Autorização da vacina da AstraZeneca começa na União Européia

A União Europeia iniciou hoje (12) o processo para autorização da vacina da AstraZeneca, seu terceiro imunizante contra a covid-19.

Sob pressão devido aos longos processos de aprovação e a lenta implementação das campanhas de vacinação, as autoridades do bloco prometeram um cronograma acelerado para liberar aos países europeus a vacina desenvolvida pela empresa AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

Essa vacina já é usada no Reino Unido, mas no resto da Europa as autorizações só foram dadas para os imunizantes da Pfizer-Biontech e da Moderna.

Ainda relativo à pandemia, na Europa, o presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, que havia sido diagnosticado com covid-19, disse que, enfim, seu exame agora deu resultado negativo. Grande favorito para a eleição presidencial de 24 de janeiro, Rebelo de Sousa havia ficado isolado no Palácio Presidencial, em Lisboa.

“Autorização da vacina da AstraZeneca começa na União Européia” Com informações de Agência Brasil

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Autorização da vacina da AstraZeneca
Foto: Reuters/Dado Ruvic

Vacina contra Covid-19 para grupo de risco: priorização aprovada no Senado

O texto segue para votação na Câmara dos Deputados Vacina contra Covid-19

Os senadores aprovaram uma definição de população prioritária que deve ser vacinada contra Covid-19 no primeiro momento em que o imunizante chegar ao Brasil. Segundo o projeto de lei, aprovado nesta quinta-feira (3), os grupos mais vulneráveis ao vírus serão os primeiros, de acordo com parâmetros científicos estabelecidos. A proposta, agora segue para votação na Câmara.

De acordo com o texto, a vacina será oferecida de maneira gratuita à população e não será obrigatória. O Ministério da Saúde, orienta que estão mais vulneráveis à Covid-19 pessoas idosas e pessoas com condições médicas preexistentes como pressão alta, doenças cardíacas e doenças pulmonares.

Há também uma lei que confere a pasta da Saúde a responsabilidade sobre a vacinação, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O PNI deve definir as vacinações, inclusive aquelas de caráter obrigatório.

Vacina contra Covid-19
Primeiro dia da campanha estadual do Dia D de Vacinação Contra o Sarampo no Rio de Janeiro, caminhão itinerante da Secretaria Estadual de Saúde

Fonte: Brasil 61

Quais vacinas serão oferecidas no Brasil? Vacina contra Covid-19

Em nota divulgada na terça-feira (1), o Ministério da Saúde informou que a expectativa é imunizar 109,5 milhões de pessoas contra a COVID-19 no ano de 2021. Entre as opções de imunizantes já inclusas nesta conta, estão 142,9 milhões de doses. Esse total soma as doses que o país deve obter a partir do acordo pela vacina da Universidade de Oxford, desenvolvida com a farmacêutica AstraZeneca (100,4 milhões de doses), e pela iniciativa COVAX Facility (42,5 milhões), liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Vale lembrar que as vacinas mais avançadas, até o momento, dependem de duas doses para promover uma imunização eficaz. Nesse sentido, o governo terá insumos garantidos para mais de 70 milhões de brasileiros. Além disso, dentro das “definições preliminares da estratégia”, o Ministério da Saúde não incluiu a vacina CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. A previsão é que o governo de São Paulo compre cerca de 46 milhões de doses e depois comece a produzir nacionalmente a vacina.