua família, assegurando-lhes qualidade de vida e uma educação socializadora. A instituição conta com uma equipe transdisciplinar, composta por profissionais da medicina, psicologia, psiquiatria, além de cuidadores e educadores. Se destaca por oferecer uma proposta diferenciada, com atividades esportivas e recreativas, escolaridade especial, equitação e oficinas de música, teatro e artesanato, em um ambiente familiar e integrado à natureza.

Serviço:
Live:A importância da rotina na vida da pessoa com TEA e DI
Data: 04 de maio | terça-feira
Horário: 20h
YouTube CENSA Betim: https://www.youtube.com/censabetim

CENSA Betim
Rodovia Fernão Dias, Km 494 – S/N Betim – MG
Instagram: @censabetim
Facebook: https://www.facebook.com/censabetim/
Site: www.censabetim.com.br
YouTube: https://www.youtube.com/censabetim

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Tenente Coimbra pede que SP amplie doação de plasma pelo Butantan

O deputado estadual Tenente Coimbra (PSL/SP) solicitou ao governador João Doria a inclusão de todas as regiões do Plano São Paulo nos testes com plasma de doadores contaminados pela covid que já desenvolveram anticorpos. Todo o processo é coordenado pelo Instituto Butantan, que coleta, distribui e usa o material no serviço público do Estado. Até o momento apenas Santos e Araraquara estão desenvolvendo o projeto-piloto. Deputado pede ampliação da doação de plasma pelo Butantan.

Com o avanço rápido da pandemia em São Paulo e a detecção de novas variantes, é necessário que medidas mais eficazes sejam tomadas, avalia o parlamentar. “Assim, indicamos ao governo do Estado que amplie essa rede experimental de tratamento para as demais regiões do Plano São Paulo, para que mais voluntários possam doar o plasma, e consequentemente, ajudar mais pessoas no tratamento da covid-19”, afirma.

O plasma doado servirá para tratar pacientes que tenham o maior risco de desenvolver um quadro grave da doença, como os idosos. A doação é voluntária e Santos é considerada uma das pioneiras nesse tratamento. “Vinte bolsas de plasma convalescente já foram enviadas à cidade. Em um segundo momento, a captação de sangue dos voluntários e o processamento para a separação do plasma serão realizados no próprio município”, diz o deputado.

Segundo o Instituto Butantan, a transfusão de sangue de pessoas contaminadas que desenvolveram os anticorpos tem rendido bons resultados. As normas para a doação do plasma são as mesmas para quem doa sangue: pesar no mínimo 50 quilos; ter entre 16 e 69 anos e ter boas condições de saúde.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Deputado Tenente Coimbra.

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Tenente Coimbra pede que SP amplie doação de plasma pelo Butantan
Deputado estadual Tenente Coimbra.
Foto: Divulgação

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Dia Mundial do Câncer: Brasil registra 280 mil óbitos anuais

Quase 10 milhões de pessoas morrem por ano no mundo por causa de diversos tipos de câncer. O Dia Mundial do Câncer, na data de hoje (4 de fevereiro), é para conscientizar sobre os cuidados e prevenções.

No Brasil, essa estatística já alcançou um patamar de mais de 280 mil óbitos anuais. Mas, apesar de ser uma doença multifatorial, em que várias causas se juntam, permitindo que ela apareça, o câncer não é impossível de ser prevenido.

E essa é a mensagem que as instituições de pesquisa e tratamento da doença querem transmitir neste 4 de fevereiro, Dia Mundial do Câncer. A chefe da coordenação de prevenção e vigilância do Inca, o Instituto Nacional de Câncer, Liz Almeida, afirma que sete hábitos do dia a dia estão relacionados a diversos tipos da doença, e que mudá-los poderia evitar até um terço das mortes.

E é de olho nesses fatores, que a Fundação Nacional do Câncer lançou a campanha ’21 ações para 2021’, ano em que se estima que 625 mil novos casos da doença serão registrados no país. E o diretor-executivo da Fundação, Luiz Augusto Maltoni, alerta para os impactos da pandemia e do isolamento social nessa construção de bons hábitos.

Trancadas em casa e ansiosas, muitas pessoas aumentaram o consumo de cigarros e álcool, negligenciaram a alimentação e os exercícios físicos e adiaram a realização de exames periódicos. Agora é preciso reverter os primeiros, para prevenir o início de um câncer. Já o rastreio periódico, como explica o doutor Maltoni, é importantíssimo, especialmente para quem tem casos de câncer na família. Porque, se a doença ocorrer, será identificada e tratada precocemente, o que aumenta muito as chances de cura.

E essa recomendação foi seguida a risca pela aposentada Ana Célia Nogueira Pinto, que descobriu um câncer de mama no início do ano passado e precisou passar por uma cirurgia em plena pandemia. Posteriormente, ela também precisou fazer sessões de radioterapia, enquanto lidava com um diagnóstico positivo para covid-19.

Hoje, Ana Célia comemora a cura do câncer e da covid e acredita que, para ambos os casos o diagnóstico precoce tenha feito diferença. Ela também considera que os hábitos de fazer exercício regularmente e manter uma alimentação saudável tenham ajudado. Quem quiser entrar nessa corrente, pode procurar informações na página da Fundação do Câncer: www.cancer.org.br.

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Dia Mundial do Câncer: Brasil registra 280 mil óbitos anuais

Pacientes com hanseníase relatam falta de medicamentos

A hanseníase, uma doença também conhecida como lepra, ainda provoca forte preconceito na sociedade, mesmo depois de comprovada a cura. No Brasil são diagnosticadas, por ano, cerca de 30 mil pessoas com a doença. Porém, com a pandemia, pacientes com hanseníase relatam desabastecimento de medicamentos para tratamentos.

Nesse dia 31 de janeiro, último domingo do mês, é comemorado o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. Durante todo mês, a campanha Janeiro Roxo chama a atenção para doença, ainda negligenciada. E agora na pandemia, pacientes relatam a falta de medicamentos contra essa enfermidade doença no país.

Faustino Pinto é uma das principais lideranças em defesa das pessoas com hanseníase. Hoje ele é vice-coordenador nacional do Movimento de Reintegração Hanseniano – o Morhan, fundado em 1981.

Os primeiros sinais da doença apareceram em Faustino aos 9 anos. Apenas aos 18, de forma tardia, foi diagnosticado com a hanseníase.

Conhecida há milênios, e causada por uma bactéria – o bacilo de Hansen – nos casos mais graves, a hanseníase pode provocar deformidades físicas. O professor de dermatologia da Universidade de Brasília, Ciro Martins Gomes, explica os principais sintomas da doença.

A bactéria que provoca a hanseníase pode ficar encubada no corpo durante anos, por ter uma reprodução lenta. Por isso, para se transmitir o vírus é necessário um contato íntimo e prolongado. Na maioria das vezes é transmitida entre familiares.

Até a década de 1960, a internação, com isolamento, das pessoas com a doença era obrigatória. Os infectados eram levados de forma compulsória para colônias, hospitais e asilos. Filhos eram separados de pais, famílias eram destruídas, com violações profundas dos direitos humanos.

Mas tratamentos que possibilitaram a cura, levaram ao fim dessa segregação, permitindo um convívio social pleno das pessoas com a doença.

Importante destacar que a partir da primeira dose dos antibióticos, que devem ser fornecidos pelo SUS, os pacientes não transmitem mais a doença. O tratamento pode durar até um ano.

O médico Ciro Martins Gomes fala que o diagnóstico da doença é clínico, feito pelo exame dos médicos, mas que falta ainda conhecimento sobre a hanseníase no serviço de saúde.

Faustino Pinto reforça que ainda há preconceito institucional com os portadores da doença no serviço de saúde.

O Morhan vem recebendo denúncias da falta do PQT em todo o país, o principal remédio para cura da doença. O movimento aponta que o atraso na reposição do medicamento no SUS chega a mais de 3 meses.

Em nota, o Ministério da Saúde reconheceu o atraso na distribuição do PQT.  A pasta informa que a doação do medicamento pela Organização Pan-americana de Saúde estava prevista para outubro do ano passado. Entretanto, testes realizados detectaram impurezas no lote, sendo necessário produzir novamente a quantidade do remédio que seria destinada ao Brasil.

O Ministério da Saúde ainda afirmou que está em tratativas para a chegada do medicamento o mais breve possível, mas não estipulou uma data.

“Pacientes com hanseníase relatam falta de medicamentos” em parceria com Agência Brasil.

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Pacientes com hanseníase relatam

Butantan testa eficácia de novo soro contra o coronavírus

Um novo medicamento poderá ser utilizado no tratamento da Covid-19, mas ainda são necessários mais testes. O Butantan testa eficácia de alternativa para cuidados com pacientes infectados pelo coronavírus.

Por enquanto eles são realizados em animais, pelo Instituto Butantan de São Paulo.

Há cinco meses, a instituição desenvolveu um soro a partir da inoculação do vírus inativo em cavalos.

O corpo dos animais reage ao microorganismo e produz anticorpos para combater a infecção.

Depois que sangue dos cavalos é coletado, os anticorpos são isolados para que possam ser usados contra a doença.

De acordo com a Agência Brasil, os pesquisadores agora testam a eficácia do soro em hamsters.

Eles esclarecem que a realização de testes em animais vivos é exigida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, para que eles possam ser realizados em humanos.

Antes disso, também é preciso que o Butantan comprove que o soro é capaz de combater a Covid-19.

Em parceria com Rádio2.

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Sobre o Instituto Butantan

O Instituto Butantan é o principal produtor de imunobiológicos do Brasil, responsável por grande porcentagem da produção de soros hiperimunes e grande volume da produção nacional de antígenos vacinais, que compõem as vacinas utilizadas no PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde. As atividades de desenvolvimento tecnológico na produção de insumos para a saúde estão associadas, basicamente, à produção de vacinas, soros e biofármacos para uso humano.

Butantan testa eficácia

Novo tratamento para hanseníase no SUS

Novo tratamento para hanseníase através de medicamento oferece alternativa para pacientes resistentes.

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibilizará um novo tratamento para hanseníase, o antibiótico claritromicina. Outras doenças já usam o mesmo medicamento, como infecções respiratórias e de pele.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda o uso do antibiótico, em especial para pacientes com resistência aos demais remédios. Por exemplo, como a rifampicina, em tratamento disponível no SUS.

O SUS utiliza, até o momento, o método poliquimioterapia, em pacientes com resistência a medicamentos. Nele, são aplicados os medicamentos rifampicina, dapsona e clofazimina.

Esse tratamento, entretanto, poderia não ser totalmente eficaz diante da possibilidade de resistência à rifampicina. Portanto, a importância do tratamento com claritromicina como uma alternativa para estes casos e de resistência a outros medicamentos.

A pele e os nervos sofrem diretamente pela hanseníase. A doença acarreta na perda de sensibilidade do portador. Aliás, reduzindo a percepção de calor nas partes afetadas. Além disso, a enfermidade apresenta manchas no corpo e redução da força muscular.

Novo tratamento para hanseníase

Novo tratamento para hanseníase: A doença no Brasil

O Brasil é o segundo país com mais casos de hanseníase no mundo. Apenas a Índia supera nossos números. Em 2018, foram registrados mais de 27 mil novos casos, segundo o Ministério da Saúde. o que representa mais de 93% das ocorrências registradas nas Américas.

A doença tem registro de casos novos em todos os estados, com maior concentração nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Esse aumento do número de casos ocorre muitas vezes com o contágio pelo convívio com doentes ainda sem tratamento. Entretanto, vale ressaltar que 90% das pessoas são naturalmente imunes a bactéria. Ou seja, não adoecem após contato com ela.

“Estima-se que um paciente não tratado num raio de 100 metros vai infectar no ano seguinte pelo menos mais uma pessoa”, explica a dermatologista Laila de Laguiche, fundadora do Instituto Aliança Contra Hanseníase no Brasil.

Como saber se eu estou com depressão?

Aqui estão alguns sinais aos quais você deve ficar atento. Portanto, esteja ciente: Como saber se eu estou com depressão?

  • Tristeza prolongada;
  • Perda de interesse por coisas que antes você gostava;
  • Isolamento e desânimo (portanto, abandona os amigos e se fecha em si mesmo);
  • Falta de energia e disposição;
  • Dificuldade de concentração;
  • Dificuldade de tomar decisões;
  • Insônia ou sono em excesso;
  • Problemas no estômago ou na digestão;
  • Problemas sexuais, por exemplo, a falta de interesse;
  • Mudança no apetite, sendo assim, levando ao ganho ou à perda de peso;

Como saber se eu estou com depressão?

  • Nada preenche, alegra ou faz você querer levantar da cama;
  • Sentir-se só mesmo quando está na presença de outras pessoas (ou seja, sente vergonha de falar o que está sentindo ou pedir ajuda);
  • Não encontrar motivos para comemorar nada;
  • Pessimista (pensamentos mórbidos e tristes);
  • Achar que tudo é trabalhoso demais (por exemplo, um sonho não realizado);
  • Autoestima baixa;
  • Falta de Fé (em si, em Deus, na vida, nas pessoas e nos tratamentos);
  • Assuntos constantes sobre morte;
  • Falta de sentido na vida;
  • Tentativa de suicídio.


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Graça Decaro

Coach Metafísica, Terapeuta Holística, Escritora do Ebook Depressão: A solidão da “Alma” e A Arte de Ser Feliz “Parar, Sentir e Perceber” Site: https://gracadecaro.wixsite.com/lifecoach-metafisico Telefone: 11 98588-3262 e-mail: graca.decaro@outlook.com.br Instagram@graca.decaro

Jornal Grande ABC

Como saber se eu estou com depressão

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Câncer do colo do útero é uma doença prevenível e curável

A cada 90 minutos 1 mulher morre de Câncer do colo do útero (ou Câncer Cervical). Por isso, órgãos internacionais estão se mobilizando desde o início do ano para lançar planos de erradicação.

O câncer cervical tem relação com infecções frequentes pelo Papiloma vírus Humano HPV

Portanto, a OMS lança o desafio da erradicação do câncer de colo do útero com três metas:

Vacina HPV: calendário escolar♀️9 -14 anos.
Rastreamento cervical: Papanicolau, colposcopia.
Tratamento: Conização, traquelectomia minimamente invasivas, histerectomia parcial/total, quimioterapia, braquiterapia, radioterapia.

Esse ano foi o marco contra o Câncer cervical a revista científica the Lancet publicou artigo no assunto.

Assim, o Ministério da saúde junto aos órgãos representativos no Brasil já aderiram as Estratégias de erradicação do câncer cervical!

Live

Nesse sentido, os principais e renomados ginecologistas brasileiros se reuniram em uma live na plataforma do Youtube para alinhar estratégias sobre o tema.

Dicas para prevenir o Câncer do colo do útero

Mulheres entre 25 e 64 anos devem fazer o exame preventivo do câncer do colo do útero a cada três anos. 
As alterações das células do colo do útero são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou). Dessa forma, são curáveis na quase totalidade dos casos. Por isso, é importante a realização periódica deste exame. Sendo assim, tão importante quanto fazer o exame é saber o resultado, seguir as orientações médicas e o tratamento indicado.

Vacine contra o HPV as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos.
A vacinação contra o HPV, disponível no SUS, e o exame preventivo (Papanicolaou) se complementam. Em outras palavras, como ações de prevenção do câncer do colo do útero. Mesmo as mulheres vacinadas, quando chegarem aos 25 anos, deverão fazer um exame preventivo a cada três anos, pois a vacina não protege contra todos os subtipos do HPV.

Câncer do colo do útero

Informações presentes no site do INCA

Ministério institui projeto de cuidado integral à saúde do homem

Estados que irão receber o repasse foram definidos considerando a taxa de mortalidade por câncer de pênis acima de 0,60 por 100 mil homens, no período de 2014 a 2018

O Governo Federal publicou nesta semana uma portaria que institui projeto-piloto para prevenção de câncer de pênis, no âmbito da Atenção Primária à Saúde. A medida é uma das ações da campanha do Novembro Azul.

O repasse total soma cerca de R$ 20 milhões e é destinado aos estados com a maior de mortalidade por câncer de pênis acima de 0,60 por 100 mil homens no período de 2014 a 2018. Segundo o Ministério da Saúde, os entes federativos com maior incidência da doença são Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Sergipe. 

A portaria também destina recursos a 370 municípios com população de até 100.000 habitantes com média de registro de, ao menos, um diagnóstico de câncer de pênis. 

Fonte: Brasil 61

Jornal Grande ABC

Ministério institui projeto

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Anvisa: Gás ozônio não é eficaz contra o novo coronavírus

De acordo com o documento, uma revisão de dados de estudos nacionais e internacionais concluiu que não foram apresentadas evidências científicas relacionadas à eficácia contra o vírus

A Anvisa publicou uma Nota Técnica  com informações sobre o uso de ozônio como produto desinfetante durante a pandemia da Covid-19. De acordo com o documento, uma revisão de dados de estudos nacionais e internacionais concluiu que não foram apresentadas evidências científicas relacionadas à eficácia contra o vírus.   

Embora tenha ação desinfetante na água de consumo humano e seja utilizado com esta finalidade, principalmente na Europa, o documento afirma que o uso do ozônio tem potencial para causar danos agudos e crônicos em humanos, como lesões na pele, nas vias respiratórias, nos olhos, e causar reações alérgicas.   

De acordo com os marcos regulatórios vigentes, equipamentos ou estruturas que utilizam ozônio para desinfecção de ambientes públicos e de superfícies em geral não estão sujeitos à regularização junto à Anvisa. 

Fonte: Brasil 61

Estudo aponta letalidade de 0,23% de pacientes com Covid-19

Entre os doentes com menos de 70 anos, índice é ainda menor, alcançando 0,05%

Um trabalho científico realizado na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, revelou uma taxa de letalidade da Covid-19 abaixo da constatada há alguns meses. Segundo o estudo, publicado pelo professor de epidemiologia John Ioannidis, em média 0,23% dos pacientes infectados pela doença morrem. Anteriormente, esse percentual era estimado em 4%. Com relação as pessoas com menos de 70 anos de idade, a letalidade cai para 0,05%.

Com a exceção de alguns atividades, como a promoção de festas e eventos sociais, boa parte dos estados e municípios brasileiros já se esforçam para retomar à normalidade que havia antes da pandemia. O epidemiologista Walter Ramalho, professor do curso de Saúde Coletiva na Universidade de Brasília (UnB), acredita que a volta a uma rotina como havia antes da pandemia só poderá ser presenciada com o advento de uma vacina contra o coronavírus.

“Pode-se dizer que a volta dessa normalidade está condicionada ao surgimento de uma vacina eficaz que possa imunizar as pessoas. Eu não vejo outra forma [senão essa] de uma socialização maior das pessoas que não seja com a produção de um imunizante”, explica.

Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de letalidade do novo coronavírus no Brasil é de 2,9%. Até a última terça-feira (27), a mortalidade da doença, era de 75,2 óbitos a cada 100 mil habitantes.

Com o número de mortes se aproximando a 160 mil, Walter Ramalho afirma que o poder público brasileiro falhou ao não somar esforços para aprimorar a rede de atenção primária durante a pandemia. “A atenção primária do SUS deveria ter sido acionada desde o começo da pandemia. Quando alguém é diagnosticado com o coronavírus, esse paciente precisa ser monitorado para que o contágio a outras pessoas seja evitado.”

Diante da segunda onda de contaminação da Covid-19 que atinge alguns países da Europa e da incerteza do surgimento de uma vacina contra a enfermidade, eventos tradicionais, como o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro estão sem data definida para ocorrer. A previsão mais otimista de finalização e distribuição do imunizante é feita pelo governo de São Paulo, que estima que a vacina estará disponível em dezembro.

Fonte: Brasil 61

Como reconhecer os sinais precoces de um AVC

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) leva a óbito mais de 100 mil pessoas por ano no Brasil. Estima-se que, neste ano, serão 18 milhões de casos no mundo e, em 2030, deverão ser 23 milhões. Cerca de 50% dos sobreviventes ficam com sequelas graves, por isso a necessidade de reconhecer precocemente o AVC e tratá-lo adequadamente.

Neste Dia Mundial do Combate ao AVC, 29 de outubro, a Dra. Caroline De Pietro Franco Zorzenon, neurologista do Hospital Sepaco, alerta que grande parte da população mundial está em risco pelo fato da incidência de pressão alta, diabetes e aumento do colesterol estar aumentando entre as pessoas. “É preciso estar atento a qualquer alteração do corpo, pois se trata de uma doença grave e que necessita de tratamento rápido”.

Mas com prevenção, o AVC pode ser evitado. Realizar acompanhamento médico regular é essencial para a prevenção do AVC e de duas doenças causadoras. Além disso, os pacientes acometidos pela doença podem melhorar sua qualidade de vida com tratamentos multidisciplinares adequados. “Assim como as pessoas realizam check-ups para evitar os problemas cardíacos, é fundamental realizá-los para prevenir os acidentes vasculares encefálicos”, avalia a especialista.

É importante estar alerta e aprender a reconhecer os sinais precoces do AVC. Se houver rapidez no atendimento inicial, é possível utilizar um medicamento para dissolver o coágulo que obstrui a artéria cerebral causadora dos sintomas em até 4,5 horas do início dos sintomas. “Desta forma, muitos pacientes tem uma boa recuperação neurológica com baixo índice de sequelas e boa qualidade de vida”, comenta a neurologista.

Entre os sinais mais comuns são fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna e em um lado do corpo, confusão mental, alteração da fala ou compreensão da linguagem,  alterações visuais (perda súbita/escurecimento visual), alteração do equilíbrio, perda de coordenação motora, tonturas e dor de cabeça súbita e intensa, sem causa aparente. “Ao sentir qualquer um desses sintomas, anote o horário em que começaram e procure imediatamente atendimento médico”, explica a médica.

Já fatores de risco que podem ser facilitadores para um AVC são doença vascular periférica, doenças cardíacas, tabagismo, hipertensão arterial, diabetes, sedentarismo, colesterol alto, uso de anticoncepcionais, álcool e drogas ilícitas. Para a especialista, o controle adequado desses fatores de risco pode diminuir a probabilidade de uma pessoa ter um Acidente Vascular Cerebral e suas complicações.

Desta forma, tome alguns cuidados preventivos para garantir sua saúde, tais como adotar uma alimentação saudável, parar de fumar, praticar algum tipo de exercício físico regularmente. Para quem tem pressão alta, a dica é fazer um esforço para tomar seus remédios conforme prescrição médica e, já para os diabéticos, prestar atenção na dieta, para bom controle da glicemia e tomar os remédios regularmente.

Sobre o Sistema Sepaco de Saúde

O Sepaco, fundado em 1956, inicialmente para atender o setor papeleiro, transformou-se em um Sistema Integrado de Saúde, agregando hospital e operadora de saúde de autogestão. Pioneiro no controle de infecção hospitalar no Brasil, o Hospital Sepaco atualmente atende operadoras de saúde, assim como clientes particulares. Focado em alta complexidade e pediatria, o hospital está localizado na Vila Mariana, São Paulo, e possui 257 leitos, sendo 95 de UTI (40 para adultos e 35 Neonatais e 20 Pediátricos), um corpo clínico com alta qualidade profissional e modernos equipamentos para diagnósticos, como tomografia, ressonância magnética, hemodinâmica e uma área própria para oncologia. Para realização de pequenas cirurgias, com alta no mesmo dia, a instituição oferece ainda o Hospital Dia Sepaco, na região do Jardim Paulista, São Paulo/SP.

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