Modelo de cidade inteligente lançada na Espanha

A ACCIONA e a Câmara Municipal da cidade de Toro, localizada na província de Zamora (Espanha), implementaram modelo de cidade inteligente, um sistema de sensorização e monitorização em tempo real dos principais serviços urbanos em andamento na cidade. Essa ação transforma a região em uma das cidades inteligentes mais avançadas da Europa.

O sistema consiste em 200 sensores sem fio, de baixo consumo, conectados a uma rede que coleta dados da iluminação urbana em tempo real, além do ciclo integral da água, da coleta de lixo, da gestão de parques e jardins municipais e também de veículos de manutenção urbana.

Esses dispositivos de monitoramento capturam dados relevantes de cada um desses serviços que são analisados usando a tecnologia de Big Data para tomar decisões de gerenciamento em tempo real, capazes de afetar alguns serviços. São eles:

Iluminação: os sensores determinam a necessidade ou não de acender os pontos de luz públicos, pois permitem ajustar a iluminação à luz real que existe em todos os momentos (não só com base no tempo, mas também nas condições meteorológicas, etc.).

Lixo e reciclagem: foram instalados sensores de enchimento e temperatura para determinar de forma dinâmica as rotas de coleta de lixo, evitando acúmulos ocasionais de resíduos e odores, bem como os deslocamentos desnecessários. Desta forma, o serviço ao cidadão é melhorado, ao mesmo tempo em que se economiza em emissões de CO2 e em custos operacionais.

Veículos de serviço urbano (manutenção e obras municipais) e jardinagem: os sensores monitoram a posição desses veículos para minimizar o tempo de resposta em caso de incidentes e otimizar as rotas.

Gestão da água: são monitoradas as informações dos hidrômetros – aparelhos que medem o consumo da água – além da instalação de sensores Ad-Hoc. Isso protege o meio ambiente, reduz possíveis perdas de água e também evita problemas de faturamento excessivo devido a vazamentos não detectados. Além disso, ao facilitar a solução de problemas, as falhas de água são minimizadas.

Nesse sentido, além dos sensores, o projeto, denominado “Smart Water Lights”, prevê a implantação de uma rede de comunicação sem fio de baixo consumo, que permite a transmissão de dados por longas distâncias.

Esta tecnologia tem a vantagem de reduzir o consumo de bateria para que os sensores instalados tenham uma longa autonomia de funcionamento – essencial para a viabilidade e escalabilidade do sistema. Desta forma, mostra-se como uma ótima alternativa para equilibrar o poder de coleta e processamento de dados, com a vida útil da bateria e necessidades de manutenção.

A ACCIONA gere o serviço urbano de água da cidade de Toro desde 2001, tanto o abastecimento como o saneamento e purificação da água, através de uma concessão de 25 anos. O contrato inclui a gestão de assinantes, leitura de contadores, controle de qualidade da água, reparação de avarias, realização de novas redes e ligações, manutenção de captações e D.A.R., entre outros.

Sobre a ACCIONA

A ACCIONA é uma empresa global, líder no fornecimento de soluções regenerativas para uma economia descarbonizada. Seus serviços abrangem energia renovável, tratamento e gestão de água, transporte ecoeficiente e sistemas de mobilidade, infraestruturas resilientes, entre outros. A empresa, que está presente em mais de 60 países, é neutra em carbono desde 2016. Em 2020, a ACCIONA registrou faturamento de € 6,4 bilhões.

Mais informações: www.acciona.com.br / Instagram/Facebook/LinkedIn: @acciona

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Modelo de cidade inteligente lançada na Espanha
Foto: Divulgação

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Mobilidade Urbana: desafios na gestão e uso de bicicletas nos municípios

O objetivo é compreender os desafios para poder regulamentar o Programa Bicicleta Brasil e da Mobilidade Urbana e seus desafios no país.

Uma pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) analisa os principais desafios dos gestores municipais quanto à regulamentação do Programa Bicicleta Brasil. A iniciativa estimula o uso de bicicletas no meio urbano, para melhorar as condições de mobilidade, além de prever um direcionamento de verbas para a infraestrutura.

Os congressistas aprovaram em 2018 a Lei do Programa Bicicleta Brasil (Lei 13.724/2018). Então, agora há um esforço do movimento municipalista e de diferentes organizações. Com a finalidade de que ela seja regulamentada junto ao Governo Federal. O Grupo Gestor da Estratégia Nacional da Bicicleta é responsável pela iniciativa. Este, liderado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e pela União dos Ciclistas do Brasil.

Mobilidade Urbana: desafios além das Ciclovias

O coordenador do Grupo de Trabalho de Políticas Públicas da União de Ciclistas do Brasil, Yuriê Baptista César, explica que a norma vai além da construção de ciclovias.

“A lei que criou o Programa Bicicleta Brasil inclui infraestrutura, campanha de educação, outras ações a serem realizadas e a parceria do governo com a sociedade civil e o setor produtivo, para promover o uso da bicicleta”.

Yuriê Baptista César afirma que é visível o aumento de ciclistas e a venda de bicicletas, por conta da pandemia e o fechamento de academias no período. Portanto, ele detalha o reflexo desse cenário nos municípios.

“Isso gera uma maior necessidade do poder público de responder a essa demanda que foi colocada. A gente fala muito, quando vai cobrar medidas para estimular o uso da bicicleta, que existe uma demanda reprimida muito grande de ciclistas, de pessoas que querem utilizar a bicicleta e que não utilizam porque não sentem segurança para usá-la”. 

Gustavo Carvalho, analista de sistema, conta que sempre usou a bicicleta desde a infância no interior da Bahia, principalmente para lazer. Como não tinha ciclovia, ele se locomovia em praças e entre os carros. Todavia, agora que mora na cidade de São Paulo, usufrui da segurança dos espaços destinados aos ciclistas.

“Eu amo andar de bike em São Paulo. São vários pontos turísticos que eu gosto de visitar, e grande parte do percurso tem ciclovia, é de fácil acesso. Alguns locais, mas são poucos, não tem. Claro, nesses eu me sinto inseguro de passar, em relação ao trânsito. Até pelo que a gente vê na mídia, de acidentes com ciclistas”, comenta. 

Mobilidade Urbana: desafios pelo país

Mobilidade Urbana desafios

Carleane da Silva Santos, de 32 anos, mora em Imperatriz/MA, e é consultora de negócios. Ela conta que pedala em média 3 ou 4 vezes por semana, para tratar um problema de asma.  Mas reclama da falta de espaços para pedalar com segurança, na cidade.

“É muito ruim, não tem ciclovia. A gente tem que dividir o espaço com os carros. E se torna muito arriscado, porque aqui tem muito acidente. Seria bacana se aqui pudesse ter ciclovia, para termos um pedal mais seguro, tranquilo, menos perigoso”. 

Ela conta que no pouco espaço que tem ciclovias, as pessoas não utilizam corretamente. “Falta incentivo para que essas pessoas tenham uma educação no trânsito, para usar a ciclovia de uma forma correta”, completa.

Mobilidade Urbana: desafiosFoto Carleane da Silva Santos

Dessa maneira, as ações implementadas pelas entidades estaduais e municipais devem priorizar o estímulo ao desenvolvimento de projetos de infraestrutura cicloviárias. Por exemplo, a construção de bicicletários em terminas do transporte público coletivo, instalação de paraciclos e estacionamentos específicos nos locais de grande fluxo de pessoas. Além disso, de equipamentos de apoio aos usuários – como banheiros e bebedouros –, sistema de locação de bicicletas a baixo custo em locais estratégicos. Por fim, a elaboração e divulgação de campanha que estimulem o uso seguro da bicicleta.

Mobilidade Urbana: desafiosArte - BRASIL 61

Incentivos

O coordenador do Grupo de Trabalho de Políticas Públicas da União de Ciclistas do Brasil, Yuriê Baptista César, também fala sobre o como o incentivo ao uso de bicicletas promove benefícios para o meio urbano.

“Além de ser um meio de transporte eficiente, é um meio de transporte que promove benefícios para quem pedala, em termos de saúde. Promove benefícios para a cidade, porque quanto mais gente pedalando, menos gente vai andar de carro, menos poluição será emitida, menos gastos com saúde pública vão acontecer decorrentes da poluição e dos acidentes”, destaca.

A pesquisa quanto aos desafios da regulamentação do Programa Brasil Bicicleta deve ser realizada pelos próximos 80 dias. Então, o questionário será aplicado tanto na área da gestão, quanto para os usuários de bicicletas. Entre as perguntas, os gestores devem responder se o município conta, por exemplo: com algum órgão de trânsito, se tem um planejamento que contemple a bicicleta, quais são os desafios para implementar o programa, se precisa de apoio técnico e financeiro, entre outros.

A analista de mobilidade da CNM, Luma Costa, detalha o objetivo da pesquisa.

“Identificar quais são os desafios da área de gestão dos municípios. Queremos compreender esses desafios para regulamentação e direcionamento dos recursos desse programa. Ainda há que se decidir como vai ser esse fluxo de transferência de recurso. Para isso, é preciso ver quais são os municípios que mais precisam”. 
Ela destaca a importância do Programa para os municípios de pequeno e médio porte.

“A CNM entende que para os municípios de pequeno e médio porte, é uma política muito importante. Muitos deles não tem transporte público. Então, o incentivo desses outros modais, é primordial”, ressalta.

Os novos gestores devem responder nova pesquisa no ano que vem, afirma Luma Costa. Como resultado, se ter um comparativo com o ano de 2020. 

O estudo tem o apoio da Confederação Nacional dos Municípios, juntamente com a União dos Ciclistas do Brasil, WRI Brasil, Ministério do Desenvolvimento Regional, Frente Nacional de Prefeitos, Abraciclo, Abradibi, Aliança Bike e Tembici.

Fonte: Brasil 61

Mobilidade urbana tem cerca de R$ 1,7 bi de investimentos

Recursos foram alocados para o Programa Avançar Cidades, do Ministério do Desenvolvimento Regional

Em pouco mais de um ano, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) liberou aproximadamente R$ 1,7 bilhão para projetos de mobilidade urbana por meio do Programa Avançar Cidades. Segundo o governo federal, os recursos foram encaminhados a 179 cidades brasileiras das cinco regiões do país. Os investimentos contemplam cidades da Bahia, Ceará, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Maranhão, Minas Gerais, entre outros estados. 

Os repasses foram utilizados em obras de pavimentação asfáltica, construção de terminais e corredores de ônibus, Instalação de sinalização viária e calçadas com acessibilidade e elaboração de estudos e projetos.

Criado em 2017, o Programa Avançar Cidades – Mobilidade Urbana tem o objetivo de melhorar a circulação das pessoas nos ambientes urbanos por intermédio do financiamento de projetos por parte do governo federal. 

Fonte: Brasil 61

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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Dia Mundial sem Carro chama atenção para bicicleta

Data chama atenção para debates sobre mobilidade urbana

Hoje (22) é comemorado o Dia Mundial Sem Carro. A data é usada por entidades envolvidas com o debate sobre mobilidade urbana para chamar a atenção para alternativas a veículos individuais motorizados, como a bicicleta.

Este é o meio de transporte de Marcelo Santos. Aposentado, ele se desloca pedalando e tem um projeto com alunos de jornalismo da Universidade Federal Fluminense sobre o tema. Até se aposentar, ia da casa para o trabalho em um trajeto de 14 quilômetros diários de pedalada.  

“Eu usava transporte público, mas encontrava dificuldade. Andei muito de bicicleta até meus 26 anos e voltei a andar há quatro anos. A opção foi por achar mais fácil me movimentar entre meu trabalho e minha casa sem transtorno de engarrafamento e outros obstáculos”, conta.

Não há dados muito consolidados sobre a realidade de pessoas como Marcelo no Brasil. De acordo com o relatório mais atual sobre os ciclistas, denominada Perfil do Ciclista 2018, da Parceria Nacional pela Mobilidade por Bicicleta, 75,8% utilizavam o meio de transporte para ir ao trabalho, 61,9% para o lazer, 55,7% para fazer compras e 25,4% para ir à faculdade.

Dos ouvidos, 82,5% pedalavam mais de cinco vezes por semana, 59% usavam há mais de cinco anos, 55% levavam entre 10 minutos e 30 minutos em suas viagens, 40,3% têm renda entre 1 e 2 salários e 25.7% têm entre 25 e 34 anos de idade.

As principais motivações para pedalar são rapidez e praticidade (34,8%), saúde (25,8%) e custo (22%). Os principais problemas enfrentados são segurança no trânsito (40,8%), a infraestrutura (37,9%), segurança pública (7,9%) e sinalização (6,9%).

A diretora-presidente da União de Ciclistas do Brasil, Ana Carboni, destaca que apesar da presença quantitativa das bicicletas no país, ela ainda é pouco valorizada como meio de transporte tanto entre as pessoas quanto no planejamento das cidades e das estruturas de mobilidade.

“A frota de bicicleta é maior do que a de automóveis. Contudo, o Brasil continua priorizando os veículos individuais motorizados. 80% da infraestrutura viária nas cidades é dedicada ao carro e à moto, que transporta menos de 30% da população. Existe um desequilíbrio muito grande. A maioria das pessoas se locomove a pé, de bicicleta ou de transporte público”, pondera.

Ana Carboni defende que é preciso repensar as cidades considerando novos modelos de mobilidade. A dificuldade posta nas distâncias de grandes centros urbanos está diretamente relacionada às desigualdades e como elas se colocam nos territórios. Mas ela acredita que as duas rodas podem ser uma alternativa real, não somente sozinhas como em combinação com outros modais, como metrô.

“A bicicleta tem potencial de intermodalidade, mas o transporte público precisa melhorar. Precisa haver investimento em infraestrutura, em bicicletários, bicicletas compartilhadas, e a bicicleta pode ser usada como primeira ou última perna”, defende. Ela cita como exemplo a cidade de Fortaleza, onde é possível usar o bilhete de ônibus para pegar bicicletas compartilhadas e fazer parte do trajeto.

Ciclismo e pandemia

A União dos Ciclistas do Brasil lançou um documento com sugestões de adaptação das vias e estruturas de mobilidade no contexto da pandemia. Como o transporte público se tornou um vetor de transmissão do vírus e parte expressiva da população não conta com a possibilidade do transporte por carro, as bicicletas se tornaram uma alternativa de mobilidade.

As bicicletas também passam a ser empregadas crescentemente na logística. Os entregadores de aplicativo são um exemplo dessa tendência e forma de deslocamento.  

“O transporte por bicicleta não polui o ar, evita contato físico direto e promove saúde e bem-estar. Além dos benefícios ambientais, há também benefícios socioeconômicos: trata-se de um veículo de baixo custo e acessível, sendo a ciclomobilidade a aposta de muitos países para recuperar a economia”, defendem os autores.

Uma série de cidades em todo o mundo, como Berlim (Alemanha), Bogotá (Colômbia) e Vancouver (Canadá) adotaram medidas emergenciais, como a construção de ciclovias temporárias (com sinalização ou com reserva de faixas com cones, por exemplo).

A construção dessas ciclofaixas pode ser feita a baixo custo, com sinalização. O documento sugere cores como amarelo e vermelho para remeter ao sinal de alerta e trazer maior contraste com o pavimento. São sugeridas também barreiras móveis para reforçar a demarcação e evitar acidentes causados por motoristas.

Outra alternativa é a ampliação de espaços para pessoas. Em Brasília, isso foi feito na pandemia em algumas vias. Mas, de acordo com os autores, ainda de forma limitada por ocorrer em alguns dias. Eles advogam pelo uso deste recurso de forma mais perene, com o objetivo de incentivar o deslocamento ativo.

Marcelo Santos destaca que várias cidades estão vendo o novo normal com a necessidade de incentivar a mobilidade ativa. “Sabe-se que no Brasil 70% das viagens são de no máximo 8 km, é uma distância viável para qualquer um pedalar. O desafio maior é da sociedade entender que esse é um momento de retornar diferentes”, opina.

Fonte: Agência Brasil

Agenda 21 Brasileira – planejar de forma participativa

A Agenda 21 Brasileira é um documento construído de forma participativa, após muitas discussões públicas, na época da Rio 92 (evento mundial, sediado no estado do Rio de Janeiro), que embasou e continua sendo aliado em ações de planejamento e programas, planos e projetos socioambientais governamentais e da sociedade civil organizada, com uma visão holística de Desenvolvimento Sustentável, ou com o termo atualizado: Sustentabilidade.

O compromisso assumido pelo Brasil incluiu a elaboração de uma Agenda 21 própria, com base na Agenda 21 global, para atendimento das especificidades, entre elas, a maior biodiversidade do planeta. Uma agenda é um caderno em branco, no qual anotamos nossos afazeres cotidianos e estipulamos prazos, estratégias, outras pessoas envolvidas, enfim. Esse documento também funciona assim e, vamos conhecê-lo um pouco em detalhes a seguir.

Em suas visões de futuro possível, nos interessa aquele pautado na Sustentabilidade, em que suas diretrizes ‘social, ambiental, econômica, cultura, geográfica, institucional e educacional’ sejam orientadoras de melhorias e soluções viáveis que permitam maior qualidade de vida e bem-estar à todos, inclusive aos outros seres, além do ser humano.

As ações prioritárias definidas na Agenda 21 brasileira (fonte: Ministério do Meio Ambiente) e que necessitamos incorporar em nosso dia-a-dia são:

1. A economia da poupança na sociedade do conhecimento – produção e consumo responsáveis; responsabilidade socioambiental das empresas; integração regional e retomada de planejamento estratégico com infraestrutura; energia renovável; conhecimento;

2. Inclusão social para uma sociedade solidária – educação permanente para o trabalho e a vida; promover a saúde e evitar a doenças; inclusão social e distribuição de renda; proteção às mulheres, negros e jovens; universalizar o saneamento básico com foco na proteção à saúde e ao ambiente;

3. Estratégia para a sustentabilidade urbana e rural – gestão do espaço; promoção da agricultura sustentável; promover o desenvolvimento integrado e sustentável; transporte coletivo e mobilidade sustentáveis;

4. Recursos naturais estratégicos: água, biodiversidade e florestas – preservar a quantidade e melhorar a qualidade da água; controle do desmatamento e corredores de biodiversidade; proteção e uso da biodiversidade; ecossistemas ameaçados, como a Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia;

5. Governança e ética para a promoção da sustentabilidade – parcerias e poder local; gestão ambiental e instrumentos econômicos; relações internacionais e governança global; cultura cívica e novas identidades; meios de comunicação; ética e solidariedade. Fica a dica para que você leia atentamente o exposto acima e reflita quais ações e de que forma você pode incorporá-las em sua vida pessoal e profissional, estipulando prazos e parceiros, promovendo uma Agenda 21 Local, pois todos nós somos parte fundamental desse quebra-cabeças que é a convivência entre todos e nossa sobrevivência, seja na nossa casa, rua, bairro e cidade.

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Carolina Estéfano