Empresa Fácil é a única plataforma que oferece o estudo de viabilidade a novos empreendedores

A Valid Cities, vertical de Smart Cities da multinacional brasileira Valid, atuante no mercado de sistemas integrados para Gestão Municipal, implementa a solução Empresa Fácil com ferramenta inovadora de Estudo de Viabilidade, em 11 cidades de São Paulo, em apenas seis meses.   

O estudo de viabilidade é uma ferramenta inédita que permite realizar uma consulta prévia para saber se as atividades que a empresa irá desenvolver são permitidas no endereço escolhido. A grande vantagem para o empreendedor é que, antes mesmo de adquirir ou alugar um ponto comercial e de formalizar a pessoa jurídica no órgão de registro, terá a certeza que sua futura empresa poderá funcionar no local pretendido, evitando prejuízos financeiros e perca de tempo no processo.  

O que é o Empresa Fácil?   

Trata-se de um sistema on-line para abertura, alteração cadastral e encerramento de inscrição de empresa junto ao Cadastro Municipal que está totalmente integrado com o Via Rápido Empresa, Rede SIM, Sistema de Licenciamento (SIL) e Sistema Tributário em uso no município.  

Com este moderno sistema de governo eletrônico o empreendedor executa todas as etapas do processo, desde a análise de viabilidade de localização até a obtenção definitiva do Alvará de Funcionamento, podendo acompanhar o processo pela internet em tempo real. Um processo que demorava cerca de 30 dias cai apenas para 1 dia, o que facilita o início das atividades de negócios aos empresários.  

Principais benefícios  

  • Transparência, o empreendedor acompanha online todas as etapas  
  • Desburocratização, permite a emissão do Alvará Provisório em 24h  
  • Otimização, eficiência na fiscalização e arrecadação  
  • Integração, entre Prefeitura Municipal e órgãos emissores de laudo  
  • Interoperabilidade com sistemas já existentes, além do Via Rápida Empresa e RedeSIM  
  • Acessibilidade, alta disponibilidade dos serviços web garantindo agilidade e comodidade na prestação dos serviços  
  • Precisão, geração de informações confiáveis, atualizadas e tempestivas para tomada de decisões Sala de Situação. 

Segundo Cedric Monroe Pereira, executivo comercial da Valid Cities, a partir de julho/21 entrará em vigor a Resolução CGSIM nº 61, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 13/08/2020, que dispõe sobre medidas de simplificação e prevê o modelo operacional de registro e legalização de empresários e pessoas jurídicas. 

O executivo ainda destaca que o Empresa Fácil é uma plataforma pensada e desenvolvida para facilitar o dia a dia de novos empreendedores. “Nossa solução traz tecnologia inovadora que reduz a burocracia dos processos, fomenta o desenvolvimento econômico e aumenta a arrecadação dos municípios”.  

Empresa Fácil é a única plataforma que oferece o estudo de viabilidade a novos empreendedores
Cedric Monroe Pereira, Executivo Comercial da Valid Cities. Foto: Divulgação

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Bebida na Porta busca crescer no ABCD

Com venda expressiva na região, a startup Bebida na Porta entrega mais de 200 bebidas geladas na casa das pessoas visa ampliar as entregas nas cidades que compõem o ABCD.

Segundo o IBGE, a região que compreende as cidades de São Bernardo, São Caetano, Santo André e Diadema tem aproximadamente 2,8 milhões de moradores. Esse número é muito expressivo para qualquer empresa, ainda mais para uma que oferta produtos de consumo universal. Seja água, sucos ou refrigerantes para as crianças, seja aquela cerveja do fim de semana para os adultos, a startup Bebida na Porta entrega de forma rápida, mais barata que em muitos pontos e com o diferencial de estar gelada, para consumo imediato.

Atualmente o ABCD representa 17% das vendas totais da marca mensalmente, porém estudos da empresa apontam para um horizonte muito maior diante do enorme potencial que existe nas cidades próximas à capital, onde a Bebida na Porta tem loja pronta para atender à demanda.

A tecnologia tem ajudado as empresas e pessoas. Graças a ela, surgem novos modelos de negócios que deixam a vida dos consumidores mais fácil. A rotina está cada dia mais corrida, as pessoas a cada dia têm menos tempo. Isso é o que motiva a Bebida na Porta a buscar crescimento em várias praças, afinal o serviço da empresa leva bebida de qualidade, com custo menor que em muitos estabelecimentos e o melhor, gelada!

“Nós já conhecemos bem o mercado do ABCD, sabemos o que as pessoas mais pedem durante a semana e o que mais pedem durante o fim de semana. Temos uma logística preparada para cumprir o nosso objetivo, que é entregar um produto mais rápido, barato e gelado na porta da casa dos nossos clientes”, afirma Jessica Gordon, CEO do Bebida na Porta.

Sobre o Bebida na Porta

O Bebida na Porta nasceu da necessidade de uma família de empreendedores que consumiam bebidas apenas por conveniência pagando caro por isso. A ideia, então, foi unir preço baixo e todos os tipos de bebidas, tanto alcoólicas quanto não alcoólicas, além de carvão, gelo, cigarro e snacks, num só lugar a preços de supermercados e com entrega rápida e gelada. A startup possui parceria estratégica com o iFood e tem um aplicativo próprio, bem como conta com quatro lojas para atender à demanda de São Paulo e ABC.

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Jessica Gordon – CEO e Founder do Bebida na Porta. Foto: Divulgação

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Tecnologia 5G deve revolucionar IoT e chatbots no Brasil

O 5G é a quinta geração da tecnologia de internet móvel, que vai substituir o atual 4G e promete velocidade superior a 100 vezes, quando comparada a rede atual. Com a chegada da atualização da rede móvel, muitas perguntas são feitas sobre seu funcionamento e quais benefícios os usuários terão na sua utilização.

Segundo o especialista em programação e CEO da Ubots, Rafael Souza, o 5G não só trará melhorias para o serviço de internet móvel, como vai transformar a forma de comunicação humana, permitindo conexão e interação entre humanos e dispositivos eletrônicos, os tornando “um só”: a já conhecida Internet das Coisas pode avançar ainda mais. 

“O 5G é mais um passo da evolução tecnológica e promete trazer mais agilidade de downloads e uploads, além de mais estabilidade de conexão. Para o mercado de tecnologia, as possibilidades também são grandes. Estamos vendo o crescente investimento em IoT (Internet das Coisas) o que vai nos trazer novas perspectivas para o futuro” explica Souza.

A relação do 5G com os chatbots

O 5G será um marco no mundo tecnológico e abrirá portas para muitas novidades e avanços no setor e isso inclui o serviço de chatbots. O uso de chatbots é uma realidade no setor de atendimento de muitas empresas, que aderiram à tecnologia nos últimos anos, substituindo o tradicional telemarketing. 

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas passaram a realizar suas atividades por meio do ambiente virtual e, isso, levou as empresas a buscarem soluções para atender às novas demandas, aumentando a utilização dos chatbots.

Segundo o CEO da Ubots, em 2019, cerca de 60 mil chatbots entraram no mercado, enquanto em 2020 esse número quase dobrou, atingindo a marca de 101 mil. Corroborando estes dados, uma pesquisa realizada pela empresa MarketsandMarkets, apontou que o mercado teria um crescimento de US$2,6 bilhões em 2019 para US$9,4 bilhões até 2024.

Com relação ao impacto que o serviço vai sofrer com a chegada do 5G, o especialista em programação, diz que espera avanços no modo como os bots atuam hoje.

“A tecnologia promete oferecer mais agilidade no carregamento de mensagens e transmissão de informações, com menos interferências e sem problemas de conexão. Com isso, o tempo que os clientes terão que esperar para que suas demandas sejam resolvidas vai ser reduzido, bem como o tempo de execução da máquina para realizar as operações”, explica o CEO. 

Para o especialista, com a agilidade na comunicação e a menor latência na transmissão de informações, será possível ver o fortalecimento de algumas tendências no relacionamento entre empresas e clientes. Dentre elas, está a utilização da voz no processo de atendimento e a possibilidade de usar vídeos para ampliar os recursos. 

O caminho até o 5G

Você já imaginou baixar filmes em menos de dez segundos, realizar uma cirurgia sem a presença de médicos, ou ver sua geladeira fazendo um pedido de compras ao perceber que está ficando vazia? Isso tudo pode virar realidade graças ao 5G.

A nova tecnologia vai dar um salto enorme, se comparada ao atual 4G, pois possibilitará que as operadoras utilizem bandas de frequência mais altas, acima de 3GHz, as quais nunca haviam sido utilizadas. 

Este avanço vai proporcionar maior capacidade para o 5G, resultando em uma alta velocidade na navegação pela internet, nos downloads e uploads de arquivos, baixa latência, maior rapidez na transferência de dados, redução no tempo de resposta entre diferentes dispositivos e mais estabilidade nas conexões. 

Para Souza, os principais benefícios que a nova tecnologia vai trazer para seus usuários, são:

Velocidade: estima-se que o 5G vai ser 100 vezes mais rápido que as tecnologias utilizadas atualmente;

Cobertura: maior cobertura de sinal, ampliando seu acesso a mais pessoas e aumentando o número de usuários conectados simultaneamente, sem perda da qualidade de conexão;

Economia de bateria: maior eficiência no consumo de energia e aumento na autonomia da bateria dos dispositivos que suportam a rede, como “modems” e celulares; 

Largura de banda: em relação à quantidade de dados que podem ser transmitidos; 

IoT: com a evolução das conexões vai ser possível ter uma ampliação na utilização de outras tecnologias.

A Internet das Coisas já pode ser observada através de aparelhos como smartwatches e a assistente Alexa, da Amazon. Porém, com a chegada do 5G, haverá uma revolução na utilização de outros dispositivos, como fogões, máquinas e até berços para monitoramento de bebês.

Além disso, vários segmentos serão impactados, como o automotivo, médico e industrial, os quais serão beneficiados pela gama de possibilidades que o 5G permitirá. Em suma, qualquer dispositivo poderá ser interligado aos humanos, através de uma rede de conexão e o 5G será o responsável por esse salto, que promete mudar a forma como vivemos hoje. 

Hoje, o 5G já está em pleno funcionamento em vários países como, Austrália, Alemanha, Japão, Arábia Saudita, Reino Unido, Estados Unidos e Coreia do Sul. O último país citado, inclusive, já lidera o ranking de consumo de dados móveis e na média de velocidade atingida, segundo pesquisa feita pela OpenSignal

O Brasil e o 5G

A nova tecnologia ainda não está disponível no país e, para ela ser oficialmente distribuída para a população, será necessário que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) realize o leilão das faixas de frequências, que está previsto para ocorrer ainda em 2021.

Atualmente, várias operadoras já oferecem o serviço, contudo, ainda não se trata do verdadeiro 5G, mas de testes feitos pelas operadoras, que utilizando as mesmas frequências do 4G, disponibilizam o chamado 5G DSS (compartilhamento dinâmico de espectro, da sigla em inglês). Com essa tecnologia, é possível entregar algo similar, ou seja, seus usuários já podem desfrutar de uma velocidade e conectividade parecidas com o que o 5G vai proporcionar. 

Souza salienta que o Brasil está apto para atender às novas demandas, mas ressalta que o país terá de passar por uma adaptação.

“Acredito que estamos preparados para receber o 5G, mas, assim como ocorre com qualquer nova tecnologia, nós teremos um período de adaptação. Na telefonia, um dos problemas perceptíveis em relação a isso é a necessidade de hardwares específicos. No momento, só é possível utilizar os benefícios da quinta geração, através de equipamentos que possuam tal capacidade”, explica o programador.

Para aqueles que buscam aparelhos que atendam a essa nova realidade, já é possível encontrar alguns modelos de smartphones no mercado, como Motorola, Apple, Xiaomi, Samsung e Asus. Souza explica que com a chegada da nova rede, será possível investir em novas infraestruturas e, consequentemente, obter mais qualidade nos serviços de internet prestados no país. 

Segundo o ranking mundial de internet realizado pelo site Speedtest, hoje, o Brasil ocupa as posições 74ª e 49ª, no quesito rede móvel e banda larga fixa, respectivamente. De acordo com informações apuradas no site do Governo Federal, o 5G deve estar em pleno funcionamento no país em julho de 2022, atendendo as 26 capitais mais o Distrito Federal.

Sobre Ubots

Fundada em 2016, a Ubots surgiu da vontade de utilizar a tecnologia para facilitar a comunicação de grandes empresas com seus clientes. Para otimizar esse resultado, a Ubots utiliza plataforma própria desenhada para cenários de atendimentos, tanto para uso de agentes humanos, chatbots ou atendimento híbrido, quanto utiliza inteligência artificial. De origem gaúcha, a startup possui clientes no Brasil e Chile e já participou de programas de aceleração, como: Scale Up Endeavor, BNDES Garagem, StartOut Brasil,WesterWelle Foundation, Cubo do Itaú, entre outros. Mais informações no www.ubots.com.br

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Tecnologia 5G deve revolucionar IoT e chatbots no Brasil
Tecnologia 5G. Rafael Souza é especialista em programação e CEO da Ubots

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Roubo de criptomoedas: como se defender?

Os ciberataques envolvendo roubo de criptomoedas – como as bitcoins, a mais famosa delas – se tornaram mais recorrentes durante a pandemia de Covid-19 e devem estar no foco das atenções de corporações de segurança cibernética, governos e sociedade em 2021. O primeiro passo é compreender o modus operandi desse tipo de investida, para saber como se prevenir e se defender.

Com mais de 25 anos de experiência em cibersegurança, Sandro Süffert ressalta que o problema ocorre em escala global, e o Brasil não está imune. Süffert é fundador e CEO da Apura, empresa brasileira especializada em prevenção, monitoramento e combate a ciberataques. A equipe de especialistas da Apura elaborou uma lista com as formas mais comuns de ocorrências envolvendo as criptomoedas:

1. Phishing, a forma preferida

A forma mais comum continua sendo o phishing, ataque em que o criminoso envia um e-mail, SMS ou mensagem em rede social contendo um link malicioso que, quando clicado, leva a vítima para um site falso. Assim, toda negociação de criptomoedas que essa pessoa realizar no site será enviada para a carteira do criminoso. Portanto, muito cuidado com mensagens que receber. Antes de clicar em qualquer link, certifique-se da veracidade.

2. Perfis falsos

Outra modalidade que tem se tornado bastante comum é a de perfis falsos em redes sociais, se passando por pessoas de destaque no mundo da negociação de criptomoeda. Esses perfis oferecem falsas oportunidades. Um exemplo recorrente: se a vítima depositar certa quantia em criptomoedas na carteira do suposto negociador, receberá o valor dobrado em determinados dias. A pessoa que fizer o depósito, obviamente, jamais receberá a quantia e ainda terá perdido o valor depositado. Caso seja contactado por ofertas assim, não efetue depósito algum.

3. Aplicativos falsos

Há também aplicativos falsos, para dispositivos móveis, que remetem a lojas alternativas de aplicativos. Esses aplicativos falsos se passam pelos legítimos de empresas respeitáveis no ramo das criptomoedas. Porém, quando a vítima instala um deles em seu dispositivo, todas as negociações realizadas por meio do aplicativo falso serão desviadas para o criminoso responsável. Às vezes, até mesmo um aplicativo com todos os requisitos de legitimidade é usado para desviar recursos. Em março, um aplicativo encontrado na App Store da Apple, que supostamente deveria ser utilizado para checar o saldo de contas em Bitcoins em dispositivos da empresa Trezor, foi utilizado para desviar mais de 600 mil dólares de um investidor que baixou o aplicativo acreditando estar seguro. A orientação é baixar aplicativos sempre a partir de lojas oficiais, ou dos sites da própria fornecedora do aplicativo. E mesmo aplicativos de procedência certa só devem ser baixados quando se tiver a certeza da idoneidade dos desenvolvedores, pois muitas vezes eles fazem uso de brechas para enviar aplicativos maliciosos para as lojas oficiais.

4. Uso de malwares

Existem ainda ataques mais sofisticados que envolvem o uso de malwares para realizar o roubo das criptomoedas. Estes malwares são desenvolvidos exclusivamente com esse objetivo. Eles podem atuar de diversas formas: substituindo páginas legítimas que a vítima acessa por versões falsas controladas pelos criminosos; podem trocar endereços para transação copiados de alguma página para a área de transferência por endereços definidos pelos atores; roubar as chaves de acesso das vítimas às carteiras de criptomoedas; podem, inclusive, desviar recursos computacionais do sistema da vítima para minerar criptomoedas sem que ela tenha conhecimento disso.

Um malware recém-descoberto pela empresa Avast foi o HackBoss, que acredita-se já ter faturado mais de 600 mil dólares com o roubo de criptomoedas. Quando o HackBoss é executado, ele busca por endereços de carteiras digitais com criptomoedas. O endereço dessas carteiras é copiado para a área de transferência e quando o malware detecta o endereço de uma outra carteira, substitui, desviando estes recursos para os criminosos. Para evitar cair nessa armadilha, confirme a veracidade de sites e e-mails, desconfiando de mensagens propondo vantagens ou supostamente amigáveis. Em casos suspeitos, nunca forneça senhas e nem outros dados. Ferramentas de proteção em seu dispositivo também ajudam na prevenção.

5. Sequestro de dados

Além do roubo de criptomoedas, outra frente de ataques envolvendo moedas digitais ocorre quando o criminoso exige o pagamento de dados sequestrados por meio de criptomoedas propriamente ditas. Segundo a equipe da Apura, a exigência de pagamento de resgate de dados sequestrados por meio de criptomoedas é uma estratégia para evitar a rastreabilidade e, por consequência, dificultar a identificação dos promotores dos ciberataques.

Sandro Süffert ressalva que o fato de as criptomoedas figurarem como ferramenta ou alvo cada vez mais preferidos por cibercriminosos não significa que as moedas digitais sejam, por natureza, vulneráveis. O que ocorre é o constante movimento de sofisticação dos ciberataques – os criminosos regularmente procuram alternativas para pôr em prática suas investidas.

O especialista cita o exemplo do Pix, sistema adotado pelo Banco Central do Brasil, de reconhecida segurança e eficiência. Justamente pela confiabilidade, atrai usuários e, por tabela, faz os cibercriminosos identificarem um nicho potencial para suas ações.

Por isso, reforça Süffert, a segurança cibernética deve envolver participação, cooperação e envolvimento de vários atores sociais – governos, empresas e sociedade de uma forma geral. “Precisamos desenvolver uma cultura de cibersegurança”, assinala.

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Sandro Suffert, da Apura S/A. Foto: Divulgação

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