Consórcio ABC entrega insumos hospitalares para Rio Grande da Serra

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC realizou a entrega nesta segunda-feira (3/5) 76 mil insumos hospitalares a Rio Grande da Serra. A ajuda ao município, em caráter emergencial devido à pandemia, foi aprovada em assembleia extraordinária do colegiado de prefeitos.

Os insumos incluem testes rápidos de Covid-19, tubos para coleta, máscaras cirúrgicas com tripla camada e máscaras modelo N95, além de luvas de procedimentos, totalizando aproximadamente R$ 100 mil.

Representando o presidente do Consórcio ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, o secretário-executivo da entidade regional, Acacio Miranda, acompanhou a entrega dos insumos ao prefeito de Rio Grande da Serra, Claudinho da Geladeira, na UBS Central.

“Há mais de um ano, desde o início da pandemia, o Consórcio ABC tem atuado para planejar e desenvolver estratégias conjuntas com as sete prefeituras no enfrentamento do coronavírus. É um trabalho que ressalta a importância da regionalidade no Grande ABC”, afirmou Acacio Miranda.

O prefeito Claudinho agradeceu o Consórcio ABC pela viabilização da iniciativa. “Esses insumos chegam em boa hora para nossa Saúde e serão de grande valia no combate à pandemia, reforçando nossas UBS, UPA 24 e demais unidades de saúde. Hoje, que é coincidentemente aniversário de nossa cidade, nossa população ganha mais esse grande presente”, celebrou o prefeito.

Fotos: Divulgação/PMRGS

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Foto: Divulgação

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Tiroteio em centro para migrantes em Trípoli deixa vítimas

Uma pessoa foi morta e duas ficaram feridas nas primeiras horas desta quinta-feira (08/04), após um tiroteio em um centro de detenção de Trípoli, capital da Líbia, onde refugiados e migrantes são mantidos pelas autoridades do país. Dois adolescentes de 17 e 18 anos com ferimentos a bala foram transferidos para atendimento médico de urgência por uma equipe da organização médica internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF). As tensões já vinham crescendo na instalação de Al-Mabani, já superlotado, na noite do incidente, de acordo com relatórios recebidos por MSF, culminando em tiros indiscriminadamente disparados contra as celas onde os detidos eram mantidos.

Este tiroteio demonstra os graves riscos que as pessoas enfrentam enquanto estão presas nesses centros de detenção por um período indefinido”, disse Ellen van der Velden, gerente operacional de MSF para a Líbia. “Este último ato de violência é uma clara corroboração de que os centros de detenção são lugares perigosos para as pessoas.

Nas últimas semanas, equipes médicas de MSF testemunharam tensões crescentes dentro de centros de detenção na Líbia, onde refugiados e migrantes – incluindo mulheres, crianças e menores desacompanhados – são mantidos involuntária e arbitrariamente em condições deploráveis. Os centros estão cada vez mais superlotados desde o início de fevereiro, quando houve um aumento nas interceptações ativas de migrantes e refugiados que fogem da Líbia por mar pela Guarda Costeira do país africano. Essa atividade é financiada pela União Europeia para deter a entrada de refugiados no continente. MSF aponta que a prática contribuiu para aumento incontrolável no número de pessoas mantidas em centros de detenção em Trípoli (em Al-Mabani em particular) resultando em uma rápida deterioração das condições de vida dentro dessas instalações.

Na primeira semana de fevereiro, o número de pessoas detidas em Al-Mabani aumentou de 300 para mil em poucos dias. Atualmente, o centro abriga cerca de 1,5 mil pessoas.

Como em muitos outros centros de detenção, as pessoas detidas em Al-Mabani têm iluminação e ventilação naturais mínimas, comida e água potável insuficientes e falta de instalações de higiene como banheiros, chuveiros e pias. A superlotação grave – com até três pessoas por metro quadrado – muitas vezes não deixa espaço no chão nem para deitarem. Doenças infecciosas como sarna e tuberculose são comuns pelas condições deploráveis. O distanciamento físico em relação ao COVID-19 é impossível.

Esta não é a primeira vez que refugiados e migrantes detidos são expostos à violência. Tiroteios e mortes foram relatados nos últimos meses, enquanto equipes de MSF testemunharam o uso de força física pela guarda local. Somente em fevereiro, profissionais de MSF trataram 36 detidos por fraturas, traumas contundentes, escoriações, ferimentos nos olhos, ferimentos a bala e fraqueza nos membros em vários centros de detenção. Quinze desses pacientes foram encaminhados por MSF para hospitais. Os ferimentos que apresentavam eram recentes, indicando a violência dentro dos centros de detenção.

As autoridades de Al-Mabani teriam aberto uma investigação sobre o incidente. MSF pede às autoridades que compartilhem o resultado dessa investigação com a comunidade humanitária e responsabilizem os autores.

À luz deste evento, MSF reitera seus apelos para o fim da prática de detenção arbitrária na Líbia, para a libertação imediata de todos os detidos e para o fornecimento de abrigos seguros e acesso a serviços básicos para refugiados e migrantes.

MSF trabalha em centros de detenção na Líbia desde 2016, fornecendo cuidados de saúde e atendimentos psicológicos, além de encaminhamentos de emergência para hospitais, para aliviar o sofrimento de refugiados, requerentes de asilo e migrantes que são detidos arbitrariamente sob condições desumanas de detenção.

Sobre Médicos Sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos. Para saber mais acesse o site de MSF-Brasil.

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Foto: Sara Creta / MSF

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Ocupação de UTIs caiu no Grande ABC após medidas de restrição

A taxa de ocupação de leitos de unidade de tratamento intensivo (UTIs) destinados ao atendimento da Covid-19 no Grande ABC caiu para menos de 90% pela primeira vez em quase um mês, na sequência das medidas de restrição tomadas pelas sete cidades.

A ocupação de leitos de UTI no Grande ABC atingiu 89,6% na última terça-feira (6/4) e caiu para 88,6% na quarta-feira (7/4), após 24 dias acima de 90%, segundo dados da Fundação Seade.

Entre 24 de março e terça-feira, a média móvel de casos recuou 15%, de 873 para 742, e a média móvel de internações diárias diminuiu 30%, de 340 para 240.
O presidente do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, afirmou que o resultado reflete a série de ações tomadas pelas prefeituras para reduzir a circulação das pessoas e conter a aceleração da pandemia do novo coronavírus.

“Iniciativas como lockdown noturno e a antecipação de feriados, que foram tomadas visando à proteção da vida da população, reduziram significativamente a circulação de pessoas nas ruas e no transporte público. Mesmo diante da melhora nos números, a situação ainda exige que continuemos tomando todos os cuidados, seguindo as medidas de higiene e com o uso correto de máscaras”, disse Paulo Serra.

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Foto: Angelo Baima/PSA

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Concentradores de oxigênio serão doados por grandes empresas

Concentradores de oxigênio serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando o deslocamento e sobrecarga de hospitais; a iniciativa atende a uma chamada pública da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia em apoio ao Ministério da Saúde, a logística dos itens ficará sob responsabilidade do SUS.

Um grupo de 12 empresas se uniu em uma ação coletiva para viabilizar a doação de mais de 5.000 concentradores de oxigênio, que serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando deslocamentos para outras cidades e, consequentemente, a sobrecarga de hospitais. O concentrador de oxigênio é um equipamento que separa o oxigênio do ar e o fornece ao paciente em um fluxo direto e contínuo, contribuindo para a melhora de sua capacidade respiratória, uma das áreas mais afetadas pelas consequências da Covid-19.

Participam desta iniciativa as seguintes empresas: Bradesco, BRF, B3, Embraer, Gerdau, Grupo Ultra, Itaú Unibanco, Magazine Luiza, Marfrig, Natura & Co, Suzano e Unipar. O Grupo atendeu a uma chamada pública feita pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, em apoio ao Ministério da Saúde, para a aquisição de concentradores de oxigênio. A Air Liquide Brasil, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, fez a cotação geral para a importação dos equipamentos, ao custo total de R$ 35 milhões.

O uso dos concentradores doados nesta ação terá papel fundamental no combate à pandemia e consequente desafogamento do sistema hospitalar. Considerando que o tempo médio de uso do aparelho por paciente pode variar entre uma ou duas semanas, a expectativa é de que os mais de 5 mil concentradores atendam, mensalmente, entre 10 mil e 20 mil pacientes.

Cada concentrador substitui, em média, 21 cilindros de oxigênio. Juntos, os equipamentos doados suprirão o equivalente a uma produção mensal de 1.100.000 metros cúbicos do insumo, volume que demandaria mais de 108 mil cilindros por mês para ser armazenado. A quantidade de oxigênio fornecida por meio dos concentradores contribuirá ainda para evitar a sobrecarga na capacidade produtiva da indústria de gases.

A praticidade no manuseio é outra característica de destaque no uso dos concentradores. Cada equipamento pesa aproximadamente 15 quilos e necessita apenas de energia elétrica para funcionar. Essas condições facilitam o transporte e uso, inclusive, nas regiões mais remotas do País. A durabilidade também é um diferencial destes equipamentos. Os concentradores doados têm uma vida útil estimada em sete anos.

Os mais de 5 mil concentradores de oxigênio adquiridos nesta ação serão entregues ao Ministério da Saúde, a quem caberá a responsabilidade de fazer a logística de distribuição dos equipamentos. A expectativa é que os aparelhos sejam enviados aos seus locais de destino no decorrer do mês de abril.

Com essa iniciativa coletiva, as empresas somam seus esforços no enfrentamento à pandemia de Covid-19, em um de seus momentos mais agudos no Brasil. As companhias participantes desta ação estão comprometidas com os esforços da sociedade para salvar vidas e com o apoio ao Poder Público, em suas diferentes esferas, nas ações de superação à crise sanitária.

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Concentradores de oxigênio
Concentradores de oxigênio. Foto: Divulgação/Internet

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Cilindros de oxigênio para saúde é foco de operação do Senai-SP

Paulo Skaf lançou nesta manhã a campanha “Oxigênio da Indústria Salva Vidas” com o envio de 400 cilindros de oxigênio das unidades Senai-SP que serão disponibilizados ao setor de saúde. O objetivo é mobilizar as indústrias a emprestarem o insumo

Nesta quarta-feira (24), o Senai-SP carregou um caminhão com 400 cilindros que acondicionam oxigênio. Eles foram recolhidos em 78 escolas do Senai, espalhadas por 64 cidades em todo estado de São Paulo. Do total, 250 serão destinados à prefeitura da capital paulista, que solicitou essa quantidade do insumo à Fiesp. O restante será disponibilizado para unidades de saúde de outros municípios. Com a ação, o Senai-SP coordena uma importante operação para estimular indústrias a também emprestarem seus cilindros e salvar vidas.

Enquanto o caminhão era carregado, o presidente do Senai-SP e da Fiesp, Paulo Skaf, anunciou que já havia obtido outros 400 cilindros com indústrias parceiras. “Daqui a três dias já teremos pessoas respirando com esses cilindros entregues, hoje, pelo Senai-SP”, afirmou Skaf. “Vamos conseguir o número de cilindros necessários para não faltar oxigênio para ninguém no estado de São Paulo.”

O caminhão do Senai-SP com o carregamento seguiu para a cidade de Vinhedo, sede da empresa White Martins, fornecedora do oxigênio. Lá, os cilindros, de uso industrial, passarão por higienização para serem utilizados na área de saúde e serão abastecidos com gás medicinal.

A ideia é que, como São Paulo, outras unidades da federação também se unam um prol da saúde. “Ontem, conversei com outros estados para que, a exemplo do Senai-SP, façam a mesma mobilização de forma que, com o empréstimo dos cilindros, não haja falta de oxigênio para ninguém”, observa Skaf.

O uso do oxigênio no tratamento da COVID-19 é intensivo, cada paciente intubado consome de dois a três cilindros por dia. Já começam a circular notícias sobre sua falta nos serviços de saúde, entretanto, a limitação não está na produção do gás, mas sim na logística e na falta de tanques e cilindros para envasar.

Por isso, além da mobilização para obtenção de cilindros, o Senai-SP também organizará a logística, garantindo que os insumos cheguem até as empresas produtoras de oxigênio. “De um lado temos as indústrias que podem emprestar os cilindros e, do outro, as prefeituras e governos que precisam deles, então ambos devem fazer contato com o Senai”, explica Skaf.

Cilindros de oxigênio para saúde é foco de operação do Senai-SP
Carregamento dos cilindros de oxigênio partindo da escola do SENAI-SP, em Barueri.

PROCEDIMENTO

As indústrias que possuírem cilindros para ceder devem entrar em contato pelo e-mail: oxigenio@sp.senai.br, com as seguintes informações: quantidade de cilindros disponível, volume, localidade onde se encontram, tempo de cessão e nome da empresa fornecedora do gás. Prefeituras e hospitais que necessitem de cilindros também podem utilizar o mesmo e-mail para fazer a solicitação. Uma equipe do Senai-SP entrará em contato para viabilizar a operação.

Além isso, Senai-SP voltou a consertar, gratuitamente, respiradores de hospitais públicos. No ano passado, foram reparados e entregues em pleno funcionamento 205 aparelhos para 62 cidades. Os hospitais públicos que tiverem o equipamento a consertar, devem procurar a unidade Senai-SP mais próxima.

Matéria com Assessorias do Senai-SP e FIESP.

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Acidentes em rodovias caem em 2020, mas mortes ficam estáveis

O número de acidentes em rodovias brasileiras diminuiu 6% em 2020 se comparado a 2019. Foram 63.447 acidentes no ano passado, 4 mil a menos do que o registrado no ano anterior. Acidentes em rodovias caem em 2020.

A crise gerada pelo coronavírus influenciou o resultado. Segundo o diretor-executivo da Confederação Nacional do Transporte, Bruno Batista, os meses mais críticos da Covid-19 também foram os que tiveram maior queda no número de acidentes por causa da redução de veículos circulando nas estradas.

Menos acidentes, porém, mais graves e mais letais. De acordo com o levantamento, o número de mortos também diminuiu, mas apenas 1%. Em 2020, 5.287 pessoas morreram nas rodovias, contra 5.332 em 2019, 45 vidas perdidas a menos. As colisões de veículos foram responsáveis por quase 62% das mortes ocorridas nas estradas.

Para o diretor-executivo da CNT, Bruno Batista, os acidentes também são resultado das características viárias do país.

O painel da CNT com dados da Polícia Rodoviária Federal ainda aponta que 55% das mortes foram aos finais de semana, principalmente no domingo.

A rodovia com o maior número de acidentes, ao longo do ano passado, foi a BR-101, que atravessa o país e liga o Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Já a BR-116, que começa em Fortaleza e também termina no Rio Grande do Sul, é a rodovia que mais mata.

A CNT estima que os acidentes em rodovias federais produziram um prejuízo de mais de R$ 10 bilhões só no ano passado, e afirma que, para reduzir os acidentes e mortes, é preciso investir em infraestrutura rodoviária e na formação dos condutores.

Em parceria com Agência Brasil.

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Acidentes em rodovias caem em 2020, mas mortes ficam estáveis

Acidentes nas rodovias paulistas: Em 2020 já registraram mais de 28 mil

De cada dez acidentes com mortes ocorridos de janeiro a outubro de 2020 nas rodovias que compõem o Sistema Anhanguera-Bandeirantes, quatro envolveram motociclistas. De acordo com a concessionária CCR AutoBan, as motocicletas representam apenas 2,5% do total de veículos que circulam pelas autopistas do complexo. Acidentes nas rodovias paulistas

A Rodovia Anhanguera liga a capital paulista ao norte do estado. A Rodovia Bandeirantes, por sua vez, conecta a capital a importantes municípios de São Paulo, como Campinas.

Segundo o gestor de Atendimento da CCR AutoBan, Fabiano Adami, a concessionária procura organizar campanhas para orientar os motociclistas sobre segurança no trânsito. Uma das instruções de prevenção de acidentes é evitar trafegar pelos corredores que se formam entre os automóveis.

De acordo com levantamento do InfosigaSP, banco de dados que reúne informações da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal, as rodovias paulistas concentraram 20,1% dos acidentes com vítimas. No total, em 2020, ocorreram mais de 28,7 mil acidentes entre Janeiro e Outubro.

Fonte: Agência Brasil