Vendas de automóveis, comerciais leves e ônibus caem em janeiro

Números divulgados pela Fenabrave, a associação que representa as concessionárias de automóveis, revelam que as vendas de carros e veículos comerciais leves caíram 11,7% no primeiro mês de 2021, na comparação com igual período do ano passado.

No total, foram emplacadas 162 mil, 567 unidades, entre carros de passeio e utilitários leves

Comparando com dezembro, que tradicionalmente é um mês mais aquecido que janeiro, a queda é ainda maior: 30%.

Importante lembrar que os números de janeiro já não contam com a produção de carros pela Ford, que anunciou nos primeiros dias do ano sua saída do País, com fechamento da fábrica em Camaçari, na Bahia, onde montava os modelos Ka e EcoSport, e da unidade em Taubaté, no interior de São Paulo, onde produzia motores e transmissões.

Também houve retração, em janeiro, no mercado de ônibus, que somou 1.324 unidades comercializadas, total quase 40% inferior a  janeiro de 2020 e queda próxima de 15% sobre dezembro passado.

Segundo a Fenabrave, o segmento ainda sofre com os efeitos da pandemia. As restrições de circulação e os cancelamentos de viagens afetaram muito as empresas de ônibus, o que acabou desmotivando a compra de novas unidades.

Já o mercado de caminhões apresenta resultados mais animadores.

As vendas de caminhões iniciaram 2021 em bom ritmo. Em janeiro, foram emplacados 7.262 veículos, alta de pouco mais de 1% na comparação com o primeiro mês de 2020, mas ainda com retração de quase 25%, na comparação com dezembro do ano passado.

Com informações de Rádio2.

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Vendas de automóveis, comerciais leves e ônibus caem em janeiro
BRA10. RÍO DE JANEIRO (BRASIL), 04/09/2012.- Fotografía de archivo del 13 de noviembre de 2008 donde se ven cientos de coches importados de las firmas Chrysler, Dodge, Fiat y Citroen en el puerto de la ciudad de Río de Janeiro (Brasil), a la espera de ser puestos a la venta en los diferentes concesionarios de esas marcas en todo el país. Brasil registró en agosto una venta récord de 420.101 vehículos gracias a las reducciones de impuestos concedidas por el Gobierno para incentivar uno de los sectores más afectados por la crisis económica internacional, informó hoy, martes 4 de septiembre de 2012, la Federación de Distribuidores de Vehículos Automotores (Fenabrave). EFE/Marcelo Sayão

Conta de luz impulsiona queda da inflação nas capitais em janeiro

A inflação nas quatro semanas de janeiro deste ano ficou em 0,27%, abaixo da taxa de 1,07% registrada no mesmo período de dezembro de 2020. Em boa parte, queda se deve à conta de luz, esta impulsiona o índice para baixo.

Em todas as sete capitais do país, onde o IPC-S Capitais, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal das Capitais é apurado pela Fundação Getúlio Vargas, o indicador caiu na mesma comparação. São elas:  Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Porto Alegre e Salvador. Já em relação à semana de 22 de janeiro, apenas Brasília registrou taxa mais alta.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2).  A tarifa de eletricidade residencial foi a que mais contribuiu para a queda da inflação nas quatro semanas do mês passado. Depois veio a queda nos preços das frutas, dos artigos de higiene e cuidado pessoal e dos calçados.

Em contrapartida, os itens que mais subiram em janeiro foram passagem aérea, gasolina, conselho e associação de classe e combo de telefonia, internet e TV por assinatura.

E ainda falando sobre economia, o IBGE informou nesta terça que a indústria brasileira não pára de crescer após os meses de março e abril de 2020, por causa da pandemia de covid-19. 

Depois disso, nos oitos meses seguidos, a  produção industrial só registrou alta. Em dezembro de 2020 cresceu 0,9%, na comparação com o mês anterior. O setor já acumula um avanço de 41,8% nesses oito meses. 

Veículos automotores, reboques e carrocerias seguem como maiores influências para o resultado. Nos oito meses encerrados em dezembro, a atividade acumulou expansão de 1.308%, e eliminou a perda de 92,3% registrada em março e abril do ano passado.

Em parceria com Agência Brasil.

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Conta de luz impulsiona queda da inflação nas capitais em janeiro
Indústria Textil ,SENAI CETIQT – Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil. Planta piloto de tecelagem. Indústria Textil

Balança comercial tem déficit de US$ 1,12 bilhão em janeiro

A balança comercial – diferença entre exportações e importações – brasileira registrou déficit de cerca de US$ 1,12 bilhão em janeiro. Naquele mês, as exportações somaram aproximadamente US$ 14,8 bilhões, contra cerca de US$ 15,93 bilhões em importações. Balança comercial brasileira tem déficit no primeiro mês do ano.

Apesar do resultado negativo, houve uma melhora em relação ao rombo registrado em janeiro de 2020, quando o déficit somou US$ 1,684 bilhão. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia.

De acordo com o órgão, em comparação a janeiro de 2020, o País exportou 12,4% a mais pelo critério da média diária e as importações cresceram 8,3%.

Em parceria com Brasil61.

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Balança comercial tem déficit de US$ 1,12 bilhão em janeiro
Rio de Janeiro – Fotos do porto do Rio de Janeiro

Índice que reajusta contratos de aluguel sobe 2,58% em janeiro

O IGP-M, Índice Geral de Preços-Mercado, que é usado como referência para reajustar os contratos de aluguel, subiu 2,58% em janeiro. Essa taxa ficou bem mais alta do que a registrada em dezembro do ano passado, de 0,96%.

Foi a Fundação Getulio Vargas que divulgou os dados nesta quinta-feira (28). E mostrou que nos últimos 12 meses, o indicador registra uma inflação de 25,71%, bem acima dos 7,81% acumulados nos 12 meses anteriores. Em janeiro de 2020, o IGP-M havia subido 0,48%.

Essa alta da taxa foi puxada pelo avanço do Índice de Preços no Atacado. O índice tem o maior peso na formação do IGP-M. Os destaques foram os reajustes nos preços dos combustíveis e do minério de ferro. Já o grupo dos alimentos teve queda nos preços em janeiro.

Outro componente do IGP-M é o Índice de Preços ao Consumidor, que registrou em janeiro taxa menor do que em dezembro. A queda do indicador foi impulsionada pela redução da tarifa de eletricidade residencial, que passou de 8,59% para -1,06% este mês.

Por fim, vem o Índice Nacional de Custo da Construção, que também subiu por causa da alta dos serviços e da mão de obra.

Com informações de Agência Brasil.

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Conta de energia em janeiro será em bandeira amarela

A conta de energia em Janeiro terá bandeira amarela. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) mudará a bandeira tarifária, com relação ao mês de Dezembro. Sendo assim, o valor cobrado deixará a bandeira vermelha para amarela, no início de 2021. Portanto, é provável que as contas dos consumidores sejam menores.

Segundo a agência, a previsão de janeiro do aumento da quantidade de água nos principais reservatórios de água. Portanto, maior produção hidrelétrica é esperado, o que diminuirá os custos relacionados ao risco hidrológico, o que permite a redução da tarifa.

Conta de energia em janeiro

Quanto será a conta de energia em janeiro?

A taxa extra será de R$ 1,343 a cada 100kWh consumidos, a partir de 1º de janeiro. Todavia, a taxa na bandeira vermelha patamar 2, utilizada em dezembro, era de R$ 6,243 para cada 100KwH.

O sistema de bandeiras tarifárias esteve suspenso, desde maio, para reduzir as contas dos consumidores. Nesse sentido, uma das medidas de enfrentamento aos efeitos econômicos da crise do coronavírus. Porém, a cobrança da taxa extra retornou agora em dezembro.

A atualização das bandeiras tarifárias são feitas todos os anos. A Aneel leva em conta parâmetros diversos. Por exemplo, estimativas de mercado, inflação, projeção de volume de usinas hidrelétricas, histórico de operação do Sistema Interligado Nacional.

A Aneel criou o sistema de bandeiras em 2015. O intuito original era de ressarcir os custos com as usinas termoelétricas. Esta fonte de energia é mais cara, frente ao gerado nas hidrelétricas. A indicação do valor da tarifa é feito com as cores verde, amarela ou vermelha, na conta de energia.

A variação ocorre, em especial, em épocas com menos chuvas nas bacias dos principais reservatórios do sistema elétrico nacional. Neste cenário, a agência poderá acionar as bandeiras amarela e vermelha. Por outro lado, quando o nível está dentro do esperado e operacional, a bandeira verde é mantida e sem valores adicionais.

Quando chove menos os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais térmicas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.