O TAL DO PRESENT PERFECT – parte 3

Denize Amaro, autora do artigo “O tal do present perfect”

Vamos descomplicar esse tempo verbal que é motivo de muitas dúvidas para os estudantes de inglês! Se você não leu os artigos anteriores, clique nos links abaixo para conferir as explicações.

LINK – Parte 2

Vamos continuar falando sobre situações nas quais empregamos o PRESENT PERFECT ao invés do SIMPLE PAST.

Já falamos sobre:
 Tempo indeterminado
 Acão que começou no passado e continua até o momento presente

E agora, vamos falar sobre ações recentes: Fatos que acabaram de acontecer. Usamos normalmente a palavra JUST, para enfatizar essa ideia.

  • I’ve just called Mark. He said he is coming over for dinner. (Eu acabei de ligar para o Mark. Ele disse que virá para o jantar.)
  • She’s just corrected my test. (Ela acabou de corrigir meu teste.)
    Nos exemplos acima, poderíamos também usar o Simple Past. A frase continuaria correta e com o mesmo sentido.

    ONCE, TWICE, NEVER:
    Ao falar quantas vezes fizemos algo, ou se nunca o fizemos, usamos Present Perfect.
  • I’ve climbed the Mount Everest twice. (Eu escalei o Monte Evereste duas vezes.)
  • They’ve never eaten Japanese food. (Eles nunca comeram comida japonesa.)
  • She has never ice-skated. (Ela nunca patinou no gelo.)

    Ações que vêm acontecendo repetidamente nos últimos dias, semanas, etc.:
  • I’ve had these terrible headaches for weeks. (Estou tendo essas terríveis dores de cabeça por semanas.)

    No exemplo acima, a ênfase está na repetição da ação. A pessoa pode ou não estar com dor de cabeça no momento em que fala, mas o quadro (dor de cabeça) continua se repetindo.
  • She’s made a lot of friends over the past few days. (Ela fez muitos amigos nos últimos dias.)

    Ação passada que tem impacto no presente.
  • I’ve lost my keys. (Eu perdi minhas chaves.)

    Acredito que esta seja uma das ideias mais importantes para se ter em mente sobre o Present Perfect. Uma ação passada que tem impacto no presente. No exemplo acima, o locutor perdeu suas chaves, em um momento passado indeterminado, e como ele ainda não as encontrou, essa ação tem um impacto no seu presente.
  • I’ve already had lunch. I am not hungry. (Eu já almocei. Não estou com fome.)
  • She’s had an accident and she is in the hospital right now. (Ela sofreu um acidente e está no hospital agora.)

Got it? Keep up the good work and have fun with English!

TEACHER DENIZE AMARO LECIONA IDIOMAS HÁ 21 ANOS. GRADUADA EM LETRAS COM LICENCIATURA EM ESPANHOL.

PARA AULAS PARTICULARES @denizeteacher

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O TAL DO PRESENT PERFECT – parte 2

Denize Amaro, autora do artigo “O tal do present perfect – parte 2”

Vamos descomplicar esse tempo verbal que é motivo de muitas dúvidas para os estudantes de inglês! Se você não leu o artigo anterior, clique no link abaixo para conferir as primeiras explicações sobre o Present Perfect:

LINK – Parte 1
Relembrando a estrutura:

SUJEITO + HAVE/HAS + PARTICÍPIO PASSADO DO VERBO PRINCIPAL

Vamos focar agora em quais situações no passado iremos usar PRESENT PERFECT!
Tempo indeterminado: Quando vamos falar de algo e não vamos mencionar QUANDO a ação aconteceu.

As vezes não a sabemos, ou simplesmente não é importante para ser mencionada. Nesses casos, O QUÊ aconteceu é mais importante do que QUANDO aconteceu.

  • I ate pepperoni pizza last night.
  • I have eaten pepperoni pizza, and I loved it!

    No segundo exemplo, não sabemos quando o locutor comeu a pizza. O importante é que ele a comeu, e gostou!
  • I was in China in 1995.
  • I have been to China and it was incredible!

    Nesse contexto, o present perfect é então usado para falar ou perguntar sobre coisas que já fizemos em algum momento, lugares onde estivemos, etc. Usaremos muito as palavras ALREADY, YET, EVER, BEFORE, entre outras.
  • Have you ever been to Chicago? – Você já esteve em Chicago? Em algum momento da sua vida, você esteve em Chicago?
  • Have you already read “Harry Potter”? – Você já leu “Harry Potter”?
  • He hasn’t spoken to me yet. – Ele ainda não falou comigo.
    Acão que começou no passado e continua até o momento presente: Como cantava Bono Vox: “I still haven’t found what I am looking for….” – Eu ainda não encontrei o que estou procurando….

    Frases como “Eu trabalho na GM há 5 anos” ficam corretas no presente na língua portuguesa, mas, em inglês, devemos usar Present Perfect. São ações que começaram em algum momento no passado, não vamos mencionar quando, e elas ainda são verdadeiras.
  • I have worked at GM for 5 years. – Nessa frase, o locutor começou a trabalhar na GM há 5 anos e continua trabalhando lá. Se ele não trabalha mais na GM, deve usar simple past.
  • I worked at GM for 5 years. Now, I work at Samsung.

    Usaremos muito as palavras Since e For. (Desde e Por)
  • We’ve lived here our whole life. (Nós moramos aqui nossa vida toda. Ou, nós temos morado aqui nossa vida toda.)
  • She has studied there since she was little. (Ela estuda lá desde que era pequena)
  • Mary has had her hands full since her baby was born. (Mary tem estado muito ocupada desde que seu bebê nasceu.)
  • They haven’t talked to me for 3 days. (Faz 3 dias que eles não falam comigo.)

I hope you have studied hard! Keep up the good work!

TEACHER DENIZE AMARO LECIONA IDIOMAS HÁ 21 ANOS. GRADUADA EM LETRAS COM LICENCIATURA EM ESPANHOL.

PARA AULAS PARTICULARES @denizeteacher

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O TAL DO PRESENT PERFECT – parte 1

Denize Amaro, autora do artigo “O tal do present perfect”

Vamos descomplicar esse tempo verbal que é motivo de muitas dúvidas para os estudantes de inglês.

Primeiramente, ele se chama PRESENT PERFECT, mas não o usamos para falar de situações no presente. Ele é usado para falar de situações no PASSADO.

O que deixa todo mundo confuso a princípio, é o uso do HAVE. Aqui, “have” não tem a função de verbo irregular traduzido como TER.

No Present Perfect, “HAVE” tem função de verbo auxiliar. Pensemos assim:
No presente (Simple Present), precisamos dos auxiliares DO e DOES. No Simple Past, precisamos de DID. No Present Perfect precisamos de HAVE.

Uma frase no Present Perfect então deve obedecer essa estrutura:
SUJEITO + HAVE/HAS + PARTICÍPIO PASSADO DO VERBO PRINCIPAL
OMG! Particípio Passado? É de comer?
“Past Participle” é um MODO VERBAL. Verbos podem estar no infinitivo, no gerúndio, ou no particípio passado.

O “Past Participle” é usado em vários TEMPOS VERBAIS (VERB TENSES), não apenas no Present Perfect. Ele é aquela terceira coluna da famosa “Tabela de Verbos Irregulares”

Irregular Verbs (Verbos Irregulares)

Verbo (Verb)Passado Simples (Past Simple)Participio Passado (Past Participle)Tradução (Translation)
bewas/werebeenser; estar
bearborebornnascer; produzir
becomebecamebecometornar-se; transformar-se
beginbeganbeguncomeçar
breakbrokebrokenquebrar; romper
bringbroughtbroughttrazer; executar
buildbuiltbuiltconstruir; fabricar
buyboughtboughtcomprar
choosechosechosenescolher; preferir

https://www.todamateria.com.br/past-participle/

Vamos para alguns exemplos, obedecendo a estrutura “have/has + past participle”.

  • I’ve called you many times. (Eu te liguei várias vezes.)
  • They have never visited me. (Eles nunca me visitaram.)
  • Have you eaten yet? (Você já comeu?)
  • David still hasn’t found his keys. (David ainda não encontrou suas chaves.)
    As formas negativas são HAVE NOT / HAVEN’T e HAS NOT / HASN’T.
    Nas perguntas, colocamos HAVE/HAS antes do sujeito.
    I hope you have studied hard! Keep up the good work

TEACHER DENIZE AMARO LECIONA IDIOMAS HÁ 21 ANOS. GRADUADA EM LETRAS COM LICENCIATURA EM ESPANHOL.

PARA AULAS PARTICULARES @denizeteacher

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Especialistas avaliam que 2020 não foi um ano perdido

Volta às aulas em formato presencial é um momento bastante aguardado pela população brasileira

Durante a pandemia causada pela Covid-19, em que as pessoas precisaram se recolher dentro de casa, um triste cenário se repetiu por todo o país: portões das escolas fechados e alunos distantes das salas de aulas. E não foi apenas uma cena para se gravar na memória, mas um fato que marcou profundamente a história do ensino no Brasil, com consequências que podem demorar alguns anos para serem revertidas.

Por isso, a volta às aulas em formato presencial é um momento bastante aguardado pela população brasileira. Há alguns meses, o Governo Federal, entidades de educação, secretárias estaduais e municipais debatem o assunto para definir a melhor forma de realizar essa retomada às aulas.

Um exemplo de medida adota em favor desse retorno, foi o investimento feito pelo Ministério da Educação para as escolas públicas por todo o país com um valor total de R$ 454 milhões para aquisição de materiais e insumos necessários para prevenir a transmissão da Covid-19 entre estudantes e profissionais da rede básica.

Para Cecilia Motta, que é secretária de Educação do Mato Grosso do Sul e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), ainda há muitos debates e ações a serem desempenhados para que a educação no Brasil possa se reestruturar, uma vez que a pandemia da Covid-19 alargou as desigualdades entre a qualidade de ensino e oportunidade entre os estudantes.

“A diversidade já existe, a pandemia só escancarou isso. Quem não teve tecnologia para estudar, na verdade é porque já não tinha antes mesmo, tinha menos condições. Quer dizer que a desigualdade social, que já existia, aumentou nesse momento. Mas eu gostaria de destacar o esforço dos professores, diretores e coordenadores que nos surpreenderam com sua criatividade e sua garra, fazendo com que o aluno perdesse o mínimo possível, fazendo com que os impactos [da pandemia] fossem o menor possível”, destacou Motta.

Mesmo considerando que os impactos da pandemia de Covid-19 no ensino brasileiro possam perdurar por alguns anos, a reinvenção na forma de ensinar fez com que 2020 não fosse um ano perdido para os mais de 36 milhões de alunos espalhados por quase 117 mil escolas pelo país. E é isso o que afirma o coordenador de projeto do Todos Pela Educação, Ivan Gontijo.

“A gente teve uma mobilização muito grande das secretarias [de educação], dos professores, dos diretores, dos estudantes para a educação não parar, para a gente conseguir migrar para o ensino remoto. Lógico, o ensino remoto não chegou para todo mundo, mas eu acho que a educação não parou. Então, eu não diria que esse foi um ano perdido, mas foi o ano mais difícil da história da educação básica. A questão é que dizer que não foi o ano perdido não significa a gente não reconhecer todos os impactos que esse ano teve”, afirmou Gontijo.

O Todos pela Educação é uma organização sem fins lucrativos suprapartidária e independente, composta por diversos setores da sociedade brasileira com o objetivo de assegurar o direito à educação básica de qualidade para todos os cidadãos até 2022 – ano que se comemora o bicentenário da independência do Brasil.

Já o Conselho Nacional de Secretários de Educação é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, que reúne as Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal. Seu objetivo é promover a integração das redes estaduais de educação e intensificar a participação dos estados nos processos decisórios das políticas nacionais, além de promover o regime de colaboração entre as unidades federativas para o desenvolvimento da escola pública.

Fonte: Brasil 61