A cara do movimento sufragista

A cara do movimento sufragista: conheça como as mulheres lutaram por seus direitos

Entre os séculos XIX e XX, um grande movimento ocorreu em vários países, esse movimento defendia o direito da mulher ao voto. O voto feminino era negado por motivos sexistas dentro da política, pois essa área era exclusiva de homens. Dessa forma, a prerrogativa usada na época era de que as mulheres eram incapazes de atuar nesse meio. Todavia, mesmo sem nenhuma ter sequer uma oportunidade de provar o contrário.

Onde teve início a cara do movimento sufragista?

O movimento começou a surgir quando mulheres da classe burguesa que tiveram acesso à educação perceberam que embora a democracia reinar, muitas injustiças ainda eram visíveis.

A cara do movimento sufragista
Imagem por Pirata Cultural

O primeiro país a reconhecer esse direito foi a Nova Zelândia, em 1893. Um dos grandes nomes por trás desse sucesso era Kate Sheppard, que defendia inúmeras causas ligadas ao movimento. Por exemplo, como a organização de reuniões, projetos e petições ao Parlamento, a abolição de roupas restritivas como o espartilhos e também promovia atividades físicas em uma época que esporte não era uma área muito feminina.

A cara do movimento sufragista
Kate Sheppard
Imagem do Google

Assim como Sheppard, muitos nomes ficaram famosos ao redor do mundo. Como Emmeline Goulden Pankhurst, a fundadora (juntamente com seu marido, Richard Marsden Pankhurst) da Liga Do Voto das Mulheres, uma organização muito importante para o movimento ocorrido na Inglaterra.

A cara do movimento sufragista
Emmeline Goulden Pankhurst
Imagem do Google

É importante citar Millicent Fawcet, a líder do movimento na Inglaterra, presidente da União Nacional das Sociedades de Sufrágio Feminino. Além disso, de também fundadora do Newnham College, uma universidade inglesa voltada para mulheres.

A cara do movimento sufragista
Millicent Fawcet
Imagem do Google

Outro nome é o de Annie Kenney, uma trabalhadora que lutava por seus direitos. Todavia, ficou famosa quando foi presa com um grupo de mulheres (mulheres como Christabel Pankhurst, a filha de Emmeline, faziam parte deste grupo) sob acusações de suposta agressão contra o ex-secretário de Estado das relações exteriores e da Commonwealth, Sir Edward Grey.

A cara do movimento sufragista
Annie Kenney
Imagem do Google

A cara do movimento sufragista nos filmes

Então, para entender melhor a história deste movimento, é possível assistir filmes que abordam o tema.

  •  As Sufragistas de 2015
  • Our Times, de 2002
  • Anjos Rebeldes, de 2004
  • License to Thrive, de 2008

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O voto das mulheres durante a proclamação da República

Em 1889, durante a proclamação da República, a escolha do primeiro presidente do Brasil nunca esteve tão perto.

O país deixava de ter um imperador, Dom Pedro II e passaria a ter um governo provisório sob comando do marechal Deodoro da Fonseca. O objetivo era preparar as eleições de 1894.

As mulheres começaram a se empolgar com a ideia de que com um novo regime, a oportunidade de conseguirem o direito do voto seria enorme.

imagem por TSE

Já que apenas os homens podiam votar naquela época, eles pensaram que o pedido pelo voto feminino era apenas um capricho, não um assunto sério de direitos iguais.

Para que suas vozes fossem ouvidas, as mulheres começaram movimentos e campanhas sufragistas. O assunto era sempre assunto nos jornais.

Vendo o crescimento da popularidade do movimento, o governo propôs uma emenda em que mulheres com diplomas que não fossem casadas ou tivessem filhos, poderiam votar mas a ideia foi rejeitada. O principal argumento dos que se opunham era o perigo que isso poderia acarretar.

Como no contexto mundial as mulheres também não tinham esse poder, não foi possível conseguir uma base sólida para o que poderia acontecer e ser colocado em prática.

No Brasil, o voto feminino só seria efetivamente aprovado em 1932, no governo de Getúlio Vargas, depois de muitos anos de luta.

 
 
Imagem por UVESP