Arraiá do Escape 60 promete entregar muita diversão, brincadeiras e comidas típicas

Com a chegada da época mais esperada do ano, o Escape 60, pioneiro no desenvolvimento de jogos de fuga presenciais e on-line no Brasil, apresenta o Arraiá do Escape 60, que acontece no último final de semana de junho. O evento promete entregar tudo o que os escape 60 lovers mais gostam: diversão, jogos de fuga, brincadeiras e, é claro, muitas comidas típicas! 

A ação conta com decoração de bandeirinhas, músicas temáticas e delícias juninas, além de uma programação repleta de brincadeiras. Além disso, dentro de cada sala, fora os diversos desafios temáticos, os participantes terão a missão extra de procurar por um vale-prenda surpresa. O Arraiá acontece na sexta-feira (24/06), das 16h às 22h, no sábado (25/06), das 10h às 22h, e no domingo (26/06), das 10h às 22h, nas três unidades do Escape 60 em São Paulo (Pinheiros, Vila Olímpia e Moema). 

Com o apoio da CadenceSanta Helena e Yakult, os participantes poderão se deliciar com pipocas feitas na hora com a Pipoqueira Cadence Pop Mais; Paçoquitas, amendoim e pé-de-moleque Santa Helena; além de sucos Tonyu da Yakult, para aproveitar o final de semana com uma dose extra de diversão e sabor. O valor por pessoa será o mesmo dos dias convencionais, assim como o sistema de reservas de sala, quantidades de participantes e formas de pagamento. 

Segundo Jeannette Galbinski, diretora de marketing do Escape 60, o Arraiá é a oportunidade perfeita para matar a saudade das festas juninas e se divertir muito. “Queremos que nossos clientes vivenciem essa experiência imersiva do Arraiá, que nada mais é do que uma forma diferente e divertida de comemorar a data. Com as parcerias da Cadence, Santa Helena e Yakult vamos conseguir trazer, ainda mais, esse gostinho, literalmente, de festa junina, que tanto amamos”, afirma a empresária. 

Lembrando que para qualquer desafio do Escape 60, a sintonia e a interatividade entre os integrantes são as principais dicas para desvendar os enigmas. Em caso de necessidade, existe um botão de emergência, que abre a porta das salas antes do prazo.

Vale ressaltar que todos os cuidados para a segurança e higiene continuam sendo tomados e muito bem controlados, a fim de garantir a segurança de colaboradores e clientes, sem perder a diversão. 

Para agendamento e mais informações sobre as salas do Escape 60, basta acessar o site: https://escape60.com.br/.

Serviço: 

São Paulo

Escape 60 Pinheiros

  • Endereço: Rua Henrique Schaumann, 717, Pinheiros – São Paulo, SP
  • Tel.: (11) 3061-1911.

Escape 60 Vila Olímpia

  • Endereço: Rua Baluarte, 18, Vila Olímpia – São Paulo, SP
  • Tel.: (11) 3842-9066.

Escape 60 Moema

  • Endereço: Al. dos Jurupis, 1479, Moema – São Paulo, SP
  • Tel.: (11) 5042-0064.
  • Valor do ingresso: R$ 99,90 por pessoa
  • Horário: Segunda a Quinta e Domingo das 10h às 21h; Sexta e Sábado das 10h às 23h
  • Quantidade de pessoas por sala: máximo de 8 a 10, de acordo com a sala 
  • Mais informações: Escape 60.

Sobre o Escape 60

Desde 2015 unindo mistério, diversão e interação entre amigos, o Escape 60, marca pioneira no desenvolvimento de jogos de fuga temáticos e interativos no Brasil, desafia seus participantes a desvendar diversos enigmas para salvar vidas, achar tesouros, resolver mistérios e, só então, retornar à liberdade. Com um mix de cenário e storytelling envolventes, o jogo traz uma única condição: que tudo ocorra em apenas 60 minutos.

E esse contexto ganhou mais uma inovação. Em 2020, quando a pandemia chegou ao Brasil, o Escape 60 se reinventou e levou toda a magia das salas de fuga para o universo on-line, via plataforma E60Play, de forma que os Escape 60 lovers pudessem continuar a se divertir com os desafios da franquia, mesmo a distância. E, para os que não resistiam a levar um pedacinho do Escape 60 para casa, a franquia desenvolveu um delivery com produtos exclusivos e jogos desafiadores, além de e-commerce com produtos da marca, para não deixar a diversão parar. Hoje o Escape 60 possui nove unidades, localizadas em São Paulo (três), Rio de Janeiro (três), Cuiabá e Curitiba, e uma na Cidade do México. Confira nosso site: www.escape60.com.br.

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Arraiá do Escape 60 promete entregar muita diversão, brincadeiras e comidas típicas
Imagem: Divulgação

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Memórias do Futuro, com Mário Medeiros, ocupa o Memorial da Resistência de SP

A partir do dia 04 de junho, quem for visitar o Memorial da Resistência em São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, irá conferir a exposição Memórias do Futuro: Cidadania Negra, Antirracismo e Resistência que ocupa 689 m²  do museu e faz um resgate das lutas pelos direitos da população negra no estado de São Paulo do período de 1888 até os dias de hoje através de 450 materiais entre fotos, cartazes e documentos e a participação de artistas como Bruno Baptistelli, Geraldo Filme, João Pinheiro, Moisés Patrício, No Martins, Renata Felinto, Sidney Amaral, Wagner Celestino e Soberana Ziza.

“A exposição gratuita, que tem curadoria do sociólogo e escritor Mário Augusto  Medeiros da Silva, com apoio da pesquisa documental feita pela historiadora Pâmela de Almeida Resende e pela pesquisadora do Memorial da Resistência Carolina Junqueira Faustini, é baseada nos trabalhos realizados por ele sobre às lutas lideradas pela população negra brasileira, que constitui, desde suas origens, uma das principais forças contestadoras da repressão e da violação de direitos humanos cometidas na história do nosso país.

Para Ana Pato, Coordenadora do Memorial da Resistência, a mostra traz à tona a continuidade e a persistência do associativismo negro em suas formas de resistência ao longo dos anos. “Como um lugar de memória reforçamos a missão que o Memorial tem com a luta pela valorização dos princípios democráticos, pelo exercício da cidadania e pela educação em direitos humanos. Entendemos que é urgente nos indagarmos enquanto cidadãos sobre a nossa responsabilidade na perpetuação do racismo e como podemos nos engajar na luta antirracista para construir uma sociedade verdadeiramente democrática. Esta exposição é um convite para seguirmos os fios tecidos por mulheres e homens negros em torno de suas memórias e fabulações por um futuro.”

Memórias do Futuro, com Mário Medeiros, ocupa o Memorial da Resistência de SP
Foto de Vanderlei Yui/cortesia Ilú Obá de Min Memorial_Memorias do Futuro – Cortejo de carnaval do Bloco Afro Ilú Obá De Min em São Paulo, em 2017. Foto de Vanderlei Yui/cortesia Ilú Obá de Min

A experiência negra é parte da história da cidadania brasileira e sua luta por direitos e, é necessário contá-la para saber quem somos e o que almejamos ser enquanto sociedade. É esta a motivação central da exposição que norteia a extensa pesquisa desenvolvida pelo sociólogo e escritor Mário Medeiros. A cidade de São Paulo colonial, construída por mãos negras, os projetos iniciados por eles antes da República e em meio à Abolição desde 1889 até hoje são reflexos da frase: Enquanto houver racismo, não haverá democracia. “Em todos esses períodos, os associativismos e movimentos negros sempre estiveram lá e é importante reconhecê-los, homenageá-los e aprender com essas vidas negras impressionantes. Elas lutaram para existir em um tempo melhor. Ao fazer isso, pensaram em si e em seus descendentes. A luta por direitos é incessante, justa, pública e encontrará a sua vitória, através de nossas ações e nossos compromissos antirracistas públicos com relação ao passado, presente e ao futuro”, diz o curador da mostra.

ESTRUTURA DA EXPOSIÇÃO

Antes mesmo de adentrar ao museu os visitantes já são impactados pela exposição.  Ainda na área externa, um grande painel de 21 m x 4,60 m feito pela multiartista e grafiteira paulistana Soberana Ziza. Inspirada na força das palavras das mulheres negras de Geledés ela fez uma obra que retrata a projeção da mulher negra. O painel que recebeu o nome de “Fio da Memória” é um convite para as pessoas visitarem a exposição.

Mário Medeiros explica que Memórias do Futuro mostra diferentes experiências coletivas que se organizam nesse fio, formando conexões de lutas por direitos, solidariedade antirracista e afirmação da vida negra como forma de resistência. “Mulheres negras e homens negros que dialogam conosco, mostrando seus caminhos criados e imaginados em coletivo, buscando alternativas, lutando ontem, hoje e sempre por dias melhores. Não basta não ser racista: é necessário ser antirracista. Conheçamos um pouco da história da vida negra de São Paulo e suas lutas, vitórias, alegrias e dores. O presente e o futuro exigem muito dessa coragem de todas e todos nós.”

Foto de Jesus Carlos
Manifestação do Movimento Negro Unificado contra a Lei Afonso Arino e Caminhada por Zumbi nas ruas do centro de São Paulo, em 1980. Foto de Jesus Carlos

Para isto, a exposição contará com oito eixos que vão desde o período colonial, passando pelos grêmios recreativos e clubes de lazer; pela imprensa negra que já existia antes mesmo da Abolição; assim como a literatura com destaque para Carolina Maria de Jesus, Lino Guedes e Oswaldo de Camargo; as expressões artísticas retratadas nos grupos e escolas de samba; teatro folclórico, bailes blacks e hip hop. A repressão tem papel de destaque, no contexto do Memorial da Resistência, reunindo documentos de vigilância do Departamento de Ordem Política e Social (DEOPS), das perseguições às práticas religiosas de matrizes africanas e afro-brasileiras, por meio da Delegacia de Costumes e testemunhos do Acervo do Memorial. No sétimo eixo, o período da redemocratização e a nova república, do Movimento Negro Unificado à Coalizão Negra por Direitos. Por fim, o oitavo eixo que trata do feminismo negro e diferentes reivindicações de mulheres negras, da presença de intelectuais negras nacionais e internacionais em debates, publicações, inspirando a criação de coletivos de mulheres e da juventude negra em geral.

* A mostra ficará em cartaz no Memorial da Resistência de São Paulo de 04/06/2022 a 08/05/2023 e foi criada em colaboração com organizações e coletivos convidados, como a Coalização Negra por Direitos, a revista O Menelick 2º Ato, a Capulanas Cia de Arte Negra e o Ilú Obá de Min, em parceria com os arquivos e acervos de cultura negra no AEL – Unicamp, o Arquivo Público do Estado de São Paulo, o Museu da Imagem e do Som, a Pinacoteca do Estado, e o Condephaat.

Sobre o Memorial da Resistência de São Paulo

O Memorial da Resistência de São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, tem como missão a valorização e a preservação das memórias da repressão e da resistência políticas no Brasil republicano (1889 à atualidade), especialmente no período da ditadura civil-militar (1964-85). Este trabalho é realizado por meio da educação, da pesquisa, além da organização de exposições temáticas norteadas pela defesa da cidadania, da democracia e dos direitos humanos. Entre 1940 e 1983, funcionou no edifício que hoje abriga o Memorial o Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops-SP), uma das polícias políticas mais truculentas do país, fazendo do espaço museu um local com enorme valor histórico e simbólico.

Memórias do Futuro, com Mário Medeiros, ocupa o Memorial da Resistência de SP
Foto de Caio Chagas/cortesia Coalizão Negra por Direitos. Memorial Memorias do Futuro – Ato público nacional organizado pela “Coalizão Negra por Direitos” contra o racismo e todas as formas de opressão. São Paulo, 07 de setembro de 2021.

Sobre Mário Augusto Medeiros da Silva

Docente na UNICAMP, possui graduação em Ciências Sociais (2003), mestrado em Sociologia (2006) e doutorado em Sociologia (2011) pela mesma Universidade. É Diretor Adjunto do Arquivo Edgar Leuenroth – AEL/Unicamp (2020-). Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Teoria Sociológica, atuando sobretudo com as temáticas Pensamento Social Brasileiro, Literatura e Sociedade e Intelectuais Negros. Recebeu, em 2013, o Prêmio para Jovens Cientistas Sociais de Língua Portuguesa, do Centro de Estudos Sociais, da Universidade Coimbra. É autor do livro “Gosto de Amora” (Editora Malê, 2019), finalista da 62ªedição do Prêmio Jabuti; e de “Numa Esquina do Mundo (Editora Kapulana, 2020), semifinalista do Prêmio Oceanos de Língua Portuguesa”

Serviço

  • Exposição: Memórias do Futuro: Cidadania Negra, Antirracismo e Resistência
  • Período: 04/06/2022 a 08/05/2023
  • Faixa etária: Livre
  • Entrada: Grátis
  • Local: Memorial da Resistência de São Paulo
  • Endereço: Largo General Osório, 66 – Santa Ifigênia
  • Horário: quarta a segunda, das 10h às 18h (fecha às terças) 
  • Os ingressos do Memorial estão disponíveis no site e na bilheteria do prédio.  Reservas aqui
  • Acompanhe as redes do Memorial: Site | Facebook | Instagram | Twitter | Youtube 

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