Banco do Brasil fechará agências e iniciar demissão voluntária

Banco do Brasil vai reduzir o número de unidades e de funcionários. Banco do Brasil fechará agências por todo o país.

A instituição pretende fechar 112 agências, sete escritórios e 242 postos de atendimento, ainda no primeiro semestre de 2021.

As mudanças devem acontecer a partir de 22 de fevereiro e os clientes serão avisados por SMS, internet banking, entre outros canais.

Os correntistas não precisarão adotar nenhum procedimento, pois os cartões e senhas continuarão os mesmos, caso a conta mude de agência.

O Banco do Brasil também anunciou dois planos de demissão voluntária e a expectativa é que eles tenham a adesão de cinco mil trabalhadores.

Dessa forma, com as medidas, a instituição espera economizar 353 milhões de reais este ano e dois bilhões e 700 milhões de reais até 2025.

Com informações de Rádio2.

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Banco do Brasil fechará agências

Banco do Brasil S.A. (BB) é uma instituição financeira brasileira, constituída na forma de sociedade de economia mista, com participação do Governo Federal do Brasil em 50% das ações (em fevereiro de 2020). Juntamente com a Caixa Econômica Federal, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste, o Banco do Brasil é um dos cinco bancos estatais do governo brasileiro.

Sua missão, segundo sua filosofia corporativa, é “Ser um banco de mercado, competitivo e rentável, atuando com espírito público em cada uma de suas ações junto à sociedade”. O primeiro Banco do Brasil, fundado em 1808, também foi o primeiro banco da história de Portugal e do Império Português, ele faliu depois que a Família Real confiscou os fundos e voltou para Portugal, foi liquidado em 1829. O Segundo Banco do Brasil (atual) fundado pelo Barão de Mauá, em 1851.

Uber fecha com fintech digio para linha de crédito a motoristas e entregadores

A empresa de transporte urbano e entregas por aplicativos Uber fez parceria com o digio, banco digital controlado por Bradesco e Banco do Brasil para oferecer linha de crédito pessoal a motoristas da plataforma no país.

O empréstimo, de valor unitário de 1.000 a 5.000 reais, têm taxa de juros de 2,97% ao mês, com prazo de até 12 meses. Na saída, o programa é dirigido a mil motoristas, enquanto a linha é modulada para futuramente chegar à base total de motoristas e entregadores da Uber no país, de cerca de 1 milhão de pessoas.

Diferente do CDC tradicional, em que os pagamentos das prestações são feitos mensalmente, neste caso os valores podem ser retidos a cada semana, acompanhando o fluxo de entrada de receita para os motoristas, com deságio nas prestações pagas de forma adiantada.

Os valores devidos pelos motoristas serão retidos pela Uber, num modelo do mercado bancário similar à chamada trava de recebíveis, mas a gigante norte-americana não garante os empréstimos nem receberá parte da receita das operações.

Segundo o superintendente de Novos Negócios do digio, Eid Tayar, esse modelo de crédito pessoal poderá ser escalado e eventualmente chegar a outras plataformas de intermediação de serviços de profissionais autônomos.

“Isso vale para todo perfil de prestadores de serviço que têm recebíveis recorrentes”, disse Tayar à Reuters.

O digio, ex-Banco CBSS, tem cerca de 1,6 milhão de clientes e a meta é atrair 5 milhões de clientes e gerar 1 bilhão de reais em empréstimo pessoal por ano até 2023.

O movimento acontece enquanto bancos buscam meios de expandir suas carteiras de crédito em linhas de menor risco, com a economia brasileira mergulhada numa recessão provocada pelos efeitos da pandemia da Covid-19. Só para o segundo trimestre, as provisões dos cinco maiores bancos do país para perdas esperadas com inadimplência superaram 30 bilhões de reais, um recorde.

Para a Uber, a iniciativa é parte de um movimento para tentar ampliar o vínculo com seus associados, à medida que cresce a disputa entre as empresas de aplicativos para ter a preferência de motoristas e entregadores, que com frequência trabalham para mais de um deles simultaneamente.

Além do acordo com o digio, a Uber já fez parcerias com empresas de educação, saúde e postos de combustíveis para ofertas de produtos a preços vantajosos para seus associados.

“Um dos objetivos do programa é gerar fidelização”, disse Claudia Woods, diretora-geral da Uber no Brasil.

Fonte: Reuters