Omie abre mais de 100 vagas para diversas áreas

A Omie, plataforma número um em gestão (ERP) na nuvem do Brasil, abre mais de 100 vagas abertas. As oportunidades são para a matriz, em São Paulo, e também para os escritórios e franquias da Omie localizados em diversas cidades do Brasil. Entre as áreas, destacam-se as oportunidades em vendas, comercial, tecnologia, customer success, comunicação e recursos humanos. Para concorrer, os candidatos devem acessar o portal https://trabalheconosco.vagas.com.br/omie.

“Dentro da Omie somos orientados por resultados e, estamos sempre em busca das melhores soluções para os nossos clientes. Por essa razão, estamos em busca de pessoas com mentalidade de crescimento para fazer parte do nosso time. Valorizamos muito os perfis que tenham capacidade de adaptação, senso colaborativo, sejam motivadas pela inovação e pelo aprendizado contínuo para termos sempre os melhores profissionais que acompanhem as recorrentes mudanças do mercado”, conta Eliana Rozenchan, gerente de RH da Omie. 

Vagas de hoje 18 de março 2021

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A Omie oferece diversos benefícios, como vale-refeição, assistência médica e odontológica, seguro de vida, GymPass, cursos para desenvolvimento pessoal e profissional, além de parcerias com universidades. 

A empresa é centrada em três pilares fundamentais: tecnologia, com o software de gestão. Finanças, com acesso a serviços financeiros  e conta digital nativa, e educação, com a Omie Academy, uma iniciativa de educação empreendedora que visa ensinar técnicas de vendas, marketing e planejamento. A Omie acredita que eles, quando combinados, podem ajudar as empresas a crescer, gerando riqueza, empregos, oportunidades, e finalmente colocando o país numa espiral positiva, impulsionada pelo empreendedorismo.

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Sobre a Omie

A Omie é uma plataforma de gestão (ERP) na nuvem fundada em 2013 por Marcelo Lombardo e Rafael Olmos, com o propósito de levar prosperidade para qualquer negócio, oferecendo um sistema de gestão inovador, completo e ilimitado. A scale-up é ancorada em três pilares- Gestão por meio do software, finanças, com acesso a serviços financeiros com conta digital nativa do sistema e cobranças via boleto e PIX, com custos bem mais baixos, além de linhas de crédito.

Educação, com a Omie Academy, braço educacional da empresa que leva capacitação profissional continuada aos empreendedores de forma gratuita. Além disso, sua atuação regional com a Rede de Franquias a torna a única empresa do segmento a figurar entre as 100 empresas que mais crescem no País, segundo o ranking da Deloitte, estreando no terceiro lugar.

Vagas de hoje 17 de março 2021

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Omie abre mais de 100 vagas para diversas áreas

Abastecimento de oxigênio em Manaus é normalizado

Dezenove dias após faltar oxigênio nos hospitais de Manaus, no Amazonas, o Ministério da Saúde anunciou que o abastecimento do insumo para o sistema de saúde foi normalizado. O consumo diário de 80 mil metros cúbicos de gás tem sido suprido e ainda sobra cerca de 8 mil metros cúbicos por dia.

O fluxo necessário para abastecer de oxigênio a capital do Amazonas foi alcançado com a chegada contínua de carretas vindas do Sul, Sudeste e Nordeste do País, além de dois voos diários da Força Aérea Brasileira carregados com o produto.

Por via terrestre, também é constante a chegada de carretas com oxigênio vindas da Venezuela. Balsas também auxiliam para completar o trajeto pelas vias fluviais.

Desde o início da crise do oxigênio, 14 usinas novas foram abertas para produzir o insumo. A previsão do comitê de crise montado pelas autoridades é abrir outras 48 usinas. Além de aumentar a capacidade da usina do Hospital Universitário Getúlio Vargas e da empresa privada White Martins.

Segundo o Ministério da Saúde, com a estabilização do oxigênio, será possível promover a abertura de novos leitos para atender os pacientes de covid-19. O governador do Amazonas, Wilson Lima, afirmou nessa terça-feira (2) que, apesar de normalizado o abastecimento de oxigênio, a situação ainda é delicada.

A população de Manaus viveu um dos momentos mais dramáticos da pandemia quando, no dia 14 de janeiro, faltou oxigênio nos hospitais da cidade, levando pacientes a morte por asfixia. A demanda por oxigênio mais que dobrou devido ao aumento de casos da Covid-19 na região.

Segundo o governo estadual, mais de 460 pacientes precisaram ser transferidos para outros estados, sendo 17 transferências só nessa terça-feira. A Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público do Amazonas abriram inquéritos para investigar a conduta dos agentes públicos na crise provocada pela falta de oxigênio.

Com informações de Agência Brasil.

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Abastecimento de oxigênio em Manaus é normalizado

Pacientes do Amazonas devem ser transferidos para outros estados

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou, nesta terça-feira, que o governo federal espera transferir do Amazonas para outros estados cerca de 1,5 mil pacientes infectados pelo novo coronavírus. Pacientes do Amazonas devem ser transferidos em breve.

Segundo ele, até agora cerca de 300 pessoas já foram transportadas em aviões da Força Aérea Brasileira para 11 estados.

Ao lado do governador do Amazonas, Wilson Lima, Pazuello também anunciou a abertura de 30 leitos exclusivos para pacientes com Covid-19 em Manaus.

Os leitos foram abertos no Hospital Nilton Lins e estão equipados com concentradores de oxigênio. Uma alternativa para os cilindros, os concentradores são aparelhos elétricos que filtram o ar, fornecendo oxigênio em maior concentração que na atmosfera. E podem ser portáteis.

Em uma cerimônia rápida, Pazuello disse que a crise de abastecimento de oxigênio na cidade já foi resolvida e ressaltou que trabalha no apoio dos governos do estado e do município.

O ministro também disse que problemas como falta de leitos, oxigênio e profissionais na cidade de Manaus são conhecidos há décadas, mas foram agravados pela pandemia.

A explicação de Pazuello veio um dia depois do Ministro Ricardo Lewandowski, do STF, autorizar a abertura de inquérito para apurar a conduta do ministro em relação à falta de oxigênio e leitos para atender pacientes com Covid-19 em Manaus.

Na semana passada, o ministro afirmou que soube da possibilidade de falta de oxigênio no dia 8 de janeiro, uma semana antes do período mais grave de mortes por asfixia no estado.

Pazuello deixou a coletiva sem responder às perguntas dos jornalistas.

Nesta quarta-feira, o ministro participa de uma nova inauguração na cidade. A abertura de uma Enfermaria de Campanha, ligada ao Hospital estadual Delphina Aziz, também em Manaus.

Com informações de Agência Brasil.

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Pacientes do Amazonas devem ser transferidos
Primeiro embarque de pacientes com covid-19 do Amazonas que serão transferidos para outros estados

Governador do Amazonas institui novas medidas contra pandemia

O Governador do Amazonas institui novas medidas de restrição, plano de abastecimento de oxigênio para as unidades hospitalares e remoção de pacientes para hospitais de outros estados.

Diante do colapso no sistema de saúde com a falta de oxigênio nos hospitais na última quinta-feira (14), o governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou ações frente ao recrudescimento da pandemia da Covid-19 no estado. A medida inclui novas medidas de restrição, plano de abastecimento de oxigênio para as unidades hospitalares e remoção de pacientes para hospitais de outros estados. 

Segundo o governador, a ampliação das medidas de restrição visa a proteção da vida das pessoas. O novo decreto restringe também o transporte coletivo de passageiros em rodovias e rios e suspende a circulação de pessoas nas ruas em todo o estado, com toque de recolher entre às 19h e 6h.

Em relação ao abastecimento de oxigênio nas unidades hospitalares, o governo do Estado ressaltou que as medidas para solucionar as dificuldades logística estão sendo adotadas junto ao governo federal. Também foi iniciada a transferência de pacientes para unidades hospitalares de cinco estados. Além do translado desses pacientes, o governo instituiu um grupo de apoio psicossocial para pacientes e familiares.

“Governador do Amazonas institui novas medidas contra pandemia” em parceria com Brasil 61

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Manaus terá prioridade na vacinação contra Covid-19

Em pronunciamento realizado na manhã desta quarta-feira (13) em Manaus, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reafirmou que os estados receberão as vacinas em três ou quatro dias após a autorização da Anvisa. Manaus terá prioridade na vacinação.

Em pronunciamento realizado na manhã desta quarta-feira (13) em Manaus, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reafirmou que os estados receberão as vacinas contra a Covid-19 em três ou quatro dias após a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para início da imunização. 

“Vamos vacinar em janeiro e Manaus será a primeira cidade a receber o imunizante. A vacina será distribuída simultaneamente em todos os estados na sua proporção de população, mas Manaus terá essa prioridade”, disse.

A agência reguladora informou que está prevista para o próximo domingo (17) a reunião da Diretoria Colegiada que decidirá sobre pedidos de autorização para uso emergencial, temporário e experimental das vacinas do Instituto Butantan e da Fiocruz. A data representa o penúltimo dia do prazo estabelecido pela própria Agência como meta para análise dos pedidos.

A capital amazonense voltou a ter hospitais lotados por conta do vírus. Nos últimos dias, a cidade registrou recorde de novas internações que superaram números vistos em abril e maio, quando houve colapsos no sistema público de saúde e funerário. O prefeito, David Almeida (Avante), decretou novamente estado de emergência por 180 dias e afirmou que a cidade vive seu pior momento da pandemia, sem descartar um novo lockdown.

Ao lembrar que sua família mora na cidade, Pazuello afirmou que o governo federal está acompanhando de perto a situação do município. “Quero deixar claro para todos que nós não estamos nem um pouco afastados de viver o problema de Manaus, nós estamos dentro do problema como todos os senhores. Essa é a sensação que tem que ser compreendida, nós estamos juntos. Podem contar comigo, com o presidente da República, ele me apoia em tudo, cem por cento”, declarou.

Na última semana, o Ministério da Saúde providenciou o envio de 131 ventiladores pulmonares para o estado do Amazonas, sendo 78 apenas para Manaus. O Ministério da Defesa também está providenciando o transporte de 1.500 cilindros de oxigênio para o município. 

Em decorrência da viagem emergencial do ministro a Manaus esta semana, foi adiada a reunião com os presidentes da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e das entidades municipalistas estaduais que estava marcada para hoje. Segundo a pasta, a reunião pode ocorrer ainda nesta semana. A videoconferência também terá como pauta o planejamento e a execução da vacinação contra a Covid-19 nos demais municípios.

“Manaus terá prioridade na vacinação contra Covid-19” é com informações de Brasil 61

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Manaus terá prioridade na vacinação contra Covid-19
(Brasília – DF, 27/04/2020) Coletiva de imprensa com Ministro da Saúde, Nelson Teich. Fotos: José Dias/PR

Fiocruz Amazônia investiga variante do coronavírus

A Fiocruz Amazônia investiga a variante do coronavírus encontrada em quatro pessoas que estiveram no estado. Segundo os pesquisadores, provavelmente essa variante resulta de uma linhagem do vírus que circula no estado do Amazonas.

A linhagem foi identificada por pesquisadores do Japão em quatro viajantes que vieram para a Amazônia. Felipe Naveca, que lidera a pesquisa, afirma que ainda é necessário medir a circulação dessa variante para, dessa forma, estimar se ela impactou no aumento de casos do novo coronavírus no estado.

A nota técnica da Fiocruz Amazônia explica que essa variante circula no estado desde abril do ano passado. Até o momento, segundo o Ministério da Saúde, já foram constatadas 12 mutações nessa variante do coronavírus.

Em parceria com Brasil 61

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Fiocruz Amazônia investiga variante do coronavírus
O Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN) está realizando exames para identificação do novo coronavírus (COVID-19)

MPF pede adiamento do Enem no Amazonas

O Amazonas enfrenta mais uma vez altos números de casos e de mortes pela covid-19, e por causa dessa situação, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu à Justiça para adiar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O exame está marcado para os dias 17 e 24 deste mês, em todo o país. MPF pede adiamento do Enem no Amazonas, por questão sanitária.

A ação civil pública foi apresentada nessa terça-feira (12), em caráter liminar, e está baseada na crise de saúde pública decorrente da pandemia no estado.

Dados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas apontam mais de 1,5 mil internações por covid-19 nos primeiros nove dias de janeiro – o maior índice já registrado desde o início da pandemia. A rede privada de saúde do estado já sinalizou colapso da estrutura de atendimento.

Os procuradores argumentam que a manutenção da data de aplicação das provas do Enem representa maior circulação do vírus pela cidade, e a exposição dos próprios estudantes ao risco de infecção – por isso o pedido de que as provas do exame sejam aplicadas no Amazonas somente quando houver estrutura suficiente e necessária na rede de saúde, pública e privada, para atendimento dos casos relacionados à pandemia de covid-19, e que essa condição seja atestada por órgão técnico do governo estadual.

Uma alternativa aceita pelo MPF é o adiamento para os dias 23 e 24 de fevereiro, datas já previstas pelo Ministério da Educação para os alunos que não possam realizar o exame em janeiro.

Ainda por causa do aumento de casos de covid-19, o governo estadual prorrogou a situação de calamidade pública no Amazonas por mais seis meses, e a prefeitura de Manaus decretou estado de emergência por 180 dias.

“MPF pede adiamento do Enem no Amazonas” é com informações de Agência Brasil

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