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Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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E-commerce acelera tecnologia e competitividade na logística

Nos próximos quatro anos, faturamento com dark rooms deve ultrapassar US$ 25 bilhões. Saiba sobre como o E-commerce acelera tecnologia e competitividade no setor de logística.

São Paulo, setembro de 2021 — O mercado brasileiro de comércio eletrônico vive, em 2021, uma de suas maiores expansões entre os consumidores. A popularidade do e-commerce é tanta que, segundo o relatório de inteligência de mercado Neotrust, os três primeiros meses deste ano registraram aumento de 57% nas compras virtuais na comparação com o mesmo período do ano passado. Mas, para garantir que essa expansão mantenha agilidade e qualidade no transporte e na distribuição de mercadorias, são necessários investimentos financeiros cada vez maiores em tecnologia de ponta.

Os dark rooms (ou “quartos escuros”, em tradução livre) são exemplos práticos dessa demanda tecnológica dentro do setor de logística. Os armazéns são ambientes ausentes de iluminação, já que, internamente, não há presença humana, e que prezam pela produtividade por meio da automação das operações dos processos logísticos. Assim como os tradicionais galpões, os dark rooms estão sendo usados para armazenamento com uma frequência cada vez maior em razão do crescimento dos pedidos de compras pela internet.

Um dos benefícios dos dark rooms que podem ser vistos no dia a dia dos brasileiros é a entrega de produtos no prazo de 24 horas. Conforme estudo da empresa de consultoria Logistics IQ, por causa dessa exigência dos consumidores pela velocidade, o faturamento do setor de armazéns automatizados já vai ser de US$ 27 bilhões em 2025.

Segundo Guilherme Juliani, que é CEO do Grupo MOVE3, os dark rooms representam facilidade significativa para o setor. “Com essa tecnologia, é possível otimizar recursos, pois há um aproveitamento dos espaços para estantes e outros equipamentos, e a mão de obra humana é destinada para áreas mais técnicas, ganhando em custo pessoal e em qualidade do serviço”, destaca. O Grupo MOVE3 engloba as empresas Flash Courier, Moove+, Moove+ Portugal, Jall Card e M3Bank.

O uso de dark rooms aumenta a competitividade pelos espaços físicos, que estão cada vez mais valorizados entre as empresas. Prova disso é o levantamento da consultoria Cushman & Wakefield. De acordo com ele, a taxa de desocupação do mercado logístico é a menor dos últimos tempos no Brasil, com a marca de 12,6% de desocupação no País.

Vagas de hoje 18 de março 2021

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“É interessante saber que nós, que fazemos logística diariamente, estamos ocupando mais espaços e diminuindo, expressivamente, por exemplo, a taxa de desocupação de galpões no Brasil. Para além da competitividade, isso significa que o setor está se aperfeiçoando, o que, ao final, acaba sendo positivo para quem trabalha nesse segmento”, afirma.

Do início da pandemia até agora, o Grupo MOVE3 vem crescendo bastante, estando prestes a alcançar a marca de 10 milhões de entregas mensais. Para o CEO do grupo, essa capacidade é fruto da conexão entre o desejo do consumidor e o aprimoramento tecnológico. “Temos certeza que usar os dark rooms em nossos processos logísticos ampliou nossa capacidade produtiva. A partir deles, conseguimos supervisionar os estoques em tempo real e, assim, atender os clientes de forma ainda mais rápida. A presença do consumidor na internet, principalmente os da geração Z, vai seguir abrindo possibilidades. Se realizávamos 8,5 milhões de entregas por mês e, agora, fazemos 10 milhões, é porque nos reinventamos”, considera Guilherme.

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Sobre o Grupo MOVE3

O Grupo MOVE3 está presente no mercado há mais de 25 anos e é referência em logística no Brasil. Sediado em São Bernardo, no ABC Paulista, opera em um espaço de mais de 20 mil m². Entre as empresas que fazem parte do grupo está a Flash Courier, líder no setor bancário e com uma carteira de clientes composta por agências financeiras, bancos, empresas de ingressos, gestoras de benefícios como vale alimentação, refeição e transporte, planos de saúde, entre outros segmentos, além da Moove+, Moove+ Portugal, a gráfica Jall Card e a fintech M3Bank. Para se ter uma ideia da proporção da operação, atualmente, a malha de distribuição realiza em torno de 10 milhões de entregas por mês.

Nos últimos anos, o Grupo MOVE3 investiu pesado em tecnologia e inovação – como robótica, mobile, big data, automação e sharing economy – e no processo de adaptação às novas exigências do governo, em especial as obrigações de CT-e, MDF-e e SPED, que de maneira geral, têm o objetivo de garantir a transparência e a segurança durante o transporte. Além disso, a empresa está licenciada para operar no mercado de logística e distribuição de produtos certificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), segmento que tem impulsionado ainda mais o crescimento da empresa.

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E-commerce acelera tecnologia e competitividade na logística
E-commerce acelera tecnologia e competitividade na logística. Foto: Reprodução/Freepik

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Crediário Digital é um movimento irreversível

Flávio Oliveira, Diretor de Desenvolvimento e Tecnologia da 4Mooney Tecnologia e Inovação para o Mercado Financeiro, é autor de Crediário Digital é um movimento irreversível,

O Mercado de Varejo é sem dúvida nenhuma o mercado que mais demanda novidades e/ou novas maneiras de se incrementar o clássico de suas atividades “Vender Mais, para Lucrar mais”.

A latente necessidade de “Vender Mais” impulsiona o varejo nas mais diversas direções em um mercado globalizado onde o Marketing se torna um clássico segmento de “Manada” e, globalmente, apenas alguns criam. E muitos outros acabam complacentemente seguindo este movimento, sem mesmo entender porque ou que está sendo feito.  Em uma aspiral, muitas vezes, invertida onde gigantes esforços levam os resultados financeiros a um pífio ponto ao fim de uma jornada inócua.

Em certo momento surgem alguns movimentos que realmente merecem crédito, principalmente, se entendermos para que foi direcionado e sobre uma ótica mais oblíqua de análise para quem ele foi criado.

O Crediário Digital é um movimento genialmente criado quando analisamos seu Mercado alvo. Um Mercado Fundamental à economia mundial e que, no Brasil, representa a maior contenção de potencial de consumo. Devemos lembrar, ainda, o conceito lúdico dos carnês tradicionais que foram a base do crescimento do varejo durante décadas consecutivas.

Para os usuários do cartão de crédito. O crediário digital pouco vai influenciar, principalmente porque transfere para o tomador desta modalidade de crédito todos os encargos, juros, taxas e demais fatores de risco que necessitam ser atenuados. Quando no cartão de crédito todos estes encargos ficam por conta e responsabilidade da entidade de varejo. Somente neste quesito o varejo já sai ganhando muito, na casa dos bilhões anualmente.

Sendo nossa capacidade mental suficiente para vislumbrarmos o que existe por trás desta modalidade com aparência inocente e uma eficácia tão profunda em seu contexto verdadeiro. Diremos…. Kasparov arquitetou este movimento sequencial quase que perfeito.

O crediário digital sacia o desejo do terceiro maior mercado de consumo no Brasil, mercado que possui maior potencial de aquisição de bens de conforto e equiparação social.

Estamos falando dos ‘desbancarizados’, dos que têm cartões de crédito com limites muito pequenos, dos que preferem deixar o cartão de crédito para uma emergência, dos que possuem um cartão de crédito originado nas relações de afinidade e/ou os que entendem que se tiverem problemas de incapacidade financeira momentânea o crediário digital não vai afetar a funcionalidade de seu cartão de crédito.

Crediário Digital é um movimento irreversível. Estrategicamente perfeito, mas com uma armadilha poderosa aos que seguem este caminho no conceito de “Manada”. A análise de crédito usada atualmente para outras formas de fornecimento de crédito é superficial, fraca e incapaz de aquilatar perfeitamente o comportamento sócio financeiro dos novos mercados ou aos mercados derivativos agregados  a este produto.

Para que o sistema de Crediário Digital se torne uma revolucionária forma de vender, caracterizando-se como um performático retorno vintage aos carnês de pagamento deve-se agregar ao processo uma Inteligência mais que inerente e um modelo Cognitivo capaz de mensurar perfeitamente o potencial de cada indivíduo do sistema. Evitando assim que o sistema venha a contracenar com os riscos de uma potencial degeneração de mais uma solução genialmente criada, mas que necessita de uma evolução em seus bastidores.

Pois já não bastam os dinossauros que foram extintos por algo que vinha de longe e não parecia perigoso. O Crediário Digital não pode correr este risco.

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Estacionamento Digital já disponibiliza pagamento da zona azul

Responsável pela gestão de estacionamento rotativo em 27 cidades do país, a Estacionamento Digital, parte da vertical de Smart Cities da multinacional brasileira Valid, inova mais uma vez e disponibiliza o pagamento da zona azul via PIX em todo Brasil. 

A modalidade já está disponível para os usuários no aplicativo, disponível para Android e iPhone, e no site da empresa (www.estacionamentodigital.com.br/pix), acessando a área logada, selecionando sua cidade e clicando em “Comprar créditos”. Há ainda as opções de adquirir créditos nas maquinas utilizadas pela equipe de monitores e nos postos de venda parceiros, basta solicitar o pagamento via PIX.  

O processo é rápido, simples e pode ser feito por banco tradicional ou uma conta digital que disponibilize ao usuário a opção de ativar chaves PIX. Ao final da transação, o banco ou a carteira digital utilizada exibirá uma mensagem de confirmação do pagamento. Caso tenha alguma dúvida, verifique seu extrato para confirmar a transação concluída e os créditos disponíveis na sua conta da Estacionamento Digital. 

Para os usuários da zona azul, esta é mais uma opção de adquirir crédito para usar as vagas rotativas. As principais vantagens desta modalidade são a simplicidade, uma vez que basta gerar o código PIX nos canais da Estacionamento Digital e realizar o pagamento, sem precisar cartão ou emitir boleto, e a agilidade, os créditos são disponibilizados na conta em até 10 segundos e não há mais a necessidade de esperar dois dias pela compensação do boleto bancário.  

Outro benefício importante é a segurança. O PIX é um meio de pagamento regulamentado pelo Banco Central, foi desenvolvido sobre uma camada robusta de segurança, com ferramentas que garantem a confidencialidade e a autenticidade das informações. Todas as transações acontecem por mensagens criptografadas e assinadas digitalmente, o que previne fraudes e protege os dados das partes envolvidas.  

Sobre a Valid   

A Valid entrega soluções de confiança com inovação e tecnologia de ponta. Nossa inteligência está nos seus documentos, cartões, smartphone e até mesmo nas transações que você realiza.   

Reconhecer e legitimar você é o nosso cotidiano!  

Com mais de 60 anos de experiência no mundo todo, construímos um legado muito forte que não para de crescer e, hoje, somos mais de 6.000 colaboradores, em 16 países, trabalhando para oferecer um mundo mais confiável e seguro.   

No Brasil, somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta.   

Estamos organizados em 4 verticais de negócios:  

Valid ID – Identificação  

Valid Cities – Cidades Inteligentes  

Valid Link – Conectividade  

Valid Pay – Meios de pagamento  

O que queremos é transformar o hoje e o amanhã.   

Se você se identifica com essa evolução, você se identifica com a Valid.  

Valid – Trust Powerhouse  

Para saber mais, acesse www.valid.com 

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Bolsas de Estudo: Editech oferece mil em curso de tecnologia voltado para jovens

Inscrições para curso, e bolsas de estudo, oferecido pela Digital House vão até 1º de julho

Relatório da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) aponta que a área de Tecnologia da informação (TI) demandará 420 mil profissionais até 2024. Para suprir essa demanda, seria necessário capacitar, anualmente, pelo menos, 70 mil pessoas para atuar em carreiras, como desenvolvimento de software, engenharia de redes e ciências de dados. No entanto, o Brasil forma apenas 46 mil profissionais por ano na área.

Atenta a essa realidade, a Digital House, em parceria com o Mercado Livre e a Globant, criou o Certified Tech Developer, curso destinado a jovens que acabaram de concluir o ensino médio e precisam de uma qualificação para se colocar no mercado de trabalho. “O curso foi desenvolvido para que, em um período de dois anos, o aluno adquira todos os conhecimentos técnicos necessários para sua inserção no mercado da indústria tecnológica”, explica Sebastian Mackinlay, CEO da Digital House Brasil.

As inscrições para a segunda edição do Certified Tech Developer, cujas aulas têm início em 9 de agosto, estarão abertas até 1º de julho de 2021. Para esta edição do programa, serão concedidas 1000 bolsas de estudo de 95%. O programa quer atrair, principalmente, estudantes de baixa renda, mulheres e outras minorias para a área da tecnologia. Os candidatos deverão cumprir as etapas do processo seletivo conforme prazos informados durante o processo. Quanto antes conseguirem concluir todas as etapas, mais chances de serem contemplados com uma das bolsas. A primeira edição do programa teve mais de 45 mil inscritos para 250 bolsas, uma relação de 180 candidatos por vaga.

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O CEO da Digital House enfatiza que na América Latina existe uma crescente demanda por perfis com especialização tecnológica e uma baixa porcentagem de jovens que se capacitam para trabalhar nesta indústria, especialmente, nas camadas mais carentes da população. “Nesse sentido, o Certified Tech Developer vem atender a demanda urgente do mercado por mão de obra qualificada e, com a concessão de bolsas, oferecer ao jovem de baixa renda a oportunidade de se inserir em uma área cuja taxa de empregabilidade é alta, além da excelente remuneração, que pode transformar a sua condição social”, acredita Mackinlay.

O Certified Tech Developer tem foco na prática e na formação para o mercado de trabalho. De acordo com Mackinlay, a proposta é oferecer ao jovem a possibilidade de ingressar no mercado de trabalho com uma remuneração atrativa, sem que precise fazer um curso universitário. Para isso, o programa se baseia no ensino de habilidades já utilizadas por empresas de tecnologia que são referência no mercado. Além disso, a metodologia de sala de aula invertida, em que o aluno estuda a parte teórica nos momentos fora da aula e usa o período de aula para praticar, dá a oportunidade para que o indivíduo tenha contato e busque soluções para problemas reais desde as primeiras aulas.

“O curso foi estruturado para que, durante o primeiro ano, o aluno estude de forma intensiva a fim de que, ao final deste período, ele tenha conhecimentos suficientes para ingressar imediatamente no mercado de trabalho. Já no segundo ano, a carga horária se torna menor e mais flexível para que o aluno consiga conciliar trabalho e estudo”, salienta o executivo.

Vagas de hoje 18 de março 2021

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Cenário
Somente entre os meses de março e setembro de 2020, o país fechou 897 mil vagas com carteira assinada, de acordo levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A maior parte das baixas aconteceu nos setores de Serviços e Comércio. Ao todo, foram perdidas 181 mil vagas de vendedores em lojas e mercados – o dobro do número de vagas fechadas na indústria. Isso sem contar 1,4 milhão de trabalhadores domésticos que perderam o emprego no mesmo período, ainda de acordo com o IBGE.

Tal cenário mostra que se por um lado a crise sanitária provocou a aceleração da chamada transformação digital, por outro ela acelerou também a tendência de extinção de funções consideradas mais mecânicas. Um relatório da consultoria McKinsey estima que funcionários de atendimento ao público em setores como Varejo, Turismo, Alimentação e profissionais de apoio em escritórios terão os cargos ameaçados de extinção até 2030. Serão 100 milhões de vagas a menos apenas nos oito países que foram foco de estudo da consultoria.

O fato é que as funções mecânicas tendem a ser substituídas pela tecnologia e a transição de emprego e mesmo a inserção no mercado de trabalho irá demandar mais estudos. Nesse contexto, jovens, minorias e aqueles com menor educação formal serão os mais prejudicados. “Tudo isso mostra a urgência da necessidade de as pessoas buscarem, desde já, alternativas para manterem a sua empregabilidade no pós-pandemia. Levando em conta que a automação das atividades é um caminho sem volta, as carreiras digitais se tornam uma das alternativas mais viáveis”, acredita o CEO da Digital House.

SERVIÇO
Curso Certified Tech Developer
Inscrições: de 1/6 a 1/7 pelo site https://www.digitalhouse.com/br/bolsas/certifiedtechdeveloper
Início das aulas: 9/8

Vagas de hoje 17 de março 2021

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Bolsas de Estudo: Editech oferece mil em curso de tecnologia voltado para jovens
Inscrições para curso, e bolsas de estudo, oferecido pela Digital House vão até 1º de julho. Foto de ThisIsEngineering no Pexels

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Rhodia, empresa do Parque Tecnológico de Santo André, lança novo fio têxtil de fonte renovável

Inovando em novas tecnologias, a Rhodia, empresa do Grupo Solvay, localizada em Santo André, lançou mundialmente nesta semana o Bio Amni, primeiro fio têxtil de poliamida parcialmente de fonte renovável desenvolvido na América Latina. Trata-se de uma nova poliamida 5.6 produzida na unidade industrial da empresa.

O desenvolvimento desta tecnologia segue a tendência global da crescente demanda e movimentação de mercado por mais produtos têxteis sustentáveis. Para a criação do novo produto, as equipes de pesquisa e inovação da Rhodia trabalharam em um projeto que consumiu dois anos e investimentos da ordem de R$ 20 milhões.

“Assim como as empresas aqui instaladas, a Prefeitura também tem total preocupação com as causas do meio ambiente e sustentabilidade. A Rhodia engrandece ainda mais este nosso trabalho de termos uma cidade mais sustentável, inteligente e próspera”, comentou o prefeito Paulo Serra.

O setor têxtil tem três principais desafios em relação ao meio ambiente e à sustentabilidade: os recursos, o processo produtivo e o descarte. A Rhodia já conta com alternativas sustentáveis no processo produtivo, com o uso de fontes de energia mais limpas, circuitos fechados e zero emissão de efluentes para o meio ambiente em sua unidade industrial de Santo André.

“A sustentabilidade é um dos principais drivers do mercado têxtil global, demandando soluções e produtos que agreguem valor a toda a cadeia de consumo – desde sua base até o consumidor final dos artigos têxteis – e ao mesmo tempo reduzam o impacto no meio ambiente. A Rhodia está fazendo uma evolução importante de portfólio para oferecer aos clientes o que tem de mais inovador atualmente no mercado”, explicou Antônio Leite, vice-presidente global de Fenol e Derivados, Solventes Oxigenados, Poliamida e Fibras do Grupo Solvay.

A partir do lançamento de Bio Amni as fibras têxteis sustentáveis e/ou biodegradáveis da Rhodia chegam a 30% do portfólio. A expectativa da companhia é atingir 50% em um horizonte de três anos.

“Alinhado com as demandas e desafios do Mapa da Economia Paulista e seus setores estratégicos, o Parque Tecnológico de Santo André segue trabalhando firme para fomentar a inovação e as novas tecnologias nas empresas do ABC. Este lançamento deixa muito claro o impacto positivo da pesquisa, desenvolvimento e novas tecnologias na indústria têxtil mundial”, definiu o secretário de Desenvolvimento e Geração de Emprego, Evandro Banzato.

| Texto: Guilherme Menezes e assessoria Rhodia
| Fotos: Divulgação/Rhodia

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SEMANA DOS NAMORADOS COM MUITA ARTE: O PRESENTE DE QUEM AMA ESTÁ NA LDZ

A LDZ, referência no mercado de artes visuais comerciais no Brasil, criou um presente especial para as pessoas que amam desenhos animados, histórias em quadrinhos , escultura e ilustrações: entre os dias 07 e 14 de junho, na semana dos namorados, todos que se matricularem nos cursos na “semana do amor LDZ Escola”, ganham 40% nas mensalidades por 6 meses.  Sem a necessidade de espaços físicos para a criação de cenas ou a presença de atores, com exceção da dublagem, que requer menos contato, a produção de conteúdo animado de séries, longas, institucionais, videogames e histórias em quadrinhos se manteve em funcionamento, assim como produção de ilustrações, belas artes e esculturas para diversos fins.

SEMANA DOS NAMORADOS

O amor e a arte tratam de emoções e valem a pena ser compartilhados! Faça o curso que você ama e siga o rumo profissional da arte. Além de ser um presente super original, será para sempre. O desconto será dado para todos que chegarem pela arte da propaganda até dia 14 de junho. 

Nestes cursos, os artistas contarão com a mentoria de professores atuantes no mercado de animação. A LDZ Escola é o centro de treinamento autorizado da Toonboom Animation no Brasil. Seus alunos também têm 84% de desconto na licença de uso das ferramentas do software. As inscrições devem ser realizadas através do whatsapp (21)98187-3749.

“O que gostaria de ressaltar é a importância da produção das artes no cenário atual e suas adversidades, sobretudo no que diz respeito ao isolamento social. Realizar uma produção à distância, neste contexto de pandemia, é um processo bem diferente, mas ainda assim, muito potente, uma vez que o processo envolve uma readaptação e muita criatividade”, afirma Lipe Diaz.

O ponto de partida para grandes inovações na história sempre foi a criatividade para lidar com os obstáculos que se apresentam diante de nós. Mas foi com o avanço da tecnologia que o “ser criativo” foi elevado a uma importância ainda maior para o mercado de trabalho em várias áreas, e isso passou a impulsionar o setor produtivo

Sobre Lipe Diaz

Lipe Diaz é  formado em desenho industrial. Aprendeu a desenhar praticando e fazendo cursos. Hoje, além de produzir quadrinhos para o mercado internacional, é um empresário, dono da escola de artes visuais há 10 anos. Tendo trabalhado para a Marvel Games e outras empresas multinacionais antes de abrir o estúdio-escola com seu nome, e trazendo os Quadrinhos como grande paixão, ele desenvolveu projetos com vários profissionais de destaque no mercado, como o ex-editor da revista Wizard Magazine e roteirista da Marvel Comics, Buddy Scallera, Andrew Coppola e Marta Tanrikulua, que abordaram desde graphic novels e épicos históricos a conteúdo de relevância didática para o papel de mulheres de destaque na história norte-americana. Atualmente, está produzindo páginas para o mercado britânico e almeja sempre expandir cada vez mais o alcance de suas ações.

Sobre o software ToonBoom 

Reconhecido e utilizado pelos principais estúdios de animação do mundo, o Harmony17 tem oferecido o que há de melhor no mercado de animação 2D, capacitando, há 25 anos, desde produções completas até estudantes, freelancers, artistas e animadores profissionais.

A escola LDZ é o único centro autorizado no Brasil para treinamento no ToonBoom Animation (https://www.toonboom.com/education/authorized-training-centres), software utilizado pelos grandes estúdios de animação no mundo.

Saiba mais em Site Oficial e @artecult

LDZ Escola:

Instagram:@ldzescola
Visite o site: https://www.lipediaz.com/nossa-escola 

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Cibercrimes: manipulação psicológica envolve 40% dos casos

A Verizon, gigante norte-americana do ramo de telecomunicações, acaba de lançar um detalhado relatório sobre cibercrimes e violação de dados com material coletado em 88 países.

O Relatório de Investigação de Violação de Dados 2021 (do inglês Data Breach Investigations Report – DBIR) tem como objetivo mapear incidentes mais comuns relacionados a uma série de crimes cibernéticos que puderam gerar violação de dados. Foram analisados 79,635 incidentes, dos quais 29,207 se encaixaram nos padrões de avaliação pré-estabelecidos de análise; e foi possível confirmar 5,258 casos de violação de dados.

“O DBIR não tem o objetivo de predição de crimes, mas é um material detalhado para ajudar e criar estratégias de segurança para se enfrentar um futuro incerto”, diz a equipe de edição do relatório.

E os dados apresentados realmente chamam a atenção. Mapeando o “padrão” de violações mais recorrentes, a DBIR aponta que próximo de 40% das ocorrências envolveram engenharia social, que é a manipulação psicológica de pessoas para a execução de ações ou divulgação de informações confidenciais. 25% foram ataques via web, normalmente com sites e aplicativos enganosos, e 20% com invasão de sistemas.

Entre as ações mais comuns, 85% das violações envolvem um elemento humano como “vítima” e 61% dos casos tiveram como finalidade o roubo de credenciais. E para espanto de muitos usuários, a maior parte dos ataques, 80%, parte de instituições criminosas altamente organizadas, que buscam de alguma forma lucrar com esses crimes.

“Os cibercriminosos estão cada vez mais especializados e atentos a potenciais vítimas. O DBIR deve ser levado muito a sério para que essas ações criminosas sejam minadas”, explica Sandro Süffert, CEO da Apura Cyber Intelligence.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Apura contribuiu com dados para o relatório da Verizon. A empresa brasileira de cibersegurança tem se especializado cada vez mais no desenvolvimento de ferramentas e estratégias para combater o cibercrime.

A Apura acompanha de perto o cenário de cibercrimes no Brasil. Além de oferecer soluções profissionais para elevar o nível de cibersegurança em empresas, ela também mapeia os eventos para buscar cada vez mais uma visão ampla dos possíveis “gaps” para futuros ataques.

Por exemplo, um dos cenários observados recentemente foi o impacto da pandemia de Covid-19 na cibersegurança. Muitas empresas levaram seus funcionários para o home office, porém algumas delas não se atentaram às questões de segurança, uma vez que as redes domésticas de internet não são providas com todos os elementos de segurança que uma rede empresarial supostamente deve ter. Esse cenário foi um prato cheio para os cibercriminosos.

Esse não foi um evento particular do Brasil. O relatório conseguiu mapear as principais mudanças nos tipos de violações ocasionadas pela pandemia. Em 2020, os casos de phishing, que é uma técnica de engenharia social usada para enganar usuários e obter informações confidenciais, como nome de usuário e senha, aumentaram em mais de 10%. Outro tipo de ameaça que também cresceu durante a pandemia em 2020 (7%) foram os ataques de ransomware, que são malwares que sequestram os dados da vítima, permitindo que os cibercriminosos peçam um “resgate” pela devolução ou não divulgação dos dados.

Para acessar o relatório na sua forma integral, acesse:

https://www.verizon.com/business/resources/reports/dbir/2021/masters-guide/

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Cibercrimes: manipulação psicológica envolve 40% dos casos
Sandro Süffert, CEO da Apura Cyber Intelligence. Empresa brasileira contribuiu com a elaboração do relatório da global Verizon.

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Tecnologia 5G deve revolucionar IoT e chatbots no Brasil

O 5G é a quinta geração da tecnologia de internet móvel, que vai substituir o atual 4G e promete velocidade superior a 100 vezes, quando comparada a rede atual. Com a chegada da atualização da rede móvel, muitas perguntas são feitas sobre seu funcionamento e quais benefícios os usuários terão na sua utilização.

Segundo o especialista em programação e CEO da Ubots, Rafael Souza, o 5G não só trará melhorias para o serviço de internet móvel, como vai transformar a forma de comunicação humana, permitindo conexão e interação entre humanos e dispositivos eletrônicos, os tornando “um só”: a já conhecida Internet das Coisas pode avançar ainda mais. 

“O 5G é mais um passo da evolução tecnológica e promete trazer mais agilidade de downloads e uploads, além de mais estabilidade de conexão. Para o mercado de tecnologia, as possibilidades também são grandes. Estamos vendo o crescente investimento em IoT (Internet das Coisas) o que vai nos trazer novas perspectivas para o futuro” explica Souza.

A relação do 5G com os chatbots

O 5G será um marco no mundo tecnológico e abrirá portas para muitas novidades e avanços no setor e isso inclui o serviço de chatbots. O uso de chatbots é uma realidade no setor de atendimento de muitas empresas, que aderiram à tecnologia nos últimos anos, substituindo o tradicional telemarketing. 

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas passaram a realizar suas atividades por meio do ambiente virtual e, isso, levou as empresas a buscarem soluções para atender às novas demandas, aumentando a utilização dos chatbots.

Segundo o CEO da Ubots, em 2019, cerca de 60 mil chatbots entraram no mercado, enquanto em 2020 esse número quase dobrou, atingindo a marca de 101 mil. Corroborando estes dados, uma pesquisa realizada pela empresa MarketsandMarkets, apontou que o mercado teria um crescimento de US$2,6 bilhões em 2019 para US$9,4 bilhões até 2024.

Com relação ao impacto que o serviço vai sofrer com a chegada do 5G, o especialista em programação, diz que espera avanços no modo como os bots atuam hoje.

“A tecnologia promete oferecer mais agilidade no carregamento de mensagens e transmissão de informações, com menos interferências e sem problemas de conexão. Com isso, o tempo que os clientes terão que esperar para que suas demandas sejam resolvidas vai ser reduzido, bem como o tempo de execução da máquina para realizar as operações”, explica o CEO. 

Para o especialista, com a agilidade na comunicação e a menor latência na transmissão de informações, será possível ver o fortalecimento de algumas tendências no relacionamento entre empresas e clientes. Dentre elas, está a utilização da voz no processo de atendimento e a possibilidade de usar vídeos para ampliar os recursos. 

O caminho até o 5G

Você já imaginou baixar filmes em menos de dez segundos, realizar uma cirurgia sem a presença de médicos, ou ver sua geladeira fazendo um pedido de compras ao perceber que está ficando vazia? Isso tudo pode virar realidade graças ao 5G.

A nova tecnologia vai dar um salto enorme, se comparada ao atual 4G, pois possibilitará que as operadoras utilizem bandas de frequência mais altas, acima de 3GHz, as quais nunca haviam sido utilizadas. 

Este avanço vai proporcionar maior capacidade para o 5G, resultando em uma alta velocidade na navegação pela internet, nos downloads e uploads de arquivos, baixa latência, maior rapidez na transferência de dados, redução no tempo de resposta entre diferentes dispositivos e mais estabilidade nas conexões. 

Para Souza, os principais benefícios que a nova tecnologia vai trazer para seus usuários, são:

Velocidade: estima-se que o 5G vai ser 100 vezes mais rápido que as tecnologias utilizadas atualmente;

Cobertura: maior cobertura de sinal, ampliando seu acesso a mais pessoas e aumentando o número de usuários conectados simultaneamente, sem perda da qualidade de conexão;

Economia de bateria: maior eficiência no consumo de energia e aumento na autonomia da bateria dos dispositivos que suportam a rede, como “modems” e celulares; 

Largura de banda: em relação à quantidade de dados que podem ser transmitidos; 

IoT: com a evolução das conexões vai ser possível ter uma ampliação na utilização de outras tecnologias.

A Internet das Coisas já pode ser observada através de aparelhos como smartwatches e a assistente Alexa, da Amazon. Porém, com a chegada do 5G, haverá uma revolução na utilização de outros dispositivos, como fogões, máquinas e até berços para monitoramento de bebês.

Além disso, vários segmentos serão impactados, como o automotivo, médico e industrial, os quais serão beneficiados pela gama de possibilidades que o 5G permitirá. Em suma, qualquer dispositivo poderá ser interligado aos humanos, através de uma rede de conexão e o 5G será o responsável por esse salto, que promete mudar a forma como vivemos hoje. 

Hoje, o 5G já está em pleno funcionamento em vários países como, Austrália, Alemanha, Japão, Arábia Saudita, Reino Unido, Estados Unidos e Coreia do Sul. O último país citado, inclusive, já lidera o ranking de consumo de dados móveis e na média de velocidade atingida, segundo pesquisa feita pela OpenSignal

O Brasil e o 5G

A nova tecnologia ainda não está disponível no país e, para ela ser oficialmente distribuída para a população, será necessário que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) realize o leilão das faixas de frequências, que está previsto para ocorrer ainda em 2021.

Atualmente, várias operadoras já oferecem o serviço, contudo, ainda não se trata do verdadeiro 5G, mas de testes feitos pelas operadoras, que utilizando as mesmas frequências do 4G, disponibilizam o chamado 5G DSS (compartilhamento dinâmico de espectro, da sigla em inglês). Com essa tecnologia, é possível entregar algo similar, ou seja, seus usuários já podem desfrutar de uma velocidade e conectividade parecidas com o que o 5G vai proporcionar. 

Souza salienta que o Brasil está apto para atender às novas demandas, mas ressalta que o país terá de passar por uma adaptação.

“Acredito que estamos preparados para receber o 5G, mas, assim como ocorre com qualquer nova tecnologia, nós teremos um período de adaptação. Na telefonia, um dos problemas perceptíveis em relação a isso é a necessidade de hardwares específicos. No momento, só é possível utilizar os benefícios da quinta geração, através de equipamentos que possuam tal capacidade”, explica o programador.

Para aqueles que buscam aparelhos que atendam a essa nova realidade, já é possível encontrar alguns modelos de smartphones no mercado, como Motorola, Apple, Xiaomi, Samsung e Asus. Souza explica que com a chegada da nova rede, será possível investir em novas infraestruturas e, consequentemente, obter mais qualidade nos serviços de internet prestados no país. 

Segundo o ranking mundial de internet realizado pelo site Speedtest, hoje, o Brasil ocupa as posições 74ª e 49ª, no quesito rede móvel e banda larga fixa, respectivamente. De acordo com informações apuradas no site do Governo Federal, o 5G deve estar em pleno funcionamento no país em julho de 2022, atendendo as 26 capitais mais o Distrito Federal.

Sobre Ubots

Fundada em 2016, a Ubots surgiu da vontade de utilizar a tecnologia para facilitar a comunicação de grandes empresas com seus clientes. Para otimizar esse resultado, a Ubots utiliza plataforma própria desenhada para cenários de atendimentos, tanto para uso de agentes humanos, chatbots ou atendimento híbrido, quanto utiliza inteligência artificial. De origem gaúcha, a startup possui clientes no Brasil e Chile e já participou de programas de aceleração, como: Scale Up Endeavor, BNDES Garagem, StartOut Brasil,WesterWelle Foundation, Cubo do Itaú, entre outros. Mais informações no www.ubots.com.br

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Tecnologia 5G deve revolucionar IoT e chatbots no Brasil
Tecnologia 5G. Rafael Souza é especialista em programação e CEO da Ubots

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Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Ao mesmo tempo em que o cotidiano e as relações se tornam cada vez mais digitais, os cibercrimes consomem energia, tempo e dinheiro de empresários e de pessoas físicas também. No quesito impacto nas finanças, aliás, o custo médio global de violações registradas entre agosto de 2019 e abril do ano passado, ou seja, nove meses, foi de quase 3,86 milhões de dólares, conforme a 15ª edição do relatório anual do Ponemon Institute, publicada pela IBM Security, que ouviu 524 organizações de 17 países e regiões distintas. No Brasil, o custo médio da violação de dados é de R$ 5,88 milhões (cerca de US$ 1,12 milhão) e vem crescendo: registrou um aumento de 10,5% em relação ao ano anterior, que era de R$ 5,32 milhões.

Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Gráfico: Custo total médio de uma violação de dados por país ou região, incluindo o Brasil. (Imagem em alta no link ao final do texto).

Para acessar o relatório completo, acesse o link: https://www.ibm.com/downloads/cas/RZAX14GX

De tão sério, o assunto ganhou data comemorativa. No dia 28 de janeiro é celebrado, no mundo, o Dia Internacional da Proteção de Dados. “Medo, nunca, mas, atenção, sempre”, alertou Andréa Thomé, diretora de Soluções de Cybersecurity da Everis. “Sejamos críticos e atentos o tempo todo. Nossos dados são uns de nossos bem maiores”, completou a gerente de Segurança da Informação do Banco Safra, Paula Rodrigues. O conselho das profissionais foi dado durante uma live promovida pelo Banco Safra, transmitida pelos canais da instituição. Em pauta, a proteção dos dados bancários, um dos grandes alvos de cibercriminosos. 

Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Conforme Sandro Süffert, fundador e diretor da Apura Cybersecurity Intelligence – uma das maiores empresas de inteligência cibernética do Brasil –, nos últimos 12 meses, dados de órgãos, sites de e-commerce, de mídia social e de telecomunicações vazaram no país. Sandro também participou da live e, segundo ele, existe um processo de enriquecimento do crime organizado a partir dos dados roubados. “Com o processo de digitalização crescente e maximizado ainda mais pela pandemia (da Covid-19), há uma necessidade de troca de informação e não necessariamente se tem os cuidados para garantir a integridade dos dados. É um problema global e realidade no país”, alertou.

Lilian Rodas, do Banco Safra, lembrou, também, que os dados sozinhos não podem ser usados para uma fraude bancária, por exemplo, mas “se consegue usar essa informação para fazer uma engenharia social e capturar as informações sensíveis, como a senha, o número de cartão”. “Você acha que está falando com um banco e aí você passa todas as informações”, alertou. Navegando bem abaixo da superfície, os ambientes da deep e dark web mantêm um ecossistema mundial, em que os dados são trocados ou vendidos. É o famoso mercado alternativo, que se beneficia da compra e das fraudes usando esses dados.

A apropriação de dados acontece na fragilidade. As plataformas guardam informações, mas podem ocorrer brechas. O ataque exige conhecimento do atacante (o popular hacker) e, além disso, conhecimento de que essas vulnerabilidades existem. Às vezes, se levam meses e até anos para o levantamento de todas as informações. Funcionários com acesso aos dados, usando de má-fé, são responsáveis, também, por uma parcela de roubos, mas, em menor escala. “O vazamento pode ser motivado por ‘n’ autores. Vivemos a era digital e, ao mesmo tempo, vivemos a guerra cibernética envolvendo uma série de fraquezas do ambiente tecnológico que pode ser explorada”, destaca Andréa.

Independente do atacante, normalmente os agentes estudam o comportamento do usuário, a exemplo do famoso hacker Kevin Mitnick, que começou sua “carreira” encontrando primeiro no lixo e depois nos computadores de grandes empresas as informações que precisava para invadir o ambiente. Sites oferecendo prêmios, dinheiro de leilões, e-mail sobre alguma herança, na maioria absoluta das vezes, são armadilhas, conforme apresentaram os debatedores da live. “É importante que a população entenda que quanto mais fácil pareça aquele ganho, maior risco. É importante saber se as informações são íntegras, antes de embarcar nessa situação”, disse Paula.

LGPD veio para ajudar

Aprovada em 2018 e valendo no Brasil desde então, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) colocou o país ao lado de mais de 100 nações, estabelecendo limites e condições sobre a coleta, a preservação e o tratamento das informações pessoais. O documento facilitou a defesa das empresas e de usuários comuns que, como a Lei estabelece, podem registrar o furto de informações nas delegacias da Polícia Civil. A partir disso, uma investigação para apurar o crime tem início. Mas, lembraram os debatedores, evitar chegar a esse ponto ainda é o melhor caminho.

“Na área da segurança a gente sempre fala que é importante você também ser uma barreira para evitar que esses dados sejam fornecidos assim, caindo no colo de alguém que não tem boa intenção”, ressalta Sandro. “Sempre tem um jogo de gato e rato, uma situação de brechas. Com a LGPD, você tem um impacto grande no faturamento de dados, o que, dependendo do valor, pode ser vida ou morte, no caso de dados das empresas”. Além de respaldo, a Lei empodera. “Ela [a Lei] nos dá o poder de questionamento. Hoje, se nos perguntam o número do CPF para um desconto num medicamento, por exemplo, a gente pergunta: por que você precisa do CPF?”, completa Paula.

E se os meus dados vazaram?

Mas, e se mesmo fazendo a lição de casa, seus dados vazaram? “Não entre em pânico. Se vazou o número de telefone, vão te ligar. Se vazou um número de telefone residencial, vão te ligar também. Vai ser preciso ir gerenciando a situação”, explica Andréa. Há ainda outros procedimentos a serem feitos, entre eles, a troca das senhas principais de acesso aos sites mais utilizados e dos bancos que se tem contas e, claro, o registro do crime na Polícia.

O prejuízo para as empresas pode ser um pouco maior, por isso, se elas forem vítimas de violação de dados, é importante que tornem o assunto público, comuniquem seus reguladores e, especialmente, seus clientes, para que nenhuma euforia por conta disso seja criada.

Além disso, ter uma ação preventiva faz a diferença. Mas, como? No caso de pessoa física, vale, por exemplo, evitar exposição demais na rede social. Tudo o que é compartilhado pode ser usado a favor dos atacantes. Suprimir a informação de nomes e grau de parentesco, bem como a identidade das instituições onde estuda ou estudou e empresas onde trabalha ou trabalhou, é prudente. Usar com moderação, é o mais indicado.

Para as empresas, os passos precisam ser mais robustos. “A tecnologia está à nossa disposição. São mais de 1.200 players de segurança. De fato, o Brasil tem opções e está preparado neste sentido, mas não exatamente em realizações”, aponta Andréa. Se custar muito ao plano financeiro da empresa, vale apostar em outras frentes, como ficar atento às experiências de invasões internacionais e monitorar o avanço delas entre os países. “Não pense que vai acontecer só na China ou nos Estados Unidos. É ideal fortalecer as defesas dos ambientes internos de segurança, o que melhora a resiliência frente aos ataques.”

Conheça 10 maneiras de proteger seus dados:

1 – Não digite senha, e-mail ou telefone em qualquer site. Desconfie primeiro.

2 – Perceba falhas em sites que se mostram oficiais. Procure erros na logomarca, nas cores e até na escrita.

3 – Se perguntarem seu CPF ou outro dado pessoal em algum estabelecimento, questione o motivo e só revele a informação caso se sinta confortável.

4 – Não abra um e-mail enviado por um endereço desconhecido.

5 – Não baixe arquivos de sites estranhos.

6 – Use uma senha forte + uma confirmação de que é você mesmo (se possível, aposte na biometria).

7 – Desconfie do que chega até você de maneira muito sedutora (promoções, produtos muito baratos, herança, saque de dinheiro).

8 – O golpe pode envolver a família: atacantes usam informações de parentes, como nome e grau de proximidade, para, se passando por eles, pedir número de documentos e senhas.

9 – Trate do tema no ambiente familiar, orientando, especialmente as crianças, jovens e idosos.

10 – Use a tecnologia a seu favor, se informando sempre sobre o tema da segurança de dados.

SERVIÇO

Para aprender enquanto se diverte:

Filme: Caçada virtual

Livros: A arte de enganar e a Arte de invadir

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Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

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Tentativas de Fraudes: Quando mais ocorrem?

Os fraudadores estão aumentando seus esquemas digitais no Brasil. A constatação é da mais recente análise trimestral da TransUnion (NYSE: TRU) sobre as tendências globais de tentativas de fraudes online.

De acordo com os dados do levantamento, o setor mais visado pelas suspeitas de tentativas de fraudes digitais no Brasil foi o de serviços financeiros, com aumento de 457%. 

Além disso, o recente Estudo Global Consumer Pulse da TransUnion descobriu que 20% dos consumidores brasileiros foram, recentemente, alvos recentes de fraudes digitais relacionadas à Covid-19.

Outro estudo, chamado “Mapa da Fraude 2020”, realizado pela Clearsale, detectou que a quantidade de tentativas de fraudes no comércio eletrônico no Brasil aumentou 53,6% em 2020, apontando uma tendência que deve se estender até o final de 2021. 

Golpes estão cada vez mais sofisticados

Se antes existia a sensação de que apenas pessoas menos habituadas às transações eletrônicas é que caíam nos golpes, hoje a situação é outra. Os golpes estão cada vez mais sofisticados, o que aumenta o número de pessoas prejudicadas não só diretamente em meios online, mas também por telefone e outros métodos.   

E mais: os fraudadores têm dias preferidos para tentar suas ações, segundo o levantamento da Clearsale. As quartas-feiras foram os dias que mais registraram tentativas de fraudes, respondendo por 16,8% do total, seguidas das terças-feiras, com 16,57% do total. 

“O primeiro passo para o usuário se proteger de golpes na internet é ter ciência se o site é confiável ou não. É essencial verificar no rodapé do site os selos e certificados. Outra opção é olhar a URL do site e se possui o “cadeado”, mostrando que a conexão é segura”, destaca o CEO da Codeby, empresa de tecnologia focada em negócios digitais, Fellipe Guimarães. 

Existe uma adaptação e organização dos fraudadores ao cenário de isolamento em que vivemos. A análise ainda mostra que, além de terça e quarta-feira serem os dias mais cobiçados para cometer a fraude, os horários de pico ficam entre 12h e 18h. 

“O estudo é extremamente interessante, pois mostra que existe uma estratégia para cometer tais atos, ou seja, como muitas pessoas estão em home office, simultaneamente trabalhando e comprando, os fraudadores escolhem os dias da semana como ‘melhores’  para cometer o delito”, argumenta Guimarães. 

“Se eu puder dar poucas dicas que são essenciais, seriam: mantenha sempre atualizado o seu software de proteção e antivírus,  crie senhas difíceis de serem descobertas, use bloqueador de pop-ups e, por último, faça download de arquivos apenas de sites conhecidos”, menciona Guimarães. 

Além disso, os especialistas também recomendam que os compradores  ignorem e-mails de remetentes desconhecidos, não cliquem em links desconhecidos, e solicitem para o banco o serviço de ‘alertas de transação’ para acompanhar as suas compras por e-mail ou SMS. 

Essas dicas são fundamentais para o combate e prevenção de cibercrimes, em que criminosos virtuais se aproveitam de momentos delicados e vulneráveis para conduzir golpes e fraudes. Ou seja, o ataque pode vir via e-mail, SMS, ligação e aplicativos de mensagem. Além disso, fique atento aos seus e-mails, envio de links suspeitos, domínios inexistentes, e as famosas fake news. 

“É de extrema importância que o cliente se informe e cuide de suas senhas e sites que frequenta. E mais que isso: o setor de comércio eletrônico também precisa entender seu papel no que diz respeito a educar esses usuários e mostrar a importância de cuidar dos seus dados.  É claro que oferecer um ambiente seguro aos clientes é tarefa primordial de uma loja virtual, mas também nos cabe ajudar a fomentar uma internet mais segura para todos”, finaliza Guimarães. 

Fellipe Guimarães, especialista em negócios digitais | Startup Maker | Desenvolvedor Full Stack. Founder Grupo Codeby, uma empresa de tecnologia especializada em desenvolvimento de funcionalidades que agregam o crescimento para negócios digitais. A empresa que possui 7 anos de mercado atende grandes marcas como, por exemplo, KFC (México), F64(Romênia), Telemercados (Chile), Lego, Shoulder, Valisere, Alpargatas, entre outras. Saiba mais: https://codeby.com.br/ 

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Treinamento online e gratuito sobre Segurança de Aplicações

A Conviso – empresa pioneira em segurança de aplicações –  passou a oferecer de forma aberta e gratuita em seu canal de YouTube o treinamento AppSec Starter – um treinamento básico, online e gratuito, sobre a conceitual de conscientização em segurança de aplicaçõesO programa é composto por 15 vídeos, onde conceitos básicos sobre segurança de aplicações são destrinchados por especialistas da empresa. 

Ao longo dos vídeos, temas como Modelagem de Ameaças, Owasp Top 10 e Testes de Segurança de Aplicações são abordados em uma linguagem didática e acessível. “Nossa ideia ao liberar o curso de forma gratuita é conscientizar o mercado acerca da importância de segurança de aplicações”, explica Wagner Elias, CEO da Conviso.O curso foi criado originalmente para facilitar a entrada  de novos colaboradores da empresa em uma cultura de AppSec. Agora, ele está aberto e acessível na íntegra para que qualquer profissional com interesse em aprender mais sobre o tema possa ingressar nos conceitos iniciais de segurança de aplicações.

 “Todos os profissionais envolvidos com desenvolvimento de software podem se beneficiar com as informações contidas no curso”, esclarece Wagner. Esta não é a única iniciativa realizada pela Conviso para fomentar o mercado de Segurança de Aplicações. Além do curso, uma série de Webinars gratuitos sobre o tema acontecem mensalmente e com a presença de convidados. Além disso, a Conviso tem ainda o próprio podcast sobre o tema – o AppSec to Go –  além do denso conteúdo que é disponibilizado no Blog da Conviso

O treinamento Starter está disponível integralmente no canal do YouTube da Conviso: https://bit.ly/3fpZQi5


Sobre a Conviso

Pioneira em Segurança de Aplicações e com mais de 13 anos de experiência em projetos e produto especializados no setor, a Conviso é uma empresa de DNA brasileiro, mas já consolidada no mercado global de AppSec. É a criadora do AppSec Flow, a plataforma completa de DevSecOps. Em sua carteira de clientes constam os principais bancos nacionais, bem como os grandes sites de comércio eletrônico e grandes players do setor de pagamentos de todo o mundo. 

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Treinamento online e gratuito sobre Segurança de Aplicações
Imagem: Reprodução IstoÉ Dinheiro

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Future Dojo: Exame e ACE se associam em nova escola digital

As empresas se unem em joint venture Future Dojo, que criará cursos voltados ao desenvolvimento de habilidades que mais impactarão a capacidade de inovação das empresas

Uma pesquisa da consultoria McKinsey estimou que 75% das empresas listadas do S&P500 (as principais da Bolsa de Valores americana) vão desaparecer até 2027. Por trás disso está a dificuldade das companhias em acompanhar as mudanças cada vez mais rápidas no comportamento dos consumidores, e nas tecnologias que surgem e escalam com velocidade nunca vista. 

Dados como esse motivaram ACE, uma das principais empresas de inovação do país, e Exame, a mais tradicional publicação de negócios do Brasil, a se unirem em uma joint venture de educação.

As duas se associaram na criação da Future Dojo, uma escola digital com cursos nas áreas de liderança e gestão, inovação, competências do futuro, métodos ágeis e empreendedorismo.

“A missão da Exame transcende o conteúdo jornalístico: é impacto, conhecimento, transformação. Dito isto, educação é um caminho natural da nossa jornada” diz Pedro Thompson, CEO da Exame. “A ACE é o parceiro perfeito para esta aventura: tecnologia, empreendedorismo e ideias fora da caixa são os atributos que vão mudar o mundo e conhecimentos que a ACE certamente possui”, conclui.

A joint venture será comandada por Felipe Collins, sócio da ACE e professor de diversas instituições de ensino, como a ESPM. “A velocidade com o qual o futuro modifica negócios e carreiras está maior do que nunca, e as pessoas ainda não estão preparadas para tal – e isso trava o crescimento delas”, explica Felipe, que também atuou como CMO (Chief Marketing Officer) e Venture Capitalist da ACE antes de assumir a Future Dojo. “Nos inspiramos nos dojos orientais, com aprendizado prático, imersivo e voltado para enfrentar o mundo real, para ensinar as habilidades do futuro que destravam esse crescimento”. 

Future Dojo já nasce com um portfólio de 5 cursos, em formatos ao vivo, gravado e híbridos., em trilhas de aprendizado nas áreas de liderança e gestão, inovação, competências do futuro, métodos ágeis e empreendedorismo. 

  • Inovação na Prática: ensina os 6 Princípios da Inovação criados por Pedro Waengertner em “Inovação Radical”, e conta com depoimentos de AstraZeneca, BTG Pactual, Banco Votorantim e outros;
  • Transformação Ágil: traz de modo prático e aplicável os fundamentos de Scrum, Kanban, Lean Startup e Mindset Ágil, para que o aluno consiga implementar os métodos ágeis e cultura ágil na sua equipe.
  • Liderança Data-Driver: uma formação completa de data science a visão de negócios, passando por criação de metas e análise de KPIs e OKRs. O curso forma profissionais aptos a tomar decisões e guiar a sua empresa com dados. 
  • Decodificando a Cultura: “cultura come estratégia no café da manhã”, disse Peter Drucker. O curso ensina como criar uma unidade coesa de valores, práticas e comportamentos, com Design Cultural e muitos cases.
  • Gestão do Tempo e Produtividade: especialmente em contexto de pandemia. aproveitar melhor o tempo garante maior performance e qualidade de vida. O curso ensina técnicas para abandonar a procrastinação e ser mais produtivo. 

Além destes, também foram realizadas turmas de bootcamps como Imersão Corporate Venture, que reuniu os maiores expoentes da aproximação entre startups e grandes empresas do País, e Bootcamp RH Ágil, que trouxe os fundamentos de agilidade, cultura e tendências para que a área de Recursos Humanos se torne cada vez mais estratégica. 

A lista de oferta será reforçada ao longo dos próximos meses, com o objetivo de possibilitar que profissionais de diversas áreas adaptem suas práticas para os métodos e técnicas utilizados pelas empresas mais inovadoras. Os cursos são disponibilizados para alunos que queiram impulsionar suas performances e carreiras, e também para companhias que desejam treinar os seus colaboradores nas competências do futuro. 

Sobre a Future Dojo

Future Dojo é uma joint-venture formada por ACE, uma das principais empresas de inovação do país, e Exame, a mais tradicional publicação de negócios do Brasil. A escola digital oferece cursos em 5 trilhas de aprendizagem (Métodos Ágeis, Liderança e Gestão, Inovação, Competências do Futuro e Empreendedorismo) conectadas às necessidades e boas práticas das empresas mais inovadoras do mercado. 

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Future Dojo: Exame e ACE se associam em nova escola digital
Divulgação
Felipe Collins, sócio da ACE e professor

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Três dicas para capacitar e proteger empresas em trabalho remoto

Dados da Akamai apontam que ataques cibernéticos RDP aumentaram 768% em 2020. Confira estas três dicas para capacitar e proteger empresas e colaboradores em home office.

Depois de uma mudança massiva do ambiente de trabalho devido à pandemia, a possibilidade de trabalhar em qualquer lugar agora é realidade. A necessidade imediata de aumento do trabalho remoto, desencadeado pela COVID-19, criou um enorme dilema para as equipes técnicas de TI em todo o mundo. O acesso à rede privada virtual (VPN) foi planejado para 5% da força de trabalho, não para 100%, e a segurança projetada atendia  o ambiente de escritórios físicos. 

Segundo a Akamai Technologies, empresa líder em soluções de cibersegurança e entrega de conteúdo, os ataques cibernéticos RDP aumentaram 768% em 2020. Os protocolos RDP permitem o acesso remoto de uma máquina a outra – permitindo se conectar a equipes fora do ambiente de trabalho como observado no trabalho remoto. Muitas violações resultam de credenciais comprometidas, permitindo que os invasores se movam lateralmente pela rede, encontrando servidores sem proteção até alcançar dados valiosos. Esse risco existe em um ambiente de escritório tradicional, mas é maior agora que as organizações abrem suas redes.

Segundo Helder Ferrão, gerente de marketing de indústrias da Akamai no Brasil, em um cenário tradicional, quando os usuários se conectam por VPN, eles têm essencialmente o mesmo nível de acesso que os do escritório, mas a rede em que os usuários remotos se conectam pode ser insegura ou ter um gerenciamento de senha deficiente. “Em VPN, mesmo sem as credenciais de login corretas é possível que um usuário navegue em diversos servidores. Através de  uma conexão comprometida, hackers conseguem acesso ao nível de rede que permite identificar vulnerabilidades e acessar dados”. 

Especialistas em segurança da Akamai apontam três dicas para as empresas enfrentarem os desafios de capacitar e proteger uma força de trabalho remota.

1. O home office e a nuvem

É importante que a habilitação e adaptação ao trabalho remoto seja feita em fases e não de uma só vez. A nova abordagem deve melhorar a experiência do usuário e a segurança ao mesmo tempo. Ele deve oferecer a capacidade de trabalhar com eficácia, sem fazer malabarismos com várias conexões VPN à medida que os aplicativos migram dos data centers para a nuvem. Ele também deve eliminar a latência adicional e ir diretamente para a nuvem.

Com a nuvem é possível definir melhor a edge (borda) da rede, garantindo que a autenticação, autorização e acesso não sejam restringidos por modelos legados e arquitetura de rede não mais relevantes, permitindo que os usuários possam acessar aplicativos que foram verificados, validados, protegidos e otimizados muito mais rapidamente do que apenas por VPN. A antiga pilha de dados de segurança local agora é organizada na nuvem, perto dos usuários, para que a experiência online não seja prejudicada e ativos valiosos sejam protegidos de ataques, quando usuários acessam um aplicativo através de um proxy e não da rede. Quando os usuários não estão realmente conectados diretamente ao servidor em que o aplicativo está sendo executado, não há oportunidade para mais ataques. Agora que se pode trabalhar de qualquer lugar, não há melhor momento para usar a nuvem.

2. Atenção às ameaças de rede 

A rede segura da empresa pode abrir lacunas que são possíveis entradas para ameaças cibernéticas. O acesso remoto, que foi originalmente projetado para verificações ocasionais de e-mail ou reinicializações do servidor de administração do sistema, agora está sendo usado por todos os profissionais, e esses usuários não têm a mesma orientação de segurança que a equipe de TI. Proteger todas essas conexões remotas tornou-se uma prioridade, adicionando melhor proteção de endpoint, adotando defesas mais distribuídas para ataques de negação de serviço (DDoS), adotando melhores soluções para gateways VPN (que de repente se tornou o eixo de trabalho de toda a empresa) e atualizando ferramentas anti-phishing.

Os funcionários estão acessando a rede corporativa com vários dispositivos, computadores, smartphones, tablets, etc., sem mencionar o fato de que boa parte deles são dispositivos pessoais, que nunca foram foco das áreas de TI garantir a proteção dos mesmos. Estes com  podem ter níveis questionáveis de segurança, levando a uma maior chance de ataques. Além disso, portas expostas de protocolo de área de trabalho remota (RDP) e portais VPN apresentam mais riscos. 

3. Há como avançar 

Uma organização inteira usando VPN para trabalhar não é sustentável do ponto de vista de desempenho ou segurança. Zero Trust é um modelo de segurança de rede baseado em verificação de identidade, pensado para a implementação do acesso remoto. Primeiro, a autenticação ocorre antes de o usuário estar realmente conectado. Utilizando um gerador de token FIDO2 que fornece segurança adicional para a autenticação multifator (MFA), que sozinha pode ser suscetível a ataques man-in-the-middle – quando um invasor intercepta ou modifica o acesso do usuário – como o que aconteceu no Twitter. Sem a autenticação adequada, a solicitação é descartada e não há conectividade entre o usuário e a rede.

Em seguida, a autorização permite o acesso com privilégios mínimos, um princípio adotado pela Zero Trust que reduz ainda mais o risco ao fornecer aos usuários apenas o acesso necessário para realizar seus trabalhos. Exigir autorização para um aplicativo antes de se conectar a ele reduz a possibilidade de ataque.

Finalmente, não é necessário conectar o dispositivo do usuário ao servidor em que o aplicativo acessado está sendo executado. Em vez disso, o Zero Trust Network Access entrega aplicativos aos usuários através de um serviço baseado em nuvem, permitindo que o dispositivo fale diretamente com o aplicativo sem acesso à toda a rede. Então, se o dispositivo do usuário estiver comprometido, tudo o que será exposto será o endereço IP da nuvem, não o servidor. Essa abordagem permite mais flexibilidade, como quando um funcionário que geralmente trabalha em um desktop no escritório deseja usar um notebook pessoal em casa.

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Predator e Intel são patrocinadores Master da Pride Cup 2021

Este ano, o evento Pride Cup 2021 destinado à comunidade LGBTQIAP+ e produzido pela Gamers Club, contará com torneios especiais de CS:GO, VALORANT e League of Legends

Em celebração ao Dia Internacional Contra a Homofobia, comemorado em 17 de maio, e reforçando o compromisso das marcas de incentivo a um ecossistema gamer diverso e inclusivo, Predator e Intel anunciam que serão as patrocinadoras principais da edição 2021 da Pride Cup, campeonato de esports organizado pela Gamers Club e pensado especialmente para a comunidade de gamers brasileiros LGBTQIAP+.

Nesta segunda edição, o evento, que foi pensado para reforçar a importância de questões como gênero, sexualidade e diversidade racial na comunidade gamer promete, mais uma vez, dar visibilidade às minorias e levantar questionamentos sobre respeito e igualdade durante torneios de três jogos de bastante sucesso no cenário – CS:GO, VALORANT e League of Legends.

“Estamos muito orgulhosos de poder fazer parte deste projeto tão importante, em parceria com a Intel. Nosso propósito na Acer, por meio da Predator, nossa marca gamer, é fazer parte do dia a dia dos jogadores e fãs, oferecendo a melhor experiência para todos”, comenta Danilo Santander, Gerente de Marketing na Acer do Brasil. “A Pride Cup é um projeto de inclusão que tem como objetivo transformar o cenário gamer no Brasil para melhor”, complementa Caroline Raimundo, Head de Marketing na Acer do Brasil.

Entre nomes já confirmados para a Pride Cup 2021 estão Olga Rodrigues, mulher trans e jogadora profissional de CS:GO pela Black Dragons, Atlanta que jogou profissionalmente de League of Legends pela Vivo Keyd, Sher, streamer mais conhecida por Transcurescer e a Drag gamer e streamer LolaDvil.

“Na Intel acreditamos e trabalhamos para a promoção de um cenário cada vez mais diverso e inclusivo. Iniciativas como essa, juntamente com os nossos parceiros, nos ajudam a nos aproximarmos de um público gamer mais diverso”, comenta Giovana Gaiolli, Gerente de Marketing da Intel Brasil. “Participar da Pride Cup é um passo importantíssimo para trabalhar os valores da Intel não só internamente, mas também com os parceiros, influenciadores e com o consumidor final”, complementa.

O campeonato será transmitido ao vivo nos canais da Gamers Club na Twitch com direito a um dia especial para cada game: no dia 11 de junho, a partir das 18h, acontece a competição de VALORANT; em 13 de junho é a vez do torneio de CS:GO, desta vez a partir das 16h; e, por fim, no dia 18 de junho será a vez do League of Legends, às 18h.

“Um dos valores da Gamers Club é colocar a comunidade em primeiro lugar e a Pride Cup é um exemplo claro do quanto nos importamos com a relevância da minoria no cenário de esports, e do quanto nos dedicamos para colocar assuntos tão importantes em pauta. É necessário ter cada vez mais, marcas que se importam com causas relacionadas à diversidade, por isso, ficamos extremamente felizes com o apoio de Predator e Intel”, comenta Carla Sernaglia, Diretora de Operações da IGC no Brasil.

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Sobre a Acer

Fundada em 1976, a taiwanesa Acer é uma empresa de tecnologia dedicada à concepção, venda e suporte de produtos inovadores que melhoram a vida das pessoas e as mantém atualizadas e conectadas. Com cerca de 7 mil funcionários, a Acer engloba desde tecnologia ligada à Internet das Coisas para jogos a realidade virtual, com equipe dedicada à pesquisa, design, marketing, venda e suporte de produtos e soluções que quebram barreiras entre pessoas e tecnologia. No Brasil, a Acer está presente há 11 anos e encontra-se entre as líderes em faturamento e volume de vendas no varejo. Com sua linha atual de produtos focada em notebooks, monitores, projetores e acessórios para diversos tipos de uso, a Acer possui equipamentos com alta performance, design com conteúdo e recursos eficientes e inovadores para o gamer, designer, educadores, escritórios e uso doméstico.

Predator e Intel são patrocinadores Master da Pride Cup 2021

Para mais informações

Site: acer.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/AcerdoBrasil/

Instagram: https://www.instagram.com/acerdobrasil/

Twitter: https://twitter.com/acerdobrasil

Sobre a Intel  

A Intel (Nasdaq: INTC) é líder da indústria e cria tecnologias que mudam o mundo, possibilitando o progresso global e tornando a vida mais rica. Inspirados pela Lei de Moore, trabalhamos continuamente no aprimoramento do design e da fabricação de nossos semicondutores para ajudar os clientes a enfrentarem seus maiores desafios. Ao incorporar inteligência na nuvem, rede, borda e todo tipo de dispositivo de computação, liberamos o potencial dos dados para transformar os negócios e a sociedade para melhor. Para saber mais sobre as inovações da Intel, acesse newsroom.intel.com.br e intel.com.br.  

© Intel Corporation. Intel, o logo da Intel e outras marcas Intel são marcas registradas da Intel Corporation ou de suas subsidiárias. Outros nomes e marcas são de propriedade de seus respectivos donos.

Sobre a Gamers Club

Gamers Club, subsidiária da Immortals Gaming Club (IGC), é a maior plataforma de esportes eletrônicos da América Latina, possuindo todas as funcionalidades para que um jogador amador ou aspirante a profissional precise praticar, jogar, competir e se divertir.

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Inteligência Artificial no Brasil e sua regulamentação

Por Raphael Caldas, CEO e Founder da Inteligov, autor de “Regulamentação da Inteligência Artificial no Brasil: a quem deve ser endereçada?”.

Quando falamos sobre Inteligência Artificial (IA) somos, quase sempre, seduzidos pela magnitude que a tecnologia é capaz de alcançar. Com o avanço tecnológico irrefreável, no entanto, o rol de discussões é ampliado e passa do simples fascínio com a possibilidade de atribuir à máquina o potencial humano para um debate intricado, embora essencial: a regulamentação.

Desde que ganhou força, a inteligência artificial e a sua utilização têm sido pauta ao redor do mundo. Em 2019, a União Europeia divulgou um guia com recomendações, políticas, investimentos, legalidade, entre outros temas acerca da IA, que serviu de base para a construção de um projeto rigoroso, anunciado em abril de 2020, com regras para o uso, incluindo a proibição de grande parte de mecanismos voltados à vigilância. Organizações que violarem as normas poderão ser multadas em até 6% de seu faturamento global. O projeto abarca uma visão geral sobre a IA e veta o uso de instrumentos considerados de alto risco, como o reconhecimento facial em espaços públicos, com possíveis isenções apenas para casos que impactem a segurança nacional.

Líder na implementação desse tipo de tecnologia, a China também já avançou no processo de regulamentar a utilização de IA. O país publicou um documento, desenvolvido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, com princípios de governança para a geração de inteligência artificial. Ainda em 2019, a Organização para a Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE) lançou um guideline com diretrizes que devem ser seguidas para explorar essa modalidade da tecnologia. As big techs também têm investido para desenvolver seus próprios centros de pesquisa sobre o tema. O Google, inclusive, por meio do CEO da companhia, Sundar Pichai, se posicionou a favor da regulamentação em 2020, alegando que a legislação deve acompanhar o avanço tecnológico e as empresas precisam se comprometer com a questão.

O que esses posicionamentos revelam é que, independentemente do progresso quanto à instituição de uma regulamentação, o mundo parece trilhar o mesmo caminho quando se trata de debater as implicações que os recursos de inteligência artificial podem trazer para toda a sociedade. O que nos leva a questionar a posição do Brasil frente ao que parece ser um esforço global.

Por aqui, é importante salientar que os primeiros passos já foram dados – o que nos coloca em uma perspectiva semelhante ao que vem sendo realizado em escala mundial. Instituída neste ano pela Portaria MCTI nº 4.617, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), a Estratégia Brasileira de inteligência artificial surge para nortear as ações do governo federal quanto ao estímulo à pesquisa, inovação e soluções em IA. O documento traz eixos transversais (legislação, regulação, uso ético, governança e aspectos internacionais) e verticais (educação, força de trabalho e capacitação, empreendedorismo, aplicação no Poder Público e segurança pública).

Mas, para além da iniciativa do MCTI, o Poder Legislativo, nos âmbitos federal e estadual, também tem se movimentado pela regulamentação da IA. O Projeto de Lei (PL) 5051/2019, do senador Styvenson Valentim (PODE/RN), estabelece os princípios para o uso da inteligência artificial no Brasil. Do mesmo autor, o PL 5691/2019 institui a Política Nacional de Inteligência Artificial. As duas matérias estão na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Federal, aguardando parecer do senador Rogério Carvalho (PT/SE). No mesmo sentido, ainda no Senado, em março deste ano, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB/PB), apresentou o PL 872/2021, que dispõe sobre os marcos éticos e as diretrizes que fundamentam o desenvolvimento e o uso da inteligência artificial no país. A proposta, contudo, ainda está sem andamento.

Já na Câmara dos Deputados, duas matérias foram apresentadas no último ano. Os PLs 21/2020 e 240/2020, dos deputados Eduardo Bismarck (PDT/CE) e Léo Moraes (PODE/RO), abordam os princípios da inteligência artificial e a regulação do uso da tecnologia no país, respectivamente. As duas proposições tramitam, atualmente, em conjunto e estão aguardando parecer da relatora, deputada Luísa Canziani (PTB/PR), na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI).

De acordo com a Inteligov, plataforma de inteligência de dados governamentais, na esfera estadual, dois estados saíram na frente. Em Minas Gerais, foi identificado o PL 1524/2020, de autoria do deputado Alencar Da Silveira Jr. (PDT), que dispõe sobre os princípios para a aplicação da inteligência artificial no Estado. Na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, está em tramitação o PL 3409/2020, da deputada Enfermeira Rejane (PCdoB/RJ), que se refere à regulamentação de softwares de IA na administração pública.

Há trabalho sendo feito em relação à regulamentação no Brasil e estamos acompanhando o ritmo mundial. Contudo, ainda que o debate seja absolutamente necessário, é preciso, antes de adotar um posicionamento inescrutável, voltarmos a atenção para o que, no fim, está no centro de toda a questão: a sociedade. Se por um lado a regulamentação traz benefícios óbvios e se consagra como uma questão legítima e relevante, por outro, a condução desse processo é o que será determinante para garantirmos que a aplicação de IA não represente a perpetuação de violações na vida do cidadão comum.

Fazendo uso de instrumentos como o tão aguardado 5G – que carrega a expectativa de ser utilizado nas mais diversas aplicações de Internet das Coisas, com a promessa do aumento de velocidade da internet e maior coleta de dados – a IA tem potencial para atingir patamares inimagináveis. Diante disso, é imprescindível que o Brasil esteja atento também ao arcabouço legal para o uso de informações que dão vida e fortalecem a inteligência artificial, sobretudo ao levar em consideração aspectos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

É importante atuar com análises acuradas para que a regulamentação coexista com as legislações existentes que possam ter impactos no desenvolvimento de IA no país, sem perder de vista o cidadão. À sociedade cabe o monitoramento constante das ações governamentais para que possam se assegurar de que não exista qualquer tipo de prejuízo nas evoluções tecnológicas capazes de infringir seus direitos fundamentais.

A IA já faz parte da rotina em certo nível, mas à medida que as tecnologias vão ganhando mais força e notoriedade é fundamental se apropriar, e se sentir pertencente a esse processo revolucionário, para que a participação ativa possa acontecer de maneira eficaz. A inteligência artificial estará cada vez mais presente no cotidiano. Novas soluções serão apresentadas. Mas o debate, o acompanhamento, a manifestação social e a atenção a todas as movimentações que permeiam ações capazes de impactar a vida do cidadão devem se sobrepor a qualquer processo, porque é na atuação em conjunto com a sociedade que reside o verdadeiro progresso.

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Inteligência Artificial no Brasil e sua regulamentação
Inteligência Artificial no Brasil e sua regulamentação. Foto: Divulgação

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Parque Tecnológico de Santo André fecha parceria com a Mercedes-Benz

O Hub de Inovação do Parque Tecnológico de Santo André tem um novo integrante para fortalecer o ecossistema de inovação e empreendedorismo da região, a Mercedes-Benz do Brasil. Foi anunciada na noite desta terça-feira (11) o início da atuação da Mercedes-Benz, que apresentou em encontro promovido pelo Parque Tecnológico seus cinco desafios ligados à eletrificação e ao desenvolvimento de conhecimento e novas competências em baterias de alta potência.

A exemplo do que foi feito com a Prometeon Tyre Group entre dezembro de 2020 e março deste ano, os cinco desafios da Mercedes-Benz foram apresentados para o ecossistema de inovação do Parque Tecnológico para que sejam desenvolvidos projetos e parcerias com a empresa.

O Mercedes-Benz Challenge conta com desafios que possuem frentes ligadas desde o entendimento das reações químicas envolvidas de novas famílias de baterias de alto desempenho de Li-S, passando pelo desenvolvimento de aplicações em veículos e até mesmo a análise do impacto ambiental e o ciclo de vida desses produtos.

Baterias serão insumos estratégicos no futuro para o setor automotivo e de mobilidade. Ter autonomia e domínio tecnológico para a produção e o desenvolvimento de baterias de alta densidade de energia, mais seguras e sustentáveis, é fundamental para o futuro dessa indústria no país. Com a matriz energética limpa como a brasileira e com tecnologias mais sustentáveis, o desenvolvimento desse componente pode contribuir com os desafios climáticos e os impactos ambientais relacionados a mobilidade e transportes.

Os interessados em apresentar soluções aos desafios podem acessar a página do Parque tecnológico de Santo André a partir do link: https://bit.ly/ParqTecSA_mercedes ou entrar em contato com o Parque Tecnológico de Santo André pelo email RMAndrade@santoandre.sp.gov.br.

Segundo a gerente de Relações Institucionais e Governamentais da Mercedes-Benz do Brasil, Cristiane Nogueira Guimarães, a empresa considera importante a integração entre sociedade, academia e área industrial.

“Com as novas tecnologias, energias renováveis e sustentabilidade, nós entendemos que é importante esta integração para que todos possamos contribuir e que não cabe mais somente à indústria o papel de fazer a pesquisa. Estamos convictos que precisamos de parcerias com a academia para que nos ajude, porque vamos enfrentar desafios enormes com as energias renováveis, sustentabilidade e descarbonização. Nos traz muita alegria começar isto pelo ABC, onde estamos há mais de 60 anos”, contou Cristiane durante a apresentação da parceria.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento e Geração de Emprego, Evandro Banzato, a parceria entre Mercedes-Benz e Parque Tecnológico deverá trazer frutos positivos para toda a rede de inovação de Santo André.

“O mundialmente famoso símbolo da Mercedes representa a triplicidade das atividades na fabricação de motores para uso em terra, mar e ar. A estrela foi desenhada por Gottlieb Daimler, que endereçou para sua esposa com o seguinte comentário: ‘um dia essa estrela brilhará sobre minha obra’. Traçando um paralelo com esta história, nosso desejo é que a estrela do Parque Tecnológico de Santo André também brilhe sobre o Grande ABC. Nossa triplicidade é a indústria, poder público e todo o nosso ecossistema de inovação”, disse Banzato.


O Parque Tecnológico, por intermédio do Hub de Inovação, tem auxiliado na integração entre empresas, universidades, institutos de pesquisa, startups, governo e órgãos de fomento para potencializar a inovação aberta no ABC.  O desenvolvimento de produtos e tecnologias ligadas a segurança veicular, eletrificação e valorização de biocombustíveis bem como e o setor metal mecânico, mais especificamente as ferramentarias, têm linhas que juntas somam mais de R$80 milhões por ano nos próximos anos para o desenvolvimento de competência nesses setores. Esses recursos estão disponíveis e em tempos de pandemia podem ser fundamentais para a fortalecer e promover o crescimento do setor.

Ações de inovação – O Hub de Inovação, desenvolvido pela Prefeitura de Santo André, apoia e fomenta empresas que queiram desenvolver pesquisas, novos produtos e processos de forma sistemática e continuada.


No último dia 5, com o objetivo de promover a competitividade das empresas locais e fomentar o ecossistema de inovação da cidade, o Parque Tecnológico recebeu representantes do Cofip (Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC) para firmar uma parceria entre o Hub de Inovação e a entidade que representa 16 empresas do polo petroquímico.

O Hub de Inovação do Parque Tecnológico faz a ligação entre estas empresas e startups, universidades, Centros Tecnológicos e ICTs da região, promovendo maior integração e fortalecimento do ecossistema de inovação do ABC.

Já o Bureau de Serviços é uma estrutura integrada de atendimento, que unifica a rede de serviços tecnológicos da cidade de Santo André e região. A ferramenta da Prefeitura de Santo André faz parte do Parque Tecnológico de Santo André, e oferece mais de 120 serviços.

Atualmente, Santo André conta com o Parque Tecnológico e de Inovação, que é parte fundamental da política de desenvolvimento econômico já em operação pela Prefeitura e tem como missão promover a inovação e competitividade nas empresas, potencializando as estruturas já existentes na cidade e região, estimulando a extensão tecnológica nas instituições de ensino superior e atuando nas oportunidades econômicas do ABC. Além do Bureau de Serviços Tecnológicos, o Parque Tecnológico também contará com o CITE (Centro de Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo de Santo André).

O Parque Tecnológico de Santo André traz em sua essência a integração e colaboração entre os atores locais de ciência, tecnologia e inovação, e irá se somar às estruturas já existentes das sete cidades que compõem o Polo Tecnológico do ABC, uma região com economia altamente relevante para o país, com o quarto maior PIB do Brasil, terceiro maior valor adicionado da indústria e com o quinto maior mercado consumidor do país.

Sobre a Mercedes-Benz do Brasil – Presente no País há quase 65 anos, a Mercedes-Benz do Brasil é a maior fabricante e exportadora de caminhões e ônibus da América Latina. É também líder no desenvolvimento de tecnologias para o transporte de cargas e de passageiros.

A Empresa possui unidades de produção de caminhões, chassis de ônibus e agregados em São Bernardo do Campo (SP) e de cabinas de caminhões em Juiz de Fora (MG), além da unidade de Peças e Serviços ao Cliente, Logística de Peças e Global Training em Campinas (SP).

Em 2018, a Companhia inaugurou a primeira linha de caminhões no conceito 4.0 do País e lançou seu Campo de Provas, o maior do hemisfério Sul para veículos comerciais. Em 2019, em segunda fase da Indústria 4.0, a Empresa iniciou as operações em uma nova linha de cabinas e lançou o Novo Actros, caminhão mais inteligente, conectado, eficiente e seguro do País. Em 2020, foi a vez de inaugurar a fábrica 4.0 de chassis de ônibus. Dando continuidade aos investimentos no Brasil, a Empresa está implementando aporte de R$ 2,4 bilhões entre 2018 e 2022.

| Texto: Renan Muniz
| Fotos; Divulgação/Mercedes-Benz

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Mitos sobre smartphones que você precisa saber já!

Os celulares já fazem parte da rotina de muitos brasileiros e dados da 31ª Pesquisa Anual do FGVcia apontam que, atualmente, são ao todo 234 milhões de celulares inteligentes. No entanto, mesmo diante deste número que impressiona, ainda há muitas dúvidas que rondam o funcionamento destes aparelhos – e não é à toa, afinal, com o avanço da tecnologia, muita coisa mudou nos últimos anos. Para desmistificar algumas delas, Juliano Fagundes, franqueado da rede de assistência técnica para celulares e venda de acessórios, Suporte Smart, esclarece alguns mitos sobre smartphones.

  • Deixar o celular carregando a noite toda aumenta a duração da bateria.

Verdade ou mito? Mito 

A placa dos smartphones conta com controladores de cargas que regulam a tensão da bateria e, portanto, quando o aparelho chega em 100%, a energia é cortada para não danificar e aquecer o aparelho. Mas vale um alerta: muito cuidado com os carregadores paralelos, pois eles podem causar oscilação de energia no smartphone e, consequentemente, um curto circuito.

  • Imagens que são mandadas por whatsapp e fazem o aparelho travar ou desligar tem vírus.

Verdade ou mito? Mito 

Algumas imagens que rodam por aí não são vírus, embora tenham a função de travar ou retardar o funcionamento do Android. Enviadas propositalmente no whatsapp, elas são formatadas para dificultar a leitura correta, o que leva ao bug do celular.

  • Câmeras: quanto mais megapixel, melhor a imagem.

Verdade ou mito? Mito 

A quantidade de megapixels no sensor da câmera de um celular diz respeito apenas ao tamanho das fotos que serão tiradas. Assim, uma câmera com mais megapixels conseguirá tirar fotos maiores, mas não necessariamente melhores que uma câmera com menos megapixels.

Sobre a Suporte Smart

A rede de assistência técnica é uma evolução da iService Soluções, uma empresa focada em applemaníacos. Natural de Curitiba, a entrada no franchising, em 2016, repaginou o negócio, que passou adotar o nome de Suporte Smart e logo expandiu por todo Brasil com seu modelo de franquia acessível, tanto para os modelos de lojas físicas quanto, a partir de 2018, com o lançamento do delivery. Por conta da mobilidade nos grandes centros urbanos, decidiu se diferenciar das demais empresas e lançar um novo modelo de franquia delivery de conserto de celular, conquistando nos primeiros cinco meses cerca 160 microfranqueados e já operando em todos os estados do Brasil.

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Gramado Summit: tecnologia, inovação e empreendedorismo feminino

Considerado o maior brainstorming de inovação e empreendedorismo da América Latina, o Gramado Summit trouxe o empreendedorismo feminino para o debate no mundo dos negócios. Divididos em três palcos, o evento apresentou falas inspiradoras que abordaram temas como feminismo, diversidade, inclusão e racismo, além das tradicionais falas sobre tecnologia, inovação e futuro. O evento, que ocorreu de forma presencial com uma autorização especial do Governo do Rio Grande do Sul, que estabeleceu uma série de protocolos sanitários, aconteceu entre os dias 5 e 7 de maio, no Serra Park, em Gramado/RS.

Um dos palcos, comandado pelo coletivo Minas de Propósito, foi dedicado às mulheres. Foi lá que aconteceu a palestra de Roberta Ramos, jornalista e multi empreendedora. Com o título “Visceral: amor, propósito, verdade e liderança”, ela abordou o momento oportuno e necessário para o empreendedorismo de impacto conectando a história à sua jornada de desenvolvimento pessoal. Tendo trabalhado por 12 anos na Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Roberta conquistou espaço em um meio tradicionalmente machista, onde a mulher é vista como consumidora, mas são os homens que tocam os negócios. Foi de analista de Marketing à gestora de Projetos da entidade, um cargo de diretoria. Rodeada por homens, acabou os inspirando e tornando o setor um dos mais abertos a lideranças femininas no Brasil – conforme levantamento da própria entidade, 33% dos cargos de direção das empresas de calçados são de mulheres, número baixo, mas que está acima da média nacional, de 25%.

Projetos especiais
No final de 2019, Roberta deixou a Abicalçados para fundar a Îande Projetos Especiais. “Era o momento de usar meu conhecimento, minha experiência e mesmo a visibilidade que eu havia alcançado para gerar impacto. A Îandé, que em tupi-guarani significa “nós”, nasce do desejo de unir pessoas, com seus talentos e habilidades, para o desenvolvimento de projetos do bem, que tragam resultados positivos para a sociedade”, destacou Roberta. A Îande Projetos Especiais (www.iandeprojetos.com.br) já conta com clientes de peso, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Zextec Consultoria Empresarial, o Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais, a White Rabbit, entre outros.

O evento
Ocorrendo desde 2017, com uma interrupção em 2020 em função das restrições sanitárias impostas pela pandemia do novo coronavírus, o Gramado Summit se tornou o principal evento de empreendedorismo e inovação da América Latina, trazendo todos os anos nomes importantes do mundo dos negócios. Com a adoção de rígidos protocolos de segurança sanitária, como distanciamento entre cadeiras, obrigatoriedade de uso de máscaras – inclusive por parte dos palestrantes – e esterilização com álcool 70% de forma constante, o evento híbrido de 2021- algumas palestras foram digitais – provocou o mundo dos negócios rumo à revolução do ecossistema do empreendedorismo.

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Aumento de ciberataques à área de saúde na pandemia

A prática de extorsão – roubo de dados pessoais de pacientes e mesmo de clínicas e hospitais, com ameaça de vazamento caso não seja feito pagamento – está entre as mais comuns relacionadas com o aumento de ciberataques, alerta especialista.

O agravamento da pandemia de Covid-19 no Brasil é acompanhado por um aumento nos ciberataques contra instituições e profissionais da área de saúde. Diante desse cenário, uma empresa brasileira especializada em segurança na internet – a Apura – alerta: os cuidados precisam ser ainda mais rigorosos, incluindo a adoção de práticas de prevenção contra essas investidas. É um perigo real, que tende a se acentuar, adverte a organização.

Além de infringir um direito básico, o da privacidade de profissionais e pacientes, os ciberataques afetam diretamente os custos das empresas. De acordo com a mais recente edição (2020) do relatório anual do Ponemon Institute, da IBM Security, entre os segmentos de mercado é o de assistência médica que registra os maiores custos decorrentes das violações de dados em todo o mundo. Cada violação custou em média: US$ 7,13 milhões. A pesquisa envolveu 524 organizações e 3,2 mil entrevistados de 17 países e regiões (entre eles o Brasil).

Com mais de 25 anos de experiência em segurança em tecnologias da informação, o fundador e CEO da Apura, Sandro Suffert, observa que a sobrecarga de trabalho de médicos, consultórios, clínicas, hospitais e instituições afins deixa o setor ainda mais vulnerável à investida de cibercriminosos. O excesso de demanda e o foco prioritário na prevenção e combate à pandemia não podem, contudo, deixar em segundo plano a preocupação com a segurança de sistemas e bancos de dados.

De acordo com Suffert, as investidas do cibercriminosos visam, sobretudo, vantagens financeiras. É a extorsão pura e simples. A prática mais recorrente é a seguinte, explica o especialista: por meio de mensagens, de conteúdo falso, criminosos instalam um tipo de software, denominado ransomware, por meio do qual os dados da clínica ou hospital são bloqueados. São dados tanto da empresa como de pacientes – incluindo prontuários e outras informações particulares.

O ransomware faz a criptografia dos dados e, para a liberação, os cibercriminosos cobram das empresas médicas e profissionais o pagamento de resgate em criptomoedas, ou, até mesmo, depósito bancário. Caso o pagamento não seja feito, a ameaça é a de exposição dos dados e informações. Sem saída, com receio de que a ameaça seja cumprida e dados pessoais e sigilosos de seus pacientes ou clínicas venham a ser vazados, não raro as vítimas se veem obrigadas a ceder à pressão.

MERCADO ‘UNDERGROUND’

Na penúltima semana de abril, foi revelado que um mercado ‘underground’ de credenciais de acesso remoto a sistemas Windows, mais especificamente de Remote Desktop Protocol (RDP), teve as informações capturadas por pesquisadores de segurança. Mais de 1,3 milhões de credenciais estavam sendo negociadas no mercado, sendo a maioria pertencentes a Brasil, Índia e Estados Unidos e muitas de organizações da área da saúde. O acesso via RDP é uma das formas mais utilizadas por criminosos para obter acesso indevido a sistemas das empresas.

Além de contar com esse mercado ilegal de credenciais, Suffert destaca que os atacantes se aproveitam de sistemas mal configurados, com senhas fracas ou senhas padrão, sem múltiplo fator de autenticação, para penetrarem nas organizações, inclusive nas da área da saúde.

Outro problema que tem realçado a fragilidade da segurança cibernética nas organizações de saúde é a exposição pública de informações e sistemas na internet de forma acidental. Recentemente, um analista de segurança identificou uma falha em um servidor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que dava acesso a informações de gerenciamento de vacinas, dados de pesquisas e até informações de funcionários da fundação. O acesso a esse sistema poderia potencialmente até permitir o desligamento de freezers ou alteração de temperaturas, o que poderia colocar em risco o armazenamento de vacinas.

A Fiocruz consertou a falha antes que se tornasse de conhecimento público e alegou que o servidor servia apenas para testes e que todas as informações disponíveis eram fictícias e que nenhum sistema esteve efetivamente em risco.

Caso semelhante ocorreu em fevereiro deste ano, quando a configuração errada de uma página do Ministério da Saúde expôs os dados de pacientes e servidores do Sistema Único de Saúde (SUS).

Essas ocorrências vêm ressaltar a necessidade de um foco mais atento à segurança dos sistemas de todas as empresas, em especial as do ramo da saúde, nos quais um ataque pode ter consequências muito mais danosas do que simples vazamento de informações, ressalta Sandro Süffert.

WHATSAPP NA MIRA

Além desses ataques a bancos de informações e sistemas de dados de estabelecimentos de saúde, Sandro Suffert cita outro tipo recorrente de investida: o envio de mensagens (geralmente por WhatsApp) a médicos e outros profissionais de saúde, e mesmo a pacientes desses profissionais, com links falsos. Trata-se do chamado phishing, comumente empregado em ciberataques voltados a outras áreas também.

As mensagens têm conteúdo, linguagem e aparência que soam como reais, contudo, se configuram em armadilhas. O phishing é utilizado para “pescar” dados pessoais e confidenciais, como número e detalhes do cartão de crédito, senha, entre outras informações que abrem caminho para os criminosos realizarem suas fraudes.

Um exemplo desse golpe é de uma clínica odontológica do Paraná que teve seu WhatsApp invadido. Uma mensagem falsa foi enviada aos pacientes sobre o sorteio de um carro; para participar, eles teriam que responder via SMS com um ok, deixando seus aparelhos vulneráveis a ataques.

Veja a mensagem abaixo:

Aumento de ciberataques

DICAS DE PROTEÇÃO

Confira recomendações da Apura, especializada em segurança cibernética, voltadas principalmente à prevenção de ataques contra estabelecimentos e profissionais de saúde:

  • As empresas médicas devem manter sistemas operacionais com versões atualizadas e com as configurações adequadas. Para isso, é importante ter o suporte de especialista;
  • Elas devem, também, promover a cultura da cibersegurança entre a equipe de colaboradores. Isso inclui instruir os funcionários quanto à escolha, uso e atualização de senhas, bem como a desconfiar de e-mails ou mensagens que solicitem informações institucionais e pessoais. E, é claro, a não abrir anexos ou clicar em links suspeitos;
  • Tanto aos pacientes quanto aos colaboradores é imprescindível desconfiar de promoções, brindes, descontos e ofertas similares que soem muito vantajosas. Antes de clicar em links, é importante pesquisar sobre a empresa anunciante, ou mesmo averiguar se há alguma notícia de golpe relacionada ao fato;
  • Atenção aos aplicativos: para baixar qualquer aplicativo, opte por fazê-lo nos sites oficiais das empresas ou nas lojas de aplicativos do sistema operacional de seu smartphone;
  • Uma dica é utilizar soluções de segurança no celular, como as que detectam phishing em aplicativos de mensagens (como WhatsApp) e em redes sociais;
  • Em caso de ataque, registre um boletim de ocorrência, caso seja vítima de cibercrimes ou tenha recebido algum contato neste sentido. Polícias civis de vários estados contam com delegacias especializadas em crimes cibernéticos; em muitas delas é possível fazer a queixa on-line.

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Aumento de ciberataques à área de saúde na pandemia
Apura S/A. “Aumento de ciberataques”, por Sandro Suffert, da Apura S/A.

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Roubo de criptomoedas: como se defender?

Os ciberataques envolvendo roubo de criptomoedas – como as bitcoins, a mais famosa delas – se tornaram mais recorrentes durante a pandemia de Covid-19 e devem estar no foco das atenções de corporações de segurança cibernética, governos e sociedade em 2021. O primeiro passo é compreender o modus operandi desse tipo de investida, para saber como se prevenir e se defender.

Com mais de 25 anos de experiência em cibersegurança, Sandro Süffert ressalta que o problema ocorre em escala global, e o Brasil não está imune. Süffert é fundador e CEO da Apura, empresa brasileira especializada em prevenção, monitoramento e combate a ciberataques. A equipe de especialistas da Apura elaborou uma lista com as formas mais comuns de ocorrências envolvendo as criptomoedas:

1. Phishing, a forma preferida

A forma mais comum continua sendo o phishing, ataque em que o criminoso envia um e-mail, SMS ou mensagem em rede social contendo um link malicioso que, quando clicado, leva a vítima para um site falso. Assim, toda negociação de criptomoedas que essa pessoa realizar no site será enviada para a carteira do criminoso. Portanto, muito cuidado com mensagens que receber. Antes de clicar em qualquer link, certifique-se da veracidade.

2. Perfis falsos

Outra modalidade que tem se tornado bastante comum é a de perfis falsos em redes sociais, se passando por pessoas de destaque no mundo da negociação de criptomoeda. Esses perfis oferecem falsas oportunidades. Um exemplo recorrente: se a vítima depositar certa quantia em criptomoedas na carteira do suposto negociador, receberá o valor dobrado em determinados dias. A pessoa que fizer o depósito, obviamente, jamais receberá a quantia e ainda terá perdido o valor depositado. Caso seja contactado por ofertas assim, não efetue depósito algum.

3. Aplicativos falsos

Há também aplicativos falsos, para dispositivos móveis, que remetem a lojas alternativas de aplicativos. Esses aplicativos falsos se passam pelos legítimos de empresas respeitáveis no ramo das criptomoedas. Porém, quando a vítima instala um deles em seu dispositivo, todas as negociações realizadas por meio do aplicativo falso serão desviadas para o criminoso responsável. Às vezes, até mesmo um aplicativo com todos os requisitos de legitimidade é usado para desviar recursos. Em março, um aplicativo encontrado na App Store da Apple, que supostamente deveria ser utilizado para checar o saldo de contas em Bitcoins em dispositivos da empresa Trezor, foi utilizado para desviar mais de 600 mil dólares de um investidor que baixou o aplicativo acreditando estar seguro. A orientação é baixar aplicativos sempre a partir de lojas oficiais, ou dos sites da própria fornecedora do aplicativo. E mesmo aplicativos de procedência certa só devem ser baixados quando se tiver a certeza da idoneidade dos desenvolvedores, pois muitas vezes eles fazem uso de brechas para enviar aplicativos maliciosos para as lojas oficiais.

4. Uso de malwares

Existem ainda ataques mais sofisticados que envolvem o uso de malwares para realizar o roubo das criptomoedas. Estes malwares são desenvolvidos exclusivamente com esse objetivo. Eles podem atuar de diversas formas: substituindo páginas legítimas que a vítima acessa por versões falsas controladas pelos criminosos; podem trocar endereços para transação copiados de alguma página para a área de transferência por endereços definidos pelos atores; roubar as chaves de acesso das vítimas às carteiras de criptomoedas; podem, inclusive, desviar recursos computacionais do sistema da vítima para minerar criptomoedas sem que ela tenha conhecimento disso.

Um malware recém-descoberto pela empresa Avast foi o HackBoss, que acredita-se já ter faturado mais de 600 mil dólares com o roubo de criptomoedas. Quando o HackBoss é executado, ele busca por endereços de carteiras digitais com criptomoedas. O endereço dessas carteiras é copiado para a área de transferência e quando o malware detecta o endereço de uma outra carteira, substitui, desviando estes recursos para os criminosos. Para evitar cair nessa armadilha, confirme a veracidade de sites e e-mails, desconfiando de mensagens propondo vantagens ou supostamente amigáveis. Em casos suspeitos, nunca forneça senhas e nem outros dados. Ferramentas de proteção em seu dispositivo também ajudam na prevenção.

5. Sequestro de dados

Além do roubo de criptomoedas, outra frente de ataques envolvendo moedas digitais ocorre quando o criminoso exige o pagamento de dados sequestrados por meio de criptomoedas propriamente ditas. Segundo a equipe da Apura, a exigência de pagamento de resgate de dados sequestrados por meio de criptomoedas é uma estratégia para evitar a rastreabilidade e, por consequência, dificultar a identificação dos promotores dos ciberataques.

Sandro Süffert ressalva que o fato de as criptomoedas figurarem como ferramenta ou alvo cada vez mais preferidos por cibercriminosos não significa que as moedas digitais sejam, por natureza, vulneráveis. O que ocorre é o constante movimento de sofisticação dos ciberataques – os criminosos regularmente procuram alternativas para pôr em prática suas investidas.

O especialista cita o exemplo do Pix, sistema adotado pelo Banco Central do Brasil, de reconhecida segurança e eficiência. Justamente pela confiabilidade, atrai usuários e, por tabela, faz os cibercriminosos identificarem um nicho potencial para suas ações.

Por isso, reforça Süffert, a segurança cibernética deve envolver participação, cooperação e envolvimento de vários atores sociais – governos, empresas e sociedade de uma forma geral. “Precisamos desenvolver uma cultura de cibersegurança”, assinala.

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Roubo de criptomoedas: como se defender?
Sandro Suffert, da Apura S/A. Foto: Divulgação

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VMware capacita trabalho remoto

A forma como trabalhamos mudou para sempre. Agora que as empresas constataram os benefícios do trabalho remoto, querem fazer mais do que apenas apoiá-lo. Querem tornar-se organizações verdadeiramente distribuídas e que possam trabalhar em qualquer lugar. Para lidar com essa mudança, a VMware (NYSE: VMW) anuncia o VMware Anywhere Workspace, uma solução projetada para ajudar as companhias a oferecerem experiências melhores e mais seguras para seus funcionários, não importa onde eles estejam no mundo.

“Trabalho é o que você faz, não onde você o faz. À medida que as empresas reinventam onde e como as equipes colaboram e inovam, elas devem fazer mais do que transformar: devem mudar sua mentalidade para criar uma cultura digital que prioriza a experiência do funcionário”, aponta Sanjay Poonen, COO de operações de clientes da VMwaree. “Desenvolvemos o VMware Anywhere Workspace com essa nova maneira de trabalhar em mente. A solução vai desempenhar um papel importante na criação de empresas mais fortes, mais focadas e mais resilientes.”

Apresentando o VMware Anywhere Workspace

O VMware Anywhere Workspace capacita a força de trabalho atual em qualquer lugar, acabando com o atrito que pode existir entre os sistemas de TI e os funcionários. Isso cria melhores experiências e uma segurança mais ampla e eficaz. Tudo com menor custo e sobrecarga operacional.

O VMware Anywhere Workspace estabelece a base e a visão de como possibilitar o futuro do trabalho. A solução ajuda os clientes a:

  • Gerenciar a experiência multimodal do funcionário em qualquer lugar para que eles possam trabalhar de maneira mais inteligente e produtiva. Para isso, eles têm acesso a uma ótima experiência do usuário e desempenho consistente em qualquer dispositivo, de qualquer local, em qualquer rede. Além disso, a solução melhora a maneira como a TI pode fornecer serviços aos usuários;
  • Garantir a edge distribuída com segurança mais ampla e eficaz. Isso permite que qualquer usuário acesse qualquer aplicativo de qualquer dispositivo. A abordagem Zero Trust da VMware combina segurança de rede até a edge com gerenciamento e segurança de endpoint;
  • Automatizar o espaço de trabalho para que a TI não seja apenas mais simples, ágil e eficiente, mas também mais moderna. Isso permite que as empresas se concentrem nos resultados que desejam, em vez das tarefas que precisam realizar. Tudo impulsionado pelo gerenciamento inteligente de fluxos de trabalho, conformidade e desempenho.

A tecnologia do Anywhere Workspace

O VMware Anywhere Workspace já está disponível e reúne os benefícios de três soluções inovadoras:

  • O VMware Workspace ONE entrega gerenciamento unificado de endpoint, virtualização de desktop e aplicações e uma variedade de soluções relacionadas a experiência, produtividade e segurança dos funcionários;O VMware Carbon Black Cloud traz endpoints nativos da nuvem e proteção de cargas de trabalho;
  • O VMware SASE combina recursos SD-WAN com funções de segurança fornecidas pela nuvem, incluindo segurança da web na cloud e acesso à rede Zero Trust e firewall. Esses recursos serão fornecidos como serviço a partir de uma rede global de pontos de presença.

O VMware Anywhere Workspace apresenta pontos de integração exclusivos entre as soluções, com maior planejamento ao longo do tempo. Por exemplo:

  • Integração entre o Carbon Black Cloud e o Workspace ONE para reunir recursos de segurança e gerenciamento de endpoint físico e virtual
  • Integração entre os serviços Workspace ONE e SASE (VMware SD-WAN, rede Work from Home, VMware Secure Access) para fornecer acesso de rede Zero Trust (ZTNA) em pontos de presença implantados globalmente.

“Uma força de trabalho verdadeiramente híbrida é aquela que nos habilita a trabalhar de qualquer local, em qualquer rede e dispositivo, e sem compensações quando se trata da produtividade do funcionário. No entanto, alcançar esse ideal tem se mostrado desafiador para empresas que muitas vezes contam com um conjunto complexo de práticas e tecnologias de segurança legadas”, afirma Adam Holtby, diretor analista da Omdia. “São necessárias novas soluções e práticas de segurança, gerenciamento e produtividade dos funcionários, se as companhias desejam habilitar e proteger de forma otimizada uma força de trabalho mais híbrida em qualquer lugar. Essa proposta de valor está no centro da nova solução da VMware e tem grande potencial para ajudá-la a se tornar um parceiro importante para empresas que buscam abraçar o futuro do trabalho.”

Como é o futuro do trabalho para os clientes da VMware

A AMTI é uma fornecedora de soluções e sistemas de tecnologia com sede nas Filipinas. Josefino Paloma, vice-presidente executivo e gerente geral de Soluções de ICT e Geoexpansões, diz: “Nosso programa de trabalho remoto começou há dois anos para lidar com a piora do tráfego na área metropolitana de Manila. A COVID acelerou essa iniciativa e as tecnologias do Anywhere Workspace nos permitiram oferecer um ambiente de trabalho produtivo para nossos funcionários. Nunca mais voltaremos a ter todos trabalhando no escritório e as tecnologias Anywhere Workspace desempenham um papel crítico no suporte a uma força de trabalho híbrida.”

A Angel MedFlight é uma empresa de transporte médico aéreo. Paul Green, diretor de desenvolvimento, diz: “o que fazemos como organização depende das conexões que temos com nossos pacientes, nossos gerentes de caso e familiares. Estou orgulhoso de como continuamos a fornecer cuidados excepcionais mesmo fora de um ambiente de escritório tradicional. Daqui em diante, não vamos apenas voltar para o escritório como se nada tivesse acontecido. Vamos manter nosso programa de trabalho remoto funcionando – não por necessidade, como no ano passado, mas como um programa contínuo. Estamos trabalhando com a VMware e implementando as tecnologias Anywhere Workspace para garantir que nossos funcionários estejam preparados para prosperar, independentemente de onde escolherem trabalhar.”

O Brisbane Catholic Education abrange mais de 140 escolas e oferece ensino e aprendizagem de qualidade para alunos do 12º ano. Paul Saltmarsh, diretor sênior de TI, diz: “O lockdown em todo o país nos forçou a mudar a forma como usamos a tecnologia. Agora que estamos de volta à sala de aula, para minha alegria, professores, funcionários e alunos continuam a usar a tecnologia para aprimorar o aprendizado e a experiência de trabalho. A abordagem ‘giz e fala’ não é mais uma opção. O VMware Anywhere Workspace permitirá que nossa equipe gerencie e proteja melhor as dezenas de milhares de dispositivos que agora apoiam o ensino em sala de aula.”

A Deutsche Telekom é uma empresa alemã de consultoria e serviços globais de TI. Florian Mösch, gerente sênior de programa executivo, comenta: “Não espero ver uma mudança dramática na atual situação de trabalho distribuído, mas sim ajustes nela. Por exemplo, não é provável que os funcionários voltem ao escritório cinco dias por semana, mas talvez uma vez por semana ou quinzenalmente. Soluções como o VMware Anywhere Workspace tornarão mais fácil para as organizações oferecer suporte à escolha dos colaboradores, mantendo a produtividade e preservando sua cultura colaborativa.”

O Osceola County Sherriff’s Office fornece serviços profissionais de aplicação da lei a seus cidadãos e visitantes. Daniel Caban, CIO, comenta: “Quando se trabalha na aplicação da lei, a segurança é o maior requisito de conformidade para nós. Como os dispositivos dos delegados e funcionários estão se conectando à nossa rede, precisamos garantir que a conexão seja criptografada e segura. A tecnologia do Anywhere Workspace nos ajuda a proteger melhor os vários dispositivos que estão sendo usados no campo e que se conectam à nossa rede.”

Com sede em Munique, a OSRAM Continental desenvolve sistemas de iluminação automotiva. Michael Schoeberl, CIO, diz: “A pandemia nos forçou a repensar como trabalhamos e muitas das novas práticas que criamos serão levadas para o futuro. A contratação e o onboarding, por exemplo, são duas áreas nas quais não vejo a gente voltar ao jeito antigo. O Anywhere Workspace nos dá as ferramentas que precisamos para atender os candidatos virtualmente, estender uma oferta e fornecer-lhes acesso aos aplicativos e recursos para integração – tudo sem nunca pisar em um escritório.”

A Rentokil Initial oferece serviços de controle de pragas. Chris Gill, chefe do grupo de Workplace Services, comenta: “A área de suporte de TI mudou a ponto de ficar, de certa forma, irreconhecível. Apesar de estarmos resolvendo problemas semelhantes – consertando computadores, colocando novos dispositivos nas mãos dos funcionários, etc. – a forma como concluímos o trabalho mudou. As tecnologias do Anywhere Workspace estão nos ajudando a acelerar certos processos, como o provisionamento de dispositivos prontos para uso, para reduzir o esforço e o tempo que a TI precisa despender nessas solicitações de rotina.”

O Twitter é um serviço aberto que abriga um mundo de pessoas, perspectivas, ideias e informações. Andrew Sopko, chefe de TI do Twitter, diz: “Testamos outras plataformas para gerenciamento de dispositivos e usamos uma variedade de aplicações de segurança diferentes, mas, em última análise, esta solução da VMware está nos ajudando a resolver vários desafios de negócios, ao mesmo tempo que fornece visibilidade para manter nosso ambiente de endpoints mais seguro. O Anywhere Workspace ajudará o Twitter a permitir um futuro em que milhares de funcionários continuem trabalhando remotamente.”

O United States Senate Federal Credit Union fornece serviços financeiros às comunidades do Senado dos Estados Unidos e do Capitólio. Mark Fournier, CIO, diz: “Antes da pandemia, havíamos adquirido e começado a reforma de um novo espaço para nossa sede. Nossa experiência de trabalhar como uma força de trabalho remota durante a pandemia nos fez repensar como utilizamos o espaço e fornecemos experiências móveis e de desktop para nossos funcionários. Fornecer uma experiência consistente e oferecer flexibilidade aos funcionários quando eles retornarem ao escritório será possível através da adoção de uma abordagem Anywhere Workspace.”

Junte-se a nós nos dias 5 e 6 de maio para saber mais

Nos dias 5 e 6 de maio, a VMware fará um evento online gratuito – Liderando a mudança: Construa confiança com o Anywhere Workspace – onde os líderes discutirão como as organizações podem abraçar o novo normal e se transformar em empresas seguras e em qualquer lugar. O evento contará com uma palestra em 5 de maio às 10:00 CEST na região EMEA; 9h00 PDT nas Américas; e 11h00 SGT em 6 de maio em Ásia-Pacífico, além de:

  • Trilhas técnicas e de negócios com diferentes palestrantes em cada região;Mais de uma dúzia de sessões sob demanda sobre tecnologia, abrangendo: VMware Workspace ONE e VMware Horizon, VMware SD-WAN e VMware SASE e VMware Carbon Black Cloud;
  • Uma ampla variedade de palestrantes, incluindo executivos da VMware e especialistas no assunto, clientes e membros da comunidade. Veja a lista completa de palestrantes.

Inscreva-se em www.vmware.com/anywhere-workspace-event.

Sobre a VMware

Os softwares da VMware capacitam a complexa infraestrutura digital do mundo. As ofertas de nuvem, rede, segurança e espaço de trabalho digital da empresa fornecem uma base digital dinâmica e eficiente para mais de 500 mil clientes globalmente, auxiliada por um ecossistema de 75 mil parceiros. Com sede em Palo Alto, Califórnia, a VMware está comprometida em ser uma força positiva, desde suas inovações revolucionárias até o seu impacto global. Para mais informações, acesse: https://www.vmware.com/company.html.

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VMware capacita trabalho remoto
Foto: Divulgação

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Mais novo unicórnio da internet mira o Brasil

O crescimento exponencial do uso de aplicativos de mensagem como o WhatsApp, SMS, Messenger, Signal ou Telegram, no Brasil e no mundo, mudou para sempre a forma como as empresas se relacionam com seus clientes. E mesmo com o controle da pandemia e a volta à “normalidade”, este novo comportamento dos consumidores deve se acentuar.

Foi com esta perspectiva que a Gupshup, líder indiana de mensageria com mais de 6 bilhões de interações/mês apenas na Índica, se tornou o mais novo unicórnio da internet ao receber um aporte de USD$ 100 milhões da Tiger Global Management, na segunda semana de abril, o que elevou seu valor de mercado a USD$ 1,4 bilhão.

“O Brasil é um dos maiores mercados quando se fala em uso comercial dos aplicativos de mensagem. E este é um segmento que deve aumentar muito mais, pelas facilidades que oferece no relacionamento entre empresas e clientes. A Gupshup vinha atendendo clientes brasileiros em sua plataforma, que é self-service, e por isso decidimos criar uma estrutura local, que também vai atender outros países da América Latina e do Sul.” explica Beerud Shteh, CEO e co-fundador da companhia.

A Guphup é uma empresa de tecnologia que desenvolve soluções para que as empresas se relacionem com seus clientes por meio de aplicativos como WhatsApp e SMS, que são apenas o canal de contato. As caixas de diálogo, links e outras interações, são fornecidas por empresas de mensageria.

Sua plataforma funciona com base em IP, o que lhe permite atuar em qualquer país do mundo sem qualquer necessidade de adaptação ou limitação por conta de diferenças de protocolo.

Brasil

A Gupshup iniciou o atendimento de clientes brasileiros em sua plataforma, que é “self-service”. E começou a trabalhar localmente em meados de 2020, para atender à crescente demanda e aceitação de suas soluções.

Agora, com uma estrutura plena no país, oferece um suporte mais adequado e um atendimento comercial mais identificado com a cultura local.

Líder de mercado na Índia, onde entrega mais de 6 bilhões de mensagens por mês, a Gupshup espera crescer 3 vezes no Brasil em 2021 e já atende clientes do porte da Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Unimed, Lojas Torras, governos estaduais e prefeituras, além de, por meio de parceiros, atender empresas que atuam em grandes Marketplaces.

Já com clientes do porte da Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Unimed e Lojas Torra, além de outros grandes do varejo, por meio de parceiros, a empresa acaba de se tornar um unicórnio ao receber um aporte financeiro de USD 100 milhões do fundo Tiger Global.

“Clientes locais pedem presença local, tanto para suporte quanto para atendimento comercial, pois conseguimos estreitar o relacionamento com os clientes e desenvolver soluções cada vez mais específicas”, explica Leonardo de Paula, Head de Negócios da GupShup no Brasil.

Gupshup

Empresa de origem indiana criada em 2006, oferece soluções de mensageria conversacional por IP para empresas de todos os segmentos e tamanhos. É a plataforma líder neste segmento, gerando mais de 6 bilhões de mensagens por mês, e oferece uma única API de mensagens para mais de 30 canais. Em abril de 2021 a Gupshup recebeu um aporte de USD$ 100 milhões do Tiger Global Management, elevando seu valor de mercado para USD$ 1,4 bilhão.

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Mais novo unicórnio da internet mira o Brasil

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Adobe Summit 2021: 5 motivos para não perder o maior evento de marketing digital do mundo

De 27 a 29 de abril, o Adobe Summit, a maior conferência de marketing digital do mundo, acontece – em formato online e gratuito – com o objetivo de propor discussões importantes sobre o futuro do setor entre profissionais da área. Ao todo, serão mais de 250 sessões e workshops de conteúdo ao vivo e on demand com profissionais que lideram as inovações em experiência do cliente no âmbito global. As inscrições para o Adobe Summit 2021 podem ser realizadas pelo link https://summit.adobe.com/na/.

A edição deste ano não será realizada presencialmente em Las Vegas (EUA) e, assim como em 2020, quando o evento migrou para o ambiente online por causa da pandemia, será totalmente virtual. No ano passado, o Adobe Summit reuniu mais de 226 mil inscritos em mais de 200 sessões, que puderam ser assistidas on demand, até meses após o evento. Este ano, teremos mais de 125 horas de conteúdo inédito apresentado por mais de 500 palestrantes, em três dias de evento.

“Nas edições presenciais anteriores, o Brasil representava uma das maiores delegações do evento. Portanto, o formato digital é uma oportunidade única para mais brasileiros participarem e terem acesso a conteúdos sobre inovações no marketing digital, principalmente insights para um mundo pós-pandêmico”, explica o general manager da Adobe Latam, Federico Grosso. 

O executivo ressalta que esta edição será uma das mais diversificadas até hoje, com palestrantes de setores variados, como varejo, mídia e telecomunicações, serviços financeiros, saúde e consumo. “A programação deste ano é incomparável”, afirma, selecionando cinco razões para o público não perder o evento:

Painel com diversos executivos líderes de mercado
Entre os destaques estão: Shantanu Narayen, CEO global da Adobe; Albert Bourla, CEO da Pfizer; Serena Williams, uma das tenistas mais vitoriosas do mundo, além de empresária e filantropista; Rajesh Subramaniam, presidente da FedEx; Deborah Wahl, CMO Global da General Motors; e Anil Chakravarthy, general manager de Digital Experience Business da Adobe.  

“Teremos a rara chance de ouvir, durante o discurso de abertura, a campeã de tênis e empreendedora Serena Williams e o CEO da Pfizer, Albert Bourla, e descobrir sobre tecnologias emergentes apresentadas pelo ator, diretor, escritor e produtor vencedor do prêmio Emmy, Dan Levy”, ressalta Grosso. 

Promovendo experiências em um mundo cookieless
Sobre as novidades da Adobe para este ano, o executivo comenta que o público pode esperar por lançamentos de recursos tecnológicos que vão proporcionar a criação de campanhas e estratégias digitais em um mundo sem cookies. “Certamente, um dos grandes anúncios do evento este ano será sobre como a Adobe está investindo em tecnologias cookieless e de que maneira podemos apoiar as empresas a promoverem experiências relevantes para seus clientes em um mundo sem cookies”, comenta. 

Dedicação especial ao e-commerce
Outro foco de atenção quando o assunto é marketing digital está no comércio eletrônico, que registrou um crescimento exponencial em 2020, tanto no lado B2C quanto no B2B das indústrias. Nestlé e Walmart são algumas das marcas globais que estarão presentes no Adobe Summit para debaterem o tema. “O gerenciamento e as adaptações de recursos para melhorar a experiência do cliente no e-commerce são pontos fundamentais no mundo após o coronavírus”, antecipa.

Desenvolvimento de líderes
O general manager da Adobe Latam informa que neste ano o evento também preparou painéis sobre liderança e desenvolvimento pessoal, com participações de renomados escritores, como Susan Cain, autora do “O Poder dos Quietos”, Rachel Botsman, trust expert da Universidade de Oxford, e Malcolm Gladwell, jornalista e escritor do New York Times. “Os líderes buscam cada vez mais inspirações para continuarem se desenvolvendo e ajudando o próprio time a crescer”, diz.

Networking
Oportunidades para se conectar com outros executivos da Adobe e especialistas na criação de experiências digitais podem ser difíceis de encontrar. Por isso, a empresa lançou para o evento a Braindate, plataforma de networking que permitirá interação com os participantes do Summit, expandindo o aprendizado e a troca de conhecimento. “Não é apenas o conteúdo que atrai as pessoas para o evento, mas também a oportunidade de se relacionar e aprender com profissionais experientes do mundo todo”, conclui. 

Serviço:
Adobe Summit – The Digital Experience Conference
Quando: 27 a 29 de abril
Custo: gratuito
Onde: virtual e on demand 
Inscrições: https://summit.adobe.com/na/

Sobre a Adobe Systems Incorporated

A Adobe está mudando o mundo por meio de experiências digitais. Para mais informações, visite: www.adobe.com/br

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Adobe Summit 2021
Adobe Summit 2021. Arte: Divulgação

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Brasília receberá o maior polo de empreendedorismo digital

Pandemia do novo coronavirus continuará influenciando nos resultados das empresas, a SysCoin Commerce lança até junho um novo modelo de consultoria empresarial para salvar o mercado empresarial do DF e de todo o país. O maior polo de empreendedorismo digital do Brasil será em Brasília.

A SysCoin Space promete revolucionar os negócios que apostam no ambiente digitalÉ fato que a pandemia do Coronavírus mudou a vida das pessoas, das empresas, a forma de trabalho e a economia. Dentro desse cenário, inovação é a palavra chave para manter muitos negócios vivos e com alto grau de rentabilidade. Pesquisas mundiais têm alertado a população e a classe médica sobre o impacto futuro da Covid-19 nas empresas e negócios.

O mundo empresarial, em especial, se viu diante de um grande desafio para conseguir manter seus negócios em plena atividade. O presencial migrou para o digital e muitas empresas passaram a enxergar nessa possibilidade o fio de esperança para continuarem existindo. O distanciamento social e as medidas de isolamento e proteção aceleraram bastante o processo de transformação digital das empresas.

Especialistas apontam que a pandemia do novo corona vírus nos trouxe 10 anos à frente.A SysCoin Commerce, a maior agência de ecommerce do Centro-Oeste, ciente dessa nova realidade se prepara para trazer para a Capital Federal, ainda no primeiro semestre de 2021, o primeiro e maior polo de empreendedorismo digital do Brasil, a SysCoin Space.

Atuante já no mercado desde 2015, a empresa viu a sua demanda crescer exponencialmente em 2020. Com essa tendência crescente e latente no mercado, a marca decidiu inovar e trazer um novo sistema para fomentar o mercado empresarial.
É o que explica o CEO da SysCoin, Hugo Cândido, “nosso novo investimento é a criação de um polo de e-commerce em Brasília.

Trata-se de um espaço feito e pensado para desenvolver negócios digitais, desde a concepção até a operação. Novos empresários ou até mesmo os antigos que estão se digitalizando estão aproveitando essa oportunidade para avançar neste novo mundo”, explica.

Segundo Cândido, as empresas terão cada vez mais parte de sua operação no ambiente digital, seja um canal de divulgação, seja um canal de vendas, ou até mesmo ferramentas de gestão interna da empresa conectadas na internet. Ele explica que nessa nova fase, a SysCoin entra oferecendo avaliacão e know-how. “O primeiro passo se dá por uma consulta inicial com um especialista a fim de medir seu grau de maturidade no mundo digital e a partir disso criar uma trilha de conhecimento que ele deverá cumprir”, enaltece.*Sou uma empresa, o que devo fazer para ter acesso?*

Para se submeter ao programa de acompanhamento da SysCoin, é necessário que solicitar o atendimento de um dos especialistas. Não há custo inicial e o projeto será entregue após a consulta. Uma vez que o empresário enxerga a oportunidade de ter esse suporte, o projeto evolui para uma proposta de parceria.

Ampliação do mercado consumidor, novos canais de vendas, novos canais de divulgação, maior eficiência operacional, redução de custos, aumento da lucratividade, melhora dos indicadores de gestão são alguns benefícios apresentados com esse modelo de consultoria inédita.

Fora essa nova modalidade, a SysCoin Space, oferece diversos serviços complementares com as mais variadas operações de e-commerce, fazendo com que o empresário ganhe tempo e poupe custos. Entre os serviços estão a criação da loja virtual, consultoria, fotografia de produtos, marketing digital para e-commerce, design especializado, certificado digital, treinamento constante e  ponto de retirada, ferramentas que corroboram para o crescimento da empresa no ambiente digital.
O que tem de inovador?

Tudo em um só lugar. A SysCoin Space visa complementar todo esse ecossistema digital. É algo novo, nunca antes visto e muito promissor. Enquanto as demais empresas tocam este assunto como um tópico a mais de seu acervo, a SysCoin se dedica a isso de forma integral.

Serviço: Brasília se prepara para receber, no primeiro semestre, o maior polo de empreendedorismo digital do Brasil
Endereço: CA 01, SALA 469 SHOPPING DECK NORTE – Lago Norte, BrasíliaTelefone: (61) 3968-1540Site: https://syscoin.com.br/

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Brasília receberá o maior polo de empreendedorismo digital
Foto: Divulgação

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Mulheres e os desafios na área de tecnologia

Mariel Reyes Milk é autora de “Mulheres e os desafios na área de tecnologia”

As mulheres ocupam cadeiras importantes no mercado de trabalho, como em empresas de tecnologia, porém ainda há algumas questões que atrasam essa conquista feminina: a falta de diversidade de gênero na área de T.I, por exemplo, é uma delas. 

Vejo quatro grandes dificuldades que as mulheres enfrentam. São elas:

  • Predominância masculina: no Brasil, o público feminino representa apenas 15% dos matriculados em ciência da computação. Isso faz com que elas, muitas vezes, sejam as únicas de suas equipes no ambiente corporativo, o que pode gerar insegurança e, consequentemente, fazer com que as mulheres sofram com atitudes e comportamentos machistas, no qual vem desde a faculdade;
  • Cultura brogrammer: o estereótipo do programador homem, branco, cis e a crença das pessoas, incluindo o público feminino, de que T.I não é o lugar de mulheres
  • Liderança feminina: quando tratamos de cargos de liderança femininos no Brasil, cerca de 27% das empresas não têm nenhuma mulher atuando em um cargo de coordenação, de acordo com um levantamento feito pela empresa TWIRI;
  • Preconceito no ambiente de trabalho: as mulheres sofrem preconceitos no ambiente de trabalho, como a promoção por comprovação. Dados indicam que o público feminino é submetido a padrões mais rígidos. Além disso, quando as mulheres quebram o estereótipo de como deveriam se comportar, os homens começam a enxergá-las como “desagradáveis”.

Existe um histórico social e cultural que impede as mulheres, desde crianças, de acreditarem que elas podem atuar na área de tecnologia. Pesquisas mostram que a partir dos 6 anos as meninas começam a pensar que não são boas para as exatas, logo cria-se um intelecto de que computador é apenas para meninos. 

Com a chegada de novas empresas tecnológicas comandadas por homens no setor de programação, a computação passou a ter como foco os meninos. Desta forma, as meninas passaram a não ser estimuladas a seguir carreiras de tecnologia. 

A desigualdade nos salários

Quando o assunto é mercado de trabalho, há casos em que as mulheres se sentem desmotivadas devido à baixa remuneração quando comparado ao salário dos homens no mesmo cargo. Isso ainda acontece em diversas empresas, que tendem a favorecer homens por inúmeras razões que compreendemos infundadas.

De acordo com o levantamento feito pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), as mulheres que possuem graduação são a maioria no mercado de trabalho, com 55,1%, em comparação ao público masculino. Porém, na média salarial dos empregados com ensino superior os homens recebem R$ 4.640,00, já as mulheres R$ 3.287,00, em outras palavras, o público feminino ganha 41% a menos na remuneração pelo trabalho prestado em relação aos homens. 

Estamos caminhando para conquistar um cenário melhor referente à igualdade de gênero no mercado de trabalho, mas ainda temos muito o que fazer, principalmente quando tratamos de mentalidade de diversidade. 

Empoderamento feminino 

Muitas pessoas acham que o empoderamento está ligado a privilégios, mas pelo contrário, esse termo tem conexão com a consciência coletiva, no qual expressa ações para fortalecer as mulheres e promover a igualdade de gêneros.

Para escapar desse ambiente desafiador na área da tecnologia, as mulheres podem utilizar do empoderamento, além de ser uma ótima ferramenta para contribuir com a sociedade, é uma prática necessária no ambiente corporativo. 

Diante desses obstáculos, a ONU Mulheres e o Pacto Global criaram os Princípios de Empoderamento das Mulheres, que tem por objetivo a implementação de práticas e ações que resultem na igualdade de gênero, principalmente no ambiente de trabalho. 

Os sete princípios são:

  1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível; 
  2. Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação; 
  3. Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa; 
  4. Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres; 
  5. Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing; 
  6. Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social; 
  7. Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.

É necessário colocar em prática esses princípios para gerar a equidade de gênero no universo empresarial, com isso os desafios enfrentados pelas mulheres, todos os dias, irão diminuir gradativamente. 

*Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}, startup social paulista que ensina programação para mulheres em vulnerabilidade, preferencialmente trans e /ou negras.

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Mulheres e os desafios na área de tecnologia
Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}. Foto: Divulgação

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Mulheres na área de Tecnologia: Dicas para ingressarem

Segundo um levantamento da Microsoft,  somente 18% dos graduados em ciência da computação no Brasil são do sexo feminino. Além disso, de acordo com a mesma pesquisa, o número de mulheres empregadas na área de Tecnologia da Informação no país está estimado em apenas 25%. Para a fundadora e CEO da {reprograma}, startup social paulistana, que visa capacitar mulheres em programação front-end e back-end e conectá-las ao mercado de trabalho, a equidade de gênero no setor está ligada à uma questão cultural. Afinal, os estereótipos são incorporados desde cedo, fazendo com que as garotas acreditem que não são boas para as exatas, logo cria-se um intelecto de que computador é apenas para meninos.

Várias histórias servem para exemplificar que as lutas das mulheres por igualdade de gênero não são de agora , muitas das conquistas demoraram para chegar. ” Ao longo dos anos, as mulheres alcançaram direitos sociais, políticos e trabalhistas, por meio de movimentos reivindicatórios no Brasil. Em 1879, por exemplo, elas ganharam direito de cursar faculdades, outra conquista aconteceu em 1932, quando a Constituição Federal Brasileira passou a permitir que as mulheres votassem, após uma luta de mais de 10 anos liderada pela ativista e bióloga Berha Lutz”, comenta Reyes. 

Atualmente, ainda há obstáculos a serem superados, principalmente na igualdade de gêneros no mercado de trabalho, principalmente na área de tecnologia. Abaixo, Mariel cita cinco dicas que podem ajudar as mulheres a ingressarem na carreira de T.I e a conquistarem sua independência.

  • Acreditar na capacidade: o primeiro passo é trabalhar a “síndrome do impostor”, que está ligado ao fato das mulheres não acreditarem na capacidade delas em aprender a programar, além de se enxergarem como profissionais, por isso, é muito importante trabalhar esse mindset. 
  • Ter referências femininas: é importante que as mulheres tenham modelos que elas se identifiquem e se inspirem, pois referências podem servir de espelho para que elas possam alcançar o sucesso profissional. Na {reprograma}, temos ex-alunas que se tornaram professoras e monitoras dos cursos de back e front-end, que ensinam e influenciam positivamente essas mulheres.
  • Ambiente sem julgamentos: ao procurar por vagas na área de T.I, as mulheres devem buscar por empresas que tenham como valor a diversidade, desta forma, haverá um ambiente seguro, onde elas podem aprender e fazer perguntas sem julgamentos. 
  • Sororidade: promover a possibilidade de mulheres se apoiarem umas às outras é essencial, pois através disso elas entendem que não estão competindo entre si, e que juntas podem chegar mais longe, afinal, o apoio feminino é importante em um ambiente que, ainda, não é igualitário pelo grande volume de cadeiras ocupadas por homens na área de T.I.
  • Rede de apoio:  após a formação na área de T.I, por meio de um curso técnico ou graduação, é importante manter e criar novas conexões com as mulheres, pois ao longo do caminho podem surgir dúvidas sobre o mercado de trabalho, a troca de experiências e o compartilhamento de vagas na área. 

As ex-alunas da {reprograma} após o término dos cursos, são inseridas em grupos como o Slack e Telegram, no qual fazem parte também professoras e monitoras para ajudá-las até a colocação no mercado de trabalho e a troca de informações importantes na área de T.I, como uma comunidade. 

Iniciativas sociais na área de T.I 

Em meio a um cenário de obstáculos na área de T.I, principalmente para as mulheres, é  importante que haja iniciativas sociais que auxiliem na formação e empregabilidade do público feminino. 

Um dos objetivos da {reprograma} é aumentar o volume de cadeiras ocupadas por mulheres na área da tecnologia, com isso, a startup oferece as competências necessárias para que elas ingressem no mercado de trabalho, por meio da formação dos cursos de back e front-end. 

A CEO da {reprograma} explica que durante o programa as alunas têm a possibilidade de conhecerem, por meio de mentoras, eventos e convivência, outras mulheres na área da tecnologia que estão dispostas a compartilharem todo o conhecimento que elas detêm, etc. Com isso,  as alunas são encorajadas a enfrentar os obstáculos de um setor, que por enquanto, é predominantemente ocupado por homens, a mudarem suas vidas por meio da tecnologia. 

Até o momento, mais de 700 mulheres já se formaram em cursos de back e front-end da startup paulistana. 

Sobre a {reprograma}

Fundada em 2016, pela peruana Mariel Reyes Milk e suas sócias Carla de Bona e Fernanda Faria, a startup social paulista que ensina programação para mulheres, priorizando as negras e/ou trans, por meio da educação, tem o objetivo diminuir a lacuna de gêneros na área de T.I. A {reprograma} possui grandes empresas parceiras como Accenture, Creditas e Facebook, iFood, entre outras. Mais informações no www.reprograma.com.br

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Mulheres na área de Tecnologia: Dicas para ingressarem
Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}. Foto:
Divulgação

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Preocupação com cibersegurança nas empresas atinge recorde

Um relatório encomendado ao IDC pela TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, demonstra a crescente preocupação das empresas com cibersegurança na área de TI. Segundo o levantamento Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos, 59,7% das empresas da América Latina consideram a cibersegurança uma prioridade estratégica para a área de tecnologia da informação, um avanço de 15 pontos percentuais em relação ao mesmo levantamento feito em 2018. O tema aparece à frente de tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial e Cloud Computing. Ainda, 13,6% das organizações apontaram a computação em nuvem como parte dos esforços na melhoria da postura em segurança cibernética. 

Os dados demonstram que as empresas estão mais conscientes sobre a sua segurança digital, ao passo que a complexidade das ameaças digitais aumenta. “Cibersegurança é uma prioridade para as empresas e seguirá ganhando importância ao longo de 2021. Hoje, a segurança é uma prática habilitadora da continuidade dos negócios e, para isso, é necessário que todas as ameaças sejam mitigadas e combatidas de forma assertiva. Trata-se de uma maneira de responder à nova legislação, proteger clientes e adotar boas práticas com o uso da tecnologia”, comenta Armando Amaral, diretor de CyberSecurity na TIVIT.

Como resultado da visibilidade do tema, empresas brasileiras também têm destinado maior parte do orçamento a isso. Em 2020, foram investidos cerca de US$ 1 bilhão em serviços para detecção e combate às ameaças digitais, cifra que deve crescer para US$ 1.33 bilhão até 2024. Outro fator que justificou o aumento do investimento em segurança foi a pandemia de COVID-19 iniciada em 2020. OS Dados do IDC apontam que 44% das corporações aumentaram seus investimentos planejados para 2020 ao longo do ano.

Segurança e Nuvem

De acordo com o relatório, Cloud Computing ocupa o terceiro lugar na prioridade das empresas respondentes, com 34,3%, à frente de Customer Experience e de Machine Learning. Ainda assim, para reduzir brechas e tornar as operações das organizações mais seguras, a computação em nuvem continua sendo muito importante. Em 2019, no levantamento IDC Latin America Cybersecurity Report, 13,6% dos respondentes apontaram Cloud como um ponto estratégico para aumentar a segurança. “O uso da computação em nuvem é uma forma eficiente de mitigar ameaças. Com o uso de nuvem pública, disponibilizamos especialistas dedicados à proteção dos clientes, o que reduz custos e aumenta a eficiência do trabalho realizado. Para empresas que exigem plena disponibilidade, ou de missão crítica, a nuvem híbrida aparece como solução ao manter os dados mais estratégicos armazenados localmente, enquanto os serviços rodam em nuvem”, conclui Armando Amaral.

O estudo Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos está disponível para download no link: https://go.tivit.com/cybersecurity-e-governanca-em-ambientes-hibridos-idc-vendor-spotlight 

Sobre a TIVIT | Seu futuro, nosso desafio

A TIVIT é uma multinacional brasileira de tecnologia, presente no mercado há 20 anos e com operação em dez países da América Latina. Por meio de quatro unidades de negócios: Digital Business, Cloud Solutions, CyberSecurity e Technology Platforms, a empresa oferece respostas personalizadas e soluções que impactam nos negócios, e na rotina de empresas e pessoas.

Com o uso de tecnologias emergentes, parcerias tecnológicas e serviços inovadores, a TIVIT apoia seus clientes na jornada da transformação digital, em diversos setores como meios de pagamento, serviços financeiros, utilities, varejo, manufatura, entre outros.

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cibersegurança nas empresas
ciber ataque segurança internet inform

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youtube

Super Chat é opção de renda extra com o YouTube

Saiba como utilizar e monetizar com o Super Chat

O YouTube é a mídia social que mais cresce no mundo. De acordo com dados divulgados pela própria plataforma, já são mais de dois bilhões de usuários conectados ao redor do globo, assistindo a mais de um bilhão de horas em vídeo todos os dias. Cada vez mais pessoas se apropriam dessa ferramenta para compartilhar ou mesmo divulgar algum tipo de conhecimento de forma amadora ou profissional.

O YouTube é uma importante ferramenta dentro de uma estratégia de marketing digital por seu poder de aproximação e sua capacidade de gerar conexão genuína com o público, especialmente no último ano.

Pesquisa realizada pela Nielsen Brasil, em parceria com a Toluna, para investigar os hábitos de consumo de mídia durante o isolamento social, revela que 86% dos entrevistados aumentaram o tempo dedicado ao YouTube desde o começo da pandemia. Ao contrário do que aconteceu com outras mídias, a plataforma segue em ascensão entre os usuários e tende a permanecer entre os canais de streaming mais utilizados mesmo após o período pandêmico.

Monetizando canais no YouTube

Marcas e produtores de conteúdo que apostam nessa mídia social têm nas mãos uma excelente alternativa para divulgação de seus serviços e para ganhar dinheiro. Isso porque, para além da receita publicitária gerada pelo Google AdSense, o YouTube oferece outra opção de monetizar vídeos por meio da ajuda dos seguidores durante as transmissões ao vivo: o Super Chat (clique aqui).

O usuário que assiste a um conteúdo ao vivo paga certo valor para ter sua mensagem destacada no chat. O preço varia de R$ 1 a R$ 500 – quanto maior o valor, mais tempo a mensagem fica em destaque. Quem paga por um Super Chat pode escrever comentários coloridos para chamar mais atenção. O valor doado fica aparecendo junto com o nome do doador.

Pode parecer muito dinheiro para pouco benefício, mas para quem faz parte do universo digital e tem seus influenciadores favoritos essa é uma forma de gerar conexão com o ídolo. Funciona mais ou menos como ir a um show ou peça de teatro e estar mais perto do seu cantor ou ator favorito.

Do lado do influenciador, além da remuneração – 70% da doação – há ainda a possiblidade de fortalecer os vínculos com a audiência, aumentando o engajamento das pessoas com o conteúdo produzido. Por engajamento, entende-se curtidas, comentários e compartilhamentos realizados pelos usuários. É por meio dessa ação que os produtores de conteúdo vão ganhando destaque e tornando-se autoridades em seus nichos.

Além disso, o Super Chat também permite que o influenciador conheça melhor o seu público e entenda quais conteúdos mais atraem, o que aumenta as chances de conseguir patrocínio de alguma marca que se relacione àquele público-alvo.

Como receber o dinheiro

A adesão do produtor de conteúdo ao Super Chat é feita por meio de um passo a passo simples no estúdio de criação do YouTube. Para ter acesso, basta ter no mínimo 18 anos e seguir as diretrizes da plataforma para a produção dos conteúdos.

Uma vez que os requisitos sejam cumpridos, será possível aderir ao recurso e monetizar a produção de conteúdo on-line. Para receber a porcentagem do valor pago pelos usuários será necessário contar com uma empresa que faça transferências internacionais. Isso porque todo pagamento do YouTube é feito em moeda estrangeira.

Embora os bancos ofereçam esse tipo de serviço, há no mercado opções para envio e recebimento de remessas para o exterior de forma mais barata e menos burocrática. Importante fazer uma pesquisa e checar a credibilidade dessas empresas.

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Super Chat é opção de renda extra com o YouTube
Foto: NordWood Themes/Unsplash

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Não basta parecer, é preciso ser Digital!

Isadora Kimura é autora de “Não basta parecer, é preciso ser Digital!”. Sócia da Nilo Saúde, startup de solução de cuidado digital, que oferece ferramentas e profissionais para serviços de atenção primária especializada em todo o Brasil

A telemedicina virou parte do dia a dia do brasileiro. E, assim, a tecnologia, que sempre dividiu opiniões quando ligada à área da saúde, consolidou-se como principal aliada em um momento de pandemia. Foi a responsável por proporcionar cuidado e conexão em um momento de isolamento físico.

Enquanto as pessoas precisavam ficar em casa, foi através do celular ou do computador que elas chegavam à consulta médica, tiravam dúvidas de uma prescrição de remédio, compravam o que precisavam. Quem diria que aquela que ameaçava o contato físico, tão necessário em uma avaliação do corpo humano, seria a peça-chave para preservar a saúde física e mental de tanta gente.

Ao longo do último ano, no entanto, o que mais vimos foram empresas se dizendo digitais. Acontece que, enquanto todas parecem digitais, poucas, de fato, são. Atrás das câmeras, o cenário quase que geral é de ambientes corporativos analógicos. Uma realidade que precisa mudar. Até porque estudos recentes da Global Market Insights apontam que o mercado mundial de telemedicina deve expandir para US$ 131 bilhões até 2025.

Ou seja, será difícil sustentar uma falsa imagem de digital por tanto tempo. A realidade exige a digitalização dos dados, a integração das informações, o acesso remoto a laudos e exames, o atendimento preventivo e o cuidado individualizado. E as operadoras, corretoras, hospitais e clínicas, deverão seguir nessa direção. É o único jeito de se manter saudável e vivo em um setor que só tem visto doença e morte.

A digitalização da saúde permite encurtar jornadas e, mais do que isso, acessar especialistas que podem estar distantes com mais informações em mãos para oferecer o cuidado adequado. Ignorar esse ganho é fechar os olhos para o que está à nossa frente. Mas assim como o cuidado sozinho não teve força sem a tecnologia, a tecnologia não vai a lugar algum sem o cuidado. Por isso, ganha quem consegue usar a tecnologia de forma humanizada. Ganha o fornecedor, ganha o cliente. Ganha a sociedade.

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Isadora Kimura.
Foto: Divulgação

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Bob’s Play estreia com jogo de cartas de Sonic The Hedgehog

Um dos personagens mais famosos do mundo dos games chega às lojas Bob’s de todo o Brasil. A partir de abril, a marca presenteia os fãs do personagem Sonic com jogo de cards na compra de um dos 8 combos disponíveis na campanha Bob’s Play.

De jogos até live action, o ouriço conquista uma legião de fãs desde 1991. Desta vez, os consumidores poderão colecionar todas as cartas do Sonic The Hedgehog e jogar com os amigos e familiares presencialmente ou online no Bob’s Play (clique aqui), plataforma de entretenimento.

“Nós sabemos que o consumidor está cada vez mais adepto ao universo digital e games, por isso, criamos a possibilidade de ofertar itens físicos colecionáveis que podem ser vivenciados também em nossa nova plataforma. Esta é uma oportunidade para reunir a família depois do jantar ou os amigos em uma tarde criando uma sala virtual no Bob’s Play. Uma experiência exclusiva para nos conectar ainda mais com o nosso público”, revela Raquel Paternesi, diretora de Marketing da rede Bob’s.

O jogo de cartas completo criado pelo Bob’s é composto por 4 envelopes, cada um com 6 cards. O objetivo do jogo é vencer os adversários por meio dos atributos dos personagens Sonic The Hedgehog, conquistando as suas cartas. Mas, logo que adquirir um combo, é possível cadastrar as cartas de um único envelope no site e jogar online em uma sala restrita com os amigos ou sozinho contra uma máquina. Esta foi a maneira que o Bob’s encontrou “para levar diversão prezando o distanciamento social. Além disso, os usuários podem curtir a Rádio Bob’s, saber mais sobre o protagonista e ter diversas dicas sobre este universo”, revela Raquel.

A rede fast-food escolheu especialmente o Sonic por ser um personagem nativo no mundo digital e alcançar diferentes gerações, tanto jovens adultos quanto crianças. “Nós incentivamos que os cards sejam devolvidos ao final do jogo, entre os participantes, porque o intuito é que todo mundo possa se divertir pelo maior tempo possível! A ideia é que mais cartas sejam adquiridas para que tenham mais possibilidades dentro do game”, comenta.

Para quem gosta de hambúrguer, batata-frita, sobremesas e Sonic, esta é a melhor parte: o Bob’s disponibilizará o jogo em 8 combos com preço sugerido a partir de R$ 8,90 em quiosques e R$ 23,90 em lojas. São eles:

Combos em loja:

  • Combo 1: Cheeseburger + Batata M + Del Valle + 1 envelope por R$23,90*
  • Combo 2: Big Bob + Batata M + Free Refil + 1 envelope por R$34,90*
    Combo 3:  Cheddar Australiano  + Batata M + Free Refil + 1 envelope por R$34,90*
  • Combo 4: 2 Big Bobs + 1 Batata canoa mega + 2 refrigerantes +  2 envelopes por R$65,90*
  • Combo 5: 4 Cheeseburgers + 1 Batata canoa mega + 1 Milk Shake de 1 litro + 4 envelopes por R$109,90*

Combos em quiosques:

  • Combo 1: Milk Shake 500ml + 1 envelope por R$17,90*
  • Combo 2:  Sundae + 1 envelope por R$11,90*
  • Combo 3: Casquinha + 1 envelope por R$8,90*

*Preços sugeridos, podendo variar de acordo com a região.

Sobre o Bob’s

Primeira rede de fast food do Brasil, o Bob’s é uma empresa genuinamente brasileira, fundada em 1952 no burburinho de Copacabana, que rapidamente lançou moda e virou mania entre os cariocas. Sua expansão pelo Brasil começou em 1984 por meio de um bem-sucedido sistema de franquias, que segue até hoje oferecendo suporte para todos os interessados em abrir uma unidade da rede. Atualmente, são mais de 1.000 pontos de venda em todas as capitais do Brasil.

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Universidade Delivery do Brasil é criada por aplicativo

Universidade Ceofood oferece curso de mentoria e capacitação que ensina pequenos e médios empreendedores do Brasil a venderem por meio do delivery

Com o objetivo de capacitar pequenos e médios empreendedores e até vendedores autônomos, o aplicativo Ceofood lança, ainda no mês de abril, a Universidade Ceofood. Trata-se de um curso de capacitação que também oferece mentoria para auxiliar lojistas a migrarem para o ambiente digital e venderem por meio do delivery. A fintech de meios eletrônicos de pagamentos Ceopag também participa da ação e apresenta aos participantes todos os trâmites dos sistemas de cobranças e pagamentos presencial a vista e parcelado, e também à distância. 

“Nosso objetivo é disponibilizar um curso de capacitação completo para todos os segmentos que se enquadram na venda por delivery, desde gastronomia até o mercado de acessórios e o varejo em geral. Poderão participar empreendedores já atuantes no mercado, assim como o público informal, desempregados e profissionais autônomos.  Será ensinado como iniciar um negócio do zero e o passo a passo para que o empreendedor consiga atuar e ganhar dinheiro de maneira assertiva”, explica Kawel Lotti, Presidente do grupo Ceofood e Ceopag.

O curso é totalmente online e pode ser realizado inicialmente pela plataforma hotmart. Ao todo, são 15 módulos que contemplam temas como o cadastro do estabelecimento na plataforma de delivery, inclusão e atualização do cardápio/produtos, dashboard completo com acompanhamento em tempo real dos pedidos/entregas, estratégias de vendas, criação de páginas e divulgação nas redes sociais, Plano de Implantação nos primeiros 90 dias e demais tópicos para capacitação profissional.

“Dado o período desafiador que o Brasil e o mundo enfrentam,  chegamos à conclusão que precisávamos criar algo que se adaptasse ao novo cenário. Criamos, então, uma solução integrada para ajudar milhares de lojistas formais e informais desempregados, pessoas com habilidades como fazer comida caseira, doces, pães e salgados, artesanatos, etc, mas que não podem vender porque estão sendo obrigadas a ficar em casa diante da necessidade do distanciamento social, em algumas regiões de lockdown, porém precisam trabalhar para garantir o sustento de suas famílias. Esse projeto nos orgulha como empreendedores, mas principalmente como pessoas que desejam contribuir diante de um cenário terrível como esse”, comenta Lotti.

O idealizador do projeto ainda garante que qualquer interessado em matricular-se na Universidade Ceofood poderá utilizar o aplicativo de entrega: “Mesmo que a pessoa esteja em uma área em que nosso aplicativo ainda não atue, ela poderá se cadastrar e vender diretamente pela nossa plataforma, como se o aplicativo fosse dela, e assim colocar em prática todo conteúdo que aprende na Universidade Ceofood. Essa é uma forma de ampliar nossa área de atuação em todo o país e auxiliar milhares de lojistas que têm de fechar as portas durante essa pandemia. Será possível baixar o conteúdo, aprender e vender de casa. Uma solução totalmente adaptada para a situação que vivemos hoje”.

Para se inscrever, os interessados deverão acessar a página de vendas da Universidade Ceofood Delivery e pagar uma taxa de R$1.797,00, que pode ser parcelada em até 12 vezes de R$149,50. Ao término do curso, os participantes recebem um certificado. No final desse período é possível renovar a inscrição para receber atualizações do ramo de delivery por parte da Universidade Ceofood e garantir atualização do app por mais 12 meses.

Modelo de franquia

Presente em 23 estados do país, o aplicativo Ceofood conta com mais de 5 mil estabelecimentos cadastrados em sua plataforma e no ano passado apresentou um crescimento de 50%. Ao contrário dos demais players do mercado, a empresa não cobra nenhuma taxa em cima dos pedidos feitos pelos usuários. Cada comércio  paga um plano mensal com valores que vão de R$99 a R$199, determinados conforme a região e o tamanho do estabelecimento.

O Ceofood opera no modelo de franquia, no qual o franqueado é responsável por prospectar novos estabelecimentos para a plataforma. Recentemente, a marca foi eleita como uma das 10 maiores microfranquias do país pela Associação Brasileira de Franchising (ABF).

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Universidade Delivery do Brasil é criada por aplicativo Foto: Divulgação

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Sistema de higienização de mãos inédito criado por brasileiros

O produto não é inflamável, além de ser dermatologicamente aprovado e testado, diferente do álcool líquido 70%. Confira sobre o sistema de higienização de mãos inédito

Três amigos desenvolveram uma forma inovadora de higienizar as mãos de um jeito rápido, seguro e eficiente através de um sistema automático chamado WashWoosh.

Com uma tecnologia de ponta, o aparelho possui um jato pulverizador automático que libera uma solução antisséptica a base de clorexidina, 100 % aprovada e testada pela ANVISA, que elimina 99,9% de vírus e bactérias, inclusive a COVID-19, higienizando as mãos em 3 segundos. Sua capacidade é para 20 litros de armazenamento, possibilitando até oito mil disparos.  A máquina tem um design moderno e elegante, e ainda permite que seja personalizada de acordo com a empresa ou local em que será instalada.

A ideia do negócio surgiu quando os empreendedores se deram conta que a única opção no mercado para a higienização das mãos era o álcool em gel ou líquido, que esta longe de ser a melhor opção para essa finalidade. “O álcool 70% líquido é um produto sanitizante que foi feito para ser usado em limpeza para desinfecção de superfícies, e não para as mãos. Já o nosso líquido foi desenvolvido para ser usado na pele e é dermatologicamente aprovado, além de não ser inflamável, não poluir e hidratar as mãos.”, explica Leonel Yassuda, diretor comercial da WashWoosh.

Especialistas da área da saúde alertam que o uso de álcool na pele de forma constante pode causar dermatites, sem contar os riscos de incêndio e cegueira, especialmente em crianças.

“A maioria das pessoas tem um frasco de álcool 70% por perto, mas esquecem de que o produto é altamente inflamável, especialmente para os fumantes que manuseiam fósforos e isqueiros próximos do item.”, alerta o empreendedor.

“O equipamento foi projetado para higienizar as mãos sem contato algum – 100% automático, de forma prática, segura e confortável. O usuário recebe uma quantidade ideal  de produto pulverizado, que ajuda no espalhamento e posterior fricção das mãos, que continuam sendo necessárias para a higienização.”, explica o diretor industrial da WashWoosh, Luiz Fernando Imai.

O modelo de negócio (locação/comodato do equipamento) – reduz o investimento inicial dos clientes, que teriam que comprar um ativo com alto valor, traz maior mobilidade em caso de expansão ou necessidade de mais equipamentos e isenta o estabelecimento de qualquer manutenção ou problema adicional ao seu negocio. “Nossos equipamentos possuem um corpo básico e modular. Conseguimos reparar ou mesmo trocar um equipamento em ate 48 horas.”, afirma o diretor de operações da WashWoosh, Hugo Murahara.

O investimento inicial para o início do negócio foi de R$ 500 mil. Atualmente possuem mais de 100 clientes dos segmentos de restaurante, eventos, salão de beleza, lojas, concessionárias de veículos, escolas e clinicas médicas e odontológicas. A previsão é chegar a dezembro de 2021 com mais de 1 mil clientes. As máquinas WashWoosh  podem ser locadas a partir de R$ 350,00. O antisséptico é vendido à parte, com valor de R$ 100 – 5 litros, com autonomia de 2 mil disparos e R$ 350 – o galão de 20 litros com autonomia de 8 mil disparos.

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WashWoosh. Foto: Divulgação

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USP cria plataforma para conectar inovação e empreendedorismo

Projeto pioneiro no País, Hub USP Inovação visa a fomentar empreendedorismo, parcerias com startups, empresas e comunidades de negócios disponibilizando informações de docentes, patentes, programas, laboratórios e incubadoras espalhadas pelas 42 unidades de ensino e pesquisa da universidade

A Universidade de São Paulo (USP) vai lançar amanhã, dia 9 de abril, uma plataforma com foco em inovação e empreendedorismo para facilitar a conexão entre o ambiente acadêmico, organizações voltadas para pesquisa, startups, comunidades de negócios, órgãos governamentais e a sociedade civil.

Idealizada para fomentar parcerias e disseminar o conhecimento técnico de uma das maiores universidades do mundo, a  plataforma Hub USP Inovação (hubusp.inovacao.usp.br) oferece informações detalhadas sobre iniciativas em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I) de organizações, programas, laboratórios e incubadoras ligadas à USP.

“A USP é a primeira universidade no Brasil a ter um projeto desse tipo, que reúne e disponibiliza numa plataforma suas iniciativas, competências e tecnologias geradas em suas 42 unidades de ensino e pesquisa, distribuídas em sete campi em todo o estado de São Paulo”, afirma o Professor Marcos Nogueira Martins, coordenador da Agência USP de Inovação (AUSPIN), órgão responsável pelo projeto. “O Hub USP Inovação traz um levantamento abrangente de todas as áreas da universidade e estamos cadastrando as competências, serviços tecnológicos e equipamentos de cada um dos 5.300 professores atuais, além do legado representado pelas quase 1.200 patentes registradas pela USP, todas classificadas”, acrescenta Nogueira Martins.

Fruto de um trabalho integrado, sob supervisão da Agência, a plataforma foi alimentada com a colaboração dos laboratórios, docentes, institutos de pesquisa e Pro-Reitorias. O algoritmo para a ferramenta de pesquisa da plataforma, por exemplo, foi desenvolvido com participação do USPCodeLab, grupo de extensão universitária que tem como objetivo estimular a inovação tecnológica da USP, formado por alunos de graduação, pós-graduação e professores, que se originou no Instituto de Matemática e Estatística.

Com uma busca simples na plataforma, uma empresa ou instituição poderá encontrar projetos e especialistas que procura. Por exemplo, se uma empresa está interessada em um projeto de biotecnologia desenvolvido na USP ou em encontrar os especialistas nesta área, basta digitar “biotecnologia” no campo da busca e encontrará todas as competências, laboratórios e docentes associados ao tema.

De acordo com a Professora Geciane Porto, vice-coordenadora da AUSPIN, a plataforma foi desenhada para facilitar a aproximação da universidade com o setor produtivo interessado em desenvolver soluções tecnológicas relevantes. “Para uma empresa, inovação representa sobrevivência a longo prazo e o Hub oferece uma porta de entrada para identificar que tipo de solução existe na universidade para a necessidade que essa empresa procura”, afirma Geciane.

Na plataforma, há uma separação por áreas de busca para facilitar a navegação. São elas: Iniciativas, P&D&I, Competências, Educação, Empresas e Patentes. Na aba “Iniciativas”, por exemplo, o usuário poderá encontrar editais, programas e as estruturas da USP para fomento do empreendedorismo e inovação, como as incubadoras e parques tecnológicos. Em “P&D&I”, há diversos laboratórios, organizações e programas de desenvolvimento para consulta. Na aba de “Competências”, há a separação por área de conhecimento, facilitando a busca por informações na USP pela comunidade externa.

Em “Educação”, há várias possibilidades de busca para cursos de graduação e pós-graduação, com foco em Inovação e Empreendedorismo, oferecidos pela universidade. A aba “Patentes” reúne as patentes da USP que estão disponíveis para que empresas e organizações possam licenciar para aplicação e uso, inclusive aquelas que se encontram em domínio público.

A área de “Empresas”, por sua vez, reflete todo o peso da USP no desenvolvimento do setor produtivo brasileiro. Ali é possível encontrar cerca de 1.700 empresas e startups formadas por alunos e ex-alunos da USP, ou que passaram por processo de incubação na Universidade, as quais são identificadas com a marca DNA USP. Para se ter uma ideia da importância da marca, 7 dos 15 unicórnios (startups avaliadas em pelo menos 1 bilhão de dólares) brasileiros têm DNA USP: Nubank, 99, Gympass, iFood, C6 Bank, Wild Life e Loggi. “São empresas que foram fundadas por alunos e ex-alunos ou são fruto de algum projeto ou pesquisa da universidade ou passaram por alguma das incubadoras da USP”, acrescenta Geciane.

O lançamento do Hub USP Inovação ocorrerá por meio de um evento online às 11h de sexta-feira, dia 9, com a presença do Reitor Vahan Agopyan, além de personalidades acadêmicas e do setor produtivo. “Nosso objetivo é consolidar, cada vez mais, a USP como uma universidade que inova e empreende”, conclui o professor Nogueira Martins.

Após o evento online de lançamento da plataforma, às 11h30 de sexta-feira, o canal da AUSPIN no YouTube vai transmitir uma edição especial do projeto “Fala, Inovação”, um webinar para discutir perspectivas de qualificação profissional e da educação para a inovação e empreendedorismo.

Com a moderação do jornalista Herton Escobar, do Jornal da USP, os especialistas Fernando Shayer e Milton Daré vão conversar sobre experiências bem-sucedidas, perspectivas e desafios da sociedade na formação de profissionais inovadores e empreendedores e como a Universidade deve se preparar para atender novas demandas e qualificações requeridas.

ATENÇÃO:
O link do Hub USP Inovação só estará disponível a partir do dia 9 de abril. Até lá, para navegar e conhecer as funcionalidades da plataforma, acesse o link provisório:
hubuspinovacao.if.usp.br
PARA AGENDAR
Lançamento da plataforma Hub USP InovaçãoData: sexta-feira, 9 de abril de 2021
Horário:  11h
Transmissão ao vivo pelo canal da AUSPIN no YouTube:
https://youtu.be/0ivJpqthTwk

NA WEB:Hub USP Inovação (a partir do dia 9 de abril)
hubusp.inovacao.usp.br
Contato
hubuspinovacao@usp.br

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USP cria plataforma para conectar inovação e empreendedorismo

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A presença dos prateados nos aplicativos de relacionamento

Layla Vallias é autora de Sexualidade prateada: a presença dos prateados nos aplicativos de relacionamento

Tecnologia e relacionamentos têm tudo a ver com maturidade, aliás, são duas coisas que os maduros gostam e nas quais investem tempo e energia. A pandemia, com todo o contexto de isolamento e distanciamento social, contribuiu muito para o aumento nas buscas por aplicativos de relacionamentos. Confinadas em casa, pessoas de todas as idades passaram a procurar mais por esse recurso para se relacionar com o outro.

De acordo com dados divulgados pelas próprias plataformas, o Happn – aplicativo de paquera no estilo do Tinder –teve um aumento de 18% nas mensagens trocadas; The Inner Circle, também no mesmo estilo, mas com um posicionamento de mercado mais voltado para a qualidade dos matches e não para a quantidade, teve um aumento de 15% nas “curtidas” e 10% nas mensagens enviadas. O Par Perfeito, por sua vez, registrou um crescimento de 70% de novos usuários, além de um ganho de 20% no tempo médio gasto no aplicativo e no site.

Os maduros não ficam fora desses resultados. Parcela da população que ganhou holofotes nesta pandemia por causa da vulnerabilidade diante do vírus, os prateados também estão nesses aplicativos. No Coroa Metade, plataforma focada em pessoas a partir de 40 anos, houve um aumento de 17% nos cadastros entre abril e outubro de 2020 em comparação aos seis meses anteriores à pandemia.

A presença digital dos maduros não me espanta! Quando coordenei a pesquisa Tsunami 60+, em 2018, descobri que esse grupo tem uma presença forte e marcante em tecnologia. Para se ter uma ideia, somente 10% dos entrevistados – em um universo de quase três mil pessoas – disseram não estar em nenhuma rede social. E, uma vez conectados, 81% acessam redes sociais; 80% pesquisam na internet; 66% tiram e gerenciam fotos e vídeos; 64% checam e-mails e 61% assistem a vídeos.

Por isso, gosto de dizer que a internet, para eles, é a janela para o mundo. Nas entrevistas que fizemos, as pessoas afirmaram adorar receber de 50 a 60 “mensagens de bom-dia” a cada manhã. Para esse público, isso é um movimento ­– uma pulsão da existência muito forte nessa fase da vida – quando a pessoa começa a trabalhar menos e ficar mais em casa. O que a internet tem feito é proporcionar que essa movimentação permeie diferentes áreas da vida. E o relacionamento é uma delas. Os maduros são um público que quer viver o agora e não têm mais tempo a perder. Relacionar-se com o outro, na forma de amizade ou amor, é fundamental para que mantenham a qualidade de vida.

No Coroa Metade, 69% dos homens procuram namoro; 54%, amizade; 21%, casamento; e 38%, sexo. Com relação às mulheres, 70% querem namoro; 51%, amizade; 20%, casamento; e 6%, sexo. Isso tem muito a ver com a liberdade que os maduros estão conquistando, seja na forma de procurar o relacionamento, seja na necessidade de não esconder mais a idade e os cabelos brancos. Grande parte dos usuários maduros quer mesmo é mostrar que aos 50, 60, 70 ou 80 anos ainda é possível namorar, ter uma vida sexual ativa, fazer novos amigos e se divertir.

Prova disso é que este público também está em sites de pornografia. Dados de 2019 do Pornhub – maior site de pornografia no mundo – apontam que os visitantes com idade entre 55 e 64 anos têm 83% mais probabilidade de assistir a vídeos na categoria “Vintage” e 65% acessam os da categoria “Maduros”, quando comparados a outras faixas etárias. Para visitantes seniores com mais de 65 anos, a categoria “Closed Captions” ganhou 77% de visualização e os vídeos “Vintage” foram duas vezes mais populares quando comparados aos visitantes mais jovens.

Esses dados revelam que tanto a pornografia quanto os aplicativos são recursos que estão presentes na realidade dos maduros, um grupo que cresce no mundo todo e tem como característica uma curiosidade de entender as novidades que o mundo oferece. Não é à toa que já existem diversas empresas focadas em oferecer encontros a esse público, como Coroa MetadeSolteiros 50 e OurTime Brasil. E, se o caminho para expandir as relações passa pela internet e pelos aplicativos, eles estão lá, curiosos para entender, aprender e utilizar essa ferramenta.

| Layla Vallias – eleita, em 2021, pela Forbes Under 30, uma das jovens brasileiras mais influentes com menos de 30 anos – é cofundadora do Hype50+, consultoria de marketing especializada no consumidor sênior e da Janno – startup agetech que tem como missão apoiar brasileiros 50+ em seu novo plano de vida. Foi coordenadora do Tsunami60+, maior estudo sobre Economia Prateada e Raio-X do público maduro no Brasil, e diretora do Aging2.0 São Paulo, organização de apoio a empreendedores com soluções para o envelhecimento em mais de 20 países. Mercadóloga de formação, com especialização em marketing digital pela Universidade de Nova York, trabalhou com desenvolvimento de produto na Endeavor Brasil.

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Layla Vallias, autora de A presença dos prateados nos aplicativos de relacionamento. Foto: Divulgação

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valid

Valid participará de live sobre LGPD

No próximo dia 9 de abril, às 10h, a Valid, multinacional brasileira, participará da Série de Entrevistas, ao vivo, dos portais Cliente SA e Callcenter.inf.br, live para falar sobre LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Com o tema central “LGPD: Como fica a experiência do cliente?” a live, intermediada por Vilnor Grube, CEO da ClienteSA e VP da Aloic, terá como convidados Luis Eduardo dos Santos Pinto, gerente de TI e DPO da Valid, Anahi Llop, head do time jurídico da OLX e Roberto Felix de Souza, diretor de riscos do Tribanco. 

Neste bate-papo, os executivos falarão sobre os maiores desafios para atender a LGPD, os seus impactos na área de gestão de clientes, além de passarem uma visão de futuro destacando quais as expectativas com relação à aplicação da LGPD.

Ainda durante a entrevista, Luis Eduardo explanará sobre as ações que a Valid, especializada em identificação, tem desenvolvido com relação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Serviço:
Data: 09 de abril de 2021
Horário: das 10h às 11h
Assista: https://youtu.be/HVHP7mWMXyM

Sobre a Valid 
Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta.

Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com  

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Valid participará de live sobre LGPD
Luis Eduardo dos Santos Pinto, gerente de TI e DPO da Valid. Foto: Divulgação

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Sete dicas para a bateria do seu celular durar mais

Não levar o celular para o banheiro, não deixar o aparelho na tomada a noite toda e usar apenas o carregador original são alguns dos cuidados que garantem vida longa à peça; confira sete dicas para a bateria do seu celular.

A bateria é a parte mais importante de um smartphone e é também a uma das peças mais substituídas nas assistências técnicas, perdendo apenas para a tela que pode se quebrar por acidente e, por isso, é a campeã dos reparos. A curta vida útil da bateria acontece, na maioria dos casos, por mau uso, garante o técnico Clayton Mangulin, fundador da Campinas Celulares, rede especializada em assistência técnica e venda de acessórios. Para ajudar a manter a do seu aparelho funcionando por mais tempo, listamos algumas dicas:

  1. Evite tirar da tomada antes de completar a carga

A carga completa dura mais, o que aumenta o tempo de intervalo entre um carregamento e outro, sendo assim, quanto mais cargas completas você realiza, mais longa será a vida útil do seu aparelho.

  1. Não leve o celular ao banheiro

Pode parecer estranho, mas muita gente tem o hábito de colocar o celular para carregar na tomada do banheiro enquanto toma banho e se arruma para sair. “É um grande erro, pois o vapor do chuveiro pode oxidar a placa e outras peças do smartphone”, alerta Mangulin. 

  1. Cuidado com as altas temperaturas

Outro cuidado importante é não deixar o telefone ao sol por muito tempo. “O ideal é que o aparelho seja operado em ambientes com variação de 15ºC e 30ºC. Temperaturas extremas podem prejudicar o desempenho da bateria e até danificá-la permanentemente”, avisa o especialista.

  1. Fique de olho no tempo de carregamento

O telefone deve carregar, em média, por duas ou três horas, dependendo do modelo, se demorar mais é hora de levar na assistência, pois pode ser a “bateria viciada”. Nesses casos, a troca é recomendada.

  1. Use sempre carregadores originais ou licenciados

Não é interessante usar qualquer modelo de carregador, mesmo que o encaixe seja perfeito. O recomendado é usar o carregador original ou procurar um modelo licenciado equivalente, observando sempre as especificações. “A amperagem da fonte é um dado essencial sobre o produto,  ela  é a medida da energia e representa o cálculo de consumo em relação a gasto/hora”, explica.

  1. Cuidado na hora de guardar o cabo e o carregador

Enrole os fios corretamente, sem dobrá-los e guarde junto com a fonte em um local de fácil acesso e longe de umidade. Afinal, tão importante quanto cuidar da bateria é zelar pelo equipamento usado para o carregamento.

  1. Leve o seu aparelho para limpar

Poeira e sujidades podem entrar nos conectores e causar falhas de carregamento, uma simples limpeza realizada em uma assistência técnica, por profissionais, pode resolver o problema, de forma rápida e econômica.

Sobre a Campinas Celulares

Campinas Celulares é uma rede de franquias de assistência técnica multimarcas especializada na manutenção de celulares, smartphones e tablets nacionais e importados, com 15 unidades nos estados de São Paulo e Minas Gerais. As lojas oferecem também uma gama completa de acessórios para os gadgets. Fundada em 2009, na cidade de Campinas, interior de São Paulo, a empresa vem crescendo exponencialmente nos últimos anos, principalmente em 2020, quando dobrou o faturamento e o número de lojas.

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Smartphone charging via cable in a car

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motorola indigena

Motorola acrescenta língua indígena da Amazônia nos smartphones

Além de Nheengatu, falado na Amazônia, a língua Kaingang também estará disponível entre os cerca de 80 idiomas suportados na interface do Android; Confira sobre Motorola acrescenta língua indígena da Amazônia nos smartphones

A Motorola continua a abraçar a inclusão por meio do conceito “Tecnologia mais inteligente para todos” e acrescentou duas línguas indígenas ameaçadas de extinção em seus dispositivos, tornando-se a primeira fabricante de telefones celulares do mundo a dar suporte a um idioma indígena falado na Amazônia. 

Agora, qualquer pessoa que tenha um dos novos dispositivos da Motorola, ou que seja atualizado para o Android 11, poderá acessar as línguas Kaingang e Nheengatu como parte dos outros 80 idiomas suportados na interface do Android e disponíveis em smartphones Motorola. O projeto teve como principal objetivo dar acesso às línguas indígenas por meio da tecnologia, visando também a preservação e perpetuação das mesmas no mundo digital.   

A Motorola sabe que as populações indígenas estão interagindo com a tecnologia móvel, e fazem parte dos diversos grupos que constituem sua base de consumidores. Com grande parte dos seus usuários presentes na América Latina, a empresa percebeu que nenhuma das línguas indígenas faladas no Brasil ou nos demais países do continente estão presentes no Android. E tampouco faziam parte do padrão de codificação de caracteres universal, Unicode, que compõe os fundamentos para inclusão e representação digital em uma variedade de interfaces digitais.

Motorola acrescenta língua indígena da Amazônia nos smartphones
Cauã Wirapayé, integrante da comunidade indígena Amazônica, Nheengatu. Foto: Divulgação

Antes da chegada dos portugueses ao Brasil, aproximadamente 1.215 línguas eram faladas no território. E, com o tempo, muitas dessas línguas deixaram de existir. Hoje, 500 anos depois, apenas cerca de 200 delas permanecem vivas. Em menos de um século, esse número poderá chegar a zero. Quando uma língua desaparece, morre também com ela a história, a cultura e a identidade daquela população. E um patrimônio cultural é extinto.

Neste cenário, a Motorola tomou a decisão de trabalhar para preservar e revitalizar algumas dessas linguagens por meio de nossa experiência de software. Atuamos em parceria com o professor e especialista Wilmar da Rocha D’Angelis, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e representantes de cada uma dessas comunidades indígenas, para adicionar Kaingang, falada no Sul e Sudeste do Brasil, e Nheengatu, falada na Amazônia, Colômbia e Venezuela, aos nossos dispositivos por meio do Android.

“Estamos sendo pioneiros, dando um passo importante em direção a uma experiência móvel mais inclusiva. Nosso trabalho foi marcado pelo desejo de contribuir para a revitalização das línguas indígenas que, segundo a Unesco, estão correndo risco de extinção. Nossa meta foi viabilizar que falantes de Kaingang e Nheengatu pudessem usar a tecnologia como ferramenta de empoderamento da sua cultura”, diz Janine Oliveira, diretora executiva de Globalization Software da Motorola Mobility. “Ao compartilhar nossa inovação com outros fabricantes e profissionais da globalização, estamos ampliando o impacto desse projeto, pavimentando o caminho para que mais línguas indígenas estejam disponíveis no Android no futuro”, completou.

Como a integração de línguas nativas escrita é crucial para sua preservação, a Motorola segue trabalhando junto com o Google para disponibilizar essas línguas em AOSP e Google Gboard. Também segue atuando em parceria com o Consórcio Unicode, para assegurar que todos os dados das línguas coletados com seu apoio sejam de fonte aberta.

A Motorola continua conduzindo pesquisas em comunidades indígenas e está engajada com equipes regionais para enriquecer as experiências com a marca e melhorar a vida dos consumidores.

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Motorola lança campanha global da nova família moto g no Brasil

Motorola lança campanha campanha global, que celebra o novo e mais potente lançamento da marca queridinha dos brasileiros, terá presença marcante nos principais meios de comunicação

Motorola lança campanha global da nova família moto g no Brasil
Motorola lança campanha global. Foto: Divulgação

Após 10 gerações de sucesso absoluto de vendas, como a família moto g poderia elevar ainda mais a experiência do consumidor à potência máxima? Para a Motorola, a resposta está no lançamento dos novos moto g100, moto g30 e moto g10. O novo moto g100 é o carro chefe da nova família e vem com a exclusiva plataforma Ready For, estrela da nova campanha global da marca. Uma plataforma que, de forma simples e prática, é capaz de transformar qualquer tela com entrada HDMI em uma extensão do smartphone permitindo levar jogos, filmes e vídeos para a tela grande, fazer videochamadas com inteligência artificial, ter mais produtividade com o modo desktop móvel, além de ter câmeras inteligentes que acompanham movimentos para criação de conteúdos.

“A Motorola vem em uma crescente nos últimos anos, tanto em termos de portfólio de produtos quanto em reforço de identidade da marca. E quando falamos em moto g, a família mais querida dos nossos consumidores, temos o dever de superar suas expectativas e elevar sua experiência. E portanto, iniciamos nossa campanha com a comunicação da mais nova e exclusiva plataforma Ready for” comenta Juliana Mott, head de Marketing da Motorola.

Além dos novos modelos g10, g30 e g100 e a plataforma Ready For, com nova nomenclatura que segue a tendência da indústria, a Motorola aposta no mercado brasileiro para lançar outras duas inovações. A primeira delas é o projeto pioneiro e piloto que vai aguçar um novo sentido do consumidor, o olfato, com a fragrância da marca motorola. A assinatura olfativa da marca poderá ser sentida nos novos moto g100 e moto g30 quando a embalagem dos modelos é aberta. Esse projeto foi desenvolvido com exclusividade em parceria com a Firmenich, a maior empresa privada do mundo no ramo de perfumes e aromas. 

A Motorola também aposta na inclusão por meio da tecnologia, e, seguindo a missão de levar tecnologia para todos, em mais uma iniciativa pioneira tornou as línguas indígenas caingangue e nheengatu, ameaçadas de extinção no Brasil, disponíveis para qualquer pessoa que tenha um dos novos dispositivos da Motorola, ou que esteja atualizado para Android 11. O projeto contou com o trabalho e empenho de uma equipe de acadêmicos, linguistas e indígenas falantes dos dois idiomas, uma vez que a integração de línguas nativas à escrita é crucial para sua preservação. Todos os dados das línguas coletados com o apoio da Motorola são de fonte aberta, e a marca também incentiva que mais línguas indígenas estejam disponíveis no Android no futuro. 

“Nunca trouxemos tantas novidades em um pacote só. Levamos recursos de topo de linha para a família g; criamos maior conexão com nossos consumidores, até mesmo por meio do olfato, sentido até então ignorado pela indústria. A plataforma Ready For abraça a nossa missão de ‘tecnologia mais inteligente para todos’ e vem descomplicar a vida dos consumidores que, neste momento, têm de trabalhar, estudar e se divertir dentro de casa. Fomos além e promovemos acessibilidade e acesso por meio de novas línguas indígenas, conclui Juliana.  

A nova campanha Ready for, assinada pela Magma, conta com um filme de 30 segundos focado na plataforma Ready For e nos novos modelos. A partir de hoje, a campanha será veiculada na TV aberta, na Rede Globo, e por assinatura, e também contará com grande presença on-line em canais próprios e de influenciadores que se conectam com os valores da marca. Toda a campanha também estará presente nos canais digitais da Motorola Brasil.

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Curta-metragem Operação Chrono concorre a prêmios internacionais

Indicado aos prêmios Niagara Falls International Short Festival, Hong Kong Indie Festival, Vienna Indie Short Film Festival, Berlin Shorts Awards, Toronto Independent Film Festival of Cift e concorrendo nas categorias de melhor curta-metragem, o filme já conquistou premiações em festivais consagrados, como: Best Istambul Film Festival, Florence Films Award, Los Angeles Film Awards, Paris Film Play Festival, Top Shorts, Oniros Film Awards – New York, Phoenix Shorts. A produção totalmente brasileira fez parte da campanha de lançamento de Chrono, personagem do jogo Free Fire inspirado em Cristiano Ronaldo. A produção conta a história de um jogador de Free Fire que descobre algo inesperado, durante um treino de futebol em sua comunidade.

Curta-metragem Operação Chrono concorre a prêmios internacionais

A direção e o roteiro foram da dupla Irmãos Meirelles; já a produção executiva ficou a cargo de Juliano Libman e Luiz Restiffe (sócios na Agência InHaus) e Maran Poian. Inteiro filmado no Jardim Peri, na Zona Norte de São Paulo, o filme tem o elenco formado por crianças locais, e parte da equipe de produção composta por moradores da região.

Com o intuito de apoiar as causas sociais e deixar um legado à comunidade, a Agência InHaus revitalizou vários telhados das casas do Jardim Peri.

Para realização do projeto, a Agência InHaus lançou um novo segmento especializado em ações exclusivas e personalizadas no mundo dos games, o InHaus Gaming. O novo braço de performance da InHaus terá a proposta de orientar os negócios e a performance das ações, campanhas e planejamento estratégico de mídias.

Link para o curta: https://www.youtube.com/watch?v=HXepypT2nLQ

Sobre a Agência InHaus:

O cenário econômico exige que os profissionais de marketing tomem decisões certeiras para o negócio. As pessoas respiram e transpiram informação 24 horas por dia, e com tantos dados circulantes e investidas de diferentes empresas, a Agência InHaus acredita que não basta o marketing tradicional ou o mediano. É necessário surpreender, ir além das expectativas.

Seguindo sua busca por novos modelos de criações, a InHaus aposta no live marketing com soluções diferenciadas. A promoção de ações inovadoras surge como uma poderosa ferramenta de endomarketing, capaz de estimular o engajamento de sócios, colaboradores e parceiros, como nenhuma outra ação empresarial poderia fazer. Nesse contexto, a InHaus se apresenta como uma fábrica de criatividade estratégica com mais de 10 anos de atuação no mercado e uma história marcada por sucessos.

Hoje, localizada no Alto de Pinheiros, a InHaus mantém seu DNA ávido por constante reinvenção e segue definindo padrões para criatividade, inovação e excelência em serviços voltados ao entretenimento e live marketing.

Colaboração de Patrícia Dornelas/News Assessoria & Comunicação

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Certificado Digital por videoconferência é aposta da Valid

A Instrução Normativa 5, publicada em 22 de fevereiro de 2021, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), regulamenta a emissão de certificado digital por videoconferência.  

Certificado Digital por videoconferência
Certificado Digital por videoconferência Foto: José Luis da Conceição/Governo SP

O objetivo desta normativa é garantir a segurança na identificação dos titulares e responsáveis pelos certificados digitais não só para as renovações de certificados como também para aqueles que ainda não possuem a biometria cadastrada, ao mesmo tempo que simplifica e abre novas oportunidades no mercado de certificação digital. 

As mudanças entraram em vigor no dia 01 de março. A expectativa do mercado de certificação digital da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil, que alcançou números recordes de emissões em 2020, é de que ocorra um movimento extremamente positivo, intensificando o uso dos certificados e permitindo a massificação do serviço. 

Vale comentar que a coleta de dados biométricos nesta modalidade remota deverá ser realizada pela captura de face do requerente durante a videoconferência de forma assistida e, opcionalmente, pela coleta das impressões digitais do requerente de forma não assistida e assíncrona - que não ocorre ou não se efetiva ao mesmo tempo à videoconferência – para execução do batimento biométrico junto a uma base oficial nacional ou banco de dados dos Prestadores de Serviço Biométrico – PSBio. 

Para Maurício Valim, Superintendente Operacional da Valid, a experiência que tivemos em 2020 comprovou a grande adesão ao serviço, permitiu maior praticidade, agilidade e segurança para as emissões (primárias e renovações) de certificados digitais ICP- Brasil por videoconferência. “Apostamos em um incremento ainda maior com a regulamentação dos parâmetros para emissão de certificados digitais de forma remota por videoconferência. É a tecnologia facilitando a vida do cidadão em busca de uma sociedade digital, uma vez que o uso do certificado (eCPF ou eCNPJ) se faz necessário para inúmeras operações, transações, obrigações legais com Governo, entre outras”.  

O executivo destaca que com esse modelo há mais agilidade no processo, permitindo que a experiência do usuário seja simples e rápida, algo em torno de 5 a 10 minutos. Além disso, os clientes terão a comodidade de fazer a renovação sem sair de casa, escolher data e horário para realizar a videoconferência. “Em todos os atendimentos haverá um agente de registro autorizado e apto para seguir todos os procedimentos legais que garantem as validações dos documentos”.  

Sobre a Valid Certificadora  

A Valid Certificadora é uma empresa do grupo Valid especializada em serviços digitais de confiança, identificação, acesso, cifragem e autenticação realizando operações criptográficas padronizadas nacional e internacionalmente, de acordo com a regulamentação estabelecida, na identificação de pessoas físicas ou jurídicas para assinatura digital; geração e armazenamento seguro de evidências digitais de uma transação eletrônica e diversas outras soluções. Credenciada pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) é Autoridade Certificadora emitente dos certificados digitais ICP-Brasil, tais como eCPF, eCNPJ, NFe, CTe, SSL. Entre as áreas de atuação especializadas é PSS – Prestadora de Serviço e Suporte ICP-Brasil, ACT – Autoridade de Carimbo de Tempo, PS EEA – Prestador de Serviço para Entidade Emissora de Atributo, PSC – Prestadora de Serviço de Confiança, PSBio – Prestadora de Serviço Biométrico, Hub de Serviços em Blockchain e Platinum Partner GlobalSign para emissões de SSL raiz internacional. Para conhecer mais sobre os serviços Valid em certificação digital, assinatura digital, carimbo do tempo, certificados de atributo e desmaterialização de processos e documentos, visite: www.validcertificadora.com.br ou https://blog.validcertificadora.com.br/podecontar/   

Sobre a Valid 

Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta. Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com  

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Por que algumas empresas ainda não se adequaram à LGPD?

O texto “Por que algumas empresas ainda não se adequaram à LGPD?” é de autoria de Luis Eduardo dos Santos Pinto

Desde que entrou em vigor, a Lei de Proteção de Dados - LGDP (Lei 13.709/2018) tem sido amplamente debatida e as empresas têm corrido contra o tempo para estarem em conformidade com a nova legislação o mais rápido possível.

É visível o movimento das empresas nos ajustes de seus processos, na implementação de soluções tecnológicas e na capacitação de seus times para atender as exigências da LGPD. Após concluírem toda essa adequação, as empresas precisarão manter seus Sistemas de Gestão de Proteção de Dados (SGPD) para garantir a continuidade do nível de conformidade para os processos existentes, bem como para o desenvolvimento de novos produtos.

Porém, é fato que para as empresas estarem em conformidade com a nova lei precisam investir em revisão de processos, pessoas, tecnologia e, especialmente, na mudança de cultura em todos os níveis da companhia.

Entendo que algumas empresas ainda não se adequaram à LGPD porque existem desafios diferentes para grupos distintos de empresas. As companhias que possuem processos regulados por exigência do negócio, por exemplo, bancos, indústrias etc, certamente saem na frente, pois, na maioria dos casos, estas empresas têm processos de negócios submetidos a controles e auditorias recorrentes, logo, é razoável pensar que teoricamente terão menos dificuldade em adequar seus processos às exigências da LGPD.

Já as empresas que não possuem exigências regulatórias, poderão ter maior dificuldade e necessitar de mais tempo para se adequar, considerando que sairão do zero, tendo que mapear processos, atender requisitos básicos de segurança da informação. Além disso, a necessidade de manter o nível de conformidade (antes não exigido) pode trazer impactos financeiros nos resultados daquelas companhias que não tinham tal exigência.

Um fator importante a destacar é a necessidade das companhias contarem com um novo membro na equipe, o encarregado de dados (DPO). O mercado está aquecido em função da escassez desses profissionais e ainda há um grande gap entre a demanda das empresas e a disponibilidade de DPOs qualificados.  

Vale ressaltar que o DPO é o interlocutor entre a empresa e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), com o titular de dados, clientes e fornecedores, mas é importante saber que o trabalho é sempre colaborativo entre todas as áreas, em especial jurídico e TI, já que estas duas áreas precisam operar de forma consultiva para as demais áreas da companhia entrem em conformidade com a LGPD.  

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados é importante porque teremos um órgão regulador que dará as diretrizes a serem seguidas. Não podemos olhar para a autoridade apenas como um instrumento fiscalizador punitivo, mas sim como um órgão consultivo, onde as empresas poderão buscar orientações. E vou além, é necessário, até mesmo como estrutura fundamental para fiscalizar as empresas e garantir que os direitos dos titulares de dados estão sendo respeitados por aqueles que os coletam, processam e armazenam.

A independência da ANPD como órgão regulador, contribui também com a estratégia do Governo Brasileiro junto à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que eleva seu nível de confiança na transformação digital em nosso país. 

Luis Eduardo dos Santos Pinto, gerente do TI e DPO da multinacional brasileira Valid

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Google Brasil oferece vagas em cursos gratuitos no país

São 2.000 oportunidades para jovens de todo o país. Quem oferece as vagas é o Google Brasil, em parceria com a ONG de educação Junior Achievement e o Bid Lab. As inscrições para o curso tech.já estão abertas. A capacitação de profissionais qualificados e jovens é o objetivo, visando a demanda na área de tecnologia.

O estados contemplados são Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Os participantes do curso tech.já serão capacitados nos conteúdos de tecnologia e, ao final, receberão certificação de Profissional de Suporte de TI. Todo o curso será online, devido a pandemia.

Poderão se inscrever as pessoas que almejam carreira nessa área, com idades entre 18 e 29 anos e que tenham concluído o ensino médio (em escola pública). além disso, não estejam trabalhando e nem matriculados em curso de graduação, pois é necessário ter tempo disponível para os estudos.

Serão 300 horas do curso, e acontecerá entre março e julho. A metodologia desenvolvida prevê os conteúdos de tecnologia e das soft skills importantes para o mercado de trabalho.

Os jovens aprenderão sobre os fundamentos de suporte técnico, redes de computadores, sistemas operacionais, administração e segurança em TI, além de praticarem atividades de criação de currículo, comunicação, criatividade, marketing pessoal, empreendedorismo, finanças e atendimento ao cliente.

Pensando na inclusão digital, o projeto ainda conceberá um auxílio aos participantes que não têm internet e/ou computador em casa para possibilitar o acesso ao conteúdo. As aulas começam no início de março e as inscrições podem ser efetuadas até o dia 23 de fevereiro, no link: http://jabrasil.org.br/ti.

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Vazamento de dados gera lucro aos infratores

LGPD é aliada no combate a crimes de dados; confira sobre o vazamento de dados e como gera lucro para criminosos.

Não é raro acessar sites que exijam o cadastro de dados pessoais e deparar-se com a seguinte mensagem “Mude sua senha. Seus dados foram acessados por terceiros”, ou algo parecido. Quem já encontrou um comunicado assim é porque está entre os 220 milhões de dados pessoais de brasileiros vazados em janeiro deste ano, segundo o dfndr lab, laboratório de cibersegurança da Psafe.

No mês em que é celebrado o Dia da Internet Segura, que conta com 140 países com a finalidade de fomentar as boas práticas na internet, empresas e usuários precisam estar atentos aos seus papeis. “Com a Lei Geral de Proteção de Dados em vigor desde agosto de 2020, a decisão de compartilhar ou não as informações, é do portador dos dados. Dessa forma, ele pode solicitar desde a portabilidade para outras empresas ou serviços, e até mesmo consentir ou revogar o uso das informações, entre outros dos 10 princípios da LGPD”, diz Daniele Reis, Coordenadora do curso de Direito da Faculdade Anhanguera de Santo André (SP).

O número divulgado pela Psafe, maior que a população brasileira, não assusta. Isso porque dados de pessoas que já vieram a óbito e CPFs desativados também fazem parte da conta. Outro fator determinante para o alto índice de vazamento é que 84% da população brasileira afirma nunca ter entrado em contato com empresas para verificar como seus dados são usados, segundo estudo feito pela OpenText. A média brasileira é maior que em outros 11 países participantes da pesquisa, cujo índice tem média de 78%.

O custo de um dado é tanto que há quem diga que é mais valioso que o petróleo. Após o vazamento dos dados de brasileiros, a Folha de S. Paulo estimou que o hacker responsável pela ação, caso venda as informações obtidas, pode lucrar US$ 15 milhões, ou R$ 80,8 milhões.

Vazamento de dados gera lucro aos infratores

“A dificuldade de rastrear as invasões de hackers e vazamentos faz com que a fiscalização seja muito difícil. Mas a LGDP propõe punições a quem pratica o ato. As multas podem chegar a R$ 50 milhões por infração. Entretanto, cabe ressaltar que o artigo que prevê as sanções entra em vigor apenas em agosto deste ano”, completa Reis.

Uma das possibilidades para evitar o problema é a descentralização da base de dados e o maior acesso à informação por parte da população para que a Lei Geral de Proteção de Dados seja de conhecimento amplo. “A LGPD ainda é relativamente nova, mas é um grande passo pra o Brasil avançar contra crimes de dados”, finaliza a Coordenadora.

Sobre a Anhanguera 

Fundada em 1994, a Anhanguera já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância. Presente em todos os estados brasileiros, a Anhanguera presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais. Em 2014, a instituição passou a integrar a Kroton. Para mais informações, acesse: anhanguera.com e blog.anhanguera.com.

Sobre a Kroton

A Kroton, que faz parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira e uma das principais organizações educacionais do mundo, atende ao mercado B2C do Ensino Superior, levando educação de qualidade em larga escala. Presente em 1.221 municípios em todo Brasil, a companhia conta com 176 unidades próprias, 1.673 polos de ensino a distância e mais de 817 mil estudantes, sob as marcas Anhanguera, Fama, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar. Transformar a vida das pessoas por meio da educação, formando cidadãos e preparando profissionais para o mercado, é a missão da instituição, que trabalha para continuar concretizando sonhos em todos os cantos do país. Para mais informações acesse: www.kroton.com.br.  

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Aplicativos para buscar empregos: Você conhece os principais?

Venha nesta busca e conheça os principais aplicativos para buscar empregos, mesmo em meio a este momento difícil que estamos enfrentando.

Antigamente esta busca era uma tarefa árdua e cansativa, principalmente com gastos de impressões de curriculum, comprar envelope, bater de porta em porta, ligar para empresas e muitas vezes você entregava o currículum sem conhecer a empresa.

E se você está lendo até aqui e falando, “Mas faço isso até hoje !!!” É necessário que você reveja seus conceitos.

No entanto, graças a tecnologia podemos facilmente procurar por vagas através de diverosas formas, utilizando internet ao nosso favor.

Sites de emprego, redes sociais, ou até mesmo acessando sites de busca e procurar os sites das empresas de seu interesse e assim, conseguindo contato eletrônico e enviar seu currículum através dele.

E novamente você está pensando, “Ah mas a empresa que estou buscando não tem site“. É sério, é necessário que você reveja seus conceitos.

Hoje em dia está ainda mais fácil, com a tecnologia na palma da nossa mão, sites e redes de emprego estão disponibilizando apps para buscarmos a tão sonhada vaga.

Separamos aqui os principais aplicativos para busca de emprego, e com certeza este post estará em constante atualização.

A cada momento aplicativos são melhorados, atualizados, novas ferramentas são disponibilizadas e inegavelmente, precisamos nos atualizar constantemente.

Confira os principais apps para busca de emprego. E torcemos para que você tenha êxito em seu objetivo e nunca desista.

Aplicativos para buscar empregos

Jooble

Aplicativos para buscar empregos: Você conhece os principais?
O nome Jooble vem da junção das palavras Job(que em inglês significa emprego) e Google

Nascida na Ucrânia e considerado um dos maiores buscadores de emprego em vários países, incluindo Brasil e Portugal.

O Jooble filtra os resultados duplicados automaticamente, fazendo com que a mesma vaga dos vários sites apareça igualmente em um único anúncio de emprego.

Confira tudo sobre o Jooble clicando aqui

E aproveite você desenvolvedor de sistemas, uma seleção de vagas exclusiva clicando na imagem abaixo.

Vaga para desenvolvedor - clique aqui - https://br.jooble.org/vagas-de-emprego-desenvolvedor

Indeed Pesquisa de Emprego

Conhecido como um dos maiores sites de emprego do mundo. De fato a ferramenta ajuda você desde a inscrição, até a busca de emprego.

São mais de 250 milhões de usuários mensais do Indeed, com vagas em 60 países e 28 idiomas somando aproximadamente 16 milhões de vagas existentes no Indeed.

Conheça todos os detalhes do app clicando aqui.

InfoJobs.com.br

Aplicativos para buscar empregos: Você conhece os principais?
infojobs app

InfoJobs é uma plataforma de oportunidades profissionais e busca de talentos que oferece ferramentas avançadas para gerir os processos seletivos das empresas.

Ao mesmo tempo, facilita os candidatos a vantagem de cadastrarem seus currículos de forma gratuita, contemplando profissionais de todos os perfis.

  • Nele você consegue acessar e milhares de novas vagas de emprego publicadas diariamente.
  • Conhecer os salários dos funcionários numa empresa.
  • Conferir as avaliações que os funcionários fizeram das empresas onde trabalharam.
  • Chamar a atenção das grandes empresas a través do Buscador de Candidatos.
  • Encontre vagas de emprego para todos os perfis profissionais.
  • Fique sabendo dos últimos empregos disponíveis quando e onde você quiser.

Conheça todos os detalhes do app clicando aqui.

SINE – App Oficial do Ministério do Trabalho

Aplicativos para buscar empregos: Você conhece os principais?
App Oficial do Ministério do Trabalho.

O Ministério do Trabalho desenvolveu um app com a Dataprev, chamado SINE Fácil e aliás, com este app o trabalhador não precisa ir até um posto do SINE (Sistema Nacional de Emprego) para procurar a tão sonhada vaga.

E com toda a certeza, através do aplicativo você poderá, a qualquer momento, acompanhar a emissão de parcelas do Seguro-Desemprego, e ainda pode consultar seus Contratos de Trabalho.

Dica App do Dia criou um passo a passo, com o propósito de te ajudar a realizar o seu cadastro direto de seu celular, clique aqui e saiba todos os detalhes.

Catho Online

Aplicativo Catho
Aplicativo Catho

A empresa brasileira pioneira no segmento de vagas de emprego e oportunidades de trabalho online.

Trazendo assim, uma nova versão de seu aplicativo, com o propósito de exibir diversas vagas de trabalho.

Envie, edite seu curriculum direto do aplicativo, personalize buscas de emprego, receba convites de entrevistas e principalmente, interaja com o recrutador direto do celular.

Confira todos os detalhes clicando aqui.

LinkedIn Job Search

Aplicativos para buscar empregos: Você conhece os principais?
Aplicativo LinkedIn Job Search

Linkedn é uma rede social, profissional, nesta rede você pode abrir conta tanto como trabalhador, quando empregador.

Como neste post estamos tratando sobre procura de emprego, falaremos primordialmente desta ferramenta, que é apenas uma das soluções que a LinkedIn oferece.

E se você já tem conta no Linkedin, use os mesmos dados de acesso e desfrute desta solução.

Acesse aqui e tenha todos os detalhes para obter este app.

Enfim, quer se manter atualizados? Não perca nossas matérias, curta nossas Redes Sociais, compartilha esta matéria.

Vamos formar uma grande NetWorking, uma grande rede de relacionamentos profissionais, e então nos ajudar a formar um país ainda melhor.

Dica do Dica App do Dia, é claro!

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Como cadastrar meu currículo no Indeed?

Antes de mais nada, o que é o Indeed? É uma plataforma de busca de vagas de empregos, na qual as empresas anunciam suas oportunidades. Entre suas facilidades, há a importação dos dados do seu currículo em formato PDF. Tal recurso é uma mão na roda, reduzindo o tempo com o preenchimento de informações como escolaridade, experiências profissionais e competências. Mas, afinal, como cadastrar meu currículo no Indeed?

Além de cadastrar seu CV na plataforma, também é possível ver avaliações de empresas por funcionários e ex-funcionários e assim saber a média salarial de qualquer cargo. A seguir, tire suas dúvida de como cadastrar o seu currículo no Indeed e buscar vagas de emprego neste site. Ah, o cadastro na plataforma é grátis!

1. Acesse o site do Indeed, clique em “Cadastre seu currículo”, no canto superior direito da página;

Como cadastrar meu currículo no Indeed?
Foto: Reprodução/Helito Beggiora

2. Clique no botão “Cadastre seu currículo” e faça upload do arquivo em formato PDF;

Foto: Reprodução/Helito Beggiora

3. As informações do seu currículo serão importadas pelo Indeed. Comece confirmando o seu e-mail e pressione “Próximo”. Se necessário, clique em “editar” para alterar o endereço;

Como cadastrar meu currículo no Indeed?
Foto: Reprodução/Helito Beggiora

4. Nas próximas etapas, você deverá confirmar os dados importados, como perfil, escolaridade, experiências profissionais e competências. Para começar, clique em “Analisar meu currículo”;

Como cadastrar meu currículo no Indeed?
Foto: Reprodução/Helito Beggiora

5. Quando terminar de revisar as informações do seu currículo, clique em “Salvar e continuar”, na parte superior da página;

Foto: Reprodução/Helito Beggiora

6. Você receberá um e-mail para confirmar a sua conta. Clique no link para definir a sua senha;

Como cadastrar meu currículo no Indeed?
Foto: Reprodução/Helito Beggiora

7. Na sequência, escolha as suas preferências de emprego, como cargo desejado, tipo de emprego, pretensão salarial e disponibilidade para mudança de cidade;

Foto: Reprodução/Helito Beggiora

8. Caso queira, você pode informar o salário dos seus empregos anteriores. As informações são anônimas e não aparecem no seu currículo. Feito isso, clique em “Próximo”;

Como cadastrar meu currículo no Indeed?
Foto: Reprodução/Helito Beggiora

9. Para procurar vagas de emprego, clique em “Achar Vagas”, no canto superior esquerdo da página. Por lá, entre com a função desejada e cidade. À esquerda, é possível aplicar filtros para melhorar os resultados. Clique sobre uma vaga para ver os detalhes e se candidatar;

Foto: Reprodução/Helito Beggiora

10. Em “Avaliações de Empresas” você pode encontrar comentários de funcionários e ex-funcionários. Digite o nome da empresa e clique em “Achar Empresas”. Feito isso, acesse a aba “Avaliações”. Caso queira, você pode filtrar o conteúdo por cargo e local de trabalho, além de ordenar por avaliação, pontuação ou data;

Como cadastrar meu currículo no Indeed?
Foto: Reprodução/Helito Beggiora

11. Na seção “Achar Salário” você pode descobrir a média salarial de cargos ou empresas. As funções mais populares serão exibidas na tela. Você pode pesquisar por cargos específicos ou empresa usando o campo de busca.

Como cadastrar meu currículo no Indeed?
Foto: Reprodução/Helito Beggiora

Obrigado por ter lido todo nosso material. Desejamos boa sorte na busca por emprego, e que logo estejas trabalhando. São os votos da equipe do Jornal Grande ABC! Ah, claro, acesse o Indeed e faça seu cadastro!

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Meta para cobertura de fibra ótica 99% dos municípios até 2024

Decreto aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (30), com obrigações impostas às concessionárias de telefonia fixa em um período de cinco anos, incluindo a meta para cobertura de internet por fibra ótica.

O Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU5) do setor de telecomunicações foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (28), trazendo obrigações impostas às concessionárias de telefonia fixa. Entre as principais normas, está o investimento na implantação de redes de fibra ótica para alcançar 99% dos municípios brasileiros até 2024.

As metas valem por um período de cinco anos, a partir de 2021, e abrangem as operadoras Oi, Telefônica, Claro e Algar. Essas normas foram aprovadas em decreto em novembro de 2020, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A expectativa é de que 1,5 mil municípios brasileiros recebam a internet por fibra ótica, alcançando cerca de 5.500 cidades nos próximos três anos. 

O plano detalha que a rede de fibra deverá ter capacidade mínima de 10 gigabits por segundo (Gbps), cobrindo, até o final de 2021, até 10% do respectivo município. Essa instalação de fibra ótica substitui uma meta do PGMU anterior, que previa a implementação do 4G em localidades sem essa tecnologia.

Em parceria com Brasil 61

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Meta para cobertura de fibra ótica 99% dos municípios até 2024

Fotos e salários estão entre milhões de dados vazados no Brasil

Fotos, dados sobre crédito e até salários de mais de 223 milhões de brasileiros ficaram expostos no maior vazamento de dados já registrado no Brasil.

As informações de pessoas vivas e mortas foram disponibilizadas em redes da dark web e vendidas em pacotes por cibercriminosos.

A denúncia feita pela empresa Psafe, especializada em segurança da informação apontava, inicialmente, que CPFs, endereços, data de nascimento e gênero ficaram vulneráveis.

Depois, o laboratório que descobriu o roubo identificou outras informações vazadas, que podem provocar uma onda de crimes cibernéticos, extorsões e estelionato.

O presidente-executivo da Psafe, Marco de Mello, afirmou em entrevista ao Estadão que o crime é assustador e que dificilmente os dados de algum brasileiro tenham ficado protegidos.

A origem do vazamento do banco de dados ainda é desconhecida.

Segundo o Painel da Folha, o Procon-SP pediu explicações à Serasa, serviço de crédito de âmbito nacional sobre um possível envolvimento na divulgação do banco de dados.

A empresa afirmou, em nota, que o formato não é o mesmo utilizado nas suas plataformas de informações.

O diretor do Procon-SP, Fernando Capez, disse que as multas para os responsáveis pelo crime podem chegar a 50 MILHÕES DE REAIS, se enquadrado na Lei Geral de Proteção de Dados.

E cabem punições também com base no Código de Defesa do Consumidor.

Em parceria com Rádio2.

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Fotos e salários estão entre milhões de dados vazados no Brasil

Vírus com visual da Play Store espalha ofertas falsas no WhatsApp

Vírus com visual da Play Store que se espalha como praga pelo WhatsApp promete prêmios e vantagens.

Para atrair usuários nas fraudes, utiliza um link com visual semelhante ao da Play Store, a loja digital para quem usa celular com sistema Android.

Quem nunca se sentiu atraído por uma promoção ou prêmio nas redes sociais?

Uma mensagem fraudulenta espalhada pelo WhatsApp promete um celular grátis da Huawei para quem instalar o app do fabricante.

Para isso, envia um link com visual idêntico ao da Play Store, a loja oficial de aplicativos do sistema Android.

Muitos celulares são capazes de bloquear o link, mas caso tenha alguma configuração liberada, o download será concluído.

Para ser operado, o app malicioso necessita de permissões especiais, por exemplo, acesso às notificações e autorização par se sobrepor a outros aplicativos.

É praticamente uma substituição dos aplicativos baixados da Play Store para operação pelo link falso.

Desta forma, terá acesso a senhas e assinaturas que, além de expor dados pessoais das vítimas, pode causar prejuízos financeiros, como cobranças de contas e serviços que não contratou.

O link malicioso utiliza seu próprio celular para enviar a mensagem falsa para outros contatos uma vez a cada hora.

Caso tenha caído no golpe, a recomendação é desinstalar o app criminoso ou restaurar as configurações de fábrica do aparelho.

Em parceria com Rádio2.

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Sobre a Play Store

A Google Play Store é a loja virtual do Google para celulares com o sistema Android. Nela é possível encontrar todos os aplicativos destinados à plataforma, assim como jogos, músicas, filmes e livros. Conhecida anteriormente como Android Market, a loja conta com milhões de apps de diversos gêneros – entre eles redes sociais, aplicativos de mensagens, entretenimento, navegadores, de segurança e softwares de fotografia, além de vender e aluguer filmes online.

Vírus com visual da Play Store
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WhatsApp compartilhará dados com Facebook; regra gera temor

Mudanças nos termos de uso do WhatsApp, que são as regras do aplicativo, assustaram muitos usuários de um dos serviços de mensagens mais usados no país. WhatsApp compartilhará dados com Facebook.

O WhatsApp anunciou que dados pessoais dos usuários do aplicativo serão compartilhados com outras empresas do grupo Facebook, que adquiriu o programa em 2014.

Para usar o aplicativo, será obrigatório aceitar as mudanças. Caso contrário, o usuário terá que escolher outro programa de troca de mensagens. O WhatsApp ainda vai permitir ao usuário apagar a conta caso não aceite os termos.

As mudanças passam a valer a partir do dia 8 de fevereiro.

O jornalista Bruno Marinoni se espantou com as mudanças. Ele avalia se vai compensar continuar usando o WhatsApp.

Informações pessoais, como o número do telefone e atividades realizadas no aplicativo, além de formas de interação com outras pessoas e empresas, serão compartilhadas. Mas o conteúdo das conversas continua sendo sigiloso.

Christian Perrone, Coordenador da área de Direitos e Tecnologia do Instituto de Tecnologia e Sociedade, ITS Rio, afirma que o usuário tem que levar em consideração o risco do uso dos dados pela controladora do aplicativo.

Em nota, o WhatsApp informou que a mudança na política de privacidade foi para aumentar a transparência com o usuário, podendo oferecer mecanismos de comércio no aplicativo de forma segura.

O WhatsApp afirmou que a decisão não muda as práticas de compartilhamento de dados com o Facebook. E que permanece comprometido com a proteção da privacidade das pessoas.

Um dos aplicativos concorrentes do WhatsApp, o Signal, teve recorde de downloads na última semana e é uma das opções para quem quer usar outro mensageiro instantâneo. Existem outros programas que também são alternativas, como o Telegram, Librem Chat e o Wire.

“WhatsApp compartilhará dados com Facebook; regra gera temor” é com informações de Agência Brasil

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WhatsApp compartilhará dados com Facebook
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Terceira idade digital: pandemia impulsiona uso de tecnologia

Envio de mensagens e interatividade por redes sociais, serviços bancários e compras pela internet ganharam mais adeptos da terceira idade (digital).

A pandemia de Covid-19 ampliou o número de idosos nas plataformas tecnológicas.

Sou Bernadete Druzian e conto neste episódio do Falando de Tecnologia, como a vida digital passou a fazer parte da rotina de pessoas que usavam o celular só mesmo na sua função original: fazer ligações.

Pandemia e era digital

Que a pandemia propôs formas para reinventar as rotinas diárias não é novidade para ninguém. Além disso, quem estava fora do mundo tecnológico entrou de cabeça e se deu bem.

Muitos idosos viram nos apps de mensagens ou redes sociais a chance de estreitar laços com familiares e amigos rompidos pelo distanciamento.

Os números chegaram às alturas: 89 POR CENTO dos usuários da internet acima de 60 anos fizeram chamadas de voz ou por vídeo durante a pandemia.

E 84 POR CENTO deles usaram redes sociais para se distrair.

Terceira Idade digital: Conectados

Anteriormente, quem relutava lançou mão dos apps para realizar serviços bancários, pagar contas ou compras e ficar bem protegido dentro de casa.

O índice praticamente dobrou: de 40 para 77 POR CENTO na comparação com 2019.

Os dados são da pesquisa Painel TIC Covid-19, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação.

Para especialistas, o acesso ao mundo digital começou como questão de sobrevivência e tudo indica que se incorporou nos hábitos dos idosos tanto quanto na rotina dos veteranos adeptos da tecnologia na palma da mão.

Terceira idade digital

Jorge Costa, professor da Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade do Rio de Janeiro pondera que a solidão tem um peso maior na vida dos idosos o que passou a ser essencial se voltar para essa necessidade de inclusão.

Sendo assim, muitas pessoas recorreram aos filhos e netos para aprender a explorar os recursos dos smartphones, e muitos gostaram tanto, que procuraram aulas online nas mesmas plataformas que aprenderam a fazer lives com amigos e familiares.

Por exemplo, compras em lojas virtuais, pagamentos em plataformas financeiras e o novo Pix são os preferidos de gente como Maria da Conceição, de 72 anos, moradora de Fortaleza.

Então, ela dá uma dica: basta seguir o passo a passo que dá certo. É como uma receita de bolo.

“Terceira idade digital: pandemia impulsiona uso de tecnologia” com informações de Rádio2.

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Netflix no Amazon Echo

Saiba como assistir Netflix no Amazon Echo Show

Atualização começará dia 28 de dezembro, permitindo ao usuário assistir a Netflix no Amazon Echo

A Netflix estará disponível no aparelho da Amazon, após atualização anunciada. Os modelos contemplados serão os modelos Echo Show 5 e 8. A Alexa será totalmente integrada, permitindo reprodução dos conteúdos do popular streaming.

A partir da próxima segunda-feira (28/12), a atualização será liberada. Nem todos os equipamentos terão o update na mesma data. Então, a atualização estará em todos os dispositivos após alguns dias, provavelmente.

A experiência do usuário terá melhorias também. Nesse sentido, terá a página inicial de vídeos, com as recomendações personalizadas individualizadas, para cada usuário.

Por exemplo, os comandos “Alexa, vá para a home de vídeos”, você verá detalhes dos conteúdos disponíveis. Também, possibilidade de dar instruções para a assistente, tal qual “Alexa, reproduza Vikings na Netflix de onde parei”.

Finalmente, Netflix no Amazon Echo

Demorou, mas a Amazon trouxe o suporte. O Google já conta com o aplicativo da Netflix em seus monitores inteligentes desde julho. Portanto, pode ser decisivo na escolha de qual caixa de som inteligente o usuário deseja. 

As Echo Show tinham suporte para: NBC Peacock, HBO Max, Disney +, CBS All Access, Sling TV, Hulu, SHOWTIME e alguns outros. O Prime Video é da Amazon, streaming concorrente da Netflix. Por isso, a disponibilização era motivo de questionamentos.

Parece que oferecer o suporte acabou sendo menos lucrativo do que deixar de oferece-lo. Todavia, agora é possível ter todos os conteúdos da Netflix nas Amazon Echo Show, nos dispositivos com display. Portanto, as Echo mais comuns não terão suporte.

A atualização não necessita ação manual, por parte do usuário. A Amazon oferecerá o update automático. Você somente terá de aceitar a notificação, e no mais o aplicativo instalará. 

Netflix no Amazon Echo

Esteja por dentro do que rola no mundo dos filmes e série, confira o Entre Séries.

Quer estar ligado nas novidades tecnológicas? Então, confira Dica App do Dia.

Fotos da grande conjunção do solstício de verão

Fotos da grande conjunção do solstício de verão

Não conseguiu ver? Confira as fotos da grande conjunção do solstício de verão

A “Estrela de Belém” ou “Estrela de Natal” deixou muita gente curiosa. De fato, há algumas semanas o acontecimento astronômico já vinha sendo anunciado em todo o mundo.

E não era para menos: poder ver uma luz no céu parecida com a que os Reis Magos contemplavam foi uma chance única. A primeira desde os anos 1200 anos.

O certo é que a “Grande Conjunção”, ou seja, o alinhamento entre Júpiter e Saturno foi um evento único, podendo ser visto de grande parte do nosso planeta. Muitas pessoas tentaram registrar o fenômeno e viver o momento especial em suas vidas, poucos dias antes do Natal. Isso, certamente, trouxe um pouco mais de luz, esperança e alegria para um contexto obscuro e crítico marcado pela pandemia do coronavírus.

Não é algo tão fácil de observar como um eclipse solar ou lunar, mas com esforço e equipamentos de fotografia ou astronomia foi possível ver e se encantar com a conjunção desta noite de Júpiter e Saturno. 

Pudemos voltar a infância, deixando-nos surpreender e nos guiar (qual os Reis Magos) por essa luz. Além disso, muita gente aproveitou apenas para contemplar! E foi lindo. Uma bela notícia em um tempo tão especial.

Porém, não foi tão simples observar em todo o Brasil. Afinal, chuva, nuvens, além da própria poluição luminosa, atrapalharam o desejo de muitos brasileiro. Contudo, selecionamos algumas fotos para saciar a curiosidade!

Então, veja abaixo algumas imagens da “Estrela de Belém” de 2020 em algumas do planeta Terra.

Fotos da grande conjunção do solstício de verão