Ocupação de UTIs caiu no Grande ABC após medidas de restrição

A taxa de ocupação de leitos de unidade de tratamento intensivo (UTIs) destinados ao atendimento da Covid-19 no Grande ABC caiu para menos de 90% pela primeira vez em quase um mês, na sequência das medidas de restrição tomadas pelas sete cidades.

A ocupação de leitos de UTI no Grande ABC atingiu 89,6% na última terça-feira (6/4) e caiu para 88,6% na quarta-feira (7/4), após 24 dias acima de 90%, segundo dados da Fundação Seade.

Entre 24 de março e terça-feira, a média móvel de casos recuou 15%, de 873 para 742, e a média móvel de internações diárias diminuiu 30%, de 340 para 240.
O presidente do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, afirmou que o resultado reflete a série de ações tomadas pelas prefeituras para reduzir a circulação das pessoas e conter a aceleração da pandemia do novo coronavírus.

“Iniciativas como lockdown noturno e a antecipação de feriados, que foram tomadas visando à proteção da vida da população, reduziram significativamente a circulação de pessoas nas ruas e no transporte público. Mesmo diante da melhora nos números, a situação ainda exige que continuemos tomando todos os cuidados, seguindo as medidas de higiene e com o uso correto de máscaras”, disse Paulo Serra.

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Foto: Angelo Baima/PSA

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Cilindros de oxigênio para saúde é foco de operação do Senai-SP

Paulo Skaf lançou nesta manhã a campanha “Oxigênio da Indústria Salva Vidas” com o envio de 400 cilindros de oxigênio das unidades Senai-SP que serão disponibilizados ao setor de saúde. O objetivo é mobilizar as indústrias a emprestarem o insumo

Nesta quarta-feira (24), o Senai-SP carregou um caminhão com 400 cilindros que acondicionam oxigênio. Eles foram recolhidos em 78 escolas do Senai, espalhadas por 64 cidades em todo estado de São Paulo. Do total, 250 serão destinados à prefeitura da capital paulista, que solicitou essa quantidade do insumo à Fiesp. O restante será disponibilizado para unidades de saúde de outros municípios. Com a ação, o Senai-SP coordena uma importante operação para estimular indústrias a também emprestarem seus cilindros e salvar vidas.

Enquanto o caminhão era carregado, o presidente do Senai-SP e da Fiesp, Paulo Skaf, anunciou que já havia obtido outros 400 cilindros com indústrias parceiras. “Daqui a três dias já teremos pessoas respirando com esses cilindros entregues, hoje, pelo Senai-SP”, afirmou Skaf. “Vamos conseguir o número de cilindros necessários para não faltar oxigênio para ninguém no estado de São Paulo.”

O caminhão do Senai-SP com o carregamento seguiu para a cidade de Vinhedo, sede da empresa White Martins, fornecedora do oxigênio. Lá, os cilindros, de uso industrial, passarão por higienização para serem utilizados na área de saúde e serão abastecidos com gás medicinal.

A ideia é que, como São Paulo, outras unidades da federação também se unam um prol da saúde. “Ontem, conversei com outros estados para que, a exemplo do Senai-SP, façam a mesma mobilização de forma que, com o empréstimo dos cilindros, não haja falta de oxigênio para ninguém”, observa Skaf.

O uso do oxigênio no tratamento da COVID-19 é intensivo, cada paciente intubado consome de dois a três cilindros por dia. Já começam a circular notícias sobre sua falta nos serviços de saúde, entretanto, a limitação não está na produção do gás, mas sim na logística e na falta de tanques e cilindros para envasar.

Por isso, além da mobilização para obtenção de cilindros, o Senai-SP também organizará a logística, garantindo que os insumos cheguem até as empresas produtoras de oxigênio. “De um lado temos as indústrias que podem emprestar os cilindros e, do outro, as prefeituras e governos que precisam deles, então ambos devem fazer contato com o Senai”, explica Skaf.

Carregamento dos cilindros de oxigênio partindo da escola do SENAI-SP, em Barueri.  

PROCEDIMENTO

As indústrias que possuírem cilindros para ceder devem entrar em contato pelo e-mail: oxigenio@sp.senai.br, com as seguintes informações: quantidade de cilindros disponível, volume, localidade onde se encontram, tempo de cessão e nome da empresa fornecedora do gás. Prefeituras e hospitais que necessitem de cilindros também podem utilizar o mesmo e-mail para fazer a solicitação. Uma equipe do Senai-SP entrará em contato para viabilizar a operação.

Além isso, Senai-SP voltou a consertar, gratuitamente, respiradores de hospitais públicos. No ano passado, foram reparados e entregues em pleno funcionamento 205 aparelhos para 62 cidades. Os hospitais públicos que tiverem o equipamento a consertar, devem procurar a unidade Senai-SP mais próxima.

Matéria com Assessorias do Senai-SP e FIESP.

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Governo de SP pede ajuda para produção e distribuição de oxigênio

Na manhã desta segunda-feira (22/03), o Governador João Doria participou de uma reunião virtual com fornecedores de gases hospitalares e demais empresas que queiram contribuir com a produção e logística de oxigênio em todo Estado.

O Governo de SP pretende mobilizar a iniciativa privada para garantir o fornecimento do gás hospitalar e dos cilindros necessários para a criação de novos leitos. Para os leitos já existentes, os fornecedores asseguraram o fornecimento, sem riscos de desabastecimento.



“Em reunião coordenada pelo Governador João Doria, fornecedores garantiram o abastecimento de oxigênio para os leitos de UTI do nosso Estado. Esse esforço do Governo de São Paulo é para atender a rede estadual de hospitais, mas também leva em conta a rede de hospitais públicos municipais, a rede de entidades filantrópicas, as nossas santas casas, e também a rede privada”, falou o Vice-Governador Rodrigo Garcia, em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes.

As empresas que fornecem gases hospitalares no estado de São Paulo informaram, durante a reunião, que honrarão os contratos vigentes, inclusive considerando a ampliação já realizada na estrutura hospitalar em razão da abertura dos novos leitos para atendimento dos pacientes com COVID-19. O desafio é atender à nova demanda de oxigênio para abastecer os leitos adicionais previstos para os próximos dias.

Os hospitais estaduais possuem usina própria ou grandes tanques de oxigênio que realizam o atendimento da maior parte dos pacientes. Já UPAs, UBSs e hospitais de cidades de pequeno porte, em geral possuem estruturas menores e dependem da utilização de cilindros, que estão escassos em todo o país.

Em razão disso, o Governo de SP encaminhou pedidos às indústrias para que possam disponibilizar os cilindros para que sejam devidamente higienizados e convertidos ao uso hospitalar.

“Nós estamos fazendo um grande chamamento ao setor privado, para que aqueles que possuem cilindros de oxigênio possam doar ou emprestar para o Estado. O objetivo é atender a todos os municípios que precisam de oxigênio o mais rápido possível”, informou o presidente da InvestSP, Wilson Mello.

Os cilindros de oxigênio serão utilizados em atividades industriais diversas como nos setores naval, automotivo, petroquímico e metalúrgico, entre outros. A expectativa é de que nos próximos dias, as empresas do setor privado possam doar cerca de 3 mil cilindros para contribuir com o enfrentamento da pandemia do Covid-19.

Mobilização e apoio


A ação do Governo sensibilizou grandes empresas que já aceitaram fazer um esforço conjunto no fornecimento de oxigênio para os pacientes graves contaminados pelo Coronavírus. A AMBEV vai montar, no prazo de 10 dias, uma usina exclusivamente dedicada ao envase de oxigênio na região de Ribeirão Preto, para fornecimento gratuito ao setor público de saúde, em especial hospitais municipais.

A Copagaz também se comprometeu a realizar a adaptação da frota, já utilizada no transporte de botijões de gás, para a distribuição dos cilindros que forem doados, assim como para a logística de abastecimento das unidades de saúde.

O acordo de disponibilização da frota também será realizado sem custos para Estado e municípios.

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Diadema abre mais 20 leitos de UTI no Hospital Municipal

Será feita a abertura de mais 20 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no 7º andar do Hospital Municipal (HM) para pacientes com suspeita ou confirmação de covid-19, após habilitação pelo Governo do Estado de São Paulo.

O anúncio foi feito pelo prefeito de Diadema, José de Filippi Junior

O pedido para habilitação dos leitos em Diadema foi realizado, via Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, informando que a região apresenta capacidade física para abertura imediata de 110 leitos. A previsão é que os novos leitos estejam funcionando a partir de 22 de março.

A implantação utilizará recurso do Estado para custeio e complementação pelo Tesouro Municipal, que será utilizado para aquisição de equipamentos e mobiliários como camas de UTI, respiradores, monitores multiparamétricos, mesas auxiliares e outros; material médico hospitalar e medicamentos, além de contratação de novos profissionais para atuarem no setor. O 7º andar do HM passou por reforma no ano passado e terá dois Postos de Enfermagem, um para cada 10 leitos.

A medida visa estruturar a saúde e evitar um colapso na área devido ao agravamento da pandemia. A partir de sábado (06/03), o todo o estado passou para a fase vermelha do Plano São Paulo. “Nós estamos fazendo nossa parte e ampliando o número de leitos. Mas de nada vai adiantar se a população não fizer a sua parte. É como vi em uma mensagem que recebi outro dia: na festa sempre cabe mais um, na UTI não. A situação é muito grave e todos nós temos que nos conscientizar disso”, afirma Filippi.

Atualmente, Diadema registra 16.665 casos confirmados de covid-19, sendo 677 óbitos e 15.324 pessoas recuperadas, de acordo com o Boletim Epidemiológico COVID-19 desta quinta-feira (04/03). Também foram vacinadas 14.652 pessoas com a 1ª dose e 4.182 já haviam tomado a 2ª dose.

Hospital Municipal

O HM de Diadema conta com mais de 160 leitos distribuídos em clínica geral, pediatria, psiquiatria, traumatologia, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, UTI, isolamento, entre outros, além do Pronto Socorro. O equipamento é considerado “porta aberta”, ou seja, o atendimento é feito a qualquer pessoa que chega ao serviço. Além dos moradores da cidade, o hospital é referência para atendimento de covid-19,  vítimas de acidentes de trânsito dos sistemas Anchieta Imigrantes e Rodoanel.

Sua Vida Importa Mim

Desde o início da gestão, em janeiro deste ano, foi implantada a Campanha Sua Vida Importa Mim para sensibilizar a população para o uso de máscara e adoção de hábitos que possam prevenir e diminuir os riscos de contágio do novo coronavírus. Entre as ações estão comunicação mais próxima da população, distribuição de máscaras, divulgação das medidas adotadas pela Prefeitura, entre outros. Também foi criado o Comitê Municipal de Combate ao Coronavírus, com especialistas de diversas áreas para orientarem a tomada de decisão no enfrentamento da pandemia.

Serviço:

Hospital Municipal de Diadema

Avenida Piraporinha, 1.682 – Piraporinha

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SP atinge 1 milhão de casos acumulados de covid-19

Desse total, 865.135 pessoas estão recuperadas

O estado de São Paulo atingiu um milhão de infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia, neste sábado (3). Ao todo, o estado acumula 1.003.429 de casos confirmados de covid-19. Desses, 865.135 pessoas estão recuperadas, das quais 109.606 foram internadas e tiveram alta hospitalar. O total de mortes chegou a 36.136 pessoas. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 76,4% das mortes.

As taxas de ocupação dos leitos de unidades de Terapia Intensiva (UTIs) são de 42,4% na Grande São Paulo e 43,7% no estado. O número de pacientes internados no momento é de 8.721, sendo 4.974 em enfermarias e 3.747 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 11h deste sábado.

Com uma taxa de ocupação de leitos de UTI voltados para o tratamento de casos do novo coronavírus abaixo de 50% em todo o estado, o governo decidiu redirecionar parte desses leitos para o tratamento de outras doenças graves ou para cirurgias eletivas. O anúncio foi feito na última quarta-feira (30) pelo governador de São Paulo, João Doria.

Hoje, os 645 municípios têm pelo menos uma pessoa infectada, sendo 575 com um ou mais mortes. A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada no site do governo estadual.

Histórico

Há pouco mais de sete meses, em 26 de fevereiro, o estado de São Paulo registrava o primeiro caso confirmado de covid-19 no país, um brasileiro que havia chegado da Itália. Este foi também o primeiro caso confirmado no país. No mesmo dia, o governo do estado criava o Centro de Contingência do Coronavírus – que, desde então, é o órgão responsável pela divulgação de dados e políticas públicas relacionadas à doença. 

Em 17 de março, o estado confirmou a primeira morte no país em decorrência do novo coronavírus, que também foi a primeira do país.

Poucos dias antes, em 13 de março, o governo paulista já havia decidido que as aulas da rede pública de ensino do estado e da prefeitura de São Paulo também fossem suspensas, gradativamente, a partir da segunda-feira seguinte, em 16 de março, fechando totalmente até o dia 23 de maço. A decisão foi tomada após a comprovação de que já havia em São Paulo a transmissão comunitária do novo coronavírus.

Aulas na capital

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, autorizou a retomada das aulas presenciais do ensino superior na cidade a partir do dia 7 de outubro. Na data também poderão ser retomadas as atividades extracurriculares das escolas públicas e particulares. Covas disse que a decisão foi tomada após avaliação da disseminação da doença na capital paulista, que está sendo acompanhado por pesquisas com testagem da população.

A volta às aulas nas faculdades e universidades deverá seguir as normas que foram estabelecidas no plano de flexibilização gradual da quarentena do governo estadual. A volta às aulas das escolas públicas e particulares ainda não tem data definida.

Os resultados do inquérito sorológico – que testou 6 mil alunos – mostraram que, na média, 16,5% dos 1,5 milhão de estudantes matriculados em escolas das redes pública e privada na cidade já tiveram covid-19, aproximadamente 244,2 mil jovens. O número de jovens que não tiveram sintomas da doença, apesar de terem desenvolvido anticorpos contra o vírus, ficou em 70,3% entre os estudantes da rede privada de ensino. Para os estudantes da rede estadual, o percentual cai para 64,1%, e 66,4% na rede municipal.

Vacina

Governador Dória e representantes do laboratório Sinovac – Governo do Estado de São Paulo

Uma das vacinas com testes em andamento no Brasil atualmente, é fruto de parceria firmada entre o Instituto Butantan – do governo estadual – e o laboratório chinês Sinovac Biotech. A vacina, chamada de CoronaVac, está em fase adiantada de testes. O anúncio da potencial produção da vacina pelo governo de São Paulo ocorreu em 11 de junho.

A vacina já está na terceira etapa, chamada clínica, de testagem em humanos e está ocorrendo no Brasil desde julho, com 13 mil voluntários da área da saúde. Caso os testes comprovem a eficácia da vacina, ela precisará de uma aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de ser disponibilizada para vacinação no Brasil.

A expectativa do governo paulista é de que a vacinação seja iniciada no dia 15 de dezembro deste ano. Os primeiros a serem vacinados serão os profissionais da área de saúde. Na última quarta-feira (30), Doria e o vice-presidente da laboratório chinês Sinovac, Weining Meng, assinaram um contrato que prevê o fornecimento de 46 milhões de doses da CoronaVac para o governo paulista até dezembro deste ano.

O contrato também prevê a transferência tecnológica da vacina da Sinovac para o Instituto Butantan, o que significa que, o instituto brasileiro poderá começar a fabricar doses dessa vacina contra o novo coronavírus.

Fonte: Agência Brasil

SP registra 35,9 mil óbitos e 997,3 mil casos de coronavírus

857,3 mil pessoas já estão recuperadas da COVID-19; taxas de ocupação de UTIs são de 42,6% na Grande São Paulo e 44% no Estado

O Estado de São Paulo registra nesta sexta-feira (2) 35.956 óbitos e 997.333 casos confirmados do novo coronavírus. Entre o total de casos diagnosticados de COVID-19, 857.393 pessoas estão recuperadas, sendo que 109.051 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 42,6% na Grande São Paulo e 44% no Estado. O número de pacientes internados é de 8.314, sendo 4.704 em enfermaria e 3.610 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 10h desta sexta.

Hoje, os 645 municípios têm pelo menos uma pessoa infectada, sendo 574 com um ou mais óbitos. A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada em: www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

Perfil da mortalidade

Entre as vítimas fatais estão 20.754 homens e 15.202 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 76,3% das mortes.

Observando faixas etárias, nota-se que a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (9.210), seguida pelas faixas de 60 a 69 anos (8.442) e 80 e 89 anos (7.359). Entre as demais faixas estão os: menores de 10 anos (41), 10 a 19 anos (66), 20 a 29 anos (302), 30 a 39 anos (1.018), 40 a 49 anos (2.368), 50 a 59 anos (4.747) e maiores de 90 anos (2.403).

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (59,6% dos óbitos), diabetes mellitus (43,2%), doenças neurológicas (10,9%) e renal (9,6%), pneumopatia (8,3%). Outros fatores identificados são obesidade (7,9%), imunodepressão (5,6%), asma (3%), doenças hepáticas (2,1%) e hematológica (1,8%), Síndrome de Down (0,5%), puerpério (0,1%) e gestação (0,1%). Esses fatores de risco foram identificados em 28.850 pessoas que faleceram por COVID-19 (80,2%).

Perfil dos casos

Entre as pessoas que já tiveram confirmação para o novo coronavírus estão 464.967 homens e 526.248 mulheres. Não consta informação de sexo para 6.118 casos.

A faixa etária que mais concentra casos é a de 30 a 39 anos (235.443), seguida pela faixa de 40 a 49 (206.401). As demais faixas são: menores de 10 anos (24.603), 10 a 19 (47.077), 20 a 29 (167.824), 50 a 59 (149.996), 60 a 69 (90.843), 70 a 79 (46.223), 80 a 89 (22.032) e maiores de 90 (6.365). Não consta faixa etária para outros 526 casos.

Boletim Coronavírus – Ribeirão Pires – 28/09

Ribeirão Pires recebeu nesta segunda-feira (28/09) 1 resultado positivo de COVID-19, totalizando 1.120 casos confirmados da doença entre moradores. Outros 8 resultados negativos foram recebidos, totalizando 2.475 casos descartados. Há 146 suspeitas em análise de laboratório, incluindo 3 óbitos. O município permanece com 81 mortes confirmadas por COVID-19.

Do total de casos positivos, 665 pessoas já se recuperaram – tiveram alta hospitalar e/ou cumpriram a quarentena e não apresentam mais sintomas.

Nesta data (28/09), há 12 pacientes internados na rede municipal da cidade, no Hospital de Campanha, todos em leitos de enfermaria. A ocupação de leitos exclusivos para casos COVID-19 na rede municipal (Hospital de Campanha) é de 29% nesta data.

Há 11 pacientes internados no Hospital Ribeirão Pires, rede particular (unidade se tornou referência para sua rede no atendimento de casos de COVID-19), 7 deles em UTI.

A Prefeitura de Ribeirão Pires ressalta que a atualização de dados sobre casos de COVID-19 no município é feita com base nas notificações realizadas dentro do município e também com informações fornecidas pela Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo.

Fonte: Prefeitura de Ribeirão Pires