Guarda Ambiental resgata 529 aves exóticas em São Bernardo

Animais foram recuperados em situação de maus-tratos em avicultura no bairro Nova Petrópolis, após Guarda Ambiental resgata.

A Guarda Ambiental de São Bernardo realizou a apreensão de 529 aves exóticas que estavam armazenadas em péssimas condições em centenas de gaiolas dentro de uma avicultura localizada na Alameda Dom Pedro de Alcântara, no bairro Nova Petrópolis.

Os profissionais da Guarda Civil Municipal (GCM) constataram que as aves estavam em condições de maus-tratos, aglomeradas em gaiolas, com mutilações, mal alimentados, em ambiente sem ventilação adequada e sujo. Por exemplo, entre as espécies apreendidas estão calopsitas, pombas exóticas, periquitos, canário belga, agapornis, além de 24 coelhos.

Também foram apreendidos durante a operação medicamentos vencidos e demais itens proibidos que estavam expostos à venda, como é o caso de raticidas contendo chumbinho. A Guarda deteve e encaminhou uma pessoa para DICMA. O Centro de Zoonoses também foi acionado para avaliar a saúde dos animais, bem como a Vigilância Sanitária de São Bernardo. Além disso, um estabelecimento sofreu autuação de R$ 30 mil, pelo crime de maus-tratos.

Guarda Ambiental resgata aves e destina a ONG

Uma Organização Não Governamental (ONG), dedicada aos cuidados de animais, recebeu os aves. Todavia, por se tratarem de aves exóticas, não podem ser soltas na natureza. Após as aves serem cuidadas, autorização judicial poderá destinar a lares adotivos os pássaros.

TRABALHO INTENSO – Balanço da Guarda Ambiental de São Bernardo mostra que entre janeiro e junho de 2020, a corporação atendeu um total de 880 ocorrências. Mais de 240 animais forma resgatados ou apreendidos. Além de cinco barcos, 225 redes e tarrafas e 23 veículos apreendidos. Como resultado, R$ 759 mil forma aplicadas, em multas ambientais.

Guarda Ambiental resgata

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PF apreende 21 kg de cocaína

PF apreende 21 kg de cocaína: Passageiro tentava embarcar com a droga em voo para a Etiópia

A PF prendeu nesta quinta-feira (26/11) , no Aeroporto Internacional de São Paulo, um homem tentando embarcar com grande quantidade de droga em voo internacional.

Policiais federais, que atuam na fiscalização de bagagens despachadas, identificaram com o auxílio do aparelho de raio-x, diversos volumes suspeitos. Dentro destes, estavam compostos por substância orgânica, dentro de malas despachadas para voo com destino a Addis Ababa, na Etiópia.

O proprietário das malas, um homem, nacional de Burquina Faso, de 35 anos, foi localizado e conduzido à delegacia para, na presença de testemunhas, acompanhar a realização dos exames periciais. Dentro das malas, no interior de suportes para papel toalha, os policiais encontraram diversos volumes contendo cocaína, cujo peso somou quase 21 kg. O suspeito recebeu voz de prisão.

O preso será encaminhado à Justiça Federal, onde responderá pelo crime de tráfico internacional de drogas.

PF apreende 21 kg de cocaína

PF apreende 21 kg de cocaína

Polícia Federal aperta o cerco PF apreende 21 kg de cocaína

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram nesta segunda-feira (23) a Operação Enterprise. Somente no dia, cerca de 670 policiais federais e mais 30 servidores da Receita cumpriram 149 mandados de busca e 66 mandados de prisão. As ações forma nos estados do Paraná, de Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, do Pará, Minas Gerais, do Rio Grande do Norte, da Bahia e de Pernambuco. As medidas foram expedidas pela 14ª Vara Federal de Curitiba.

A Interpol também foi acionada para a prisão de oito investigados que estão no exterior, assim como a identificação e sequestro de bens em outros países. “É a maior operação do ano no combate à lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e uma das maiores da história na apreensão de cocaína nos portos brasileiros, uma vez se tratar de uma organização criminosa especializada no envio de cocaína para a Europa”, destacou a assessoria da PF.

PF deflagra maior operação do ano contra lavagem de dinheiro

Estão sendo sequestrados aproximadamente R$ 400 milhões em bens do narcotráfico

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal, dando sequência ao cumprimento de diretrizes de descapitalização patrimonial, prisão de lideranças e cooperação internacional, deflagrou nesta segunda-feira (23/11) a Operação Enterprise, a maior operação do ano no combate à lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e uma das maiores da história na apreensão de cocaína nos portos brasileiros, uma vez se tratar de uma organização criminosa (ORCRIM) especializada no envio de cocaína para a Europa.

Dando sequência ao cumprimento da diretriz de desarticulação patrimonial do crime organizado, estão sendo sequestrados aproximadamente R$ 400 milhões em bens do narcotráfico, sendo a maior operação do ano em sequestro patrimonial, consubstanciados em aeronaves, imóveis e veículos de luxo, havendo a expectativa de que novos bens sejam identificados após o cumprimento dos mandados de busca e apreensão.

A Operação ENTERPRISE se destaca ainda por ser a MAIOR da história em apreensão de cocaína, pois durante a investigação foram anteriormente apreendidas 50 toneladas da droga nos portos do Brasil, da Europa e da África, tratando-se de um importante trabalho de integração entre a Polícia Federal e a Receita Federal na repressão ao tráfico internacional de drogas nos portos nacionais. Tal volume de apreensões situa essa organização criminosa como uma das maiores em atuação no país.

O esquema utilizado pelos criminosos consistia na lavagem de bens e ativos multimilionários no Brasil e no exterior com uso de várias interpostas pessoas (laranjas) e empresas fictícias, a fim de dar aparência lícita ao lucro do tráfico.

Na data de hoje, cerca de 670 policiais federais e mais 30 servidores da Receita Federal cumprem 149 mandados de busca e 66 mandados de prisão nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco. As medidas foram expedidas pela 14ª Vara Federal de Curitiba.  

Em continuidade às ações de cooperação internacional, foram expedidas, ainda, difusões vermelhas na Interpol para a prisão de oito investigados que estão no exterior, bem como a identificação e sequestro de bens em outros países.

ENTERPRISE: O nome da operação faz alusão à dimensão da organização criminosa investigada, que atua como um grande empreendimento internacional na lavagem de dinheiro e exportação de cocaína, o que trouxe alto grau de complexidade à investigação policial.

Polícia Federal deflagra operação contra o tráfico em SP e MS

Operação Aversa apreendeu mais de meia tonelada de cocaína e identificou movimentação de valores ilícitos superior a R$ 24 milhões

A Polícia Federal deflagrou a Operação Aversa, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada ao transporte de cocaína de Corumbá/MS para o estado de São Paulo.

Mais de 70 policiais cumprem 13 mandados de prisão preventiva e 20 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Corumbá e Campo Grande, no estado do Mato Grosso do Sul, e Guarulhos, Presidente Prudente, Martinópolis, Regente Feijó e Bauru, no estado de São Paulo.

As investigações relevaram uma sofisticada rede logística e de lavagem de dinheiro, que incluiu carretas construídas especificamente para o transporte de drogas, além de uma estrutura de pagamentos de motoristas, auxiliares e fornecedores de entorpecentes.

Durante a fase sigilosa da operação, que teve início no final de 2019, mais de meia tonelada de cocaína foi apreendida e dois motoristas foram presos. Os policiais identificaram também valores ilícitos superiores a R$ 24 milhões movimentados pela organização criminosa desde o ano de 2018.

A operação resultou ainda na apreensão de caminhões, semirreboques, automóveis, lanchas, moto-aquática e no sequestro de bens imóveis, além do bloqueio de valores no sistema bancário. Somente entre os bens móveis e imóveis, a equipe de investigação estima que mais de R$ 5,5 milhões tenham sido retirados das mãos da organização criminosa.

Entre outras informações, as investigações revelaram que a organização criminosa adquiria semirreboques e os reconstruía inserindo vãos nas longarinas, permitindo a ocultação de drogas em grandes quantidades dentro do novo espaço criado no interior dos “chassis” das carretas. As alterações eram tão profundas que exigiam a “remontagem” dos veículos, com uso de mão-de-obra especializada.

A operação também identificou, no estado de São Paulo, o principal financiador das operações ilícitas do grupo, ou seja, além de descapitalizar a organização criminosa, a Polícia Federal realiza a prisão de suas lideranças, desarticulando por completo o esquema criminoso.

Os presos serão conduzidos à Delegacia da Polícia Federal de Corumbá/MS e, após os procedimentos legais, encaminhados ao presídio local, onde permanecerão à disposição da Justiça.

A Polícia Federal reforça que a atual pandemia não afetou as investigações e ações da instituição, principalmente na repressão aos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro nas regiões de fronteira. Em razão da situação de pandemia da COVID-19, foi planejada uma logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPIs a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas, investigados e seus familiares.

Aversa é uma localidade italiana conhecida pela produção de um tipo específico de queijo, cujo nome é o mesmo da alcunha de um dos principais investigados na operação.

Assassinatos a candidatos triplica nos últimos quatro anos

De acordo com a pesquisa das ONGs Terra de Direitos e Justiça Global foram 46 homicídios em 2016 e até setembro deste ano, 136 mortos

O número de assassinatos a candidatos e pré-candidatos as vagas disputadas no período eleitoral triplicou nos últimos quatro anos. Um levantamento conduzido pelas Organizações não-governamentais (ONGs) Terra de Direitos e Justiça Global indica que foram registrados 46 homicídios em 2016 e até setembro deste ano, esse número saltou para 136 mortos. Fora desta estatística o portal Brasil61.com apurou que ao menos outros três atentados a candidatos foram registrados na última semana de outubro, sendo dois com mortes, além de um atentado a um jornalista sob a suspeita de denúncias políticas.

No Pará, a casa da candidata à vice-prefeita de Belém, Patrícia Queiroz (PSC), foi alvo de tiros durante a madrugada do dia 23 de outubro. Pelo menos dois disparos atingiram a residência, ninguém ficou ferido. Em Fortaleza, o corpo de um candidato a vereador de Caucaia, foi encontrado com marcas de faca dentro de sua casa, na noite do dia 26 de outubro. Evangelista de Sousa Jerônimo, conhecido como Batista da Banca, era candidato a vereador pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, João Carraro, também do PSB, foi morto a tiros, no dia 27 de outubro, enquanto fazia atividade de campanha na localidade de Lagoa Bela, interior do município.

Para o analista de risco político, Matheus Albuquerque a violência está diretamente relacionada ao local onde acontece. “Se pegarmos as metrópoles mais violentas do Brasil e fizermos uma relação com o número de casos de violência contra candidatos, é possível enxergar essa relação”, afirma.

A coordenadora do levantamento, Elida Lauris, aumenta esse leque. Segundo ela, casos como os citados, apesar de não terem sido contabilizados pela pesquisa, repetem a questão motivacional observada pelo levantamento. “Você tem fenômenos de rixas familiares, disputas de prefeitos e vice-prefeitos. Em alguns estados, dados relacionados com corrupção, atividades ilícitas que acabam vulnerabilizando e induzindo as disputas que levam a assassinatos políticos. Temos também questões relacionadas com conflitos fundiários, conflitos por posse da terra, dívidas de campanha. Cada estado, as situações vão ganhando uma certa conotação de violência que acaba em assassinato ou atentado”, cita.

Uma dessas situações levou o jornalista Romano dos Anjos, apresentador da TV Imperial de Roraima a ser sequestrado e torturado no dia 26 de outubro. No dia seguinte ele foi encontrado com vida e com ferimentos nos braços e nas pernas. A principal linha de investigação da polícia, é que a violência tenha acontecido como forma de represália às reportagens que denunciavam supostos esquemas de corrupção de parlamentares e candidatos das eleições municipais do estado. 

Em Patrocínio, Minas Gerais, diferente do jornalista o candidato a vereador Cássio Remis dos Santos, não resistiu e morreu após denunciar supostas irregularidades da atual gestão da cidade. Segundo explica a esposa do político, Nayara Queiroz Remis, Cássio fazia uma live nas redes sociais no momento exato em que foi alvejado pelo ex-secretário de obras e irmão do atual prefeito, Jorge Marra.

“Em pleno século XXI, às vésperas de uma eleição, estava fazendo uma live denunciando que o prefeito atual reformava, com dinheiro público, o passeio de uma casa que seria comitê eleitoral. Uma pessoa que é capaz de matar a outra, em frente a uma câmera de segurança, com seis tiros, às 15h30, indica que ela e sua família realmente são capazes de tudo, né?”, indaga.

Nayara afirma que o marido não chegou a fazer nenhum boletim de ocorrência por ameaça antes do atentado, mas no dia de sua morte, comentou com a esposa que gostaria de contratar seguranças. A família tem medo que algo possa ocorrer novamente, mas Nayara afirma que não deixará de denunciar e fará justiça.  

Eleições desfalcadas

De acordo com a coordenadora do Mestrado em Governança, Tecnologia e Inovação da Universidade Católica de Brasília, Marcelle Gomes Figueira, é preciso avaliar também como fica o cenário político após estes atentados.
“O próprio assassinato da vereadora Marielle Franco, né? A forma como essa violência contra os candidatos têm afetado as eleições. Me parece pouco analisado e estudado”, questiona.
Segundo os indicativos de violência contra candidatos, 91% das vítimas são homens e 83% dos casos ocorrem no interior dos estados, como em Patrocínio.  Destes registros, apenas 12% das investigações são concluídas. Ao todo, o levantamento mapeou entre 2016 e setembro de 2020, 327 casos de violência contra políticos eleitos, candidatos e pré-candidatos, sendo 85 ameaças, 33 agressões, 59 ofensas. 

Fonte: Brasil 61

PF deflagra operação contra lavagem de dinheiro do tráfico

Ação dá sequência ao trabalho desenvolvido pela PF, no sentido da descapitalização patrimonial, prisão de lideranças e cooperação policial internacional. Desdobramentos em Santo André e na capital paulista.

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal, deflagrou na manhã desta quarta-feira (4/11) a Operação *Narcobroker, com o objetivo de desarticular financeiramente uma organização criminosa (ORCRIM) especializada no envio de cocaína para a Europa.

Cerca de 150 policiais federais cumprem 39 mandados judiciais, sendo 9 de prisão preventiva, 2 de prisão temporária e 28 de busca e apreensão no Paraná (Curitiba, Paranaguá, Matinhos, Campo Largo), em São Paulo (São Paulo, Santos, Santo André, Peruíbe, Atibaia) e em Santa Catarina (Itapema, Balneário Camboriú, Itajaí, Camboriú e Urubici). Auditores da Receita Federal do Brasil também participam das buscas.

Prosseguindo no objetivo de desarticulação patrimonial do crime organizado, estão sendo sequestrados mais de 40 milhões de reais em bens do narcotráfico, consubstanciados em dezenas de imóveis e veículos de luxo. Somente uma das casas que teve o sequestro determinado pela Justiça Federal em Curitiba foi comprada pelo chefe da organização criminosa por aproximadamente R$ 6 milhões.

A Justiça Federal em Curitiba também determinou o bloqueio de contas de 68 pessoas físicas e jurídicas que, segundo as investigações, tiveram movimentação suspeita de aproximadamente 1 bilhão de reais entre os anos de 2018 a 2020. O montante total dos valores bloqueados ainda não foi contabilizado.

Também, na ação de hoje, foi determinado pela Justiça Federal o bloqueio de 3 empresas que eram utilizadas pela organização criminosa para a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas,  as quais passarão a ser administradas pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD/MJSP, em parceria com o Conselho Federal de Administração – CFA.

 As investigações da PF foram iniciadas em 2019 e apontam que os integrantes da organização criminosa utilizavam empresas fantasmas e de fachada para comprar mercadorias de origem orgânica, visando dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e segurança. Tais mercadorias eram acondicionadas em contêineres que também ocultavam centenas de quilos de cocaína enviados à Europa.

Foram apreendidas anteriormente mais de 13 toneladas de erva mate, ativo biológico que será alienado antecipadamente conforme autorizado judicialmente.  Durante os trabalhos investigatórios ocorridos, também foram apreendidos 240 quilos de cocaína no porto de Paranaguá.                  

Além disso, a Justiça Federal  expediu mandado de prisão preventiva em desfavor de um  brasileiro que se passava por empresário na Espanha mas, na realidade, tratava-se de um suspeito entre as organizações criminosas brasileiras e europeias; ele recebia a droga que vinha escondida em meio à carga lícita que era enviada.